Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

15 Setembro 2018 | 03h00

STF

Novo presidente

O ministro José Antonio Dias Toffoli é o novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), a última e mais importante instância do Poder Judiciário brasileiro. É nesse tribunal que questões inerentes à Constituição são discutidas e interpretadas de forma definitiva, servindo de referência para as demais instâncias da Justiça. Em seu discurso de posse, Dias Toffoli disse que não estamos em crise, mas em transformação. Acontece que os 13 milhões de desempregados são o retrato da crise econômica, política, institucional e ética que atravessamos. Os únicos que passaram e passam incólumes pela recessão econômica são os setores específicos e privilegiados do Estado brasileiro. Precisamos, mais do que nunca, de um Judiciário forte, atuante, plural, imparcial e independente. Precisamos de juízes e juízas sensíveis às demandas sociais e coerentes em suas posições e decisões, sempre, por óbvio, com base no ordenamento jurídico nacional. Cabe ao Poder Judiciário, especialmente às Cortes superiores, punir com rigor os responsáveis por jogar o Brasil e o nosso povo no abismo e na incerteza. Vivemos, talvez, o maior e mais incerto período desde a redemocratização. Que o STF tenha sensibilidade e coragem para abordar e decidir temas importantes e puna com celeridade e rigor aqueles que saquearam os cofres públicos durante anos e anos.

WILLIAN MARTINS

martins.willian@globo.com

Guararema

Só para esclarecer 

Dias Toffoli, em seu discurso de posse na presidência do STF, pregou o amor e disse ser preciso “viralizar a ética intersubjetiva”, com base na afetividade, sensibilidade e cordialidade com o próximo, dando prioridade à convivência harmoniosa de diferentes opiniões. E para finalizar, cravou: “Essa é a essência da democracia”. Pergunto: ética intersubjetiva seria, por acaso, o que fez Toffoli soltar um criminoso como José Dirceu, seu ex-patrão, e convidar o juiz plantonista do TRF-4 que tentou tirar Lula da cadeia, Rogério Favreto, para sua festa de posse na Suprema Corte? E mais: fará parte dos seus planos para 2019 soltar quem o indicou para o mais alto cargo do Poder Judiciário, hoje hóspede da carceragem da Polícia Federal em Curitiba? 

PAULO R. KHERLAKIAN

paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

Esquecimento

Desejamos ao novo presidente do STF uma administração imparcial e competente. Vamos esquecer que ele foi durante anos advogado de Lula, da CUT, do PT e assessor de José Dirceu, a quem, há pouco tempo, liberou da prisão e do uso da tornozeleira eletrônica.

LUIZ BIANCHI

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

Suprema opção

Apesar dos pesares, o novo presidente do STF, Dias Toffoli, tem a chance da redenção, colocando-se ao lado do povo brasileiro, ou, na pior das hipóteses, a oportunidade de entrar para a História como um ministro menor, iníquo, que não estaria à altura da função que exerce.

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

A grande chance de Toffoli

Partidário e advogado do PT, ex-assessor de José Dirceu, portador de limitado saber jurídico (foi reprovado duas vezes em concurso de ingresso na magistratura), chegou ao Supremo Tribunal Federal pelas mãos do ex-presidente Lula. No julgamento tanto do mensalão como do petrolão passou incólume, sem pejo de declarar qualquer suspeição de parcialidade ou impedimento; tal como recentemente, quando em julgamento esdrúxulo concedeu liberdade ao seu ex-chefe José Dirceu. E agora, com esse currículo nada lisonjeiro, é alçado à presidência do STF não exatamente por seus próprios méritos, como se viu, mas, sim, por mera disposição regimental dessa Corte. Portanto, o ministro Toffoli, em respeito à sua biografia, tem a grande oportunidade de desfazer as contumazes críticas que se lançam a respeito de sua atuação e de se conduzir, agora nessa honrosa posição, aos olhos da Nação com todo o empenho, dignidade, isenção e imparcialidade, como um verdadeiro magistrado. Aguardemos.

AURÉLIO QUARANTA

relyo.quar@gmail.com

São Paulo

Tirar dúvidas facilmente

Antes de tomar posse na presidência do Supremo, Toffoli mandou o juiz Sergio Moro suspender a ação penal que corria contra o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, pois, segundo a defesa do réu, o dinheiro recebido da Odebrecht foi usado em campanha, constituindo caixa 2 e crime eleitoral, e não propina para a edição de medidas provisórias, como teria dito a empreiteira. Ora, como agir para esclarecer se foi dinheiro para campanha ou propina para bolsos particulares? Bem, bastaria que Mantega apresentasse as contas em que o dinheiro foi depositado: se são particulares, foi para propina e a Odebrecht falou a verdade; se são de prestadores de serviços de campanha, é só o PT e seus fornecedores apresentarem a relação e os valores dos serviços que constituiriam o referido crime eleitoral. E assim, sem maiores dificuldades, tudo poderia ser devidamente esclarecido. O que deixaria mais tranquilos os brasileiros e o ministro Dias Toffoli em sua nova fase à frente da nossa Justiça. 

JORGE ALBERTO NURKIN

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

Festança de posse

O Poder Judiciário brasileiro é uma “casa-grande” opulenta e suntuosa, sustentada pelos miseráveis da “senzala”, que vez ou outra conseguem ver, bem de longe, a “sinhá Justiça” tomando sol no varandão e fazendo ouvidos moucos aos apelos desesperados que lhe são gritados à distância. Os que se fartam no nababesco banquete dessa “casa-grande”, em vez de se envergonharem pela miséria à sua volta, dão lustro nos espelhos onde contemplam as suas vaidades.

TÚLLIO MARCO SOARES CARVALHO

tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

EM SÃO PAULO

O moroso serviço 156

O editorial Sofrimento dos paulistanos (12/9, A3) traduziu a pura verdade da morosidade do atendimento da Prefeitura pelo site ou pelo telefone 156. Ao reclamar de uma gigantesca árvore em risco de queda iminente, que poderia ceifar vidas, só fui atendido quando a repórter Renata Okumura, no Blitz Estadão, expôs o problema. Tenho outro pedido registrado no 156, referente a outra árvore na mesma situação, e sou solenemente ignorado. Fica aqui o registro, para responsabilização da Prefeitura caso aconteça uma tragédia.

LUIZ MARIO LEITÃO DA CUNHA

luizmleitao@gmail.com

São Paulo

DIAS TOFFOLI

Um indivíduo que não teve a capacidade de se fazer magistrado assume a presidência da nossa Corte Suprema. Somos um país errado até a medula.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

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MISSÃO NO STF

Com um habeas corpus de ofício José Dirceu, condenado a mais de 30 anos, foi solto. Agora, o ministro Dias Toffoli, já no seu primeiro dia como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), mostrou a que veio: concedeu liminar suspendendo a ação penal no âmbito da Operação Lava Jato sob responsabilidade de Sergio Moro contra Guido Mantega e os marqueteiros Mônica Moura e João Santana. Aos poucos, a esperança de um Brasil melhor, de punir os corruptos, se esvai... Procedendo assim, o que está ruim tende a piorar ainda mais.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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CARTADA

Toffoli presidente do STF é a última cartada do lulopetismo e do Foro de São Paulo, ideais do comunismo bolivariano.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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MEGA SENA

Com o ministro Antonio Dias Toffoli na presidência do STF, o primeiro passo para a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já foi dado. Para quem não passava de um advogado comum do PT, que nem aprovação para juiz estadual conseguiu, ser nomeado ministro da Suprema Corte é o mesmo que ganhar na Mega Sena. Eu, particularmente, não tenho a menor dúvida de que ele, o ministro e presidente do STF, tudo fará para libertar o seu criador. Esta orquestração já vem de longo tempo, a farinha continua a mesma, o que muda ou o que mudou foi o saco, ou embalagem, como queiram. Ou será que não?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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UMA VEZ PETISTA, PETISTA ATÉ MORRER

Lamartine Babo que me perdoe, mas estou usando o bordão do hino do Flamengo de sua autoria, "Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer", para fazer o título desta carta. Antes da cerimônia de sua posse no STF, para a qual foram convidadas cerca de 3 mil pessoas, Toffoli pagou mais uma vez com sua toga, que deveria ser vermelha, deixando a segunda turma tirando os processos contra Guido Mantega e João Santana  das mãos do juiz Moro. E, agora,  presidindo o STF, podemos esperar que arquive processos contra seu chefe, Zé Dirceu, e até livre o chefe da organização criminosa da condenação dos 12 anos, porque,  uma vez petista, petista até morrer.

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com

Porto Feliz

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PERDULÁRIO

Dias Toffoli convidou 3 mil pessoas para o coquetel de sua posse na presidência do STF. Tudo com nosso dinheiro. Isso é que é exemplo! Só falta Cármen Lúcia fazer outro pela sua despedida.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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FESTA

Uma festa - dos seus, claro - para a posse do ministro Toffoli apenas acentua a nossa sensação desagradável de que o STF não mudará em nada, como foram o mandato da antecessora Cármen Lúcia e o de todos os outros, que não mudam o "status quo" desta corte quase inoperante para o País.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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EMOCIONANTE

Num país com tanta insegurança, tanta injustiça, tanta corrupção, tantas incertezas e agruras, é realmente um quadro de ternura e serenidade ver personagens tão importantes da República em cordial e fraternal convívio, por ocasião da passagem do cargo de presidentes do STF, essa instituição que tanto os brasileiros passaram a admirar nos últimos anos. A foto da primeira página do jornal de ontem (14/9) é de assegurar à Nação que seu destino está em boas mãos. Dos seis personagens, é difícil de destacar o mais respeitável, se Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Raquel Dodge, Eunício Oliveira, Rodrigo Maia ou Michel Temer. Talvez o maior destaque seja o hollywoodiano abraço entre a ex-presidente do STF e o atual. Um quadro enternecedor que devemos ao jornal.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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VAMOS MAL

País que tem Dias Toffoli como presidente de sua maior Corte de Justiça precisa de muitos reparos e mudanças.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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'NAS CINZAS DA FACADA'

Nenhum texto é definitivo, mas alguns se aproximam disso, como o artigo  "Nas cinzas da facada", do escritor Flávio Tavares ("Estadão", 14/9, A2). Que as urnas não nos levem para um período de conflitos e chamas...

Eduardo Britto britto@znnalinha.com.br

São Paulo

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COMPARAÇÃO

No artigo em que o jornalista Flávio Tavares prega que a violência contra o candidato Jair Bolsonaro tem origem em seu discurso de ódio (14/9, A2), o autor diz: "Foi também vítima da própria ideia de violência constante, suporte de sua candidatura, que ele mesmo apregoou de norte a sul. Sua linguagem teve invariável tom destrutivo, como se ocultasse ódio interior. A insistência em armar a população para enfrentar a violência significaria abolir o próprio Estado, destruindo a polícia e a Justiça e, assim, criando o caos absoluto". E completa, comparando-o às ideias de Hitler sobre armar a população: "O partido nazista formou, então, grupos armados para reerguer o orgulho da Alemanha". Em 1933, pregando a violência, Hitler chegou ao poder pelo voto. Não buscava unir o país no diálogo para solucionar problemas. Ambicionava o poder para impor a violência. Diferentemente de Hitler, o candidato a presidente Jair Bolsonaro tem pregado a possibilidade de liberar a autodefesa ao cidadão de bem. Em nenhum momento o candidato propõe a liberação do uso de armas para determinado grupo que compactue com suas ideias. O autor do artigo é tendencioso, pois nunca apresentou qualquer matéria comentando sobre as milícias armadas, criadas na Venezuela por Hugo Chávez, usadas para defender as ideias da revolução bolivariana. Hugo Chávez ou Nicolás Maduro é que deveriam ser comparados com o tirano Hitler. 

Edson Antonio Pedro edanpe@gmail.com

Bragança Paulista

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GOLPE BAIXO

Até que demorou um pouco para que um claro adepto do "multiculturalismo fajuto" conhecido como "politicamente correto", com base nas fantasias que seus adeptos lançam sobre o presidenciável Jair Bolsonaro, tentasse atribuir à vítima a culpa pelo atentado à sua vida. Eis que Flávio Tavares, no seu artigo publicado ontem no "Estadão", que em suma mistura frases do candidato tomadas fora do contexto, sem base em fatos ou exemplos de algum ato irrazoável de violência física a qualquer dos símbolos que costumam usar, tenta demonizar quem apenas usa expressões fortes para bem marcar sua divergência das ideias inaceitáveis defendidas a ferro e fogo pelos adeptos desta política fajuta. Até mesmo mostrando sua falta de argumentos críveis e sua completa ignorância sobre a história recente, chega ao absurdo de expor uma teoria absolutamente falha sobre as razões da ascensão do nazismo para tentar tachar o candidato como de extrema-direita, para assustar os incautos. Em suma, os esquerdistas, pseudointelectuais brasileiros homiziados nas universidades e nos jornais, estando desesperados e sem argumentos, por seu falso profeta, lidimo representante do que tacham de politicamente correto, ter-se revelado um reles ladrão, e com a ascensão de um líder e protetor do verdadeiro multiculturalismo desenvolvido nos milhares de anos de existência da humanidade com base no amor à família, que promete banir suas falsas pregações, reagem como historicamente fazem no mundo inteiro: usando golpes baixos, mentiras e argumentos desonestos para combater seus opositores. Portanto, mais crível é imputar a tentativa de assassinato aos esquerdopatas do que à própria vítima, mesmo porque já existem suficientes indícios de que foi um crime contratado.

Carlos Ney Millen Coutinho cncoutinho@uol.com.br

Rio de Janeiro 

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'VIOLÊNCIA GERA VIOLÊNCIA'

Brilhante o artigo de Flávio Tavares de ontem, no "Estadão". Que violência gera violência é uma frase que sempre terá eco no mundo, como sempre teve. Os defensores do extremista dizem: mas Gandhi pregava a paz e foi assassinato. Ora, pregar a paz aos olhos de quem quer o contrário é uma violência ao contrário. Que o Brasil eleja um candidato sereno, não bélico e compromissado com a paz.

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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ÍNDOLE VIOLENTA

Conforme Flávio Tavares, "só resta o velho adágio: violência gera violência". Talvez pretende concluir que a existência e a expansão do crime organizado em nossa pátria é consequência da índole violenta do cidadão brasileiro.

Ottfried Kelbert okelbert@outlook.com

Capão Bonito 

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QUE ENRASCADA!

Alguns analistas acham possível que a eleição de 2018 fique entre Jair Bolsonaro e Ciro Gomes. Se tal se confirmar, restarão na disputa dois postulantes extremamente polêmicos. No caso de Bolsonaro, sua fama de intolerante e linha-dura o precede e dispensa maiores comentários. Mas quem optar por Ciro Gomes deverá, antes de tudo, saber que o político cearense é um doidivanas boca suja, nada equilibrado, tão ou mais autoritário e preconceituoso que o "capitão", metido a ter solução para todos os problemas, e que não cora ao dizer, por exemplo, que a Venezuela é uma democracia "igual à brasileira ou americana". Já o vi dizer que acabaria com a "ilusão moralista católica" e, também, que participaria (há alguns meses) de um plano para "sequestrar Lula e evitar sua prisão". Indagado sobre a Operação Lava Jato, Ciro deixou o recado: no Ceará, Sergio Moro teria de se acautelar porque seria recebido "na bala". Nesta semana, alardeou que o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, seria preso (!) e que o general Mourão, vice na chapa de Bolsonaro, não passa de um "jumento de carga". Nessa linha desrespeitosa e boquirrota, faz pouco, também, tachou o vereador afrodescendente paulistano Fernando Holiday de "capitãozinho do mato". Recordo-me de certa vez Ciro ter garantido que o papel de sua mulher era o de... "dormir" com ele. Também disse que "Dória é um viadinho com areia no c...". Todas posições toscas, desrespeitosas, preconceituosas, intempestivas, autoritárias, antidemocráticas, machistas e misóginas. E nem me estendo, aqui, sobre sua visão de economia - que é para não tirar o sono de ninguém. Perto de Ciro Gomes, não duvido de que muitos vejam o ex-capitão Jair Bolsonaro como exemplo de moderação. Está difícil o Brasil sair da enrascada em que o meteram. 

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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CIRO SENDO CIRO

Parece que o candidato "Ciro Boquirroto Louco de Pedra Gomes" nunca leu pesquisas que mostram que 80% da população brasileira acredita serem as Forças Armadas a instituição mais confiável no País. Portanto, ver Ciro ameaçar colocar na cadeia o comandante do Exército, general Villas Bôas, dizendo que ele tenta "calar cadelas no cio", e que o vice do candidato Jair Bolsonaro, general Mourão, é um "jumento de carga" é atirar no próprio pé. Mas até que a entrevista de Ciro foi boa, porque a população pode ver o candidato sem a máscara de "paz e amor" que vem colocando desde que se candidatou. Esse infeliz comentário é apenas mais um para a coleção de Ciro sendo apenas Ciro.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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BUFÃO

O Brasil sofre tristemente por seus desprezíveis quadros políticos, quase sem exceção. É assustador o comportamento do destemperado e despreparado Ciro Gomes, um boquirroto contumaz com suas falácias violentas, ameaçadoras, além de apresentar propostas inconsequentes, inoportunas e inviáveis. Trata-se de mais um bufão caricato, cheio de ódio, mentiroso compulsivo, oportunista falido que buscou apoio em inúmeros partidos que o descartaram pela sua loucura galopante e patológica. Ciro pratica as mentiras de Lula, a ignorância de Dilma, o ideologismo superado de Zé Dirceu e o estilo atrasado do "coroné" nordestino fora de moda. Ciro é um Nero pronto para incendiar o País e com o caradurismo de buscar, se eleito, a ressureição de figuras malignas como Lula e outros nocivos do gênero. O Brasil cada vez mais se torna uma terra triste para viver. Vá de retro, bufão.

João Batista Pazinato Neto pazinato51@hotmail.com

Barueri

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RÉPLICA

O general Mourão replicou os ataques de Ciro Gomes, que afirmou ser o general um "jumento de carga". Disse o general: "Ele está desesperado. A baixaria desse nível não interessa a ninguém. Apenas a pessoas desesperadas, que não representam o pensamento nacional. Ofensas, partindo de Ciro Gomes, não têm relevância para mim. Trata-se de alguém que, em um debate, não tem argumentos". Ciro Gomes é espécime de invertebrados em extinção. Vai sumir depois do dia 7 de outubro.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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DESEQUILIBRADOS HONESTOS

Senhores, o altamente equilibrado Ciro Gomes diz: "Não me ofendam me comparando com a Dilma, mas ela é uma pessoa honrada". E Fernando Haddad, que "se esqueceu" de pôr no currículo que estudou no Colégio Bandeirantes, quando perguntado o que achava de Ciro tê-lo comparado com Dilma, disse "não vou responder a ataque pessoal". Que cavalheiros defensores das mulheres, não?

Marcelo Falsetti Cabral mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

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PROMESSA ALVÍSSARA

Ciro Gomes, candidato ao Planalto, prometeu abandonar a política, definitivamente, se Jair Bolsonaro for eleito pelos brasileiros. A promessa deveria se estender também aos demais presidenciáveis. Se for sincera e cumprida a tal promessa, haveria uma faxina muito interessante em prol do Brasil. Por favor, o País agradece!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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ANTICAMPANHA

Linda a declaração do candidato Ciro Gomes, "se Jair Bolsonaro for eleito, eu abandono a política". Só o fato de ele prometer o abandono já é mais do que suficiente para elegermos Jair Bolsonaro. O triste é que ele não cumprirá o dito.

Wilson Lino wiolino@yahoo.com.br

São Paulo

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O NECESSÁRIO VOTO ÚTIL

Não é nenhuma surpresa que o voto útil para presidente da República já esteja sendo apregoado bem antes do tradicionalmente esperado. Perante a bizarra e inusitada possibilidade real de um segundo turno polarizado entre duas candidaturas extremistas - de um lado, o assumido ultraconservador Jair Bolsonaro (cuja reserva é o general Mourão, sem trocadilho...) e, de outro, Fernando Haddad, fantoche assumido de Lula -, é perfeitamente compreensível que tanto o eleitor indeciso quanto aquele que pretende votar num candidato mal colocado nas pesquisas de intenção de voto antevejam, com razão, um futuro literalmente terrível. O voto útil, neste momento, mais que uma utilidade, é uma necessidade. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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O BRASIL REJEITA EXTREMOS

Nunca tivemos no Brasil uma esquerda e uma direita tão atuantes e equilibradas e um centro tão disperso e confuso, às vésperas de uma eleição tão importante, num momento de total perplexidade da Nação. Tudo de que não necessitamos é de políticos extremados na direção do País, tanto quanto devemos rejeitar aventureiros, salvadores da Pátria e vendedores de ilusões que vão resolver os problemas estruturais da Nação num passe de mágica. Isso não existe. O Brasil não é uma republiqueta que pode ser administrada por atos de vontade irrealizáveis. Não somos um país para amadores. Competência, vontade de fazer as mudanças necessárias mais urgentes, capacidade de negociação política e poder de convencimento. Ou seja, talento para exercer a liderança efetiva para pôr em prática as grandes reformas estruturais. Mudar a mentalidade da Nação. Ninguém governa de verdade sem a confiança do povo. Desarmar os espíritos, apaziguar a Nação. Priorizar as grandes tarefas que cabem ao Estado, como a educação, a saúde e a segurança pública, triângulo sobre o qual repousa o ambiente necessário para o desenvolvimento. As obras de saneamento básico e de infraestrutura absorvendo a fantástica mão de obra ociosa. E efetivas ações conjuntas público-privadas. Uma nova filosofia de poder. Uma sociedade do bem-estar social, justa e organizada, voltada para a realização da felicidade de toda a Nação. É com este espírito que vamos votar em 7 de outubro.

   

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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COMO NO CIRCO ROMANO

Os candidatos às eleições deste ano aparecem com os mesmos discursos de 50, 60 anos atrás. Enganam e mentem descaradamente. Se autovangloriam e se apresentam como os únicos que podem levar o País ao desenvolvimento. O mais triste é que o povo, ainda uma boa parcela, acredita e aceita o discurso. Em nível federal o bom senso não recomenda prometer nada. O déficit nas contas públicas e o endividamento público ainda são questões que precisam ser resolvidas e equacionadas. O País vem de 13 anos de (des)governo do PT, quando se contratou em todos os níveis, inchando a máquina pública e elevando exponencialmente a folha de pagamento, e quando se concedeu crédito subsidiado criando uma bolha ilusória de que havia consumo e emprego. E por que isso? Claro, para se reeleger e se manter no poder. Tais medidas tornaram o Estado brasileiro pesado. E tiveram vida curta, foram efêmeras. Haja vista que já no último ano do (des)governo Dilma a situação já era bastante ruim - mas não admitiam. Lógico, por que admitir? Negue e culpe o próximo governo, como fazem agora. Neste festival de irresponsabilidades, levaram de roldão os Estados e municípios. O candidato ao governo do Estado do Rio sr. Eduardo Paes enche o peito e diz "foi fazer a saúde funcionar", "a segurança será minha prioridade, bandido não terá vez", etc., etc. Ele se esquece de que quando foi prefeito não faltava verba. Vinha do governo federal. Agora, a fonte secou e, se eleito, vai pegar um Estado quebrado, endividado, com uma máquina inchada, seguindo o modelo do governo PT, e com receitas em queda. E assim segue este país. O povo, tal qual no circo romano: jogam-lhe pão e está tudo bem. Pobre país.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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'VULCÃO EXTINTO'

Cumprimento o autor Paulo Delgado e o "Estadão" pelo excelente artigo "Vulcão extinto", publicado na quarta-feira (12/9, A2). A fugir um tanto da objetividade dos bons articulistas frequentadores do espaço ao lado, o texto, lúcido e lúdico, com toque expressionista, obriga o leitor a, atento, debruçar sobre ele para captar na inteireza as vicissitudes que envolvem os internados de Curitiba e São Paulo no contexto do conturbado momento político. Parabéns!

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga

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CORREÇÃO DE TEXTO

No artigo "As 'fake news' e a escassez de honestidade intelectual" (13/9, A2), Eugênio Bucci peca por contradição de propósito. Levando em conta vários resquícios, suspeitas, investigações, evidências, provas autenticadas, processos, julgamentos em várias instâncias e condenações, tudo dentro de princípios rígidos de legalidade, sugiro que sejam acrescentadas no penúltimo parágrafo do seu texto as seguintes palavras: "De um lado estão" os imbecis ideologicamente empedernidos que usam a mentira como ferramenta válida para camuflar o mal melhor... "De outro", os patriotas, brasileiros, honestos intelectualmente, que ainda cultivam a esperança de livrar o nosso País do caos total. Resumindo, discordo do nivelamento indiscriminado dos dois lados. Estamos vivenciando a luta milenar do mal contra o bem.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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LULA NA PROPAGANDA

A propaganda eleitoral oficial do Partido dos Trabalhadores (PT), exibida em todos os canais de televisão do País, diariamente, no horário dito como gratuito, se refere ao recente candidato à Presidência da República Fernando Haddad ou, na verdade, se refere à campanha publicitária "Lula livre", de libertação de Lula da cadeia? Pode isso, Tribunal Superior Eleitoral (TSE)? Como dizia Chacrinha, "eu não vim para explicar, eu vim para confundir". 

Vanderlei Zanetti zanettiv@gmail.com

São Paulo

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FERNANDO HADDAD

Depois do poste, a cara-de-pau. O pau-mandado agora é oficial...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 

São Paulo

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MAQUIAGEM

Só falta, agora, Haddad aparecer maquiado com a cara do "cara".

Moises Goldstein mg2448@icloud.com

São Paulo

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MANUAL

Segundo o presidenciável Fernando Haddad, candidato oficial do PT, o plano de governo de Lula está pronto. Ao novo poste, fantoche ou marionete basta seguir o script da demagogia barata e irresponsável propagando que o pobre vai voltar a viajar de avião, que vai entrar na faculdade e que terá três refeições por dia. Os empréstimos fraudulentos do BNDES aos parceiros latino-americanos e africanos e aos campeões nacionais voltarão. Basta saber quais serão as empreiteiras favorecidas e quais as estatais a serem esfoladas. Geraldo Alckmin está errado quando fala que o voto em Bolsonaro proporcionará a volta do PT ao poder. O único caminho para impedir que os aloprados vençam é não votar naquele cidadão que mais se parece com galã de novela latina.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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NA UNIVERSIDADE

Haddad é professor de universidade. É por isso que nossa educação formal está na m... em que está. Só falta Lula ser nomeado reitor de alguma universidade, tendo como auxiliares Gleisi Hoffmann ou Lindbergh Farias. É por isso que Haddad é candidato.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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MARINA DESESPERADA

Lamentável que a candidata à Presidência Marina Silva (Rede-AC), somente depois que despencou na preferência do eleitorado em todas as regiões do País, como indica a recente pesquisa Datafolha (que de 16%, caiu para 11%), é que teve a coragem de finalmente reconhecer que o presidiário Lula, encarcerado há cinco meses, é corrupto... Demorou, Marina!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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GUINADA À DIREITA

Balanço positivo: o Brasil venceu as esquerdas. Durante 16 anos as esquerdas foram soberanas no Brasil, e mesmo assim estão sendo derrotadas. Nem sequer um ídolo esquerdista como Lula conseguiu, e agora jaz numa prisão para sempre. Durante 16 anos as esquerdas não tiveram oposição, já que o PSDB de FHC também era farinha do mesmo saco. E, mesmo assim, o líder máximo perdeu todas as batalhas, sem inimigos, tropeçando nos próprios pés. Agora a direita acordou e o gigante pela própria natureza está se levantando para varrer o lixo comunista de uma vez por todas. É o novo Brasil!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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O ECONOMISTA DE MEIRELLES

Henrique Meirelles é um bom candidato para a Presidência do Brasil, entretanto, está cercado de maus assessores, como o economista José Márcio Camargo, que propôs no "Estadão" o congelamento do salário do servidor por quatro anos, ignorando que já está assim há mais de 15 anos.

Raul S. Moreira raulmoreira@mpc.com.br

Campinas

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AGUARDANDO

O atual quadro dirigente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) tem em seu currículo alguns incêndios em prédios sob sua responsabilidade. O mais recente, do Museu Nacional, destruiu um acervo cultural considerável, relacionado à ciência e à história do Brasil, tendo o sinistro repercutido em várias partes do mundo. Os gestores, aninhados em polpudos cargos públicos, em nenhum momento confessaram constrangimento pelo ocorrido e quando vieram a público o fizeram com discurso de coloração política por meio do qual criaram um desagradável pingue-pongue com o governo federal, a quem culparam pelo desastre. E a sociedade vê perdido um patrimônio inestimável, constata o triste fato de que nenhum dos administradores foi afastado e aguarda outras catástrofes semelhantes em alguma das várias edificações completamente abandonadas, sob a guarda do mesmo grupo, como, por exemplo, o Canecão, de agradáveis recordações para a população.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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'UM PAÍS EXAUSTO'

Totalmente de acordo com o editorial de 3/9 ("Um país exausto"), pois nós, brasileiros, trabalhadores e empresários da iniciativa privada, estamos exaustos com os abusos e a "obesidade mórbida" da máquina pública, que causa falência econômica e mal-estar social. Já é tempo de mudarmos para um modelo novo de Estado, com uma estrutura mais enxuta e eficiente, que ofereça, em contrapartida aos impostos, serviços públicos de educação, saúde e segurança pública de qualidade para o nosso bem-estar social. Que assim seja!

Silvia Rebouças P. de Almeida silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo 

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AS PLACAS DO MERCOSUL

A partir deste mês de setembro começam a ser implantadas as novas placas de veículos padrão Mercosul. A desculpa dada para isso é que o sistema atual de três letras e quatro algarismos está previsto esgotar a capacidade de combinações dentro de dois anos. Mentira! Por causa de um hobby que tenho, observo o tempo todo as placas dos carros que passam por mim. E já notei que não há ainda nenhuma placa iniciada por letras entre R e Z. Isso perfaz 9 letras iniciais. Com as combinações das duas outras letras e dos 4 algarismos, há um total de 60.480.000 números de placas ainda disponíveis. Atualmente, a frota nacional anda pela casa dos 90 milhões de veículos (de todos os tipos). Portanto, a frota precisaria ter um aumento de 67% em dois anos para esgotar as combinações restantes. Impossível! Quando o sistema de placas mudou para o atual, as combinações mais altas começavam com a letra N, isso por volta de 1995. Portanto, em 23 anos foram usadas a mais apenas as letras iniciais O, P e Q. Por que, então, nos próximos dois anos as 9 letras restantes se esgotariam? Dá para perceber que essa mudança é um mero caça-níquel governamental, o que não é de estranhar. Qual a finalidade de adotar o padrão Mercosul? A União Europeia teve motivos para padronizar as placas, já que na Europa em um só dia você consegue atravessar mais de um país, e o intenso turismo faz com que veículos de vários países diferentes circulem simultaneamente num outro país. Aqui, no Brasil, com dificuldade conseguimos ver placas da Argentina. Do Paraguai, são raras; do Uruguai, são agulha num palheiro. Dos demais países, não se vê nenhuma. Obviamente, nas cidades de fronteira elas são mais numerosas, o que não é justificativa para alterar o padrão brasileiro de numeração de placas. Ah, é para inibir roubo de carros! Esse argumento sempre é usado quando se muda o padrão. E os roubos aumentam a cada dia. E carros furtados no Brasil normalmente vão para o Paraguai ou para a Bolívia, que não adotam o padrão Mercosul. Portanto, essa mudança não diminuirá o desvio de carros roubados para tais países. E tem mais: resolveu-se colocar o brasão da UF e do município na placa. Isso obrigará o dono do carro a confeccionar novas placas quando comprar veículo de outro município. Atualmente, basta confeccionar as novas plaquetas, que contêm a sigla e o nome do município e que são destacáveis. E um par de plaquetas é bem mais barato que um par de placas novas. Enfim: esta mudança está merecendo uma investigação ao estilo Lava Jato. Muita gente vai ganhar dinheiro com isso. A mudança vai provocar para os proprietários um gasto na ordem de R$ 10 bilhões. A 1% de propina, por baixo, teremos aí um total de R$ 100 milhões enriquecendo muita gente.

      

Helio Ribeiro heliosilvestre@uol.com.br

São Paulo

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CONTRABANDO DE CIGARROS

Metade dos cigarros consumidos no Brasil é contrabandeada. Os tributos que não são recolhidos são imensos e estão enriquecendo uns poucos que pagam propinas nas fronteiras e também em Brasília. Ninguém percebe isso no Ministério Público, na Polícia Federal? 

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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PARLAMENTO EUROPEU

O Parlamento Europeu anda criticando a Polônia e a Hungria. Enquanto a França e a Grã-Bretanha saqueavam suas "colônias" na África e na Ásia e traçavam fronteiras artificiais entre povos, a Hungria e a Polônia lutavam por sua sobrevivência. Não é justo, portanto, querer impor a estes países responsabilidades quanto à recepção dos migrantes. As metrópoles que exploraram seus povos que os recebam agora.

Tibor Rabóczkay trabocka@iq.usp.br

São Paulo

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COPA - TORNEIO INJUSTO

O futebol sempre tem injustiças e nem sempre vence o melhor. E, nos resultados de derrotas ou eliminações, alguém sempre é condenado. Na Copa de 2014, a seleção brasileira foi goleada pela Alemanha por 7 a 1 nas semifinais. E o técnico, Felipão, que tinha experiência e muitos títulos, inclusive a Copa de 2002, após a goleada foi trucidado. O jogador Neymar, desde a precoce carreira, chamou a atenção por sua habilidade e conquistou muitos títulos coletivos e individuais. E sempre faz muitos gols por onde joga - na seleção é o 4.º maior artilheiro da história. Contudo, após a eliminação nas quartas de final na Copa da Rússia, Neymar foi execrado pelo fracasso coletivo. Reflexão: a Copa do Mundo é o torneio de futebol mais injusto que existe no planeta. 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré 

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