Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

06 Outubro 2018 | 03h00

ELEIÇÕES

Má-fé no debate

Sou médico e não sou eleitor de Jair Bolsonaro. No debate da Globo, todos os candidatos tinham conhecimento de que o Bolsonaro não teve licença médica para estar presente e que a entrevista que gravou para a Record foi feita em sua residência. Portanto, dizer que ele amarelou ou outras insinuações mostra que aqueles que o criticaram por sua ausência são pessoas de má-fé, levantam suspeitas sem provas sobre o procedimento médico e sobre o candidato. Portanto, não merecem meu voto.

RUBENS PAULO GONÇALVES

rupago2@gmail.com

São Paulo

Amigos de ditadores

“Temos que dar um grito, botar a bola no chão e dizer: ditadura nunca mais” – Guilherme Boulos (PSOL). Impressionante! Esse presidenciável e os partidos de esquerda condenam a ditadura aqui, no Brasil, mas apoiam e defendem as ditaduras da Venezuela, de Cuba e de Angola, entre outras. Como entender e acreditar nesses políticos?

JAIME SANCHES

jaime@carboroil.com.br

São Paulo

A serviço do PT

Boulos concorre ao prêmio funcionário do mês do PT. No debate da Globo esse “vínculo empregatício” se tornou patente

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

Água com açúcar

O debate na Globo foi de uma chatice gritante, os candidatos repetiram seus argumentos surrados, nada mais. Debate bom, só entre dois, não com essa quase multidão posando de bem comportada, uma rala água açucarada. Talvez só haja outros daqui a quatro anos, pois o vencedor vai dar entrevistas depois da vitória no primeiro turno.

ULF HERMANN MONDL

hermannxx@yahoo.com.br

São José

Liquidando a fatura

Parabéns ao candidato à Presidência da República Álvaro Dias por sua coragem de escancarar, durante todo o debate em rede nacional, a corrupção do PT, partido do candidato Fernando Haddad. Que amanhã esse recado seja lembrado nas urnas. E não precisemos de segundo turno. Economiza, assim, o Brasil o nosso dinheiro e o nosso tempo. Vamos direto para a mudança de que o País tanto necessita há mais de 15 anos. Chega de corrupção e tanto blá-blá-blá, vamos para o voto útil.

MÁRCIA CALLADO

marciacallado@bol.com.br

São Paulo

Ponto fraco

Álvaro Dias tocou no ponto fraco do PT, a morte de Celso Daniel. Todos sabemos que aí tem coisa. Aliás, votar em Haddad significa dar carta branca a José Dirceu, cassar a liberdade de imprensa, Lula acabar com a Lava Jato e o lulopetismo transformar o Brasil numa Venezuela. Lembre-se disso, eleitor.

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

Atentado esquecido

Se a facada que quase matou Bolsonaro, desferida por um esquerdista, tivesse sido dirigida a Haddad, qualquer que fosse o motivo, o País estaria hoje convulsionado pela esquerda. Como foi no Bolsonaro, o atentado já foi esquecido, sem radicalismos ou confrontos. A violência é característica marcante da esquerda.

MARCELO DE LIMA ARAÚJO 

marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

Voto útil

O Brasil está perto de e merece ficar livre da quadrilha petista, que destruiu a economia do País, fez a corrupção ser considerada normal, apoiou e apoia ditaduras como a da Venezuela, liberou dinheiro do BNDES para financiar Cuba e ditadores africanos que oprimem seu povo, deu uma refinaria da Petrobrás à Bolívia e quase faliu a Petrobrás, entre outras barbaridades. Alckmin, Meirelles e Amoedo não têm mais chance, então é melhor mesmo seus eleitores votarem no primeiro colocado nas pesquisas, para que vença logo no primeiro turno e dê tranquilidade ao empresariado, que é quem faz a economia crescer e gera empregos. Bolsonaro é uma incógnita, mas Haddad é PT e certamente dará indulto ao seu chefe, que governará de fato. O Brasil não mereceu e não merece essa gente!

ALBERTO SOUZA DANEU

curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

Investimentos necessários

A pergunta crucial é: ganhe Haddad/Lula ou Bolsonaro, em qual governo haverá mais investimentos nacionais e alienígenas?

JOSÉ C. DE CARVALHO CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Brasil futuro, como será?

Sei não, mas pelo que se viu na campanha eleitoral e pela possibilidade de a vitória ficar entre Bolsonaro e Haddad, creio que o nosso futuro será sombrio, mais ainda se o ganhador for aquele que é simplesmente um poste do presidiário da suíte de Curitiba, que certamente será indultado e nomeado para um cargo de título imponente criado especialmente para o dito cujo, como o de conselheiro-geral, posição que terá num governo em que só será feito o que ele autorizar. Somos apenas um paiseco que se tornou violento graças aos 13 anos de desgoverno lulopetista. Pelo menos com o candidato militar o Estado não ficará na mão dos ladrões que usaram e abusaram do erário nacional. 

LAÉRCIO ZANINI

spettro@uol.com.br

Garça 

A falácia petista

Além dos números que o Estadão menciona no editorial O ajuste fiscal e a falácia petista (5/10, A3), os quais mostram que o presidente Michel Temer deu mais atenção aos pobres do que o PT, vamos lembrar que Temer também fez limpeza nas fraudes petistas, eliminando beneficiários do Bolsa Família que eram funcionários públicos ou que recebiam várias vezes, dentro do varejo de corrupção desse partido, que a única coisa que faz bem é mentir. 

ALDO BERTOLUCCI

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

Voto distrital e ‘recall’

Apoio a sugestão de Roberto Macedo (4/10, A2) de votar em candidatos a deputado federal e estadual favoráveis ao voto distrital e ao recall. Assim fica exigível um compromisso e se evita o elemento do tipo Lago Titicaca: alto, profundo, mas salobro e, por isso, com limitações de ordem prática. Uma bandeira a ser divulgada e seguida.

SÉRGIO A. DE MORAES TORRES

sergio.torres47@gmail.com

São Paulo

ANIVERSÁRIO DA CONSTITUIÇÃO

Ontem, dia 5 de outubro de 2018, comemoramos o 30.º aniversário da nossa última Constituição federal, promulgada em 1988. Mas, na realidade, o que temos a comemorar se, entre todas, esta foi a pior? Em 30 anos já fizemos 99 emendas e continuam em curso mais 1.477 em discussão no Congresso Nacional. Em contrapartida, a Constituição dos Estados Unidos tem 231 anos e apenas 27 emendas. Pelo jeito, a influência das mãos dos esquerdistas na elaboração desta Carta Magna só serviu para registrar as suas demagogias de muitos direitos, mas sem a criação de recurso para sustentá-los. Por exemplo: todos aqueles que recebiam do governo o fundo rural de meio salário mínimo foram incluídos na Previdência Social com valor de um salário mínimo à custa dos seus contribuintes. Como é fácil fazer gentileza com o chapéu dos outros!

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

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VIDA LONGA À DEMOCRACIA

O ministro Antonio Dias Toffoli, atual ocupante da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), foi acusado, desde sua nomeação como ministro da Suprema Corte, de não ter as "qualidades" que o cargo requer (não foi aprovado para cargos jurídicos aos quais se submeteu, não é/era uma pessoa ilibada e com altos conhecimentos jurídicos, tinha identificação ideológica, não seria apenas atuante e interpretante do que rege a Constituição, mas defensor do petismo ou outra sigla de esquerda naquela Corte). Por ter sido advogado do Partido dos Trabalhadores (PT), foi conduzido ao cargo quando o poder estava nas mãos daqueles que pressentiam que no futuro deveriam ter uma retaguarda que lhes fosse a salvação diante de incúrias e objetivos não confessáveis - artimanhas para o poder em que estavam constituídos se tornassem vitalícios, como na Venezuela. Malgrado o que se seguiu na evolução de nossa democracia, com as tentativas vergonhosas de o lulismo ter e ainda estar tentado nos ludibriar com mentiras falaciosa, eis que vem o ministro Dias Toffoli dissertar sobre os 30 anos da Constituição Cidadã dos idos de 1988, desmentindo os que dele fizeram propagandas malignas ("Vida longa à Constituição de 1988!", "Estado", 5/10, A2). É salutar verificar que no seu texto ele confirma que as instituições no Brasil estão funcionando no Estado Democrático do Direito, que Justiça foi feita contra quem tentou burlar a Constituição, nossa democracia e nossas instituições e que alterações devem ser feitas em nossa Constituição para adequá-la aos tempos de liberdade e de evolução social, cultural, tecnológica e econômica em que vivemos, que não podem ser subtraídos por um populismo rastaquera como o do PT.

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

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'VIDA LONGA À CONSTITUIÇÃO DE 1988!'

No artigo de ontem, o presidente do Supremo Tribunal Federal ressalta o fortalecimento das nossas instituições e da nossa democracia nos últimos 30 anos em razão da Constituição de 1988, com o que em grande parte concordamos. Infelizmente, a Constituição de 1988 herdou das anteriores a permissão para indicação para cargos de confiança e em comissão nas organizações do Estado, na administração direta e indireta, o que tornou as organizações ineficazes, ineficientes e corruptas. Naturalmente, as indicações se tornaram privilégio dos políticos eleitos, o que por sua vez é um estímulo aos candidatos ao Legislativo e aos cargos executivos. A recente legislação proibindo as indicações para as estatais pelo presidente, em razão do escândalo na Petrobrás, provocou reação ruidosa no Congresso, o que pode nos levar a concluir que as eleições se tornaram um processo aperfeiçoado para a seleção de bandidos. O custo resultante das indicações pode ser avaliado pela baixa produtividade das organizações do Estado, que pode ser estimado, no mínimo, em 20% do imposto arrecadado anualmente, de R$ 1,8 trilhão, e as consequências para o povo são serviços precários na educação, na saúde, na segurança, no saneamento, etc. O exemplo dos países desenvolvidos mostra que para superar o nosso atraso será necessário estruturar nossa organizações e profissionalizá-las.

Darcy Andrade de Almeida dalmeida1@uol.com.br

São Paulo

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ENCICLOPÉDIA INCHADA

O artigo do ministro Dias Toffoli, do STF (5/10, A2), enaltece as qualidades da Constituição de 1988, que mais parece uma enciclopédia inchada. Ela é boa para os ministros poderem debater durante horas assuntos que os leigos não entendem. É boa, também, para os advogados de defesa poderem encontrar saídas que só eles enxergam. Moral da história: ministro "x" do STF tem uma posição clara mencionando determinado artigo da Constituição, ministro "y" do mesmo STF tem uma outra posição frontalmente contrária, mencionando outro artigo da mesma Constituição.  Qual desses ministro está com a razão? Como fica a Constituição, tão elogiada pelo ministro Dias Toffoli?

Károly J. Gombert kjgombert@gmail.com

Vinhedo

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GRAVE PROBLEMA

Sua Excelência o ministro Dias Toffoli, em longo artigo em que confunde conceitos (5/10, A2), conclui pedindo "vida longa à Constituição de 1988!". Nada mais precisa ser lido e dito para caracterizar um grave problema. O artigo 102, que define as competências do STF, diz "compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe (...)". Portanto, Sua Excelência não deveria usar hipérboles sobre os méritos específicos da Constituição de 1988, mas de qualquer Constituição mesmo de novas Constituições, como propõem muitos cidadãos, um dos quais o jurista e professor Modesto Carvalhosa. Além disso, a colocação assustadora de que "o Judiciário, em especial o STF, tem assumido sua vocação de moderador dos conflitos políticos, sociais, culturais e econômicos da sociedade brasileira" é a prova de que o protagonismo do STF faz parte de uma tendência política, talvez estratégica, do STF, especialmente ao ser confessada pelo atual presidente da mais alta Corte! Basta isso para concordar com todos os que propugnam uma nova Constituição, com máxima urgência!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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NOVA CARTA?

Constituição outorgada, não! Constituição promulgada, sim! Mas por que uma "nova Constituição"? Ora, não somos capazes nem de cumprir as prementes e necessárias reformas estruturais do País, mas falamos em "nova Constituição". E em Constituição "inconstitucional"!

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo 

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FARSA

No caso de um presidente eleito que tenha opinião preconceituosa, jamais a Constituição federal vai ser modificada para acabar com a igualdade entre homem e mulher, proibição de racismo e da homofobia, cláusulas pétreas, que asseguram os direitos individuais. Porém, eleito um presidente de um partido corrupto que vai aparelhar cada vez mais o Estado e o Judiciário, bem como censurar a imprensa e calar o Ministério Público, será uma farsa.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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FATOS E VERDADES

Não se pode congelar verdades e descongelar mais tarde, após passadas as eleições, principalmente quando estas podem trazer de volta os envolvidos naquelas verdades, que esperam essa oportunidade para fazer tudo igual, novamente. Ao País, a democracia e aos eleitores interessam os fatos reais, e não a cronologia conceitualmente correta para serem anunciados. Isso fica para as autoridades estabelecidas resolverem.   

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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ELEIÇÃO E A VELHA POLÍTICA

A Câmara dos Deputados deverá ter 347 deputados de apenas 8 partidos, ou seja, 2/3 dos parlamentares serão do PT, PP, PSDB, PSD, PR, MDB, DEM e PRB. Os ex-presidentes Sarney, FHC, Lula e Dilma continuarão com grande representação no Congresso Nacional. A velha política permanecerá intacta e, por consequência, as velhas práticas do "toma lá dá cá". Independentemente do próximo presidente eleito, 2019 permanecerá com a mesma cara, pois a maioria dos personagens políticos do Poder Legislativo continuará a sua atuação costumeira. Entra ano sai ano e o Brasil continua estagnado, dominado pelos mesmos coronéis e caciques de sempre.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

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ÀS URNAS

A eleição de amanhã (7/10/2018) é crucial, pois dela depende se queremos continuar na direção do grande fracasso da Venezuela ou não. Isso porque cada um dos candidatos líderes nas pesquisas de intenção de voto representa uma das seguintes políticas: a adotada nos países mais avançados e que vêm obtendo liberdade individual, bons resultados econômicos e sociais e uma maior distribuição dos resultados para seus cidadãos; ou a que vem fracassando nos países que acabaram por gerar falta de liberdade, maus resultados econômicos e sociais, desemprego em massa e sacrifícios para seus cidadãos. A primeira é a que vem sendo defendida pelo líder das pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), e a segunda, por Fernando Haddad (PT), "poste" do prisioneiro de Curitiba, que adotou as política definida pelo Foro de São Paulo, que conduziu a Venezuela ao fracasso. Só não nos conduzindo ao ponto a que chegou a Venezuela, por ter sido abandonada com a cassação da presidente "poste". Assim, é mais do que recomendável e de suma importância que os verdadeiros democratas, que desejam a verdadeira democracia, na qual o governo é exercido pelo povo por meio de seus representantes, elejam um candidato que seja contrário à política adotada nos 30 anos de governos esquerdistas, sob a égide da Constituição de 1988, e que terminou por levar o Brasil à maior recessão de sua história e à maior corrupção do planeta.

Carlos Ney Millen Coutinho cncoutinho@uol.com.br

Rio de Janeiro

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O DESTINO DO BRASIL

Na reta final desta polarizadíssima eleição, quando o País se vê perigosamente dividido entre os nefastos extremismos de direita e esquerda, cabe, por oportuno, citar frase de sábia e ponderada reflexão do ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso: "A história é um fluxo contínuo na direção do bem e do avanço civilizatório. E mesmo quando, olhando da superfície, tudo pareça cinzento e desanimador, ela flui como um rio subterrâneo no curso que lhe cabe seguir. Os países, como as pessoas, passam pelo que têm de passar, no aprendizado constante que leva ao aprimoramento existencial e ao progresso social". Seja qual for o veredito soberano das urnas, no dia seguinte à apuração deve-se ter em mente que as eleições e os governos passam e o Brasil segue adiante seu destino.

J. S. Decol  decoljs@gmail.com

São Paulo

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7 DE OUTUBRO

No domingo, todos os eleitores vão votar na ZONA eleitoral.

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

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ÓLEO DE PEROBA

Foi muito interessante assistir à campanha eleitoral e aos debates entre os candidatos, porque a grande maioria deles são pessoas que convivem há muito tempo na política e na vida pública com desvio de condutas, por corrupção, por desvios de dinheiro público, nepotismo e tantas das mais diversas irregularidades. Mas, ali, todos se comportam como as pessoas mais probas possível, medindo as palavras e exalando transparência, competência e honestidade. Por essa razão, cumprimentos a todos pela postura, ou falsa postura. E viva o Brasil!

Arcângelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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PERDA DE TEMPO

Será que existe alguma coisa mais chata do que estes debates televisivos? Uma total perda de tempo!

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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FUGA NO DEBATE

O grosseiro e desrespeitoso candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT), que agrediu verbalmente o candidato Jair Bolsonaro pela ausência no debate, chegou ao cúmulo de afirmar que o atestado médico de um dos mais conceituados médicos do País era falso. Ora, muito irado, ao fim do seu medíocre desempenho no debate televisivo de quinta-feira, na TV Globo, "fugiu do oficial de Justiça" que o aguardava para citá-lo em ação indenizatória, requerida por João Doria. Afinal, quem fugiu das responsabilidades foi Ciro Gomes, não é mesmo? Isso é muito feio. Que vergonha!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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FUJÃO

Ciro Gomes escapou do oficial de Justiça...

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

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DEBATE NA TV GLOBO

Que tristeza! Beiraram o ridículo os candidatos à Presidência no debate da TV Globo. Será que algum candidato acredita, mesmo, que respondendo a perguntas de Guilherme Boulos conseguiria subir nas pesquisas? Quem, entre eles, tão mal colocados nas pesquisas, acredita que se ganha eleição nos dois últimos dias? Um verdadeiro debate entre otários.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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COMBINAÇÃO

Pareceu combinado o diálogo entre Fernando Haddad e Guilherme Boulos no debate na TV Globo. Um mente e o outro apoia. Falam em democracia, mas quem rouba ou invade propriedades, a seu bel prazer, está praticando ou seguindo a Constituição e as leis? São membros da mesma quadrilha.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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TEATRINHO

Chega a ser hilário, cômico o PT falando em combater a corrupção. No último debate entre os presidenciáveis, todos falavam em combater a corrupção. Na minha opinião, dos presentes, tirando Henrique Meirelles e Álvaro Dias, ninguém tem moral para falar em combate à corrupção. O debate foi mais um teatrinho. Assisti para rir. Todos com discurso pronto. Decorado. Quando o candidato podia escolher um dos participantes, Haddad escolhia Boulos, e vice-versa. Ficava um jogando confete para o outro. Claro, vão escolher outro para levarem chute na canela? A de Haddad já está roxa. Ao fim, após o término do debate, já nos bastidores, um oficial de Justiça tentou entregar uma intimação ao candidato Ciro Gomes. Este, infelizmente, é o quadro do País. Investigados se candidatando. O eleitor olha e não consegue vislumbrar um candidato limpo. Em nível estadual é a mesma coisa. É a "cosa mostra" querendo se manter no poder. Não vai ser fácil limpar este país.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro 

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SEM BOLSONARO

Os que compareceram ao debate são tão fracos que nem sequer conseguiram suplantar um ausente! Merecem perder a eleição! 

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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PREVISÕES FURADAS

Em entrevista ao caderno de política do "Estadão" veiculada na quarta-feira (/103), a diretora do Ibope, Marcia Cavallari, abordou diversos pontos sobre o panorama político atual, mas não explicou os fiascos das previsões da empresa que representa nas eleições passadas. Quem é bom de memória lembra que na pesquisa realizada pelo Ibope um dia antes do primeiro turno de 2014, Dilma Rousseff aparecia com 46% e Aécio Neves, com 27% dos votos válidos. E que o resultado nas urnas no dia seguinte mostrou Dilma Rousseff com 41% e Aécio Neves, com 33% dos votos válidos. Ou seja: a diferença entre os dois primeiros colocados que era apontada pelo instituto de pesquisa como sendo de 19 pontos foi, na realidade, de 8 pontos. Cavallari deveria ter deixado claro se a metodologia do Ibope mudou, pois há ainda muita desconfiança sobre os institutos de pesquisa brasileiros desde que a divulgação das escutas de Lula na Operação Lava Jato comprovou que ele sabia dos resultados de algumas pesquisas antes mesmo de elas serem veiculadas.

Thiago Andrade thiagocandrade@gmail.com

Recife

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FLA-FLU

O comportamento dos eleitores no período que antecede as eleições em tudo se parece ao de duas torcidas apaixonadas antes de um clássico de futebol. Há de tudo: gozação, xingamentos, agressões físicas aos adversários e/ou a seus veículos, facadas, etc. Tudo da forma como se vê a cada jogo jogado. Ocorre que existe uma diferença fundamental entre esses comportamentos, um político e outro futebolístico. Neste último, o resultado após o apito final do juiz, salvo ainda uns últimos conflitos que ocorrem na saída dos torcedores na volta para casa, não traz consequências maiores do que a raiva que sente ao ver, no dia seguinte, um torcedor do adversário trajando orgulhosamente a camisa do time objeto de sua paixão. Apenas isso. Nada mais. Já no caso do comportamento político que se observa nesta campanha entre os eleitores dos dois candidatos mais bem colocados nas pesquisas publicadas, com gozações ao vivo e a cores ou através das mídias sociais, além de agressões verbais e físicas de todas as espécies, uns contra os outros, as consequências depois de empossado o ganhador do pleito serão muito mais sérias, graves e duradouras. Essa superficialidade com que se decide quem vai governar o País nos próximos quatro anos (ou mais, dependendo do rumo que as coisas tomarem) é típica de irresponsáveis. Gente, ainda é tempo de fazer uma reflexão profunda e identificar entre todos os candidatos aquele que apresenta as melhores condições para governar o Brasil, dentro do ambiente político atual, e não simplesmente escolher aquele que vende ilusões aos menos favorecidos, como um dos candidatos faz, com sua promessa da volta da felicidade perdida, ou agradar às camadas mais altas do eleitorado com bravatas e arroubos de valentia, como se apresenta o outro candidato. Pensem bem. Depois, não digam que eu não avisei.

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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REJEIÇÃO

Fim de campeonato, parece um FLA-FLU, mas em campo estão as eleições. E passa batido para milhões de eleitores que os dois candidatos à Presidência que serão mais votados no primeiro turno se encontram perto da faixa de 50% de rejeição. Alerta "sine qua non": qualquer que seja o vencedor no segundo turno, terá metade do País na catimba lhe aporrinhando. Esse fato ocorreu na Venezuela quando o coronel Hugo Chávez partiu para o segundo mandato. 50% lhe amavam, 50% lhe odiavam. Deu no que deu: um ensaio para a guerra civil, com graves reflexos na economia. Foi como os quintos dos infernos. Aqui, no Brasil, por vias transversais, já estamos no mesmo caminho da Venezuela. Política é muito diferente de futebol. A alternativa é a educação, que todos os políticos ignoram e até detestam. Sem luz no fim do túnel... 

Gilberto Araújo gilberto.araujo2077@yahoo.com.br

Capim Branco (MG)

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JORNALISTAS E A LÍNGUA PORTUGUESA

Como sempre, nesta época de divulgação de pesquisas eleitorais, é muito frequente o uso errado do verbo "oscilar", que, segundo o "Aurélio", quer dizer "mover-se para um lado e para outro; balançar-se", e não "variar". Assim, está errado dizer, por exemplo, que "o candidato fulano oscilou para cima, atingindo X% do eleitorado". Curioso que, alguns dias atrás, William Bonner, no "Jornal Nacional", até se corrigiu, pedindo desculpas pelo deslize em reportagem apresentada pouco antes. Mas não adiantou nada: nos dias seguintes, voltou a usar "oscilar" no sentido errado. Aproveitando a deixa, tenho notado que recentemente a mídia passou a usar a palavra "intempestivo" no sentido "agitado", "irritado" ou coisa parecida. Essa palavra quer dizer, segundo o "Aurélio", "fora do tempo próprio; inoportuno". Não dá para consertar, antes que a vaca vá para o brejo definitivamente? Afinal, uma das funções da mídia, no meu entender, deveria ser a de proteger a língua pátria.

David Hastings david.hastings.brazil@gmail.com

São Paulo

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TROGLODITAS

É revoltante que dois trogloditas candidatos a deputado pelo PSL de Jair Bolsonaro tenham destruído placa em memória da vereadora Marielle Franco (PSOL), que foi executada covardemente há poucos meses, no Rio de Janeiro. Mais grave ainda é o fato de a dupla de criminosos ter postado fotos nas redes sociais, vangloriando-se de seu crime, e que tenham sido elogiados publicamente pelo filho de Bolsonaro, o deputado Flavio. Por aí se vê o baixíssimo nível e o fascismo escancarado praticado por boa parte dos seguidores de Bolsonaro, numa clara ameaça à democracia. Ele nem sequer foi eleito ainda, mas já se vê o aumento dos atos de ódio, intolerância, violência e preconceito contra pessoas indefesas, a democracia e os direitos humanos.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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DEFESA TENEBROSA

O filho de Bolsonaro defendeu a destruição da placa da vereadora assassinada (executada) Marielle Franco. Essa defesa tenebrosa não é nada mais senão um ato falho, pois o que o filho do ex-capitão defende é a execução de negros, pobres, da periferia e que lutam pelos mais necessitados. Triste e soturno o caminho que este país está querendo tomar.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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BOLSONARO E O JOGO DO BICHO

Num universo de apoiadores, como o filho de Bolsonaro pode escolher, entre eles, "família ligada ao jogo do bicho" ("Estado", 5/10)? Isso nem deveria servir de pauta nos jornais. Mas, já que Haddad é "Lulla" e "Lulla" é Haddad, que tal relembrarmos que o delinquente preso recebeu dinheiro das Farc? De Hugo Chávez, que destruiu a Venezuela? De Cuba? De ditaduras sanguinárias como a de Muamar Kadafi, que financiava guerrilha armada pelo mundo afora? Fora roubar os cofres públicos sistematicamente para manter o PT no poder. A mídia deveria estar comentando projetos de governo dos candidatos, porque isso, sim, poderia levar os eleitores ao erro. Parece que a mídia escrita não está preparada para a mudança que vem acontecendo com os brasileiros. Até parece que ela foi cooptada contra a família Bolsonaro, sem entender que a família brasileira, conservadora ou não, quer ser ouvida. Quer ser respeitada - o que a esquerda parece querer destruir.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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'OS ANTAGONISTAS'

"Bolsonaro reina entre mais ricos e escolarizados; Haddad, entre mais pobres e sem instrução" ("Os antagonistas", artigo de Eliane Cantanhêde no "Estado" de 5/10). A frase autoexplica a atuação do PT nos nefastos quase 14 anos em que desgovernou o País, investindo em práticas criminosas como o enriquecimento ilícito, gerando, assim, mais pobres e gente sem instrução, que não tem o poder de discernir que foi enganada e comprada com bolsas-fiquem-na-miséria e, assim, vote no PT sempre...

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

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QUANTOS CANDIDATOS RESTARÃO?

Apesar de parte da imprensa querer negar os fatos, o que se vê é um crescimento de Bolsonaro nesta reta final. O PT está feito barata tonta tentando de toda forma inviabilizar a candidatura de quem se destaca na dianteira ou se nega a fazer acordo. Candidato já foi esfaqueado, outro baleado, felizmente sobreviveram. A pergunta que resta é quantos candidatos estarão no páreo até amanhã? E se Bolsonaro ganhar, vai ficar vivo? Tem gente que já sinalizou que vai "tomar o poder".

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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AS HOSTES BOLSONARISTAS

As bancadas BBB do Congresso (boi, bala e "Bíblia") levaram o centrão de Geraldo Alckmin para engrossar o exército bolsonarista. O capitão deputado, que por 26 anos foi soldado do centrão na Câmara dos Deputados, terá maioria no Congresso. Brasília fará ordem unida no Executivo e no Legislativo. O Supremo vai bater continência e mergulhar na hermenêutica do espírito das leis. A nós, a liberdade de concordar ou ir embora.

     

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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DECEPÇÃO

O sr. Geraldo Alkmin foi abandonado pelos "caciques" do PSDB. Onde estavam FHC, José Serra, Tasso Jereissati, Aloysio Nunes, Alberto Goldman durante a campanha, quando deveriam dar um forte apoio, mas se limitaram a declarações tímidas? Lavaram as mãos. O sr. FHC, que se considera um grande estadista, escreve cartinhas achando que o eleitor se interessa por suas elucubrações sociológicas. Em São Paulo, o maior colégio eleitoral do País, o sr. João Doria, que prejudicou a candidatura do ex-governador quando quis ser ele,  Doria, o candidato a presidente, aceita de bom grado o apoio dos "bolsonaristas" à sua campanha para  governador. O PSDB, que surgiu com a esperança de termos no Brasil um verdadeiro partido político, é uma decepção.

Paulo Boin boinpaulo@gmail.com

São Paulo

  

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TARDE DEMAIS

Senhor ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, na qualidade de seu eleitor, por duas vezes, li sem surpresa sua carta "Compromisso radical com democracia" ("Estado", 3/10, A6), em que reitera seu apoio a Geraldo Alckmin, para consolidar o Estado de Direito nestas eleições. Tomo a liberdade de lembrar-lhe que a crise moral, sem precedentes na história política do nosso país, começou exatamente com sua excelência. Não me sai da lembrança o ar de satisfação com que passou a faixa de presidente ao apenado de Curitiba. Sempre o admirou e foi, solenemente, desprezado por ele. Agora, que sua máscara caiu, entendo que sua carta é tardia e, infelizmente, eivada de cinismo.

Eduardo Augusto de Campos Pires eacpires@gmail.com

São Paulo

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PRIMEIRO TURNO

Jogando a toalha, o PT começa a desmontar o comitê instalado na cela da Polícia Federal em Curitiba.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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HOMEM DE PALAVRA

Palavras de Fernando Haddad: "Não darei indulto a Lula", "José Dirceu não terá qualquer papel no governo". Esqueceu-se de dizer: "Se Bolsonaro vencer, claro...".

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos

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INCÊNDIOS

Os reitores da UFRJ priorizaram os salários, daí o incêndio no Museu Nacional. Antonio Palocci, fichinha no esquema, colocou fogo no circo com sua delação. Imaginem se José Dirceu, mentor do sistema e seguro de "tomar o poder", por raro capricho do destino, abrir o bico? Incendeia o Brasil. É o que falta para o País se libertar das amarras, defenestrar de vez o comunismo-bolivarianismo, ter paz no campo e nas cidades e voltar a crescer. Resumo da ópera: nem todo incêndio é maléfico.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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A FALÁCIA PETISTA

Cumprimento o "Estadão" pelo editorial de 5 de outubro, "Ajuste fiscal e a falácia petista" (página A3). Que Michel Temer partilha farelos na pocilga da velha política estamos cansados de saber. Mas, assim como se reconhece que Lula fez um bom primeiro mandato, é preciso reconhecer que Temer foi responsável e competente nos dois anos de sua gestão. Entregará o País melhor do que recebeu e cuidará de prestar contas à Justiça a partir de 1.º de janeiro, salvando o que for possível da sua biografia.

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

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ROMBO MENOR EM 2018

Conforta saber que a competente equipe econômica de Temer trabalha com afinco para minimizar o tamanho do rombo nas contas públicas. E, como uma boa notícia, projeta para este ano não mais um déficit primário de R$ 161,3 bilhões, mas algo entre R$ 100 bilhões e R$ 120 bilhões. Isso deixa claro que, mesmo em ano eleitoral, quando infelizmente aumentam os gastos públicos, este ano, de forma eficaz, eles foram contidos pela equipe econômica. 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ANIMAIS DE TRAÇÃO

Li nos jornais aqui, do Sudeste, que artistas de projeção nacional gravaram vídeo contra o sofrimento de animais que puxam charretes em Petrópolis (RJ). Já expurgaram os animais de Parati e na grande festa religiosa do Bonfim, na Bahia, estes já não podem aparecer. Gente, eles são animais de tração! Se não cumprirem esta sua missão natural, que faremos com eles? Vamos confinar uns poucos em zoológicos e os demais, exportar para consumo de sua carne no oriente? Vamos impedir que se reproduzam? Cada um de nós levará um exemplar para casa, como animal de estimação? Ridícula essa atitude, até porque todos estes empatotados deslumbrados adoram um desfile de carruagens do séquito real em Londres e passeiam no Central Park de Nova York nas suas magníficas charretes com seus belíssimos animais de tração. Tudo isso protegidos pelo anonimato de subcelebridades que são no Primeiro Mundo.

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

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AS CHARRETES DE PETRÓPOLIS

As pessoas que defendem os animais e querem impedir o trabalho das charretes de Petrópolis não conhecem os cavalos Percheron. Trata-se de uma típica raça de cavalo de tração e a mais conhecida das raças equinas francesas. É um animal bem proporcionado, elegante, altivo, com ossos duros, de pé firme e forte, utilizado para carruagens e trabalho. As charretes de Petrópolis são leves e não proporcionam o sofrimento que supostamente pensam haver. Ao contrário, estes animais precisam do exercício para sua própria saúde. A prefeitura deveria investir na colocação destes animais e obter o retorno financeiro sem prejudicar o emprego de 30 famílias que dependem deste trabalho. A retirada das charretes do centro histórico de Petrópolis subtrairá também o glamour da cidade imperial e prejudicará o turismo.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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'RACHA' DE CHARRETES

As charretes que estão sendo utilizadas em "rachas" em Mairinque, São Roque, Ibiúna, etc. são, na verdade, as "aranhas", charretes de corrida, iguais às que corriam no hipódromo da Vila Guilherme. Ferraduras são totalmente incompatíveis com o asfalto, que as torna escorregadias, além de causar grande impacto nas articulações dos cavalos. Essas competições deveriam ser feitas somente em pistas de areia. No exterior, em algumas cidades turísticas, onde existem tipos de carruagens, os cavalos são equipados com ferraduras emborrachadas. A reportagem do "Estado" (3/10, A14) define as charretes como "tipo biga", mas estas, como o nome diz, utilizavam dois cavalos.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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