Fórum dos leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

22 Agosto 2018 | 03h00

CAMPANHA ELEITORAL

Racionais x incendiários

A propósito das últimas pesquisas eleitorais, relembrar é viver. Em 2010 todos os institutos lacravam o pagodeiro Netinho, do PCdoB, como favorito ao Senado por São Paulo. Abertas as urnas, o eleito, disparado, foi Aloysio Nunes. Em 2014 os mesmos institutos davam Eduardo Suplicy e José Serra como tecnicamente empatados, também para o Senado, até a véspera do pleito. E o tucano deu uma lavada no petista. Ainda em São Paulo, a 60 dias da eleição de 2016 para a Prefeitura, Celso Russomanno era o favorito e João Doria tinha 5%. No fim, este venceu no primeiro turno. Outro fato que berra contra o bom senso: os institutos de pesquisa, que sempre atribuíam a Lula 80% de popularidade, nunca explicaram por que ele não venceu a reeleição no primeiro turno nem fez Dilma vencer na primeira rodada. Agora, preso, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, pesquisas dão Lula como favorito, caso pudesse disputar a eleição, considerando que está impedido. Gigantes da ética como Ciro Nogueira se apressam a apoiá-lo... Petistas apelam aos países que sempre chamaram de imperialistas para tentar um último recurso, nem que seja no tapetão da “ONU”. O mercado se agita. A Bolsa cai e o dólar sobe. Especuladores faturam milhões e o povo paga a conta. A eleição tem até um João Goulart como candidato, mais um fanático cristão, um falastrão que aos 36 anos juntou apenas R$ 15 mil de patrimônio, mas parece ter a solução para tudo, talvez ocupando o que é alheio, que é mais fácil do que trabalhar. Temos também um militar que prega a ordem, mesmo tendo desrespeitado a hierarquia do Exército por insubordinação. Uma ambientalista que ficou calada na tragédia de Mariana (MG). E, por fim, o candidato condenado, impedido pela Lei da Ficha Limpa, que seria o favorito se não se tivesse entregado ao crime. Parece pastelão, mas é a nossa eleição. Agora cabe aos eleitores escrever o fim dessa história. Espero que os racionais vençam os incendiários. O Brasil nunca precisou tanto dos brasileiros que sabem o que significa ter responsabilidade.

SANDRO FERREIRA

sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

O Brasil merece respeito

Muito oportuno o artigo de Fernando Henrique Cardoso no jornal Financial Times. Ele desmistifica o cleptomiurgo de Garanhuns e as mentiras que vêm sendo plantadas pelo lobby petista nos meios de comunicação e em organizações internacionais sobre as instituições brasileiras. Entendo ser esse o grande papel a que FHC se poderia prestar, mais e mais. Ele tem respeito e crédito no mundo inteiro e sua palavra se sobrepõe aos latidos da matilha petista.

ENIO BASILIO RODRIGUES

enio@goconsult.com.br

São Paulo

Pesquisa sem indução

Gostaria que nas pesquisas eleitorais para cargos executivos fosse perguntado: “Em quem você gostaria de votar?”. Dessa forma teríamos a real preferência do eleitor, e não o voto útil que mascara a tendência.

CLÁUDIO RUGGIERO

ruggiero@uol.com.br

Barueri

Tempo de TV

O tempo de TV dado aos candidatos a presidente da República é o resultado de uma aritmética pouco conveniente para os eleitores. Somam-se os tempos destinados às coligações dos candidatos ao Planalto e se rateia proporcionalmente o tempo disponível. Com essa conta temos a distribuição esdrúxula que estamos prestes a assistir, em que um candidato tem mais de seis minutos e outro tem algo próximo de sete segundos. A eleição presidencial deveria ser feita de forma mais equilibrada e esclarecedora, dando a todos os candidatos ao posto o mesmo tempo de TV. Como está, vamos ter novamente um pacote de privilegiados que se submetem a qualquer coisa para ter mais tempo de propaganda e um excêntrico que talvez tenha tanta ou mais competência que o primeiro, eventualmente sem seus vícios. 

SYNVAL RUNHA

srunha@outlook.com

São José dos Campos 

Paciência de Jó

No ano passado, por volta desta mesma época, a imprensa noticiava que 90% dos deputados federais e senadores poderiam não ser reeleitos, grande parte por ilícitos e outros por pífios serviços prestados. Hoje, a menos de dois meses para o pleito, projeções otimistas indicam 40%. O Estado, em seu excelente editorial Nada de novo (20/8, A3), traça um retrato do que nos espera em 7/10, data do primeiro turno das eleições. Dos 513 deputados, ao menos 447 tentarão a reeleição. E 35 senadores dos 54 eleitos em 2010 também não querem perder a mamata. Para manter o foro privilegiado vale tudo e eles têm ao seu alcance um aliado fortíssimo: muito dinheiro – R$ 1,7 bilhão do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, mais R$ 888 milhões do Fundo Partidário, totalizando a bagatela de R$ 2,6 bilhões de recursos públicos, ou seja, do nosso dinheiro, para serem divididos entre as legendas, para sustentar quem nunca fez nada por merecer. Um acinte, um escárnio, no momento delicado que atravessamos. Mas como o dinheiro ainda tem o poder de comprar muita gente, é bem provável que tenhamos de aguardar mais quatro anos, como descreve o editorial, para uma lufada de ar fresco no Congresso Nacional. A esperança é a última que morre, porém este ano ela morreu precocemente.

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Folgados

Conforme deliberação da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em 14/8, ficou estabelecido que os deputados estaduais participem tão somente de uma única sessão semanal até a próxima eleição. Nada mau, pois pouco legislam em favor do povo paulista. Mas que sofram redução salarial correspondente, de 80%.

EMANOEL COCHEN

emanoelcohen090@yahoo.com.br

São Paulo

EM SÃO PAULO

Mais prédios na cidade

É muito difícil entender por que nossas autoridades são pelo adensamento num país com cerca de 8,5 milhões de km2, praticamente plano. Os serviços públicos ficam prejudicados, e muito! Nas melhores cidades europeias, onde os países têm pouca extensão territorial, não se veem tantos prédios altos e tão concentrados. Nos EUA, de extensão semelhante à do Brasil, só a ilha de Manhattan tem densidade parecida com a de São Paulo. Chicago tem prédios altos, mas a concentração é baixa. Alega-se que estender ruas e avenidas, fios e canalização custa caro. Será? Onde está a produtividade do nosso transporte, especialmente o urbano? Como você se sente no trânsito? Não... Não consigo mesmo entender!

LUIZ AUGUSTO CASSEB NAHUZ

luiz.nahuz@gmail.com

São Paulo

APOCALIPSE

A mais recente pesquisa eleitoral Ibope/Estadão/TV Globo mostra que, num cenário em que um presidiário não é apresentado como concorrente, Jair Bolsonaro tem a liderança, seguido pela deusa das matas e pelo cangaciro disputando o segundo lugar. Essa aterradora imagem, pela qual podemos deslumbrar nosso futuro (?), é na verdade um roteiro de filme catástrofe-terror-apocalíptico e, em sã consciência, jamais poderá ser idealizada como uma imagem de esperança para que possamos sair deste enorme abismo moral, ético, político e jurídico em que fomos lançados. Definitivamente, o Brasil está perdido e não encontrará seu rumo tão cedo, se é que um dia (com o povo e os políticos que tem) o encontrará. 

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

ALIENADOS

A estratégia do PT de manter um presidiário como candidato à Presidência da República vai “de vento em popa”. A intenção de voto no criminoso chefe de quadrilha aumenta a cada pesquisa. É inacreditável que exista uma parcela de brasileiros tão alienada. Será que este time de idólatras do atraso e de analfabetos funcionais não tomou conhecimento dos 27,6 milhões de desempregados e subempregados? Não sabem, ou fingem não saber, que essa lamentável situação decorre dos resultados da política econômica petista e da corrupção institucionalizada pelo presidiário de Curitiba, comprovada pelos processos do mensalão e do petrolão? Esta insistência em desrespeitar a lei decorre da sede de poder, cuja finalidade é venezualizar o Brasil. A consequência dessa atitude insana alavanca os índices de intenção de voto em Jair Bolsonaro, que certamente também terá, caso o PT vá para o segundo turno, os votos dos que não desejam um Brasil “comunizado”.

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

CONCLUSÃO POSSÍVEL

Lula na liderança das pesquisas só nos diz uma coisa: “O Brasil não é um país sério”.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

O TAPETE

A publicação feita pelo “Estadão” ontem (21/8, A4) sobre a pesquisa do Ibope indicando que um preso, condenado em segunda instância por decisão judicial colegiada devido aos inúmeros ilícitos que cometeu durante os governos petistas, ainda seria escolhido por 1 em cada 3 brasileiros para voltar a presidir nosso país me faz lembrar a história do tapete. Para quem não a conhece, vou contá-la a seguir. Diz a história que, por ocasião do dilúvio, Noé, acolhendo todos os casais de animais no grande salão da arca que construíra, disse que iria dormir e que todos poderiam se divertir como quisessem no local, mas que preservassem o imenso e maravilhoso tapete que lá existia. Logo após Noé se recolher, uma tempestade fortíssima atingiu a arca, que começou a chacoalhar violentamente, causando pavor em todos os bichos. No dia seguinte, quando Noé voltou ao salão, encontrou o seu tapete em grande parte coberto por excrementos animais, resultantes do medo que eles sentiram durante a borrasca. Ficou furioso, arrancou o tapete sujo do piso do salão e jogou-o ao mar. Alguns milênios depois, mais precisamente no ano de 1.500 d.C., Pedro Álvares Cabral descobriu o tapete. É triste, mas somos obrigados a reconhecer que o discernimento mostrado por uma parcela significativa do nosso povo é simplesmente lamentável.

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

ESTRATÉGIA

Esta semana o vice-procurador-geral eleitoral Humberto Jacques, em ofício ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), declarou que “certo presidiário” é inelegível. É a enésima declaração de autoridades do Judiciário, todas concordes quanto a essa inelegibilidade. Assim, fico perplexo quando vejo todas as pesquisas incluírem o nome desse presidiário em seus prognósticos. Parabéns ao PT, por sua estratégia de manter o nome dele em evidência até o fim dos tempos...

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

POR QUÊ?

Qual a explicação para o apenado ex-presidente Lula constar nas pesquisas?

Jose Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo 

SE É ASSIM...

Agências de pesquisas eleitorais continuam insistindo na opção de incluir Lula como candidato. Sugiro, então, que nas próximas consultas incluam também outras opções com os nomes de Sérgio Moro e FHC.

Sergio A. Monteiro samvilar@uol.com.br

São Paulo

PERFIL DO ELEITOR

O “Estadão” publicou ontem pesquisas encomendadas ao Ibope, com Lula e sem Lula. Delas podemos inferir algumas conclusões. Eleitores de Lula, em sua maioria, são jovens de baixa escolaridade e nordestinos, seu principal reduto eleitoral. A preferência por Jair Bolsonaro é maior entre os homens. Porém, no confronto entre essas duas candidaturas, por essa pesquisa Bolsonaro chegará ao segundo turno em ambas. E a transferência para Fernando Haddad dos votos de Lula, possivelmente, não dará um bom resultado. Vamos agora ver as próximas, após o início da propaganda em rádio e TV.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

O FATOR BOLSONARO

A elite social e econômica do País não está se dando conta de que o voto em Bolsonaro não é racional. Não são suas ideias que boa parte do País conhece e repudia o que atrai seus eleitores. O ex-capitão materializa uma reação de raiva e repulsa contra o establishment que manobrou todas as regras eleitorais para sobreviver à eleição. Bolsonaro é uma granada lançada dentro do sistema político. O eleitor impotente e com muita raiva imagina ter encontrado uma forma de reagir à podridão de Brasília.

José Tadeu Gobbi tadgobbi@uol.com.br

São Paulo

BOLSONARO NA LIDERANÇA

Lembram-se de quando Celso Russomano disparou nas intenções de voto?

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

MELHOR NA LONJURA

O discurso de Jair Bolsonaro é imprudente, impulsivo, desajuizado e superficial. O Brasil precisa de um presidente equilibrado, com capacidade de lidar com os graves problemas que o País enfrenta. O próximo presidente deverá ser habilidoso para aprovar projetos no Congresso de forma a colocar o Brasil no caminho do crescimento, investindo pesado na educação. O bizarro Bolsonaro fica melhor na posição de espectador, criticando de longe o poder.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

SEGUNDO TURNO

Sobre a pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, eu não vejo os analistas tratarem de algo que, para mim, é óbvio. Caso Geraldo Alckmin chegue ao segundo turno contra Bolsonaro ou PT, torna-se imbatível por um entre dois motivos: 1) para quem vota no PT, o fim do mundo seria a vitória de Bolsonaro; 2) para quem vota em Bolsonaro, a vitória do PT seria a reedição do fim do mundo. Em qualquer destes cenários haverá transferência maciça e inevitável de votos para Alckmin. 

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

CRITÉRIO

Pesquisa realizada pelo instituto MDA, que surpreendentemente não considerou um cenário de eleições sem a participação de Lula, aponta o ex-presidente liderando a pesquisa com 37,3% das intenções de voto. Levando em conta que o candidato presidiário, além de estar encarcerado em Curitiba, ainda está inelegível pela Lei da Ficha Limpa, pergunto: qual terá sido o critério aplicado para considerar Lula habilitado a participar do pleito de outubro? 

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

O BRASIL TEM JEITO? 

 

Segundo o último barômetro político Estadão-Ipsos, nada menos que 47% dos entrevistados disseram “aprovar” a maneira como Lula vem “atuando” (!) no País. 51% o “desaprovam”. Temos, assim, quase que um empate meio a meio entre a aprovação e a reprovação do “presodenciável” de São Bernardo do Campo. Só para comparar, João Amoêdo (Partido Novo), empresário de sucesso, com propostas arejadas, visão política e econômica moderna, ficha limpa, sem processo ou condenação contra si, apóstolo da disciplina fiscal, da diminuição dos privilégios, da redução do tamanho do Estado, contra o socialismo e a favor do liberalismo político e da abertura econômica, tem 3% de “aprovação” e 44% de “reprovação”. E aí eu pergunto: o Brasil tem jeito?

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

‘FAKE NEWS’

De nada adianta a campanha contra as “fake news” nas eleições de 2018. Segundo pesquisas de alguns institutos, Lula tem 25,7% das intenções de votos, outros informam 29,6% e, agora, a mais recente aponta 37,3% de intenções de voto para o presidiário. Um famoso instituto de pesquisa passou anos enganando o povo, agora essa prática se dissemina entre outros institutos que querem incutir na cabeça não sei de quem uma pesquisa esdrúxula deste tipo. A quem pretendem enganar? Se essas pesquisas não são “fake News”, por favor, liberem meu passaporte para Marte.

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@hotmail.com

Guarulhos

CRIMINOSOS ELEITOS?

Triste o país que precisa da Justiça para que criminosos não sejam candidatos, pois podem ser eleitos. Dá um desânimo...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

JUSTIÇA OMISSA

Uma pergunta que não quer calar à acovardada Justiça deste país: até quando os senhores nobres ministros e juízes serão humilhados pela defesa de um criminoso condenado em segunda instância e cumprindo pena por corrupção? Será que nós, brasileiros honestos e decentes, somos obrigados a assistir a tudo isso passivamente, até que apareça alguém “com aquilo roxo” e com vergonha na cara para dar um basta em todo este circo armado por esta organização criminosa? A demora para colocar estes delinquentes em seu devido lugar é altamente suspeita e nos faz supor que haja algo muito podre nesta república de bananas. O povo quer conhecer seus reais candidatos, e não ficar assistindo a esta balbúrdia jurídica. 

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

IDENTIFICAÇÃO

A maioria dos eleitores tem escassa escolaridade e se identifica com os candidatos com menos educação. Lula e Bolsonaro representam melhor essa maioria, por falarem sua linguagem e serem por eles mais bem entendidos. Esta seria a melhor explicação para a preferência da maioria dos eleitores pelos candidatos com menos escolaridade. Mentes semelhantes se entendem melhor. Os amigos são sempre parecidos, têm a mesma visão de mundo e se comunicam no mesmo jargão. Pessoas com refinamento cultural se entendem com seus iguais. Ignorantes se entendem com outros ignorantes. 

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

ÍNDICES

Nas pesquisas, os índices de empatia e rejeição. E uma constante fixa: a falta de vergonha dos candidatos e, muito principalmente, dos eleitores.

A.Fernandes standyball@hotmail.com 

São Paulo

INEGEBILIDADE

Até prova contrária, Lula está inelegível e, portanto, os institutos de pesquisas de intenção de voto não poderiam inclui-lo como candidato. Isso afronta a Justiça e confunde o eleitor menos esclarecido. Confundir é a estratégia petista. Depois de conseguir eleger uma “presidenta”, os “petralhas” querem um “presodente”.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

IMAGINEM

Ainda bem que Lula apenas cumpre prisão em Curitiba, sendo assim, o convívio é com visitas, acampamentos nas imediações da prisão, tentativas de soltura via habeas corpus no STF ou até de pedidos da ONU. Pior seria se ele tivesse morrido. Imaginem a senadora Gleisi Hoffman, Fernando Haddad, Lindbergh Farias cometendo suicídio coletivo apenas para poder subir ao mesmo lugar onde Lula estivesse e reclamar com quem de direito ou de plantão pelo direito dele “ressuscitar” e voltar dos mortos para se candidatar a tempo das eleições de 2022...

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

NOTÍCIA FALSA?

Circula nas redes sociais (publicabrasil.com) que a ONU desmascarou o advogado do PT que plantou a notícia de que Lula recebeu apoio político daquela entidade. Com a palavra, o Ministério das Relações Exteriores.

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

INTERFERÊNCIA INDEVIDA

O gaúcho Osvaldo Aranha, que presidiu a primeira Assembleia da ONU em 1947, deve estar se revirando no túmulo depois da recomendação de uma comissão da organização para que o ex-presidente Lula possa ser candidato na próxima eleição presidencial, ignorando o fato de que o Brasil é uma democracia plena dividida em três Poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, independentes entre si, que possui uma Constituição há 30 anos e que todas as condenações resultantes em prisão de políticos e empresários na Operação Lava Jato seguiram o devido processo legal, amplamente acompanhado pela imprensa nacional e estrangeira, e, no caso de Lula, com condenações em primeira e em segunda instâncias, referendadas pelo Supremo Tribunal Federal, cujo colegiado foi na sua maioria nomeado pelos ex-presidentes Lula e Dilma. E que o impedimento dele de participar da eleição advém da Lei da Ficha Limpa, sancionada pelo próprio. Ou seja, trata-se de uma ingerência indevida da ONU no Brasil, sem levar em conta nossa soberania e nossas leis constitucionais. Afinal, existem muitas ditaduras mundo afora com as quais a entidade deveria se preocupar. 

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

SERÁ?

Além de orientar o Poder Judiciário brasileiro, talvez a ONU queira se responsabilizar pela nossa dívida externa!

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

MODÉSTIA

Sobre a matéria “Modéstia de Carter é notícia em era Trump” (20/8, A13), a casa em que mora Jimmy Carter, o digno ex-presidente dos Estados Unidos, deve ser mais simples do que a cela em que repousa o ex-presidente do Brasil, o conhecido Lula.

Fausto Ferraz Filho faustoferraz15@gmail.com

São Paulo

A ELEIÇÃO NO RIO

Pesquisa eleitoral aponta Romário, Eduardo Paes e Garotinho empatados para o governo do Estado do Rio de Janeiro. O eleitor deve estar de brincadeira. Depois reclamam que não muda nada. Um deles, Garotinho, já foi condenado em segunda instância, e se candidata? Como pode? Dos outros, um tem denúncias na Lava Jato e o outro responde a processos. Qual representa mudança? Desculpem-me, mas o carioca não pode reclamar dos governantes que tem. E vai continuar reclamando. Deve ser algum tipo de masoquismo.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro 

A PROPÓSITO...

Morreu um soldado anteontem de apenas 21 anos, em confronto com traficantes no Rio. Que experiência ele tinha para enfrentar bandidos?

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

VIOLÊNCIA NO RIO

No Rio, os traficantes estão tão familiarizados com a violência cotidiana que parecem ter-se acostumado (e aceitado) a ideia da própria morte, sem temor.

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso zaffalon@uol.com.br

Bauru

REPRESENTAÇÃO NO LEGISLATIVO

O “Estadão” de segunda-feira (A4) abordou o assunto do preenchimento e redistribuição de assentos nas Casas Legislativas por deputados federais e estaduais. Assunto muito interessante e importante para o bolso de nós, povo. Isso porque já chega a quantidade absurda de deputados federais, estaduais e até de vereadores chupando a mamata que o povo é obrigado a sustentar. Tem deputados que apenas fazem turismo no Congresso, outros nem chegam ao plenário, e outros dormem no plenário e só assinam proposições impostas pelos ditos líderes. Ao fim, para que tantas “otoridades” improdutivas, como sanguessugas da Nação? Deveriam, sim, é reduzir o número destes chamados representantes do povo, cuja maioria é formada por políticos e politiqueiros, mantidos à nossa custa.

Ubiratan de Oliveira uboss20@yahoo.com.br

São Paulo

LEMBRANDO EÇA DE QUEIROZ

Atenção, atenção, prezados eleitores, outubro está chegando, fiquem ligados e não se esqueçam de que políticos e fraldas precisam ser trocados com regularidade e quase sempre pelo mesmo motivo.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

É O QUE TEMOS HOJE

Por hoje, este é o Brasil que temos: repleto de esperteza, quase nenhum expertise, preguiçoso, desigual, corrupto em todos os níveis, com três poderes que são três fraquezas, mal educado, incapaz de garantir o simples direito de ir e vir, sem saneamento básico e assistência médica, com 13 milhões de desempregados e 30 milhões de analfabetos, com justiça enviesada e leis confusas, com povo insistindo em ser festeiro e risonho (ri de quê?), nada cordial, embora um arrogante intelectual certa vez tivesse afirmado o contrário, e governado desde sempre por elite mentirosa e egoísta. Para onde este amálgama convergirá, se é que o fará, ou irá se pulverizar, com estilhaços para todos os lados, ninguém ousa especular. 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro     

DESCALABRO DO BOLIVARIANISMO

Não é justo que os cidadãos de Roraima, especialmente os de Pacaraima, suportem sós e desamparados a grande população de imigrantes venezuelanos que aqui aporta em busca de alimentos e remédios. Outrossim, também, não é justo que os brasileiros arquem, sem o amparo dos demais países da América do Sul, com os ônus proporcionados pelo incompetente governo de Nicolás Maduro, que, em nome de sua ideologia superada e arcaica, sacrifica o povo venezuelano. Lembremos que Lula da Silva e os lulopetistas nada falam a respeito, mas permanecem silentes ante o descalabro do bolivarianismo, cuja imitação foi bandeira do PT. Resulta, então, que o governo federal precisa agir com mais firmeza e segurança, regulando o número de imigrantes beneficiados e demais necessidades a serem apresentadas, como, aliás, fazem os países da Europa com relação a imigrantes. Não podemos, com efeito, jogar fora o lema de nossa bandeira: ordem na casa.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

REFUGIADOS

Para cada venezuelano fugindo de Maduro, 10 petistas em troca.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

ÚLTIMA CHAMADA

Lula da Silva, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Dilma Rousseff e toda a tigrada petista não pode desconsiderar o “abrigo” que o presidente venezuelano Nicolás Maduro está oferecendo. De “braços abertos”, quer acolher toda a tigrada em seu país. Promete um tratamento digno de “país das maravilhas”. Portanto, não percam essa excelente oportunidade para mudar de vida. É a última chamada. Adeus, PT!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

O APOIO PETISTA

Este problema na fronteira Brasil-Venezuela (Pacaraima), com invasões de venezuelanos, é o resultado da má política posta em prática na Venezuela, e com o apoio de brasileiros petistas. O socialista bolivariano está destruindo o país vizinho e é apoiado pela corrente petista do Brasil. Estão colhendo a safra do que semearam. A safra é péssima, causando este transtorno na fronteira, ignorado pelas autoridades brasileiras responsáveis e criador desta desordem que deixa os nossos concidadãos roraimense desamparados pelo seu próprio país, o Brasil. Uma vergonha imensa que Duque de Caxias nunca passou.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

O CAOS EM RORAIMA

Somos um país onde existem milhões de pessoas abaixo da chamada linha da pobreza. A ONU acaba de nos reclassificar para um nível mais grave nessa questão. Temos mais de 20 milhões de desempregados. O governo federal alega sempre déficit em suas contas. Como, então, vamos atender milhares de imigrantes venezuelanos, haitianos e outros, quando o governo não consegue atender sequer os próprios brasileiros em estado extremamente crítico? Isso seria xenofobia? Os países, em geral, adotam a linha de que “entra quem quiser”? Enquanto Executivo e Judiciário nada fazem, o caos se instala em Roraima e as despesas do governo aumentam para lidar com a situação.

Heitor Vianna P. Filho lagos@araruama.com.br

Araruama (RJ)

INFORMAÇÃO É TUDO

Os venezuelanos que imigram para o Brasil via Roraima e outras ramificações deveriam ser informados do desemprego que grassa entre o povo brasileiro, da sua inflação e da economia em geral. Para Nicolás Maduro, não deixa de ser um alívio se livrar dessa massa de desocupados, que passam a dar problemas aos países que os acolhem. Aos venezuelanos que ainda ficam, devem parodiar o Chapolim Colorado: quem há e nos socorrer?

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

O PACOTE ECONÔMICO DE MADURO

O plano econômico de Nicolás Maduro, de cortar cinco zeros do bolívar, não dará certo porque a estabilidade monetária não acontecerá por ato de vontade do presidente. A hiperinflação ocorre por causa do encarecimento rápido dos produtos, em decorrência do enorme déficit fiscal e da ausência de parâmetros para preços relativos. A desvalorização da moeda ante o dólar, o vertiginoso crescimento do salário mínimo e o aumento da gasolina desorganizarão enormemente a economia, acentuando ainda mais a inflação, que já está completamente fora de controle. O lastro proposto não vai garantir a confiança na moeda. As medidas serão inócuas e a crise política continuará se agravando nos próximos dias, ante o completo fracasso das medidas econômicas adotadas pelo presidente da Venezuela.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

CORTE

Para resolver o problema da Venezuela, não adianta cortar cinco zeros da moeda. Tem de cortar o petismo deles da política e da vida do país.

André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

CRISE VENEZUELANA

Será o fim do regime bolivariano?

Moises Goldstein mg2448@icloud.com

São Paulo

BELO RESULTADO

Medidas de Maduro devem acelerar hiperinflação na Venezuela. Mais um “belo” resultado do “excesso” de democracia reinante na bolivariana Venezuela. Não é mesmo, Gleisi e Lula?

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

NÃO PODEMOS SUCUMBIR

Seja em que espaço for, a interação do homem com o meio ambiente apresenta, de um lado, a realidade inquestionável dos fatos e, de outro, o idealismo que não se conecta com esses fatos, mas é impulsionado pelo dogma do bom mocismo incoerente. É o que presenciamos atualmente com o problema dos refugiados venezuelanos. Independentemente de nosso altruísmo e vontade de ajudar, a realidade é que não temos como fazê-lo. Não há espaço nem recursos suficientes para darmos a todos – brasileiros e venezuelanos – condições dignas de subsistência, e espalhá-los pelo País, mesmo em Estados de melhor situação financeira, não resolve o problema, já que temos vários milhões de brasileiros desempregados ou no subemprego. As medidas tomadas até aqui são um mero paliativo, e não uma solução. Seguimos as ideias de Joaquim Nabuco retratadas no editorial “O preço da procrastinação”: “o pouco serve hoje, o muito amanhã não basta”. E, embora tenham sido usadas como referência à urgente e necessária reforma da Previdência, podem ser também aqui aplicadas, fechando-se as fronteiras do País. Argumenta-se que isso é contra a lei da imigração ou sei lá o quê, que interfere para a aplicação do bom senso. Ora, se uma lei não atende mais às necessidades na mudança de conjuntura de uma sociedade, é simples: muda-se a lei! O que não podemos é sucumbir à inércia da incompetência do país vizinho e à nossa própria.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com

São Paulo

CRISE

E, no país “tecnicamente livre” da mais aguda e severa recessão das últimas décadas, conforme fala o governo Temer, 80% (!) da população diz que foi obrigada a realizar cortes expressivos no orçamento neste primeiro semestre; há quase 62 milhões (!) de consumidores inadimplentes; e o PIB deverá crescer modesto 1,6%...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

CULPA DO PT

A manchete do “Estadão” de segunda-feira (20/8), “Total de inadimplentes no Brasil equivale a uma Itália”, traz como consequência o retrato fiel da desastrosa administração petista sob o comando de Lula. E, como destaca o jornal, são 63,4 milhões de brasileiros (tal qual a população da Itália) que não conseguem pagar suas contas, incluindo as de água e luz. Reflexo do triste legado deixado pelo PT, de 13 milhões de desempregados e de outros milhões de subocupados pelo País. Porém, para nós, brasileiros que nos preocupamos com esta nação, é desolador perceber que este presidiário inelegível, mesmo assim, é líder nas pesquisas para o pleito deste ano. E os que dizem votar em Lula não são argentinos, chilenos, bolivianos, uruguaios, etc., infelizmente, são quase 40% dos eleitores brasileiros. Uma desgraça! 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

PIOR DO QUE ESTÁ...

Segundo o noticiário, cerca de 1/3 da população brasileira, mais de 60 milhões de cidadãos, estão inadimplentes, até pela caótica – para não dizer desesperadora – situação econômica que o País atravessa. Cá entre nós, é triste dizer, mas o restante deste 1/3 está na iminência de perder aquela ocupação que costumávamos chamar de “emprego”. Sem ironia, por favor!

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

PARA REDUZIR A INADIMPLÊNCIA

Há, hoje, 60 milhões de inadimplentes no Brasil. Ciro Gomes tem razão: algo tem de ser feito. Obviamente que, em relação aos devedores de quantias enormes e aqueles em que ficar patente a intenção de fraude, o que irei falar não se aplica. Também é óbvio que, não só para os devedores e mercado, mas também para bancos e credores em geral, a pressão e o valor agregado de recuperar essas dívidas é enorme. Cabe, aqui, ressaltar uma diferença: os bancos aplicaram a todos os empréstimos um spread quatro vezes maior do que a média mundial, ou seja, já levaram em conta um porcentual muito elevado de inadimplência. O que não ocorre com os demais credores. E isso tem de ser levado em conta quando se fala de um plano coletivo para reduzir significativamente a inadimplência. Quais as ferramentas disponíveis, que eu sugeriria, para os acertos entre credor e devedor? Cobrar somente o principal, isentando pelo menos de juros e eventualmente também de correção monetária, parcelar por até cinco anos aplicando juros de 1% ao mês sem correção monetária, conceder carência (em alguns casos); conceder descontos distintos sobre o que for pago à vista, o que for pago no primeiro semestre, no primeiro ano e em dia para os demais anos; aceitar como forma de pagamento ativos, parte dos salários, da aposentadoria e de outras rendas. Qual a parte do governo? Emprestar aos credores não bancários a juros de 1% ao mês o mesmo valor que eles emprestarem aos seus devedores. E a juros de 0,5% ao mês por dois anos o mesmo valor que eles aceitarem ativos como forma de pagamento. Além disso, todos os empréstimos bancários a pessoas físicas devem ser revistos, reduzindo as taxas a no máximo 2% ao mês, considerando a redução da inadimplência no mercado em geral. Isso não se aplica com relação aos empréstimos às empresas e aos devedores de quantias superiores a R$ 500 mil (ou outro valor de corte) de principal para os quais deve existir um critério alternativo de redução de custo do financiamento. Em paralelo, abrir o mercado aos bancos do exterior.  

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

‘MALHA FINA’

Meu pai tem 104 anos, é lúcido, mas tem muitas despesas com cuidadoras, médicos, remédios e demais profissionais que atendem suas necessidades. Sou eu que cuido de seu Imposto de Renda há anos. Meu apelido é “malha fina”, obviamente porque quase todo ano sou obrigado a ir à Receita Federal apresentar os recibos das suas despesas médicas. Será que não há nenhum funcionário da Fazenda Nacional que possa entender que idosos centenários têm esse tipo de gastos acima da média? Que deve haver trabalhos mais nobres a serem feitos, como, por exemplo, verificar no Imposto de Renda de advogados de políticos envolvidos na Lava Jato se recebem honorários com dinheiro de origem limpa?

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro 

  

EDUCAÇÃO

Sr. José Goldemberg, cumprimentos pelo resumo da educação no Brasil (“O desempenho escolar no Brasil”, 20/8, A2), e parabéns com louvor pela sua formação e pelo seu currículo: invejáveis! Mas o sr. foi ministro da Educação, por que não mudou esta situação?

Clézio Donizete Goulart cleziogoulart@gmail.com

São Paulo

OTÁVIO FRIAS FILHO

Lamenta-se a morte prematura de Otávio Frias Filho por doença insidiosa. Na morte se perdoa tudo ou quase de ter transformado um grande jornal num antro de esquerda, pois da leitura de muitas matérias assinadas se notou seu empenho de influir em transformar o País numa ditadura do proletariado à Gramsci, pelo qual nutria discreta admiração. Que descanse em paz e talvez, se puder ver algo de cima, terá o desgosto de observar fracassado seu projeto político. Quem comenta é quem foi assinante por muitos anos do jornal comandado pelo jornalista pranteado.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

 

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