Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

12 Setembro 2018 | 03h00

CAMPANHA ELEITORAL

Planos de governo

Por desconhecer o fundamento doutrinário de cada um dos partidos políticos, a grande maioria dos eleitores faz sua escolha com base no que os candidatos aos Executivos (federal e estaduais) expõem em seus planos de governo. Não ficando claro, consequentemente, haver coerência entre o plano e as metas do respectivo partido. De qualquer forma, essa cautela é pertinente no caso de o partido do candidato ter feito aliança (coligação) com outras siglas. Isso porque, segundo ponderado por Hannah Arendt, em As Origens do Totalitarismo, “os governos formados por alianças entre líderes partidários são apenas governos partidários, claramente distintos do Estado, que permanece acima e além de todos eles. Uma das desvantagens desse sistema é que os membros do Gabinete não podem ser escolhidos segundo sua competência, pois, quando há muitos partidos representados, os ministros são necessariamente escolhidos segundo as alianças partidárias”. Se o enunciado for procedente, o eleitor deverá cuidadosamente analisar se o plano de governo proposto pelo candidato tem o apoio de todos os partidos da coligação. Caso contrário, o plano de governo proposto pelo candidato não passa de papo-furado para engabelar o eleitor. Isso se torna mais grave pela existência de premeditação de enganar, por demonstrar o caráter e falta de ética do candidato.

PAULO A. SANTI

pasanti@terra.com.br

Vinhedo

Por onde andavam?

Assistindo a uma pequena parte do horário político (mesmo porque assistir todo é dose para mamute) e vendo as propostas simplistas dos candidatos, fico abismado e só vem uma pergunta à minha mente: por onde andavam, se quando tiveram mandato e cargos públicos não fizeram um centésimo do que agora apregoam que farão se eleitos forem? Minha idade e minha experiência já me permitem filtrar propostas factíveis das demais e não mais acreditar em magos e ilusionistas com promessas vãs e quiméricas. Os eleitores, mesmo se esclarecidos, só caem nessas esparrelas por desatenção ou interesses inconfessos.

CLAUDIO JUCHEM

csjeduca@gmail.com

São Paulo

Cada promessa...

Da enxurrada de promessas dos candidatos ao Planalto, algumas são impossíveis, outras inviáveis e outras jamais sairão do papel. Na maioria dependem da boa vontade do Congresso Nacional para se tornarem realidade. Além, é claro, da falta de recursos para cumpri-las. Ora, colocar o País como a maior economia do mundo, fazer plebiscito para tudo, tirar do SPC o nome de 63 milhões de endividados, desprivatizar o que foi privatizado, não pagar a dívida pública, revogar a nova lei trabalhista, criar milhões de empregos em seis meses são algumas dessas “promessas”. Tem até promessa de quem está preso!

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Golpes baixos

E vamos ter de continuar assistindo aos candidatos desconstruindo seus adversários de campanha no horário eleitoral “gratuito”? Isso deveria ser proibido pela Justiça Eleitoral. Queremos conhecer os programas de governo. Apelar para desconstrução de adversários indica falta de segurança na capacidade dos candidatos – precisa desconstruir o outro para sobressair. Campanha de baixo nível é preocupante, porque interfere no voto limpo e consciente. 

ANGELA W. QUARTIM BARBOSA

angela@bocadaonca.com.br

Presidente Prudente

 Violência em pauta

Em face da onda de violência que cresce no País, estamos esperando que todos os candidatos à Presidência – e também postulantes aos demais cargos eletivos – se pronunciem sobre o que pretendem fazer de objetivo e prático para eliminá-la. Não vale dizer, como o fazem, que é problema social, é problema de educação, problema de humanismo, problema econômico e outros fatores. Que, na verdade, são meras obviedades resultantes da leniência com que o problema é tratado. Nem, por favor, falem em direitos humanos. Estes devem ser respeitados, é claro. Mas não fazem parte, isoladamente, da solução do problema. Tampouco adianta nada unir as mãos em forma de coração, de pomba da paz e outras ridículas asneiras. A esse respeito a Nação está cansada de conversa mole. Estamos aguardando.

JOSÉ ETULEY B. GONÇALVES

etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

O fator atentado

A fria adesão do eleitor a uma reação de repulsa e, por consequência, de solidariedade ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro, como demonstrou a última pesquisa Datafolha, não se deve ao perfil radical e confrontador do capitão reformado. Ela é, antes de tudo, reflexo do desprezo e da aversão do brasileiro à classe política, que não se cansa de atentar contra os valores fundamentais da cidadania, sem punição possível. Qualquer que fosse a vítima de um atentado, a reação seria a mesma.

JOSÉ TADEU GOBBI

tadgobbi@uol.com.br

São Paulo

Esfaquear alguém é atentar contra a vida. Esfaquear um candidato é atentar contra a democracia e digno do maior rigor que a lei prevê. Isso se aplica também a eventuais envolvidos.

JORGE ALBERTO NURKIN 

jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo

CORRUPÇÃO

Segredo de Polichinelo

Antônio Palocci disse, em depoimento, que Lula da Silva pediu propina diretamente quando da compra dos caças para a Força Aérea Brasileira. Esse fato não deve ter deixado surpresos nem os mais fanáticos petistas.

LUIZ BIANCHI

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

Mais maracutaias de Lula 

Lula ficou numa posição ainda mais desconfortável após a delação de Antônio Palocci. O ex-ministro dos governos petistas disse que Lula queria que os contratos das sondas do pré-sal pagassem a candidatura de Dilma Rousseff em 2010. A Sete Brasil financiaria quatro ou cinco campanhas do PT para presidente. Palocci contou também que Lula e Nicolas Sarkozy, então presidente da França, se reuniram para discutir a compra dos caças Rafale, incluindo vantagens indevidas. O ex-ministro revelou ainda o envolvimento de Lula em esquemas ilícitos na Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Conclusão: Lula tratou de garantir o dinheiro necessário para alimentar os cofres de seu partido, tentando preservar o eterno poder para seus companheiros.

JOSÉ CARLOS S. DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

O TUCANATO NA BERLINDA

A prisão do ex-governador do Paraná e atual candidato ao Senado pelo PSDB daquele Estado mostra que a Operação Lava Jato, de fato, é apartidária e está cumprindo seu papel de combate à corrupção. A prisão do candidato paranaense ao Senado Federal deixa ainda mais frágil a candidatura presidencial do tucano Geraldo Alckmin, que, ao que tudo, não conseguirá chegar ao segundo turno, colocando, finalmente, um fim na polarização dos últimos 20 anos. Mas isso não torna o pleito eleitoral menos importante ou mais tranquilo, visto que Jair Bolsonaro (PSL) sobe rapidamente nas pesquisas de intenção de voto e tende, ao que mostram os números, a disputar o Planalto com o pedetista Ciro Gomes (PDT), o todo-poderoso do Ceará. A Lava Jato mostra que a corrupção não só é sistêmica, como se espalhou por todos os entes da Federação e nas mais diversas gestões Brasil afora. Os tucanos não poderão ignorar o fato de que participaram, indiretamente, dos escândalos que jogaram nossa economia para o abismo. Como defender, nesta disputa, que se ganharem a realidade será outra? Como pregar a ética no trato com o dinheiro público quando seus quadros mais significativos protagonizam, neste momento, cenas de páginas policiais?

                                                                      

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

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NO SUPREMO

Alô, alô, Gilmar Mendes, Beto Richa foi preso!

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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FORÇA MODERADA

Os resultados das últimas pesquisas de intenção de votos mostram que o eleitor está polarizado entre a esquerda, com Fernando Haddad (PT) ou Ciro Gomes (PDT), e a direita, representada por Jair Bolsonaro (PSL). Os "candidatos de centro" deveriam se unir nesta hora crítica do País para apoiarem o de maior peso nas intenções de voto, Geraldo Alckmin (PSDB). Se João Amoêdo (Novo) não concorda em se aliar ao candidato moderado por convicções próprias, pela proposta do Novo de modelo liberal e sem a "velha política do toma lá, dá cá", que também não apoio, e Álvaro Dias (Pode), por também considerar-se candidato da nova política, restaria a Henrique Meirelles (MDB) compor uma chapa com Alckmin, unindo-se nesta força moderada para a reconstrução do Brasil. Vale também pensarmos no voto útil, para mantermos o equilíbrio dos ideais da socialdemocracia de Geraldo Alckmin, garantindo o andamento das reformas tão cruciais à recuperação do País.

Silvia Rebouças P. de Almeida silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo 

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A HORA DOS ELEITORES

A campanha eleitoral dos candidatos à Presidência da República, cujo script principal até então se concentrava em ataques contra o atual líder das pesquisas, Jair Bolsonaro, sofreu um revés inesperado com a tentativa de assassinato do candidato do PSL, hoje se convalescendo de um atentado contra sua vida lançado por um matador que ainda não se sabe ao certo se agiu por conta própria ou a serviço de terceiros. Com essa reviravolta na campanha eleitoral e impedidos pelo bom senso de continuarem lançando ofensas contra um paciente imobilizado que luta pela sua vida no leito de um hospital, os postulantes ao cargo máximo da República terão de mostrar agora quais são efetivamente os respectivos programas para melhorar a vida dos brasileiros, tanto na área econômica e da educação quanto, principalmente, na de segurança, que é um dos pontos fortes da campanha do ex-capitão do Exército no combate ao crime organizado. Chegou a hora de os candidatos porem em prática a dura tarefa de convencimento dos eleitores, mostrando se estão à altura daquilo que se espera deles. Aquele que não mentir leva.

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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POVO BRASILEIRO

O blá, blá, blá dos candidatos não leva a nada. Nenhum deles parece conhecer o Brasil e os brasileiros. Nenhum deles fala da origem de todos os problemas, que é, ao mesmo tempo, o caminho para a solução: o povo brasileiro. Nenhum país é melhor do que seu povo. O que falta no País, e nada mudará sem isso, é um povo desenvolvido. Essa é uma condição necessária e também suficiente! O povo desenvolvido é o que desenvolve o País. Por enquanto, só um candidato a vice teve coragem de mostrar conhecimento sobre o povo brasileiro, e quase foi linchado pelos que se julgam donos da verdade.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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VÍTIMAS DO PODER

Eu pergunto se nossa Justiça ainda existe. Isso porque muitos dos eleitores, principalmente os menos esclarecidos, ainda serão vítimas de mentiras e acabarão votando em ladrões que claramente querem se perpetuar no poder, transformando nosso país em outra Venezuela. Se existir, por que seus atalhos são feitos por caminhos inteligíveis ao cidadão comum, dependendo sempre de quem está sendo julgado? Nossa Constituição é invocada e interpretada de acordo com o interesse dos nossos ilustres ministros. A Justiça determinou que cada aparecimento de Lula no programa político de seu partido (feito com dinheiro de nossos impostos) custaria ao PT R$ 500 mil por dia em multa. Será que já se sabe quanto a sigla está devendo? Como é que este senhor já condenado não vai para um presídio comum, onde as visitas sejam limitadas, sem permissão para que câmeras e microfones entrem em sua cela para tentar eleger mais um poste?  

Wilson Matiotta  loluvies@gmail.com

São Paulo

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ECOS DA INCONSTITUCIONALIDADE

O novo depoimento do ex-ministro Antonio Pallocci deveria soterrar a pretensão eleitoral de Dilma Rousseff (PT). Principal responsável pela catástrofe econômica que devastou o Brasil, Dilma não poderia disputar a eleição porque sofreu impeachment e deveria cumprir oito anos de inelegibilidade. Salva por uma manobra escandalosamente inconstitucional do comparsa Ricardo Lewandowski, Dilma preservou seus direitos políticos e pode se eleger senadora. Quase tão importante quanto manter Lula preso é finalmente colocar Dilma Rousseff na cadeia, lugar de onde ela jamais deveria ter saído, depois dos crimes hediondos que cometeu na sua juventude, quando tentava implantar uma ditadura comunista no Brasil. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo 

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UM MAR DE CORRUPÇÃO

"Palocci diz que Lula agiu 'diretamente' por propinas" ("Estadão", 11/9). Felizmente, estamos conhecendo em melhor profundidade, graças às delações de Antonio Palocci sobre seu ex-chefe, no mar de corrupção generalizada, onde o Capo Lula da ECPO PT (Entidade Criminosa Politicamente Organizada) dentro e fora do governo, navegava com os seus mais próximos com grande desenvoltura.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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ESCÓRIA

A delação de Palocci, que corrobora todas as demais, demonstra a que estavam sujeitos os brasileiros, em especial os mais necessitados: a uma escória do PT.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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PALOCCI EM SEGURANÇA

Com certeza, ele atuou na sorte de Celso Daniel e de Toninho do PT, e sabe do que os petistas pelo "Pixuleco" são capazes. Para sua vida, talvez o melhor seja continuar preso mesmo.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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O ETERNO PRESIDIÁRIO

Lula fez malabarismos durante seus mandatos como presidente da República de forma a garantir a imortalidade do PT no poder. Durante os mandatos de Dilma, Lula também agiu atentamente nos bastidores. O ex-presidente contratou dezenas de advogados para defendê-lo, localizando brechas na lei, tentando mantê-lo vivo na disputa eleitoral deste ano. Apesar das inúmeras tentativas, Lula perdeu na 1.ª instância, na 2.ª instância, no Superior Tribunal de Justiça, no Supremo Tribunal Federal e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao que tudo indica, Lula continuará como presidiário por muito tempo, ficando longe da política brasileira.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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NOVA RECOMENDAÇÃO

O Comitê de Direitos Humanos da ONU realizou uma nova manifestação, reafirmando a obrigação do Brasil em garantir a candidatura do ex-presidente Lula à Presidência da República. E os advogados de Lula, claro, afirmaram que essa nova manifestação da ONU é "obrigatória e vinculante", "uma ordem, e não uma recomendação". Lembremos, porém, que EUA e todos os demais países que continuamente descumprem recomendações feitas por este comitê não recebem ou receberam censuras destes mesmos defensores brasileiros da superior hierarquia da ONU sobre os Estados nacionais.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro 

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ANARQUIA ELEITORAL

O novo requerimento eletrônico do PT ao Supremo Tribunal Federal ainda não fora apresentado. Este papel, embora já digitado (porque sabem antecipadamente do indeferimento) espera apenas o anuncio do despacho para reiteração, num evidente litígio de má-fé a protocolar mais um, mais outro e assim sucessivamente. Por enquanto, o partido quer porque quer ver a soberania brasileira se curvando às notinhas de encomenda subscrita pela dupla de companheiros na ONU. Ora, ninguém é tão ingênuo a ponto de acreditar na brincadeira da agremiação que afronta os poderes constituídos e vai protocolando uma fileira de requerimentos sem pé nem cabeça, abusando do direito de petição, usurpando escandalosamente da Justiça brasileira com um único objetivo: desmoralizá-la. Na verdade, Lula sabe que não poderá participar do escrutínio de 7 de outubro, porém insiste, mesmo sabendo de antemão da proibição. Todavia, conta sempre com algum companheiro na casa: a sorte d'uma distribuição eletrônica, num golpe de sorte, cai o calhamaço com a pessoa certa e que na undécima hora irá pedir vista parando tudo, se não der alguma liminar, gerando o tão sonhado clima de insegurança. Exatamente porque não irá participar, Lula está exorbitando sob todos os pontos de vista. No horário eleitoral, fica a afrontar a decisão do TSE, com a aparições meio que subliminar, ora em áudio, ora em flashes, quebrando a ordem judicial como se justiça e processo fossem ferramentas de brinquedo entregues ao requerente para driblar, desmoralizar o País, tal como vem ocorrendo diariamente, todas as noites, todas as horas reservadas aos candidatos. Insista-se, o assunto é de extrema gravidade: há um acordão que proíbe o "ficha-suja" encarcerado de aparecer e confundir, mas o rebelde detento não dá a mínima, pois leis não o atingem. E segue o condenado todas as noites, ridicularizando os eleitores: "o TSE proibiu, mas eu não cumpro, porque sou mais poderoso do que o Poder Judiciário". Jamais se verificou na vigência da Justiça Eleitoral tanta permissividade nos atos de agremiações que, em tese, deveriam respeitar os ditames legais. Os agentes do Judiciário estão inertes diante dos abusos e ilegalidades da agremiação partidária. Na verdade, diante da decisão da Corte sendo publicada e conhecida, seria de rigor oficial a direção das emissoras cumpri-la. Na era digital, com as facilidades operacionais, cientes da decisão oriunda da Justiça Eleitoral, deveriam retirar do ar, clicando nas mesas de operações de imagens tudo o que está proibido, tirando áudio, suprimindo imagens, e o TSE deveria dar o start na apuração dos valores multados, contabilizando as infrações e executando as multas. Simples assim, como lançar multas de trânsito ao infrator, dando satisfação à sociedade da seriedade do tribunal. Isso não ocorre e a Justiça vai mesmo ficando desmoralizada por caprichos de meia dúzia de indisciplinados burocratas do partido. Alguém acredita que o PT irá participar do escrutínio presidencial? Enganam-se. Como o partido sabe das bondades que fez à Nação e, em consequência, se avizinha uma derrota fragorosa, mas não quer sentir a própria desmoralização, comporta-se como uma criança rebelde: fica a ocupar o tempo precioso dos ministros com requerimentos vazios que impactam na segurança jurídica. Por óbvio que até agora, quando já esgotados os prazos e a teimosia dos requerimentos não para de bater aos protocolos de Brasília, fica evidente que os interesses são outros. Por óbvio que estão esperando o momento certo para o ministro Luís Roberto Barroso determinar o corte das inserções a voltar o mantra "eleição sem Lula é fraude, é golpe", desestabilizando o País e tirando a segurança do presidente eleito. Este é o projeto futuro, quando deparamos com mais tantos requerimentos buscando adiar o derradeiro dia de indicação de candidato, já indeferido pelo TSE, agora no STF buscando flexibilizações que inexistem. Todos respeitaram e cumpriram seus prazos, menos um: o privilegiado PT, que não aceita democracia ou só aceita quando é o vencedor ou vai recorrendo a cada minuto para impor os papéis carimbados por dois companheiros administrativos encostados na ONU, exibidos como troféus a desmoralizar nossa soberania, mostrando que o arcabouço legal vigorando na República vale lhufas para o PT, e assim seguirá eternamente a seita a atazanar a ordem e a lei.

Arnaldo Cordeiro Montenegro ac.montenegro@uol.com.br

São Paulo

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TSE PEDE 'POR FAVOR' AO PT

Após semanas de caos político e danos irreparáveis à democracia perpetrados pelo PT, o máximo que o TSE fez foi advertir que, caso a ordem seja desobedecida (crime eleitoral, consistente em mencionar o condenado Lula como candidato), as propagandas no rádio e na televisão poderão ser suspensas. Poderão ser suspensas? Só faltou Sua Excelência, o ministro Luis Roberto Barroso, pedir "por favor" ao PT. 

 

Milton Córdova Junior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

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SÃO MUITOS RECURSOS

O Judiciário brasileiro não é confiável. Um Edson Fachin pode baixar o espírito de um Lewandowski e achar que um parecer (eu chamaria de palpite) de um órgão administrativo externo, como o tal comitê da ONU, pode se opor a uma lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República, como é o caso da Lei da Ficha Limpa. Cabe ressaltar, ainda, que a dita lei teve origem genuinamente popular, posto que teve início com um abaixo-assinado com mais de  1,5 milhão de assinaturas. É possível aceitar essa ingerência do comitê da ONU, que agride nossa soberania? O pior é que a presidência do STF vai mudar de mãos e quem assumirá será um ex-advogado do PT que caiu de paraquedas na mais alta Corte de Justiça.

Jorge Carrano carrano@carrano.adv.br

Niterói (RJ)

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TESTEMUNHAS

Para que serve ouvir testemunhas num processo? Os advogados do cidadão que está preso na superintendência da Polícia Federal em Curitiba arrolaram mais de 40 testemunhas no processo em que ele é réu, para serem ouvidas pelo juiz Sérgio Moro. O que vale, segundo ele, é a prova material, palpável. Ele não é tão burro de ter deixado prova material de seus "erros"...

Minoru Takahashi minorinhotakahashi@hotmail.com

Maringá (PR)

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O QUE FAZER?

No mato, animal ferido fica perigoso, atacando ao menor movimento. Parece muito com partido que, após seu primeiro e único líder ficar inabilitado, vem em sucessivas ondas tentar a revogação do irrevogável. No mato, às vezes se é forçado a abater o animal ferido. Aqui fora não se deve fazer isso, pero...

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

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DEFESA DA DEMOCRACIA

Que democracia é esta em que um presidiário, de maneira despótica, comanda os rumos do País, subjugando o Judiciário e toda uma nação diretamente de uma ("cela") sala privilegiada da Polícia Federal? Num país com 13 milhões de desempregados, graças à sua presidente-poste, ele consegue ainda colocar outro poste para competir pela Presidência da República, mesmo depois de ser repelido pelos eleitores paulistas. Eita povinho ignorante e sem vergonha!

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

                       

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HADDAD CANDIDATO

O PT sempre soube que Lula não poderia ser o candidato, isso é fato e por um motivo que é obvio: Lula está preso, e, se sua prisão é legal ou ilegal, cabe aos juristas e advogados brigarem nos tribunais, e não nas urnas. Mas o que quero salientar é que a democracia precisa seguir e com a legitimidade de Fernando Haddad (PT-SP) como candidato a presidente pelo PT e com Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) de vice, a campanha enfim está estabelecida em sua ordem e agora é ver se o PT ainda tem garrafas vazias para vender, se irá conseguir migrar as intenções de voto que Lula tem para Haddad e conseguir levar o ex-prefeito de São Paulo ao segundo turno dia 28/10 seja contra quem for. De minha parte, como esquerdista que sou, se a disputa no segundo turno não for contra Guilherme Boulos, que é do meu partido (PSOL), meu voto com certeza será em Haddad no segundo turno, contra qualquer outro nome que disputar contra o PT, pois acredito que o Brasil precisa voltar a crescer economicamente, socialmente, culturalmente e internacionalmente, e apenas um governo de esquerda será capaz de fazer isso ocorrer. Enfim, temos uma eleição.

Renato Rosa da Silva renatosilva.kl@hotmail.com

São Paulo

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O BRASIL COMEÇA A SE ENCARAR

Senhores, tendo atingido sete décadas e um ano de vida e, desde sempre por influência de meu pai, leitor deste jornal, passei a me identificar com o jornalista Fernão Lara Mesquita (voto distrital puro, e não misto, com recall; não mais que uma reeleição para deputados e só uma para senador; e o vezo de sem a menor cerimônia candidatos pedirem votos para o Legislativo e sem o menor constrangimento se tornarem ministros, secretários de Estado, etc.). Em minha modesta opinião, acho que o jornalismo político nacional deveria se reinventar, principalmente, quanto às suas "tradicionais e históricas" fontes, que, normalmente, sendo profissionais da política, permitem que os jornalistas fiquem acomodados com aquelas que, naturalmente - e é humano - terão sempre um tratamento diferenciado de seus interlocutores. Ora, está evidente que com as redes sociais atuais aquelas reportagens que antes poderiam gerar até prêmios de jornalismo hoje precisam ser devidamente comprovadas. Isso tudo para, pelo menos, minimizarmos a balbúrdia que vemos hoje com candidato condenado e preso e o olímpico silêncio das autoridades e de setores do jornalismo levando um eleitorado que historicamente é desinformado a não mais diferenciar que é legal do imoral.

Marcelo Falsetti Cabral mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

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AUTOAVALIAÇÃO

O País, após o triste episódio que atentou contra a vida do candidato à Presidência Jair Bolsonaro, precisou se autoavaliar emergencialmente sobre a democracia que deseja ver prosperar. Tal necessidade se refletiu nos tons menos agressivos dos candidatos à Presidência, exibidos em pronunciamento e debates que se seguiram ao lamentável fato. Passaram eles, então, a expor suas propostas com mais serenidade e segurança. Continuam, no entanto, a transmitir a sensação de que o atingimento das urgentes e necessárias metas só depende deles, sem esclarecer suficientemente a população de que tão importante quanto a aceitação de suas ideias é a escolha consciente dos futuros ocupantes das cadeiras do Congresso Nacional, que, sem mudança de atitude em relação aos poucos que saem - a renovação será pequena -, qualquer programa de governo, por mais bem intencionado que seja, se inviabilizará.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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SEM DISFARCES

Bem antes do início do debate entre os presidenciáveis realizado pelo "Estado", TV Gazeta, Rádio Jovem Pan e Twitter, no domingo à noite, em que os candidatos prometeram - e cumpriram - adotar um discurso conciliador de repúdio à violência, os meios de comunicação já exibiam a foto de Jair Bolsonaro sentado na poltrona da UTI do Hospital Albert Einstein, sorrindo e exibindo, sem cerimônia, o gesto simulando arma. Deboche maior do candidato do PSL, impossível. Tão impossível quanto a possibilidade de Bolsonaro seguir a sugestão do estrategista político americano Arick Wierson e passar a adotar um tom "paz e amor". Mesmo após o atentado que quase o matou, Jair Bolsonaro continuará sendo o que sempre foi: um lobo, sem necessidade do disfarce da pele de cordeiro. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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FOTO NO HOSPITAL

Sr. Bolsonaro, é importante lembrar: violência gera violência.  Numa sociedade democrática, dizemos não às armas. Não às facas, não aos tiros.

Alice Arruda Câmara de Paula alicearruda@gmail.com

São Paulo

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E O VENTO SERÁ TUA HERANÇA

Agora os bolsonaristas, se são cristãos, como se proclamam, terão de refletir profundamente sobre o adágio bíblico "quem semeia vento colhe tempestade".

Francisco J. D. Santana franssuzer@gmail.com

Salvador

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DIAS ANTES DO ATENTADO

Quer dizer que, se o deputado Jair Bolsonaro não tivesse afirmado que "desde que não haja fraude nas eleições" ele seria eleito presidente e que "qualquer que seja o lado perdedor" não iria reconhecer, nada teria acontecido? 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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O ATENTADO CONTRA BOLSONARO

Os temas do momento são a indignação com a intolerância às diferentes ideologias, o ataque à democracia, a tese da loucura do agressor. Há, no entanto, pelo menos para mim, algumas perguntas de cujas respostas não posso prescindir: quem banca essa "loucura"? Como um pedagogo, servente de pedreiro, desempregado, tem dinheiro para fazer curso de tiro, viajar pelo País, hospedar-se por 15 dias numa pousada, sustentar quatro celulares e conseguir tão rapidamente quatro advogados (pagos por um benfeitor anônimo)? Será que as respostas serão dadas ao nosso conhecimento? Afinal, como eleitores, temos o direito de saber se quem nos cerca são realmente loucos ou...

  

Magali Alves Cordeiro megalves@globo.com

São Paulo

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COMUM E INCOMUM

É comum chefes de gangues presos, mesmo sob severa vigilância, a seu mando, delitos são praticados longe das penitenciárias. O atentado a Jair Bolsonaro não seria um deles? Adélio, como todo transgressor flagrado, não dedura ninguém, agiu por conta própria. É incomum um desempregado dispor de quatro advogados. 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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DELÍRIO

Não demora muito e o PT vai encontrar uma maneira de dizer que o esfaqueado foi Lula. É um parque de "fake news" que funciona aos domingos e feriados. Verdade não entra nem pagando inteira. Aliás, nem comprando o parque.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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ELEIÇÃO EM SÃO PAULO

Paulo Skaf, empresário e presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), usou e abusou nos dois últimos anos das caras propagandas televisivas das obras da Fiesp, veiculadas de forma insistente, numa clara disposição de Skaf concorrer mais uma vez nas eleições e se fazer mais conhecido. Resta saber por que essa propaganda extemporânea e contínua nunca foi contestada por órgão algum, e me interessa saber quanto custou aos cofres da Fiesp e aos bolsos dos 133 sindicatos patronais e das 130 mil indústrias que a compõem, já que os segundos na telinha estão sempre a preço de ouro. Pergunto: o que se sabe da vida pessoal de Skaf além do que a propaganda primorosa da Fiesp ressaltou? Com Skaf no poder, não estaremos entregues nas mãos de líderes sindicais, melhor dizendo, de pelegos, aliados do possível governante, ou Paulo Skaf? 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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A PETROBRÁS SE RECUPERA

Depois de uma desastrosa administração da era Lula e Dilma, na Petrobrás, em que sua dívida chegou em 2014 a descomunais US$ 106 bilhões (ou R$ 435 bilhões), a maior entre as petroleiras pelo mundo, a estatal, hoje eficiente e com boa governança, se recupera e deve reduzir significativamente seu endividamento. Sua direção anunciou há alguns dias que a dívida do início deste ano, que estava em US$ 85 bilhões, deve cair até dezembro para US$ 69 bilhões, ou R$ 283 bilhões. Outro dado positivo da empresa é que, em função da venda de ativos nos últimos dois anos e da redução de funcionários, a Petrobrás, pela boa situação de caixa, voltou a acelerar investimentos.   

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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DINHEIRO JOGADO FORA

"Furnas e sócios gastam R$ 419 milhões em 16 eólicas que não saíram do papel" ("Estado", 10/9). Estatal se esbalda com recursos que são jogados fora. Agência reguladora acoberta esse descalabro. As contas de energia elétrica vêm com reajustes estratosféricos, porque, entre outros penduricalhos injustificáveis, tem também de cobrir estes desmandos. E o País cada vez mais fica à mercê destas duas e demais castas, que tripudiam todos os brasileiros, sempre visando ao benefício próprio.

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

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USINAS EÓLICAS

E o vento levou o que sobrou das milionárias usinas eólicas.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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BRASIL...

Pois é, neste macunaímico país em que a cada 15 anos se esquece o que aconteceu nos últimos 15 anos (apud Ivan Lessa), o governo investiu mais de R$ 1 bilhão no Museu do Amanhã, no Porto Maravilha do Rio de Janeiro, e deixou o majestoso Museu Nacional ser destruído em chamas por falta de verba para a sua manutenção preventiva contra incêndios, reduzindo em algumas horas a pó e poeira parte importante do insubstituível e riquíssimo patrimônio histórico, científico e cultural da humanidade. Que país é este?

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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INCENDIÁRIOS

           

Acabamos de queimar 20 mil anos de História Natural no Museu Nacional. Queimamos nossa memória e queimamos nossos sonhos. Somos incendiários por natureza de nossa própria natureza. Já queimamos a Mata Atlântica, e estamos queimando a Floresta Amazônica. Vivemos ainda na Idade do Fogo. Passamos os últimos 7 mil anos da história queimando nações e civilizações. Queimamos hereges que não comungam com nossa fé. Queimamos livros que não entendemos. Incineramos milhões de pessoas em guerras mil através do tempo e aprendemos a evaporar nossos inimigos em cogumelos atômicos. Matamos incessantemente milhares de pessoas mundo afora com nossas armas de fogo, que dão lucros astronômicos aos países mais ricos, cuja economia é movida a petróleo e carvão, extraídos do coração da terra para, queimados, nos mover em nossa fogueira das vaidades.

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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MUSEU NACIONAL

Passada uma semana do incêndio do Museu Nacional no Rio de Janeiro, nada foi feito para salvar o prédio e os escombros até o momento. As paredes estão sujeitas à queda e os escombros do prédio, misturados com os restos do acervo, sujeitos às chuvas, enquanto se discute de quem é a culpa do desastre e da falta de verbas e também como fazer uma licitação para contratação dos serviços de escoramento e cobertura provisória. Uma medida de emergência seria chamar a engenharia do Exército para fazer o escoramento e a cobertura provisórios para preservar o que restou e começar a escavar o remanescente. Não há necessidade de licitação, já que o Exército é do governo. Enquanto isso, a engenharia do Exército trabalharia e o governo poderia continuar a discutir o futuro. Esta é uma sugestão plausível, já que a engenharia do Exército tem feito obras públicas como o aeroporto de Natal, em São Gonçalo do Amarante, e diversas estradas no interior do País. Espero que o governo aja nesse sentido, enquanto a burocracia legal é perseguida pelos burocratas públicos.

José Roberto Costa Lima jrcostalima@gmail.com

São Paulo

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SOLUÇÃO

A solução mais viável para o museu queimado é simples, ou seja, sua privatização. No lote que venderia esse patrimônio, colocaria de lambuja a administradora dele, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Algo simples, que pode ser feito rapidamente. 

Reinner Carlos de Oliveira reinnercarlos1970@gmail.com

Araçatuba

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SINAL DOS TEMPOS

Após a passagem da data magna da nossa independência, Sete de Setembro, fiz uma indagação aos meus netos mais velhos, de 11, 15 e 16 anos, se em seus colégios tinha havido alguma referência ou manifestação a respeito - uma palestra, canto do Hino Nacional, cartazes, hasteamento da bandeira, etc. São alunos de escolas particulares de Salvador, consideradas de excelente nível, localizadas na Pituba, Aquárius e Patamares. As suas respostas foram idênticas: o tema foi totalmente omitido. Lamentável. Além das matérias básicas previstas, as escolas têm a obrigação moral de abordar também aspectos que contribuem para a formação do seu caráter, do sentimento de nação, de pátria, da nossa soberania, que devem começar a ser adquiridas no seu lar. Não é nenhum favor. Não podem os educandários se preocupar apenas com que eles brilhem nos concursos que farão no fim de ano. Não podemos aceitar que demonstrações de brasilidade sejam externadas apenas nas quadras esportivas. Aliás, não nos esqueçamos também de que lá pelos anos 90 "intelectuais do ensino" suprimiram dos currículos escolares a matéria Moral e Civismo, pois a consideravam assunto meramente militar. Foi nitidamente um ato de má-fé para com o País. Pouco a pouco, vão matando a nossa história. 

Ricardo Pereira de Miranda ricarmiran@terra.com.br

Salvador

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VACINAÇÃO

Ainda ontem, jantando com um velho amigo meu, médico, conversávamos sobre vacinação. Há tempos o Brasil teve uma estrutura para isso, e muito eficaz. Conseguia-se em 72 horas vacinar todas as crianças, mesmo nos mais distantes rincões da Amazônia. Nos dias de hoje, após a péssima gestão petralha, isso parece ter sido desfeito. Prorroga-se cada vez mais o encerramento das campanhas, e nunca se concluem as vacinações pretendidas. Havíamos erradicado várias doenças. Agora, graças à ineficácia governamental, elas estão voltando. Este é o Brasil que não queríamos, mas nosso ignaro povinho conseguiu eleger Lula e sua quadrilha. Deu no que estamos vendo.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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INDÚSTRIA DE MULTAS

Deixar de manter acesa luz baixa nas estradas/rodovias? Seguindo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) - Lei 9.503/97 -, artigo 250, os incisos e alíneas são claros em entendimento: I a) Durante a noite; b) de dia, nos túneis providos de iluminação pública; c) de dia e de noite, tratando-se de veículo de transporte coletivo de passageiros, circulando em faixas ou pistas a eles destinados; d) de dia e de noite, tratando-se de ciclomotores. II - Deixar de manter acesas pelo menos as luzes de posição, sob chuva forte, neblina ou cerração; e III - Deixar de manter a placa traseira iluminada à noite. Por outro lado, autuar (multar veículos), aos dias claros de sol, nas rodovias e ou estradas, aleatoriamente, podemos considerar abuso de autoridade de trânsito.

Antonio de Souza D'Agrella adagrella4@gmail.com

São Paulo

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NUNCA VAMOS NOS ESQUECER

Nunca vivemos num mar de rosas, mas há 17 anos estamos vivenciando um estado de sítio. Desde aquela fatídica terça-feira, 11 de setembro, fanáticos religiosos elegeram o Ocidente como inimigo e apregoam a nossa destruição como um mantra, para turbinar o ódio gratuito e ignóbil contra esta parte do mundo. O 11/9 não é apenas uma data. É um marco, para nos lembrar de que o combate a esta ideologia perversa e ignóbil deve ser feito com informação, para ceifarmos a ignorância que motiva o ódio que eles têm de nós, ocidentais.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

 

 

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