Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

08 Agosto 2018 | 03h00

EDUCAÇÃO

Analfabetismo funcional

Três em cada dez brasileiros são analfabetos funcionais, ou seja, não conseguem ler um texto simples, segundo estudo feito pelo Ibope e desenvolvido pela ONG Ação Educativa e pelo Instituto Paulo Montenegro (Estado, 6/8, A14). Os dados trazidos pelo jornal evidenciam a incompetência e a falta de vontade crônicas dos governos em resolver a questão da educação mais básica do povo brasileiro. Não investem com dinheiro nem com ideias e programas adequados. Ou será tudo isso caso pensado?

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

A triste constatação sobre o analfabetismo funcional não nos vem da boca do candidato à Presidência que fala em armar o cidadão com uma pistola .40, mas não em armá-lo com livros, com educação. A notícia nos vem por meio do jornal Estado, que faz muito em prol dos que têm dificuldade em leitura. Quando o leitor entra em contato com suas páginas, é automaticamente impulsionado para seu próprio desenvolvimento. Portanto, desliguem a TV e vão ler um jornal. E o que os candidatos nesta eleição têm a dizer sobre o analfabetismo funcional? Até agora, a maior preocupação deles é com o tempo de TV, justamente para ludibriarem aqueles que têm dificuldade de compreensão de texto.

LEANDRO FERREIRA 

ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

São Paulo

Três em cada dez brasileiros de 15 a 64 anos (38 milhões de pessoas) são analfabetos funcionais. O ex-presidente e presidiário em Curitiba vem liderando as pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República. É preciso desenhar para entendermos?

NIVALDO RIBEIRO SANTOS 

nivasan1928@gmail.com

São Paulo

Falta dinheiro?

Num país onde a educação não é levada a sério, corte no orçamento das pesquisas, por exemplo, é feito sem pestanejar. Afinal, os políticos precisam de dinheiro para a eleição... Realmente, estamos passando do fundo do poço. Que tristeza, Brasil!

MARIA VIRGÍNIA M. F. F. ALVES

mvmffa@icloud.com

Botucatu 

ELEIÇÕES 2018

O primeiro debate

Gostaria de dar uma sugestão para o debate com os candidatos à Presidência que vai ao ar na TV amanhã (9/8): senhores debatedores e mediadores, por favor, gostaríamos de conhecer planos de governo, ver apresentados os problemas e as possíveis soluções para eles. Sem esta de ataques com base em coisas que aconteceram 10, 20 anos atrás. Falemos de 2019 em diante, de quais as soluções prováveis para os inúmeros problemas que temos no País. E sem essa, também, de manipular números e dados. O eleitor agradece.

JOSÉ CLAUDIO BERTONCELLO

jcberton10@hotmail.com

São Paulo

Quer dizer que o condenado Lula queria participar do debate com os candidatos presidenciais? Até quando este senhor vai zombar da Justiça brasileira e os integrantes dela vão continuar aceitando este circo? 

MAURÍCIO LIMA 

mapeli@uol.com.br

São Paulo

Paciência de Jó 

Os brasileiros de bem, particularmente aqueles que aguardam com paciência de Jó a solução de processos a mofar na Justiça por anos e anos, assistem, tomados de um misto de revolta e estupefação, a mais uma chicana da defesa do ex-presidente Lula. Desta vez, seus defensores suscitaram o debate no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a inelegibilidade do reeducando de Curitiba e, quando a coisa esquentou, disseram que era mentirinha. Fica a impressão de que os tribunais não têm mais o que fazer senão cuidar dos infinitos recursos deste cidadão. Não há uma forma de brecar este “tira, põe, deixa ficar” (outra vez Jó) e impor algum ônus a tais reiteradas petições capciosas que acabam malsucedidas? A tal litigância de má-fé não existe mais? Ou todos os envolvidos se comprazem com este jogo do caxangá que escarnece do Brasil sério, gerador da receita que mantém os tribunais funcionando?

JOAQUIM QUINTINO FILHO

jqf@terra.com.br

Pirassununga

‘Procuradores candidatos’

Conforme comentado no editorial de domingo no Estado Procuradores candidatos (5/8, A3), a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) ingressou no STF com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) visando à permissão para se candidatarem a postos eletivos, contrariamente ao que dispõe a lei. Na argumentação, a associação afirma que “não se pode presumir a parcialidade como fundamento para amputação de direito político”. Ora, não é presunção, é certeza. Para se candidatar, um procurador terá de se filiar a um partido político e, ipso facto, terá se tornado parcial. Não há partido político ecumênico no Brasil e em nenhum outro lugar.

WAGNER TAVARES DE GOES

wtgoes9@gmail.com

São Paulo

BRASIL-VENEZUELA

Reabertura da fronteira 

Fronteira com Venezuela é reaberta após 15 horas fechada (Estado, 7/8). Uma coisa é aceitar uma quantidade previsível de imigrantes, outra bem diferente é recepcionar uma legião de venezuelanos que fogem do regime de Nicolás Maduro. Não podemos fechar os olhos para a crise econômica que nos aflige nem para nossa deficitária estrutura de serviços públicos. Se a União alega ser legítimo permitir a entrada desses imigrantes, então que coloque as mãos no bolso e comece a desembolsar dinheiro para auxiliar o Estado de Roraima. A decisão do Judiciário de reabrir a fronteira pode caminhar no sentido de atender aos acordos internacionais de que o Brasil é signatário, mas deve-se levar em consideração que a oferta de serviços públicos terá de ser priorizada beneficiando os brasileiros. Outro ponto importante ignorado pelo Supremo Tribunal Federal, que negou o pedido do governo de Roraima para suspender a entrada dos venezuelanos, é que o governo federal não tem dado condições financeiras nem de pessoal para que Boa Vista e o governo daquele Estado possam atender todos os que atravessam a fronteira.

WILLIAN MARTINS

martins.willian@globo.com

Guararema

Nossa fronteira com a Venezuela deve, mesmo, ser fiscalizada. Há grande chance de Nicolás Maduro também fugir para o Brasil.

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

LUCROS E PREJUÍZOS DO POPULISMO

A Petrobrás, submetida a administrações recentes e eficientes, está dando lucro em um trimestre de mais de R$ 10 bilhões, tendo reduzido o prejuízo de R$ 470 bilhões para menos da metade atualmente. A Caixa Econômica Federal (CEF) possui créditos duvidosos de mais de R$ 20 bilhões. O populismo mostra os seus estragos, mas se omite quando foram ou estão sendo reparados por uma administração técnica e menos política. Pode o País ser entregue novamente a essa equipe de irresponsáveis?

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 

Rio Claro

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O LUCRO DA PETROBRÁS

Administrar um monopólio como a Petrobrás, que produz como quer e cobra preços conforme também quer, até um "politiquinho" medíocre como Pedro Parente pode se tornar CEO, basta apenas que não seja tão corrupto como os demais "ceos" que a dirigiram! No fundo mesmo é um imenso "cabidão" de empregos de cima em baixo.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 

São Bernardo do Campo

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OS MOTIVOS DA CRISE ETERNA

Alguém consegue imaginar Cunha, Aécio, Dirceu ou Geddel assentando tijolos para construir uma escola? Claro que não! A única coisa que o governo se interessa e sabe fazer é montar esquemas para desviar dinheiro das obras públicas. Governar sem roubar seria algo inédito para essa tigrada que esta no governo. Com medo de serem presos roubando, o governo simplesmente parou de fazer qualquer coisa e o País segue estagnado. Na visão de quem está no poder não vale a pena fazer sem roubar, isso explica a recessão interminável que o País enfrenta, sem previsão de acabar. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br   

São Paulo 

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DESISTÊNCIA

A caríssima defesa de Lula acaba de solicitar a suspensão de pedido feito anteriormente ao Superior Tribunal Federal (STF) para que seu cliente aguarde em liberdade o julgamento dos recursos contra a condenação por corrupção na Operação Lava Jato, o que incluiria a possibilidade de exame da inelegibilidade, antes da análise do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a questão. Trata-se de esquema idealizado pelo próprio preso, a fim de atender aos seus desvairados projetos pessoais de poder, maquinados dentro da cadeia. Espera-se que, ao homologar tal solicitação, a justiça brasileira se imponha e mostre que condenados é que têm que se submeter à sua sistemática e não o contrário. 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com 

Rio de Janeiro 

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SUBMISSÃO

Duas situações que considero submissão: O STF, por estratégia dos advogados de defesa de Lula, não discutir a questão da inelegibilidade antes do TSE sobre o registro da candidatura de Lula, que dará motivo para recurso à própria Corte Suprema e, como segunda submissão, Fernando Haddad se submeter a candidato tampão. Como ganhar visibilidade uma candidato desta espécie para ser presidente da República.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br  

São Paulo 

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CAUTELA

"Por cautela", defesa de Lula recorre de outro pedido de liberdade no Supremo (7/8, A9). O STF deveria alterar de nome. O correto é STF-L: Supremo Tribunal Federal do Lula.

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br  

São Caetano do Sul

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DANDO UMA BANANA

O demiurgo de Garanhuns e toda a tigrada petista estão dando "uma banana" para as "formalidades" do País, ou seja, as leis. Acha que o Judiciário, a ONU, a imprensa e o povo honesto estão errados por impedir a sua volta à Presidência da República, pretendendo mantê-lo na prisão da Polícia Federal. Já o resto, ora, que se dane. Pensando bem, uma camisa de força é o mais indicado ao já condenado heptarréu, para calar a sua boca. Fora Lula, mas não da cadeia! 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br 

São Paulo

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'ESTÁGIO PROBATÓRIO'

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann disse que o ex-prefeito Haddad "está em estágio probatório' (7/8, A9) e o ex-presidente encarcerado, Lula da Silva, que "o candidato sou eu". Sr. Haddad, pegue o seu "chapéu e saia de fininho" desse partido sem o mínimo de profissionalismo e compostura.

Nelson Cepeda fazoka@me.com  

São Paulo 

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POSTE

Quando Haddad foi eleito prefeito, assumiu como poste de Lula - seu trabalho era ficar parado e deixar o resto por conta do padrinho. E assim, continuou em sua gestão. Outra que seguiu a mesma filosofia foi Dilma. E o resultado foi a crise, inclusive e principalmente de valores, em que entramos. Felizmente, Dilma conseguiu ser afastada devido às suas famosas pedaladas. Com Haddad, Lula acredita que será diferente. Não foi à toa que, desta vez, ele escolheu o pai da ciclovia.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo

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FAKE

PT inventou o vice-presidente fake. 

Moisés Goldstein mg2448@icloud.com 

São Paulo 

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LULA X JIM JONES

O PT é o único partido de que se tem notícia no Brasil que é comandado por um presidiário, mantendo-se fiel às ordens que emanam da carceragem da PF em Curitiba onde está hospedado o chefe da seita que dirige seu rebanho com mãos de ferro. Condenado a mais de 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro, as pretensões do candidato presidiário à Presidência estão se sujeitando a realidade dos fatos impostos pela Lei da Ficha Limpa. A contra gosto, Lula deve indicar um poste que, ao que tudo indica deve ser Fernando Haddad, e aí cabe um conselho: muito cuidado. Lula logo estará dizendo: "O Haddad sou eu". Se o ex-prefeito entoar de meia em meia hora "O Lula sou eu", os advogados do ex-presidente poderão alegar que o triplex do Guarujá e o sítio de Atibaia também são coisas de Haddad. Lula deveria aproveitar sua estadia em Curitiba para fazer a transição entre o que ele acha que é, e aquilo que ele passou a ser. Preso por corrupção e lavagem de dinheiro Lula insiste em brincar de candidatura presidencial. A loucura tem razões que a sensatez desconhece, mas não seria justo que após a provável derrota de seu novo poste para as eleições de outubro, o líder da seita conclame seus fiéis ao martírio como fez o pastor Jim Jones, fundador do Templo dos Povos, que em novembro de 1978, na Guiana inglesa, induziu 900 fiéis ao suicídio coletivo oferecendo veneno. Em uma fita gravada na ocasião, ouve-se a voz do pastor dizendo: "Cometemos um ato de suicídio revolucionário para protestar contra as condições de um mundo injusto". Atenção petistas fiéis. Muito cuidado.

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br   

São Paulo

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VERDADEIRA CONDIÇÃO DE LULA

Lula nada mais é que um preso comum condenado por corrupção e metido a salvador da Pátria.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br 

São Paulo

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CANDIDATURA DE LULA 

Não sei o que mais lamentar, se a palhaçada do PT "et caterva", lançando a candidatura de Luiz Inácio para as próximas eleições ou se a atitude da Justiça que, até agora não impugnou de maneira irrecorrível a candidatura de um condenado e encarcerado pela mesma Justiça.

José Sebastião de Paiva jpaiva1@terra.com.br  

São Paulo 

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QUESTÃO DE LÓGICA

Já que a "presidenta" fez "ótimo" governo e o impeachment foi "gópi", então por que o PT não foi de Dilma-2018 ao invés de insistir em Lula, condenado, encarcerado e incurso na Lei da Ficha Limpa?

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 

São Paulo 

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HUCK COM LENTES DESFOCADAS

Para Luciano Huck, Geraldo Alckmin é competente, mas "da velha política". Seria desastroso, a meu ver, se Alckmin fosse incompetente e da "nova política". A hipocrisia não é boa conselheira.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 

Brasília

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HUCK

Como ele pode falar da integridade ética de Marina? Não a vi, durante a tragédia de Mariana defendendo as centenas de pessoas que precisavam dela. Só a vejo na TV na época de eleições. Eu não poderia votar nela. Foi uma decepção muito grande.

Sônia Heloisa rtambosi@terra.com.br   

São Paulo 

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GENERAL MOURÃO

O polêmico e falastrão general da reserva Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa militar puro-sangue de Jair Bolsonaro (PSL), disse com todas as letras, sem corar, que "o Brasil herdou a cultura de privilégios dos ibéricos, a indolência dos indígenas e a malandragem dos africanos. Esse é o nosso cadinho cultural". Diante do que foi dito, ninguém definiu melhor suas palavras discriminatórias e racistas do que o candidato do PSOL à Presidência, Guilherme Boulos: "Quando o preconceito se junta com a estupidez o resultado é esse". Em nome de um futuro melhor, espera-se que em outubro o País não bata continência para essa chapa verde-oliva.

JS ÐECOL decoljs@gmail.com 

São Paulo

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RACISMO POLÍTICO

O racismo "político" e cultural está tão enraizado em nosso meio social, que faz gerar pessoas com argumentos moralistas pouco razoáveis e historicamente equivocados. Essa herança proposta pelo general Mourão (quando comentou sobre os indígenas e africanos) reflete sim, o fato de os escravos trazido até o Brasil, terem sido negociados pelos próprios africanos residentes no país de origem, ou seja, "malandros" que vendiam seu próprio povo ao homem branco, a troco de algumas iguarias! Não sou apoiador de candidato nenhum, mas se deixar influenciar por política em uma sugestão como essa, é a deterioração social total das pessoas desse país! "Ouvir" algo e não ter capacidade de interpretar por opinião política é o fim do raciocínio humano! Que pena, pois não vi ou senti algo racista posto que sou oriundo de família negra-indígena e tenho o tom da pele parda. Devemos com certeza levantar a bandeira contra o racismo, homofobia, em favor dos direitos das mulheres e todos os outros que nos façam iguais legitimamente, porém, fechar os olhos a fatos históricos e pôr em prova apenas uma opinião baseada no próprio achismo não faz de nós uma sociedade inteligente (ainda mais por política), mas sim ignorante.

Glauber Menezes glauber.menezes@hotmail.com 

Ourinhos

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CONTRADIÇÕES

Ora Bolsonaro é reformado, ora o Bolsonaro é reserva. Como pode Bolsonaro ser reformado, se reforma significa dar melhor forma ou aperfeiçoar algo? Como pode o Bolsonaro ser titular da República, se no exército, instituição inferior à República Bolsonaro é reserva?

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br 

São Paulo

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ALCKMIN E BOLSONARO

Alckmin e Bolsonaro, candidatos que se apresentam pela direita e representam a escória da política brasileira. Duas caricaturas, uma do neoliberalismo (vira-latas dos países ricos na entrega das riquezas nacionais), o outro cópia do nazi/fascismo racista e autoritário, que defende a entrega de armas para brancos matarem negros e pobres nas favelas acusados de bandidos. Alckmin dá o beijo da morte ao abraçar o centrão para ter 40% de TV. O centrão, uma quadrilha que captura o Congresso para manipular o governo e impedir, com negociatas, mudanças do interesse do País e do trabalhador. Tem apoio dos bancos e da mídia. Os demais candidatos de centro e da direita com poucas chances. Resta Lula, pela esquerda, favorito do povo, mas preso por um Estado autoritário, capturado por uma minoria rica inferior a 1%.

Antonio Negrão de Sá negraosa1@uol.com.br 

Rio de Janeiro

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O PERIGO DO CENTRÃO

Na hora de tentar se eleger ou reeleger para algum cargo político de comando federal, estadual ou municipal, quem não tiver uma conduta moral e devidamente correta no cumprimento das suas obrigações públicas e até particulares, aceita em campanha eleitoral qualquer apoio, honesto ou até desonesto. O "centrão" é conhecido por ser composto pela sua maioria de políticos de má conduta, condenados pela justiça, respondendo processo e acusados por crimes ainda a ser apurados. São perniciosos a sociedade. Os brasileiros sabem que isto é verdade, portanto faço uma pergunta: qual o seu procedimento ao ver o seu candidato incluir tais apoiadores na sua campanha? Sendo eleito, o que você poderá esperar dele no poder?

Benone Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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BOULOS

Guilherme Boulos adora a intervenção do Estado na administração do Brasil. Exatamente por isto que a maioria dos políticos enriqueceram.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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PRA FRENTE BRASIL

Observação sobre a conduta dos presidenciáveis no programa de entrevistas da GloboNews: 1) Geraldo Alckmin: com falhas, mas o mais preparado, nota 7; 2) Alvaro Dias: muito equilibrado e com boas ideias, nota 6; 3) Jair Bolsonaro: sincero e pavio curto para ser presidente, nota 5; 4) Marina Silva: sem liderança para dirigir a Nação, nota 4; e 5) Ciro Gomes: instável emocionalmente, nota 4.

Roberto Angelina cardosohungria@gmail.com  

Itapetininga

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PALANQUE ELETRÔNICO

Considero injusta a divisão dos 12,5 minutos de cada bloco, aos candidatos à Presidência da República. O tempo deveria ser dividido igualmente entre os candidatos, ou não?

Carlos Eduardo Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com 

São Paulo 

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A VIOLÊNCIA VISITA

Ninguém precisa bater à porta da violência no Rio de Janeiro, é ela quem lhe procura e acha.

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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PRAÇA DA LIBERDADE

Por decreto do governador Márcio França e por lei sancionada pelo prefeito Bruno Covas, a estação liberdade do metrô em São Paulo e também a praça onde ela está instalada, tiveram os seus tradicionais nomes, a praça desde o tempo do império brasileiro, alterados para praça "Japão-Liberdade", ou "Praça da Liberdade-Japão", querendo com isto, indevidamente, homenagear o Japão. O nome "Liberdade" da aludida praça, nasceu de um grito "liberdade" dos brasileiros que assistiam em praça pública em 1821, o enforcamento do soldado negro, Francisco José das Chagas, conhecido também como São Chaguinhas, como informa no "Fórum dos Leitores" do "Estadão" (6/8, A2), Gilberto Pacini - não se deu, eis que a corda que envolvia seu pescoço se rompeu e ele caiu semimorto no chão, sendo ela - a morte - completada com crueldade. Como se vê, o Japão não teve nenhuma influência neste caso histórico, para ter o seu nome ligado a uma das mais importantes praças de São Paulo. Acrescentar o nome do Japão no nome tradicional da nossa Praça da Liberdade é um crime de lesa-pátria! Para que o nosso Brasil possa se livrar de tal humilhação na sua soberania, faz-ser-mister, que a legislação citada no início desta, seja revogada. "Ita speratur" - assim se espera.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br  

Assis

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