Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

22 Julho 2018 | 03h00

ELEIÇÕES 2018

O circo das alianças

O Tribunal Superior Eleitoral, responsável pelo circo que se instalará do Oiapoque ao Chuí, da Serra da Contamana à Ponta do Seixas, ainda nem armou a lona e os artistas já se articulam nos papéis de prestidigitadores, ventríloquos e malabaristas, predominando no elenco o grupo de palhaços. Em todos os partidos políticos, ou na maioria deles, não se encontra a defesa de uma ideologia política, de um civismo diretamente ligado ao bem-estar dos brasileiros. Os possíveis candidatos à Presidência da República se digladiam por alianças que significam apenas segundos no horário eleitoral na TV e no rádio. Aguardemos, confiando na sentença nem tanto falível vox populi vox Dei (a voz do povo é a voz de Deus).

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

O apoio do Centrão

Sem esperanças de mudanças na política nacional. Agora Geraldo Alckmin (PSDB) se uniu ao chamado Centrão – ou será Direitão, ou Podridão?

ELISABETH MIGLIAVACCA

São Paulo

Sob pressão

Alckmin ganha mais tempo de TV, mas estará sob a pressão dos partidos do Centrão. Se eleito, terá de ser para pôr a casa em ordem, não para se sujeitar aos desejos dos apoiadores. A Pátria esfacelada precisa ficar em primeiro lugar. Ficará?

JOSÉ C. DE CARVALHO CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Oportunistas

Formado na época de José Sarney, o Centrão é composto pelos membros do baixo clero, políticos inexpressivos de pequenos e médios partidos sem ideologia. Sustentaram o deputado Eduardo Cunha, que, mesmo preso, mantém seu poder. Seus componentes superam na Câmara os deputados de PT e do PMDB juntos, podendo, assim, bloquear e alterar projetos ou medidas desejadas por iniciativa governamental. São impulsionados pelos votos de sua legenda, tornando impossível ao eleitor saber qual deputado recebeu seu voto. Portanto, trata-se de um bloco oportunista, que barganha cargos e ministérios, mantenedor da política sórdida do toma lá dá cá. Nós, eleitores, ainda temos algum tempo para identificar as figuras nefastas desta verdadeira seita que infesta aquela Casa. Fora com eles, fora com a reeleição, fora com o baixo clero!

JOSÉ PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

Santo André

Nota de rodapé

Não sei precisar as implicações que isso poderá ter, mas a Justiça Eleitoral, em todos os níveis (federal, estadual e municipal), ajudaria muito na escolha dos eleitores nestas próximas eleições se em todas as listas oficiais de candidatos à reeleição pusesse um asterisco à frente do nome indicando a sua situação perante a Justiça.

CLODOMIR DE JESUS REDONDO

clodoredondo@bol.com.br

Araçoiaba da Serra

A Bastilha pode ruir

Nos próximos meses assistiremos à grande luta entre contendores de categorias completamente diferentes. E essa luta definirá o que será do Brasil neste século. De um lado, o establishment político, que conta com todo o tempo da propaganda oficial na TV e no rádio e com os bilhões de dinheiro público do Fundo Partidário. Isso sem mencionar a ajuda do caixa 2 e de outros métodos escusos de arrecadação, que é para manter a tradição. De outro lado, a revolta do povo brasileiro contra os maiores casos de corrupção do planeta. A mídia deste segundo grupo é a internet. As velhas raposas, por sua vez, depositam seu pescoço no poder do marketing, das mídias tradicionais e de suas estruturas. E confiam plenamente em que, como sempre, conseguirão tapear o eleitor e vender-lhe gato por lebre novamente – como reza o dito popular, “mulher de malandro gosta, mesmo, é de apanhar”. Provavelmente conseguirão. É no que apostam quase todos os candidatos que maciçamente se aliaram ao primeiro grupo. Mas a revolta dos que não estão dispostos a votar em criminosos é tanta que eles podem quebrar a cara. Como isso é possível? Porque este segundo grupo de eleitores representa dois terços dos brasileiros. E está muito bem informado a respeito da pouca-vergonha que os donos de Brasília têm aprontado e que continuam pretendendo aprontar no futuro. Convencê-los pode não ser tão fácil. E, se o ministro Dias Toffoli, na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), vier com decisões criativas no período, como se espera, então haverá uma explosão de motivos para que a Bastilha caia. Do jeito que está não dá mais.

JORGE A. NURKIN

jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo

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JUSTIÇA

Boas intenções 

A notícia de que o ministro Dias Toffoli, que assumirá a presidência do Supremo Tribunal Federal em setembro, tem dito a interlocutores que não pretende pautar este ano ações sobre a prisão após decisão em segunda instância deve ser vista com reservas. Em setembro de 2009 Toffoli afirmou na Comissão de Constituição e Justiça do Senado que sua relação com o Partido dos Trabalhadores (PT) não influenciaria suas decisões. Acrescentou que se manifestaria impedido ou sob suspeição quando o processo assim demandasse. Disse mais: “Minha ligação com a defesa de causas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é uma fase encerrada da minha vida”. Conversa fiada: não se viu suspeito para o julgamento e votou a favor do habeas corpus para Lula, contrariando a jurisprudência firmada pelo plenário da Casa; julgou e absolveu o ex-chefe e amigo José Dirceu no processo do mensalão e, recentemente, concedeu habeas corpus de ofício para livrar Dirceu da cadeia; também o companheiro Paulo Bernardo, preso pela Operação Custo Brasil, foi libertado por decisão de ofício. Esse histórico não permite otimismo com relação a informações de bastidores sobre as boas intenções de Toffoli. Ao contrário, trazem a indagação: o que haverá por trás delas?

SERGIO RIDEL 

sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

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NICARÁGUA

39 anos da revolução

O mundo dá voltas: quem diria que Daniel Ortega passaria de líder revolucionário sandinista para ditador corrupto e execrável? Pobre Nicarágua. Seu governo autoritário e repressivo levou o país para o buraco, sem mencionar a total violação aos direitos humanos a que se assiste lá hoje. O Brasil, a Organização dos Estados Americanos e a comunidade internacional precisam reagir e não podem aceitar calados essas violações e o massacre de civis nicaraguenses.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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“Quando setembro vier, dias sombrios e Dias Toffoli virão, trazendo a primavera do desabrochar das portas das cadeias, onde a flor dos políticos corruptos aguarda sua suprema colheita”

PAULO SERGIO ARISI/ PORTO ALEGRE, SOBRE O MINISTRO TOFFOLI, QUE ASSUME A PRESIDÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EM SETEMBRO

paulo.arisi@gmail.com

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NÃO HAVERÁ RENOVAÇÃO

A tão sonhada renovação no Congresso Nacional, após as eleições de 2018, não acontecerá. O MDB, PT, PSDB, PP e PSB, os cinco maiores partidos do País, não investirão em estreantes o dinheiro do fundo eleitoral. Vão priorizar candidatos com mandatos ou que já estiveram em cena. Para mulheres e homens que pensavam iniciar uma carreira política com a intenção de contribuir para moralização política brasileira, sobrou um “chega pra lá”. Pode-se dizer também um “pé no glúteo”. É uma canalhice. Não teremos o Brasil que queremos. Vamos conviver com as mesmas caras. Personagens que há décadas se locupletam no poder e nada fazem pelo povo. É preciso pensar na candidatura avulsa. Senhor tende piedade de nós.

Jeovah Batista jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

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‘SENHOR PRESIDENTE VOTO EM BRANCO’

O próximo presidente da República será o “senhor voto em branco”, tendo como vice o “voto nulo”. Os candidatos “chinfrin” que aí estão, não conquistarão votos suficientes. Estão derrotados por antecipação. Nosso ódio será sua herança!

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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ELEIÇÕES: TEMPO DE TV

As coligações que vêm sendo tentadas pelos candidatos maiores – à Presidente da República – confirmam a fraude partidária sabida pelo eleitor, que o formalismo brasileiro dos Três Poderes teima em ignorar. Tudo se resume a maior exposição dos candidatos na TV numa campanha menor no tempo e nos recursos. Pede-se aos legisladores e ao Judiciário que ponham a mão nas suas consciências e estabeleçam um tempo mínimo de TV por partido (algo assim como o salário mínimo), suficiente para expor seus planos para o Brasil. O restante do tempo, que seja distribuído segundo as normas atuais, ou não! Se assim não for, repetiremos Enéas, de quem guardamos o nome e a imagem injustamente ridícula, pois desconhecíamos as suas ideias. Ate o “Faustão” concede 30 segundos aos seus candidatos! Candidatos majoritários, se virem nos 30 ou nos 60, é a minha sugestão.

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

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A VERDADE NA ATUALIDADE

A verdade para os candidatos à Presidência e ao Congresso é a mesma que impera na “política”: mentiras com aparato de verdades, com preparos cuidadosos para enganar os eleitores sofridos. Um ambiente péssimo e que terá o troco com milhares de votos em branco e nulo. Esta é a verdade dos eleitores brasileiros da atualidade!

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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FISCALIZAÇÃO

Dinheiro vivo declarado nas eleições 2018 será fiscalizado. Comentário mais ouvido entre os candidatos: “Nossa, que ‘meda’!”

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

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ELEIÇÃO

Dos dois primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto para presidente da República, o primeiro está preso por corrupção e lavagem de dinheiro e o segundo tem rejeição de sua corporação, o Exército, e dos partidos políticos. Com efeito, há algo de podre no “reino Brasilis”.

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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A ENCRUZILHADA DA ELEIÇÃO

Todas as dificuldades que vive o País para definir seu futuro pós-eleitoral esbarra nas consequências do golpe constitucional contra Dilma. Pela direita, as medidas antipopulares, antidemocráticas e as evidentes comprovações de corrupção dos golpistas. Pela esquerda, a prisão arbitrária de Lula, detentor de forte apoio popular, após dois mandatos na Presidência da República, onde fez a opção pela base mais miserável da população. O PT pode até indicar um substituto para Lula, mas quem garante que a mesma farsa que levou Lula a prisão, sem provas, não será usada contra seu substituto? O País não tem Constituição, que foi rasgada. Não tem justiça Suprema, que foi capturada pelos golpistas e pelos poderosos. A direita pode até ganhar, se conseguir unir todos golpistas, mas qual será seu futuro, com uma agenda que aposta no “quanto pior melhor?”

Antonio Negrão de Sá negraosa1@uol.com.br

Rio de Janeiro

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CANDIDATO INDESEJÁVEL

É inconcebível que neste Brasil dos graves e crônicos problemas que sofre a população ainda temos que aturar um candidato ao Planalto soberbo e sem compostura institucional como Ciro Gomes (PDT-CE). Que agindo como um cidadão desequilibrado chama uma promotora de São Paulo, de “filha da P”, porque esta, por injuria racial solicitou abertura de inquérito contra Ciro! E o motivo é grave, porque dias atrás, o ex-governador do Ceará ofendeu por ser negro um vereador do DEM, Fernando Holiday, chamando-o de “capitãozinho do mato”. Chega de incompetentes e destemperados dentro das nossas instituições...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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VALOR DO VOTO

Lemos e ouvimos diariamente sobre o valor do nosso voto e que temos de mudar o quadro atual da política brasileira. Ora, com 14 milhões de desempregados; alta da conta de luz, dos planos de saúde e dos gêneros alimentícios; sem chuvas há mais de mês, com reservatórios secando; desmatamentos e focos de incêndios em vários lugares; descaracterização e possível extinção do rio São Francisco por desmatamento das margens em função de uma obra de transposição que nunca termina, enfim, não faltam problemas para o Brasil. E isso é tema para algum dos candidatos à Presidência? Nem pensar. Por outro lado, são sempre os mesmos candidatos ou os filhos deles! O sistema partidário brasileiro, com mais de 30 partidos e muitos de aluguel, é uma sopa de letrinhas que só confunde e tem como único objetivo fazer alianças às vezes as mais espúrias, com o intuito de vencer as eleições, fornecendo todo tipo de enlace e desenlace. Só as ações executadas antes do recesso, com aumentos absurdos dão uma ideia do perfil dos políticos brasileiros, totalmente alienados à realidade, com as crises econômica e social do País. Para quem importa se o PR e o PRP apoiam ou não Bolsonaro? Ou se o centrão está em dúvida para apoiar Ciro Gomes ou Geraldo Alckmin que, aliás, não têm nada em comum? Talvez isso explique a alienação do eleitorado que, a três meses das eleições ainda não sabe em quem votar. E parece que é exatamente isso o que eles querem a teoria do caos. Dá uma inveja danada da Croácia que, além de vice-campeã de futebol, ainda tem a Kolinda como presidente.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com

São Paulo

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CIRO E BOLSONARO

Ciro Gomes xinga uma promotora de “filha de uma p...”, afirma que a reforma trabalhista é uma excrescência, chama um vereador negro de “capitão do mato”, afirma que é contra as privatizações, se diz coerente mesmo tendo começado a carreira política no Arena, tendo passado pelo PSDB e PSB, para depois terminar na legenda de Leonel Brizola – aquele que expropriou empresas privadas quando governador do Rio Grande do Sul – o “doido” da vez é Jair Bolsonaro, que foi buscar exemplos de como construir uma Nação próspera no Japão, Taiwan, Coreia do Sul, EUA e Israel.

Frederico d'Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

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BOLSONARO

Os partidos estão boicotando a candidatura de Bolsonaro. Isso, a meu ver, é sinal de que ele pode ser mesmo o único que pode enfrentar as velhas raposas que aí estão como candidatos. Destarte, com oito segundos de rádio e TV ele terá menos audiência. Para os partidos, o que interessa mesmo, é continuar na velha política do “toma lá, dá cá”, e das mamatas que se perpetuaram por aqui. Pobre Brasil, pobres contribuintes, políticos safados e corruptos que só olham para o próprio umbigo.

Carlos Eduardo Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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‘BOLSONÁUFRAGO’

Muito embora os partidos políticos não estejam no pedestal da moralidade, sua rejeição à Bolsonaro é simples consequência de reflexão e retomada de lucidez. À luz do século 21 não é crível o apoio a um sujeito declaradamente preconceituoso às causas homossexual e feminista, assumidamente armamentista e, salvo seu escudo e cérebro pensante Paulo Guedes, notadamente despreparado e grosseiro. Campeão com oito segundos, só nos rodeios.

Marco Dulgheroff Novais marcodnovais@hotmail.com

São Paulo

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A VOLTA DOS MILITARES

Está bem claro o motivo para a maioria dos nossos políticos, do Judiciário, imprensa e muitos donos de empresas não querem a volta dos militares ao poder. É uma simples razão: muitos não poderiam mais roubar descaradamente o País como fazem. Em síntese, a roubalheira que hoje existe. O crime compensa.

Urias Borrasca urias@mercosulrefratarios.com.br

Sertãozinho

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O BRASIL COLHE O QUE PLANTA

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), que confessou que pediu e recebeu propina de Joesley Batista, esta com medo de perder de novo para a assaltante de bancos Dilma Rousseff (PT-MG). Aécio vai concorrer a deputado federal para evitar o confronto direto com Dilma, que preservou seus direitos políticos graças ao seu preposto no Supremo Tribunal Federal (STF) e deve se eleger senadora. Tudo isso dentro da mais absoluta normalidade institucional, sob o olhar atento do vice de Dilma, Michel Temer, que está acusado de corrupção, organização criminosa e obstrução à justiça. O Brasil segue colhendo o que plantou: uma safra recorde de corrupção.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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VICE QUE NÃO SOMA

Impressiona o jeito tucano de arruinar as chances de chegar à Presidência da República. A escolha do vice, por exemplo. José Serra escolheu um inexpressivo deputado carioca e, agora, Geraldo Alckmin cogita lançar um insosso e fútil político que era do PCdoB, ex-lulista, também pré-candidato por um partido nada confiável, mas com 0% de intenção de votos em várias pesquisas. Será que Geraldo realmente acredita que esse vice agregará votos somente porque ser nordestino?

Sergio Araki Yassuda sergio-araki@uol.com.br

São Paulo

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ALVARO DIAS

De todos os candidatos à Presidência da República o que detém as melhores condições pessoais, morais e éticas, além de ser comprovadamente excelente administrador é o senador Alvaro Dias. Sinto-me extremamente confortável em apoiá-lo abertamente. E o Paraná todo o respaldará, tenho certeza. Agora é o momento de reconstruir a nossa República e apenas Alvaro conseguirá isso. Juntemos-nos a ele para levar seu nome a toda a Nação.

Luiz Edgard Bueno luizedgbueno@uol.com.br

Londrina (PR)

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QUEM PODE DEFENDER A VERDADE?

No Brasil, nem o Chapolin Colorado.

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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GOVERNABILIDADE NACIONAL

A que ponto chegaram os políticos em nosso país. O ministro Gilmar Mendes chegando de viagem abordo de um avião quando a maioria dos passageiros o xingava e o chamava de corrupto. A situação ficou tão caótica que o piloto teve que estacionar a aeronave em um pátio remoto para que a Polícia Federal (PF) desse cobertura ao ministro no momento do desembarque. Sem entrar no mérito da questão, creio que quando a situação chega a tal ponto, significa que algo de errado está acontecendo na política do nosso país. Ou melhor dizendo está tudo errado ao ponto de autoridade e sociedade estarem perdendo o respeito. Esse é um fato que preocupa a governabilidade de uma Nação.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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NOSSO POÇO NÃO TEM FUNDO

O poço ou fossa brasileira começou a ser cavada quando Sarney assumiu a Presidência. Lá se vão mais de 30 anos. Num momento de rara lucidez senão único declarou que a Constituição promulgada em 1988 tornava o Brasil ingovernável. E foi o que aconteceu. Nossa situação melhorou um pouco nos governos Itamar e FHC quando se conseguiu organizar pelo menos a economia. Mas a corrupção campeava a solta. Escândalos em profusão desde compra de votos a anistia e concessão de pensões a criminosos políticos e o início das exorbitantes mordomias nos Três Poderes. E o poço da sem sem-vergonhice continuou nos governos do PT e Temer. Haja areia para cobrir este poço, ou melhor, fossa.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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JARARACA PRESA

É tamanha a cara de pau do presidiário Lula da Silva, que teve a petulância de criticar a política de preços da Petrobrás, o desemprego e as reformas realizadas pelo atual governo. Os governos petistas, em pouco mais de 13 anos, esfolaram os cofres públicos favoreceram grupos empresariais em troca de propinas e são os grandes responsáveis pela crise que estamos enfrentando. O melhor que se tem a fazer é manter a jararaca presa para não envenenar mais, ainda, o brasileiro. Cala-te boca!

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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CORRUPÇÃO

A corrupção, devido à impunidade ou penas simbólicas é o maior mal que assola o Brasil, pois seus malefícios causam milhares de mortes e danos irreparáveis. Precisamos rever tal situação, mas depende de nós, pois os atuais congressistas que elegemos são coniventes ou contrários ao radical combate à corrupção. Corruptos e corruptores não dão recibo, daí ser difícil pegá-los “com a boca na botija”. Para desestimular a corrupção, já que não temos pena de morte, prisão perpétua em regime fechado sem nenhuma regalia, confisco de todos os seus bens e do s laranjas envolvidos – é a lei que falta e que nosso Legislativo não tem coragem de adotar.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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‘ADMIRÁVEL MUNDO NOVO’

O articulista William Waack (19/7, A6) de modo magistral aborda entre outros, a falta de lideranças com visão que impediram o desenvolvimento do País. Talvez faltou ele dizer com mais ênfase, que pagou-se muito caro por acreditar que um semialfabetizado, sem caráter, oportunista, corrupto, etc., fosse capaz de resolver os problemas do País numa visão ideológica. Alguns mais realistas sabiam desde o início, que mais cedo ou tarde haveria a queda, do frágil castelo de cartas construído por Lula, cuja ilusão mesmo como presidiário e réu em muitos outros processos criminais, tenta ainda até hoje vender para incautos.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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QUATAR 2022

A Copa acabou, mas o sonho não. A menos que haja profundas mudanças no futebol brasileiro, a seleção canarinho vai conquistar outro penta pela participação em cinco copas consecutivas, sem título.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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