Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

26 Setembro 2018 | 03h00

CAMPANHA ELEITORAL

Repeteco, não!

Muito triste para nós que lutamos contra os mandos e desmandos dos governos petistas de Lula da Silva, hoje presidiário, e Dilma Rousseff, destituída do cargo por total incompetência – os quais deixaram como legado uma crise ética, social e econômica sem precedentes em nossa História –, vislumbrar no horizonte a possibilidade de entregar a mina de ouro que é o Brasil de novo nas mãos dessa gente. É inadmissível que partidos que lutaram nessa direção recentemente se tenham esquecido rapidinho da lástima que foram tais governos e da ladroagem desenfreada, que levou quase à bancarrota a Petrobrás, uma das maiores empresas do mundo, e acenem com sinal de positivo para os autores dessa hecatombe nacional, que levará ao menos 20 anos para que os cacos da devastação sejam juntados. Não esqueçamos também que com a eventual vitória desses esquerdistas as investigações sobre os bancos estatais, com ênfase em “empréstimos” do BNDES, que distribuiu dinheiro mundo afora, hoje contabilizados como “créditos podres”, ficarão na saudade e um novo ciclo de pouco-caso com o nosso dinheiro virá a todo o vapor. E o pior é que a Nação será governada de uma cela de cadeia onde está trancafiado, por corrupção ativa e passiva, condenado em primeira e segunda instâncias, o “cara” fabricante de postes, que para passar o tempo no cárcere cria marionetes. 

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Entre a cruz e a caldeira

A que ponto chegamos, tendo de entregar o destino da Nação a um horror que já sabemos como atua ou a outro que é um salto no escuro. De todo modo, já aprendemos uma lição e podemos repeti-la quantas vezes forem necessárias: escorraçamos dois presidentes do poder por meio de impeachment e pusemos outro na cadeia. 

ELIANA PACE

pacecon@uol.com.br

São Paulo

A vice

A campanha do petista Fernando Haddad está dando pouca importância à vice de sua chapa, Manuela d’Ávila, do PCdoB. Seus gestores preferem colocar a imagem do presidiário Lulla junto com Haddad, deixando Manuela d’Ávila em segundo plano. O mesmo aconteceu com o hoje presidente Michel Temer, que era vice de Dilma Rousseff e foi eleito pela coligação PT-PMDB. Um dia o destino pode levar Manuela d’Ávila a ocupar a vaga hoje ocupada por Temer. Depois que o tiro sair pela culatra dirão que foi golpe...

JOSÉ CARLOS DEGASPARE

degaspare@uol.com.br

São Paulo

Sem saída

Minha avó, sempre que havia um problema sem solução, dizia que não adiantava pular da frigideira para cair na brasa. Esse é o caso das eleições deste ano, com a disputa entre o capitão do mato e o boneco de ventríloquo. As vaidades pessoais dos candidatos vão levar o Brasil, mais uma vez, para uma era de sombras e escuridão, ou seja, para uma direita ditatorial ou uma esquerda festiva perdulária e demagoga. Se o resultado for a eleição de um desses dois, além de perdermos mais um tempo absurdo de recuperação, continuaremos infelizes num país do futuro que nunca chega.

LUIZ FRANCISCO DE A. SALGADO

salgado@grupolsalgado.com.br

São Paulo

Lobos e cordeiros

Nesta eleição, meu favorito para a Presidência da República seria João Amoêdo se a situação do País fosse outra. Hoje, porém, na iminência do retorno do PT ao poder, fico, é lógico, com Jair Bolsonaro, que é ficha-limpa e prefere apresentar o discurso da ordem e da força diante do caos em que fomos inseridos pela “alma mais honesta” do mundo, que curte hoje uma suíte presidencial em Curitiba. Lembrando que os “lulinhas paz e amor” muito mal fizeram ao nosso país e ainda contam em seu histórico com os fantasmas insepultos dos prefeitos Celso Daniel, de Santo André, e Toninho, de Campinas. O que percebo nas falas dos políticos nestas eleições é que para vencê-las uns se fazem de lobos e outros de cordeiros. Neste caso, prefiro os lobos.

NEIVA PITTA KADOTA

npkadota@terra.com.br

São Paulo

Ser ou estar

Hoje eu estou Bolsonaro. Sou contra a corrupção, os roubos milionários do PT e dos políticos de qualquer espécie, contra o dinheiro mandado para Cuba, Venezuela, ditaduras africanas, etc. Dinheiro tirado da educação, da segurança, da saúde, que faltou ao SUS e levou a uma espécie de genocídio de brasileiros necessitados de atendimento no sistema público.

CARLOS R. GOMES FERNANDES

crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

E agora, o que fazer?

O editorial A insensatez das elites (25/9, A3) remete imediatamente à pergunta: o que fazer? Qualquer pessoa com razoável conhecimento do Brasil sabe que a situação vivida hoje na política nacional nasceu em passado longínquo. Mas não é o momento de discutir História, mas como vamos escrever o futuro próximo. De início devo concordar com a opinião expressa no editorial, mas de pronto chamo à responsabilidade cívica os partidos políticos, em especial o PSDB, que, não sabendo como resolver os problemas de corrupção de expoentes de sua direção, procurou uma associação com elementos de outros partidos que não podem ser considerados imunes à mosca azul do poder. Em hora tardia Fernando Henrique veio a público tentar apagar o incêndio. Inútil. Se não se tivesse omitido quando se discutiam as candidaturas, se tivesse tomado as rédeas do PSDB como fez em ocasiões anteriores, se se pronunciasse contra tucanos que se meteram em falcatruas, o destino destas eleições seria outro. O eleitorado, polarizado no “nós contra eles”, encontrou em Bolsonaro não o líder capaz de desenvolver o governo desejado pela população, mas alguém capaz de, com mão de ferro, pôr ordem na casa, que é o que está faltando, de acordo com a maioria dos eleitores nas pesquisas. Agora o povo – por omissão de suas lideranças mais esclarecidas, que ficaram batendo cabeça vendo um presidiário dando as cartas na esquerda populista e a reação de direita com um extremista brutamontes –, desesperado com a falta de alternativas, resolveu não ouvir mais a razão e buscar o “agora vai ou racha”. A perspectiva é de mais quatro anos de tumulto, brigas de facções políticas interessadas apenas no poder pelo poder. O Brasil vai decidir, por margem bem apertada de votos, se quer a esquerda ou a direita, mas com certeza, em ambos os casos, populista. Será que nossas lideranças políticas vão aprender a lição? Vamos aguardar 2022, porque 2018 já está decidido. Queira Deus que estejamos errados e o eleito arrume a casa.

CÉLIO DAL LIM DE MELLO

dallimmello@icloud.com

Curitiba

CATÁSTROFE ANUNCIADA

O que deveria ser um dia a ser festejado, 7 de outubro, poderá ser o dia da catástrofe eleitoral que conduzirá o Brasil a um triste destino. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad no segundo turno na disputa pela Presidência da República. Nenhum dos dois terá as mínimas condições de governabilidade. Terão contra si a maioria da população e a maioria do Congresso Nacional. Terão a seu favor apenas um terço da Nação. Direita furiosa e esquerda fanática são a negação do Estado Democrático de Direito. O Brasil merece e precisa de uma liderança política de conciliação, de convergência, de união. 208 milhões de maltratados cidadãos esperam por um governo competente, que devolva à Nação condições de desenvolvimento sustentável, num ambiente de paz e esperança. Chega de "nós" e "os outros". Não se governa com seitas ideológicas messiânicas no século 21. O mundo inteiro se compadece do atraso do Brasil e de seus vizinhos latino-americanos. Estamos estagnados e vamos dar marcha à ré? Vamos acordar deste pesadelo e mudar de rumo, em direção ao futuro, e não ao passado. Não vamos cometer suicídio.

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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A HORA DO COMPROMISSO

Os que têm sensatez neste país, seja candidato à Presidência da República, seja um simples eleitor, sabe que o Brasil só retomará o caminho do desenvolvimento, com a criação de empregos, se reformas estruturais forem a tônica a partir de 1.º de janeiro de 2019 no Congresso Nacional, mantendo as que foram conquistadas neste pouco mais de dois anos de governo Temer, principalmente o teto de gastos e a reforma trabalhista. Dos candidatos mais cotados nas pesquisas de intenção de votos, do "Andrade" sabemos que elas não virão, muito pelo contrário. Suas teses são a da volta do controle do Judiciário e da compra de voto no Legislativo, a fim de dar seguimento ao que manda o Foro de São Paulo, tendo como modelo a Venezuela. De Ciro Gomes sabemos que bravatas sobre a interferência no Banco Central, a revisão da reforma trabalhista, o não cumprimento de metas de inflação e o fim do teto de gastos serão a ênfase de seu populismo irresponsável, que dará alegria ao povão por não mais do que seis meses. De Bolsonaro podemos esperar iniciativas que reconfortarão seus eleitores, a maioria da classe média, que crê que com certas atitudes comportamentais a violência se dissipará como que por encanto - e deste candidato sabemos pouco ou quase nada sobre seu liberalismo social. Pelo nome do partido, boas teses deveriam conter seu programa e propostas de governo. Se Bolsonaro for o vencedor, o "centro" deverá assumir o compromisso de, pelo Congresso, dar-lhe boas-vindas ao autêntico liberalismo na economia, quando virá o tempo do compromisso. Que o futuro nos reserve esperanças de novos dias, e que os derrotados sejam unidos e vitoriosos no consenso de que a Nação necessitará.

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

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SEM GARANTIA

Na certeza de que marchamos para o desastre econômico com Haddad ou Bolsonaro, como numa relação de consumo sem garantia, na qual não há como voltar atrás de uma decisão de compra, vou logo avisando que terei tolerância zero com reclamações sobre a economia brasileira dos que votarem em qualquer um destes dois demagogos - que espertamente têm essa relação simbiótica entre si. Eu sei que os petistas vão dizer que a culpa é "dos outros", de preferência "da elite". Os bolsonaristas, por sua vez, vão culpar os petistas, o centrão, os muristas do PSDB e, não nos esqueçamos, os esquerdistas do Novo. Afinal, a culpa é sempre dos outros. 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

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NÃO HAVERÁ ÁLIBI

Será que a salgada fatura pela criminalização da política deve ser cobrada de alguns membros do Ministério Público Federal (MPF) e do Poder Judiciário (leia-se juiz Sérgio Moro)? Ou a conta deve ser cobrada do Supremo Tribunal Federal (STF), que não fez a lição de casa? Ou da mídia? Graças à Operação Lava Jato, tomamos conhecimento do quanto se rouba a nossa Pátria, e também recuperamos uma pequena parte dessa roubalheira. Se a política está desmoralizada, não é culpa do MPF nem do juiz Sérgio Moro. A culpa é dos próprios políticos, que, ao invés de separarem o joio do trigo, uniram-se para enterrar a Lava Jato. Caso triunfe nas urnas um projeto autocrático e populista, não cabe à História recriminar a Operação Lava Jato e seus responsáveis, mas, sim, os eleitores, que preferem o caminho "mais fácil", e não o caminho "mais responsável", pois, como bem disse o editorialista em "Senhora de seu destino" (24/9, A3), "não haverá inocentes caso se abata sobre o País os infortúnios que certamente hão de advir do perigoso flerte com o atraso, não há álibi para consciências arrependidas". Que os eleitores não venham amanhã dizer que a urna não é confiável nem que foi "gópi". 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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ATENÇÃO, BRASILEIROS!

Leiam, por favor, o editorial "Senhora de seu destino" ("Estado", 24/9, A3). Para entender este editorial, basta ser medianamente inteligente e comprometido com o futuro do nosso país.

Roberto Sundberg Guimarães robertosun.guimaraes@hotmail.com

Campinas

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ORDEM E PROGRESSO

Como sempre e com muita propriedade, este jornal traz em "Notas & Informações" editoriais esclarecedores, mas em "Senhora de seu destino" (24/9, A3), quando deixa entender que o candidato líder nas pesquisas é populista e traz sonhos irrealizáveis, isso não procede, porque o que Bolsonaro propõe - e a população está aderindo - é o amor à família, à Pátria, a tradição dos nossos valores, o respeito à educação e à propriedade privada, uma administração pública enxuta e eficaz e o respeito às leis. Enfim, "ordem e progresso". Oxalá, caso seja eleito, isso se concretize, para o bem do Brasil.

Ruyrillo Pedro de Magalhães ruyrillopedro@gmail.com

Campinas

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EXTREMOS

Mais uma vez o País é tomado por uma discussão, a meu ver, inútil. Qual é melhor: a direita ou a esquerda no poder? O capitalismo ou o comunismo? Bolsonaro ou Haddad (digo Lula)? 

José Gilberto Silvestrini jgsilvestrini@gmail.com

Pirassununga 

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INACREDITÁVEL

22 anos de democráticas mentiras levaram o País a este caos político, social e econômico. E vamos adentrar 2019 novamente ouvindo as mesmas mentiras, agora contadas de forma diferente. Inacreditável.

Manoel Braga mbraga1951@gmail.com

Matão 

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BOLSONARO VERSUS PT

Praticamente do nada surgiu um candidato à Presidência da República, chamado Jair Bolsonaro, que captou as indignações contra a corrupção e o esquerdismo petista. O seu apoio é a revolta popular, pois confronta o "socialismo" e não está ancorado no ambiente político não petista. O risco maior nas próximas eleições é de que a propagação do "nós" contra "eles", ardilosamente instigado por Lula, resulte na vitória de seu candidato. Nem FHC se dispôs ao serviço de apontar para este risco para a democracia.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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VASSOURA NOVA

Diante do quadro polarizado entre bolsonaristas e petistas, é bom lembrar: um é vassoura nova e por isso parece que varre bem, e o outro é "pau mandado".

Marcos Martins Aquino marcos@moinhonovo.com.br

São Paulo

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AMEAÇA À DEMOCRACIA

Não posso deixar de ressaltar a importância do artigo de Fernão Lara Mesquita publicado ontem no "Estado" ("Esquerdo x direitopatas, Brasil à parte"). É uma síntese sobre o momento eleitoral e a importância crucial e indiscutível de deter, agora e para sempre (que os céus assim permitam), a camarilha que não só destruiu o País, como é a maior ameaça à nossa incipiente democracia. Recomendo sua leitura para aqueles que ainda não leram. Além de tudo, é um excelente contraponto ao editorial "Senhora de seu destino". O "Estadão" está de parabéns pela sua publicação, pois oferece um excelente contraditório para a meditação de seus leitores.

Carlos Ney Millen Coutinho cncoutinho@uol.com.br

Rio de Janeiro 

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MOMENTO TRÁGICO

Num país em que a dívida bruta do setor público afeta 75% do PIB (e claramente crescendo), é um acinte existir preocupação por conchavos de governabilidade. Tudo isso financiado por fundos partidários (!) escandalosamente imorais pelo mesmo motivo. Como resultado disso tudo, a briga ideológica partidária (como se não existisse país a ser resgatado, mas apenas agendas próprias). E, concordando com o jornal "O Estado de S. Paulo" ("Pacto pela governabilidade", 22/9, A3), é fato que a perspectiva do desastre econômico é atenuada pela "balbúrdia" das batalhas ideológicas, mas isso não atenua a gravidade e o tamanho da desgraça a chegar, aparentemente independente do resultado das urnas! Nesse tocante, a infeliz marcha da insensatez de Fernando Henrique Cardoso só faria sentido se considerado seu início a partir do momento em que ele assumiu o mandato. 

Antonio C. de S. Queiroz Cardoso acardoso@acardoso.com

São Paulo

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INCOMPETÊNCIA PELA INCOMPETÊNCIA

Acordem, brasileiros, poderemos eleger um presidente da República sem nenhum preparo político, técnico e administrativo, sem conhecimento de Economia e política externa. Não se concebe trocar a incompetência pela incompetência, ser honesto é muito pouco, não é qualidade, é apenas obrigação, quem não é honesto deve ser eliminado. Como ficaremos nos negócios com os outros países do mundo, não adiante somente os secretários "ministros nomeados terem competência", a competência é obrigação do presidente, inclusive para substituir os assessores que não corresponderem, ou saírem. Cuidado, o caminho está perigoso, o Brasil está na pior, fruto de desmandos de toda ordem. Lembrem-se da Alemanha em 1945, deu no que deu: guerra, morte, miséria, etc. Lá o efeito foi catastrófico, resultado de fanatismo social. Violência não se combate com violência. O que restará se o governo sair combatendo todo mundo? O que vai fazer com a sobra da população apta para o trabalho, se houver? Não seria o caso de investir maciçamente em investimentos para gerar empregos para milhões, impostos e outros benefícios para a sociedade brasileira?

Verginio G. Neto escritoriogiroto15@hotmail.com

Cândido Mota 

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MARCHA DA INSENSATEZ

É incontestável que a insensatez prevalece em grande parte dos eleitores brasileiros, pelo que mostram as intenções de voto reveladas nas pesquisas eleitorais. É incontestável, também, que o cenário político atual não abre espaço para um posicionamento sensato, haja vista a polarização entre o comprovadamente nefasto lulopetismo e o radicalismo antipetista, não permitindo divagações filosóficas fora da realidade. Elas só se justificariam no mundo acadêmico, sem efeitos práticos para influir neste momento crucial da vida em nosso país. Enquanto um dos candidatos encarna plenamente o lulopetismo, agindo de forma subserviente ao criminoso comum trancafiado confortavelmente em cela "especial" da Polícia Federal e garantidor de sua soltura imediata caso eleito, "disciplinador" da imprensa, populista barato pelo programa assistencialista mantenedor de pobres "felizes", o outro se apresenta com pouca experiência gerencial, tendo "poucos" atributos como disciplina militar, crença num ser supremo, valorização da família e da propriedade, mas "ingênuo" ao dar crédito a um economista famoso na implementação de seu futuro governo. Deus queira que a sensatez volte imediatamente a prevalecer na hora da votação.

Paulo Eduardo Grimaldi pgrimaldi@uol.com.br

Cotia

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ANTIPROPAGANDA

Geraldo Alckmin é o melhor administrador público do Brasil atualmente. Uma pena que tem o pior cabo eleitoral: FHC. Cada vez que este homem abre a boca, enterra ainda mais essa  oportunidade. Parece propositalmente.

Roberto Castiglioni rocastiglioni@hotmail.com

Santo André

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ÁGUAS REVOLTAS

É preocupante a situação que nosso país atravessa hoje. Independentemente de quem será o próximo presidente que irá governá-lo, as dificuldades serão imensas, até porque mesmo que  tenha as melhores intenções e tenha muita capacidade para governar, no mínimo nossa situação só voltará ao normal daqui a dez anos. A exemplo disso temos a crise que ocorreu nos Estados Unidos em 2008, e que só agora a situação do desemprego se normalizou. A nós, brasileiros, resta pedir a Deus que ilumine a mente do nosso próximo presidente, visto que, dependendo daquele que for governar, corremos um sério risco de vermos nosso país transformar-se numa Venezuela, que num passado não muito remoto era um país próspero e tinha sua gente feliz, mas hoje tem grande parte de seus habitantes perambulando em busca da sorte.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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MAUS TEMPOS

A cada ano, nosso país decai como resultado de interesses privados que se sobrepõem aos do País. É como se tivéssemos um acordo das partes para que, além do enriquecimento pessoal, seja indispensável que causem danos cada vez maiores. As eleições que se avizinham e que deveriam encerrar esses anos sombrios de populismo e de rapinas nos apresentam candidatos que cresceram empunhando a bandeira do ódio ou que não cresceram porque incompetentes, com um presidiário que quer ter seu secretário nomeado presidente para ter a suprema vingança, resultado de seu rancor em relação ao mundo. "Mala tempora currunt", diriam nossos ancestrais romanos. E, realmente, estes maus tempos continuarão por muito tempo.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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GUERRA

Eliane Cantanhêde, sagaz como sempre, afirma, no seu artigo de ontem, "Fim da zona de conforto" ("Estado", 25/9, A6), com certa razão, que os ataques a Jair Bolsonaro por seus adversários estão dando certo. Na verdade, o que acabou dando certo foi o ataque, a punhalada, que tirou o capitão do comando das suas legiões. Diante disso, as investidas dos seus adversários políticos ficaram sem contra-ataques de peso, que só o capitão saberia conduzir. Mas no segundo turno a guerra vai ser outra, salvo se, "coincidentemente", nova ameaça física seja consumada contra o candidato ou familiares. Não acredito que o tal Adélio Bispo seja um assassino a soldo, mas foi convencido pelo discurso do ódio da extrema-esquerda a tirar a vida do adversário.

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

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NOVA INVESTIGAÇÃO

Segundo notícia veiculada pelo "Estado", o criminoso Adélio Bispo será submetido a novo inquérito da Polícia Federal pelo crime cometido contra o postulante à Presidência do Brasil Jair Bolsonaro. Segundo a notícia, a Polícia Federal fará uma investigação rigorosa sobre esse crime, inclusive recompondo a trajetória de vida do bandido. Este fato precisa mesmo ser esclarecido, por ensejar muitas dúvidas sobre a autoria única do malfeitor.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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PEGA, MATA E COME

"O esfaqueador de Bolsonaro agiu sozinho." Essa é a conclusão mais inconclusiva da história da Polícia Federal. A lista do "faz de conta que eu acredito" está ficando longa: Celso Daniel, Eduardo Campos, Arthur Sendas, Teori Zavascki...

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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O PODER MAIOR

Nestas eleições, pouquíssimos eleitores irão escolher o candidato para governar o Brasil de forma ideológica, ou seja, conforme suas convicções políticas. A grande maioria já está polarizada na medida em que as pesquisas de intenção de voto indicam as chances dos diversos concorrentes. Dessa forma, os institutos de pesquisa exercem um poder imenso para influenciar os eleitores por meio dos resultados que apresentam. Afirmar que essas pesquisas não induzem o eleitor na escolha de seu candidato é uma grande falácia. Já há várias semanas os eleitores ficam observando os resultados das pesquisas para consolidar ou alterar sua escolha. Pouco importam os compromissos dos candidatos com a democracia ou com programas de governo realistas. O que interessa é o que as pesquisas indicam. Mas quem garante que esses resultados apresentados pelos institutos "especializados" não estão sendo manipulados para favorecer quem eles querem ou quem os paga mais? Como é feita a auditoria das pesquisas na sua origem? Como garantir que quem colhe os dados de campo registra o que o pesquisado escolheu ou lança na planilha o que ele quer ou aquele por quem foi pago para registrar? As estratégias ou mecanismos individuais de decisão são muito menos com o candidato com quem o eleitor se identifica e muito mais nas chances que ele tem com base nessas pesquisas. Daí o enorme poder que esses institutos concentram. Deus, que se diz ser brasileiro, tende piedade de nós.

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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ESCOLHA DO CACHORRO 

Que me perdoem os institutos de pesquisa, mas erraram feio em 2014 e mais ainda em 2016. E, ao que parece, na pesquisa do "poste" de 2018 vão errar mais ainda. O pior prefeito de São Paulo não terá nem 5% do Estado de São Paulo. Como trabalhei em rádio, sei muito bem como funciona pesquisa de poste. A escolha depende do cachorro, e não do dono, mas o dono é quem vota!

Jose R. de Macedo Soares Sobrinho  joserubensms@gmail.com

São Paulo

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MUDANDO O VOTO

Com as mais recentes pesquisas de intenção de voto e percebendo que a candidatura "Haddad Lula da Silva" está crescendo, alternativa não há senão mudar o meu voto. O Brasil, infelizmente, precisa de um choque de retidão e honestidade, prendendo os corruptos de plantão que vilipendiam o País. Conseguindo essa façanha e acabando com a roubalheira, aí, sim, pensaremos nos demais passos. 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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'MANIFESTO À NAÇÃO'

O chamado "Manifesto à Nação" que Jair Bolsonaro pretende divulgar nos próximos dias tem claro objetivo de encampar os votos de centro e, assim, fazer frente mais eficaz ao crescimento de Fernando Haddad. Para tanto, o candidato do PSL pretende dizer, entre outras coisas, que sempre foi democrático e que nunca fez declarações misóginas ou homofóbicas, tampouco racistas ou simpáticas à ditadura. Ou seja, pretende mostrar imagem diametralmente oposta à que tem exibido publicamente até agora. Se a regra de ouro de candidatos extremistas for mantida - a de mentir acintosamente durante a campanha -, cabe a pergunta: qual Bolsonaro estará mentindo? Dr. Jekyll ou Mr. Hyde?

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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DESESPERANÇA

Li a reportagem do "Estadão" de domingo (23/9) sobre as declarações do general Hamilton Mourão comparando a governança do Brasil a um belo cavalo. Lembrei-me de imediato dos versos de Geraldo Vandré e Theo de Barros na composição "Disparada", e pensei: cavalo a gente doma, treina e monta; com o Brasil é diferente. Lógico que entendi que o general pretendeu expor uma analogia, porém, mais uma vez, foi de uma infelicidade extrema. Para mim, o seu exemplo mostrou como no seu entender um país deve ser conduzido, educadamente, porém rígido em suas decisões. Posso até estar enganado, mas preocupou-me deveras o exemplo que ele escolheu. Principalmente pelo fato de que o nosso país, depois da democratização, já teve muitos vice-presidentes assumindo o cargo em definitivo. Também a reportagem confirmou o que eu já sabia, mas não tinha certeza: que o general tem como padrinho político o sr. Levy Fidelix, o eterno candidato do "aerotrem", que foi esperto em fundar um partido apenas para usufruir da verba partidária, o que, convenhamos, não é cartão de visita para ninguém. E o guru da economia da chapa de Bolsonaro, Paulo Guedes, com a ideia do imposto único, só aumenta as nossas preocupações. Paralelamente, a campanha do PT na televisão nos assegura que "Haddad é Lula". Portanto, ele ali está devido ao fato de que o seu representado não pode concorrer ao cargo mais importante do País, proibido por não atender ao disposto na denominada Lei da Ficha Limpa. Ou seja, por cumprir prisão em Curitiba, por ter sido condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. Embora não exista na nossa legislação a possibilidade de alguém exercer um mandato de tal relevância por procuração, principalmente por tão escalafobético impedimento, elegê-lo seria desobedecer a citada lei. Eis a situação a que chegamos, por não prestarmos mais atenção em nossos políticos, tratando sem a devida atenção e respeito o voto que damos aos nossos representantes no Congresso, que é um dos Poderes da República e que poderá impedir todas as iniciativas do presidente, sejam boas ou ruins para população e para o País. Depois de votar e acompanhar a política nacional desde a década de 1950, não me lembro de ter visto tantos paraquedistas disputando todos os cargos como nas eleições do próximo mês. Pelo visto, vamos continuar na mesma ou até pior. 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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FUGA

Então ACM Neto vai viajar para o exterior para não ter de votar, se o segundo turno for entre Bolsonaro e Haddad? Que belo exemplo está dando aos brasileiro este político insignificante! 

Angela Maria de Souza Bichi angela_bichi@hotmail.com

Santo André

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A JOGADA DO PT

O plano de Lula foi perfeito. Defendendo sua candidatura, radicalizando ao máximo e induzindo à escolha de Bolsonaro como seu principal adversário (facilitando a ida desse adversário ao segundo turno) e aí, no último minuto, indicando Haddad, petista simpático e de baixa rejeição, como o destinatário dos votos que seriam seus. Desta forma, permite a vitória do PT no segundo turno, em razão da alta rejeição de Bolsonaro. Foi realmente uma jogada de mestre.

Luiz Antonio Ribeiro Pinto larprp@uol.com.br

Ribeirão Preto

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O CANDIDATO NA CADEIA

Na segunda-feira (24/9), Fernando Haddad tornou a visitar o chefão presidiário em Curitiba, o que tem feito sistematicamente. Isso quer dizer que recebe instruções diariamente do cabeça desta maldita quadrilha. Como permitem isso? Dar instruções e ordens ao seu candidato-laranja de dentro de uma prisão, a meu ver, não é concebível. Se, por obra do demônio, Haddad vencer estas eleições, seremos governados por esta nefasta figura, com Haddad atuando como marionete? Quantas benesses esta criatura ainda vai receber do poder público e do Judiciário? É uma vergonha para nós, brasileiros, sermos submissos a este tipo de gente.    

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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O PRESIDIÁRIO NA PROPAGANDA POLÍTICA

Excelências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), presidiários tais como Fernandinho Beira-Mar, Marcola e outros do PCC e de outras facções criminosas, que, a exemplo do demiurgo de Garanhuns, estão na cadeia por serem criminosos, poderiam influenciar pela mídia, como faz o presidiário e ex-presidente Lula, o voto dos eleitores brasileiros? É uma vergonha. Que país é este? Que exemplo suas excelências estão passando para este sofrido povo brasileiro? É uma vergonha que o TSE tenha autorizado a associação às propagandas eleitorais de imagens e opiniões de um criminoso que está preso. 

Helio Wellichen wellichen@icloud.com

Campinas

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QUEM MANDA EM QUEM

Lula manda em Haddad, Bolsonaro manda em Mourão e Guedes. Mas as verdadeiras marionetes são os brasileiros.

Alice  Arruda Câmara de Paula alicearruda@gmail.com

São Paulo

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TUDO PELO PODER

Assim que o PT perder as eleições, Lula será abandonado ao seu próprio destino. Os que o defendem querem apenas se reeleger. 

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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INDULTO, SIM

Senhores, a firmeza da declaração de Fernando Haddad de que "não" indultará Lula, caso seja eleito, é a mesma de Dilma Rousseff declarando que "nem que a vaca tussa" iria aumentar os preços antes do segundo turno em que bateu Aécio Neves.

Marcelo Falsetti Cabral mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

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O MENOS PIOR

É incrível como as pessoas podem acreditar na isenção do PT da responsabilidade pela situação econômica vivida pelo País atualmente. Se hoje o desemprego atinge milhões, se a burra da Petrobrás foi aberta para larápios, a Lava Jato provou desvios de integrantes do partido a ponto de prender seus dirigentes. Ainda assim cresce a adesão de camadas mais pobres da população ao candidato petista. A elas tudo isso pouco importa, já que sobrevivem a cada dia, não havendo como sonhar nem planejar. E da consequência do desnível social existente as pessoas só se dão conta em momentos extremos. Numa situação dessas, quando o PSDB já pensa numa saída honrosa para seu candidato, quem seria o presidenciável menos pior? Não tem sido esta a regra de escolha ultimamente preconizada? Pior será dar uma de Pôncio Pilatos, lavar as mãos e fazer cara de paisagem.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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TERRÍVEL QUADRO

Se os resultados das pesquisas de intenção de voto mais recentes estiverem próximos da realidade, temos um terrível quadro. Mostram que o Brasil é um país de povo corrupto, violento e que tem na criminalidade seu modo de vida e opção de governo. Cerca de 37% dos eleitores escolheram Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), todos envolvidos com e ligados a grandes esquemas de corrupção, desvio de dinheiro público e conivência com criminosos e traficantes. Como somos 145 milhões de eleitores, podemos dizer que 1 em cada 3 brasileiros é um vigarista. Ele está próximo de você e pode ser um professor, médico, servidor público, pedreiro, advogado, faxineira, etc. 

André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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MUDANÇAS INCERTAS

As últimas pesquisas eleitorais, se corretas, nos mostram um segundo turno sombrio. A incerteza da inexperiência de quem pouco tem a oferecer além do discurso populista radical de direita se confrontará com a certeza de mais do mesmo, a caminho do caos socialista já planejado no Foro de Sao Paulo e parcialmente já implementado. Neste cenário, me vem a lembrança da velha máxima ouvida frequentemente da boca de meu primeiro chefe no meu primeiro emprego, há mais de 50 anos: "Só não pode ficar na mesma; mudar é preciso, nem que seja para pior!".

Lazar Krym lkrym@terra.com.br

São Paulo

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GRANDE TEATRO

Tanto faz votar em Bolsonaro, Haddad, Ciro, Alckmin ou Marina. O próximo presidente não governará sozinho. A renovação no Congresso Nacional será pequena. Os funcionários públicos serão os mesmos. As promessas de campanha serão esquecidas com o tempo. O grande teatro que antecede as eleições se repete no cenário nacional há décadas. Cada candidato solta alguns podres dos seus adversários políticos, mas num futuro muito próximo eles estarão abraçados, participando do jogo dentro de um mesmo time, que garanta dinheiro e poder. Pobre Brasil, que algum ser superior te proteja.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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APRENDENDO A VOTAR

Há muitos anos, Pelé declarou que os brasileiros não sabiam votar. Quase foi linchado pela mídia e pelos políticos eleitos. O povo brasileiro terá a oportunidade de mostrar o contrário no dia 7, não votando no inútil e desrespeitador palhaço Tiririca, não reelegendo os grandes coronéis e seus filhos, não reelegendo os envolvidos na Operação Lava Jato e que dependem do imoral foro privilegiado para continuarem a fazer do Congresso Nacional um grande balcão de negócios com o objetivo de saquear a Nação. Não à reeleição.

Emerson Luiz Cury emersoncury@gmail.com

Itu

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INFLAÇÃO DAS TARIFAS

Infelizmente, passados 24 anos da introdução do real pela gestão de FHC, que debelou a inflação, o fantasma dos preços administrados com reajustes de tarifas fixados pelo governo continua corroendo a renda e fazendo estrago no bolso do consumidor. Contra uma inflação acumulada entre janeiro e agosto deste ano de 2,85%, a energia elétrica subiu 14,9%; o gás veicular, 11,2%; o trem, 11,1%; a gasolina, 9,4%; e o plano de saúde, 7,7%. Não fosse esse reajuste exorbitante dos preços administrados, a inflação estaria hoje abaixo dos 2%, o que permitiria que a família brasileira consumisse mais. A praga destes preços administrados, agora, infelizmente, conta também com o tabelamento do frete. E o mercado que se dane.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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FRAUDE

Inflação das tarifas tira renda dos consumidores. Um índice oficial de inflação, ou de deflação, como este de agosto, que não contempla reajustes de combustíveis, energia elétrica, água, planos de saúde, telefonia, etc. não passa de mais uma fraude. Afinal de contas, ao menos para o IBGE, ninguém na história deste país utiliza energia elétrica (usam lampião), transporte privado ou público para trabalhar (todos vão a pé ou de bicicleta), banho (usam perfumes "importados" do Paraguai), telefones (usam sinais de fumaça) e assim, claro, estes reajustes, alguns de até 27% em um único ano, não podem fazer parte do índice de inflação oficial. Vergonha!

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

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A PREVIDÊNCIA E O DESEMPREGO

Muito se tem falado sobre a necessidade da reforma da Previdência. Será que já fizeram o cálculo do prejuízo causado pela falta de contribuição dos mais de 13 milhões de desempregados e de seus patrões?

Antonio Carlos Pereira acpereira1939@com4.com.br

Batatais

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CONTRA O IMOBILISMO

Desde logo confesso ignorar a ciência política. Consta que uma das principais finalidades do governo é promover o bem-estar e a felicidade da população. Assim, pelo que leio, o monstruoso déficit do sistema de Previdência tem impedido a aplicação da totalidade dos recursos oriundos dos impostos para investimentos e prestação dos serviços públicos, já que absorve significativa parcela deles. Desta forma, não obstante minhas limitações, se fosse o presidente da República, que é o CEO do Executivo, emitiria o seguinte decreto: considerando o efeito passado, presente e  futuro do elevado e insuportável déficit da Previdência Social, e considerando que o Executivo já propôs ao Legislativo um projeto para a necessária, urgente e inevitável correção de suas principais causas, pelo presente decreto é instituída uma contribuição temporária a ser retida na fonte de 10% da remuneração paga por todas as pessoas jurídicas a todas as pessoas físicas, por serviços prestados, para o período a partir de 30 dias da data deste decreto até a data de sua recusa ou aprovação pelo Legislativo. Finda sua vigência, fica terminantemente proibida a prorrogação do decreto ou criação de tributação que o substitua. Assinado: presidente da República. Este decreto permitirá a iniciativa necessária para superar o injustificado imobilismo, já que imporia imediata busca de novas soluções se o projeto atualmente no Legislativo for desaprovado.

Paulo A. Santi pasanti@terra.com.br

Vinhedo

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POUPANÇA

Da serie perguntar não ofende: será que os poupadores vão ter de esperar mais 20 anos para começarem a receber o que lhes é devido? Se começassem a pagar da forma como ficou decidido, muitos devedores começariam a pagar suas dívidas e Ciro Gomes não precisaria prometer que tiraria seus nomes do SPC, caso fosse eleito. Todos os candidatos prometem o paraíso, bastaria que prometessem que trabalhariam arduamente para tirar o País da situação de calamidade em que se encontra.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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EDUCAÇÃO DOMICILIAR

Acabo de ler que o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu a educação domiciliar no Brasil. Entendo que mais uma vez o Brasil falhou. Educação é um direito e o Estado não pode obrigar uma criança a ir à escola se os pais podem lhe oferecer métodos mais atraentes e efetivos de aprendizagem. Uma educação plural também é garantida pela liberdade de escolha. Pessoalmente, posso afirmar que tinha preconceito contra homeschooling, mas foi só conhecer alguns adolescentes que são educados em casa, aqui, no Texas, que minha opinião mudou. Eles são mais maduros, não carregam os traumas do bullying, sem contar que têm a liberdade de ter aulas em museus, zoológicos, parques e em qualquer outro espaço que promova o aprendizado. Educar uma criança em casa é uma responsabilidade a mais na vida dos pais e o Estado tem de apoiar pais que optem por esse sistema, não oprimi-los. O mais triste é ver instituições criadas para defender a educação no Brasil apoiarem essa decisão, que só contribui para o retrocesso educacional no País, e não o contrário. Difícil não pensar que essa decisão é mais política do que de interesse dos estudantes. Ter a opção de ser educado em casa não fará a escola menos importante, pelo contrário. Fará a educação mais plural, inclusive por permitir que pais e filhos decidam juntos o melhor caminho para a educação. É ampliar o debate. 

Flavia Fernandes flare.fernandes@gmail.com

San Antonio, Texas

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UM PAÍS DE LEITORES

Engana-se o editor Marcos Pereira (coluna "Direto da Fonte", "Estado", 24/9, C2), que disse que o País precisa de otimismo para voltar a ler, o País precisa de um sistema educacional decente e de escolas que incentivem os alunos à leitura, pois nenhum país que têm mais de 50 milhões de analfabetos será um país de leitores.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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O CONTRABANDO E AS ELEIÇÕES

O Brasil é um dos maiores exportadores de cocaína e outras drogas em todo o mundo, contudo ele não as produz, elas vêm da Colômbia, do Peru, da Bolívia via Paraguai. Este último país, além de contrabandear cocaína para o Brasil, também contrabandeia armas dos Estados Unidos, que são levadas para as facções criminosas que infernizam, de modo especial, os moradores do Rio de Janeiro, onde lá morrem mais pessoas que na guerra na Síria. Além de tudo isso o Paraguai tem fábricas de cigarros que têm como objetivo contrabandeá-los permanentemente para o Brasil. Até agora nada foi feito de efetivo pelos nossos governantes para resolver esta questão. Urge elegermos nas próximas eleições um presidente que dê um basta nesta situação, que dê um ultimato ao governo do Paraguai: ou ele toma uma providência sobre esta situação ou o Brasil terá de tomá-la.

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com

São Paulo

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DIAS RUINS, DIAS PÉSSIMOS, DIAS TOFFOLI

Em matéria divulgada na imprensa, o ministro Dias Toffoli, respondendo sobre o entendimento do STF sobre a prisão depois de condenação em segunda instância, disse que "nenhum voto é certo" e que "uma coisa é você ser juiz de bancada, outra é ser presidente do tribunal", e completou: "Nesta condição, não pode partir das premissas pessoais, mas da instituição". E eu sempre pensei que as instituições estavam acima das premissas pessoais em qualquer situação...

                                            

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@hotmail.com

Guarulhos

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INDULTO PRESIDENCIAL

O ínclito presidente da República em exercício, Dias Toffoli, encaminhará para julgamento ao imparcial presidente do STF, Dias Toffoli, pedido de indulto do ladravaz Lula. Bingo!

Carlos Alberto Roxo roxo.sete@gmail.com

São Paulo

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TOFFOLI NA PRESIDÊNCIA

Que país é este? País que hoje ostenta o ministro Dias Toffoli na presidência da República - na ausência de Michel Temer. Com o devido respeito, sabe-se que Dias Toffoli detém conhecimento jurídico bastante limitado. Com antecedentes ligados ao lulopetismo - foi nomeado por Lula para ministro do STF -, foi duas vezes reprovado em concurso para juiz de primeiro grau. Então, quem souber, me diga que país é este.

José Sebastião de Paiva jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

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MADURO DENUNCIADO AO TPI

Mais uma vez o Brasil se alinha à política bolivariana. O embaixador que supostamente representa nosso país se acovardou e não assinou a representação criminal contra o ditador Nicolás Maduro ao Tribunal Penal Internacional (TPI). Chile, Paraguai, Argentina, Peru e Colômbia, expoentes da democracia do continente, não hesitaram em dar um basta aos crimes de Maduro. Mas o que fez o Itamaraty, liderado por Aloysio Nunes? Omitiu-se em esclarecer a posição brasileira perante a comunidade internacional. Isso precisa mudar.

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro 

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A MELHOR DO MUNDO

Indicada nada menos do que 14 vezes (!) e eleita pela sexta vez (!) a "melhor do mundo" do futebol, a brasileira Marta põe o nome do País novamente no topo do planeta bola, superando os cinco títulos conquistados pelos craques Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. A talentosa e guerreira jogadora de 32 anos conquistou o hexa que a seleção masculina sonhou ganhar na Copa da Rússia. Bravo, Marta! Bravo, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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