Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

28 Julho 2018 | 04h30

PETROBRÁS

Ações trabalhistas

Toffoli suspende condenação bilionária da Petrobrás em ações trabalhistas (Estado, 27/7). A Petrobrás foi achacada de todos os lados, de fora e por dentro, por gatunos de todo tipo. Agora, funcionários da ativa e ex-funcionários pediam mais e mais adicionais, e a Justiça trabalhista, como de hábito (ainda que, surpreendentemente, em votação apertada), lhes havia concedido no final de junho. O egoísmo supera a vergonha. Estivesse a Petrobrás no justo valor, sua privatização se imporia, pois, como estatal, fica muito distante do que poderia oferecer à Nação.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

Pensamento do dia: precisamos privatizar a Petrobrás e abrir o mercado. Só para lembrar.

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

ELEIÇÕES 2018

Um vice cobiçado

Quase todos os presidenciáveis querem Josué Gomes da Silva como vice. É o cara! Mas quem é mesmo o cara? É um milionário herdeiro de José Alencar - este, um sem voto que aceitou ser fiador do primeiro governo Lula, no cargo de vice-presidente, sem atrapalhar. Josué tem votos? Não! O que tem Josué? Grana! Mas, se esperam que ele abra o seu cofre pessoal, estão enganados. Ele pode até emprestar o nome, mas não o seu rico dinheirinho. Ademais, tendo o seu pai participado ativamente do governo Lula, depois de falecido seu nome vem passando ao largo dos escândalos da era petista. Mas este será o seu flanco exposto a ser atacado: a memória do pai. Josué pode até trazer Minas para o lado que for, terra “orgulhosa” de vice-presidentes como Aureliano, Itamar e Alencar. Minas até tentou reviver a grandeza de JK com Aécio, mas deu no que deu. Pudera, na terra de Bonifácios e Tancredos hoje vicejam Pimentéis e Dilmas. Sai daí, Josué!

ROBERTO VIANA SANTOS

rovisa681@gmail.com

Salvador 

Foto emblemática

Repararam na foto de primeira página do Estadão de ontem (27/7)? Sem dúvida, emblemática. Na mesa, ladeando o presidenciável Geraldo Alckmin, estão seis figuras pensativas e sisudas, componentes do chamado centrão, o conglomerado sem ideologia ou plano de governo que agrega políticos da pior espécie, ávidos por poder, cargos e ministérios. Com o apoio deles, Alckmin busca mais minutos na propaganda eleitoral. Deu um tiro no pé, pois vai gastá-los para explicar aos seus eleitores (ou ex-eleitores, eu inclusive) essa lambança.

JOSÉ PERIN GARCIA 

jperin@uol.com.br 

Santo André

Vendo a foto de primeira página do jornal de ontem, tive a impressão de estar vendo uma foto da velha Chicago de Al Capone, e senti pena e vergonha de ver entre aquelas figuras o candidato Alckmin.

MÁRIO RUBENS COSTA

costamar31@terra.com.br

Campinas

Menos hipocrisia

Andam dizendo que Alckmin vendeu a alma ao diabo por ter feito aliança com o centrão. Pergunto-me se a senadora Ana Amélia, do PP, que faz parte do centrão, e o senador Ronaldo Caiado, do DEM, entre outros nomes que considero respeitáveis de nosso Congresso - sim, ainda existem parlamentares muito respeitáveis -, não se sentem ofendidos e traídos. Como na sociedade, há gente boa e má em qualquer partido. O que é isso agora? Até hoje, historicamente, todos os candidatos buscaram o maior número de partidos para obter capilaridade e tempo na TV. Isso porque assim é o nosso sistema político. Puro, então, é o PT, é isso? Mesmo que na hora H tenha chegado até a dar mesada aos mensaleiros! Puro é o Novo, por negar-se a fazer alianças, como se fosse possível vencer sem elas? E quem garante que tudo o que é novo é bom? Coisa estranha essa! Melhor arranjarem outra desculpa os que não querem ver Alckmin presidente, pois esta não cola. Jair Bolsonaro só não tem o centrão ao seu lado porque não conseguiu. O mesmo se pode dizer dos demais. Hipocrisia tem limites.

ELIANA FRANÇA LEME

efleme@gmail.com

Campinas 

Alto nível

Sonho em presenciar uma disputa de alto nível num segundo turno entre Geraldo Alckmin e Henrique Meirelles, um com bagagem administrativa incontestável e outro com a econômica, discutindo os verdadeiros problemas brasileiros, apresentando os projetos nacionais de recuperação e valorização do País. E sonho com, ao fim dessa disputa, o perdedor oferecendo apoio incondicional ao outro, contribuindo com a sua expertise junto com os congressistas que o apoiaram. Infelizmente, creio que ainda vou seguir sonhando por muitas décadas, e seguir ouvindo acusações e baixarias.

MANOEL BRAGA

mbraga1951@gmail.com

Matão 

DECRETO Nº 9.450/2018

Ressocialização

Em notícia no Estadão de 25/7 (A13), soubemos que a presidente da República em exercício, Cármen Lúcia, assinou decreto que institui a Política Nacional do Trabalho no Âmbito do Sistema Prisional e obriga empresas contratadas pela administração pública a empregarem presos e ex-presidiários. Lembro a ministra de que essas empresas já tinham em seus quadros tais elementos, a maioria deles descoberta pela Operação Lava Jato. Agora, com este decreto, eles devem passar a ter cargo vitalício.

JOSE PEDRO VILARDI

vilardijp@ig.com.br

São Paulo

Por trás do decreto para a ressocialização pelo trabalho, a busca por corrigir uma grave deficiência do sistema prisional: a de relegar quem errou à condição de excluídos da sociedade. Com o trabalho há a possibilidade de os presos perceberem que é possível um outro caminho. Esta é uma opção difícil e, para fazer sentido, requer o empenho de todos. O homem “livre” deve perceber, primeiro, que o caminho fácil, via de regra, não é o melhor. Um conjunto de medidas precisa e deve acompanhar uma iniciativa deste calibre: impor que o preso com esse tipo de benefício volte assumindo a importância que tem em seu núcleo familiar é uma delas. A família pode ser um poderoso catalisador de transformações. A sociedade deve contribuir, oferecendo condições para que isso possa ser levado a contento. A começar por tolerar o erro do outro, mas nem por isso virar refém de sua própria tolerância. É preciso firmeza. E condescendência. Atos de coragem.

BRUNO HANNUD

hannud.bruno@yahoo.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

VIAGENS DE POLÍTICOS

Michel Temer viaja para o exterior nas mesmas datas em que o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e o da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) também viajam para fora do País. Os dois evitam, assim, assumir a Presidência da República e ficar inelegíveis. São, portanto, excetuando as de Temer, viagens de interesse particular, inúteis para o serviço público. Mas as viagens de Eunício e Maia, e das comitivas que os acompanham, são sempre pagas com dinheiro público, com raríssimas exceções. Também viajam às nossas custas as petistas Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Dilma Rousseff (PT), a última destituída da Presidência da República, condenada por crime de responsabilidade. Estavam as duas em Cuba, em 15/7, segundo Gleisi, para denunciar o "caráter político da prisão de Lula". Depois de quebrar o País, Dilma viaja mundo afora por conta do erário, sabe-se lá para quê. Em comum a todas essas viagens, salvo as de Temer, além de sua total inutilidade e do ônus aos cofres públicos, a falta de pudor de seus viajantes em realizá-las. Melhor fariam se fossem e não voltassem. 

Sergio Saraiva Ridel sergiosridel@yahoo.com.br 

São Paulo 

BOM SENSO

Até que enfim apareceu alguém de bom senso. Desta vez foi o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia que, percebendo seu fraco desempenho, desistiu de concorrer ao Planalto para apoiar Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Agora, é só voltar ao trabalho e assumir o lugar de Michel Temer durante a viagem, deixando a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia cuidar dos corruptos de plantão. Mas, na verdade, ainda faltam outros para tomar a mesma decisão. Coragem!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br 

São Paulo

A EFICIÊNCIA DA LABORTERAPIA

O prisioneiro que trabalha se sente mais cuidado e observado do que aquele que permanece no ócio. A laborterapia pode garantir remuneração e abatimento no período de cumprimento da pena. O trabalho, quando bem conduzido, pode resultar em verdadeiro e adequado processo de ressocialização. Daí que não se entende que, neste país, as prisões não apresentem essa característica importante para a recuperação dos presos. Desde atividades agrícolas até ocupações industriais podem levar o preso a se preparar para a soltura e para conviver quando em sociedade. Jogar o preso em presídios para nada fazer ou fazer para os grandes comandos do crime organizado não irá trazer bom futuro para o País.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

A INTERVENÇÃO E A AUSÊNCIA DO ESTADO

A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro aumentou em 36% o número de tiroteios, revela o aplicativo "Fogo Cruzado". As mortes continuam na ordem do dia, inclusive de policiais. Mais tiroteios é a prova de que as forças de segurança estão trabalhando e abordando os criminosos. A solução, no entanto, não se fará com a repressão pura e simples. Se não oferecer opções de saúde, educação, trabalho e renda e fiscalização efetiva sobre o mercado (para evitar os atravessadores e piratas), o Estado jamais conseguirá libertar os milhares de escravos do crime organizado. O confronto deve ser o último recurso, depois que todas as ações de Estado tenham sido infrutíferas e não o primeiro, como se tem feito na intervenção e antes dela. O País carece de ampla e efetiva política social, legal e de segurança, que seja imune à maldita exploração ideológica. Sem isso, o povo continuará sofrendo e muitos morrerão precocemente... 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

CORPORATIVISMO

O que faltou no "Fórum Mais governança, mais segurança" foi a essência da doença que acomete o País, se tergiversa, mas não se discute o câncer por trás do corporativismo do Judiciário, Legislativo e Estatal, e o indecente custo do Estado brasileiro, que mantém presos pobres que já cumpriram a pena e solta indecentes condenados e suas vidas privilegiadas. Definitivamente não existe qualquer futuro para uma sociedade de homens públicos de discurso ecumênico do venha nós o vosso reino.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 

São Paulo 

ALCKMIN E O REI DA PÉRSIA

Com a felicidade estampada diante das câmeras e dos entrevistadores, Geraldo Alckmin oficializou o apoio do centrão à sua candidatura presidencial em outubro, assumindo a liderança de tempo na televisão e verbas partidárias para gastar em propaganda eleitoral. É próprio da política brasileira o fato de que grande parte desses aliados estão sendo investigados por suspeita de envolvimento em ilícitos. O líder do PSDB faz lembrar, pela sua munição política, o diálogo entre Xerxes, rei da Pérsia e Leônidas, comandante dos espartanos na Batalha das Termópilas, em que 300 espartanos bloquearam no estreito de mesmo nome o poderoso exército persa. Xerxes mandou a Leônidas o seguinte ultimato: "A minha tropa de arqueiros, quando atirarem suas flechas, serão capazes de cobrir a luz do sol". Leônidas respondeu-lhe: "Melhor combateremos à sombra." O centrão representa a força persa ou os nanicos os 300 de Esparta? Viva e verás.

Jair Coelho jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ) 

O DISCURSO QUE O ELEITOR 

Alckmin em seu discurso defendeu sua aliança com o Centrão. Seria adequado acrescentar que esta aliança foi feita pensando exclusivamente no bem dos brasileiros e que não será nomeado, em seu futuro governo, nenhum político envolvido em investigações por corrupção, que todos ocorridos a respeito foram lamentáveis e enojantes e que não poupará esforços para moralizar a administração pública com prioridade absoluta. Se este for o referido discurso, Alckmin novamente terá o meu voto. 

Jorge Nurkin jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo 

O CENTRÃO DO TUCANO

Se todos os candidatos melhores classificados nas pesquisas eleitorais sonhavam com o apoio dos cinco partidos do centrão, como Ciro Gomes (PDT-CE), e Jair Bolsonaro (PSL-RJ), e por que não também Marina Silva (Rede-AC), agora, oficialmente quem leva esse acordo, que acaba de ser selado, é o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin! Ao todo terá apoio de 10 partidos, e maior tempo de rádio, TV e número de inserções na sua campanha! Ora, se Alckmin é o quarto colocado nas pesquisas, por que, então, recebe esse apoio do DEM, PP, PR, SD, E PRB, que representam o centrão, e mais os já definidos apoios do PPS, PSD, PTB, PV? É muito simples! O político gosta de apoiar administrador público que tenha no currículo grandes realizações, que seja leal, ou tenha "fio de bigode"! E ainda competente, e com um histórico também de respeito a classe política! Perfil este que encontram em Alckmin! E, não como sempre fizeram, por exemplo, Lula e Ciro Gomes, que ofendem seus opositores. Agora, nas urnas, o voto do eleitor é soberano!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com   

São Carlos

IMPOSTO SINDICAL 

Paulinho da Força diz que Josué "não foi correto" ao demorar para decidir se será vice de Alckmin. Correto para ele é a volta do imposto sindical, um verdadeiro furto qualificado ao bolso do trabalhador, que por muito tempo sustentou uma verdadeira farsa, e não força, na pseudo defesa dos trabalhadores.

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br  

São Caetano do Sul

LULA NÃO PRECISA ARRANCAR OS CABELOS

Lula, petistas, aliados e simpatizantes não devem se desesperar. Realidade é realidade, não se muda quando quer. E qual é a realidade atual? A elite proprietária dos bens econômicos (bancos, empresas, terras e investimentos) impôs sua vontade contra o povo por meio de um golpe inconstitucional. No presente o quadro é inédito: existe um líder operário que ocupou a Presidência por dois mandatos, distribuiu renda e vários benefícios. O povo sentiu a diferença das elites, corruptas e golpistas. Só existem duas maneiras de mudar: por armas ou votos. A opção é o voto. Mas a elite golpista provoca e prende o líder, arbitrariamente. Insiste numa eleição ilegítima fraudada. Está criado o impasse. Podem até ganhar a eleição de 2018, mas sua agenda do "quanto pior" vai dia a dia fortalecer Lula na prisão. Nesse momento, o PT só não deve subestimar a eleição do Legislativo. O resto deixa com Lula e o povo pobre.

Antonio Negrão de Sá negraosa1@uol.com.br 

Rio de Janeiro

LULA

Num Brasil que dispõe da Lei de Ficha Limpa para barrar os "fichas sujas" postulantes a cargo eletivo, é inconcebível, sob o olhar passivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um condenado e réu em seis processos se julgar inocente e no direito de candidatar-se à Presidência. Ou temos uma Justiça "faz de conta" ou somos neófitos analfabetos. 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br   

Vila Velha (ES) 

CIRO GOMES

Ciro Gomes parece se parece com um aspirante a ditadorzinho. Fala como se estivesse falando com um bando de imbecis. 

Roberto Castiglioni rocastiglioni@hotmail.com 

Santo André

FUNDO ELEITORAL

Com exceção dos interessados nesse enorme e bilionário recurso financeiro doado para os maus políticos a pretexto de fazerem campanha eleitoral, a maioria do povo é contra este abuso econômico praticado pelos governos de plantão e aprovado pelo Legislativo em benefício próprio. No entanto, precisamos notar com destaque que até agora somente o candidato presidenciável, deputado Jair Bolsonaro recusou usar este abuso contra a economia do País, deixando-o a disposição do Ministério da Fazenda. Ninguém é obrigado ser candidato, quem quiser que faça as suas custas e não dos contribuintes.

Benone Paiva benonepaiva@gmail.com 

São Paulo

COMPETÊNCIA

Li no "Fórum dos Leitores" (26/7) a seguinte carta: "Bolsonaro não chegaria a general por competência e agora quer ser presidente... Chefe das Forças Armadas." Dias Toffoli, que por incompetência não chegou a ser juiz de primeira instância, agora será presidente do STF. Durma-se com um barulho desses.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br  

São Paulo

PERSEGUIÇÃO IDEOLÓGICA

Depois o Facebook vem e diz que páginas ligadas ao MBL foram excluídas por praticarem "manipulação". A distância dos órgãos de imprensa para o real sentimento do povo cresce a cada dia e capas como as de baixo só ajudam nisso. Ninguém cita o boato, a notícia falsa ou a manipulação perpetrada supostamente pelo MBL. Há uma concatenação de esforços para calar a direita, sobretudo por causa de Bolsonaro. Páginas de esquerda que dizem que Moro é da CIA, que foi golpe, entre outras "groselhas" ainda estão no ar. Vocês da grande imprensa estão com medo. Estão perdendo o monopólio da informação e querem a todo custo calar as vozes dissonantes. A cada dia que passa a imprensa tradicional tem meu descrédito. Leio por obrigação, mas não acredito em uma linha que escrevem. Muitas pessoas fazem o mesmo. 

Werly da G. dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br  

Rio de Janeiro

ATENTADO À DEMOCRACIA

No MBL não tem ninguém bobo, não. Até agora não entendo como uma organização política constituída séria ainda não abriu uma queixa crime contra esse pseudo movimento, dopado por dinheiro da alta burguesia insensível e irresponsável brasileira, principalmente paulista. Ainda se gabam em lutar pela democracia, a justiça e primordialmente pela ética na vida pública. Como se sentem importantes veículos de comunicação que concederam generosos espaços a um movimento consolidado em mentiras e boatos de ódio. E tem gente que acredita no conjunto de suas ações ou nesse agrupamento fardado de máscaras. Caso seus membros não se disciplinem, o Movimento Regeneração Nacional (Morena/Brasil) pedirá à Polícia Federal (PF) uma investigação de suas práticas terríveis. Os atos do MBL representam um atentado à democracia. 

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com   

São Paulo 

ALMA AO DIABO

Às vésperas das eleições, em troca de coligações interesseiras e segundos a mais na propaganda de TV, os sórdidos políticos brasileiros vendem há tempos por preço camarada a alma ao diabo. A novidade é que agora estão vendendo a mãe de seus filhos e, em breve, as suas próprias genitoras. A que ponto chegamos!

J.S. Decol decoljs@gmail.com   

São Paulo 

PIJAMAS NOS CACIQUES

O Estado de Goiás definitivamente sairá das mãos dos caciques que vêm governando o estado há décadas. Aleluia! O povo goiano terá orgulho de ser governado por Ronaldo Caiado (DEM-GO) um político nota 10. Enquanto ele avança, seus adversários patinam como caminhão no atoleiro. É o "faz que vai, mas não vai". Esse outubro será o outubro da libertação. Será o outubro que proporcionará novos tempos à Terra do Anhanguera. O desenvolvimento sairá da propaganda enganosa para a prosperidade real. Não há mais espaço para conversa mole. O povo goiano está cansado. E ansioso por mudança, quer Ronaldo Caiado. Pijamas nos caciques. 

Jeovah Batista jeovahbf@yahoo.com.br 

Taquari (DF)

LEGADO

O esforço pela reinserção do Brasil no fluxo do comércio internacional, assinalado no "Estadão", em editorial (26/7, A3) configura a busca do tempo perdido (parafraseando Marcel Proust) que resultou da equivocada política externa petista que propunha um conceito geopolítico privilegiador de parceiros que pouco tinha a oferecer em termos de trocas compatíveis com o nosso potencial. O concerto sincronizado com os principais membros do então paquidérmico Mercosul, alguns deles hoje revendo suas cláusulas, quase levou o órgão à completa extinção. As novas medidas e orientações estabelecidas pelo Itamaraty já sugerem, no entanto, o surgimento dos primeiros sinais de integração do bloco regional a outros, mundo afora, mais expressivos e importantes. Esperemos que o atual governo consiga pelo menos deixar como legado um caminho que culmine com a recolocação do País num patamar consistente com sua capacidade comercial e que o sucessor a partir de 2019, implemente as políticas necessárias para evitar a recaída no canto da sereia populista sem futuro.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com 

Rio de Janeiro

'O ENCONTRO DE CÚPULA DE HELSINQUE'

Uma boa atitude da ONU, uma matrona esclerosada sustentada por meia dúzia de nações e explorada por mais de uma centena de outras, poderia batizar o dia do encontro Trump x Putin como o "dia internacional da mentira". Pelo menos estaria de fato fazendo algo pelo mundo, além de ser apenas ONG internacional de esmolas, que as igrejas há milênios faz até melhor. 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 

São Bernardo do Campo

COMENTÁRIO DE VLADIMIR

Desta vez não deu nem para ficar "putin" com Trump.

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

COREIA DO NORTE REPATRIA RESTOS MORTAIS

Como esperado até agora, o "meeting" Trump e Kim Jong-un em Cingapura, fora de efeitos midiáticos não produziu nada de algo mais consistente. Uma cerimônia fúnebre para 55 mortos, numa guerra ferida há cerca de 60 anos, de pessoas que se vivas fossem estariam perto dos 90 anos, não tem muito efeito prático, mas talvez fosse apenas um indicativo. Vamos ver se sairá algo de mais consistente na solução dos reais problemas existentes entre os EUA e a Coreia do Norte, num pôquer em que os dois jogadores estão aparentemente blefando.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br  

São José (SC)

70 MIL AMERICANOS MORREM POR USO DE DROGAS TODO ANO

Uma vida movida a álcool e drogas. Uma droga de vida? Uma vida medíocre, entupida de futilidades, movida unicamente pela vaidade. Uma civilização narcisista, direcionada ao consumo paranoico. Cultura do corpo e dos valores materiais. Um mundo apocalíptico, de destruição da cultura e da natureza. Brasileiros, que vivem só de imitar o que fazem os americanos, vêm tentando bater o recorde de drogados mortos nos Estados Unidos. "A população, que passa o dia exigindo repressão aos traficantes, de noite se entope de drogas, compradas dos traficantes." Quem disse isso foi o ministro da Segurança, Raul Jungmann.

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com   

Porto Alegre

'CARTÓRIOS, UMA DAS JABUTICABAS NACIONAIS'

Prezados, a respeito do artigo "Cartórios, uma das jabuticabas nacionais" (24/7, A2), gostaria de dizer que os cartórios são um serviço público privatizado, muito semelhante às estradas privatizadas, às telecomunicações, etc. Sendo assim, vejo com preocupação a opinião estatizante do sr. Rubens Barbosa, que parece ignorar toda a luta da sociedade brasileira pelas privatizações. Se o sr. Rubens Barbosa quiser saber como funcionam cartórios oficializados, basta investigar como eram os cartórios da Bahia antes da privatização recentemente implementada: vigorava um caos completo, filas intermináveis, senhas para atendimento e cobranças irregulares. De outro lado, a transferência de incumbências do Judiciário para os cartórios é vista positivamente por todos, como um importante meio para limpar a pauta abarrotada dos tribunais brasileiros. A opinião estatizante e reacionária do sr. Rubens Barbosa representa o que há de mais atrasado no Brasil, aguardando-se que as futuras eleições não agasalhem retrocessos como o defendido pelo referido senhor.

Luiz Rodrigo Lemmi lrlemmi@gmail.com  

São Paulo 

SELEÇÃO BRASILEIRA?

Tite renova com a seleção brasileira até 2022. Hexa agora só em 2026. Ele não é técnico da seleção, é técnico dos empresários. Agora vai receber R$ 1 milhão por mês por quatro anos.

Carlos Vetorazzi cnorbertovetorazzi@yahoo.com.br 

São Paulo

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