Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

14 Agosto 2018 | 03h00

ENERGIA ELÉTRICA

A conta chegou

Conta de luz sobe quatro vezes mais do que a inflação (Estado, 13/8). Anos atrás, profissionais do setor elétrico alertavam para que a equivocada campanha anti-hidrelétricas, em especial as com reservatório, implicaria um sistema mais caro, com maior risco de desabastecimento e maior poluição. A conta chegou!

MARCOS LEFEVRE

lefevre.part@hotmail.com

Curitiba

A tarifa de energia elétrica vai subir! Desde que a gerentona Dilma Rousseff meteu o bedelho no que não entendia, esculhambou com um sistema que funcionava. Correndo atrás do prejuízo, o governo decidiu pela privatização das concessionárias deficitárias para reduzir o rombo do consumidor (todos nós). Mas aí surgiu o impoluto ministro Ricardo Lewandowski para decidir, monocraticamente, que não poderia ser assim. Então sobrou para todos nós. Se você tiver problema para pagar a sua conta, sugiro enviá-la ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), aos cuidados do ministro.

MARCO ANTONIO ESTEVES BALBI

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

Trabalhei muitos anos numa empresa intensiva de energia elétrica, com acionistas estrangeiros que sempre se surpreenderam com o seu alto custo (“um dos mais altos do mundo”, na sua opinião). Sendo a principal fonte a energia hidrelétrica, como poderia ser tão cara? Descobriram que somos o país dos penduricalhos, que, aliás, têm o apoio do STF.

ALDO BERTOLUCCI

aldobertolucci@gmail.com 

São Paulo

Consumo mínimo

Há que avaliar com urgência a legalidade da cobrança do consumo mínimo nas contas de luz e de água. Esta imoralidade e ilegalidade ocorre em todo o País, sem que o Ministério Público, a Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos do Consumidor, o Ministério da Justiça e o Judiciário e o Legislativo tomem qualquer providência. É indecente: cobra-se pela disponibilidade do serviço, mesmo não havendo consumo ou com consumo bem abaixo do patamar mínimo. E a distribuidora recebe pelo que não forneceu nem foi consumido e não paga a geradora. Que incentivo temos para economizar luz e água, se pagamos mesmo sem consumir? A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em normativo ao arrepio das leis, inclusive do Código de Defesa do Consumidor, autoriza a cobrança mínima de 100 kW. No caso de Brasília, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) cobra o mínimo de dez metros cúbicos de água, chegando a R$ 59 por mês. A Companhia Energética de Brasília (CEB), para residências trifásicas, chega a cobrar R$ 67. E o que é cobrado não é compensado em contas futuras – uma imoralidade e um roubo ao consumidor. Vale lembrar que na composição das tarifas já está inclusa a remuneração para investimentos e manutenção da rede, ou seja, mesmo tecnicamente não existe razoabilidade na cobrança. É inaceitável que tal exploração esteja impune sob a omissão de tanta gente.

HELIO CAMPAGNUCIO

hcampagnucio@hotmail.com

Brasília

FERROVIA NORTE-SUL

Pedras no caminho

Pedras podem atrapalhar leilão da Norte-Sul (Estadão, 13/8). A propósito, a Valec, estatal que construiu todas a linhas dessa ferrovia, obra em que há uma imensa sucessão de escândalos de incompetência e de corrupção, é dirigida por pessoas indicadas ou que têm o aval do Partido dos Trabalhadores (PT). O caso da construção de “apenas 141 km” com brita inadequada, que levará pelo menos 32 meses para ser refeita, é mais uma amostragem da superficialidade e da irresponsabilidade dessas administrações. A empresa que se habilitará para a concessão com certeza encontrará ainda muitas surpresas, que comprometerão sua viabilidade econômica. Mais um maldito legado das administrações do PT.

ULF HERMANN MONDL

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

A respeito das pedras inadequadas para aguentar o porte da ferrovia e da carga que passará sobre ela, espanta o tamanho da maldição lançada sobre este país, tão lindo por natureza e tão desgraçado pelo ser humano que dele tomou posse. Não há otimismo que resista.

OTTFRIED KELBERT

okelbert@outlook.com

Capão Bonito

ELEIÇÕES 2018

Sob domínio do crime

1,7 milhão de eleitores do Estado do Rio de Janeiro votam em áreas dominadas pelo crime. Quase 10% do eleitorado. Isso é resultado da omissão do poder público e, consequentemente, explica o poder paralelo instalado nas grandes cidades, ditando suas leis. “Aplique-se a lei”, dirão alguns. Que lei? Aquela feita pelos representantes dos criminosos? Já pararam para pensar para onde caminha o Brasil com este estado de coisas?

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

Projeto nacional

É preocupante a informação de que 1,7 milhão de eleitores no Rio votam em áreas dominadas pelo crime. Urge que as lideranças de todos os Poderes constituídos articulem um projeto nacional de segurança pública.

JOSÉ DE A. NOBRE DE ALMEIDA

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

TRÂNSITO

‘A novela dos semáforos’

Mais uma vez o Estado aborda tema muito relevante para os paulistanos, no texto A novela dos semáforos (12/8, A3). Realmente, é inexplicável e vergonhosa para a Engenharia nacional a estatística de falhas nos semáforos de São Paulo, assim como a pequena parcela de “semáforos inteligentes” instalados e mantidos. No entanto, para compreensão mais ampla do tema, minha sugestão é que se promova reportagem sobre o peso da própria estrutura da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) – salários, plano de saúde com autogestão, etc. – em relação aos investimentos da companhia. Creio que a CET tem obrigação de passar tais informações ao Estado, com base na Lei da Transparência. Temo que a companhia, que já teve papel relevante no desenvolvimento da Engenharia de Tráfego no Brasil, tenha se tornado um “fim em si mesma”, sem significativa produção de conhecimento e estudos e sem gerenciamento ou implantação de investimentos em fluidez e segurança para o trânsito. Ainda mais, é preciso evitar que o corporativismo impeça o desenvolvimento de alternativas que não sejam submetidas ao interesse interno da companhia.

TELMO GIOLITO PORTO, professor dr. da Escola Politécnica da USP

tgporto@uol.com.br

São Paulo

CANDIDATOS MILITARES E POLICIAIS

Além do capitão Jair Bolsonaro concorrendo à Presidência da República, 28 candidatos - 8 ao governo, 12 vices e 8 ao Senado - egressos das Forças Armadas (FFAA), Polícia Federal e polícias estaduais se apresentam para as eleições majoritárias, como mostra a reportagem "Candidaturas de militares dobrem em quatro anos" (13/8, A4). Fora as dezenas de concorrentes à Câmara dos Deputados e assembleias legislativas, parte deles concorrendo à reeleição. O candidato militar ou policial não deve ser encarado como alguém que vem para endurecer o regime ou confrontar a democracia. Mas como um profissional preparado, que passou a vida toda estudando e traz consigo forte viés legalista. Uma vez eleitos, terão a oportunidade de cobrar o cumprimento de normas e leis e o condão de promover o equilíbrio social cuja falta é cada dia mais reclamada pela população. Ainda mais: entrando pela porta das eleições, desarmam de forma eficaz as tentativas de intervenção militar e ruptura democrática. 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

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'CANDIDATURAS DE MILITARES DOBRAM' 

Não sei o motivo de se dar tanta ênfase ao fato de militares se candidatarem a cargos eletivos. Deve ser rancor de esquerdistas contra militares, pois são profissionais como qualquer outra classe, além de cidadãos também como os outros, que querem participar da vida política ao se submetem ao escrutínio popular.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br   

São José (SC) 

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MILITARES NA BERLINDA

Crítica pela crítica, não é salutar. O pior comportamento de um jornalista é tergiversar. Uma meia verdade pode não passar de uma mentira. Atribuir opiniões às pessoas que não se manifestaram, não é uma boa prática. Talvez falte pensar um pouco mais antes de escrever. Em tempo, não tenho no difícil momento, nenhuma preferência por candidatos à Presidência. 

Ulysses Fernandes Nunes Junior ulyssesfn@terra.com.br 

São Paulo

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MILICOS NAS URNAS

Espero que o raciocínio lógico de nossos políticos que insistem na prática da velha raposa em surrupiar seus eleitores alcancem com algum sucesso os indicativos de que os brasileiros estão dispostos a eleger pessoas que prometem certo rigor, certa ética e uma ordem social e civil que em muito tempo não vemos em terras brasileiras. Do jeito que está não é possível continuar. Estamos sendo vítimas de violência moral a cada novo aumento salarial, a cada privilégio estapafúrdio, a cada descaso com os setores que deveriam proteger os cidadãos e manter o País num nível aceitável de prosperidade.

Ana Peixoto Pinheiro Machado anasilviappm@gmail.com 

São Paulo 

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BANCADAS

A matéria da bancada dos evangélicos (12/8, A8-A9), advertiu-me sobre a existência de um objeto a unificar os parlamentares. Se os partidos políticos não são um grupo identificável, não possuem identidade partidária, as bancadas são mais ou menos identificáveis, independentemente de interesses subjacentes. Mas não são sempre objetivos pouco nocivos aos seus representados.

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br 

São Paulo

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'LAVA CARRO'

Para investigar a fundo a farra da milionária lavagem dos carros oficiais da Câmara dos Deputados "Câmara gasta R$ 563 mil para lavar carros oficiais" (11/8, A4) é preciso que seja criada de pronto a 'Operação Lava Carro' Basta de desperdício do dinheiro público! 

J.S. Decol decoljs@gmail.com  

São Paulo 

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ELEIÇÕES DE OUTUBRO

Segundo informa o "Estadão", e, se o mais confiável jornal do Brasil publicou 90% dos deputados estarão concorrendo à reeleição. Ao que tudo indica a nossa esperança de um país melhor já celebrou missa de sétimo dia, nada mudará na política.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com  

Vassouras (RJ)

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A DÚVIDA

Até João Doria (PSDB) está custeando um time de advogados para vigiarem os adversários políticos que já começaram a atacá-lo com conteúdos mentirosos (13/8, A6). A única verdade é que o eleitor paulistano não esqueceu a atitude do ex-prefeito da Cidade de São Paulo, que, venceu as eleições no primeiro turno e demitiu-se para candidatar-se a um cargo de maior relevância. Nesta altura dos acontecimentos é melhor que João Doria cuide dos votos dos paulistanos, pois como diz o ditado: "Gato escaldado tem medo de água fria".

José Millei millei.jose@gmail.com 

São Paulo 

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VELHOS RIVAIS

Dilma e Aécio se encontram em uma nova disputa eleitoral: Dilma senadora e Aécio deputado, pretensão bem mais humilde do que a Presidência da República, apenas o suficiente para obter foro privilegiado e garantir a imunidade parlamentar. Com tantos fichas sujas disputando as eleições é quase uma injustiça que só Lula seja impedido de concorrer. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br  

São Paulo 

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CONFIABILIDADE

Estou dando falta do conceito de confiabilidade na discussão política. Honestidade é uma parte da confiabilidade. É preciso poder ter confiança na palavra, na competência, no equilíbrio nas decisões, na capacidade de desempenho como exemplo. Os jornalistas em entrevistas e debates não abordam os problemas importantes para o desenvolvimento do País, como: erradicação da pobreza, redução das despesas de custeio, equilíbrio fiscal, reforma da Previdência e política, desflorestamento zero, recuperação das bacias hidrográficas, saneamento e resíduos sólidos, apoio ao etanol, agricultura e pecuária de qualidade, silvicultura, ferrovias e transporte fluvial etc., etc. Como o cidadão eleitor poderá distinguir competência e sensatez? Por que a mídia - os jornalistas - apresentam Daciolo, Boulos, Marina e impedem João Amoêdo de contrastá-los?

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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IMPRENSA NO PODER

Minha chapa presidencial independente: para presidente, Ricardo Boechat e para vice, Eliane Cantanhêde. A imprensa no poder! 

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com 

Porto Alegre

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VAQUINHA

A vaquinha para a campanha de Lula chegou a R$ 550 mil, informa o site BR18 do Grupo "Estado". Será que o candidato-presidiário está na lona e sem dinheiro para se autocustear apelando para o conhecido Crowdfunding - vaquinhas virtuais -? E quem paga os honorários do batalhão de advogados que o servem? Será que seus caríssimos defensores resolveram fazer caridade trabalhando de graça em nome da causa da alma mais honesta do País? Vai que cola!

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br  

São Paulo

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LULA

Incrível, não chega Lula ter desgovernado o Brasil, mesmo preso continua a querer prejudicar nossas instituições. 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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COMANDANTE

Os mais renomados marginais comandam da cadeia. E todos obedecem. 

José Sergio Trabbold jsergiotrabbold@hotmail.com   

São Paulo 

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REAJUSTE INDECOROSO

Ao reajustar seus próprios salários em valor incompatível com a atual conjuntura social e econômica do País, o Supremo Tribunal Federal (STF) incorre em intolerável crime de lesa-pátria.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br 

São Paulo

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SÓ PODE SER "ELLE"

O ministro do STF que se irritou com a presidente da Corte, Cármen Lúcia, por se opor ao próprio aumento salarial, só pode ser aquele que afirmou, na mesma sessão, que o Tribunal, por recuperar mais de R$ 1 bilhão de reais à Petrobrás, não teria problema para realocar esses recursos - para o próprio bolso -, ou seja, recuperou de um lado e já perdeu do outro. Pêsames ao ministro petista que se destaca no quesito "quanto pior, melhor". Muda Brasil! 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br 

São Paulo

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AUMENTO NA CONTA DE LUZ

"A tarifa da energia elétrica sobe 14% e novos aumentos são esperados" (13/8, B1). Desde Thomas Edison o lado das trevas não encontrou melhor aliado do que o Brasil de hoje em dia.

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo

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QUATRO VEZES

Seca e subsídios fazem conta de luz subir quatro vezes mais que a inflação no ano. Penduricalhos no Judiciário, Executivo, Legislativo e também na conta de energia. Novo lema para o País: "Brasil, o país dos penduricalhos!"

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br  

São Caetano do Sul

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AGÊNCIAS DE RISCO

Oportuno e sensato, o editorial "A trégua das Agências de Risco", do "Estadão" (13/8, A3) que sugere, no seu parágrafo final, a manutenção no País do câmbio flutuante e do volume de reservas, aspectos até agora pouco considerados nas campanhas eleitorais pelos candidatos à Presidência e por seus economistas assessores. Alerta também para as ameaças de maus parlamentares, vorazes e ansiosos por distribuírem favores fiscais a grupos empresariais aliados, o que agravaria o já preocupante déficit das contas públicas. Seria interessante, porém, abrir espaço em futuras edições para esclarecer o grande público sobre os objetivos das referidas agências, capazes de influir nas orientações das políticas econômicas principalmente dos países emergentes. O que são? A quem servem? Quem as mantém? Quais são seus objetivos? Avaliam também as contas dos desenvolvidos? Afinal, as populações constituem as pontas da cadeia de consequências das suas conclusões.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com 

Rio de Janeiro

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EMPREGADAS DOMÉSTICAS

"Três anos depois da lei, 70% das domésticas estão na informalidade" (12/8, B1-B2). Ora, era óbvio que isto aconteceria! Quando é que os legisladores vão perceber que quanto mais a lei tenta proteger uma categoria, mais a desampara? Quando deram a elas mais regalias, impuseram aos possíveis empregadores encargos maiores. O que era de se imaginar? Menos postos de trabalho com registro em carteira, portanto mais informalidade. Por que engessar este relacionamento patrão x empregado, quando se sabe que a mais forte lei na face da Terra, irrevogável, é a lei de oferta versus procura? Tive e tenho empregados com mais de 30 anos de casa, mas muitos que conheço mudaram o estilo de vida e dispensaram seus empregados por alternativas outras, tipo trocá-las por diaristas, comer fora, cuidar dos serviços sozinhos ou mesmo automatizar mais a casa. E as coitadas perdem o emprego. Enfim, quanto mais interferência do governo, menos as coisas funcionam. Pena que poucos enxerguem isso.

Lucia Mendonça luciamendonca@terra.com.br  

São Paulo 

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FIM DA PICADA

É o fim da picada ou o fim da ferrovia a utilização de pedras inadequadas no leito dos dormentes. A melhor solução é contratar uma empresa estrangeira que tenha experiência no ramo. O Brasil só tem especialistas para projeto de rodovias, devidamente superfaturadas pelos políticos que aprovam a obra, razão principal de por que não é interessante hidrovia e ferrovia, não dá lucro, rouba-se só uma vez. 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br 

São Paulo

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EDUCAÇÃO

Li a reportagem "Três em cada 10 são analfabetos funcionais no País" (6/8, A14) que mostrava um pouco da realidade brasileira. Ela alertava que o número de analfabetos funcionais é bem alto e nos apresentou às dificuldades no cotidiano de uma feirante chamada Olinda, que precisa da ajuda de seu filho no trabalho. O alto índice de analfabetismo se deve a vários motivos, à falta de motivação e interesse de estudantes, à falta de instituições de ensino, à baixa qualidade dos sistemas de ensino, entre outros. A baixa condição de vida de muitas pessoas ajuda também bastante, pois estes se concentram na procura de empregos e não na educação. Outro fato importante que incorpora estes outros motivos, é a falta de investimento na educação do Brasil, pois hoje em dia as pessoas estão se concentrando na reconstrução da economia do País e assim esquecendo-se da educação. Concordo que a economia é bem importante, mas não podemos esquecer que é por meio da formação de um indivíduo, que se consegue ajudar a repensar a economia do País. 

Chiara Gregori karinbpsico@gmail.com 

São Paulo

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SHOW DE MATEMÁTICA

Apesar do triste índice no País, de 38 milhões de brasileiros na condição de analfabetos funcionais, os nossos estudantes deram um show em matemática na Olimpíada Internacional, realizada na Tailândia, onde faturaram 112 medalhas! Importante detalhe: estes medalhistas tupiniquins são de 25 escolas publicas e 11 privadas! Sinal positivo que não faltam talentos do conhecimento no Brasil...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com   

São Carlos

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'A FARRA DOS GUARDANAPOS'

O artigo do Carlos Alberto Di Franco (13/8, A2) é algo que todos os repórteres deveriam ler e ter sempre como mantra a ser seguido. Apenas isso. Quanto ao Brasil, espero estar enganado, mas segundo notícias o Brasil e mais 11 querem investigar o atentado contra Maduro. Simplesmente abominável, se for verdade. Que tal Brasil (leia-se, "otoridades" que o representa) reúna-se com os demais países latinos, inclusive o México, e, lidere uma força - armada ou diplomática - e intervenha na Venezuela devolvendo seu destino ao seu próprio povo. E leve Maduro à Corte Internacional Penal, para que responda pelos crimes que vem cometendo contra seu próprio povo. Chega de hipocrisia ideológica.

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com 

Rio Claro 

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'PROGRAMA SÉRIO TEM DE TER FOCO NA EFICIÊNCIA' 

O que talvez o jornalista Rolf Kuntz (12/8, A2) esteja querendo dizer em seu artigo de (forma acadêmica) é que o País é como uma carroça de burro dirigida por um piloto de fórmula 1, burro, doido e rico, com um bastão de beisebol nas mãos. O primeiro que vai morrer é o burro que puxa a carroça!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 

São Bernardo do Campo

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CLÁUDIO WEBER ABRAMO

Foi com grande pesar que recebi pelo "Estadão" a notícia do falecimento de Cláudio Weber Abramo. Assim como ele, sempre trabalhei com indicadores e trocamos alguns e-mails sobre o assunto anos atrás. É uma perda tremenda para o Brasil, onde ainda engatinhamos em análise crítica de desempenho para formulação e, principalmente, execução de políticas públicas. Abramo trazia ao conhecimento da sociedade e interpretava dados que o setor público ocultava ou, no mínimo, não fazia questão de divulgar. Outro assunto, completamente distinto e do conhecimento de poucos, esteve em pauta naqueles e-mails. Abramo traduziu para o português o maior livro já escrito sobre boxe, relato do combate entre Muhammad Ali e George Foreman: "A Luta", de Norman Mailer.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com 

Goiânia

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HOMENAGEM

Nossas homenagens a Claudio Weber Abramo, morto aos 72. Fundador do "Transparência", Abramo lutou o bom combate contra a corrupção e a picaretagem dos políticos e a favor da ética, transparência das contas públicas, pelo bem do Brasil e do povo brasileiro, com o melhor espírito público e republicano. Aí está um verdadeiro brasileiro digno e de bem, que deu importante contribuição para a melhoria da sociedade e do país. Vai fazer falta. Descanse em paz.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br  

São Paulo

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