Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

24 Julho 2018 | 03h00

CONGRESSO NACIONAL

Equação perversa

Um editorial do Estadão (A militância partidária, 21/7, A3) dando conta de que os funcionários públicos representam 12% da força de trabalho do Brasil, mas 60% da militância nos principais partidos políticos, e uma reportagem publicada no domingo com o título Servidores têm maior e mais poderosa bancada na Câmara (A8) explicam por que é impossível corrigir as distorções representadas pelos supersalários e pelas hiperaposentadorias, além dos incontáveis privilégios desta categoria, camuflados sob o prefixo “ajuda”. Enquanto a sociedade civil e os trabalhadores privados deste país não forem à luta, percebendo a necessidade de se filiar a partidos políticos e conseguir se eleger para cargos no Congresso Nacional, essa equação perversa para a economia e as finanças públicas vai continuar. À luta, pessoal!

JOSÉ CLAUDIO MARMO RIZZO

jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

O lobby dos servidores

Oportuna e preocupante a extensa reportagem no Estadão de domingo. O poderoso lobby dos “servidores” entrincheirados nos escuros labirintos da Câmara dos Deputados foi subestimado pelo Executivo. A valer a ideia de que o lobby em questão obstruiu a reforma da Previdência, então os parlamentares envolvidos devem ser tratados e punidos como criminosos. 

JOSÉ SEBASTIÃO DE PAIVA

jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

Muito oportuna a matéria sobre o compromisso do atual Congresso com os interesses corporativos dos servidores públicos. Minha sugestão é publicar o nome destes 132 congressistas para que em outubro os eleitores possam se localizar melhor.

MIRNA GLEICH

mirnagleich@gmail.com

São Paulo

N. da R. – Acesse a lista com os nome dos deputados

“Se a farinha é pouca, meu pirão primeiro”, diz o ditado. Sobre a matéria do Estado acerca do lobby dos servidores na Câmara, eu diria que ela é pertinente em ano de eleições, uma ferramenta para o voto consciente. Seu conteúdo, porém, é vergonhoso para uma democracia representativa. Uma casta de deputados servidores que dá as costas para o povo em troca dos seus próprios interesses ($). A quem pedir socorro diante de tamanho descalabro? No Parlamento, falta coragem para combater o lobby dos donos do Congresso e sobram covardes com medo de pautas fundamentais para o Brasil. Certamente não foram só as flechas de Janot que estrangularam o crescimento do País protelando a reforma previdenciária.

LEANDRO FERREIRA

ferreiradasilvaleandro73@gmail.com 

São Paulo

SAÚDE

‘Pensamento mágico’

O editorial Pensamento mágico (23/7, A3) abordou com bom senso a manifestação da ministra Cármen Lúcia sobre a resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que permitia que planos de saúde cobrassem dos clientes até 40% do valor dos procedimentos. Cabe, no entanto, a meu ver, um trabalho investigativo profundo sobre os planos de saúde que, aproveitando-se da evidente precariedade do SUS, têm aplicado reajustes exagerados e sem transparência, inviabilizando a continuidade de atendimento para milhares de pessoas.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

A ministra Cármen Lúcia suspendeu a resolução da ANS afirmando que “saúde não é mercadoria, vida não é negócio e dignidade não é lucro”. Ora, pergunte a um corretor de seguros quanto vale uma vida. Sim, vida tem preço, dependendo de várias circunstâncias elencadas por atuários. Entre numa farmácia e veja a infinidade de laboratórios que negociam mercadorias (remédios capazes de restaurar a saúde). É inquestionável: saúde também é mercadoria, com preços oscilando entre genéricos ou de grife. E lucro é a falsa noção que o SUS abstrai de valores aleatórios e oferecidos na avaliação dos atributos profissionais ao trabalho científico que médicos oferecem em troca de cifras ínfimas, cujos critérios de aferição, pulverizados na imensa burocracia da máquina estatal, ficam distantes e invisíveis. A diferença que deixou de ser paga, afastado o valor correto, é o enriquecimento da autarquia (inviável sob todos os pontos de vista). Eis uma das inúmeras definições do que seriam “lucros” na visão autárquica, que tende a se espalhar, gritante exploração ou vantagens do contratante. Os planos de saúde dependem de especialistas na Medicina cujo acervo de conhecimentos, aprofundado ao longo da vida no ambiente acadêmico e hospitalar, espelha o conceito profissional. Isso se refletirá em preços ou honorários condizentes, com que os planos assumem o risco de arcar, desde que os futuros pacientes paguem, dentro das regras de mercado, sem prestidigitações.

ARNALDO C. MONTENEGRO

ac.montenegro@uol.com.br

São Paulo

Há confusão e embaralhamento de conceitos nas atitudes e escritos do presidente da OAB e da ministra Cármen Lúcia, esta geralmente pessoa ponderada. Misturam SUS com ANS e convênios médicos. Apesar de todos terem como objeto o tratamento de doenças, os convênios fazem parte da saúde suplementar, eufemismo que mostra a ineficiência do Estado em cumprir a Constituição. O que faltou no editorial foi mostrar que estas intervenções jurídicas estão em sentido oposto à boa notícia vinda de Cuba.

NELSON MATTIOLI LEITE

nelsonmleite@uol.com.br

São Paulo

CUBA

Reforma constitucional

Depois de quase 60 anos de ditadura comunista imposta a mão de ferro pela família Castro, a nova administração cubana – que agora prefere ser chamada de socialista, e não mais de comunista – resolveu partir para a modernidade. Tomada pelo espírito do progresso, rende-se ao óbvio, reconhecendo aquilo que o mundo vem pondo em prática há séculos: o respeito às leis de mercado e à propriedade privada, criando ainda cargo similar ao de primeiro-ministro em países democráticos, de acordo com o projeto de reforma constitucional (Estado, 23/7, A11). A pouco mais de 100 milhas de distância da maior potência econômica, tecnológica e bélica do planeta, os EUA, a nova elite de dirigentes cubanos, com mais de meio século de atraso, pode estar se rendendo à máxima pregada por Winston Churchill: “A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas”.

PAULO R. KHERLAKIAN 

paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

BANCADA DOS SERVIDORES NO CONGRESSO

Depois de sabermos que 25% dos integrantes do Congresso é composto por servidores públicos, urge mesmo efetuar uma reforma política. Todos os eleitos para cargos políticos, e que sejam servidores públicos, deveriam ser licenciados do cargo enquanto no exercício de cargo político e só serem readmitidos quando estiverem desligados desta função, como acontece com certos cargos, como o meu, que sendo leiloeiro, auxiliar público da justiça e do comércio, não posso exercer nenhum cargo ligado à Justiça nem ser comerciante. Destarte, político não deveria, mesmo, acumular cargos.

Carlos Eduardo Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com 

São Paulo

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INFLUÊNCIA POLÍTICA

Aliás, a bancada do funcionalismo sempre foi importante, principalmente depois da promulgação da Constituição Cidadã, no texto da qual tiveram poderosíssima e discreta influencia em alguns detalhes, pois como conheciam bem a máquina estatal, a título de modernização introduziram o sistema de caixa único na gestão de recursos. Um mero detalhe técnico aparentemente insignificante, que mais tarde foi acrescida da DRU na época de FHC, permitiu ao governo acesso livre de todos os recursos, que além de mascarar as gastos públicos, permitiu o gradativo inchaço do funcionalismo público, à custa da capacidade de investimento em obras públicas, como havia na Constituição anterior. A influência do funcionalismo na política foi uma das coisas mais perniciosas que aconteceu ao Brasil, pois levou à atual falência do Estado 30 anos depois. Foi muito mais perniciosa ao País, do que os desmandos do PT enquanto governo, pois inclusive usou estes também.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br  

São José (SC) 

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LOBBY

O lobby dos servidores públicos reúne a maior bancada da Câmara. Brasil, um país de castas compostas por minorias, que acabam com a dignidade da maioria. 

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br  

São Caetano do Sul

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ARITMÉTICA

Afirmar que diminuir a carga tributária das empresas poderá ser compensado com a taxação dos dividendos distribuídos aos acionistas - discurso adotado por boa parte dos pré-candidatos ao pleito presidencial, não encontra apoio na aritmética elementar. Suponhamos que a taxação das pessoas jurídicas caia de 35% para 25%, deixando de lado os bancos onerados em algo como 45%. Temos como (quase) todo aluno do curso fundamental poderá identificar uma diminuição de 10%. Por lei, as S.A devem distribuir 25% do seu lucro líquido a título de dividendos. Vamos ignorar para efeito de simplicidade, distribuições maiores ou distribuição de Juros sobre Capital Próprio a título de dividendos. Taxar esses 25% a uma alíquota de 20% (superior às propostas esboçadas nos discursos) possibilitaria a recuperação de 5%, ou seja, de metade da renúncia. Onde está o equilíbrio tão falado?

Alexandru Solomon alex101243@gnail.com 

São Paulo

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RECUPERAÇÃO DA ESTAGNAÇÃO

Se a economia nacional segundo prevê a Fundação Getúlio Vargas (FGV) só se vai se recuperar em 2020, fica mais patente a importância das eleições em outubro próximo. Urge que elejamos para os parlamentos e executivos regionais e nacional nomes equilibrados e preparados, no sentido de não agravarmos a atual crise que vivenciamos. Sem isto, corremos um sério risco de aprofundarmos os nossos problemas eternizando-os com consequências inimagináveis para o futuro do País.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com 

Rio de Janeiro

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CRÉDITO IMOBILIÁRIO

Sobram créditos imobiliários. Mas as construtoras estão retraídas e os adquirentes mais ainda. Então, chega-se à conclusão de que ambos os segmentos estão aguardando o decorrer das eleições e principalmente os resultados. Podem eles ser estimulantes ou ainda mais restritivos aos investimentos. Os brasileiros estão em compasso de espera, mesmo porque as garantias jurídicas na atualidade são reduzidas a níveis bem baixos. A sorte do Brasil está na balança e o jogo parece estar contra o País!

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

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A HORA DA VERDADE NOS SINDICATOS

A grande fila que se formou no Vale do Anhangabaú em busca das 1.800 vagas de trabalho oferecidas no mutirão de emprego da União Geral dos Trabalhadores (UGT) é o reflexo do novo e autêntico sindicalismo surgido da reforma trabalhista. Sem a renda certa da contribuição sindical compulsória que por quase 80 anos levou o salário de um dia de trabalho por ano, os sindicatos agora têm de atrair o associado e prestar-lhe serviços. Em retribuição, ele paga a anuidade. Tendo a renda certa, muitos sindicatos tornaram-se abrigo de pelegos, aparelhos ideológicos ou comitês políticos. Ensejaram muitas distorções, até a corrupção na emissão de cartas de outorga de novos sindicatos, que recentemente derrubou o ministro do Trabalho e levou seus auxiliares à prisão. Nada contra a existência de sindicalistas com militância política. Mas deve ser algo a mais do que a atividade sindical em favor do associado e não sua substituição. O Brasil é hoje o país com maior número de sindicatos no mundo. São 17.289. Brutal diferença em relação aos outros países com mais sindicatos, que são África do Sul com 191; Estados Unidos 190; Reino Unido 168; Dinamarca 164; e Argentina 91. A renda sem produção contraria todos os princípios de trabalho e economia...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

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PRÓXIMA ELEIÇÃO

Para que haja uma eleição em que os mais de 200 milhões de brasileiros sejam beneficiados, uma única medida deve ser adotada: os tribunais eleitorais só devem autorizar candidatos aprovados em universidades - de preferência de países de Primeiro Mundo - e eleitores que tenham cursado e obtido aprovação nos cursos primários. Se isso constasse na Constituição não teríamos as desgraças dos governos antigos; os generais militares obteriam suas candidaturas.

Mario A. Dente eticototal@gmail.com   

São Paulo

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BLÁ, BLÁ, BLÁ

O que mais cansa, em época de eleições, é ouvir a mesma ladainha dos candidatos prometendo o que não vão cumprir. Não vão melhorar a saúde, educação nem os empregos. Esses políticos que aí estão - sempre as mesmas caras - e seus descendentes fazem parte de uma geração de gente que nunca se preocupou com o que o Estado deve prover aos seus cidadãos. Estão preocupados com seus proventos, alianças sórdidas e conluios. Para o povo, nem as batatas! Muda, Brasil!

Elisabeth Migliavacca 

São Paulo

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OPINIÃO DOS POLÍTICOS

Políticos têm opinião? Têm sim, muita, dependendo das circunstâncias. E elas mudam de acordo com a mudança dos apoios que recebem. O lado triste da história é que o futuro do Brasil depende dessas opiniões.

Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br 

Piracicaba

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O ILUSIONISMO DA ORDEM

As instituições funcionam no Brasil dito democrático? Sim, sem dúvida, só que 95% estão empenhadas no suporte do atual, e caótico, status quo.

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ) 

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TIRIRICA

Respeitável público, a volta do palhaço-deputado Tiririca ao picadeiro político é o mais perfeito retrato da grave e triste situação que vive o País. No "circo Brasil" a piada não é para rir, é para chorar.

J.S. Decol decoljs@gmail.com  

São Paulo 

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O FALSO PALHAÇO

Acabei de confirmar que de palhaço Tiririca não tem absolutamente nada. Palhaços, mesmo, somos nós que acreditamos quando muito recentemente ele disse que jamais se candidataria a reeleição, que o mundo de maracutaia e propinas praticado no Congresso não tinha nada a ver com ele. E que por várias vezes foi assediado por companheiros intencionados a comprar seu voto e/ou apoio. Agora, a pergunta que não quer calar: dá para acreditar num deputado que além de palhaço é mentiroso e demagogo?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br 

São Paulo

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APELAÇÃO

Adesão ao Centrão é apelação simplória de candidatos que não têm condições de caminhar com as próprias pernas.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br 

São Paulo

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ALCKMIN E O CENTRÃO!

Ao fazer pacto com o Centrão, aquele mesmo que virou as costas para as reformas que tirariam o Brasil da pior crise econômica por que passamos - herança maldita deixada pelo "lullodillmismo" - chegamos à conclusão de que por alguns minutos a mais no horário político, Geraldo Alckmin (PSDB - SP) venderia não só a mãe, como até o povo brasileiro. Ainda bem que eles continuam achando que quem se autopromove no horário político (pago pelo povo), ganha votos. Façam uma pesquisa e irão se surpreender. Quantos brasileiros no País desligam a TV, ou mudam para canal pago, para não verem aquele monte de baboseira, enaltecendo seus pequenos grandes egos, para depois de eleitos darem adeus aos eleitores, até daqui quatro anos. Alckmin não fez pacto apenas com um diabo, mas com um caminhão deles!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br  

São Paulo 

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MENOS UM

Geraldo Alckmin conseguiu apoio do Centrão, mas acenou a Paulinho da Força (SD-SP) com uma "alternativa" ao fim da contribuição do imposto sindical (que a duras penas se tornou opcional). Se verdade é, mais um candidato a não merecer o meu voto. 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br  

Vila Velha (ES)

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ALCKMIN E A REFORMA TRABALHISTA

Alckmin parece biruta, sim, aquela dos aeroportos. Na ausência de princípios, posiciona-se ao sabor dos ventos e das ideologias de esquerda, contra a modernidade da Nação. Perdeu meu voto.

Ottfried Kelbert okelbert@outlook.com 

Capão Bonito 

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PARAFRASEANDO

Só relembrando aos candidatos com apoio do Centrão: "É dando que se recebe".

Moises Goldstein mg2448@icloud.com 

São Paulo

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O MERCADO REAGIU BEM

Com o anuncio de um acordo praticamente selado com os cinco partidos do Centrão, em apoio a Geraldo Alckmin, candidato do PSDB, ao Planalto, o mercado, e investidores reagiram bem! A Bolsa de Valores teve forte alta de 1,4%, e o dólar despencou 1,7%, chegando a R$ 3,77. Agora falta convencer os eleitores...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com  

São Carlos

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CENTRÃO, A IMAGEM DO DIABO 

[Enfim, me sentindo aliviado por ver o Centrão - associado à imagem do Diabo - sumir do caminho de Ciro Gomes]. Os hábitos e costumes do Centrão, agora "blocão" - a imagem do diabo - destroem qualquer governo por mais bem intencionado que seja. É impossível regenerar o Brasil tendo como parceiros seus velhos personagens, alguns, com quase meio século explorando a Pátria, sugando o povo. Até quando seremos obrigados a ver esses falsos líderes mandando e praticando o mal? Os eleitores deveriam excluí-los para sempre da vida pública. O Brasil não merece essa gente. 

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com   

São Paulo 

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APOIO

Bolsonaro chamou os apoiadores de Alckmin de "escória". Gostaria de saber quem são seus apoiadores de alto nível, se é que tem algum.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo 

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BOLSONARO CANDIDATO 

O deputado Jair Bolsonaro (PSL) mostrou na convenção que definiu sua candidatura as razões pelas quais não conseguiu mais partidos para uma aliança. É que ele se julga um gênio e suas declarações são oportunistas. Mas mais do que isto, divisionistas. E sequer conseguiu convencer uma advogada a ser sua vice. Ela se destacou apenas pela apresentação do pedido de impeachment da presidente Dilma, não tendo uma atuação na política partidária. A conclusão que se tira é que o eleitorado terá de pensar muito antes de definir em quem vai votar.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 

Santos

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HORA DA VERDADE

Não era para menos. Com a hora da verdade cada vez mais próxima, partidos e pessoas públicas fogem de Jair Bolsonaro como o diabo foge da cruz. Afinal, ninguém com o mínimo de bom senso quer ser visto ao lado de um candidato s presidência da República que reiteradamente demonstra verve claramente fascista - a mais recente era de ensinar crianças a fazer o gesto de atirar com arma de fogo. Não há dúvida de que, brevemente, boa parte dos seus possíveis eleitores também se atentará ao bom senso e deixarão de apoiá-lo. O Brasil merece coisa melhor. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com 

São Paulo 

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O DISCURSO DE JANAÍNA

O discurso único, sempre proclamado pela esquerda radical, não é próprio à democracia. O discurso da Janaína Paschoal, que provavelmente fará par com Bolsonaro numa candidatura de direita, traz o velho capitão mais para o centro do espectro político. Mostra que na condução da campanha e do País, em caso de vitória, o rei, quando estiver nu, terá alguém a alertá-lo. Todos naquele auditório que ungiu Bolsonaro, inclusive o próprio candidato, falaram para os seguidores. Só Janaína lançou a voz aos indecisos, atraindo-os. Janaína é mais que uma mulher, é política nata, com sensibilidade e salto alto.

Paulo Mello Santos policarpo681@yahoo.com.br  

Salvador 

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PENSANDO NO BRASIL

Os brasileiros de bem devem pensar muito antes de dar seus votos aos já "conhecidos" pré-candidatos. A politicalha que se instalou não dá chance aos novos nomes porque têm medo de que acabem com a corrupção. Portanto, para se mudar as coisas que aí estão, torna-se obrigatório não reeleger nenhum dos atuais políticos, especialmente, aqueles que se acham os "donos do poder". Esta é a única maneira de limpar e salvar o Brasil! 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br 

São Paulo

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PAI AFASTA DE NOS ESSES MAUS CANDIDATOS

Para nossa sorte, o tempo de televisão já esta afastando de nós esses maus candidatos que não conseguiram coligações, e nas redes sociais são rejeitados por todos. Vejamos: Bolsonaro, do PSL terá tempo de TV de 7 segundos; Ciro Gomes do PDT terá tempo de TV de 57 segundos; Marina Silva da Rede terá 4 segundos; Flávio Rocha correu da raia; Lula, do PT, é candidato preso e ficha suja.

Jose Pedro Naisser jpnaisser@hotmail.com 

Curitiba

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CAMPANHA NA TV

Não sei o motivo de vender a alma por uns minutos a mais na TV. Esses candidatos ainda não sabem que a maioria do eleitorado não assiste a esse imbróglio que eles chamam de campanha eleitoral? Estamos aguardando os debates, seus vendilhões!

Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com 

São Paulo

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SER PETISTA!

A atual e duradoura crise enfrentada pelo Brasil é consequência dos descalabros cometidos pelas gestões Lula-Dilma. O PT é pródigo em causar situações suspeitas e calamitosas. Vejamos o caso Corinthians, agremiação gerida por um petista, que foi eleito sob suspeita de fraude, e levou o mosqueteiro do Parque São Jorge a bancarrota. Lula, Dilma e Andrés Sanchez são farinha do mesmo saco, principalmente por serem petistas.

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com 

Avaré 

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O TRIUNVIRATO ACABOU

Lula precisa entender que seu esquema de governar esfacelou-se. O triunvirato formado pelo idealista José Dirceu, com doutorado em Cuba, Antonio Palocci, brilhante encarregado de obter dinheiro e ele mesmo, espertalhão de longa data acabou. Seus dois maiores ajudantes estão em cana. O poste que ele criou perdeu a luz e nunca brilhou. A Petrobrás faliu e não tem mais dinheiro para as propinas. Os milhões de desempregados, por mais ingênuos que sejam, sabem que os desmandos e espertezas do PT geraram essa tragédia. Apenas apaniguados e inocentes ainda acreditam nesse Lula que um dia foi esperança. Para mim, que sempre fui contra ao petismo, sua soltura deveria ser providenciada, desde que o senhor abandonasse a política e fosse morar em outro país, com o sagrado compromisso de não se meter mais conosco. Chega o estrago feito. Perdoo suas falcatruas, pois bem sei a falta que fazem os bancos escolares.

Geraldo de Paula e Silva siffert18140@uol.com.br 

Rio de Janeiro 

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CAPACIDADE

Lamentavelmente estamos sem candidato com potencial para votarmos para presidente. Já chega Lula que afundou nosso país e que não consegue sair do buraco que ele no colocou. Isso graças à ignorância de boa parte dos brasileiros que, por incrível que possa ser, ainda votariam nele mesmo após ser, justamente, preso. 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com 

São Paulo

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APROVEITE A VIAGEM, TEMER

Espero que o presidente Michel Temer aproveite muito bem sua viagem ao exterior, em poucos meses ele deverá entregar seu passaporte enquanto estiver respondendo aos processos por corrupção, organização criminosa e obstrução à Justiça. O Brasil já entra derrotado em qualquer negociação com um representante que apresenta as credenciais da corrupção. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br  

São Paulo

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LEGADO DORIA

No breve tempo em que foi prefeito - ou gestor, como se autodenominava - Doria nos deixou ruas esburacadas, sujas, mendigos e viciados espalhados pela cidade inteira. Como se não bastasse, tenta lotear os bens da Prefeitura (Pacaembu, Ibirapuera, Anhembi). Isso é como você ter vários filhos e dar para os outros criarem. Se for eleito governador, coisa que tomara que não aconteça, São Paulo ficará até sem o Palácio do Governo. A cidade de São Paulo foi muito pouco para ele. Traiu seus eleitores. Doria nunca mais.

Rosalinda Perez rosalindaperez@terra.com.br 

São Paulo

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A REGRA DA FRONTEIRA GAZA ISRAEL

Dois dias sem violência na fronteira, nem pipas incendiárias, nem foguetes, nem morteiros são necessários antes que a passagem Israel Gaza seja reaberta para qualquer outra coisa além de comida e remédios. Assim, disse o ministro da Defesa de Israel e, na sequência, o domingo transcorreu numa calma absoluta. Se, na segunda-feira se repetir a dose, a fronteira Israel Gaza reabre na terça para tudo o que for necessário. Mas, se não, a retomada do bloqueio não carecerá de explicação: terá sido uma questão de opção. Se quiser, Gaza viverá em paz com Israel. Mas se assim o preferir, não haverá paz em ambos os lados da fronteira.

Jorge Nurkin jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo 

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HILDA

Hilda Hilst lutou até o fim de sua vida por reconhecimento. Uma questão que marcou artistas de outras áreas como o pintor Van Gogh. Todos aqueles que clamam por alteração do status quo e apresentam modelos alternativos sofrem com a incompreensão. No final da vida, embora com certo sofrimento, Hilda escreveu crônicas com finais irônicos em jornal, demonstrando mais uma vez, sua versatilidade na escrita. Em universo tão carente de competência e tão apegado a imutabilidade, é reconfortante verificar o reconhecimento ao mérito, e à competência. Hilda definitivamente é merecedora das homenagens que fazem a ela. Esperemos que os ares que inspiraram Hilda se espraiem pelo país, contagiando outras áreas. Que líderes hoje aferrados a um realismo démodé acordem para o clamor de novas práticas meritocráticas para fazer deste um país melhor, como Hilda também quis.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br   

Indaiatuba 

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AMIGO VALE MAIS DO QUE OURO

Embora com atraso, faço questão de exaltar uma data preciosa: o dia do amigo (22/7). É ele (ela) que fortalece nosso espírito. Embala nosso coração com manifestações de fé, ânimo, amor e otimismo. Meus amigos (as) valem mais do que ouro. Nos momentos difíceis, os (as) amigos (as) surgem como bálsamo. Exortam perseverança, coragem, destemor e carinho. Estão sempre do teu lado. Desinteressados, desprendidos e generosos. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 

Brasília

 

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