Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

10 Outubro 2018 | 05h00

ELEIÇÕES

Ordens emanadas da prisão

Eu, assim como todos os brasileiros de bem, fiquei estarrecido quando ouvi que toda segunda-feira um dos candidatos à Presidência do nosso país vai receber ordens de dentro da cadeia sobre como atuar no meio político para se eleger. Ora, se a pessoa que está dando orientação para o seu apaniguado é um detento, um presidiário, imaginem como seria o mandato desse pretensioso eventual presidente. Acho que confundiram as coisas, Presidência não deriva de presídio. Indo por esse lado, vemos que a Justiça não é mesmo igual para todos, pois, se assim fosse, as pessoas que fazem parte de facções criminosas poderiam ir até os seus chefes que estão presos para saber como agir na criminalidade. Por esse motivo pedimos a todos os eleitores que votem certo para que não aconteça o pior. Que Deus nos salve.

FRANCISCO E. ALVES DE FRANÇA

fefranca@ipt.br

São Paulo

Facção criminosa

Caso os brasileiros resolvam eleger Haddad presidente, teremos mais uma facção criminosa sendo dirigida de dentro de um presídio. A demonstração foi dada segunda-feira, quando Haddad passou duas horas dentro da “cela especial” em Curitiba se orientando com o chefe da facção.

MÁRIO BREHM

mario@exactservicos.com.br

Joinville (SC)

Pedido de bênção

É vergonhoso termos um candidato à Presidência da República que durante a campanha do primeiro turno e no primeiro dia após o resultado foi até uma prisão pedir a bênção do seu mentor. Mais vergonhoso ainda é para aqueles que nele depositam o seu voto. Que país é este?

DARCI TRABACHIN DE BARROS

darci.trabachin@gmail.com

Limeira

Genuflexório

De fato, mal encerrada a apuração do primeiro turno lá se foi o pau-mandado receber, ajoelhado, as ordens do presidiário. Ah, sim, detalhe importante: deve ter voltado com um novo par de joelheiras para a disputa do segundo turno.

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Boneco do titeriteiro

Depois de muito tempo teremos de novo, inevitavelmente, um paulista como presidente. Mas o orgulhoso lema dos paulistanos, “non ducor, duco”, ou seja, “não sou conduzido, conduzo”, aplica-se apenas a um dos candidatos. Ao outro se aplica o vergonhoso “não conduzo, sou conduzido” (da prisão).

VITO LABATE NETO

vitolabate@terra.com.br

Mairiporã

Leva e traz

Será que o Brasil não merece um presidente melhor do que um office-boy de presidiário?

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Despersonalizado 

Se Haddad realmente almeja a Presidência, deveria fazer publicamente, em nome do PT, um mea-culpa pelos erros cometidos durante as administrações petistas - que levaram à atual crise econômica e social - e abandonar de vez a ladainha de que o impeachment de Dilma foi golpe e Lula é um preso político. Isso significaria romper de vez com as lideranças petistas ortodoxas velhas e, principalmente, com Lula. Mas é baixíssima a probabilidade de isso acontecer. O ex-prefeito de São Paulo, totalmente despersonalizado, não dá um passo sequer sem a bênção do padrinho, preso em Curitiba.

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Pode?

Li na Coluna do Estadão que petistas querem pedir ao TSE maior rigor contra pastores que usam igrejas para pedir votos. E da cadeia, pode?!

FÁBIO BERTONCELLO

fabertoncello@hotmail.com

Jacareí

‘Fake news’

Ora , ora, o PT, definitivamente, perdeu o rumo. Quer dizer que a campanha de Haddad vai cobrar o TSE pelas notícias falsas (9/10, A4)? É um tiro de canhão no próprio pé. Existe notícia mais falsa do que apregoar que o verdadeiro candidato do PT a presidente é o Haddad?

RICARDO HANNA

ricardohanna@bol.com.br

São Paulo

O povo brasileiro de forma contundente declarou nas urnas que não gosta de políticos que visitam criminosos na cadeia e carimbou como fake news a narrativa do PT de que não há provas contra o seu “coronel”.

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

Falando para o eleitor

O veredicto das urnas foi claríssimo. E não por outro motivo o Congresso passou por renovação sem precedentes, derrubando praticamente todos os envolvidos em processos da Lava Jato. As exceções são o que nome diz. Idem para os demais cargos executivos e legislativos. Assim, para ousar continuar pleiteando o voto de um eleitor com essa visão, Haddad e o PT têm de adotar uma nova postura: mais para Palocci e menos para Dirceu. 

JORGE A. NURKIN

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

Nota falsa

Para ganhar as eleições de 2002 o PT divulgou uma Carta ao Povo Brasileiro se comprometendo a respeitar os fundamentos econômicos deixados por seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, não dar o golpe em credores externos, não reestatizar empresas e, enfim, rasgar toda a sua biografia ideológica, construída em anos de oposição. Mas após algum tempo de poder ignorou solenemente o documento, o que, como consequência, acabou levando a sucessora do presidente petista ao impeachment. Agora, diante do inequívoco recado das urnas, a velhaca política brasileira, que defenestrou parte de seus políticos tradicionais, diz que vai rasgar o agressivo programa de governo apresentado no primeiro turno das eleições e se converter num partido democrático. Se me dessem para escolher entre uma nota de três reais e esse discurso, ficaria com a nota, com toda a certeza.

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Incompatibilidade nata

PT e democracia são como água e óleo, não se misturam.

MARCOS LEFEVRE

lefevre.part@hotmail.com

Curitiba

PÓS-ELEIÇÕES

Passado o primeiro turno das eleições gerais de 2018, surgem as constatações. 1) Como deveria ser, acertadamente o povo mineiro alijou da atual vida pública a ex-presidente Dilma Rousseff e o governador Fernando Pimentel, os dois que conquistaram vagas em 2014 em cima de denúncias de fraudes eleitorais. 2) Derrotados Roberto Requião, no Paraná, Eunício de Oliveira, no Ceará, e, embora Renan Calheiros tenha sido reeleito senador pelo Alagoas, já está passando da hora de o MDB expulsar esses "petistas" de sua legenda. 3) O PSDB, grande derrotado nestas eleições, deve rever sua posição e, mesmo diminuído, deve tentar se reerguer para o futuro, tendo como exemplo o PFL (atual DEM), que quase foi extinto por obra diabólica do ex-presidente Lula. 4) Os brasileiros de bem devem continuar a combater o lulopetismo, responsável pelo quase desastre para o qual está caminhando o Brasil e pela divisão dos brasileiros entre "nós" e "eles". Dos desgovernos petistas o futuro presidente (certamente Jair Bolsonaro) deve tirar suas lições do que não deve ser feito. Deve encarar as reformas necessárias com seriedade, enfrentando as corporações tão nocivas ao País. Aqui, as tentativas positivas do governo Michel Temer devem ser reconhecidas, embora bombardeadas por má informação ou má-fé de parte da população. 5) O novo governo (certamente Jair Bolsonaro) deve se precaver dos parlamentares oportunistas, principalmente entre alguns reeleitos que traíram antecipadamente os candidatos de seus próprios partidos, já procurando embarcar na canoa bolsonarista.   

Éllis A. Oliveira Cunha elliscnh@hotmail.com

 

RETIFICAÇÃO

Da nada adiantou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski ignorar a Constituição e, por ocasião do impedimento de Dilma Rousseff, sua protegida, manter seus direitos políticos (o que não ocorreu com Collor). Agora, o povo, soberano em qualquer democracia que se prese, cassou esses direitos negando-lhe os votos para se eleger senadora.

Godofredo Soares godofredocaetanosoares@gmail.com

São Paulo

SABEDORIA POPULAR

Olha aí, Lewandowski, a casca de banana que você colocou no caminho da ex-presidente Dilma Rousseff. O ministro, logo ele, desrespeitou a nossa Constituição e a deixou livre para o povo mineiro rejeitá-la como candidata ao Senado. Sabedoria popular!

Nivaldo Ribeiro Santos nivasan1928@gmail.com

São Paulo

DECÊNCIA

Ministro Lewandowski, o que o senhor não teve coragem o povo teve a decência de fazer. Fora Dilma!

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

ENTENDEU AGORA?

O grande perdedor das eleições de 2018 foi Ricardo Lewandowski, que rasgou a Constituição e não cassou os direitos políticos de Dilma. O eleitor de Minas Gerais o fez.

Luiz Antonio D'Arace Vergueiro luiz-vergueiro@hotmail.com

São Paulo

'LIBERTAS QUAE SERA TAMEN'

Incrível como uma expressão em latim possa se manter tão atualizada. Criada pelo poeta Virgílio no século 70 a.C., foi relembrada pelos inconfidentes mineiros no fim do século 18 e, posteriormente, incorporada à bandeira do Estado de Minas Gerais em 1963. Hoje, concluídas as eleições em primeiro turno no Estado, que alijou definitivamente do cenário político mineiro alguns medalhões petistas, sinto-me à vontade para bradar orgulhosamente "libertas quae sera tamen!". 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

LEMBRETE

Como bem lembrou um renomado jornalista político, o povo de Minas Gerais restaurou a Constituição completando o impeachment de 2016 que dois indivíduos sem caráter, um do STF e outro do Congresso Nacional, tentaram amenizar de maneira desavergonhada.

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

CONSOLIDAÇÃO

Salvo alguns "escorregões", o eleitorado brasileiro já consolidou o lema do "antipetismo". O País só aguarda a perfilhação desses desiludidos contrários à politicalha corrupta, acabando com as chances de Dilma Rousseff, Eduardo Suplicy, Lindbergh Farias, Eunício Oliveira, Romero Jucá, Edison Lobão, Marconi Perillo, Beto Richa e outros mais. O Brasil agradece e aguarda se consolidar no segundo turno, definitivamente com o "fora PT" e o "pra frente Brasil"!  

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

TIRO PELA CULATRA

Depois de abertas as urnas, constatou-se como são enganosas as tais pesquisas de intenção de votos. Que o diga a "mulher sapiens", que certamente já se imaginava isenta de precisar ir bater um papo com Sergio Moro em Curitiba.   

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

VENTO DE PROA

Não foi recado. Foi, e é!, vento de proa, essencial ao pouso seguro das aeronaves, que soprou das urnas no domingo (7/10/2018), na eleição para a Presidência da República: a maciça maioria dos brasileiros esconjura a tirania da Venezuela de Maduro; Lula da Silva deve continuar preso como delinquente comum; e Dilma Rousseff sem mandato para reparar a malandragem de Ricardo Lewandowski e Renan Calheiros, magarefes da Constituição federal. Mais: nada de kit gay nas escolas, de BNDES ideológico, de Exército e polícia imobilizados por militantes de supostos direitos humanos. Ah, catitas e ratazanas do Congresso escorraçados com chumbinho cívico.

José Maria Leal Paes tunantamina@gmail.com

Belém

TCHAU, QUERIDOS!

Janaína Paschoal recebeu 2 milhões de votos, enquanto Dilma Rousseff não alcançou 1,5 milhão. Janaína foi coautora do processo de impeachment da ex-presidente. Aécio Neves acumulou míseros 106 mil votos. Em 2014, Aécio teve 51 milhões de votos e Dilma, 54 milhões. 20% dos eleitores simplesmente não apareceram para votar. O brasileiro quer varrer de uma vez por todas esta gente que não tem o menor compromisso com os interesses da população e se preocupa apenas em encher os bolsos de dinheiro. Tchau, queridos Dilma, Lindbergh, Grazziotin, Eunício, Jucá, Pimentel e tantos outros que envergonham a política em nosso país. 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

INVESTIGADOS DERROTADOS

Eleição surpreendente! Dos resultados, destaque-se o estrago que a Operação Lava Jato fez nas urnas, já que, dos 82 candidatos como réus, denunciados ou investigados, 46 não se reelegeram. Muitos destes, figurões da nossa República! Entre eles, o presidente do Senado, Eunício de Oliveira, além de Romero Jucá, Edison Lobão e até o radical Roberto Requião, ambos do MDB; Dilma Rousseff e Lindbergh Farias, do PT; Beto Richa, do PSDB; etc. Também foi inédita a reação dos eleitores, que se mobilizaram como nunca pelas redes sociais (apesar dos abusos das "fake news") e assim determinaram seus votos nas urnas, com os quais proporcionaram a maior renovação dos últimos anos no Congresso e nas Assembleias Legislativas do País. No Senado, das 54 vagas disputadas neste pleito, 46 serão ocupadas por novos eleitos. Na Câmara federal não foi diferente: renovação de 47,3%, ou 243 deputados estreantes. Novidade também com o crescimento de 51% da bancada feminina na Câmara, passando de 51 para 77 deputadas eleitas. Lado negativo desta eleição foram os 29,28%, ou 31,34 milhões de votos, que o candidato do PT, Fernando Haddad, recebeu dos eleitores no primeiro turno. Estes eleitores preferiram atender ao pedido do formador de quadrilha e presidiário Lula e, assim, se lixaram para a ética nas nossas instituições. Quanto ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro, com os 46,03%, ou 49,27 milhões de votos, que recebeu, e como provável vencedor de um segundo turno, logrando a Presidência do País, que Deus lhe dê lucidez, respeito aos recursos públicos, ao mercado e, principalmente, capacidade de diálogo com as forças políticas, a fim de priorizar celeremente as reformas constitucionais e o consequente desenvolvimento econômico e social. A hora é de união! E o PT, nunca mais.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

CONDENAÇÃO

O Supremo Tribunal Federal (STF) demanda anos para analisar e julgar os processos de políticos no Brasil, projetando, assim, uma imagem de lentidão e até de ineficiência operacional. O que vimos nesta eleição foi que a justiça das urnas, em apenas nove horas, afastou por quatro anos figurões da política, sem provocar contestações e/ou revoltas. Políticos que se conscientizem de que o poder da política tem de estar unicamente voltado para o benefício do povo, e definitivamente deixem de praticar descaradamente a política do poder em benefício próprio. Que sejam as urnas o fantasma que apavora tais políticos.

Batista Moretti Batista.moretti@hotmail.com

Cerquilho

O FIM DA 'SURUBA'

Sem Romero Jucá no Congresso, não teremos mais uma boa "suruba" parlamentar. Com a ausência de Romerito, Eunício de Oliveira e Edison Lobão, só restou Renan Calheiros para ensinar aos iniciados o caminho das pedrinhas. De agora em diante, só ordem unida e orações. Adeus, Congresso de Viena.

       

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

RECADO À VELHA POLÍTICA

Ao observar o resultado das eleições 2018, constatamos que o eleitor foi sensato ao mesclar diferentes matizes entre as opções que estavam disponíveis e ao dar um recado enfático à velha política: chega de discursos vazios, que não produzem efeitos práticos na vida cotidiana. O eleitor também suscitou o diálogo entre os antagonistas das manifestações que se esparramaram pelo País desde 2013, contemplando os dois lados da cisão que foi consolidada a partir de então. A renovação parlamentar foi a maior, considerando as últimas três eleições. Tomara que os recém-eleitos entendam a mensagem do eleitor e realmente façam mais pelo Brasil, pois a retórica vazia não é mais aceitável.

Airton Reis Júnior areisjr@uol.com.br

São Paulo

SALDO POSITIVO

Parece que a frase "brasileiro não sabe votar" está ganhando outra configuração. A despeito das pesquisas que tiveram o papel de enrolar o eleitor e desviar sua atenção, o saldo desta eleição foi positivo. Dizia-se que a renovação seria de 20% no Senado, agora se sabe que, das 54 vagas em disputa, 46 serão ocupadas por novos nomes, ou seja, uma renovação de mais 85%. É preciso prestar atenção nas ideias velhas e viciadas que saíram e nas ideias novas e combativas que comporão o Congresso e as Casas Legislativas dos Estados. Está resolvido o problema? Não, é claro, mas o recado do leitor foi dado nas urnas. É ele quem decide, e não o horário político, carregado de promessas mentirosas.

Izabel Avallone  izabelavallone@gmail.com

São Paulo

RECALCULANDO

O Brasil não suporta mais o "toma lá, dá cá". Então, quando surge um candidato que não está envolvido neste processo, a mídia inicia a campanha dizendo que, sem apoio no Congresso, não se aprova nada, sugerindo que sem os partidos do "centrão" não se governa. Não tendo mais nomeações políticas, os senhores políticos já estão revendo como deverão agir daqui para a frente. Já que não tem mais "toma lá, dá cá", vamos apoiar o novo presidente, pois pelo menos ele pode apoiar as nossas demandas legítimas.

Marcos Campos marcosscampos@hotmail.com

São Paulo

ESCAPARAM

Não foi desta vez que Renan Calheiros e Gleisi Hoffmann foram decapitados politicamente. Ambos se elegeram, ambos na mira da Lava Jato por vários processos, com fortes indícios de culpabilidade. Agora, por continuarem gozando do foro privilegiado, só serão extirpados da vida pública e do cenário político nacional caso sejam cassados. Para tanto, só nos resta orar e aguardar.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

REPRESENTATIVIDADE

Já que políticos se recusam a fazer uma reforma política para valer, estamos assistindo a embriões partidários com potencial futuro para a formação de partidos mais representativos que os atuais. O PT pode ser considerado o modelo para o que acontece atualmente: sindicalistas, ativistas políticos e sociais que se uniram sob uma demanda comum. Se não tivesse se tornado um partido, hoje formaria a bancada do trabalho. Por falta de representação partidária para suas demandas, formou-se uma bancada suprapartidária: a ruralista, com quase 300 integrantes, e a da bala. No futuro, caso seus quadros aumentem, poderá ser subdividida em Exército, polícia e fabricantes de armamentos, por exemplo. Outra já numerosa e influente é a evangélica. Caso se alie a demandas católicas e de demais manifestações, poderá se constituir em bancada religiosa, de grande capilaridade social. Bancadas patronais também poderão existir, porque não, como a dos bancos, a do comércio e a da indústria. Esta é, portanto, a forma encontrada pela sociedade para se fazer representar, se expressar e ter seus anseios atendidos mais eficaz e democraticamente.

                               

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

GOVERNABILIDADE EM XEQUE

Os cenários mais sombrios concretizaram-se nas eleições para a Câmara dos Deputados. Apenas os partidos dos dois postulantes à Presidência da República atingiram pouco mais de 51 cadeiras (cerca de 10% do total de 513 deputados). Haverá 30 partidos representados no Parlamento em 2019. Diante da enorme fragmentação partidária, qualquer candidato eleito no segundo turno terá os mesmos problemas para atingir a maioria absoluta de 257 deputados para garantir a governabilidade, assim como uma enorme dificuldade para negociar o quórum qualificado de 308 votos (3/5 dos 513 membros) para duas votações de emendas constitucionais. Acrescente-se a isso a necessidade de duas votações com 49 votos (3/5 dos 81 membros) no Senado Federal, onde haverá 20 partidos representados em 2019.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

DE VOLTA AO TRABALHO

Agora que muitos políticos estão fora, perderam as eleições, que tal voltarem para a profissão que abraçaram e até fizeram juramento? Exemplo: o médico voltar a dar plantão em áreas carentes, prontos-socorros, ao atendimento de massa com os mesmos salários dos médicos, com as mesmas condições, sem mordomias - claro, médicos não têm mordomias -, para sentirem realmente o drama? Gostaria de ver isso.

Ney Maciel Brabo neymacbr@gmail.com

Santos

OS DERROTADOS

A corrupção foi a grande derrotada nas urnas no domingo. Candidatos corruptos como Dilma Rousseff e Fernando Pimentel foram repelidos vigorosamente pelo voto. Quem foi cúmplice e conivente com a corrupção também perdeu feio: Geraldo Alckmin, que não exigiu a expulsão do corrupto confesso Aécio Neves de seu partido, viu os seus eleitores sumirem, apesar da meia hora de propaganda diária. O horário eleitoral gratuito foi miseravelmente derrotado, a campanha nas redes sociais foi muito mais eficiente e determinante. Quem apostou tudo na televisão, como Alckmin, ficou falando sozinho e perdeu feio. Nada justifica a manutenção desse formato de propaganda eleitoral e muito menos a manutenção do vergonhoso Fundo Partidário, que deveria ser extinto imediatamente. 

Mário Barilá Filho  mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

PÉ FRIO

Outrora respeitado, atualmente nem tanto, Fernando Henrique Cardoso manifestou-se sobre apoio, no segundo turno: "Nem PT nem Bolsonaro". Certamente, os candidatos estão satisfeitos. Semelhanças com o certo cantor (Mick Jagger), que provoca calafrios, são mera coincidência.

José Perin Garcia jperin@uol.com.br

Santo André

EXPULSÃO

A expulsão de membros antigos e fundadores do PSDB, como o ex-governador Alberto Goldman, por única e exclusiva vontade de João Doria, o traíra que quis o lugar de Geraldo Alckmin na disputa pela Presidência, demonstra a situação de total descontrole e rumo do partido.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

O FIM DOS INSTITUTOS DE PESQUISA

Ver esta semana os diretores dos institutos de pesquisa do Ibope e Datafolha tentando explicar os tremendos erros nas últimas pesquisas eleitorais foi tragicômico. Marcia Cavallari, do Ibope, afirmar que não contaram com as redes sociais mostrou a precariedade desses institutos, que, iguais aos velhos concorrentes de vários partidos, passaram batido esse movimento que, aparentemente silencioso, foi preponderante nestas eleições. Deixaram, também, mais evidentes ainda as suspeitas da população da venda de resultados de pesquisas, quando candidatos ao Senado e à Câmara que aparentemente se elegeriam em primeiro lugar com folga não passaram de terceiros e quartos escolhidos no pleito. Depois desse fiasco, estes "tradicionais institutos de pesquisas" estarão jogados na lata do lixo, como vários candidatos nestas eleições. O povo não quer mais mentirosos, porque hoje temos as redes sociais como complemento de pesquisa. Ou mudam ou fecham as portas.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo 

PESQUISAS NO SEGUNDO TURNO

O Datafolha, "data vênia", nem precisa divulgar sua intenção de voto para o segundo turno, já sabemos antecipadamente que será empate técnico. O instituto está a serviço de quem? Lembrando que no primeiro turno eles só erraram em 20 milhões de votos.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

AS PESQUISAS E AS URNAS

Pergunto aos institutos de pesquisas: por que o índice das pesquisas que todos os institutos apresentavam constantemente nunca refletiu a realidade do que as ruas mostravam? No caso de Bolsonaro, por exemplo, o máximo que lhe davam na véspera de eleição foram 32% das intenções de voto. Nas urnas, foram marcados 46% com as "arapucas" eletrônicas. No exterior, com votação em cédula para votação manual, o índice foi completamente diferente, e por que não houve a divulgação dos seus índices?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

PESQUISAS VICIADAS

No fim de semana tivemos uma demonstração do porquê não devemos confiar em pesquisas de intenção de voto. Subitamente, a pesquisa de boca de urna do Ibope indicou uma subida rápida de Jair Bolsonaro, que vinha até então com índices próximos aos de Fernando Haddad. No sábado, já havia tido uma primeira arrancada. Mas as mudanças mais significativas foram as dos candidatos ao governo e ao Senado do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul e de São Paulo, onde houve inversões importantes, quando os candidatos apoiados pelo deputado, que vinham com votações insignificantes, ultrapassaram seus adversários e foram eleitos ou passaram para o segundo turno. Os comentaristas da TV Globo, diante desses resultados, claramente chegaram a mencionar que houvera um "tsunami" de Bolsonaro, que derrotou o PT e comparsas. A diretora do Ibope, que estava presente, deu uma explicação absolutamente ridícula de que nas pesquisas anteriores já havia sinais dessa virada - informação não divulgada e jamais comentada por qualquer um dos presentes, que tinham acabado de se mostrar surpresos com as viradas. A explicação da diretora claramente tentava dizer que, no final, as pesquisas de boca de urna mostraram que o Ibope acertou a maioria dos resultados, inclusive a virada final. Ora, a verdade é que, para bons entendedores, ficou claro que os resultados das pesquisas publicados foram manipulados e dados importantes como os votos do líder das pesquisas e sua posição tão forte que alavancava as candidaturas dos seus apoiadores foram surrupiados dos leitores dos jornais que as financiaram. Assim os leitores foram ludibriados pelos comentários sobre as eleições publicados pelos órgãos da imprensa que as patrocinaram, que foram emitidos com base em informações manipuladas. Tudo isso só nos leva à conclusão de que não nos devemos deixar ser iludidos pelas pesquisas publicadas na hora de decidirmos nossos votos, porque elas são viciadas. 

 

Carlos Ney Millen Coutinho cncoutinho@uol.com.br

Rio de Janeiro

95%?

Se as pesquisas dão aquele alerta de que existe 95% de chance de representar a realidade, não poderia haver diferenças gritantes como a dos candidatos ao governo no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e em outros Estados. Ao Senado, também. Há algo de errado sobre o que os institutos e as emissoras que se utilizam delas deveriam se pronunciar.

Pedro Cardoso da Costa pcardosodacosta@yahoo.com.br

São Paulo

COM JEITO VAI

Após as eleições de domingo, nas rodas de discussão se falava desde a capacidade dos novos parlamentares para enfrentarem os desafios do século 21 até as pequenas coisas que aconteceram durante a votação, tais como: por que uma grande parte de eleitores, quando ia apertar a tecla de "presidente", a máquina antecipava e já dava o "trim-trim"? Seria para ajudar Fernando Haddad a ir para o segundo turno? E o atentado contra o candidato Jair Bolsonaro? Ficou sem resposta? Mas, apesar de todos os contras, entrou uma safra de novos e inteligentes políticos no Congresso e nas Assembleias, que saberão levar este país ao ápice do progresso. 

José Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo

URNAS NORMAIS

Um dia o Brasil ainda irá adotar o sistema utilizado por todas as democracias em países mais desenvolvidos: o voto manuscrito. Confiável, auditável, à prova de fraude e muito prático, especialmente em segundos turnos, em que o número de candidatos é pequeno. Além de bem mais barato e simples. Ainda não inventaram uma caneta com a qual se escreve um número e, ao checar o registro, se lê outro.  

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

APARELHAMENTO E CRIME?

"O perigo do aparelhamento" (7/10, A3), bem lembrado, pode ter atingido a liberdade do voto? O fraco governo Temer deixou nesta área resquícios do aparelhamento petista? Dificuldades para os cariocas votarem em razão da redução da quantidade de zonas eleitorais e a adoção atabalhoada da biometria trazem a preocupação de que sim, de fato, as três horas de filas para votar representaram um desafio ao eleitor - já que só os petistas são disciplinados pelo partido, ou "seita", para enfrentar tal desafio. E tradicionais coronéis nordestinos, cujos antigos "painhos" foram substituídos por petistas com mesmos cacoetes, foram verificados pelo TSE? Se sim, que verificação foi feita e com quais resultados? Amigo nordestino comentou exemplo de prefeito petista de cidade pequena lá que ordenou aos seus funcionários e prestadores de serviços votar no PT ou que nem viessem trabalhar na segunda-feira, porque seriam dispensados. Ou seja, há exemplo preocupante, "por ouvir dizer", de coação e crime eleitoral. Causa estranheza que o dono das lojas Havan, catarinense, esteja sujeito a ação judicial por prever o declínio de seu negócio caso Haddad/Lula ganhe as eleições, enquanto nada sabemos de prevenção à coação em quaisquer currais eleitorais, nordestinos ou outros. Assim, o respeito à liberdade do voto de nossos compatriotas nordestinos e outros deveria passar pela auditoria nos serviços públicos no caso de quaisquer trabalhadores terceirizados, da CLT e até de informais dispensados neste período eleitoral. E, assim, apurar eventuais crimes eleitorais. Com a palavra, o Ministério Público Eleitoral.

Suely Mandelbaum suely.m@terra.com.br

São Paulo

O NÃO-VOTO

O desencanto e a desaprovação dos políticos que aí estão tratando de seus interesses acima dos da população e servindo-se das benesses do poder em vez de servir à Nação são de tal monta que nada menos do que 30 milhões (!) de eleitores (quase 10 milhões só em São Paulo) abstiveram-se do direito democrático de votar no primeiro turno, além de 7,2 milhões de votos nulos e 3,1 milhões em branco. Que o "não-voto" sirva de alerta aos eleitos de turno.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

A HORA DOS REVOLTADOS

Abstenção, voto em branco ou nulo, é tudo a mesma coisa. É um direito de todos. Só que depois, pelo menos na minha régua moral, não pode reclamar. Se a opção é de se abster, de deixar que outros escolham seu governante por você, tem de se abster até o fim. É muito fácil, muito Marina, muito PSDB raiz, ficar em cima do muro e, depois, sair reclamando, criticando. Se quiser reclamar, criticar, cobrar mais tarde, tem de tomar posição, tem de votar, sim! Não adianta dar uma de revoltado. Nosso sistema é assim. O segundo turno é para votar tampando o nariz.

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

ASSIM FALAVA ZARATUSTRA

"O homem é uma corda esticada entre o animal e o super-homem - uma corda sobre um abismo." O filósofo Friedrich Nietzsche afirmou que depois de um século suas previsões, tidas como visionárias, seriam confirmadas. Os brasileiros confirmaram Zaratustra no domingo. Num extremo da corda está o capitão. No outro, o presidiário. São as salvações nacionais. Abaixo da corda, onde os eleitores de hoje se equilibram temerariamente, o abismo. 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

SEGUNDO TURNO, DIREITA E ESQUERDA

O resultado das eleições mostra a opção majoritária do povo por mudanças. Dilma, Suplicy, Lindbergh e outros notórios que queriam entrar ou já estavam no Senado foram alijados. As Casas Legislativas receberão sangue novo e terão melhores condições de cumprir sua tarefa do que com a atual composição, em que muitos são alvos de investigação ou processados. Agora teremos, de um lado, Bolsonaro, à direita, e Haddad, à esquerda saudosista, que remete ao tempo de Lula, seu padrinho. A polarização direita-esquerda também deve se dar nos Estados onde os governadores disputarão o segundo turno. A temperatura vai esquentar. O eleitor deve observar as propostas que lhe pareçam mais sérias e factíveis para depois decidir. E não se esquecer de que é importante votar.   

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

REAÇÃO IMPETUOSA

Ao examinarmos o mapa de votação do primeiro turno da eleição de 2018, verificamos que a reação ao governo da Venezuela ocorreu no Estado de Roraima. Ali, a onda conservadora de Bolsonaro aparece com força impetuosa. A fronteira do Brasil com o país bolivariano sofreu a invasão das vítimas do sistema de Nicolás Maduro. O Estado fronteiriço não suportou a ação desesperada dos estrangeiros por comida, tratamento médico e trabalho, e tornou-se a exceção da Região Norte-Nordeste, que apoiou a esquerda de Lula.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

O PT E A DEMOCRACIA

Se o PT defende tanto a democracia, como pode ter como vice um membro do PCdoB, Partido Comunista do Brasil? E o mais hilário é que a tal candidata se acha a porta-voz da democracia, que não pratica! Leiam o plano de governo, questionem tudo, não se deixem manipular de dentro da cadeia!

Ana Silvia F. Peixoto P. Machado anasilviappm@gmail.com

São Paulo 

MANUELA PRESIDENTE

Já pensaram que, se Fernando Haddad (PT), por um descuido, for eleito, Manuela D'Ávila pode vir a assumir a Presidência da República? Seria uma desgraça ainda maior do que Dilma Rousseff foi.  Um caso a ser muito bem pensado.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

POSSIBILIDADE

O ministro Dias Toffoli, ao comemorar os 30 anos da Constituição de 1988, disse, entre outras coisas, "nunca mais ao comunismo!". E se a desparafusada Manu tornar-se nossa presidente, como ficara diante da lei?

Maria Helena Cabral mhcabral70@gmail.com

São Paulo

'COM A NOSSA HIPOCRI...'

Num vídeo autêntico, disponível no YouTube e que circula pelas redes sociais, a candidata à Vice-Presidência pelo PT conclama os seus eleitores, bradando literalmente: "Vamos pra cima, gente! Com o nosso amor, com a nossa hipocri...". Ela percebe o ato falho, mas o estrago já estava feito: o vídeo foi compartilhado e viralizou. Faltando 18 dias para o segundo turno, ainda há tempo para os eleitores ajuizados do fantoche de presidiário e desta hipócrita desqualificada repensarem o seu voto.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

OMISSÃO DE SOCORRO

Com seu "caderno de teses" claramente autoritário, quase uma ode ao marxismo, e a promessa do PT de transformar o Brasil numa Venezuela com uma vitória nas urnas ou na tomada de poder sendo só "uma questão de tempo", como garantiu José Dirceu recentemente a um jornal espanhol em seu sonho incontrolável com o PT, de democratizar a mídia, analogia à mordaça, e controlar o Judiciário (já em boa parte aparelhado), como ensina a cartilha bolivariana, manter neutralidade no segundo turno das eleições equivale quase ao crime de omissão de socorro. Entre a certeza do desastre e o benefício da dúvida, eu fico com a segunda opção.

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

INDECISÃO

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem sido omissa e parcial na análise da conduta ética dos advogados militantes e aqueles que fingem militar. Explico. Fernando Haddad vive o papel de pombo-correio de um chefe da organização criminosa que atua no Brasil inteiro, travestida de partido político. Finge ser advogado do condenado, sem jamais ter assinado uma única petição nos inúmeros processos a que seu "constituinte" responde. Quiçá nem saiba fazê-la, formal e tecnicamente. E a OAB assiste a todo o simulacro de defesa passivamente. Como advogado, lamento e não concordo. A lei é para todos, inclusive para aqueles que defendem outros presos. O candidato João Amoêdo, do partido Novo, se diz indeciso se vai apoiar uma quadrilha liderada por um fantoche ou um cidadão que tem a maior virtude que se exige do político: honestidade. Parece o PSDB. Vejam no deu.

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

AMOÊDO COM MEDO

Amoêdo marinou! Se não for "fake", me arrependo de ter votado no Novo, que já virou velho... Quem não está com Bolsonaro está com Lula! Que decepção!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

COMANDO DA CADEIA

Pela primeira vez na história do Brasil a campanha de um candidato a presidente, o sr. Fernando Haddad, foi comandada de dentro de um presídio. Quem sabe na próxima eleição o narcotráfico não lança também um candidato, assim o sr. Fernandinho Beira-Mar poda também comandar a política de dentro da prisão.

Urias Borrasca urias@mercosulrefratarios.com.br

Sertãozinho

AGENDA

No primeiro dia de campanha após o primeiro turno da eleição, Fernando Haddad foi visitar Lula na prisão, em Curitiba. O candidato marionete foi recarregar a bateria?

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

                       

ENCRUZILHADA

O PT e seu candidato se encontram numa encruzilhada. O candidato só conseguiu seguir para o segundo turno porque conseguiu número expressivo de votos no Nordeste ao ter colado sua imagem à de Lula. Agora, no segundo turno, ao se descolar do ex-presidente, corre o risco de perder os votos que conquistou por lá. Sem Lula, quem reconhecerá Haddad? 

Rossana Baharlia rbah44@yahoo.com.br

São Paulo

CAMALEÃO

Este PT faz cócegas. Para o segundo turno, Haddad mudou: já não concorda com os discursos autoritários de José Dirceu e, ao que parece, vai tentar descolar-se até de Lula. Imutáveis, mesmo, somente o apoio à Venezuela de Nicolás Maduro, o vermelho da bandeira e a cara de pau.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

PARA SE SALVAREM

Haddad virou um camaleão! PT é ficha limpa sem corrupção e estão jogando Lula às traças para ganhar a eleição. Tudo para se salvarem da punição.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

BOLSONARO, HADDAD E AS DITADURAS

Gostaria de esclarecer à jornalista Mirian Leitão, entrevistada após a eleição pelo jornal "Bom Dia Brasil", que o candidato Jair Bolsonaro não é a favor de ditadura. Sim, ele é favorável à disciplina, à ordem, ao progresso, à família e ao respeito às instituições. O PT, do qual parece que a jornalista é simpatizante, é a favor da ditadura sanguinária da Venezuela, favorável à ditadura de Cuba, além de se calar diante da pilhagem que sofreu a Petrobrás e ainda dar suporte a um presidiário por corrupção. Bolsonaro não é autoritário, ele tem respeito à autoridade. O PT não respeita a propriedade privada nem decisões judiciárias, etc. A isso chamamos de ditadura da intolerância com as instituições. 

Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

SALAMALEQUES

Em entrevista na TV Globo, ao ser indagado sobre pronunciamentos do seu vice, Jair Bolsonaro lembrou que, embora seja ele capitão e o vice, general, ele próprio será o presidente. Na verdade, ambos são militares da reserva, exercendo funções civis, portanto poderiam deixar de lado esses "salamaleques" da hierarquia militar. Além disso, Hamilton Mourão tem 65 anos, podendo ser "reformado", isto é, ser aposentado de fato, e Bolsonaro, com 63 anos, também em breve o será - tudo isso lembrando que a reserva é remunerada. Então, como felizes aposentados, podem perfeitamente conviver sem a diferenciação de postos, jogando dominó, buraco, etc.

Nestor Rodrigues Pereira Filho rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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