Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

21 Setembro 2018 | 03h00

CAMPANHA ELEITORAL

Graça para o chefe

Quando Fernando Haddad foi perguntado se, caso eleito, daria indulto ao Lula, sua resposta foi não. Mas a questão não foi totalmente explorada, pois a pergunta tratava de indulto, que é coletivo. Acontece que no plano individual existe o instituto da graça, previsto no artigo 107, inciso II, do Código Penal Brasileiro, que diz que são três os meios de clemência: a anistia, a graça e o indulto. A graça destina-se a pessoa determinada, e não ao fato, e pode ser provocada por petição do condenado ou de qualquer pessoa do povo, do Conselho Penitenciário ou do Ministério Público, ressalvada ao presidente da República a faculdade de concedê-la. Portanto, se Haddad for eleito, poderá, isso sim, conceder ao presidiário Lula a graça, em ato isolado de poder, sem nem ter de explicar o porquê. É que a graça é um ato imotivado por princípio até os dias de hoje, pois não houve interesse de ninguém em reformá-la. Toda a armação do Lula reside no esforço de sagrar vencedor o seu candidato, pois assim o presidiário condenado por corrupção e lavagem de dinheiro estará livre pela via do instituto da graça. E o Brasil cairá em desgraça!

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Pinóquio

Haddad vai pedir votos a Ciro Gomes e a Geraldo Alckmin em troca de vantagens para eles; falou ainda que não vai assinar o indulto para o presidiário de Curitiba sair da prisão, além de apoiar a Lava Jato. O péssimo ex-prefeito de São Paulo não inspira confiança alguma: são só promessas vãs, pura enganação!

ROBERTO HUNGRIA

cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

Eleições e pesquisas

“Um povo que elege corruptos, impostores, ladrões e traidores não é vítima. É cúmplice” (George Orwell). Há algum tempo estamos vendo na televisão uma campanha perguntando qual o Brasil que queremos para o futuro e é quase unanimidade, qualquer que seja a região, o desejo do fim da corrupção. Diante disso, fica a perplexidade de vermos que, seja o Lula ou o Haddad, ainda haja tanta gente disposta a ser cúmplice e votar no candidato do PT.

CELSO NEVES DACCA

celsodacca@gmail.com

São Paulo

Cultura política

Numa democracia de fato o critério para a representação dos cidadãos é a confiabilidade, não importa o partido do representante. Tentativas de “levar vantagem” e mentiras são motivos de desqualificação, até mesmo de políticos meritórios, como se viu com o falecido chanceler alemão Helmut Kohl. Eles perdem a base para a atuação política. Não se recorre a leis para afastar um infrator. A escandalização da cidadania é suficiente para aniquilar a atuação de um político ou servidor público. Já aqui, um condenado por corrupção é fanaticamente apoiado por um partido com inegáveis características de organização criminosa. Pelas percepções normais da imprensa e do eleitorado, a candidatura de um Haddad haveria de ser impossível. Eu gostaria de adivinhar as razões por que nenhum dos contendores aponta para tais circunstâncias.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Comissão da verdade?

O filósofo e linguista norte-americano Noam Chomsky, ativista de esquerda e grande admirador de Lula da Silva, disse que o PT deveria criar uma espécie de comissão da verdade para analisar os erros cometidos pelo partido. Eu acho que desse jeito ele está é querendo acabar com o PT. Será que Chomsky tem alguma ideia de que entre os erros do PT está a criação de condições para o surgimento do fenômeno capitão Bolsonaro?

EUCLIDES ROSSIGNOLI

clidesrossi@gmail.com

Ourinhos

Voto útil antecipado

Lula, que dizia ser Mário Amato, líder empresarial já falecido, o seu maior cabo eleitoral, é hoje, de fato, o principal cabo eleitoral de Bolsonaro. Afinal, que espécie de eleitor aceita ser governado de dentro da cadeia?

CELSO FRANCISCO ÁLVARES LEITE

celso@celsoleite.com.br

Limeira

Façam jogo, senhores

Não é hora de discutir o sexo de anjos ou de demônios. O prazo está quase esgotado. Urge definir as apostas nessa roleta maluca da política brasileira, que atualmente nos oferece tão somente duas opções. Nesta eleição para presidente da República, no próximo dia 7 de outubro, as fichas deverão ser colocadas no “preto 17” ou no “vermelho 13”. Não há outras opções. É tudo ou nada nessa virada.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

Ação do centro

Está na hora, em face do risco de dois extremos irem para o segundo turno da eleição presidencial, de todos os candidatos que compõem o centro se reunirem numa mesa-redonda e decidirem quem serão os que vão abdicar da candidatura para, juntos, se unirem em torno de um escolhido entre eles. Terão esse gesto de lucidez e altruísmo?

FRANCISCO EDUARDO BRITTO

britto@znnalinha.com.br

São Paulo

ATENTADO A BOLSONARO

Investigação

Até a tentativa de assassinato do Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira era um ilustre desconhecido entre os mais de 200 milhões de brasileiros. Aí ficamos sabendo que a Câmara dos Deputados registrou a entrada dele no local justamente no dia da ocorrência. Por que ele? Qual o motivo para ter sido ele? Se não era conhecido, como surgiu o nome dele? Disseram que foi um erro de digitação de uma funcionária. Mas por que iria digitar erroneamente logo o nome dele? Fico pensando: será que só eu estou estranhando tanto isso? Cadê a imprensa exigindo uma investigação profunda? Não acho só estranho, é preocupante.

VANDERLEY JORDÃO

vanjord@outlook.com

São João da Boa Vista

SEBRAE

Esclarecimento

A respeito do artigo Caixa-preta do Sebrae (assinado por Adriana Fernandes), publicado no caderno de Economia de 15/9 (B4), é preciso informar que no topo do portal www.sebrae.com.br, o link Transparência reúne informações sempre atualizadas sobre o orçamento, execução orçamentária, demonstrações contábeis, licitações, contratos e convênios de todo o Sistema Sebrae, em todas as unidades da Federação. A instituição também é fiscalizada pela Controladoria-Geral da União e pelo Tribunal de Contas da União.

GUILHERME AFIF DOMINGOS, presidente

Brasília

O ESTRAGO ESTÁ FEITO

O líder nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL-RJ), já confessou que não entende nada de Economia. Até aí, tudo bem... Mas o candidato idolatra seu futuro ministro da Fazenda caso eleito, o economista Paulo Guedes, que afirmou que pretende recriar o já enterrado imposto sobre o cheque, a CPMF. É um desastre anunciado. Do leito do hospital, Bolsonaro diz que "chega de impostos", mas dá para acreditar? O estrago foi feito na campanha do líder nas pesquisas. E ao postulante ao Planalto não resta alternativa senão demitir seu guru econômico. Caso contrário, afunda seu sonho de presidir o País, porque o povo brasileiro não pode nem ouvir falar mais em impostos.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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COMO DILMA ROUSSEFF

O candidato Jair Bolsonaro já deixou claro, com a questão da CPMF, que quem vai mandar na Economia será ele mesmo, e não o seu preposto mais palatável ao mercado. Não é difícil de imaginar que Bolsonaro irá governar como Dilma Rousseff governou, tendo a última palavra em tudo. O Brasil já teve um semianalfabeto na Presidência da República, já teve uma assaltante de bancos, e agora teremos um militar que não sabe nada sobre Economia, mas que adora dar ordens. Deus tenha piedade do Brasil. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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DIFÍCIL ESCOLHA

Diante das recentes declarações do sr. Paulo Guedes, futuro ministro da Fazenda num eventual governo de Jair Bolsonaro, quanto à volta da CPMF - posteriormente desmentido pelo candidato -, e diante dos programas de governo de Ciro Gomes e de Fernando Haddad, fica a sensação de que teremos de optar entre um salto no escuro, caso vença a direita radical, ou a volta ao passado de gastança desenfreada, que quase quebrou o País e a Petrobrás, caso vença um dos candidatos da esquerda.

Celso Neves Dacca celsodacca@gmail.com

São Paulo

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É A ECONOMIA!

A esta altura da mais aguda e severa crise econômica da história do País, com quase 25 milhões (!) de trabalhadores desempregados e desalentados, sem perspectivas otimistas no curto e no médio prazos, com a crescente desaceleração e declínio em todas as áreas da indústria, comércio e serviços, parece ser muito mais importante saber quem será o ministro da Fazenda do candidato a ser votado para presidente do que o próprio. "É a economia, estúpido!"

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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A AMEAÇA DO 'MONSTRO'

O ressurgimento do "monstro" (CPMF) é uma ameaça, apontam muitos.  Uns não querem a reforma previdenciária do setor público porque atinge alguns; outros, a trabalhista. Com o déficit crescente, só restará uma saída: pagaremos todos.

Paulo Tarso J. Santos ptjsantos@yahoo.com.br

Barretos 

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CPMF

A CPMF começou em 1993 e seria extinta em 2002, mas, a pedido de Lula, FHC a postergou com a promessa de que seria mantida só em 2003, porém, contrariando Lula, a duras penas, só deixou de ser cobrada a partir de 2006. Lula ficou "pê" da vida com sua extinção. Agora, querem colar em Bolsonaro o retorno da famigerada CPMF para favorecer o poste/marionete.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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DESPREOCUPADO

De nada adianta Jair Bolsonaro "enquadrar" seu conselheiro econômico, Paulo Guedes, após suas declarações impopulares sobre a recriação da CPMF, e seu vice, o general boquirroto Mourão, por mais uma afirmação bizarra e sem pé nem cabeça acerca de os "filhos criados por mães e avós, sem a presença do pai" correrem mais risco de entrar para o tráfico. Como diz o célebre dito popular, depois que a "coisa" foi jogada no ventilador, nada mais há a fazer. Entretanto, o candidato do PSL não tem com que se preocupar. Para bolsonaristas de carteirinha e utilitários convictos, antes a CPMF e Mourão do que o temido e abominável retorno do PT. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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DUPLA ATRAPALHADA

Os colaboradores do presidenciável Jair Bolsonaro, que se recupera de um atentado, não o deixam em paz. Uma hora é seu vice, general Mourão, e, logo em seguida, é o "guru" Paulo Guedes, da sua equipe econômica. Ambos são craques em desestabilizar a evolução do certame, especialmente quando pretendem desenterrar o monstro da CPMF - imposto do cheque. Para tanto, foi necessária a pronta intervenção do convalescente, para enquadrar a "dupla atrapalhada". Ora, "em boca fechada não entra mosquito", como já dizia aquela velhinha de Taubaté!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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RECADO

Explícito, de Bolsonaro, a Guedes e Mourão: em boca fechada não entra mosca.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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MARCHA, SOLDADO!

Padrão militar: os subordinados falam besteira, capitão manda fechar o bico e desmente tudo. Está ficando hilário! O quartel está meio desorganizado!

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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HORA DE FAZER A COISA CERTA

Com a divulgação, na terça-feira (18/9), do último levantamento Ibope/Estadão/Rede Globo sobre a sucessão presidencial, restam ao atento observador as seguintes conclusões: a) Jair Bolsonaro (PSL) consolida-se na liderança, agora com 28% das intenções de votos, ainda que fora de combate, em leito hospitalar; b) o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), com grande coligação, estrutura, dinheiro e capilaridade de seu partido (e de seus aliados do "centrão"), e malgrado desfrute de um verdadeiro latifúndio de rádio e TV, cai para 7%; c) Ciro Gomes (PDT) empaca nos 11% e Marina Silva (Rede) desaba para 6%, enquanto Fernando Haddad (PT) vai a 19%, assumindo, com viés de alta, a vice-liderança da disputa. Nem falo dos demais, que, a esta altura, parecem carta fora do baralho. Rendo-me às evidências: o momento não é dos mais auspiciosos para os tucanos - e eles têm boa parcela de culpa nisso. Em momento algum fizerem oposição de verdade ao PT, e, quando faziam, usavam punhos de renda para se contrapor à máquina fascista do lulopetismo. Quantas declarações de FHC eu não ouvi amaciando para Lula? Quantas barbaridades do PT vimos, enquanto os tucanos faziam que não era com eles? Convenhamos, tanta omissão foi fazendo as pessoas perderem a paciência e se desiludirem com esta "oposição" (aspas necessárias) dos sonhos da turma de Lula. Dito isso, e a se confirmar uma disputa Bolsonaro x Haddad no segundo turno, digo que votarei Bolsonaro de olhos fechados, porque não passa pela minha cabeça facilitar a volta da gangue lulopetista ao poder. Serei pragmático: o deputado do PSL está longe de ser meu "sonho de consumo" (eleitoral), mas, tudo faz crer, é o que temos para hoje, salvo uma reviravolta (daquelas históricas) que não parece visível no horizonte. Conheço alguns tucanos ("alckmistas") que abjuram Bolsonaro acusando-o de "racista", "homofóbico", "misógino", etc., imputações ingênuas, levianas e eleitoreiras. Considero rematado equívoco imaginar que somente Alckmin ou alguém como Madre Thereza de Calcutá serviriam para presidir o Brasil. Este purismo digno de Pollyana terminará por nos fazer engolir mais quatro anos de PT - senão mais! É hora de a sociedade identificar o verdadeiro inimigo, abrir os olhos e fazer a coisa certa. 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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ENTRE A CRUZ E A ESPADA

De acordo com a última pesquisa realizada pelo Ibope para a Presidência da República, Bolsonaro (PSL) continua confortável em primeiro lugar, com 28% das intensões de votos, e Fernando Haddad (PT), embora difícil de acreditar, com 19%, consolida-se em segundo. Ciro Gomes (PDT), com chances remotíssimas de alcançar Haddad, estacionou em 11%, Alckmin (PSDB) não conseguiu passar dos dois dígitos, patina entre 6% e 7%, e Marina Silva (Rede) está em queda livre. Os três ficaram na poeira. Para não ter surpresas, o segundo colocado, sabujo de Lula, arrogante, tenta fazer conluio com inimigos; Ciro, com seus ataques de coronelismo, tenta respirar; e Alckmin, desesperado, implora pelo voto útil dos partidos que ficaram pelo caminho. Aviso aos postulantes ao cargo: podem espernear, esbravejar, implorar e tentar fazer conchavos, que serão inócuos. Eleitores não dormem mais de touca, sabem muito bem com quem estão lidando e não votam mais em siglas. Se o conjunto de "letrinhas" fosse de alguma serventia, Alckmin seria o líder absoluto das pesquisas, com mais de uma dezena de partidos dando-lhe guarida. No entanto, desta vez nem à praia chegou, morreu antes, afogado em seus próprios erros. Não fosse a sua obsessão pela Presidência, permitindo novatos na disputa, talvez neste momento de incertezas não estivéssemos entre a cruz e a espada para decidir o nome do futuro mandatário.  

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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VOTO CONSCIENTE

O Brasil está virando um país de extremos, só briga política. Estamos entre o ruim e o péssimo: a volta do PT e todos os seus escândalos de corrupção ou a eleição de alguém completamente despreparado, que só sabe falar em armas. O PSDB e sua história parecem a única coisa equilibrada no meio desta confusão. Geraldo Alckmin tem experiência, é capaz de dialogar, já fez muito por São Paulo e tem apresentado uma boa equipe na Economia. O que o Brasil precisa é de empregos. Não vou desistir nunca e, por isso, vou escolher, sim, em quem eu quero votar. Não tem nada de voto de protesto, o voto tem de ser consciente, em alguém que acreditemos que saiba o que está falando e fazendo.

Cassia Liberi Dametta cassiadametta@hotmail.com

São Paulo

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OPÇÕES RESTRITAS

Quase certo que disputarão o segundo turno destas eleições Haddad e Bolsonaro, significando, o primeiro, a representação da esquerda e o segundo, a da direita, embora as qualificações não traduzam exatamente o aspecto ideológico correto de ambos. Com efeito, Haddad carrega a bandeira inaceitável do populismo destruidor e Bolsonaro hasteia a bandeira contrária não só ao populismo, como investe contra a desordem, a insegurança, a violência e a corrupção. Mas, sob o aspecto econômico, não há como fugir: os que produzem e empregam deverão estar do lado oposto ao lulopetismo, porque só veem uma saída para a Nação, a retomada do crescimento, do investimento e do progresso. Assim, jamais votarão em Haddad e em suas representações.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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GENTE DOIDA, RESULTADO CERTO

E os malucos querem votar num "coiso", mas têm medo de o "coiso" não ser eleito no segundo turno. Se o problema é esse, então por que não escolhem um candidato que derrote o poste de Lula no segundo turno? Ah, sim! Claro, são malucos...

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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OPOSIÇÃO AO PETISMO

O PT aparelhou o Estado brasileiro e o fez com método, da maneira como Gramsci ensinou. Muito antes de assumir o poder, em 2003, já o fazia e a máquina pública petista não foi desmontada com o impeachment de Dilma. Assim, o eleitor brasileiro tem o dever de votar já no primeiro turno em Bolsonaro, para se contrapor ao petismo. Afinal, foi o único candidato que teve a coragem moral e física - e o atentado de que a mídia pouco fala o comprova - de bater desde a primeira hora nas mazelas que o PT e seus partidos puxadinhos apoiadores legaram ao Brasil. A volta do PT representará a ida do Brasil, aceleradamente, em direção à venezuelização.

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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'A ANTECIPAÇÃO DO VOTO ÚTIL'

A propósito do editorial "A antecipação do voto útil" (19/9, A3), vale ressaltar que não seria necessária a deplorável e antidemocrática campanha peessedebista caso esse partido se preocupasse em se tornar uma real agremiação política viva, promovendo debates regulares e renovação de quadros, e não um partido cartorialista comandado por caciques que se alternam nos pleitos eleitorais a cada eleição, vício que, vale ressaltar, contagia todos os partidos políticos, inclusive o PT. No entanto, este último tem sido bem-sucedido na preservação de uma atuante militância por causa de sua forte ligação com as corporações de professores e servidores públicos e também com milhares de indivíduos que são beneficiários ou anseiam por práticas assistencialistas de um Estado cujo inchaço é amplamente incentivado pelo petismo. O PSDB flerta com esse nicho, como se vê de forma mal sucedida, hesitando entre medidas mais liberais que sirvam ao incremento da atividade empreendedora produtiva e o medo de ser excluído da "política" nos moldes cartorialistas anteriormente mencionados, coisa que o PT faz de forma cínica e corporativista, tudo em prejuízo de uma evolução mais avançada e consistente de toda a sociedade brasileira, valorizando a liberdade.

Airton Reis Jr. areisjr@uol.com.br

São Paulo

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VOTO ÚTIL

Na terça-feira tive uma discussão bem calorosa com amigos a respeito do voto útil, pois Jair Bolsonaro seria minha penúltima opção nestas eleições (a última seria um candidato de esquerda), e na quarta-feira o editorial "A antecipação do voto útil" (19/9, A3) fez com que a discussão reiniciasse. Há aqueles que acham ser melhor o voto em João Amoêdo ou em Álvaro Dias, mas acontece que é mais lógico os eleitores que não querem a esquerda no poder, eu incluso, praticarmos o voto útil, e quem está na frente é o capitão, mesmo porque somos um porcentual menor. Também na quarta-feira a sempre lúcida leitora sra. Mara Montezuma Assaf ("Quero 'meu' Brasil de volta"), que assim como eu sempre votou no PSDB, mostrou-se desiludida e disse que também vai mudar com a esperança de melhorar esta pátria, que ora é apenas um "República Banana". De qualquer forma, vou esperar até a última hora para ver se isso será necessário, assim como muitos.

Alberto Souza Daneu curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

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O 'NOSSO BRASIL' DE VOLTA

O "nosso Brasil" não virá pelo caminho que muitos eleitores com alto nível de educação e com espírito público estão escolhendo. O "nosso Brasil", que tinha começado a entrar nos eixos durante o governo Fernando Henrique e, como consequência, no primeiro governo "Lulinha Paz e Amor" (pela simples razão de enganar a todos enquanto fazia, com seus asseclas, os planos para a manutenção do poder), não vai voltar com nenhum extremista posto no topo do País. A incompetência, junto com a mentalidade revanchista, com certeza, não é o caminho certo para devolver a tranquilidade necessária para termos o "nosso Brasil" de volta. Não podemos votar no ruim para não termos o péssimo. Vamos votar em quem tem competência e histórico político de vários mandatos à frente do Estado mais desenvolvido da Nação. Ou vamos votar em gente nova, ou em algum dos candidatos que estão apresentando soluções, e não conclamando os eleitores para os extremos. Eu já estou na etapa final de minha cidadania, mas não quero deixar para as futuras gerações, filhos e netos de todos nós, este mau exemplo como eleitora. Vou votar em quem eu acho que tem competência para começar a consertar os estragos feitos pelos governos dos últimos 14 anos. Onde estávamos nós e a nossa indignação quando deixamos dizer, sem retrucar, que tinham recebido uma herança maldita? Ou quando reelegemos Lula em 2006, apesar do mensalão, de 2005? Talvez, se Lula não tivesse sido reeleito (Alckmin foi para o segundo turno com Lula em 2006! E Lula ganhou...), se tivéssemos sido eleitores mais conscientes, não teríamos tido o segundo governo Lula nem os tenebrosos anos Dilma. E, agora, não estaríamos chorando para termos aquele "nosso Brasil" de volta.

Elisabeth Berlowitz Buny bethbuny@uol.com.br

Cotia

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REMÉDIO AMARGO

O que me preocupa é que a grande maioria dos colaboradores do "Estadão", especialmente os do "Fórum dos Leitores", comenta, reclama, critica, reconhece o perigo iminente, mas vacila na hora de tomar o único remédio amargo disponível.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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O FENÔMENO BOLSONARO

Jair Bolsonaro 2018 é um fenômeno em ressonância a 2013, quando milhões foram às ruas sem um motivo único, mas com dezenas de motivos individuais convergentes, o primeiro sendo o poste Dilma. Em 2014 surgiu o fenômeno Aécio Neves, derrotado por pequena margem com inúmeros indícios de fraude eleitoral. Agora, o segundo poste, Haddad, está causando o ressurgimento do sentimento de brasilidade, que começa a pipocar aqui e ali, apesar de Jair Bolsonaro permanecer hospitalizado. O desejo de vitória já no primeiro turno está crescendo e unindo os brasileiros, que têm um grito entalado na garganta desde 2014, passando pela Copa, pela resistência de Lula à prisão e pela facada que atingiu todos os brasileiros. 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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RECICLAGEM

Pelo naipe dos mais bem avaliados nas pesquisas de intenção de votos, só nos resta uma saída: além dos políticos, mais importante seria melhorar o eleitor...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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INSEGURANÇA

A cada declaração dos primeiros colocados na pesquisa para presidente fico preocupado. O primeiro colocado diz, com frequência, palavras inadequadas (palavrão) para um candidato. O segundo mente constantemente (cultura do partido). Tal condição nos traz insegurança para o futuro. Estamos nas mãos de Deus, se dependermos dos homens que aí estão.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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VALE TUDO

As pesquisas indicam que o segundo turno das eleições presidenciais será marcado pelo confronto Bolsonaro versus Haddad. Para impedir que o partido mais corrupto da história retome o poder, teremos - usando uma expressão dos "petralhas" - de "fazer o diabo", rezar, fazer promessas, apelar para os orixás, parar de fumar e de beber e outras "cositas" mais. Vale tudo para derrotar o PT, até votar em Bolsonaro.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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REJEIÇÃO

Não entendo tamanha festa do ungido de Lula, Fernando Haddad, estar com 19% de intenção de voto. "Apenas" 81% o descartam.

Luiz Frid  luiz.frid@globomail.com

São Paulo

                 

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SERÁ QUE RESOLVE?

Como mostram as prévias da eleição, o PT tem força no Nordeste e está fraco aqui, pelo Sul/Sudeste. Haddad está prometendo fazer uma ciclovia de Garanhuns-São Paulo, se vencer as eleições, coisa que ele gosta de fazer...

Marcos Pougy marcoslaly@gmail.com

São Paulo

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O MANIPULADOR 

O crescimento do número de eleitores de Haddad no Nordeste me lembra um ditado popular que diz "o pior cego é o que não quer enxergar". O presidiário lá, de Curitiba, está usando seus dons de titereiro com maestria, não é à toa que recebeu o título de "encantador de burros". Nota: sou nordestino, mas estou incluído fora dessa lista.

                                             

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@hotmail.com

Guarulhos

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PESQUISAS ELEITORAIS

Na quarta-feira, 19 de setembro, o "Estadão" estampou na manche de primeira página: (...) com 19%, Haddad se isola em segundo. Ontem, 20 de setembro, o "Estadão" publicou: Fernando Haddad (PT) subiu seis pontos e está com 13%, mesma taxa de Geraldo Alckmin. Afinal, qual é a notícia que está correta? Eu só queria entender.

José Gilberto Silvestrini jgsilvestrini@gmail.com

Pirassununga 

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SOCORRO!

Quando vejo a propaganda política com todo mundo vestido de vermelho, sangue nos olhos e raiva nas palavras, cuspindo ódio por todos os poros, e o poste Fernando Haddad prometer (ou ameaçar?) trazer o Brasil de seu mestre e senhor de volta, sinto arrepio na espinha ao pensar no que se converterá nosso amado País! E vocês, eleitores, o que sentem?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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CERTOS PAPÉIS

Vendo certos papéis que certos políticos assumem, verdadeira vassalagem e quase abjeta renúncia à própria personalidade, lembro-me do velho dito popular: "Não há papel  mais triste que o  de certos papéis"...

Eduardo Menezes Serra Netto decimoserranetto@uol.com.br

São Paulo

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PARA SEMPRE NO PODER

Em sua edição de 15/10/2007, à página A8, o "Estado" trazia reportagem de Leonêncio Nossa descrevendo uma das visitas de Lula à África. Em seu escrito, o repórter incluiu: "No seu primeiro mandato, Lula até brincou com a visita que fez ao Gabão, país controlado por Omar Bongo há 40 anos. Ele chegou a dizer que tinha ido ao Gabão aprender a como permanecer tanto tempo no poder". O engano do repórter foi pensar que Lula estava brincando. Ele e o partido dele sempre quiseram ficar para sempre no poder, principalmente Lula, como é de tradição de presidente de sindicato de trabalhadores: nunca sair do comando.

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

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NOVA GUINÉ E O DÍZIMO

A ex-presidente Dilma perdoou milhões de dólares da dívida da Nova Guiné com o Brasil. Aí, coincidentemente, quando empresas de propaganda política para o PT cruzaram os braços por falta de pagamento, chega ao Brasil, em avião particular, o vice-presidente daquele país com malas de dólares que foram devidamente apreendidos pela Polícia Federal, porque os valores não foram devidamente declarados. Terá sido o dízimo pago pelo governo daquele país ao PT, pelo perdão da dívida dada pela "gerentona"? A conferir.  

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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ELEIÇÃO - UNIÃO DO CENTRO

Irretocável o artigo do economista Roberto Macedo na página A2 do "Estadão" de ontem: "Centro unido para não ser vencido". Poderia ocorrer um gesto de grandeza da parte dos candidatos esclarecidos e honestos que não parecem ter possibilidades nesta eleição: Álvaro Dias, Henrique Meirelles e João Amoêdo - que declarariam apoio a Geraldo Alckmin e pediriam a seus potenciais eleitores para transferir seus votos. E o grande estadista da República, FHC, poderia também participar da campanha de Alckmin. Todos eles poderiam ser extremamente úteis no futuro governo. E, assim, escrever um novo capítulo na história do Brasil. Sem uma ação decidida dos políticos pensantes e honestos, teríamos de optar entre o populismo irresponsável, de um lado, e a precariedade de planos, do outro (ou a truculência de um terceiro).

Joel Massari Rezende joelrezende07@gmail.com

São Paulo

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LEITURA DO JOGO ELEITORAL

A grande preocupação do eleitor é de que, nas próximas eleições, possa vencer o partido que quer acabar com a prisão em segunda instância e, no poder - para proteger seus líderes presos, indiciados ou denunciados na Justiça - possa aparelhar a Polícia Federal e nomear seus militantes para o Supremo Tribunal Federal (STF). O candidato Jair Bolsonaro lidera as pesquisas porque, da mesma forma que João Dória, quando enfrentou Haddad para a Prefeitura de São Paulo, se apresenta do lado das forças que defendem a meritocracia, o desaparelhamento do Estado, a privatização e, sobretudo, se posiciona ao lado dos que lutam para acabar com a corrupção na vida política brasileira, como o íntegro juiz Sérgio Moro e os jovens procuradores da Lava Jato. Como um técnico de futebol que não sabe fazer a leitura do jogo, o candidato Geraldo Alckmin, na sua estratégia de competição, decide se posicionar contra Bolsonaro, e não contra o candidato do PT. Por isso, sem saber ler a vontade do povo, despenca.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

   

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O PT PERFUMADO

O artigo de ontem no "Estadão" de Roberto Macedo defendendo a união dos candidatos de centro em torno de Geraldo Alckmin não revela toda a verdade. O PT, durante anos a fio, sempre bateu duro no PSDB, que sempre se acomodou e deixou quieto. Chego a pensar que o PSDB é um aliado camuflado do PT. Em segundo lugar, todos sabem que o Primeiro Comando da Capital (PCC) continua a dominar o crime organizado, que houve um acordo com Alckmin para a situação não fugir do controle. Terceiro, Alckmin colocou promotores públicos em cargos-chave do governo, por isso não é investigado a fundo, mas existe muita corrupção no PSDB também, que na realidade é o PT perfumado. O povo já percebeu isso e se cansou dos partidos e dos políticos tradicionais, resolvendo boa parte votar em Bolsonaro, que além de não ter processo por corrupção foi o único que teve coragem de bater de frente com o PT. 

Paulo de Tarso Abrão ptabrao@uol.com.br

São Paulo

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RECUAR OU PERDER

Às vezes, recuar pode ser uma boa estratégia. O PSDB deveria pensar seriamente em desistir de concorrer à Presidência da República e passar a apoiar o candidato do Partido Novo, pois o mercado e os eleitores desejam alguém da direita para tal cargo. Então, vamos apoiar um candidato da direita, mas competente, e tentar barrar mais um populista no cargo, pois, se isso acontecer, não sei se o Brasil sobreviverá até as próximas eleições. Um presidente competente ajudará a salvar o País e, consequentemente, os governadores eleitos também conseguirão governar. Caso contrário, o País se transformará num caos completo. Até mesmo a liberdade de expressão ficará comprometida, pois sabemos que, com a crise, a imprensa falada e escrita está passando por sérias dificuldades financeiras e pode ser a primeira a quebrar, o que ajudaria o populista a se perpetuar no cargo. Fica a dica.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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NA ENCRUZILHADA

Na entrevista à coluna "Direto da Fonte" ("Os partidos precisam reinventar a política", 20/9, C2), o cientista político José Álvaro Moisés diz que o PSDB encolheu a partir de "uma sequência de atitudes ambíguas", e as enumera. Ora, essas atitudes não têm nada de ambíguas, já que elas tiveram o poder de provocar efeitos desastrosos para o Brasil e para o PSDB. Eu corrigiria para "uma sequência de atitudes nefastas". Estamos, agora, nesta encruzilhada não por ambiguidade, pois sempre foi claramente visível que o excesso de "personalismo" de seus expoentes, querendo preservar a si mesmos, os levara a ativamente não se oporem ao mal, desistindo, assim, do bem. 

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

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DESCONTENTES

Se Alckmin tivesse proposto o que Amoêdo propõe e se afirmasse como o voto anti-PT, assim como Bolsonaro o faz, talvez não precisasse estar se lamentando pelos cantos sobre o naufrágio de sua candidatura. Voto há 20 anos, e sempre votei no PSDB, como um voto anti-PT, assim como milhões de brasileiros. Descontentes com a passividade do partido de Alckmin, que como oposição ao reinado de Lula nada fez, muitos eleitores tucanos se debandaram para o que a direita apresentou neste ano. A maioria apoia Bolsonaro, de acordo com as pesquisas, pois encontrou nele uma afirmação do antipetismo. Outros, como eu, optaram pelas propostas do Novo, ainda que o partido de Amoêdo tenha sido severamente prejudicado pelo boicote que sofreu em sabatinas e debates. Alckmin lamenta o cenário atual. Tivesse proposto mais e melhor, não estaria amargando tamanha queda.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

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CHANCE

Rechaçado por muitos dentro do próprio partido, que, pasmem, aventou a possibilidade de trocá-lo pelo engodo João Doria, só se acontecer talvez uma hecatombe eleitoral, se todos os candidatos desistirem da disputa, Alckmin teria alguma chance de sair da situação em que se encontra.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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À ESPERA DO 'FATO NOVO'

Geraldo Alckmin demorou demais para começar a se mexer. Agora, lamentavelmente, é tarde.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

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COVARDIA

Fica claro para o eleitor o porquê de a campanha presidencial do PSDB não decolar. Continua com aquela posição pusilânime. Agora mesmo, mostra-se contraditório. Entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para cassar a chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014, agora optou por desistir do recurso, que poderia impor à dupla inelegibilidade por oito anos. É o que informou a "Coluna do Estadão" de 19/9. Dessa forma não se pode confiar na sigla.

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro 

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AINDA O ATENTADO

"Polícia investiga se Adélio esteve na Câmara" ("Estadão", 20/9). Só pessoas muito ingênuas acreditariam que Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca contra Jair Bolsonaro, era um simples pedreiro ou uma pessoa com perturbações mentais. As circunstâncias apontam que havia uma deliberada conspiração para assassinar Bolsonaro. Pergunto: quem seriam os possíveis mandantes do atentado mal sucedido? O que se sabe até hoje inicialmente incrimina o PSOL, pois na época da visita do criminoso preso ao Congresso só havia três deputados da sigla lá, a saber: Chico Alencar, Ivan Valente e Jean Willis. O último, como tinha problemas com Bolsonaro - evidenciados na cusparada na votação do impeachment -, emergiria como grande suspeito, mas é muito evidente e linear para ser verdade. Todavia o PSOL, como força auxiliar do PT, talvez na aparência agiu como um terceirizado para trabalhos sujos, pois serviria para camuflar o maior interessado na eliminação do deputado capitão deste eleição. No passado da sigla criminosa já houve outros casos de eliminações misteriosas de inconvenientes como Celso Daniel, Toninho, em Campinas, Teori Zavascki e outros, indicando que o falso pedreiro comunista confesso tenha sido preparado para um atentado. Tinha características de supostos distúrbios mentais, muito boas para camuflar a identidade de seus mentores quanto para torna-lo inimputável. Estranhamente, surgiram do nada quatro advogados pagos não se sabe por quem, um psiquiatra de plantão, etc., etc. Foi um trabalho de profissionais que, felizmente, não deu certo. Espero que sejam reunidas provas suficientes para incriminar a ECPO ("entidade criminosa politicamente organizada") PT, o grande suspeito e interessado na eliminação de um adversário "perigoso", apesar de declarações hipócritas de solidariedade ao atingido pela facada.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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COINCIDÊNCIAS?

Quando do assassinato de Celso Daniel, um determinado advogado ligado ao PT prontamente se ofereceu a dar uma ajuda nas investigações, e deu muita. Oito ou mais testemunhas do crime morreram, e até hoje aguardamos uma resposta sobre este caso. Na tentativa de matar o candidato Bolsonaro, o sr. Adélio prontamente foi atendido por quatro advogados, fato que causa espécie a todos os brasileiros. Será um repeteco do ocorrido com Celso Daniel? Vão ajudar o distinto, ou participar e saber de todas as informações e repassá-las aos interessados, ou vão sumir com os comparsas?

Sinclair Rodrigues de Azevedo  sinclairmalu@uol.com.br

São Paulo

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NA CÂMARA

Quanto ao registo por engano do nome de Adélio Bispo de Oliveira pela Câmara dos Deputados, o que não foi mencionado no ofício, pergunto, para aprofundar uma possível investigação interna (sindicância) ou mesmo policial: 1) a que hora foi registrada a entrada? 2) O funcionário anotou o nome de um homônimo? 3) Qual o registro geral da cédula de identidade (RG) desse homônimo? Sem mais. 

 

Carlos Alberto Granito carlos.granito@globomail.com

São Paulo

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INATINGÍVEIS

Por que no Brasil alguns crimes se "enrolam" tanto para serem esclarecidos, como o assassinato de Amarildo, de Marielle e, agora, o atentado de Adélio contra Bolsonaro? Será que seus desfechos envolvem "inatingíveis"?

Gustavo Guimarães da Veiga ggveiga@outlook.com

São Paulo

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UMA MATILHA

Um desempregado, aparentemente sem problemas econômicos, que paga tudo em dinheiro, tem quatro celulares, viaja de avião e, após ser detido pelo atentado à vida do candidato que encabeça as pesquisas, tem imediatamente quatro advogados para defendê-lo, mas que não dizem quem os contratou. Para completar, descobre-se que alguém forjou um álibi para registrar sua presença na Câmara dos Deputados exatamente no dia do crime, para uso caso não tivesse sido pego em flagrante. Isso parece ter gerado uma grande dúvida na mídia, que é... "quem matou Marielle?". Não está esquisito? Parece que não temos um "lobo solitário", mas uma perigosa matilha à solta.

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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CADÊ O RESULTADO?

A pouco mais de duas semanas das eleições e há menos de um mês do atentado sofrido pelo candidato Jair Bolsonaro, a imprensa ainda continua sem notícias sobre o andamento das investigações que apuram a motivação do atentado desfechado pelo homicida Adélio Bispo, como a quebra de sigilos telefônico, bancário e de mensagens instantâneas de celular. Pergunto: será que a conclusão do inquérito só virá a público após as eleições, para que não influencie na escolha dos candidatos e seus respectivos partidos no dia da eleição?

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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A ABSOLVIÇÃO DE RENAN CALHEIROS

É, prezados leitores, pasmem: Renan Calheiros foi absolvido em processo de 11 anos atrás, no qual era réu por desvio de recursos da verba indenizatória do Senado. Mesmo respondendo ainda a mais 14 processos, prevaleceu o entendimento do relator do caso no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin. Eu, particularmente, pela injustiça a que o senador foi submetido, sugiro uma indenização ao pobrezinho, que, por causa do processo, foi obrigado a sair da linha sucessória que fatalmente o levaria à Presidência da República. Sugiro, ainda, caso não concordem com a indenização, que a título de compensação o absolvam também nos 14 processos ainda em andamento.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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