Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

13 Setembro 2018 | 03h00

CAMPANHA ELEITORAL

Candidatura Haddad

Mais uma vez, e como sempre, o PT afronta descaradamente a Nação. Como se não bastassem o descaso e o desrespeito às leis, o que deixa muito clara a farsa da “democracia” pregada pelo partido, ainda anuncia, sem pudor, que se o candidato Fernando Haddad vencer as eleições o Brasil não será de fato governado por ele, mas pelo presidiário Lula da Silva, condenado justamente por corrupção contra o País. O tal fantoche se dá por satisfeito deixando-se usar, numa demonstração de falta de brio, de competência e de caráter. E inacreditavelmente, com toda essa pantomima, há quem vote nele! Qual será o futuro deste país? Resta-nos a opção do tal “voto útil”, para que novamente não caiamos em garras pérfidas.

ANA SILVIA PINHEIRO MACHADO

anasilviappm@gmail.com

São Paulo

Ninguém merece

Pois é, Haddad, marionete de Lula, agora é “candidato”. Se ele se eleger, veremos o Brasil ser comandado por um presidente títere recebendo ordens de um presidiário. A Nação brasileira não merece tamanho castigo.

JOSÉ PAULO CIPULLO

j.cipullo@terra.com.br

São José do Rio Preto

Quanto riso...

Finalmente o Brasil vai voltar a ser feliz. A boa notícia vem com a definitiva inelegibilidade do chicaneiro, enganador e populista irresponsável Lula da Silva. Depois de enésimos recursos desafiando a Justiça e de manifestações de um comitezinho da ONU, o presidiário líder-mor dos petralhas jogou a toalha e, numa tentativa desesperada de reconquistar o poder, lançou o “Andrade”, a derradeira esperança petista, como seu substituto. 

J. A. MULLER

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

... oh, quanta alegria!

Fernando Haddad, reprovado como prefeito da cidade de São Paulo, presunçoso, julga-se apto a dirigir o Brasil. Alardeia frase de efeito, na qual decerto não acredita, pois, a meu ver, o correto seria “infeliz de novo”, o que 13 milhões de aflitos endossam. Os governos petistas, irresponsáveis, agiram como a cigarra da fábula, acrescida a corrupção. Desgraça pouca é bobagem?

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

Cavalo encilhado

Quem não se lembra de Lula vendendo Dilma Rousseff como a gerente competente e mãe do PAC? Depois vendeu Fernando Haddad como “homem novo para um tempo novo”. Em nenhum dos casos os postes se mostraram eficientes, mas o povo comprou a receita e engoliu os candidatos. Dilma enterrou o País e foi punida com o impeachment, Haddad sofreu a maior derrota, nem sequer chegou ao segundo turno. O saldo dessa indigesta receita foram os milhões de desempregados, o País afundado numa crise profunda, a maior cidade da América Latina marcada pela ineficiência e arrogância de Haddad ao governar São Paulo para poucos e ignorar as necessidades da periferia. Agora Lula coloca uma sela nova em seu cavalo, muda o discurso e o homem que era novo hoje promete fazer o Brasil feliz de novo. Com que dinheiro, se foi no governo do PT que se viu o maior roubo de que se tem notícia? E mais, Haddad não tem discurso próprio, fala em nome do presidiário, não em seu próprio nome. E terá como missão primordial libertar da cadeia seu chefe, que dividiu o País entre “nós” e “eles”. Os cidadãos brasileiros esperam que seja eleito um presidente que não nos leve ao mesmo caminho da Venezuela e respeite as decisões da Justiça, gostando ou não delas.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

De fato, elles não querem governar o País, quebrado, elles só querem a liberdade do “cara”.

MOISES GOLDSTEIN

mg2448@icloud.com

São Paulo

‘O candidato postiço’

Penso que descabe cogitar de eventuais qualidades do candidato postiço, pois, como bem lembrado no editorial com o título acima (12/9, A3), a desastrosa gestão Haddad “foi marcada pela ineficiência e arrogância”. Nada mais é preciso acrescentar.

ALVARO A. FONSECA DE ARRUDA

alvaro.arruda@uol.com.br

São Paulo

Poste apagado 

Como perguntar não ofende, o que poderá fazer pelo Brasil um poste sem luz própria?

VANDERLEI ZANETTI

zanettiv@gmail.com

São Paulo

Sem chance

O Brasil não corre o menor risco de dar certo. Se Haddad ou Ciro Gomes vencerem a eleição, aí, sim, acredito que vamos virar algo muito parecido com a Venezuela. Investimentos externos cairão a zero, a inflação vai voltar e o problema da Previdência será resolvido com um ingrediente simples: a volta da inflação, que deteriora o valor real dos benefícios via aumento de moeda circulante, já que a dívida interna vai explodir. Ciro, com essa história horripilante de tirar 65 milhões de pessoas do SPC, vai destruir o crédito. Imaginem se alguém empresta dinheiro sabendo que haverá perdão da dívida em seguida. Os juros irão à Lua. Ciro também vai reverter as mudanças nas leis trabalhistas e tornar o Banco Central dependente de sua equipe econômica. Nesse cenário, o Brasil estará aberto a conflitos internos que podem resultar em desestabilização. O País não aguenta mais quatro anos de esquerda. Vai pro buraco.

ARNALDO LUIZ CORRÊA

arnaldolc@uol.com.br

Santos

TRANSPORTE DE CARGA

Fretes em extinção

A propósito do editorial O agro punido na grande safra (12/9, A3), como produtor tenho tido muitos problemas com a entrega de fertilizantes para safra de verão e para escoar milho e soja de contratos firmados no começo do ano, de entrega futura. A tabela de fretes da ANTT é uma aberração, que remete ao atraso das políticas de reserva de mercado e do tabelamento de preços e serviços da década de 1980. Já me decidi: agora, no segundo semestre, vou adquirir frota própria de caminhões para não depender sequer de um caminhãozinho do tipo “toco”. Os caminhoneiros autônomos, que hoje se beneficiam da tabela da ANTT e dão de ombros para a sociedade, logo mais verão a procura por fretes desaparecer. Muitos produtores e empresas estão se movimentando para adotar a mesma estratégia de adquirir frota própria. E enquanto o governo e a Justiça se omitem, mais uma vez a conta ficará para o produtor e a população. 

FREDERICO D’AVILA

fredericobdavila@hotmail.com

Buri

CONTRA OS EXTREMOS

Segundo as mais recentes pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) parece já estar no segundo turno. O sr. Fernando Haddad (PT), surfando nas costas do presidiário, ameaça chegar lá. Teríamos, então, grande probabilidade de nos depararmos com o quadro dantesco dos dois extremos a disputar o segundo turno. O ruim contra o pior! A maneira de evitar esse desastre seria os candidatos que se encontram espremidos entre os dois - e com alto risco de morrerem abraçados - se comporem para atender ao bem maior. Para tal, poderiam se valer de sistema lógico e justo: sortear quem permanece na disputa do primeiro turno, colocando na urna o número de votos proporcional ao resultado de cada um na pesquisa imediatamente anterior à votação. Deveriam fazer isso às claras, com divulgação e compromisso prévio de apoio irrestrito ao vencedor e sem troca necessária de cargos. Acho que todos teriam a ganhar. Por exemplo, João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB), que hoje têm chance zero, poderiam aspirar a algo. O mesmo vale para Ciro Gomes (PDT), que teria maior probabilidade de ser escolhido e, sem a composição, corre sério risco de não ir para o segundo turno. Qualquer dos candidatos que não os radicais é o que quer a maioria!

Natalino Ferraz Martins natalino.martins@uol.com.br

São Paulo

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SERVIÇAL DE LULA

É triste ver um professor da Universidade de São Paulo, como Fernando Haddad (PT), se colocar como serviçal de um corrupto e formador de quadrilha, o presidiário Lula, e ainda ser humilhado por meses até ser confirmado como o candidato do PT ao Planalto, o que só ocorreu agora, a 26 dias da eleição. 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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11 DE SETEMBRO PETISTA

O PT, que já chegou ao mau gosto de comemorar o 11 de setembro, agora tem motivos de sobra para abominar a data, de longe até agora uma das piores para eles em sua história. Perderam todos os recursos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). E, neste 11 de setembro, Lula jogou a toalha pela janela de sua cela em Curitiba e seu "herdeiro" não vinga a usufruir da "herança" e, por fim, Jair Bolsonaro foi absolvido da acusação de racismo, portanto o PT não pode mais acusá-lo na propaganda daquilo que ele não é. Resta saber quem escreveu a carta que Lula diz ter escrito, lida por uma comitiva petista com cara de velório e recitada por uma Gleisi Hoffmann com cara de viúva sem nunca ter sido.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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CANDIDATO POSTIÇO

Na terça-feira, a Companhia de Energia Elétrica Lula plantou seu segundo poste da marca Haddad!

Orivaldo T. de Vasconcelos professortenorio@uol.com.br

Monte Alto

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HADDAD

Adaptando um clássico da música brasileira, eu criei este jingle para o novo candidato do PT à Presidência: "Lá vem o poste, poste aqui, poste acolá. Lá vem o poste para ver o que é que há".

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

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TEM CONDIÇÕES?

A pergunta que não quer calar é esta: Fernando Haddad foi indicado pelo PT para concorrer à Presidência da República. Segundo notícia, ele terá de responder à Justiça aos ilícitos que cometeu durante sua gestão na Prefeitura de São Paulo. Tem ele condição para ser presidente da República, se for eleito?

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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O EX-PREFEITO

Nós, brasileiros, paulistas e, em particular, paulistanos, temos por obrigação divulgar a atuação do ex-ministro da Educação à frente da Prefeitura de São Paulo. Fora o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) fraudado (ao custo de R$ 14 milhões na época), Haddad aprovou a criação de várias faculdades para os menos intelectuais preencherem o art. 5, inciso XIII da Constituição federal. Algumas faculdades nem preenchiam a lei de diretrizes e bases. Não tinham hospitais até o 3.º ano, mas tudo bem, criaram-se vagas para apedeutas. Como prefeito, ainda no ramo universitário, convidado pelo partido, Haddad foi dar aula na pós-graduação da USP. Lamentavelmente, não foi aceito, pois não tinha titulação legal para tal função. Sua maior atuação foi no ramo das multas. Começou acabando com a fiscalização eletrônica de veículos, facilitando os correligionários de outros municípios (Osasco, São Bernardo, etc.) a virem passar o domingo na Avenida Paulista e venderem seus manuais na mais badalada avenida  do País. No ramo de atendimento e saúde, criou quatro hospitais municipais que lamentavelmente não foram concluídos, pois o colega médico que estava desempregado aceitou o cargo de ministro e não veio em seu auxílio. Agora, Haddad promete que em quatro anos vai terminar as obras. Fechou o Cagesp, pois não era condizente com São Paulo. Na área de bem-estar, instalou 848 km de ciclovias, que foram um sucesso para os seus votantes. É bem verdade que comerciantes fecharam as portas (pouca gente) e as tintas plásticas usadas nas ciclofaixas se desprendiam em seis meses (havendo novas licitações). No seu mandato, tivemos um recorde que foi gravado no livro de originalidades - o maior congestionamento veicular numa sexta-feira - e os angolanos que vieram do Acre de comum acordo com o governo petista. Chega, não vou nem falar dos buracos nas ruas.

Flávio Prada flavioprada39@gmail.com

São Paulo

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ACIDENTES DE PERCURSO

A despeito de tudo o que a mídia claramente pró-Haddad publicou nos últimos tempos escancaradamente tentando desconstruir a gestão de João Dória em São Paulo, não conseguiram transferir a preferência dos eleitores para o filhote de Lula, Luiz Marinho, candidato ao governo do Estado pelo PT, mas a entregaram de bandeja para Paulo Skaf, um emedebista, o partido de quem? De Michel Temer, o execrado "golpista" alardeado pelos petistas como o mal de todos os males. É, nem tudo o que sai da cabeça de Lula dá certo. Há acidentes de percurso, mas que ele vai saber administrar, com certeza. Afinal, o que "elle" não consegue?

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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O ENCANTADOR DE TOLOS

17 apelações e alguns meses transcorridos depois da prisão do homem da "alma mais honesta deste país", quando a Justiça e o povo brasileiro foram (e continuam sendo) tratados como idiotas debiloides, enfim emerge a velha e sempre presente "verdade" no lamaçal petralha. O boquirroto ladravaz que nunca assumiu publicamente seus atos nem tampouco seus bens é candidato à Presidência da República, mas, como não poderia deixar de ser, a candidatura não está em seu nome, mas sim no de um "poste" amigo. Assim, teremos um candidato e uma vice que, se vencedores do pleito (argh), serão meros títeres e formarão um governo "triplex". Interessante como a  verdade petralha sempre converge para as mesmas mentiras de sempre.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

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DE OLHO NA ONU

Ora, ora... O Comitê de Direitos Humanos da ONU insiste em garantir a Lula o direito de se candidatar. Ótimo! O sonho do Lula sempre foi ser secretário-geral da ONU... Por que não agora?

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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NO ALTAR

Cheguei a ver numa residência, tal qual na Coreia do Norte, uma foto de Lula juntamente com sua pupila Dilma num porta-retrato com diversas velas acesas. Perguntei se um dos dois estava doente e - pasmem - a resposta foi: "Não está doente, não, é para Deus ajudar que o Lula saia da cadeia para ser nosso presidente de novo". É ou não é o cúmulo do absurdo? O PT, realmente, não é um partido, mas sim uma seita.

Orélio Andreazzi orelio@andreazzi.com.br

Suzano

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SARRISTAS

O PT e Luiz Inácio estão prestando um grande serviço ao País, escancarando que a Procuradoria-Geral da República, o TSE e o STF não estão à altura do Brasil. Todos os dias os petistas tiram o maior sarro deles, e que se dane o País!

José Roberto Iglesias rzeiglezias@gmail.com

São Paulo

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TRANSFERÊNCIA

O ministro João Otávio Noronha, do Superior Tribunal de Justiça, declarou , como eu e muitos brasileiros desejamos, que Lula deva cumprir pena num presídio, sem as regalias que tem em Curitiba. Sabendo que o meliante está fazendo de sua cela especial uma suíte, um comitê eleitoral, nada mais pertinente do que transferi-lo para o presídio de Campo Grande, onde está o esfaqueador de Jair Bolsonaro, e sem quaisquer regalias, pois não as merece. Grande criminoso que é, e os fatos comprovam isso, que seja incontinenti e com a máxima urgência transferido para lá. Não aguentamos mais que essa execrável figura continue interferindo, como está, na vida de todos os brasileiros.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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COSTURA MALFEITA

Se o PT ganhar as eleições, "Lulla", o ser, não apenas a "ideia", atuará como uma costura malfeita de eminências pardas, Richelieu e Rasputin, e será um déspota (não) esclarecido, arremedo de Marquês de Pombal. Em 2019, governará de Curitiba, com o auxílio do Twitter; nos três anos subsequentes, após ser indultado no próximo Natal, será chefe da Casa Civil, com assento no gabinete do presidente, e o postiço ocupará uma sala qualquer no anexo do palácio. Gravem na pedra para conferir.

Paulo Mario B. de Araujo pmbapb@gmail.com

Rio de Janeiro 

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NOSSA POLÍTICA

País bizarro o nosso, e que muitos acreditam que não é estranho, é normal e é comum... A disputa política pela Presidência da República está sendo comandada da cadeia e da UTI... Zanin e Zanone não são dupla sertaneja, mas cantam a mesma música!

João B. Vieira joaobvieira@yahoo.com.br

Sertãozinho

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FACADA NOS BRASILEIROS

Com Jair Bolsonaro liderando, com folga, as pesquisas de intenção de voto, constato, perplexo, a possibilidade de o Brasil e os brasileiros virem a ser esfaqueados nas urnas. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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MISTÉRIO PREVISÍVEL

Logo após o atentado que quase tirou a vida do candidato Jair Bolsonaro, sugiram de imediato quatro advogados dispostos a defender o homicida, um deles com grande dificuldade em explicar quem seria seu patrocinador, inicialmente alegando trabalhar por mais visibilidade, versão logo substituída pela de que uma igreja ajudava o criminoso em sua defesa, fato desmentido logo em seguida pela direção da congregação Testemunhas de Jeová. A terceira versão do advogado de Adélio Bispo, Zanone Oliveira Júnior, diz que ele recebeu mensagens de WhatsApp de desconhecidos se oferecendo para doar dinheiro para custear as despesas advocatícias. A dúvida que fica é: será que os patrocinadores ocultos do advogado de Adélio são os mesmos que criaram a vaquinha virtual para ajudar a pagar os honorários de José Dirceu, Dilma Rousseff, Lula e sua amante Rose Noronha?

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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LOBO SOLITÁRIO?

A tentativa de assassinato do deputado Jair Bolsonaro, realizada pelo "lobo solitário" Adélio Bispo de Oliveira, preso em flagrante, chama a atenção, entre vários outros aspectos, pelo grau de "lucidez e coesão" que o esfaqueador apresentou em seu raciocínio na audiência de custódia um dia após o atentado, pelo fato de um simples servente de pedreiro ter "a sua disposição quatro celulares e um notebook de última geração", ter se mantido (com que recursos?) em Juiz de Fora (MG) por vários dias antes do crime e ter conseguido de imediato um escritório particular de conceituados advogados, que viajaram em jatinho particular para defendê-lo (de graça?) e que agora solicitam um exame psiquiátrico objetivando que ele seja considerado inimputável. O grande mistério é: como foi que este "pobre coitado" com "problemas psiquiátricos" conseguiu toda essa retaguarda, se ele "agiu sozinho"?

João Manuel Maio clinicamaio@terra.com.br

São José dos Campos 

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POSSÍVEL SEMELHANÇA

Se o esfaqueador de Bolsonaro não estava sozinho, ele já fez tudo o que seus companheiros esperavam dele, mas ainda não abriu a boca revelando o que não gostariam que ele falasse. Em suma, tornou-se um arquivo ambulante que, pelo poder explosivo contra seus companheiros às vésperas de uma eleição estratégica, guarda alguma semelhança com o caso do assassinato de Celso Daniel e das mortes que se seguiram a ele - ainda não totalmente esclarecidas. Após a morte do prefeito, também morreram Antônio Palácio de Oliveira, o garçom que o atendeu e ao "Sombra" no Rubaiyat; Paulo Henrique Brito, que testemunhou o acidente do garçom; Iran Moraes Rédua, o funcionário da funerária que recolheu o corpo de Celso Daniel; Dionízio de Aquino Severo, o  suposto elo entre a quadrilha e o "Sombra"; Manuel Sérgio Estevam, que deu guarita a Dionízio; Otávio Mercier, o investigador; e também Carlos Delmonte Printes, o legista. Assim, se experiência serve para alguma coisa, jogar conversa fora com Adélio Bispo, nem pensar. A não ser que se tenha certeza de que ele não passa de um "lobo solitário", tão perturbado mentalmente que tinha quatro celulares para não ligar para ninguém.

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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NUNCA ANTES!

Apesar de condenado e ficha-suja, conquanto inelegível, malgrado esteja a responder a vários processos criminais e "otras cositas más", há que dar a mão à palmatória, atribuir os devidos créditos e reconhecer que, graças às políticas "inclusivas" do ex-presidente Lula, hoje o pobre, mesmo desempregado, pode, sem muito esforço: 1) viajar; 2) fazer curso de tiro; 3) hospedar-se em hotéis; 4) possuir quatro celulares e um notebook; e, finalmente... 5) ter à disposição vários advogados - gratuitamente - para tratar de eventuais problemas seus com a Justiça. Convenhamos, nunca antes na história deste país!

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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CRIME DE FÁCIL SOLUÇÃO

O agressor de Bolsonaro já declarou que recebeu um pedido de Deus para o seu ato. Ora, quem se acha deus não é aquele que está preso?

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

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O DIA SEGUINTE 

Aquele fatídico dia, 6 de setembro de 2018, vai ficar registrado para a História como incontestável ato contra a democracia. A campanha eleitoral se desenvolvia normalmente. Com alguma deslealdade e falta de ética nas propagandas pela televisão, em especial de quem dispõe de maior tempo para transmitir os seus projetos e/ou agressões aos adversários. Um tempo discutível dentro do que se pretende denominar democracia, admitindo-se igualdade de condições para todos os candidatos, o que não ocorre. As coligações do jeito que se formam, com identidades programáticas às vezes conflitantes, estão mais para mistura do que para combinações. Imperava aparente calmaria, exceção feita para as chicanas petistas e decisões judiciais moldadas a portas fechadas, ou não, em prol da candidatura do seu presidiário mor de Curitiba. No entanto, é quebrada essa harmonia com o ato terrorista contra o candidato Jair Bolsonaro, que, desprovido de qualquer proteção individual, exposto em posição elevada sobre os ombros de apoiadores, repetição de inúmeras recepções por onde transita em campanha, é ferido mortalmente pela faca assassina de um fanático opositor político. Por milagre, presteza na condução de Bolsonaro ao hospital, ensanguentado e com feição sofrida, como se viu nas imagens, e pela extrema habilidade dos profissionais da saúde, Bolsonaro foi salvo, para desespero dos que lhe pretendiam fora de combate, morto. O dia seguinte foi marcante para entender o que estava sendo arquitetado a partir do gesto de rancor do criminoso confesso Adélio Bispo de Oliveira apunhalando o abdômen do presidenciável. Ora, Adélio poderia ser morto pelos policiais que proviam segurança ao candidato ou até pelos seguidores do inconteste líder político disparado na corrida eleitoral. Não foi. Primeiro ensinamento. O fanatismo não está incorporado aos seguidores de Bolsonaro. Por quê? Se observada a postura de tantos quantos jornalistas e comentaristas, com honrosas exceções, Bolsonaro é o radical de extrema-direita porque defende a liberdade do porte de arma e faz o gesto típico que o caracteriza, mas que tem o propósito de cunhá-la como a serviço da sociedade e meio de dissuasão contra os meliantes. Nada representativo de pregação de violência, mas de uma resposta forte contra o banditismo que assola o País. Segundo ensinamento. De surpreender a apresentação imediata de quatro advogados de nomeada banca para defender o criminoso. Como tão rápido? Alguém desempregado só conseguiria um defensor público. Segundo consta, um incógnito cidadão está arcando com as despesas; de "bom coração", apiedou-se mais do bandido do que da vítima, inerme, sem condições de reagir. Ato covarde que merecia maior reprovação, repúdio. Terceiro ensinamento. A comparar o comportamento da mídia em face do abominável assassinado da vereadora do Rio de Janeiro e do atentado a Jair Bolsonaro em plena campanha eleitoral. Enquanto se retumbou que o primeiro foi crime político, no mais recente nem como questão foi cogitado. No da vereadora, por muito tempo, do "bom dia" ao "boa noite" planeta, os telejornais apresentavam o vídeo do carro das vítimas, parado, se deslocando, seguido pelos supostos assassinos, em câmera lenta ou não, explicando, conjecturando, com especialistas e hipóteses. No caso de Bolsonaro, com vídeos e imagens do flagrante circulando pelas redes sociais, não se viu idêntico procedimento, que muito poderia ajudar nas investigações e esclarecer aos espectadores, com os recursos de que as emissoras normalmente dispõem, além de especialistas convidados. Quarto ensinamento. O grau elevado de adestramento dos grupos de esquerda em termos de agitação e propaganda parece que não motiva os que lhes opõem, que poderiam ser chamados de direita, centro-direita ou de centro. A estimular essa percepção, considerem-se, ainda, o assassinato da vereadora, o partido ao qual ela pertencia, o autor do atentado a Bolsonaro, do mesmo partido da vereadora, e os desdobramentos de um e de outro. Da escadaria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, por várias cidades do Brasil e do mundo, como Nova York, Lisboa, Paris, se viu - claro - repercutido pela mídia protesto contra o assassinato da vereadora, nem que fosse por dez manifestantes portando cartazes com o nome da vítima da barbárie. Quinto ensinamento. O propósito às escâncaras de caracterizar o assassino como "lobo solitário", doente mental que toma remédio controlado (vide pergunta indutora do advogado do criminoso na audiência) ou fanático religioso, chegando ao cúmulo de mostrar uma "Bíblia" que lhe pertencia. O sanguinário foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional. Que se faça justiça.     

        

Ernesto Caruso egcaruso@gmail.com

Campo Grande

   

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FUTURO

Aos eleitores que pretendem votar com raiva, reflitam a quem faz mal esse sentimento. Precisamos votar com informação e serenidade. O Brasil precisa de união e pacificação.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

     

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O QUE FAZER?

Espero que a maioria dos eleitores tenha medo dos extremistas, mas ninguém tem o direito de sair esfaqueando, destratando ou ameaçando quem não partilha dos mesmos pensamentos e atitudes. Quando um político não tem perfil de estadista, segue pelo caminho mais fácil do populismo, que está a um passo da ditadura, que produz rapidamente rupturas ou graves deslizes. A história política deste país tem exemplos muito vivos na memória: o getulismo, o ademarismo, o janismo, o malufismo e o lulismo. O protagonismo de um chefe de Estado deve ser com firmeza, serenidade e competência e que consiga passar pelo detector de absurdos, pois a situação é muito grave e quem quer que seja eleito, antes de tudo, terá de conciliar todos os agentes políticos antes de iniciar a recuperação do Brasil. Não é com bravatas e exércitos deste ou daquele que teremos ordem e progresso sem rompimento das instituições que com muito esforço foram estabelecidas.

Alberto Bastos C. de Carvalho alberto.albcc@gmail.com

São Paulo

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LISURA EM XEQUE

Após as inúmeras suspeitas de fraude na última eleição de Dilma Rousseff à Presidência da República, não foram poucas as manifestações de técnicos e especialistas sobre a falta de segurança das nossas urnas eletrônicas. Nenhuma nação considerada séria adotou este sistema, o que causa a todos nós enorme apreensão, visto que as irregularidades e os malfeitos grassam por este país afora, principalmente tendo à frente de nosso Judiciário pessoas ligadas a partidos políticos. Estranhamente, jamais o TSE e a Polícia Federal deram uma resposta definitiva à população sobre a fragilidade do sistema. O silêncio dos partidos políticos também surpreende, mesmo aqueles que estão numericamente atrás nas pesquisas. Vendo Lula ainda participando da propaganda política no rádio e na televisão, chegamos à conclusão de que o Brasil está entregue à própria sorte, sem direção, comando ou seriedade.

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

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OS MILITARES E O PRÓXIMO GOVERNO

Sobre a entrevista do general Eduardo Villas Bôas ao "Estado" ("'Legitimidade de novo governo pode até ser questionada'", 9/9, A4), há uma frase costumeira entre os militares: "Não concordo em nada com a ordem recebida, mas a cumprirei com o sacrifício da própria vida". Nada impede aos militares não concordarem com o governo, desde que cumpram as ordens emanadas, mas seria lamentável que um comandante militar, único que fala pela sua força singular, responsável pela garantia da lei e da ordem, não pudesse expressar para a sociedade o pensamento e as preocupações de sua força, antes que o pior aconteça.

Paulo Marcos Gomes Lustoza pmlustoz@gmail.com

Rio de Janeiro

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INIMIGOS

O candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) diz que, em seu governo, "general Villas Bôas estaria demitido". Continue assim, Canga Ciro. Tua língua e pouco cérebro são teus inimigos mais do que íntimos.

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

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'O BRASIL VAI TER DE SE ENCARAR'

Eu também acho que "este país só vai ter cura se e quando se encarar como o que é. Vai ter de parar, desembarcar acusadores e acusados do 'sistema' cujo comando todos disputam e extirpar, de comum acordo, a raiz torta que lhe produz todos os galhos tortos. Só então vai poder embarcar de novo numa navegação que tenha rumo" (Fernão Lara Mesquita, "Estado", 11/9, A2).

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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RENOVAÇÃO DO SENADO

Causa espanto o silêncio sepulcral da imprensa falada, escrita, televisiva e das redes sociais quanto ao fato de que este ano haverá, para a nova composição do Senado, a eleição de dois senadores por Estado, mais o Distrito Federal. Vale dizer, 2/3 dos atuais senadores deverão obter nas urnas novo mandato. Esta é uma oportunidade única, considerando a atual quadra política/econômica, de arejar o Senado brasileiro, novos valores, novos nomes, novas ideias e novas posturas. Chega dos mesmos, dos de sempre. O mesmo pode se dizer dos deputados federais, estaduais e governadores.

Carlos Benedito P. da Silva carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

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PALOCCI EM PERIGO

As declarações de Antonio Palocci, consubstanciando delação premiada, são de extrema gravidade e podem acarretar o término de sua existência, a exemplo de Celso Daniel e Toninho do PT ("Palocci diz que Lula atuava em pedido de propina", "Estado", 11/9). De outro lado, demonstram que o presidiário Lula da Silva é o maior cara de pau do País e, em matéria de desonestidade, ganha de todos os conhecidos corruptos, que podem ser alcunhados de simples "trombadinhas". Assim, se a jararaca morrer na prisão, ainda é pouca coisa.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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LÓGICA PETISTA

Diante das últimas notícias da Operação Lava Jato, com a prisão do ex-governador do Paraná Beto Richa, teria o dr. Sérgio Moro se desfilado dos quadros do PSDB? E agora, petistas?

Eduardo de Assis Pires eduardoapires@uol.com.br

São Paulo

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MANDOU BEM

O ministro Edson Fachin, da segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Operação Lava Jato, "cansado de perder" todos os embates para os ministros Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes - este que já soltou mais de 20 condenados -, sabiamente pediu vista do processo que visa a rever a prisão dos corruptos de plantão após a condenação em segunda instância. Pressentindo uma nova derrota, resolveu aguardar a posse da ministra Cármen Lúcia no lugar de Dias Toffoli naquela turma, onde as coisas se equilibrarão e, certamente, o placar passará em 3 a 2 em prol da manutenção do que já foi decidido pelos 11 ministros da Corte. Corruptos e a "tigrada" estão insatisfeitos, mas Fachin mandou bem!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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STF SOB NOVA DIREÇÃO

Meses atrás, a ministra Cármen Lúcia falou que "o STF não se apequenaria". Pois é, ministra, dia 13 de setembro chegou!

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo 

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O SALÁRIO DOS SERVIDORES

Na visão de José Márcio Camargo, economista da campanha de Henrique Meirelles ("Estadão", 12/9, A10), o funcionalismo público virou o grande vilão da história nacional. Ele sugere o congelamento salarial da categoria por quatro anos, e se esquece de que há mais de três anos não há sequer reposição da inflação na maioria dos salários dos servidores. Acaso o Estado topa congelar seus preços? Estatais e empresas privatizadas tudo bem, mas a favelização e o pauperismo não combinam com seu candidato Meirelles, que apenas da aposentadoria de banco estrangeiro ganha milhões de dólares por ano. Sempre o mesmo discurso "faça o que eu falo, mas não o que eu faço".

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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A MALDITA 'BURROCRACIA'

O editorial de 11/9 do "Estadão" sobre o pesadelo burocrático que destruiu a rodovia BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, cortando a Floresta Amazônica, há 17 anos, por falta de regularização ambiental, aborda mais um exemplo da esculhambação que reina na administração pública deste país. E a absurda inépcia que se abateu sobre aquela rodovia é uma das irmãs gêmeas daquela que destruí o Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Eu sei muito bem como funcionam as administrações em geral. Em minha opinião, dois fatores, sobretudo, contribuem para tanto. O primeiro são os cargos em comissão - tanto os denominados "aspones", que se limitam a borboletear pelas dependências públicas, quanto aqueles que ocupam cargos de direção. Nestes, a cada mudança de governo, assume um novo cacique, que via de regra muda tudo o que o seu antecessor tinha planejado, geralmente jogando no lixo todo o trabalho executado com o seu antecessor, ainda que excelente. O segundo fator é a incrível dificuldade de inúmeros servidores tirarem o bumbum da cadeira para ir até ao local em que um determinado problema se localiza. E tal providência só depende de um administrador firme e interessado em fazer a máquina andar. Não é mais admissível que servidores desinteressados se limitem a despachar processos com um intragável "para as providências", e este segue de mesa em mesa sem nenhuma decisão concreta. O Estatuto dos Servidores permite enquadrar os funcionários e, dependendo do caso, pode até terminar em demissão a bem do serviço público. Eventualmente, é o caso da rodovia abordada pelo editorial. Se aqueles que tinham o poder de decisão a tivessem vistoriado, muitas das suas dúvidas teriam sido sanadas, assim como se o Estatuto fosse aplicado, como deveria ter sido. É realmente ridículo terem ficado viajando na maionese, para utilizar uma expressão popular, que exprime corretamente o que ocorreu. Como lembra o editorial, as decisões do Ibama, pela lógica, teriam sido tomadas durante a abertura da estrada e, com ela já em operação, seria apenas o caso de adequá-la às novas situações em relação à floresta. Eu não tenho dúvidas de que a Floresta Amazônica é o nosso maior tesouro e que qualquer intervenção que nela se faça merece a maior atenção. E, no caso, não deve ser diferente, porém existem inúmeras soluções para proteger tanto a floresta quanto a rodovia e seus usuários. Poder-se-ia, por exemplo, construir passagens de nível para os habitantes e os animais, assim como cercar a estrada para dificultar o seu acesso em áreas inapropriadas, além de equipá-la com postos policiais em todo o seu percurso. Não tem sentido construir uma cara rodovia e, depois, deixá-la ao léu. 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo 

  

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PORTAS FECHADAS

O diretor do Museu Nacional, com a frase "precisamos de ajuda ou fechamos de vez", procura isentar o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), notório filiado do PSOL, alegando falta de verbas, embora a rigor houvesse verbas suficientes para melhorar as instalações elétricas do museu sinistrado. Quanto ao "fechamos", com o incêndio fechou-se de vez o que existia, pois jamais poderão ser recompostos os muitos acervos destruídos, insubstituíveis. 

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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AINDA O MUSEU NACIONAL

Os grandes artistas no País surgem para restaurar os estragos da desatenção, da corrupção, do desleixo, etc. dos governantes. Precisa ser artista para restaurar o que sobra da incompetência e da corrupção desta gente! Claro que ninguém será sequer autuado, quanto mais preso!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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BRASIL

Pobre do nosso Brasil, agora, sem passado e sem futuro!

Raul Ventimiglia raulventimiglia@gmail.com

São Paulo

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AMISTOSOS DA SELEÇÃO

Ver a seleção brasileira de futebol batendo em "bêbado" (Brasil 5 x 0 El Salvador) só pode, mesmo, provocar asco. Em plena ressaca de Copa do Mundo, ter de enfrentar seleção sem expressão só pode ser provocações da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Enquanto a Europa joga a Liga das Nações, nós aqui, da América do Sul, temos de nos contentar com um "subproduto" que não agradou e não agrada. Pior que horário político é ver Neymar depois do grande vexame da Copa da Rússia. Que asco. E a tendência daqui para a frente é o Brasil só jogar com "bêbados", sem expressão alguma, tendo de ver Tite chamar jogador que antes não servia, e agora milagrosamente serve.

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

São Paulo 

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CATAR 2022

Lamento não haver assistido aos dois "fantásticos" jogos da seleção brasileira: 7 gols pró e nenhum contra. Mas, depois de testes contra "adversários ridículos", acredito que estamos no caminho certo para a conquista do hexa. 

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

 

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