Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

20 Setembro 2018 | 03h00

CAMPANHA ELEITORAL

Democracia em risco

A última pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente, que coloca o ex-prefeito petista de São Paulo em segundo lugar, demonstra que a grande maioria da população brasileira ainda não percebeu o grande mal que a corrupção traz para sua vida, bem como se esqueceu de que a atual situação do País é fruto de 13 anos de desgovernos do PT.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

O pior prefeito

Como pode um candidato que recebe orientação de um presidiário condenado, considerado o maior ladrão que o Brasil conheceu, estar subindo tanto na pesquisa. Além de tudo, Fernando Haddad foi considerado o pior prefeito que a cidade de São Paulo conheceu e também está sendo indiciado em inquéritos por corrupção. Será que as pesquisas estão corretas ou o povo brasileiro foi idiotizado por essa quadrilha?

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Dá para acreditar?

Tentando atrair votos do centro, agora Fernando Haddad diz que não indultará o presidiário Lula. Dá para confiar na palavra dele? Basta ver em que se tornou o “moderado”, agora candidato a presidente pelo PT. Não reconhece os desmandos da incompetente Dilma Rousseff, que foi ministra de Lula e cujo desgoverno quebrou o País, com o mesmo Haddad como um de seus ministros. Ataca o PSDB, que nem no governo federal estava nos últimos 13 anos, e põe a culpa pelos desmandos no presidente Michel Temer, sem se lembrar de que ele em dois pleitos foi o escolhido pelos petistas (com Haddad incluído) para ser vice de confiança na chapa de Dilma, a incapaz. Dá para acreditar em quem falava em golpe contra sua chefe e agora quer tentar obter votos para si como preposto de alguém que, já disse, vai “ajudar” a governar da cadeia? Pois vá arrumar votos com os eternos puxa-sacos e interesseiros coligados. 

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

Mentiras e mais mentiras

Durante entrevista, o candidato Fernando Haddad disse que os governos do PT fortaleceram os mecanismos de combate à corrupção. Disse também que Ricardo Pessoa, Sérgio Machado e Delcídio Amaral mentiram nas delações e que até 2016 a Operação Lava Jato foi seletiva, o foco era um só. Garantiu que os governos petistas não aumentaram a carga tributária dos brasileiros e que os bancos ganham na recessão e na expansão. O candidato substituto de Lula afirmou que dezenas de chefes de Estado estão defendendo Lula e que, uma vez eleito, não utilizará o recurso do indulto. Reconheceu que o PT errou ao não fazer a reforma política. E garantiu que o BNDES só teve lucro e que esse banco empresta dinheiro sem correr riscos. Ouvindo isso, nem parece que o PT nos deixou uma herança maldita de desemprego, dívidas e desorganização administrativa.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Papelão

Depois de tantos anos de estudo para a obtenção dos títulos de mestrado, doutorado e livre-docente da melhor universidade do País, o professor dr. Fernando Haddad agora cumpre um triste e lamentável papel de ser candidato postiço e tutelado por um criminoso condenado e preso por corrupção. Que vergonha para nossa categoria, colega Fernando Haddad.

JULIO TIRAPEGUI

tirapegu@usp.br

São Paulo

Mediocridade

O povo pediu mudanças na política partidária do País. Políticos de todas as tendências fizeram ouvidos moucos. Caciques dos partidos chegaram aos candidatos à Presidência que aí estão. Querem agora o referendo do povo. Propostas, se viáveis ou não, pouco importam. Importa é ser palatável ao eleitor. Se farão depois algo do prometido em campanha, isso se verá. Dissociados do povo, têm probabilidade maior de vitória nas urnas os messiânicos, demagogos, populistas ou famosos. Nesse contexto, formadores de opinião defendem o voto no menos pior. O que será um candidato menos pior para quem procura emprego ou já deixou de procurar por não encontrar? E para o morador dos Jardins? Uma decisão sempre recorrente nos momentos graves por que o País passou. Mas o cenário atual, na realidade, não surpreende. A eleição presidencial hoje está polarizada e tudo indica que assim ficará. A escolha de senadores e deputados, tão importante quanto, ficou ofuscada pela disputa do Planalto. Temos de decidir de acordo com nossa consciência. Na hora H é o voto que vale. Mas não nos iludamos, a frustração da mesmice, ora sentida, será passada para eleitores vindouros se não mudarmos esta política chinfrim, que atrasa o País e faz manter no poder político pessoas sobejamente conhecidas pelos defeitos de caráter.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Ameaça de volta da CPMF

O coordenador do programa econômico do candidato a presidente Jair Bolsonaro afirmou que, se o deputado for eleito, vai trazer de volta a CPMF e o Imposto de Renda terá alíquota única de 20%. Estamos fritos...

ARTUR TOPGIAN

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

Jogando contra?

Como alguns economistas falam bobagem! Essa de Paulo Guedes, assessor econômico de Bolsonaro, de que recriará imposto nos moldes da CPMF... Até parece que quer ver o mal do candidato! Urge publicar um desmentido, pois quem declarar que recriará imposto nos moldes da CPMF perderá a eleição!

JOSÉ CARLOS ALVES

jcalves@jcalves.net

São Paulo

ESTATAIS

Nomeações políticas

Uma das primeiras medidas do presidente Temer foi sancionar lei proibindo a nomeação de indicados políticos para empresas públicas e agências reguladoras, iniciando o projeto Ponte para o Futuro, que pretendia implementar. Temos mais de 400 estatais, que estavam até agora protegidas por essa lei. Mas, por iniciativa do PP, foi feita nova lei cancelando a anterior e permitindo outro estouro da boiada e a criação de centenas de tetas para os “amigos do rei”, a qual está para ser sancionada por Temer. Temos de fazer pressão para não termos, de novo, um treinador de basquete ligado ao PT nomeado diretor de uma agência como a Aneel, responsável por decisões que afetam milhões de brasileiros.

ALDO BERTOLUCCI

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

BRAVO, PT!

A ascensão meteórica de Fernando Haddad (PT) nas pesquisas de intenção de voto para presidente da República e sua consolidação na segunda posição trazem consigo uma consequência amplamente previsível, que já se faz sentir em conversas informais no nosso cotidiano: a escalada igualmente proporcional do antipetismo. Por causa disso, ganha cada vez mais força a tese do voto útil em Jair Bolsonaro (PSL), já no primeiro turno. Se Bolsonaro for realmente eleito, não por qualificações pessoais, mas como consequência direta da repulsa ao petismo, o PT, além de ter sido diretamente responsável pela maior crise econômica que o País atravessa, poderá se vangloriar de mais um feito histórico: contribuir diretamente para eleger um presidente de extrema-direita, misógino, homofóbico e que tem pouco apreço pela democracia. Bravo, PT! Merece uma salva de palmas.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

O BRASIL QUE O ELEITOR QUER

Ao ver a pesquisa Ibope publicada ontem no “Estadão”, descobri o Brasil que o eleitor quer. Que pena! Viva o populismo. Pensando bem, nós merecemos. Elegemos o PT por três vezes e conhecemos os escândalos de que foi protagonista. Viraremos uma Venezuela? Ou, então, elegeremos um radical de direita, que não imaginamos o que fará? Estamos nos definindo entre os extremos. Merecemos isso! Danem-se nossos filhos e netos!

Sergio Orlando sergioorlando@hotmail.com.br

São Caetano do Sul

TEMPESTADES

A julgar pela última pesquisa Ibope, publicada na terça-feira (18/9), acho bom os brasileiros se prepararem para enfrentar uma das duas borrascas que se avizinham. Vai ser ou um tipo Katrina, que em 2005 arrasou New Orleans, ou como o mais recente, Florence. Podem começar a proteger suas janelas com tábuas grossas e estocar alimentos e água, porque qualquer que seja a tempestade, ela pode ser avassaladora para o Brasil. A possível volta do PT ao poder, com o “capacho” Haddad, vai consolidar um ambiente esquerdista/comunista (não me venham com a farsa de chamar de socialista) no País, e seria a pior das tempestades. Com esse partido – melhor dizendo, essa seita religiosa – voltando ao poder, toda a sua mentalidade estatizante e suas ideias revanchistas vão voltar com redobrado vigor. O aparelhamento do Estado que se observou em seus governos anteriores e que até hoje traz consequências desastrosas para a Nação vai ser ampliado a ponto de só existirem petistas em todos os cargos públicos. Os princípios estabelecidos no famigerado Foro de São Paulo (triste para um paulista como eu ver o nome de seu Estado envolvido numa organização espúria como esta) vão ser implantados. Vai-se consolidar o objetivo da União das Repúblicas Socialistas (sic) da América Latina, no sentido de esta vir a se tornar o denominado “grande país socialista (sic)”. Vai ser implantado o “controle social” da mídia – vale dizer, a censura mais escabrosa. Para dar uma ideia do significado disso, que já hoje existe, basta tentar acessar no Google os nomes do citado foro ou da união acima referida. Sabem o que acontece? Depois de um tempo tentando o acesso vem a resposta: “sua pesquisa expirou”. Ou seja, não é possível obter qualquer informação sobre essas entidades na internet. Aqueles que ousaram tentar desbaratar a Orcrim petista, chegando a prender um seu ex-presidente, serão perseguidos, numa revanche até sua eliminação total. E a outra tempestade que se avizinha é a possibilidade de um governo militar (presidente e vice) de extrema-direita. É ruim, mas melhor do que a primeira. Por quê? Militares são ditadores por natureza e formação. Nos quartéis onde eles atuam, vale a máxima “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. É o típico comando vertical e autoritário, vale dizer, ditatorial. Diante disso, qual a perspectiva? Quando eles estiverem no governo e tentarem aprovar no Congresso as medidas que acharem necessárias e não conseguirem, vão ficar frustrados e contrariados num primeiro momento, mas depois vão querer corrigir essa situação adotando um regime de força e passando por cima daqueles que dificultem suas ações. Já tivemos governos militares antes, que a meu ver não foram tão ruins para o País. Tivemos um desenvolvimento impressionante nas áreas de comunicações, transportes, energia, etc. (avançamos 100 anos em 21), com restrições apenas àqueles que procuravam se contrapor a esses governos por meio de ações terroristas. No entanto, essa “tempestade” pode ganhar força caso um oficial de baixa-patente, como, por exemplo, Fidel Castro e Hugo Chávez, tomar o controle e o poder, o que iria nos levar a uma Cuba ou a uma Venezuela. Vade retro!

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

INDUTORAS DE VOTOS

Como acreditar em institutos de “pesquisa” (essa palavra não deveria ser empregada para designar sondagem eleitoral, pois assim se deprecia em relação ao seu verdadeiro significado) que atribuem a um dos candidatos, por acaso o poste do PT à Presidência, um salto descontínuo de 11% na preferência, como se, de repente, uma parcela considerável dos que pretendem ir às urnas se tenha eletrizado e caído de amores por um postulante artificial, vergonhosamente manipulado de dentro da cadeia por um condenado por corrupção. O resultado ora divulgado constitui uma ofensa à inteligência da população e confirma a suspeita de que aquelas instituições estão emaranhadas com ramificações partidárias e exercem sem constrangimento seu papel de indutoras de votos. 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

FALSO ARGUMENTO

                                

Eu acredito nas pesquisas. Quem estudou um pouco de Estatística sabe que essa matéria é filha da Matemática, cujos fundamentos foram postos no século 17. Quem acredita que as pesquisas do Ibope ou do Datafolha são falsas ou têm ingerência de interessados usa o falso argumento de que nunca foi solicitado por ninguém para dizer seu voto ou preferência. Ora, numa amostragem de 3 mil eleitores, a possibilidade de alguém abordar um cidadão para revelar seu candidato é de 0,0003%, ou seja, quase zero. É claro que as estatísticas chegam bem perto da realidade, no mínimo com 95% de certeza. Sem as pesquisas mostrarem a disputa final entre Bolsonaro e Haddad no segundo turno, haverá um tsunami de votos úteis a favor ou contra o ex-presidente Lula.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

QUESTÃO DE OPINIÃO

Não abro mão de uma certeza: sem os institutos de pesquisa teríamos eleições infinitamente mais justas.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

ELEIÇÃO ‘SUI GENERIS’

Pela primeira vez na história mundial, pelo menos que se tem notícia, um país realiza um processo eleitoral polarizado entre um candidato preso e outro no leito hospitalar, após ter sofrido um atentado, definitivamente, por razões políticas (às favas quem tenta alegar motivos ideológicos, religiosos, insanidade, etc.), praticado por um réu confesso defendido por uma caríssima banca de advogados pagos por sabe-se lá quem ou o quê. O preso (às favas, também, quem acha que Fernando “Andrade” Haddad é o cabeça-de-chapa) foi condenado em duas instâncias judiciais pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, tornado inelegível pela Lei da Ficha Limpa, e ocupa uma confortável sala na sede da Polícia Federal de Curitiba, com 15 metros quadrados, adaptada para recebê-lo e, ao que tudo indica, para ser seu QG e local para reuniões do Partido dos Trabalhadores (PT). O Brasil é, mesmo, “sui generis” em todos os sentidos, e por mais que algumas instituições e boa parte da sociedade queiram e se esforcem para fazer diferente, têm dado motivos de sobra para que o mundo continue nos vendo como corruptos, um amontoado de gente que não sabe votar com caráter (só com sua “consciência”), institucionalmente confuso e desequilibrado, sempre como emergentes e/ou em desenvolvimento. E diferentes. Pelos muitos exemplos dados desde que a República começou a tentar virar uma de suas páginas mais tristes.

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

O PERIGO DO POPULISMO

Sem dúvida o que o Brasil precisa, agora, é de um choque de capitalismo. Criar empresas e indústrias no sentido de possibilitar a criação de empregos. Cuidar prioritariamente do social não tem lastro e as dívidas vão se acumular ainda mais. O populismo cega os menos instruídos e levará a situações desastrosas, como a da Venezuela, a de Cuba e a da Argentina. A alternância de poder, mais do que nunca, se faz necessária.

Geraldo de Paula e Silva geraldo-paula2015@bol.com.br

Teresópolis (RJ)

MERECIMENTO

Se não conseguir a maioria dos votos no primeiro turno, não conseguirá no segundo. Como funciona essa lógica? Não há falta de excelentes candidatos dos dois lados do espectro ideológico. Todo povo merece os governantes que tem.

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

PERGUNTE AO ELEITOR

Gostaria que na próxima pesquisa eleitoral fosse perguntado ao eleitor: 1) você sabe que paga o fundo partidário para eleger candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal e estadual e que esse valor poderia estar sendo usado na educação, na segurança, nos transportes, etc.? 2) Você sabe qual valor é destinado para eleger um presidente? 3) Você sabe quanto Lula pagou para defender sua candidatura, já que está condenado e preso pela Operação Lava Jato pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro? Preso? Duvido que saiba. São essas as informações que não chegam até o cidadão mais desinformado, por isso eles votam em populistas. Eis aí uma prova de que o País só vai melhorar por meio da educação. Fala sério, a quem interessa deixar o povo bem informado? 

            

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

CONTA OUTRA

Instado a “contar outra” em razão das minhas posições políticas, acho bom esclarecer que procuro mirar minhas escolhas em princípios, sem deixar de considerar as pessoas. E nesta visão de que ao longo dos tempos vejo eleitores tomarem decisões erradas, causando enormes prejuízos ao País, que são socializados, quer no aspecto econômico, moral, social e de valores republicanos, recorro ao cofre onde guardo meus valores (meu cérebro), para lembrar que muitas pessoas do meu relacionamento que erraram feio num passado recente estão prestes a errar novamente. Não sei o que deixaram de ver e de ouvir no passado, hoje noto que é a espiritualidade que não está sendo considerada ou que ela era de fachada.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais 

PROPAGANDA ILEGAL

A pergunta que não quer calar os eleitores de Jair Bolsonaro: não dá para engolir o silêncio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do Superior Tribunal de Juatiça (STJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF) no que diz respeito às propagandas políticas do Partido dos Trabalhadores (PT) na televisão. Primeiro, o candidato do referido partido à Presidência, Fernando Haddad, usando uma camisa vermelha com o logotipo “Lula Livre”, provavelmente confeccionada com o dinheiro do Fundo Partidário (dinheiro do povo). Segundo, o candidato a presidente Fernando Haddad afirmar “eu sou Lula”. Acorde, Justiça brasileira.

Leônidas Marques leo.marquesvr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

‘HADDADILMO’

Fernando Haddad subiu 11 pontos em pesquisa de intenção de voto! Quebrou a cara Ciro Gomes (PDT), que pensou que ser herdeiro de Sarney no Norte-Nordeste bastaria para levá-lo ao segundo turno, onde bateria qualquer adversário. Ciro se esqueceu do ogro de Garanhuns, que criou sua marionete, “Haddadilmo”, que, pelo andar da carruagem, será eleito pelo eleitorado analfabeto presidente da República de Lulândia. “Haddadilmo” contará com o apoio incondicional do STF e do “Cambalacho Nacional”, locais onde o ogro manda, e não pede. Infeliz país de vocação terceiro-mundista, que parece satisfeito nesta condição, que agrada a policanalha que nada de braçada neste mar de corrupção. Em tempo, não se fazem mais militares como antes, senão esta maldição jamais aconteceria.  

Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo

A ESQUECIDA

Haddad “Lula da Silva” sempre falou que o impeachment de Dilma Rousseff foi um “golpe”, então por que será que na sua propaganda ele não fala uma só vez de sua “ex-presidenta”?

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com

São Paulo

POR QUE HADDAD SUBIU?

Ora, qualquer poste indicado por Lula subiria. Lembram-se de Dilma Rousseff, outra poste que subiu, foi eleita e foi impichada? Até o dia da eleição vai ter surpresa... Não vai ser o poste subir mais, alguém que vem de baixo pode passar o poste.

Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba

TRANSFERÊNCIA DE VOTOS

A rápida ascensão do candidato do PT nas intenções de voto é reflexo da rara combinação de três fatores: o líder carismático (Lula) que indica o nome (Haddad) que vai substituí-lo, a existência do eleitorado cativo (petista) e a região delimitada (Nordeste) para uma enorme transferência de voto. Um fato raro na política brasileira: na eleição presidencial de 1945, Vargas transferiu votos para Dutra, de maneira altamente concentrada nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro; no segundo turno da eleição presidencial de 1989, Brizola transferiu votos para Lula, amplamente, nos Estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. No primeiro caso, Dutra ganhou a eleição em turno único. No segundo caso, a transferência não foi suficiente porque Lula perdeu a eleição para Collor. No atual caso, a análise da transferência de voto é mais complexa porque envolverá os dois turnos da eleição presidencial.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

TEMPERANÇA

No Brasil é diferente, os reacionários e conservadores de esquerda estão se unindo para banir a letra B do alfabeto.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

EXPLICANDO O SUCESSO DO PT

O PT segue à risca as estratégias de Joseph Goebbels, ministro de propaganda de Adolf Hitler, na Alemanha nazista, que exerceu severo controle nas instituições educacionais e nos meios de comunicação, com enorme sucesso. Vejam algumas das frases (entre aspas) de Goebbels: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”; “de tanto repetir uma mentira, ela acaba se transformando em verdade”; “somos socialistas porque vemos a questão social como uma questão de necessidade e justiça para a própria existência de um Estado para nosso povo”; “tal é nossa tarefa como nacional-socialistas. Nós fomos os primeiros a reconhecer as conexões e os primeiros a começar a luta. Porque somos socialistas, quisemos promover a justiça socialista na nova Alemanha”. O nome do partido de Adolf Hitler: Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães! Precisa mais?

Milton Bonassi mbonassi@uol.com.br

São Paulo

TROCANDO AS BOLAS

Surrealisticamente falando, numa eventual vitória de Fernando Haddad, Lula seria indultado e Sergio Moro, encarcerado, “de boa”.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

CRENÇA

“Não ao indulto”, disse Fernando Haddad sobre benefício a Lula. O PT nasceu mentindo (“acabaremos com os corruptos e com a corrupção”) e todos os integrantes atuais da sigla continuam a mentir, descaradamente. Acredito nestas palavras com intensidade igual à crença na existência de urnas eletrônicas invioláveis, no Saci Pererê, no Coelhinho da Páscoa e em Papai Noel...

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

CINISMO DESCOMUNAL

A credibilidade do que dizem nossos políticos por ocasião de eleições sempre esteve próxima de zero. Como acreditar no candidato do PT à Presidência, senhor Haddad, de que não vai indultar Lula se eleito? Em primeiro lugar, como sabemos, não é ele quem toma as decisões no partido; e, em segundo lugar, como negar que o senhor Lula da Silva esteja ansioso para estar soltinho, fazendo o que mais gosta, que é iludir uma população desvalida e saborear sua bebida preferida, que, imagina-se, não tem trânsito na sua cela? Isso é de um cinismo descomunal. Além do mais, por uma nefasta confluência dos astros, teremos por dois anos o ex-advogado do PT senhor Dias Toffoli na presidência do STF. Convenhamos, dá para acreditar?

Éden A. Santos edensantos@uol.com.br

São Paulo

ENCRUZILHADA

O raciocínio do lulopetismo é simples. “O que seria dos ricos se não existissem os pobres?” O raciocínio dos empresários, por sua vez, é “o crescimento aqui só é possível com negociatas”. Os candidatos estão nesta encruzilhada ética e moral em que estamos afundados!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

O FANTOCHE

Se o eleitor tiver um mínimo de bom senso, ou, melhor, vergonha na cara, não apoiará o candidato do PT, Haddad. Como ministro da Educação, não conseguiu realizar a contento o Enem; e, como prefeito de São Paulo, foi um fiasco ainda maior. Agora, se eleito, terá como “conselheiro” o encarcerado Lula da Silva, responsável pela maior roubalheira da história brasileira. Haddad não é consenso nem entre os próprios petistas, e certamente não será entre os eleitores brasileiros. Que Deus nos ajude!

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

MELANCÓLICO

Noticiou o “Estadão” no seu site “BR18” que Haddad, num comício, “encantou” a militância ao discursar imitando a voz de seu “guia espiritual”. Será que também vai decepar o dedo mínimo de sua mão esquerda? Será que também vai começar a agredir o vernáculo? Assumirá de vez seu alter ego? Melancólico fim... 

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

SOFRENDO DE ‘TOC’

O editorial do “Estadão” “A normalidade necessária” (18/9, A3), em outras palavras, disse que o País está sofrendo de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), pois vai da euforia à depressão em curtíssimo intervalo de tempo. O atentado a Jair Bolsonaro deixou um clima de incerteza com o que pode vir a acontecer. O presidiário Lula da Silva e seu “poste” Dilma Rousseff aniquilaram as contas públicas do País, após o sucesso do Plano Real. O orgulho em sediar a Copa do Mundo de 2014 foi para o brejo quando descobertas as tramoias, a corrupção, entre outros imorais trambiques. Assim, como uma montanha russa, quando se pensa que a economia vai decolar, imediatamente, o País comete “suicídio”, conforme noticiou o jornal “Le Monde”. Ora, tudo o que o honesto povo não quer é a manutenção da politicalha que, novamente, se apresenta como “salvadora da Pátria”, mas que só olha para seus próprios interesses. O que nos resta é pedir a Deus para nos resguardar “delles”!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

TUDO MENOS ELES

O Brasil não merece Lula/Haddad. Votar assim é completar a destruição do Brasil.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

POLARIZAÇÃO MAIS AGUERRIDA

Ao que tudo indica teremos mais uma polarização nesta eleição, e bem definida: direita contra a esquerda. A grande diferença é que o PT tem agora um adversário que o enfrenta à altura e não deve deixar por menos as mentiras e as acusações infundadas de sempre e ver o adversário abaixar a cabeça. É o que sempre fez o PSDB nas outras vezes e ainda faz hoje a campanha de Geraldo Alckmin. Bolsonaro é a única chance que temos de evitar um desastre ainda pior para a Nação.  

Miguel Pellicciari mptengci@uol.com.br

Jundiaí

SUICÍDIO

A carta da leitora sra. Mara Montezuma Assaf (“Quero ‘meu’ Brasil de volta”, “Estado”, 19/9, A3) representa tudo o que penso. Agora leio no jornal que os tucanos vão atacar Bolsonaro. Quer dizer que preferem a volta do lulopetismo ao poder? Estão decretando o próprio suicídio.

Maria Helena Abs Piovesan raquel.helenap@uol.com.br

São Paulo

DOIS MOTIVOS PARA IR EMBORA

A informação de que homens que ganham mais de cinco salários mínimos e muita gente com curso superior são eleitores de Bolsonaro e as pesquisas apontando a tendência de Haddad, um alter ego de um ex-presidente preso, que vai realmente exercer o poder, ser o outro candidato a disputar o segundo turno não deixam outra opção aos eleitores de bom senso, senão deixar o Brasil para sempre.

   

Paulo Sérgio Arisi  paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

FUTURO

A manchete de ontem do “Estadão” deve aumentar a emissão de passaportes.

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

Guarujá

CEGUEIRA COLETIVA

Acorde, São Paulo! E levante o Brasil! A nova onda de cegueira coletiva que vem tomando o Brasil, fazendo crescer a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência, se assemelha muito com aquela que levou Fernando Collor de Mello ao mesmo cargo. Até o layout dos adesivos se parece, com o azul escuro de fundo e as cores nacionais no nome. Em 1989 foi o “caçador de marajás” – que depois se provou o maior de todos eles – quem iludiu o imaginário popular. Hoje é o “capitão honesto que não está na Lava Jato”, mesmo havendo outros 300 deputados que também não estão. Mas disso ninguém se lembra... A ascensão de Bolsonaro precipitou o adesismo mais asqueroso e irresponsável de todo tipo de oportunistas e inocentes úteis, sejam eles banqueiros metidos a gênios do mercado até donos de partidos nanicos, além de uma grande parte da sociedade, que, ao invés de pensar e ponderar, age como se pertencesse a uma manada. Marias que vão com as outras, alegres e apressadas, rumo ao abismo. Isso se vê em todas as classes sociais, na elite e até nas universidades. Que miséria. Deveriam ler como foi a ascensão de Hitler e aprender que não se pode ter fé cega em nenhum ser humano. Quem perde a capacidade de crítica (e autocrítica) se torna mais um fanático de seita. Faltando menos de três semanas para uma das eleições mais importantes desde a redemocratização, é preciso que os democratas do Brasil abram o olho, levantem-se e ajam rápido. Depois do desastre que foram os governos petistas, com a semente da discórdia nacional plantada por Lula, com seu personalismo egoísta e seu projeto de poder para a América Latina em conluio com os irmãos Castro e o tirano venezuelano, que fizeram o Brasil e o continente afundar numa crise sem fim, nada pode ser pior que um fascistoide como Bolsonaro para vir apagar o fogo com gasolina. Acorde, São Paulo! E levante o Brasil! Existe muito mais em jogo nesta eleição. Nosso futuro como nação democrática tem de ser um valor inegociável. Quem flerta com o fascismo está repetindo os erros mais terríveis e covardes da história humana. 

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

FATO NOVO

O candidato à Presidência Geraldo Alckmin e o PSDB buscam um fato novo para tentar alcançar o segundo turno das eleições. Uma boa ideia seria expulsar o corrupto confesso Aécio Neves do partido, com pompa e circunstância, em cadeia nacional de rádio e televisão, antes tarde do que nunca! Fica a dica. 

Mário Barilá Filho  mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

HERDEIRO

No mensalão, FHC poupou “Lulla”. Em agradecimento, “Lulla” lhe deixou a “herança maldita”. São os votos de intenção nas pesquisas que, como herdeiro, Alckmin está recebendo agora...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

TRIPÉ

Sobre a questão levantada pelo leitor sr. Euvaldo R. P. Almeida (“Fórum dos Leitores”, 19/9, A2), sobre a razão de o PSDB poupar e preservar o governo-Lula por ocasião do mensalão, bem provavelmente ela é devida à afinidade que tiveram FHC, José Serra e Lula durante os anos finais da ditadura militar, com FHC na elite da USP, José Serra liderando a União dos Estudantes e Lula liderando os trabalhadores do ABC. Os três constituíam um tripé, cada um falando para um grupo específico, usando linguajar e posturas diferentes, mas, pelo menos aparentemente, com o mesmo objetivo. Quando houve o escândalo do mensalão, ocasião em que Lula expôs às claras seus métodos e objetivos, FHC e Serra pareceram estar envergonhados e levaram a oposição a poupar seu outro pé-de-apoio, Lula, imaginando que ele mudaria, regenerando-se. Puro engano. O que ocorreu estamos todos vendo. A jararaca cresceu e encorpou até chegar à situação atual.

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

EM BAIXA

O Estado mais rico do Brasil, São Paulo, governado pelo PSDB por 14 longos anos, e por Geraldo Alckmin por vezes, acaba de cair no índice educacional brasileiro. A insegurança é reinante, há denúncias de corrupção nas obras do Rodoanel, trens e metrôs estão à espera apenas de um ministério público mais efetivo e independente, e tudo isso se soma à figura nada entusiasmante do ex-governador. Logo, era de esperar esta péssima colocação nas pesquisas para as eleições presidenciais.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

AS URNAS ELETRÔNICAS

Declaração infeliz a da ministra Rosa Weber de que as urnas eletrônicas são confiáveis porque desde o início do uso delas até hoje nunca foi comprovada nenhuma fraude. Como Vsa. Excia. espera que se possa comprovar fraude, se as urnas são inauditáveis? É exatamente neste ponto que não são aceitas pelas democracias mais consolidadas.

Eduardo Sergio P. Antunes eduardo.antunes@terra.com.br

São Paulo

PROVAS

Aí vem a ministra Rosa Weber e assegura que as urnas são seguras. Mulher da lei, sempre se apoia em provas nos seus julgamentos, mas não nos fornece provas da sua afirmação para que façamos o nosso próprio julgamento. Usa o argumento da autoridade, tipo “acreditem, porque eu estou afirmando”. Em seguida, Dias Toffoli, com seu primarismo, diz que as urnas são tão confiáveis que Jair Bolsonaro foi reeleito seguidas vezes, nunca tendo reclamado das urnas. Espere aí, ministro, não me faça de bobo! Formatar um Legislativo e um Executivo na base da fraude, com todas as pesquisas de opinião que há por aí, seria, sobretudo, burrice. Mas agora Bolsonaro é o foco, com “empates técnicos” sempre lembrados pelos institutos de pesquisa. Aí fica bem fácil os venezuelanos ajudarem os seus amigos.

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

MÁXIMA TRANSPARÊNCIA

Nunca duvidei da eficiência da urna eletrônica e, agora, a presidente do TSE comenta a utilização por 22 anos sem que nenhuma fraude fosse comprovada. Salvo engano meu, nas eleições de 2014 a totalização dos votos foi processada no tribunal em sala fechada com a presença do então presidente da corte e alguns técnicos em informática. Se, por um lado, não se deve permitir um acesso irrestrito ao local, por outro lado a absoluta clausura induziu a questionamento, tal que houve até pedido formal para a averiguação. E não é por menos que se quer a impressão do voto, procedimento afastado no momento por decisão do TSE. Quem está cuidando do processo eleitoral deve permitir a máxima transparência para que dúvidas não sejam levantadas no futuro.

José Roberto Cicolim jrobcicolim@uol.com.br

Cordeirópolis 

RISCO DE FRAUDE

A discussão sobre fraude eleitoral está muito mal colocada. É assunto de altíssima relevância e alta complexidade, muito mais do que um ministro da Suprema Corte possa entender. Há muitas opiniões sendo divulgadas que não têm pé nem cabeça e só provocam atritos não contributivos. Fato: a análise que Aécio Neves pediu não provou que não houve fraude. O que foi concluído é que, se houve fraude, nunca se poderá saber, porque o sistema completo, como está desenhado, não só as urnas, é “inauditável”, ou seja, o sistema não deixa rastros nem provas que possam ser auditadas. Se houve fraude, do que na eleição de 2014 qualquer cidadão de bom senso pôde desconfiar, nunca se poderá saber. Não falo sem conhecimento de causa. Há soluções simples que podem remediar o problema. O voto impresso é o melhor e resolve 100%, mas há outras formas mais simples e baratas. Contudo, num país surreal, onde até o Ministério Público dá palpites sobre o que não entende, é difícil de despertar interesse.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

CONTROLE

Se não existe voto impresso, sendo este vetado pelo STF e a então presidente da República Dilma Rousseff, como poderão saber se a somatória dos votos dos candidatos por urna eletrônica “bate” com os votos efetivamente registrados pela população, se saímos apenas com um simples comprovante de voto? Também me causou perplexidade saber que, em 2014, um exército de 14 mil técnicos venezuelanos foram contratados pela Justiça Eleitoral para oferecerem suporte às máquinas! Seriam eles do partido de Maduro? Se sim, as atuais urnas podem estar corrompidas “à esquerda madura”. Não acham que existe essa possibilidade? Sugiro realizarem um controle de qualidade nos programas que efetuam as somatórias dos votos por urnas, sendo este serviço feito por técnico idôneo e sem ligação política com o PT.

Silvia Rebouças P. de Almeida silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo 

CONFIANÇA

No Brasil, as urnas podem ser absolutamente confiáveis, já os juízes do STF...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

IMPUNIDADE RECORRENTE

Só para entender: Renan Calheiros foi absolvido pela segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) na terça-feira por só encontrarem indícios, e não provas, contra ele. Aliás, provas existiam até em documentos, mas... prescreveram. Agora entendi!

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

CRÍTICAS AOS PRAZOS

Levaram 11 anos para o processo do sr. Renan Calheiros transitar na Procuradoria e no Supremo. E pedem aumento salarial! É sério?

Jonas de Matos jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo

OS CALOTEIROS DO BNDES

Só agora reconhecem que os empréstimos concedidos pelo BNDES a Cuba e à Venezuela, nos governos Lula e Dilma, não deveriam ter sido concedidos (“Estado”, 19/9, B5). Piada de mau gosto, mesmo. A maioria dos brasileiros sabia disso. Calotes de Venezuela, Cuba e outros que virão já eram esperados. Seria melhor terem investido esse dinheiro aqui, concluindo obras já iniciadas. Mas a “petralhada” no governo demonstrou a que veio, ou seja, para dilapidar e roubar o erário.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

CONFISSÃO

BNDES admite erro em empréstimos. Só ele (Dyogo Oliveira) não sabia do enorme risco de inadimplência nos empréstimos a Cuba e Venezuela.

Marcos Lefevre lefevre.part@hotmail.com

Curitiba

NA CONTA DO PT

Como pode o BNDES manter como presidente Dyogo Oliveira, que fez parte da equipe econômica do governo petista, se só agora admite olhar para trás e ver que os financiamentos aos países estrangeiros “não deveriam ter sido feitos”? Nenhuma empresa jamais conseguiria financiamento em qualquer instituição financeira sem lastro. O calote no BNDES proporcionado pela Venezuela, por Cuba e Moçambique precisa ser debitado na conta do PT, porque à época toda a imprensa fez esse alerta. Mas Lula e Dilma só estavam interessados na comissão que receberiam das “construtoras amigas” que executariam as obras. Será que a população que continua apoiando o PT sabe que pagará por este rombo no BNDES? A esquerda treme de medo da vitória de Jair Bolsonaro, já que ele prometeu abrir a “caixa preta do BNDES”. Por isso continuarão fazendo “o diabo” para continuarem no poder. Matar Bolsonaro não deu certo, mas burlar as urnas eletrônicas ainda podem. 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

O BANQUETE DE NICOLÁS MADURO

“Banquete de Maduro em restaurante de luxo é alvo de crítica de venezuelanos” (“Estadão”, 19/9). O ditador Maduro, ao frequentar na Turquia um restaurante de luxo na volta da China, numa pausa para recuperar-se do “jet lag” em Istambul, mostra que a ditadura do proletariado bolivariano já chegou ao padrão previsto por George Orwell na sua obra “1984”, em que se desenha uma Tirania Perfeita. Para o Grande Irmão e a turma do Partido Interno existe riqueza à vontade. Para o Partido Externo, que mantém o país funcionando, alguma coisa. Já para as Proles ou o povão, a miséria absoluta. Tanto assim que existe uma fuga em massa de venezuelanos para os países vizinhos. A “práxis” do modelo de socialismo tropical à Gramsci está produzindo interessantes frutos: “A liberdade é a escravidão, a ignorância é força, só faltando ainda a paz é a guerra” com os vizinhos, para finalizar os dísticos da tal nova ordem orwelliana na Venezuela!

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

GROTESCO

A imagem de Nicolás Maduro num restaurante de luxo retrata corruptos como Lula, aqueles que roubam a terra na qual nasceram. Grotesco!

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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