Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

19 Junho 2018 | 03h00

COPA DO MUNDO

Brasil 1 x 1 Suíça

Depois de muito confete e serpentina em cima da seleção, o Brasil estreou empatando com uma Suíça que sabemos ser boa em fazer chocolates, canivetes e relógios, mas ainda está na infância do futebol. Por que, então, conseguiu empatar com o Brasil? Primeiro, em geral os boleiros brasileiros não corresponderam ao que se esperava, como Neymar, que precisa entender que tem mais é que jogar de forma coletiva, ser menos individual. O gol tomado pelo Brasil nos faz perguntar: por que o goleiro não saiu para cortar o cruzamento, como fazem quase todos os outros neste torneio? Sobre a falta no Miranda, podemos também perguntar por que, em vez de aceitar passivamente o suíço a pressioná-lo, não saiu para saltar antes de ser empurrado. O pênalti sobre o Gabriel Jesus: quando agarrado, jogou-se para tentar cavar o pênalti e, para muitos juízes, os jogadores brasileiros têm fama de encenar demais e isso talvez tenha confundido o juiz. Contra a Costa Rica o Brasil terá de ganhar, e com muitos gols, que poderão decidir quem será o primeiro do grupo, porque a Sérvia bate mais do que a Suíça. 

LAÉRCIO ZANINI

spettro@uol.com.br

Garça

Falta criatividade em campo

Numa Copa do Mundo, todos os times são bons. Nosso time é muito bom e está bem preparado. Mas, então, onde está o problema? No engessamento de sua atuação. A arte, a graça e o sucesso do futebol estão na imprevisibilidade. Nossa seleção joga como os adversários esperam que jogue e isso é um grande problema. É preciso incentivar a criatividade de cada um de nossos talentosos jogadores e do conjunto da equipe. Por exemplo, lembrando ao Neymar que ele chuta bem com as duas pernas. Nossa agressividade crescerá exponencialmente. 

JORGE ALBERTO NURKIN

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

Focas equilibristas 

Alguém precisa explicar ao Neymar que o Brasil está disputando uma competição de futebol. Não um torneio de focas equilibrando a bola no nariz...

ALEXANDRE DE M. MARQUES

ammarques@uol.com.br

São Paulo

Bola murcha

Alguns jogos desta Copa são piores do que os jogos casados x solteiros aqui do escritório.

LUIZ FRANCISCO A. SALGADO

salgado@grupolsalgado.com.br

São Paulo

Pra frente, seleção!

O resultado para o Brasil não foi péssimo. Só lamentamos os gols perdidos, os erros do juiz, a direção do Tite, abaixo do seu padrão brilhante das eliminatórias (nem comemorou o nosso gol), e a má atuação do ótimo Marcelo – o lado esquerdo da seleção ficou vulnerável e ele errou inúmeros passes; será que a braçadeira de capitão pesou? 

ROBERTO HUNGRIA

cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

A culpa é dos outros 

O empate do Brasil com a Suíça até que saiu barato. O time brasileiro jogou mal e não seria surpresa se perdesse. E mais uma vez, infelizmente, boa parte da opinião pública atribui o resultado a discutíveis erros de arbitragem e nega a atuação pífia da seleção. Não se pode deixar de fazer analogia com a pesquisa Ipsos Public Affairs, sobre o sistema previdenciário, que mostra que 52% dos entrevistados com curso superior ainda acreditam na falácia de que a Previdência do jeito que está é sustentável, vai bem e não precisa mudar. E que o maior problema da Previdência não é sua frágil estrutura, mas a corrupção que assola o País. Ou seja, para muitos brasileiros, no futebol ou em assuntos de Estado que refletem diretamente no bolso de cada um, a culpa é sempre dos outros. 

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Árbitro de vídeo

Afinal, o VAR é utilizado só na Europa e por isso só atende às seleções europeias? Falar que não foi penalidade máxima no Gabriel nem falta no Miranda é balela e não se trata de chororô.

M. MENDES DE BRITO

mdebritovoni@gmail.com

Bertioga

CORRUPÇÃO

Arbitragem falha

Muita gente está questionando a arbitragem do jogo de estreia do Brasil na Copa do Mundo. Contudo o resultado de um jogo ou mesmo de um campeonato não é tão relevante para o País. Decisivo e importante será a arbitragem dos juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca da liberdade de Lula, no próximo dia 26. A condenação desse réu não foi fruto de falha de um árbitro de vídeo. Nove juízes muito bem preparados estudaram detalhadamente, durante muito tempo, o processo que levou à sua condenação. O placar de 9 x 0 sinaliza a gravidade do caso. Os juízes do STF têm de ponderar muito bem que são, atualmente, uma seleção muito observada pela sociedade e que, infelizmente, já deu vexames piores do que aquela que perdeu de 7 x 1 para a Alemanha. E também que o resultado das decisões que tomam pode ser muito mais comprometedor para a História da Nação.

IRENE MARIA DELL’AVANZI

irenedellavanzi@hotmail.com

Itapetininga

‘Atenuante’

Parece que a defesa do Lula está recorrendo ao STF para pedir a soltura dele com a justificativa do “rouba, mas faz”...

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

ELEIÇÕES

De legitimidade

Na entrevista publicada no domingo (A4) o sr. Geraldo Alckmin diz que o governo federal atual não tem legitimidade. Adota, assim, o refrão do PT desde o impeachment de Dilma. Sempre votei em Alckmin, mas não consigo entender a sua lógica. Conforme todos os dicionários, legítimo é o que está de acordo com a lei, fundado no Direito. O impeachment foi legal. Logo, o governo que dele resultou também é legal. Dizer que o governo é ilegítimo porque não teve votos é pura falácia. O vice-presidente foi eleito com a presidente. Teve como Dilma a maioria dos votos. Se um vice que por qualquer motivo assumir a Presidência é ilegítimo, então, que se reforme a Constituição, extinguindo a figura do vice-presidente. Também não dá para entender a recusa de Alckmin, como político tarimbado que é, a aceitar eventual apoio do MDB, sendo este partido o que tem o maior número de diretórios no País. Dessa forma dá para entender por que o Alckmin está patinando nas pesquisas.

AVELINO SCHMITT

abschmitt@uol.com.br

São Paulo

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ESTREIA DO BRASIL TEM ARBITRAGEM HORRÍVEL

Não, eu não vou justificar o empate em 1 x 1 no jogo Brasil - Suíça à conta das barbeiragens do sr. Cesar Ramos, árbitro do México que apitou a partida. O time canarinho parecia "travado", jogando muito abaixo das expectativas da Nação verde-amarela. Após o gol de Philippe Coutinho - aliás, golaço! - a Seleção desacelerou e viu a Suíça vir com tudo para cima, ameaçando a meta de Alisson a cada ataque. Fora isso, alguns de nossos craques exibiram performance individual sofrível - a começar por Neymar, um tanto individualista e pouco inspirado, parecendo querer resolver as coisas sozinho. Tirando as "culpas" do Brasil, o fato é que o árbitro mexicano conseguiu interferir no resultado do jogo ao esnobar o "VAR" (árbitro de vídeo) e não impugnar o irregular gol suíço (falta clara de Zuber que empurrou o zagueiro Miranda para fazer seu gol), isso além de deixar de consignar um agarrão de Akanji em Gabriel Jesus - pênalti claríssimo - ambos os lances no 2.º tempo. Caso a tecnologia disponível tivesse sido regularmente utilizada, o placar teria sido outro seguramente. Antes de iniciar a Copa do Mundo da Rússia havia muita incerteza sobre a real efetividade do "árbitro de vídeo" como inibidor dos erros do apito. Pelo que vimos neste domingo, as dúvidas só aumentaram.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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HAJA CORAÇÃO

No Brasil, estamos vivendo situações complicadas e polêmicas na gestão pública. No futebol não está sendo diferente. O empate com a Suíça, quando o juiz validou o gol do adversário, se recusando -  olhando para o chão - a ver no telão do estádio a falta cometida pelo atacante, nos fez lembrar-se de nossas lideranças acusadas de ilicitudes, que se negam peremptoriamente a aceitar acusações, mesmo quando provas documentais são apresentadas pelas autoridades judiciais provando a autoria e tais delitos. Haja coração.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro 

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EMPATE E DERROTAS

O empate com a Suíça não é preocupante. Preocupante é perdermos de 7x1 nos conceitos básicos de saúde, educação, segurança etc. 

Moises Goldstein mg2448@icloud.com 

São Paulo 

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GABRIEL JESUS

Apesar da decepção com o morno empate da seleção brasileira na estreia contra a Suíça na Copa da Rússia, valem as palavras do jovem Gabriel Jesus em sua primeira participação em uma Copa do Mundo: "Ninguém se classifica ou é eliminado em uma Copa na primeira partida". Com elas, demonstrou que também tem talento com as palavras fora das quatro linhas. Vai, Brasil!

J.S. Decol decoljs@gmail.com 

São Paulo 

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BRASIL E SUÍÇA

Mais uma vez ficou comprovado que no futebol se ganha em campo. Brasil, favorito, nos últimos 21 jogos fez 47 gols e sofreu 5, venceu 15, empatou 5 e perdeu 1, mas decepcionou em Rostov no 1 x 1 contra a Suíça. Nervosismo do primeiro jogo na Copa? Sim, mas também para a Suíça. Que o tropeço sirva de lição. 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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IMPRESSÃO FEMININA

Não sou comentarista de futebol, mas gostaria de deixar minha impressão feminina sobre a estreia tão esperada da seleção brasileira contra a Suíça. A partida não passou de um "jogo do quase". Quase que foi gol, quase, mas os gols tão esperados não vieram. Merece reparo o visual do craque Neymar, que não jogou bola, estava preocupado com sua performance. Quem viu um Cristiano Ronaldo dando seu sangue na partida contra Espanha fica com inveja de seu talento, sua garra e sua concentração. Admirável! Quanto aos canarinhos, tínhamos dez em campo e uma calopsita. Quanta decepção, uma seleção pentacampeã sem nenhuma garra. Sem desprezar o fato de que estão com a vida ganha, mas jogar e representar seu país deveria ser uma honra, uma prioridade e não um passeio pelo campo. Como brasileira esperava mais dos nossos jogadores que brilham em seus clubes lá fora e aqui não passaram de astros sem luz própria.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ÁRBITRO DE VÍDEO 

Independentemente do baixo rendimento apresentado, o Brasil foi vergonhosamente prejudicado pelo arbitro de vídeo (VAR), exatamente no jogo contra a Suíça, país onde, em estranha coincidência, a FIFA mantém a sua sede (Zurique).

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

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O FIM DA CERA?

Uma novidade, melhor que o VAR, parece estar sendo testada nesta Copa do Mundo de Futebol: o tempo maior acrescido pelos árbitros no final de cada etapa regulamentar. Em vez de dois, três minutos, estão dando cinco ou seis, impedindo que a famigerada cera surta algum efeito prático. Desarmado o gatilho da malandragem, os jogadores voltam a ser apenas boleiros, sem a preocupação de ludibriar o tempo.

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ) 

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EMPATE NA COPA

Mais uma decepção! Não basta a mediocridade Executiva e Legislativa que temos em Brasília? 

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com 

São Paulo

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COMO GANHAR A COPA

Alguém precisa avisar ao Neymar, nosso maior ídolo, que não se ganha a Copa individualmente, atraindo e irritando os adversários, provocando choques e quedas, que funcionaram muito bem nos tempos da Vila Belmiro, quando as quedas do craque eram recebidas com manifestações ululantes da torcida, com aquele som estridente o suficiente para que o juiz apontasse a falta de forma incontinenti, com admoestação imediata do "agressor". Ele foi para o Barcelona, e lá aprendeu que para jogar para o time, teria que parar com essa prática do "cai, cai" e passar rapidamente a bola aos seus companheiros, todos já craques consagrados, para que o time pudesse usufruir de sua inegável superioridade e ganhar quase todos os títulos que disputou. Ora, na seleção, ele só precisa fazer a mesma coisa, utilizar sua grande categoria para jogar para o time e não para si, todos nós sabemos e os adversários também, de sua grande qualidade profissional, ele não precisa demonstrar isso em cada jogada. Nossa seleção é uma das melhores que já formamos nos últimos tempos, mas é preciso que nosso maior ídolo faça a sua parte. Devolva rapidamente a bola para que seus companheiros, que também são craques, possam fazer a sua parte e ajudar o nosso país a ganhar mais uma Copa, mesmo com uma atuação suspeita do tal árbitro de vídeo.

Sebastião A. Tartuci Aun sebastiao.aun@uol.com.br 

São Paulo 

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NEYMAR

Neymar, cadê você? Ligo a tv só pra te ver!

Célia Rodrigues celitar@icloud.com

Avaré

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GRACINHA

Em suposto comentário sobre a estreia do Brasil na Copa, a saudosa Hebe Camargo diria que nossa seleção e os loiros cabelos cacheados de Neymar estavam uma gracinha.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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CADÊ O GOLEIO ALISSON?

Do alto de seu tamanho, houvesse o goleiro Alisson saído naquele cruzamento e agarrado ou socado a bola para alto e longe da área, não estaríamos discutindo sobre o empurrão no zagueiro Miranda. Em quase todos os jogos que assisti nesta Copa os goleiros saiam nos cruzamentos, qualidade que falta a todos os brasileiros desta posição, basta ver como meu time Corinthians sofre gols por esta falha. Tomara nossos goleiros assimilem essa qualidade. 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br 

Garça

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TRADIÇÃO BRASILEIRA

A Copa do Mundo não tem mais a antiga tradição de envolver os brasileiros. A nossa seleção mostra uma situação que, de certa forma, tem muita igualdade com o atual momento político principalmente as ações do governo federal. Que demonstra não ter programas tanto em termos sociais ou na economia, e permite ações corporativas, numa divisão cada vez maior entre os mais diferentes segmentos sociais. Será que a seleção vai mudar o quadro de pessimismo depois da tristeza da estreia? E as próximas eleições mudarão o atual quadro político?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos 

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PROSOPOPEIA

Com todo o seu falar rebuscado o técnico messiânico da seleção brasileira parece que ainda não conseguiu transmitir aos jogadores que jogo de copa não é jogo treino nem "brincadeira de bobinho". Precisa deixar claro ao seu time que para se ganhar uma Copa do Mundo é necessários jogar, todos os jogos, "com a faca na boca e sangue nos olhos". A continuar jogando como fez no primeiro jogo, o time do Brasil vai voltar mais cedo para casa.

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br 

São Paulo 

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SEM SURPRESA!

Alguma surpresa com a estreia do Brasil na Copa do Mundo? Para mim, nenhuma. Quando a gente vê os jogadores chegando ao estádio com seus fones de ouvido, desfilando suas bolsas/mochilas de marca, cabelinhos trabalhados (o cabeleireiro faz parte da equipe?), ignorando todos no entorno como se astros de primeira grandeza fossem, temos a certeza de que a preocupação maior é com a imagem e os rendimentos da propaganda do que com o País que deveriam representar. Em campo, quem se considera "astro dos astros" na maior encenação de perseguido, para justiçar sua incompetência! Que inveja da seleção de Portugal que tem o CR7 vestindo com orgulho a camisa de seu país! 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 

São Caetano do Sul 

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PATRIOTISMO

Nessa atual e intensa euforia de patriotismo verde-amarelo, sonhando a taça, com alegria, unindo o povo por uma bola; me vem um sonho forte e singelo vendo a bandeira, que o vento enrola. No azul do céu cheio de estrelas, a faixa diz: "Ordem e progresso". Fico pensando no patriotismo, no entusiasmo do povo expresso e bem dirigido à outra paixão: nossa Pátria, nossa Nação! E ver o povo interessado numa torcida empedernida, com forte empenho e convicção: contra a injustiça, contra a cobiça, a impunidade, a corrupção, o aviltamento da democracia, o aparelhamento da Nação, em ter o nosso Brasil renovado e com consciência nesta eleição.

Maria Arruda Galvão de França mariatoledoarruda@gmail.com

Jaú

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INGLATERRA 2 X 1 TUNISIA

Sabem o que faltou para a defesa da Tunísia depois dos 40 minutos do segundo tempo? Chutões.

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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COPA DO MUNDO E LULA

Nossa calopsita foi caçada, sem piedade, no primeiro jogo. Das 18 faltas que o nosso time sofreu, 10 foram em Neymar. Ficou claro que ele não está em sua melhor forma ainda, e que quer resolver tudo sozinho, mesmo assim. Ainda está faltando mais confiança e entrosamento no nosso "scratch". Mas outros favoritos para a conquista da Copa, também não foram bem em seus primeiros jogos, como Espanha, Alemanha e, talvez, Argentina. Aguardemos... O que não poderá acontecer, mesmo, é que, no meio dessa primeira fase da copa, mais um, dos muitos pedidos de soltura do "Chefão", seja aceito pela 2.ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

Carlos Eduardo Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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O PROFETA DE GARANHUNS

Bem que o "ficha-imunda" e profeta de Garanhuns disse antes de ser preso: "O STF é 'acovardado'".  Acertou em cheio. Basta ver a proibição da condução coercitiva dos corruptos de plantão. Vai ser profeta assim, lá na carceragem da Polícia Federal (PF), hein Lula? Mas, muda Brasil!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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IRRESPONSÁVEL

Mais uma absurda declaração de Lula (17/6, A4): "A situação está piorando tanto que uma hora vão me chamar para arrumar a casa", uma situação em que ele é o principal responsável. É mais uma desse cara que, apesar de querer se demonstrar humildade que não tem, pois se diz "a alma mais honesta" do Brasil, que de honesto não tem nada, nem moral ele tem tudo que declara é banalizado. Acorda, você é o principal responsável pela atual situação que enfrentamos no País. Você não engana a mais ninguém, as pessoas de senso consideram sua condição de preso a ideal. Chega...

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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ÁGUA MOLE...

Depois de colecionar várias derrotas em inúmeros tribunais, o presidiário Lula da Silva terá mais uma chance de responder seu processo em liberdade. No próximo dia 26, a 2.ª Turma do STF julgará o habeas corpus do cidadão mais honesto, graças ao ímpeto do advogado engomadinho Zanin, que é um verdadeiro carrapato que não desiste nunca. É uma derrota após derrota e, espero que, mais uma vez, a Justiça mantenha a jararaca encarcerada, para o bem do Brasil.

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré 

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DÉCIMA INSTÂNCIA

A 2.ª Turma do Supremo deve julgar, no próximo dia 26, se liberta Lula. Que sorte, teve Lula, que em sua décima instância,  caiu justo na 2.ª Turma! Não dá para entender o motivo de ainda existirem brasileiros presos. É preciso ensinar a técnica de Lula para esta turma do S.A. (os sem apelação): é só não desistir nunca e continuar apelando (mesmo que o plenário do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e do Supremo já tenham se manifestado negativamente a respeito) até que, um dia, uma de suas apelações fatalmente irá cair na 2.ª Turma. Como diz o ditado popular: "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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CASAL GLEISI E PAULO BERNARDO, EM JULGAMENTO

Na terça-feira próxima, 19 de junho, com suas togas negras, cor própria para decisões que os tornam semideuses da interpretação do texto constitucional, o Supremo Tribunal Federal deverá julgar a senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann e seu marido e ex-ministro Paulo Bernardo. Se a votação ficar empatada e faltar a declaração de voto do ministro Gilmar Mendes, o fiel escudeiro do PT no STF, o resultado está previsto. O que não se aceita é que um único ministro afronte seus pares a Constituição como se fossem papel higiênico. O poder político da esquerda no Brasil é tão grande que, segundo Confúcio não se vê o princípio nem o fim diante do que aconteceu com a extinção da intimação coercitiva para depoimentos, pergunta-se: Justifica o STF deter em seu poder, com uma enxurrada de verborragia tanto poder?

Jair Coelho jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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JULGAMENTO NO STF EM 19/06

Os "inocentes" Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo já devem estar tremendo nas bases.

Robert Haller robelisa1@terra.com.br 

São Paulo 

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DECISÕES JUDICIAIS

Por que na hora de defender os grandes corruptos e criminosos políticos os investidos em altos cargos do Poder Judiciário mostram um grande esforço e muita boa vontade para defendê-los? Para defender os cidadãos mais humildes, os plebeus não contam com a mesma boa vontade dessas autoridades e ficam jogados na vala dos esquecidos, fato que ocorreu comigo em sentença judicial ganha e sem cumprimento?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com 

São Paulo 

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LIBERDADE DE EXPRESSÃO X IMPARCIALIDADE JUDICIAL

A liberdade de expressão é garantia constitucional do magistrado que quiser publicar suas opiniões e desafetos políticos em redes sociais, mas o direito a um juiz imparcial é garantia do jurisdicionado. A posição do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) quanto a este assunto está longe de configurar "censura prévia". 

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

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CRIME ORGANIZADO

Noticiar o modo de operação da polícia, coletando bilhetes e cartas picadas (Operação Echelon) não é uma maneira de ajudar os criminosos serem mais cuidados na eliminação de provas futuramente?

José Santelmo de Oliveira santilhano@gmail.com

São Paulo

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PERGUNTAR NÃO OFENDE...

Deixe-me ver se entendi: o "picolé de chuchu", ops, o candidato Alckmin disse que o atual presidente da República não tem legitimidade, pois não teve votos! Quer dizer, então, que o atual governador do Estado de São Paulo é ilegítimo, pois não consta que teria tido outros votos senão aqueles conquistados pela chapa então vencedora?  O Estado está sendo governados por alguém que ocupa o cargo ilegitimamente? Ao dizer essa asneira, o candidato Alckmin quis agradar a quem? Teria agido por ignorância ou por má-fé? Se for por ignorância mostrou que não tem condições de ocupar o cargo mais alto da República, e se foi por má-fé tem menos ainda! Ele espera que alguém se disponha a ser seu vice, sabendo que futuramente pode ter sua legitimidade contestada? Os demais pretendentes à vice de qualquer candidato sabem o que os espera? E ainda assim se dispõem a aceitar? Seria cômico, não fosse trágico!

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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HONESTO OU ERNESTO?

O senador Randolfe Rodrigues descartando a possibilidade de Alckmin ser vice na chapa de Marina disse, em entrevista a jornais, que o ideal seria ela ter um empresário honesto e decente. Acho isto impossível. Talvez ela encontre alguém chamado Ernesto ou Vicente. Rimou direitinho.

Paulo Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro 

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ENTREVISTA

Ciro Gomes estava até dissimulando bem na entrevista na rádio "Jovem Pan", mas aí defendeu a "democracia" na Venezuela. Suicidou-se...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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CIRO GOMES

Mais um lobo disfarçado. Perigoso!

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br 

Porto Feliz 

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FINANCIAMENTO DA DÍVIDA

Pergunta: "o Tesouro teria outras formas de alterar o financiamento da dívida pública na atual situação do campeonato?" Pois até agora o governo apenas está empurrando com a barriga, o serviço da dívida adiante. Sem uma definição de quem vencerá as eleições com as decorrentes políticas setoriais, nada de novo haverá de se esperar no "front" das finanças públicas.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br 

São José (SC)

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INTERVENÇÃO MILITAR

As manifestações para intervenção militar, a meu ver, só se explicam porque, justificadamente, muitos estão certos de que, com este Congresso, as indispensáveis reformas não virão. Que outra maneira, considerando que a renovação será certamente baixa, há? Esperar a comprovação daquelas necessidades, e fazê-las tardiamente, com enormes prejuízos? Cada avanço, com os que aí estão, é um parto de risco.

Andre Frohnknecht caxumba888@gmail.com 

São Paulo 

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TABELAMENTO DO DIESEL

O Cade diz que tabelamento do preço do frete configura formação de cartel. Onde tem governo nada funciona, a não ser que seja em proveito próprio.

José Roberto Nierojrniero@yahoo.com.br

São Paulo 

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PREÇO DO DIESEL

Com referência ao artigo do professor Eduardo Assis, publicado no Caderno E&N (11/6, B2), intitulado "Sobre ir para o céu (sem precisar morrer)", gostaria de apresentar os seguintes comentários. Nele é expressa a opinião de que "é tolice imaginar que a Petrobrás devesse definir preços com base nos custos de produção". Por mais estranho que possa parecer, as indústrias que obtém diversos subprodutos a partir de uma mesma matéria prima, tais como: 1) beneficente de algodão (algodão em pluma e semente de algodão). e 2) refinaria de petróleo (gasolina, óleo diesel, querosene, etc.), utilizam o preço de venda dos subprodutos para determinar o diferencial a ser aplicado ao custo global da produção para atribuir o custo de cada um deles em função do porcentual da produção de cada um deles em relação à quantidade do petróleo processado. Desconheço se esse é o sistema de custeio adotado pela Petrobrás, mas o acima descrito é o mais comum na indústria. Assim, conclui-se que a tolice declarada pelo professor Assis é improcedente. Se a Petrobrás está usando o preço de venda para determinar o custo de cada um dos subprodutos, a inter-relação camuflada entre custo e preço de venda é devidamente levado em conta. A segunda observação decorrente deste método de custeio é que, se no cálculo do diferencial fosse atribuído um maior valor à gasolina e /ou ao querosene, o custo, e decorrente preço de venda do diesel, seria menor.

Paulo A. Santi pasanti@terra.com.br 

São Paulo 

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CUSTO DAS DECISÕES EQUIVOCADAS

Brilhante o artigo do mestre José Goldemberg (18/6, A2). Com uma mente privilegiada, é brilhante exposição exposta no seu texto em "O Estado de São Paulo". Pena que políticos não se atenham aos pontos expostos por esse brilhante cientista brasileiro.

Carlos Sulzer csulzer@terra.com.br

São Paulo

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PREVIDÊNCIA X PREVIDENTES

Na capa do "Estadão" vemos as chamadas para um editorial sobre Previdência e a primeira entrevista do Daiello, após deixar a PF. Um jovem aposentado em idade laboral plenamente produtivo, ainda jovem já ocupava o mais alto cargo de sua carreira. Sustentaremos este enquanto ainda trabalha e tantos outros por muito tempo.

Adriano Casagrande ksgrande88@gmail.com

Florianópolis

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OS PLANOS DE SAÚDE SOB SÉRIA AMEAÇA

Um artigo publicado pelo dr. Antonio Penteado Mendonça, advogado e com currículo invejável, quis demonstrar que o "ativismo jurídico" tão em moda, prejudica os planos de saúde, que, segundo ele, não poderão trabalhar no vermelho, diante de uma decisão judicial que limitou os reajustes, com base na inflação corrente. Afirmação a meu ver, sem a demonstração real da inviabilidade dos planos de saúde e apegada ao modismo do tal ativismo jurídico. O juiz, sabe o dr., tem que decidir as ações que chegam para julgamento e colocar tudo na vala comum é se afastar do real debate. 

Jorge Augusto Silva jotaugustoadv@icloud.com 

Barretos

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VOCÊ JÁ LEU?

Maravilhoso, Karnall! Que cultura, que discernimento, que delicadeza no texto "O senhor já leu?" (17/6, C5).

Albino Bonomi acbonomi@yahoo.com.br 

São Paulo

 

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