Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

26 Agosto 2018 | 03h00

JUSTIÇA NA POLÍTICA

Pantomima

João Doria perde direitos políticos por um slogan e Dilma Rousseff, com o mandato cassado, tem os direitos políticos mantidos. E ainda se discute se Lula pode ou não ser eleito. Teatro do absurdo. Pantomima. Os servidores públicos (sim, juízes) estão alucinados?! Pobre País. 

OSCAR MULLER

oscarmuller2211@gmail.com

São Paulo

Improbidade administrativa

Não vou votar no Doria, uma razão a mais para me sentir confortável para comentar essa história de ele estar com problemas com a Justiça, acusado de improbidade administrativa por usar o slogan “Cidade Linda”. Para mim, uma frescura de operadores do Direito. Estão barrando pintinhos, enquanto as galinhas adultas voam por cima da cabeça deles. Temos muitos problemas de difícil solução, que todos conhecemos, como roubo, corrupção, nepotismo, clientelismo, privilégios e mais uma centena deles, e o uso de símbolos não figura nas nossas prioridades. Juízes e promotores precisam trabalhar sério.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

Candidato fake

O Brasil deve ser o único país do mundo onde um condenado devidamente preso se torna candidato a presidente (mesmo estando inelegível por conta de uma lei sancionada por ele próprio), transforma sua cela em escritório político VIP (sem custo algum e com direito a segurança privilegiada), debocha do Judiciário e do Ministério Público (que nada fazem), tumultua as eleições e ainda aparece em pesquisas eleitorais, em vergonhosa conduta de institutos e imprensa em geral. Nestes tempos que correm, deve constranger dizer-se brasileiro no exterior.

MILTON CÓRDOVA JÚNIOR

milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

Pesquisas na mídia

Como entender um país onde um ex-presidente que foi julgado e condenado em segunda instância, dentro da lei, continue tumultuando – ele e seus seguidores – e ainda consiga que a mídia em geral fale o seu nome, aponte saídas na lei e publique números absurdos de pesquisas – ou será que temos mesmo milhões de analfabetos e ignorantes que não acompanham a situação em que ficou o País depois de 13 anos de governo PT/Lula/Dilma? Difícil de acreditar.

VITOR DE JESUS

vitordejesus@uol.com.br

São Paulo

Visão deturpada

Acostumado a ver mandantes do CV e do PCC dando ordens de dentro das prisões, não me surpreende ver mandante do PT fazer o mesmo.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

A ‘ideia’ 

Pelas últimas pesquisas, Lula vale mais preso do que solto. Que continue assim.

LUIZ FRID 

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Chapada

Todos sabem que o sr. Lula é inelegível, no entanto, institutos de pesquisas insistem em divulgar amostras com ele e sem ele. O culpado por essa aberração tem nome, endereço e atende pelo nome de Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao deixar a presidência do TSE, o ministro Luiz Fux foi claro: trata-se de inelegibilidade “chapada”, ou seja, evidente e notória. A Justiça Eleitoral deve impedir pesquisas e propaganda de candidatos inelegíveis e coibir qualquer ilusão de que tais candidatos possam concorrer às eleições. O ministro Luís Roberto Barroso, vice-presidente do TSE e relator do registro dessa abusiva candidatura, pode decidir sozinho e suspender a campanha para impedir que Lula apareça na TV e em pesquisas. Barroso disse que vai fazer tudo direitinho. Espero que esse “direitinho” não seja seguir o rito do julgamento que pode ir até 17 de setembro e decida essa questão pra ontem, pois dia 1.º começa o horário “gratuito” na TV e, aí, para tirar a alma mais honesta do mundo da telinha vai ser um deus nos acuda. Pra que procrastinar e deixar o circo pegar fogo, se Sua Excelência pode decidir de imediato? Lembre-se do ditado popular “antes que o mal cresça, corta-se-lhe a cabeça”. 

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

‘Elle’ é mais esperto

Enquanto os ministros do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal ficam cheios de dedos com o demiurgo presidiário Lula da Silva, elle mostra ser muito mais esperto e ágil. Resolveu, independentemente da solução que vier, participar da campanha eleitoral com programas gravados antes da sua prisão. Pelo andar da carruagem, elle vai conseguir o que pretende, que é deixar os ministros das Cortes Superiores com cara de paisagem. Esse é o Brasil que não queremos!

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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PENDURICALHOS

Pra eles não falta

É inaceitável que juízes, ministros do Judiciário e membros do Ministério Público recebam em média R$ 5.800 mensais em auxílios, os chamados penduricalhos, que não fazem parte de seus já altos salários e violam o teto constitucional. Típico de país subdesenvolvido, de Terceiro Mundo, onde prevalece o mais baixo corporativismo e grupos de poder usam Estado e dinheiro público em benefício próprio, em detrimento da sociedade, sobretudo dos mais pobres. No Brasil faltam verbas para escola, hospital, creche, professor, médico, mas sobram para mordomias e privilégios de poucos que vivem num país de faz de conta. Até quando vamos aceitar passivamente esse tipo de inversão de valores e prioridades?

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Quebra de paradigmas

Qualquer empresa com problemas de caixa reduz as despesas com pessoal, escolhendo para demitir os menos produtivos, cortando prêmios, etc. Acontece que ninguém ousa abordar os sanguessugas da sociedade – de todos os cidadãos, pobres nunca empregados, desempregados, mal remunerados, aposentados, etc. Foi publicado que o número de funcionários não concursados chega a 700 mil. Os penduricalhos são acusados na mídia. Juízes, os funcionários públicos mais bem remunerados, se concedem aumentos e certamente ameaçam congressistas que ousem desaprová-los. Então, é necessária uma verdadeira quebra de paradigmas no comportamento dos eleitores. Só os cidadãos eleitores responsáveis podem induzi-la.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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“Estamos perdendo no campo econômico e, dia a dia, perdendo a batalha da segurança. Mas a maior perda é a da esperança. Diante do quadro que se apresenta, como ter esperança?”

  

CARLOS E. V. DE AZEVEDO / SÃO PAULO, SOBRE AS PERSPECTIVAS ELEITORAIS

mastercarlos2010@gmail.com

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“O PT quer salvar o partido e Lula quer salvar a própria pele. Mas no fim salve-se quem puder”

EDUARDO AUGUSTO DELGADO FILHO / CAMPINAS, IDEM

eadelgadofilho@gmail.com

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DECISÃO IMPORTANTE

Em breve teremos de tomar uma decisão muito importante, que, se bem-sucedida, poderá mudar e melhorar a vida dos cidadãos. Falo das eleições majoritárias em 7 de outubro. No que se refere aos candidatos, todos têm a receita para arrumar o País, mas ninguém diz como. Uma frase solta ali, outra acolá, a fim de atrair o voto deste ou daquele eleitor. O que se vê no dia a dia é um candidato querendo desgastar o outro. Fora essa guerra midiática, o eleitor continua sem saber em quem votar, basta ver também o índice de votos em branco e nulos. Toda essa dificuldade em traduzir ao eleitor os reais problemas e suas soluções deixa o eleitor confuso. Cada candidato assinala um item do que poderá fazer, porém na prática a teoria é outra. Todos prometem criar empregos e esbarram no “como”. Se fosse simples criar emprego, o governo atual não teria criado? Não é preciso ser nenhum economista para saber que, para criar empregos, é preciso investimento, é preciso dinheiro. E como acreditar em mudança se até agora o que vimos foram assaltos aos cofres públicos, mentiras para atrair votos e o País mergulhado numa crise sem precedentes, com presidenciáveis sem a menor condição de mudar o “status quo”? E por quê? Porque o maior entrave hoje é o Congresso Nacional, que só faz o que lhe convém, e no momento a preocupação dos parlamentares é garantir o foro privilegiado. O Brasil? Ora, o Brasil.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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O CONGRESSO E A DEMOCRACIA

Numa real democracia, o Congresso defende os interesses e direitos dos cidadãos e os cidadãos controlam que o faça. Aqui se elegem “nobres” que se locupletam e ninguém acusa uma imoralidade, anormalidade. Pergunto: qual candidato a presidente, governador, senador ou deputado proclama que acabará com esta criminalidade? Candidato à reeleição com certeza não, pois é no mínimo conivente. Conclusão: o Brasil é uma massa acéfala sendo devorada por eleitos.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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PARA QUEM SABE LER

A cultura nacional, em muitos aspectos, aponta para mudança “desde que não mude nada”. Na maioria das vezes, é isso que acontece na política quando se pretende renovação mas, após os resultados, o que se vê são os mesmos voltando, continuando, no máximo sendo trocados por parentes, etc. Fala-se muito por aí na necessidade de o País ser passado a limpo, de acabar com a corrupção, mudar as leis, entretanto, com o início do processo eleitoral, oportunidade para que a vida da maioria da população melhore, de verdade, tem-se uma forte tendência à abstenção, ao voto nulo, em branco, enfim, à indiferença e pouca importância pelo pleito. Aí, os corruptos, antipatriotas, políticos inescrupulosos que defendem os interesses pessoais bem acima de tudo e torram o dinheiro público sem o menor pudor são (re)eleitos com o que “sobrou” nas urnas. Se existem motivos e responsáveis pelo que vem acontecendo no Brasil nas últimas décadas, estes são “os analfabetos políticos que não ouvem, não falam nem participam dos acontecimentos. Eles não sabem o custo de vida”, como dizem que Bertold Brecht um dia escreveu.

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

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O CAMINHO DO VOTO

Muito se tem comentado sobre a mínima chance de, nas condições atuais da economia, da política e da Justiça, o Brasil  passar a “dar certo”, mesmo no longo prazo. Rápida análise abrangendo um horizonte temporal regressivo mostra que o País, na verdade, nunca entrou nos trilhos desde a atabalhoada proclamação da República, a 15 de novembro de 1889, com participação nula do povo, quase pego de surpresa. De lá para cá, tivemos 7 Constituições, 6 dissoluções do Congresso, 12 estados de sítio, 2 presidentes impedidos de tomar posse, outros 2 que renunciaram, 2 longas ditaduras, 2 impeachments, várias censuras à imprensa e um grande número de cassações e exílios, entre outros acontecimentos insólitos. É provável, então, que o surgimento de dias melhores dependa ainda de transformações importantes que, espera-se, sejam materializadas lentamente ao longo de várias décadas futuras, através do voto. Qualquer outro caminho acrescentará mais um item à lamentável lista acima delineada.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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COMO FARÃO?

Acompanho pela mídia impressa e televisiva as promessas dos candidatos à Presidência da República. Dizem que irão acelerar a economia com investimentos e que conseguirão reduzir de forma significativa o desemprego, que hoje atinge acima de 13 milhões de pessoas - isso só aqueles que estão procurando emprego, fora aqueles que perderam a esperança. Infelizmente, eles não explicam como o farão, pois até seus assessores econômicos se perder na tentativa de explicar. Não devemos desistir votando em branco, devemos exercer a democracia votando naquele que mais se aproxima da realidade atual do Brasil, e não acreditar em promessas absurdas.

Alexsandro Gonsales agonsalesadm@gmail.com

São Paulo

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O  (IN)SUCESSO DOS PRESIDENCIÁVEIS

O poder político só pode implementar com sucesso um plano para a Nação se tiver o apoio dos formadores de opinião, bem como os meios e a capacidade para se adaptar ao sistema político vigente. É notório que nenhum dos candidatos a presidente possui as condições necessárias para unir o País e tornar  exequíveis os seus bons propósitos. Não é suficiente ganhar as eleições, é preciso ter a governabilidade. O regime militar desmoronou quando deixou  de contar com o apoio da grande mídia, das igrejas, da OAB, dos intelectuais e dos políticos que referendaram o golpe cívico-militar de 1964.

Paulo  Marcos Gomes Lustoza pmlustoz@gmail.com

Rio  de Janeiro

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TRISTE REALIDADE

“Eu não tenho em quem votar... É por isso que eu moro na rua.”

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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O CIRCO CHEGOU

Como um enredo sempre repetido a cada quatro anos, novamente o circo está armado. De um lado, os que sempre foram criadores das dificuldades, agora vendendo facilidades e felicidades. Como magia, transformam o pesadelo de milhões de brasileiros inocentes em votos apenas para atingirem seus objetivos, sem nenhuma ideologia ou espírito cristão, pois não se importam com o sofrimento do povo, querem se perpetuar no poder, viver como senhores feudais do novo milênio. Como mágicos, eles sempre têm um truque para fazer o que desejam e iludir o povo, que sempre vem com a mesma fantasia e parece que nunca aprende o grande truque de transformar sonhos impossíveis em mandatos. Quem sabe um dia o palhaço aprenda a votar e deixe de levar tortas na cara, porque enquanto isso não acontecer ele apenas serve de motivo de risos e piadas. E o eleitor, o que é? É aquele que leva um pontapé.

Manoel José Rodrigues manoel.poeta@hotmail.com

Alvorada do Sul (PR)

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GUARDE DISTÂNCIA!

Brasil! Perigo! Área de guerra! Fique longe! Saídas de emergência: aeroportos, portos, rodoviárias. De carro, bicicleta, a pé. Fronteiras: Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela (não recomendável), Guiana, Suriname, Guiana Francesa e 8,5 mil quilômetros de Oceano Atlântico.

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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URNAS DUVIDOSAS

Estou muito apreensiva quanto à credibilidade do processo eleitoral com as atuais urnas eletrônicas. Elas foram substituídas em cima da hora, antes do segundo turno das últimas eleições, com vitória do PT e da ex-presidente Dilma Rousseff. Também não houve justificativa para esse investimento e ação do governo, na época, e estas também não foram testadas. Sei que qualquer programador mal intencionado, mas bem pago, pode desenvolver um programa que some os votos favorecendo o número 13, por exemplo. Então as mesmas urnas continuam lá, prontas para as próximas eleições. Mas tenho dúvidas se estas foram apropriadamente testadas e se existirá mecanismo seguro para que os resultados possam ser futuramente auditados.

Silvia Rebouças P. de Almeida silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo

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LUZ NO FIM DO TÚNEL

Não podemos perder a esperança em muitos casos do cotidiano. Os números conversam quase nada com a realidade. O dia a dia dos brasileiros hoje está completamente tomado por uma sombra: quem ainda não perdeu o emprego está cada vez com mais medo de perdê-lo. Enquanto os candidatos, agora em plena campanha, discursam sobre teorias e reflexões políticas, a rua mostra um cenário apavorante, como também pesquisas sobre emprego e desemprego. A política brasileira clama por mudanças drásticas. Não há mais como esta classe de governantes e postulantes aos cargos se manter tão distante da realidade do povo que está em sua maioria no desalento. 13,2 milhões de desempregados no número “oficial”, mais de 27 milhões na informalidade e no subemprego. E a escassez e a insegurança financeira estão presentes em todos os lares - claro, sem pensar na classe A (porque até a classe B sente o medo corroendo horas de sono). Em um ano, o País perdeu quase 500 mil vagas de trabalho. A informalidade abraça quem está trabalhando sem carteira assinada no setor privado, empregados domésticos que não têm seus direitos garantidos, nem aqueles que exercem atividades que, em tempos normais, precisariam de CNPJ (ou seja, a abertura de empresas formais). Como isso aparece no nosso dia a dia real? É aquele parente dirigindo para os aplicativos do tipo Uber para “completar a renda”; é a ex-colega de trabalho que começou a vender bolos e bombons caseiros; sem contar aquele conhecido que está em casa, absolutamente perdido, sem saber o que fazer. Entre os que “ainda” têm emprego, a sombra da faca no pescoço é real. É só andar nas ruas para perceber a quantidade enorme de imóveis comerciais fechados, com placas de “aluga-se” ou “vende-se” na porta. Cada empresa que baixou as portas carrega consigo histórias tristes, de muitos futuros incertos. Enquanto as pessoas contavam que o pior da crise tinha terminado com o ano de 2017, ninguém poderia imaginar que, infelizmente, tudo pode piorar, dependendo de quem será eleito novo presidente. A esperança continua, aconteça o que acontecer em outubro próximo nas urnas.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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RENOVAÇÃO POLÍTICA

Lula presidente, Dilma senadora e Aécio deputado! Dá para entender? Minas lidera a sacanagem.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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A VOLTA DA CAMPANHA NO CORPO-A-CORPO

Ressurgem as recepções em aeroportos, as concentrações e as caminhadas, quando o candidato é literalmente carregado nos braços dos seus apoiadores e encerra a festa com um discurso. Com isso, Jair Bolsonaro, o líder das pesquisas entre os candidatos viáveis à Presidência, vai compensando o pouco horário que terá na propaganda no rádio e na TV. Gravadas, as festas vão para as redes sociais e os aplicativos de internet. No passado, comícios e concentrações foram o principal das campanhas. Até as últimas eleições, a primazia era atribuída ao rádio e à TV. Agora, ainda não se sabe qual será o peso da internet, que hoje está presente em 306 milhões de dispositivos móveis - smartphones, notebooks e tablets - e em toda a rede de computadores fixos. O corpo-a-corpo para exposição na rede pode se converter em grande ferramenta. Os adversários de Bolsonaro que se cuidem.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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IGNORÂNCIA

Jair Bolsonaro não vai mais participar de nenhum debate eleitoral. Fica claro que até ele reconhece seu despreparo para o cargo. Não tem planos nem projetos para um Brasil atualmente tão necessitado de soluções urgentes.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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CONDENADOS

A possibilidade de evitar a participação em debates mostra que o candidato Bolsonaro teme perder votos com suas declarações estapafúrdias. Mas não foi em debates que ele se posicionou como racista ou agressivo à moral de uma legisladora, motivando processos judiciais que podem interferir em sua candidatura, levando em conta a possibilidade de ser condenado judicialmente. Como se constata, não é apenas a candidatura do ex-presidente Lula que está correndo riscos.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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FÍSICA QUÂNTICA E POLÍTICA NACIONAL

Como entender o resultado das últimas pesquisas sobre as preferências do eleitorado no primeiro e no segundo turnos da próxima eleição? Utilizando uma conhecida metáfora da Física Quântica. Matéria e antimatéria são semelhantes, não fosse pelo fato de apresentarem cargas elétricas opostas. Quando se encontram, se desfazem, transformando-se em energia. Lula não tem sido capaz de fazer Fernando Haddad decolar. Mas seus movimentos têm invariavelmente propulsionado a candidatura anti-Lula de Jair Bolsonaro. No segundo turno, quando o embate pró e anti Lula já terá ocorrido e, não havendo mais um candidato de Lula nesta fase, a candidatura Bolsonaro aparentemente também se desintegrará, energizando aquela com a qual irá competir. 

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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INGENUIDADE

Fernando Haddad foi eleito prefeito de São Paulo graças, em grande parte, à sua promessa de acabar com a inspeção veicular. Mesmo quem não tinha carro votou nele, já que um dia poderia tê-lo. Com a promessa de Jair Bolsonaro de revogar o estatuto do desarmamento está acontecendo algo semelhante. Muita gente que não tem condição monetária e, principalmente, psicológica para possuir uma arma manifesta apoio ao truculento personagem por causa dessa promessa. Será que as pessoas são tão ingênuas a ponto de imaginar, numa grande cidade, um monte de gente com as calças caindo por causa do peso de seu armamento? Será que pensam que armas são algo como celulares, com inúmeras utilidades? Botem estas cabecinhas vazias para pensar, minha gente, afinal, o que está ruim sempre pode piorar.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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RISCO NA ECONOMIA

Com o mercado muito preocupado com o cenário eleitoral, já que o seu candidato preferido, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), continua em 4.º lugar nas pesquisas divulgadas para o Planalto, pelo Ibope e o Datafolha, e vendo um despreparado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) que se mantém cristalizado na liderança (contando que Lula, inelegível, é carta fora do baralho), o dólar sobe muito e chega a R$ 4,12. Além desta, outra preocupação do mercado é com o Banco Central norte-americano indicando que os juros por lá devem subir. E, por fim, com a situação delicada em que se encontra o presidente Donald Trump, que tem seus ex-assessores condenados e com delação correndo solta contra irregularidades graves supostamente praticadas pelo presidente dos EUA, que até pode sofrer impeachment.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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SEM FREIOS

Pelo andar da carruagem, o dólar chega a R$ 5 até o fim do ano!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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A LÓGICA DE MUITOS

Lula e Dilma destruíram a floresta e entregaram a madeira de graça para a construção de casas aos menos favorecidos. Aí assumiu Temer (ou poderia ter sido qualquer outro) e as pessoas começaram a culpá-lo pois não conseguem se alimentar, já que o solo ficou árido para plantar e a caça desapareceu. Longe de defender Temer, apenas comento a lógica (ou falta de) usada por grande parcela da população.

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

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O GRANDE CULPADO

Ninguém governou o Brasil mais tempo do que o PT. Nenhum partido é mais responsável pela nossa situação do que ele.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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INTENÇÃO DE VOTOS

O “Datafoice” tem uma única missão em suas “pesquisas” de intenção de votos, tabuladas com o inestimável auxílio de uma calculadora paraguaia comprada numa banca de camelô: dizer que Jair Bolsonaro não ganha. Assim como o Supremo Tribunal Federal (STF) “cumpanhêrú” de togas petistas indicadas por compadrio por Lula e Dilma, que tudo fará para soltar Lula e impugnar Bolsonaro, ambos brincam com o fogo, uma revolta popular, e, assim como ambos, também não têm mais credibilidade e são desprezados pelas pessoas normais.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

Sao Carlos

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PESQUISAS ELEITORAIS

39% votariam em Lula?! “Eçajente” não tem mesmo vergonha na cara...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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LULA NÃO SERÁ CANDIDATO

De acordo com a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135, de 4/6/2010), Lula, criminoso, condenado por um órgão colegiado pela prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, não pode concorrer a cargo eletivo. Portanto, a organização criminosa, conforme ficou conhecido nacionalmente o Partido dos Trabalhadores, sempre coligado com siglas partidárias marxistas, terá de adiar por oito anos, no mínimo, após o cumprimento da pena, a pretensão de ter o ladravaz novamente concorrendo ao cargo de presidente. Quem durante 13 anos semeou e enalteceu a implantação do comunismo no Brasil tem de ser banido definitivamente das opções políticas nacionais.

Roberto Delalibera rdelalibera@gmail.com

Londrina (PR)

CULPA DO JUDICIÁRIO

Se o Brasil não mudar a partir de 2019, a culpa é do Poder Judiciário, que permitiu que um preso, condenado a 12 anos e 1 mês de reclusão por corrupção e lavagem de dinheiro, enquadrado nos critérios de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa, tivesse a mesma visibilidade na mídia permitida aos demais candidatos aprovados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para concorrer à Presidência da República nas eleições de 2018.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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INELEGÍVEL

Considerando que o condenado Luiz Inácio Lula da Silva sofre de amnésia, acreditando que pode ser eleito, lembro que em 4 de junho de 2010 um presidente da República de nome Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei Complementar 135, alterando o artigo 1.º, inciso I, “e” da Lei Complementar 64/1990, que passou a ter a seguinte redação: “São inelegíveis para qualquer cargo os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena, pelos crimes (...)”. Dentre os crimes previstos estão o de lavagem de dinheiro e corrupção passiva - caso do condenado. Se entendi bem, o condenado Lula não admite que os efeitos de uma lei sancionada pelo presidente Lula lhe alcancem. Só vale para os outros.

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

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NÃO CONSIGO ENTENDER

Para ser presidente da República é exigida a idade mínima de 35 anos, ser brasileiro, pertencer a um partido político, entre outras coisas. Caso ocorra alguma inscrição que não preencha os requisitos básicos previstos em lei, parece-me claro que ela seria liminarmente recusada, sem a necessidade de alguém contestá-la, de ela ser distribuída a um juiz relator, de ser o pretenso candidato intimado a apresentar em sete dias corridos uma “defesa” e a matéria ir a julgamento pelo TSE. O que não consigo entender é por que no caso do ex-presidente, que não preenche um dos requisitos básicos, a candidatura não foi liminarmente recusada? Ela simplesmente não existe e, sendo assim, não há substituição de candidato. Começou mal a ministra Rosa Weber.

Carlos Brancante carlos@brancante.com.br

São Paulo

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ESPAÇO NA IMPRENSA

De um modo geral, o comportamento da imprensa está insuportável, completamente desvirtuado da sua nobre missão de levar as informações dos fatos ao público de um modo geral, e não de usar a maioria do seu tempo e espaço para fazer divulgação de um presidiário cumprindo condenação por corrupção e com muita vontade de voltar ao poder para surrupiar o restante que ainda sobrou nos cofres públicos. Por que, em vez de dar-lhe tanto espaço publicitário, não o estende aos candidatos legalmente inscritos para divulgar as suas metas de governo?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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IMPRENSA INGÊNUA?

A imprensa brasileira - a séria -, sempre busca trazer para a opinião pública fatos e opiniões. Ao noticiar - antes de opinar -, busca isenção no dever de “iluminar a cena”, nos dizeres do professor Carlos Alberto Di Franco. Ocorre que tem dado muito destaque a qualquer movimento em torno do ex-presidente preso. Os militantes de seu partido, pois são mais que simpatizantes, seguem orientações de um gênio do mal e geram um tal volume de fatos, opiniões, discussões e declarações à imprensa, resultando em que a cena política não está iluminada, mas manipulada. Neste caso, os órgãos de imprensa - generalizando os veículos de comunicação - não estariam sendo ingênuos, fazendo exatamente o papel que os líderes deste partido querem? Deixar o nome dele sempre em evidência, aumentando a percepção de que é vítima, “coitadinho”? Além de menosprezar leis - o preso faz de sua cela seu centro de comunicação e gerência da militância -, agora manipulam a imprensa de uma forma pouco percebida, afinal geram fatos que a imprensa divulga.

Luis Tadeu Dix tadix@terra.com.br

São Paulo

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NOSSO PAÍS NÃO MERECE ISSO

Não é só o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que está indignado com as manobras do ex-presidente Lula e o PT para que ele consigna driblar a Lei da Ficha Limpa, que ele próprio sancionou quando ainda presidente. Foram e estão sendo tantas as chicanas que causa espécie que o Poder Judiciário ainda não tenha posto fim neste verdadeiro espetáculo circense. Seria interessante o Poder Judiciário informar, ainda que em valores aproximados, quanto o País vem gastando de verba pública para atender ao “jus sperniandi” do ex-presidente, com as horas trabalhadas pelos servidores públicos e as despesas de materiais correlatas. Os valores das horas trabalhadas pelos juízes, desembargadores e ministros dos tribunais do País e demais servidores envolvidos nesta empreitada de recursos tipo rosca sem fim. E, ainda, não satisfeitos, seus defensores envolveram um órgão da ONU neste espetáculo degradante, por meio do Comitê de Direitos Humanos, onde alguns de seus membros puserem os pés pelas mãos e serviram para que os petistas nos envergonhassem mais ainda. O ex-ministro do Exterior do governo Lula Celso Amorim, diplomata, declarou que se o Brasil não atendesse àquela esdrúxula recomendação poderia ser considerado um país paria. Ora paria é a denominação da classe social mais baixa da Índia, que está à margem da sociedade, excluído do convívio social. Fiquei imaginando quais seriam as condições de paria para um país. A expulsão da ONU? A “Coluna do “Estadão” de 23/8 veio em nosso socorro, ao esclarecer que a “decisão” do tal comitê não vale nem como recomendação e muito menos tem valor jurídico, uma vez que o governo Dilma Rousseff não deu continuidade à tramitação do Protocolo Adicional ao Pacto de Direitos Civis e Políticos, sendo mais um entre os 300 engavetados naquele governo. E o governo tinha, na época, um assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República. Sem dúvida, o Brasil não merece ser enxovalhado dessa maneira.

Gilberto Pacini  benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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MISTIFICAÇÃO

Segue a democracia do Brasil com as instituições cumprindo seu dever constitucional de processar e julgar cidadãos ou agentes públicos que infringiram normas, como ditam as regras da Constituição e das leis penais. O reclamão e condenado - ora mistificado, como bem resumiu o editorial do “Estadão” de 23/8 (A3) - a cumprir pena confia na Justiça de seu país, tanto que, tendo chances de pedir asilo em qualquer escritório de embaixadas, optou por se entregar na sede do sindicato dos metalúrgicos, em  dia e hora pré-agendados, cumprindo as formalidades da lei, aceitando tudo o que fora prescrito em sentença condenatória. Ciente de que seu legítimo direito de defesa, não convenceu magistrados pela ausência de contraprovas ao arcabouço probatório instruído pelo Ministério Público Federal, reconhecendo haver falhas nas ponderações argumentativas de sua aguerrida, porém fraca, defesa. Mas o substantivo “golpe” (derivação: sentido figurado) soa melhor e ameniza a dor, o constrangimento da pena atribuída a si. O processamento, com áudios e vídeos enfim, tudo transmitido em tempo real pela instância de Curitiba, espelha transparência, desde a primeira audiência de interrogatório, quando o magistrado  orientou com leveza que ao fim o interrogado não sairia algemado ou preso, nem antes, durante ou depois dos depoimentos. De fato, terminou a audiência e fora (livremente) discursar aos seus seguidores em praça pública de Curitiba. Assim, o doutor honoris causa tem em seu cárcere privilégios arcados pelos contribuintes. Os periódicos, como sabemos, precisam vender, e o mundo anda de lado, com a internet engolindo furos, o que leva redações a disputarem a peso de ouro qualquer pronunciamento que venha da máquina lulopetista. Os jornais que reservaram espaço não mencionam a quantidade de petistas que sonhavam em concorrer ao mesmo cargo eletivo buscado pelo detento Lula, o que causou rachaduras na agremiação, por reservar a candidatura justamente a quem não pode concorrer. Diante das provas e dos resultados impactantes de anos de gestão desnorteada no leme da República (hoje à deriva), o rebelde réu, agora articulista, põe a boca no mundo literalmente, malgrado seus advogados reconhecendo a seriedade da Justiça, pontuaram seus arrazoadas refutando ponto a ponto o que acham injusto, nos prazos e normas legais à instância superior. Paralelamente, seguidores interpuseram outros recursos à terceira instância: inúmeros habeas corpus foram distribuídos nas cortes de Brasília, exercendo exaustivamente seu direito de defesa, direta e indiretamente. É um empedernido e teimoso encarcerado! Claro que  o detento reclamão é uma novidade em todos os quadrantes e isso dificulta a administração penitenciária com um mico enjaulado de formatação VIP. Sim, no Brasil temos réus VIPs. E não são poucos, a maioria da coligação partidária do articulista. A dificuldade dos carcereiros da Polícia Federal é que não há nos manuais dos presídios, tampouco exceções, espaços ou tratamentos diferenciados aos encarcerados, inexistindo resoluções da Vara de Execuções Penais para instalação de estúdios improvisados às entrevistas pretendidas pelo réu, como é o caso analisado a pretender participar do escrutínio em outubro vindouro. É uma falha: não se previu assessoria de imprensa ao custodiado, mesmo assim periódicos internacionais preenchem seus espaços com a mistificação do signatário detido. Como se sabe, resta-lhe o “jus sperniandi”.

Arnaldo Cordeiro Montenegro ac.montenegro@uol.com.br

São Paulo

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VENEZUELA E BRASIL - O DNA DA CRISE

O socialismo do século 21 mostra mais uma vez como esse regime funciona na prática e como pode prejudicar um país inteiro e seu povo, transformando riqueza em miséria e pobreza. Em Maracaibo, cidade venezuelana cujas reservas de petróleo transformam-na numa Arábia Saudita da Venezuela, os desafortunados moradores formam filas para comprar carne estragada, já que não é mais possível refrigerar alimentos em razão da falta de energia constante, como revelou o “Estadão” (24/8, A11). Ao invés da pujança econômica que tinha tudo para dar certo neste pedaço do mundo premiado pela natureza com uma fartura incomum de poços de petróleo, que poderiam garantir uma vida digna a seus cidadãos, o que se vê lá hoje é uma população doente, pobre e temerosa pelo descaso e a brutalidade do regime de Nicolás Maduro. A dramática realidade vivida pelos venezuelanos está intimamente ligada ao assalto sistemático promovido por Maduro & família aos cofres do país, em especial na petroleira PDVSA, que vem sofrendo vários desfalques - o último de mais de US$ 180 milhões, valor desviado para contas na Suíça, segundo relato do ex-banqueiro suíço Matthias Krull, que, após ter facilitado transações ilícitas com a família Maduro e agregados, acabou sendo preso e fechando acordo de delação premiada com a Justiça americana. Tanto lá como cá, o que muda é só o endereço, o “modus operandi” é sempre o mesmo. A cleptocracia atende a várias designações: no país vizinho é chamada de bolivarianismo; no Brasil, de lulopetismo. A vítima, sempre elas: as petroleiras e a sociedade.

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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O FUNDO DO POÇO

Causa espécie e profunda revolta ver que no país com as maiores reservas de petróleo do mundo o fracassado bolivarianismo-chavista fará a inflação chegar a 1.000.000% (!) neste ano e a sua população se vê obrigada à absurda e inaceitável condição de ter de comer carne apodrecida por absoluta falta de condições financeiras. Venezuela, quem te viu, quem te vê...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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CRISE POLÍTICA NOS EUA

O cerco judicial aos auxiliares de Donald Trump abre uma brecha que pode pôr em perigo o mandato do presidente dos Estados Unidos. Uma vitória dos democratas, nas eleições de novembro, por maioria absoluta na Câmara dos Representantes (218 deputados, do total de 435 cadeiras), permitiria o início de um processo de impeachment, após a posse da nova legislatura em janeiro de 2019. Há três cenários para o desfecho da crise política, com o presidente sendo processado no cargo, o que provocaria enorme instabilidade econômica mundial: 1) o impeachment aprovado por 2/3 dos membros do Senado Federal (67 de 100 senadores) e o vice-presidente Mike Pence tomando posse como novo presidente; 2) o impeachment não sendo aprovado, mas Trump perdendo a reeleição em 2020; 3) o impeachment não sendo aprovado e Trump obtendo a reeleição em 2020, num ambiente de radicalização política e polarização ideológica que irremediavelmente agravaria a tensão social de uma sociedade dividida, colocando a democracia em crise por causa da falta de legitimidade do governo.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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MEGALOMANIA

Trump alerta para possível colapso do mercado se for submetido a um processo de impeachment. Fala igual ao megalomaníaco de Garanhuns. Deve ser também a alma mais honesta nunca antes vista nos EUA.

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

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DESASTRE EM MARIANA

A imprensa noticiou que a Samarco só vai voltar a funcionar daqui a dois anos, após reconstruir o que foi danificado na região de Mariana (MG). A Samarco não é a única culpada pelo desastre. Os dois sócios na arrecadação, governos de Minas Gerais e federal, são tão ou mais responsáveis que a Samarco, visto que detêm o poder de fiscalizar, paralisar o funcionamento da mineradora, mas não o fizeram. A conta não está sendo dividida por três.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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