Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

12 Outubro 2018 | 03h00

CAMPANHA ELEITORAL

Goleada histórica

O Estadão divulgou ontem as equipes dos dois candidatos a presidente da República. Do lado de Jair Bolsonaro, com exceção de dois empresários, dois ou três políticos e de Paulo Guedes, creio que os outros são desconhecidos da imensa maioria dos eleitores. Já do lado de Fernando Haddad, os nomes são muitíssimo bem conhecidos. Um time formado por Ricardo Berzoini, José Sergio Gabrielli, Gleisi Hoffmann, Paulo Okamotto, Aloizio Mercadante, Rui Falcão, José Guimarães, Franklin Martins, Celso Amorim e outros do mesmo nível tem tudo para levar uma goleada histórica no segundo turno. Com essa equipe de pernas de pau penso que já se pode dizer “game over” para Haddad.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

O velho e perigoso PT

Ontem, ao ver estampada na primeira página do Estadão a equipe do “Andrade”, fiquei estupefato com tantos bolivarianos, pessoal ligado ao empreguismo, aos cabides de empregos nas estatais, etc. Quem pode esperar algo de novo de Gleisi Hoffman, que vive dizendo que a Venezuela é uma democracia? Ou de Celso Amorim, que recambiou de volta para Cuba os dois atletas que pediram asilo no Brasil, mas não teve coragem de extraditar o assassino italiano Cesare Battisti? Sem falar de José Genoino, Rui Falcão, Franklin Martins, etc., pois não haveria espaço se fôssemos listar as “qualidades” desse time retrógrado, que ajudou a atirar o nosso país neste buraco. Não sei quanto tempo vamos precisar para recuperar a dignidade e voltar a crescer, esperando que os mais jovens possam vir a ter um país mais justo e menos corrupto.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

A verdadeira ameaça

O candidato Bolsonaro é visto como uma ameaça à democracia. Já o outro candidato, Haddad, não é uma ameaça, é uma certeza. Basta ver as figuras que devem compor o seu governo: uns, amantes do atraso e outros, criminosos. É só isso que o PT tem a oferecer?

CELSO BATTESINI RAMALHO

leticialivros@hotmail.com

São Paulo

Qual verdade?

Diz o ditado que quem sai aos seus não degenera. Haddad revela ser tão falastrão, boquirroto e mitômano quanto seu mentor, o demiurgo de Garanhuns. Ao ser informado do cancelamento de debate enquanto concedia entrevista à imprensa estrangeira, exasperou-se: “Os brasileiros precisam saber a verdade!”. Qual verdade, sr. Haddad? Seria sobre a denúncia de corrupção e lavagem de dinheiro advinda de sua desastrosa administração na Prefeitura de São Paulo? Ou seria sobre os gastos de R$ 650 mil por quilômetro das ciclovias? Quiçá sobre a rejeição de 68,8% dos moradores da capital à sua gestão como alcaide... A semelhança entre Haddad e seu criador é gritante. Explico melhor: as verdades sobre a morte do prefeito Celso Daniel, de Santo André, e de sete testemunhas, além da do prefeito Toninho, de Campinas, finalmente virão a público? A demagogia de Haddad é estarrecedora ao proclamar que aceita até uma enfermaria para debater com o Bolsonaro. Evidentemente, é um desabafo próprio de um desesperado desaforado que está ao menos 13 pontos atrás nas pesquisas de intenção de voto e que vislumbra a sua iminente derrocada, bem como a do PT, a seita que está prestes a se esfarelar no ambiente político brasileiro.

JUNIOS PAES LEME

junios.paesleme@outlook.com

Santos

Desumanidade

Os cidadãos brasileiros que votaram em Haddad cumpriram o seu dever e devemos respeitá-los. Agora, o candidato do PT declarar que vai até a uma enfermaria para debater com Bolsonaro é de um cinismo e de uma falta de humanidade alarmantes! Haddad não tem ideia da gravidade dos ferimentos do adversário? Ele só sobreviveu porque é um homem forte e as mãos de todos os médicos que o operaram foram guiadas por Deus, isso dito pelos próprios cirurgiões. Perca-se a eleição, mas com um mínimo de dignidade!

EDUARDO A. DE CAMPOS PIRES

eacpires@gmail.com

Campinas

Com o rabo de fora

Num dos seus truques mais habituais, o PT quer simular o que não é. A campanha do partido, depois do anúncio retumbante de que “Haddad é Lula”, tira o “cara” de cena e usa seu usual sortilégio camaleônico para iludir a patuleia. Veste uma fantasia verde e amarela e sua charanga tonitruante clama que são “todos Brasil”, que o Lula não existe, que o diabo é um “pobre diabo”. A quem pensam que enganam? É só ver o time do candidato para o segundo turno: ao redor do Haddad as mais teratológicas criaturas do bestialógico Lula-Dilma, ratazanas do festim macabro oferecido por essa dupla. Quer dizer, o PT vestiu verde e amarelo, escondeu o Lula, mas deixou o rabo de fora... A fina-flor ainda fugida da Lava Jato. Vade retro!

ALEXANDRE DE MACEDO MARQUES

ammarques@uol.com.br

São Paulo

Os ilusionistas

A campanha de Haddad tira o tradicional vermelho, marca do PT, de várias centrais sindicais e do MST. Como mágica o PT muda radicalmente não só as cores, mas toda a ideologia: não é mais radical, mas um partido liberal; não é mais contra nada que condenava até ontem e não vai mais continuar a velha luta socialista nem apoiar Maduro na Venezuela. Ganhar uma eleição é importante, principalmente se conseguir a Presidência do Brasil, mas tentar convencer a população esclarecida de que mudando a fachada tudo o mais muda é chamar-nos de idiotas. E como explicar à grande massa de miseráveis que levou Haddad para o segundo turno que o padim Lula continua mandando em tudo, mas não aparece mais, e o vermelho virou verde? Parece mágica em praça pública, tosca, previsível. No meio da enganação vendem o tônico da vida eterna.

LUIZ RESS ERDEI

gzero@zipmail.com.br

Osasco

Vergonha alheia

Então, além de Fernando Haddad se afastar de Lula, o PT está apagando o seu vermelho original de fábrica e se revestindo de verde e amarelo?! Ora, nunca se viu sequer uma bandeirinha do Brasil em suas manifestações! Ao pensarmos na tigrada petista, o que nos vem à memória é uma mancha vermelha. E isso se dá há tanto tempo que se chega à conclusão de que eles, como se diz, não “ornam” com as cores do nosso país. O que farão agora? Jogarão todas as roupas rubras no lixo? Gravata vermelha, só para amarrar cachorro? Confesso minha lentidão, mas finalmente descobri o que significa a expressão vergonha alheia.

MARCIA MEIRELLES

marciambm@yahoo.com.br

São Paulo

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ALCANÇANDO A ESTRELA

Fernando Haddad não deve mais se encontrar com Lula até terminar a campanha. Ambos sonham estar juntos no Planalto, governando os brasileiros e dando continuidade a tudo o que ocorreu na era Lula - se ainda sobrarem recursos nos cofres públicos. Grandes vozes cantaram a música "The impossible dream", que fala do alcançar da estrela inacessível. Ora, considerando os resultados da eleição presidencial no primeiro turno, a reconhecida falta de carisma de Haddad e as denúncias de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro a que ele responde, é bem possível que ele se junte a Lula num futuro bem próximo. Só que um pouco mais ao sul: em Curitiba.  

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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O PT MUDA DE COR

Tão verdadeiro quanto uma nota de R$ 3. Há boi na linha.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

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RUBOR LULOPTETISTA

Agora os petistas, em campanha, se disfarçam de verde-amarelo. A falta de vergonha é tamanha que não mais conseguem nem ser vermelhos.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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ENGANAÇÃO

"Por alianças, PT fala em flexibilizar plano de governo" ("Estadão", 9/10). Depois de perder o primeiro turno, agora, numa tentativa de continuar enganando o eleitorado, que já ficou esperto contra Haddad, o poste de Lula, olhem só: ele admite flexibilizar um plano de governo que com certeza não realizará, para tentar enganar mais alguns incautos. Quanta pretensão do "petralha"!

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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CÍNICOS

É necessário desmascarar o candidato poste de Lula, Fernando Haddad, agora posando de bonzinho e democrata. O programa do PT registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é uma afronta e uma clara tentativa de assumirem o País autoritariamente. Não podemos permitir isso. É urgente denunciar e repudiar este programa. 

Heitor Portugal Procopio de Araujo heitor.portugal@uol.com.br

São Paulo

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ALOPRADOS

Relembrando: antes do primeiro turno desta eleição, o ministro Luiz Fux propôs aos candidatos assinarem um pacto para barrar as "fake news". Haddad não o aceitou. Agora, no segundo turno, adivinhem quem propôs um pacto semelhante? No primeiro turno, Lula era Haddad e Haddad era Lula. Depois da surra que o PT levou, Lula mandou Haddad não mais procurá-lo em Curitiba. Haddad pede ao TSE que proíba os pastores de se pronunciarem a favor de Jair Bolsonaro nos templos. Quando os padres católicos, defensores da Teologia da Libertação, se pronunciavam a favor do PT, tudo era válido. Petistas representaram, via Ministério Público do Trabalho, contra o dono da loja Havan porque ele havia se posicionado a favor de Bolsonaro (típica ingerência sobre a opinião privada), mas nada falaram quando, em 2014, os carteiros dos Correios foram obrigados a distribuir santinhos de Dilma Rousseff (uso do que é público para favorecer objetivos privados). Que mais farão, além "do diabo", para tentar ganhar as eleições? Lembrem-se de que os "aloprados" não têm limites.

Claudio Juchem csjeduca@gmail.com

São Paulo

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POSTE ASSUMIDO

É vergonhoso ver um uspiano, casado, tranquilo, que toca violão e que tem a pretensão de governar o País viajar com frequência para a terra dos pinhais para receber orientação do oráculo presidiário. Dilma Rousseff era um poste orientado secretamente. Haddad, agora, quer se dissociar do encarcerado e do vermelho, pois se diz "democrata" - mesmo sendo de esquerda e tendo como vice uma comunista. Isto é que é a democracia petista.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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A MORTE DO GRANDE PAI

Um títere jamais poderá emergir como um grande líder. Fernando Haddad tem de se libertar de Lula, este Grande Pai - agora mais para Pai Ubu (?!) -, que está morto politicamente há muito tempo. E é porque o PT não fez o seu luto, insistindo até agora em mais do mesmo populismo, sem reconhecer e se retratar perante a Nação pela inequívoca decepção causada pelo Grande Pai e seus comparsas, é que chegamos ao impasse atual do voto antiPT pelo ódio. A transformação interna do partido, a fim de restaurar os valores e os objetivos originais do PT, não foi feita. Filhos que não amadureceram e não aprenderam a caminhar pelas próprias pernas. A única chance de demover os eleitores do voto pelo ódio é que este filho Haddad se rebele e se liberte dos grilhões do passado populista e de projeto de poder, falando com voz própria e por seus próprios princípios e valores. Só assim poderá emergir como um líder genuíno, conferir alguma redenção ao PT e penetrar o coração daqueles que trancaram seu voto no ódio.

Angela Oliveira Campo angela@picture.com.br

São Paulo

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PT E A FARSA DA 'DEMOCRACIA SOCIALISTA'

Num exercício de imaginação, esqueçam-se dos dois maiores escândalos de corrupção institucionalizada do mundo (mensalão e petrolão), que resultaram na prisão da quadrilha de deputados, ministros, presidentes de partido e ex-presidente da República. Ignore-se a incompetência de condução econômica de dois ex-presidentes (Lula e Dilma) que afundaram o País na mais profunda e prolongada crise econômica da história. E finja-se que não houve o fiasco da administração pífia do candidato Haddad na Prefeitura de São Paulo, enxotado no primeiro turno na eleição de 2016. Ainda que tudo isso não tivesse ocorrido nas nossas caras (e bolsos) ao longo de 14 anos, o que é perigosamente ridículo é assistir agora à farsa do discurso calculista do PT, ao se apresentar como "defensor da democracia". Isso precisa ser desmentido com todas as letras: são farsantes, e sua retórica é um mantra copiado dos manuais mais vulgares do socialismo. A supressão da democracia, que os desavisados não enxergam ou fingem não enxergar no projeto petista, é um processo a passos lentos: controle do Congresso pelo Executivo, aparelhamento da máquina pública com distribuição de cargos a rodo, controle de imprensa e, para coroar, controle do Judiciário, ou seja, exatamente o que o presidiário Lula e a "demitida" do cargo Dilma tentaram pôr em prática em seus respectivos mandatos. Como se lê nos créditos de novelas: qualquer semelhança é mera coincidência. Alguém minimamente lúcido cairá nessa? 

Márcio Stulman marcio@stulman.com.br

São Paulo

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DEMOCRACIA LULOPETISTA

Uma das palavras mais citadas pelo candidato à Presidência Fernando Haddad (ou deveria dizer Lula-Haddad?) é "democracia". Mas a qual democracia ele se refere é um mistério. Seria aquela da Venezuela ou a de Cuba? Ou seria aquela dos planos de governo do PT denominados "Plano Nacional de Direitos Humanos (Governo Lula-2009) ou do "Decreto 8.243" (Governo Dilma-2014) ou o último "O Brasil feliz de novo", destinado ao próximo governo lulopetista caso o poste Haddad ganhe as eleições? Todos eles podem ser tudo, menos democráticos. Aliás, a democracia não parece ser o forte de Lula, pois não se encontra no PT nenhum líder a não ser ele mesmo, e os candidatos são sempre "postes". Dias muito sombrios teremos pela frente se os políticos que prezam a democracia verdadeira não trabalharem ativamente para que ela persista no Brasil.  

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

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TUDO PARA DAR ERRADO

Dá até preguiça e cansa esta repetição! As esquerdas repetem a história, mesmo que ela quase sempre tenha dado errado. Anunciam a formação de uma frente "democrática" reunindo todos os tons de vermelho! Dos extremos PCO e PSTU, passando pelo próprio PT e chegando aos socialistas fabianistas tucanos. Tem tudo para dar errado, mais uma vez!

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro 

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'FRENTE DEMOCRÁTICA'

A partir de agora, para a salvação da candidatura de Haddad, estão criando uma "frente pela democracia". Por mais paradoxal que seja, é como o PT procura mostrar-se, em azul e amarelo, ao invés do vermelho. Até o prisioneiro Lula sumiu das fotos. Na caça aos frentistas estão José Eduardo Cardozo, ex-ministro de Dilma, e Paulo Vannuchi, dos Direitos Humanos, conhecido esquerdista lulista. FHC será um dos contatados a incluir-se na frente, o que não duvido que ocorra, e assim acabarão  de vez com o PSDB. Um outro nada expressivo, exceto pelo cargo exercido, é José Gregori, que fazia parte do grupo do holerite - segundo Alckmin. E, com o "apoio crítico" do PDT, em troca de alguns futuros cargos, acredito esperando que a campanha petista colabore na derrota eleitoral.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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AVALIAÇÃO LÓGICA

O que pensar de um eleitor que apoia um ex-presidente preso e condenado a 12 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, e cujo candidato a presidente, Fernando Haddad, já coleciona 32 processos na Justiça em São Paulo, segundo a revista IstoÉ? Ou seja, 48% do eleitorado comunga com a ética, com a moral e as práticas políticas do PT. O sociólogo Fernando Henrique Cardoso, que já anunciou seu apoio a Fernando Haddad, poderia, por favor, tecer uma tese que definisse o caráter de quase metade do povo brasileiro, inclusive o seu?

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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LAMENTÁVEL E TRISTE

O que se pode esperar de um sociólogo que teve um dia a subida honra de ter sido escolhido pelo povo brasileiro como seu presidente vir a público com o nariz em riste para dar apoio a um reles office-boy de cadeia com 32 processos nas costas? É realmente esse tipo de sucessor que ele deseja para o cargo que já exerceu? É esse o valor que dedica àquela honraria? Inacreditável. De repente aquela história de abonar a descriminalização da maconha lhe subiu à cabeça, vai saber. Porque a estas alturas da vida, da idade e da carreira política, este senhor deveria apresentar conduta de lealdade à sua própria história, ao País e sua sofrida gente, e não dar-se a este triste espetáculo de fim de linha. Mas já ficou patente que lealdade não é o seu forte, sabíamos disso, portanto nem se justifica a surpresa. Lamentável.

Doca Ramos Mello ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

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CUSTE O QUE CUSTAR

Os petistas querem a vitória a qualquer preço, mesmo que à custa da corrupção, sem honra e dignidade. 

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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VOTO DE CONFIANÇA?

O PT está dizendo aos brasileiros que clamam por mudanças, achando que são todos idiotas: "Não tenho nada que ver com Lula, com Dirceu, com Dilma e muito menos com todos os aloprados que pintaram e bordaram e que até há pouco tempo estavam aí nos palanques fazendo apologia da violência, da luta armada, do apoio a ditadores venezuelanos, bolivianos e cubanos do Foro de São Paulo (com nosso escasso dinheiro e nossas refinarias), do 'nós' contra 'eles', do derramamento de sangue e das invasões no campo e nas cidades, do extermínio das elites com varanda e churrasqueira. Minha bandeira não é vermelha, é igualzinha à dos tucanos e à do capitão. E, acima de tudo, EU NÃO SOU EU!". Dar um voto de confiança a Ali Babá, aliado do "capiroto", nesta altura, chega a ser engraçado, se não fosse uma tragédia. 

Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br

Cotia

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PARA LEMBRAR

Em geral Lula foi o santo ainda não canonizado do Brasil, mas algo importante tem de ser dito, porque não há no Brasil em geral ninguém que se meta na política para não se dar bem, por isso é muito importante lembrar que Lula e sua turma no sindicato de São Bernardo, entre eles Luiz Marinho, Vicentinho e Menegheli, forçaram muitas empresas a se mudarem pela quantidade de greves e pedidos destes senhores tão honestos. Ou seja, o desemprego assombrou o ABC entre as empresas de grande porte. Uma foi a Brastemp, que foi para Rio Claro, e outra a Rexroth, alemã, que foi para Santa Catarina. Ou seja, na biografia deste senhor não há só flores, não, e de santo ele não tem nada. A Petrobrás e as palestras que o digam. 

Marieta Barugo mbarugo@bol.com.br

São Paulo

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QUE PAÍS É ESTE?

No ensino fundamental o aluno apresenta a lição de casa, o professor avalia, corrige os erros, dá uma nota e determina as tarefas para a próxima semana. Nesse nível de escolaridade, esse é um dos métodos pedagógicos. Entretanto, essa atividade representa um contrassenso e torna-se ridícula quando o aluno é um adulto com curso superior, candidato a presidente da República e o professor, um ex-presidente com curso médio incompleto, condenado por corrupção e quando a sala de aula é a cela de um cárcere. Este país é o Brasil, que não é um país sério. E estes personagens continuam julgando todos nós, o povo brasileiro, um bando de idiotas.

José Paulo Cipullo j.cipullo@terra.com.br

São José do Rio Preto 

    

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QUE JUSTIÇA É ESTA?

Respondendo ao leitor sr. Fábio Bertoncello ("Fórum dos Leitores", 10/10, A2), que pergunta se da cadeia pode pedir votos, pode, sim, com as bênçãos do TSE, do STF e de todas as instituições que deveriam zelar pela "justiça" deste país, mas não o fazem.

Marisa Bodenstorfer 

Lenting, Alemanha 

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PRESIDIÁRIOS

Um ex-governador e um ex-presidente da República roubaram o mesmo dinheiro público e foram condenados pela mesma Justiça brasileira. Só que um foi para um presídio comum, com regras rígidas e punição severa para aqueles que as descumprir, enquanto o outro foi acomodado numa sala improvisada na sede da Polícia Federal em Curitiba, de onde acintosamente comanda a campanha política do seu partido nesta eleição. A Justiça deveria explicar aos cidadãos brasileiros que nela acreditam e a respeitam qual a diferença entre o presidiário Sérgio Cabral Filho e o presidiário Luiz Inácio Lula da Silva.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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ELEIÇÃO E VIOLÊNCIA

O "nós" contra "eles" é a origem desta violência que temos visto. A mais recente vítima foi o mestre de capoeira Moa do Katendê, morto a facadas em Salvador após uma discussão política. A declaração do presidiário Lula nesse sentido separou o País. A violência originou-se no PT. Eles é que têm usado de violência. E o candidato Haddad, para passar uma imagem de que não são violentos, disse, após a apuração dos votos do primeiro turno, que eles não andam armados. Sim, contratam para fazer o chamado "serviço sujo".

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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ONDA DE ÓDIO?

Onda de ódio e intolerância? Não é bem isso, é apenas a verdade caindo no seu colo. Mas que boa oportunidade temos nas mãos, de conhecer de verdade aquele velho amigo, nu e cru, como veio ao mundo. Deixar de frequentar aquele lugar "cool" porque agora você enxerga realmente para a conta de quem vai o seu suado dinheiro. Que em 28/10 esta onda de consciência não se desfaça, que não voltemos para a vidinha fútil cheia de máscaras e que, sim, a verdade seja soberana.

Fabiana Gonçalves fabifabigon@gmail.com

São Paulo

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'UM ELEITOR CHAMADO REVÓLVER'

O viés ideológico/político do jornalista Eugênio Bucci fica a cada dia mais exacerbado e repulsivo. Em recente artigo ("Estado", 27/9, A2), ele simplesmente destruiu Jair Bolsonaro, acusando-o de falhas e erros de toda sorte. Nem uma simples palavra sobre as evidentes falhas do candidato títere. Nem uma mísera citação dos desmandos do partido que instituiu a corrupção e destruiu o Brasil. Agora, em sua última coluna ("Um eleitor chamado revólver", "Estado", 11/10, A2), continua com suas diatribes contra o favorito do primeiro turno. Não passa pela cabeça contaminada do jornalista a menor ideia de isenção e imparcialidade. Aliás, ele, que só fala de violência, deveria refletir um pouco sobre a descabida violência de seus artiguetes. Fico imaginando o teor das aulas que ministra na ECA-USP.

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

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EUGÊNIO BUCCI

"Nóis" contra "eles" pode?

Carlos Vetorazzi cnorbertovetorazzi@yahoo.com.br

São Paulo

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VAIAS EM SHOW

Será que o "o ponto de vista político" do cantor Roger Waters foi censurado, ou as vaias e o direito de manifestação do público presente foi violado? Afinal, este senhor veio até o Brasil para cantar ou para passar vergonha? Ego é tudo!

Ana Silvia F. P. Pinheiro Machado anasilviappm@gmail.com

São Paulo 

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PACÍFICO PROTESTO

Não votei e não votarei em quem vai militarizar o País, impor censura e tirar a nossa liberdade. Também não votei e não votarei em integrante de partido corrupto e de tendência comunista. Voto nulo como pacífico protesto até reorganizarmos a necessária (terá de ser séria) e gostosa democracia. Se nos unirmos nesta, chegaremos lá. Ou adeus esperança! Brasileiras e brasileiros, vamos nessa?

 

Aparecido Ladislau Favini favini.1952@gmail.com

Campo Mourão (PR)

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DEMOCRACIA NÃO REPRESENTATIVA

A democracia representativa brasileira não está representando nada nem ninguém: há um clima de profunda insatisfação com os dois candidatos que alcançaram o segundo turno na corrida presidencial, ambos apresentam índices de rejeição enormes. É evidente a contrariedade do eleitor, que vota envergonhado, sem convicção e tendo enormes dificuldades para justificar para si mesmo seu voto no menos pior. O Brasil precisa voltar para as ruas e exigir eleições diretas já! Pelo fim da ditadura dos partidos políticos, pelo direito de escolher o presidente da República e demais governantes desde o começo do processo, sem a tutela das organizações criminosas em que se transformaram os partidos políticos. Os dois candidatos que a democracia representativa apresentou não são dignos do cargo que pleiteiam e isso está levando o País a um estado de absoluta frustração e desesperança. Qualquer um que seja eleito representa muito mais um problema do que uma solução para o País sair do buraco. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo 

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REPRESENTATIVIDADE

Entendo que uma democracia é quando todos os cidadãos elegíveis elegem igualmente. 13 milhões de eleitores de Minas Gerais têm 2 representantes no Senado, enquanto somente 360 mil eleitores do Amapá também têm 2 representantes. São Paulo tem somente um deputado por cada 400 mil eleitores, enquanto Roraima tem um deputado por cada 30 mil eleitores. Por que, para o Senado e para a Câmara dos Deputados, um voto do Rio de Janeiro vale menos de 10% de um voto do Acre? Democracia representa o cidadão ou o Estado? O quanto nossos votos são iguais? Quanto o Brasil é uma democracia?    

 

Marco Kerkmeester Marco@santograo.com.br

São Paulo

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SEGUNDO TURNO

Partido Novo fica neutro, mas diz ser contrário ao PT. João Amoêdo revela a sua nanicagem.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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FOGO AMIGO

Parece que o recém-eleito senador Major Olímpio, do PSL, está torcendo contra o seu candidato a presidente, Jair Bolsonaro. Está declarando seu voto de segundo turno no candidato do PSB ao governo de São Paulo, mesmo sabendo que este é de um partido filial do PT, ao qual está coligado e do qual receberá apoio no segundo turno estadual. Isso vem desde 2010, quando o candidato pelo PSB era Paulo Skaf, que também declarou voto a Haddad. Em outras palavras, o major está arriscando perder votos para o seu presidenciável de eleitores antipetistas, assim como eu. Vale a pena, major?

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha 

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NEUTRALIDADE PAULISTA

As discussões nacionais devem envolver os dois candidatos à Presidência da República e só. Candidatos a governador têm de discutir temas de competência estadual e ponto. A posição de neutralidade de Márcio França é coerente. O PSB já mostrou quem apoiará, mas os diretórios de São Paulo e do Distrito Federal optaram pela neutralidade. Que os eleitores paulistas analisem os candidatos ao Palácio dos Bandeirantes por meio de suas propostas de governo, condições políticas de liderar o Estado e, principalmente, a coerência e a vida pregressa. Aquele que trai seus aliados, seu padrinho político e quer tomar de assalto o controle do partido não deveria comandar o Estado mais rico do Brasil.

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

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UMA ESCOLHA DECISIVA

O editorial "Uma escolha muito difícil" ("Estado", 8/10, A3) está perfeito, é uma escolha muito difícil a que faremos no dia 28 de outubro, e até diria triste. Contudo, é decisiva a escolha entre o que já conhecemos e empurrou o Brasil para a crise atual ou um destino desconhecido. O desconhecido poderá ser construído politicamente e pelos limites da lei. O que já vivemos estourou o País, fez a corrupção grassar livre pela Nação e, se for recolocado no poder, receberá um aval para continuar naquela linha de desastres.

Nelson Mattioli Leite nelsonmleite@uol.com.br

São Paulo

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COMPARANDO AS PROPOSTAS

As propostas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos presidenciáveis Jair Bolsonaro e Fernando Haddad são diametralmente opostas. Enquanto Bolsonaro quer a redução da carga tributária, o aumento da receita aos municípios, não impor controle à mídia em geral, manter a Lava Jato, ter tolerância zero na segurança, propor a redução da maioridade penal, reduzir ministérios, impor total obediência à Constituição federal, ter segurança no campo, abrir o País para novos mercados, manter na cadeia os criminosos, acabar com a progressão de pena e combater a liberação das drogas, por outro lado, Haddad quer mais imposto sobre exportação, imposto sobre lucros e dividendos, imposto rural, regulamentar a mídia, fazer a reforma da Justiça, diminuir o poder do Ministério Público Federal; desmilitarizar as polícias, iluminar as ruas com LED, criar mais seis novos ministérios, desenvolver infraestrutura com a Venezuela, propor uma nova Constituição para aumentar o poder do Estado, regulamentar o agronegócio, evitar ampliação de latifundiários, implantar a reforma agraria, distribuir terras ao MST e aos indígenas, reduzir a massa carcerária, libertar presos e descriminalizar as drogas. Nada mais é do que uma excelente ferramenta decisória para os antipetistas. Muda, Brasil!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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ENTRE O RUIM E O DESCONHECIDO

Não há dúvida alguma de que quem irá enfrentar Fernando Haddad no segundo turno das eleições para presidente da República, muito mais do que propriamente Jair Bolsonaro, será um sentimento antilulopetista bem estabelecido em boa parte do eleitorado que votou e continuará votando no candidato do PSL. Sim, existe uma onda conversadora que se identifica com as ideias de Bolsonaro, mas é inegável que a repulsa pelo PT e a ameaça que o partido representa para estes eleitores alavancaram o voto útil contra Haddad no primeiro turno e o farão no segundo. Entre o ruim e o desconhecido, esta fatia do eleitorado optou pelo desconhecido. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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O FENÔMENO BOLSONARO

Vejo muitos cientistas políticos tentando explicar o "fenômeno" Jair Bolsonaro. Mesmo eu não sendo político, a explicação para esse fato é simples demais: 80% dos votos que Bolsonaro recebeu foram votos de protesto, até porque a sociedade brasileira, por não suportar mais tanta sujeira na política, está tentando buscar alternativa. Contudo, não podemos nos esquecer da última eleição, quando o "palhaço" Tiririca foi o deputado mais votado e, infelizmente, durante seu mandato nada fez para beneficiar nossa sofrida sociedade.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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O GOVERNO BOLSONARO E A FLORESTA

O "Estadão" de quarta-feira, 10/10, publicou extensa reportagem sobre os generais que ocuparão cargos importantes no eventual governo Bolsonaro, entre eles o general Oswaldo de Jesus Ferreira, que pretende construir a hidrelétrica no Rio Tapajós e mais uma atômica em Angra dos Reis, ainda que se preocupe com o desmatamento. Ora, com o desenvolvimento da energia fotovoltaica, da qual o Brasil é o detentor do maior potencial do planeta, não se justifica mais construir hidrelétricas na Amazônia, que exige linhas quilométricas de transmissão, além de devastar a floresta. Muito menos atômicas. Bolsonaro vai fundir os Ministérios da Agricultura e o do Meio Ambiente, para acabar com as divergências entre os dois. Ora, o cotado para comandar esse ministério é o presidente da União Democrática Ruralista, Nabhan Garcia, que já declarou que pretende acabar com a "indústria de multas" do Ibama. Assim, questões como as do meio ambiente serão com certeza tratadas sem a importância que merecem. Também o capitão Bolsonaro afirmou que, se eleito, vai tirar o Brasil do Acordo de Paris, sobre o aquecimento global. O "Estadão" publicou em 8/10 matéria sobre o tema informando que 91 cientistas de 40 países revisaram o cálculo inicial de que o aquecimento médio do planeta deveria estabilizar em menos de 2°C, a mais do atual, até o ano de 2100. Nos novos cálculos, porém, concluíram que essa média deverá ser de 1,5°C, limite que com certeza será alcançado entre 2030 e 2052, nas atuais circunstâncias. Ou seja, daqui a 12 anos. Consta nos estudos destaque de que as florestas ganham peso para zerar emissões de CO2. Ora, o Brasil ainda possui a maior floresta do planeta, que vem sendo desmatada impiedosamente, seja por hidrelétricas, fazendeiros e madeireiros. Donald Trump retirou o seu país do Acordo de Paris, mas o presidente do Brasil não poderá fazer o mesmo. Temos o maior potencial para estabilizar o aumento médio da temperatura do planeta. Sem o Brasil não vai dar.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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GENERAIS GANHAM ESPAÇO

Até que enfim o Brasil mudará de cor. Vamos dar adeus ao vermelho sangue e saudar o verde-oliva. Sejam bem-vindas as Forças Armadas. Somente elas para brecar os desmandos, acabar com a corrupção em nosso país e prender a corja de malfeitores que criou este caos econômico e social em que vivemos. Agradeço ao capitão e deputado Jair Messias Bolsonaro. Por ter encarado esta bandidagem sozinho, gostaria de chamá-lo Davi.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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PREOCUPANTE

É preocupante a notícia de que generais ganham espaço na campanha e formulam planos para Bolsonaro. Não custa lembrar, pois parece esquecido por muitos, que quando os generais/militares tiveram espaço no Brasil eles tomaram o poder à força, destituíram o Congresso, as liberdades individuais e coletivas, mataram, torturaram e colocaram o País em mais de 20 anos de regime de exceção.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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AMEAÇA MILITAR

Na hipótese de Bolsonaro chegar ao poder, o Brasil vai virar uma estratocracia, ou, na melhor das hipóteses, vai se transformar numa democracia autoritária.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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MINISTÉRIOS

Gostaria de perguntar ao candidato Jair Bolsonaro quantos ministérios teria seu governo, se fosse eleito. Porque, se for um Haddad, sei que seriam mais de 30. Se a resposta for em torno de 12 ou, no máximo, 15, mostraria ser diferente do bando que criou quase 40 pastas.  

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça 

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TAPA NA CARA

Estou entendendo quem detonou o PSDB, prejudicando Geraldo Alckmin nesta eleição. É a turma que saiu correndo para os braços de Fernando Haddad (PT), parecendo mulher de malandro, que é desprezada, apanha, mas, ao primeiro aceno, sai correndo para o "sim, senhor, seu Lula", digo, Haddad. Estou chocada, pois cada um apoia quem quiser, mas não declaradamente o PT, que foi repudiado estes anos todos pelos eleitores do PSDB. É um tapa na nossa cara. Quem eles resolveram apoiar, o PT, já começou com mentiras, retirando o rosto do prisioneiro Lula das suas propagandas, a cor vermelha do 13, além de acionar sua tropa para fazer a campanha do medo com suas velhas estratégias para enganar os mais pobres, as classes C, D e E dizendo que o sr. Bolsonaro irá tirar direitos do trabalhador e acabar com programas sociais. Vão pedir reforço das centrais e movimentos sociais para mentir disseminando a versão de que o sr. Bolsonaro é contra o trabalhador. Este é o PSDB que não aprendeu nada com o resultado desta eleição. Não seria mais honesto com seus (ex) eleitores se filiarem ao PT? 

  

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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FINAL FELIZ

O PSDB conseguiu o mais difícil: desintegrou-se antes do PT.

Luiz Frid  luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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DA GANGORRA AO MURO

Alckmin entrou para a política (ficou conhecido), para os paulistas, a partir de vice-governador de Covas. Daí em diante, foi governador, prefeito, governador, candidato a presidente (não exatamente nessa ordem), e ficou nesta gangorra com desempenho pífio, ganhando a alcunha de "picolé de chuchu". Agora, finalmente, consegue um desempenho espetacular: destruiu totalmente (implodiu/teve ajuda) o PSDB e com chave de ouro insinua ao partido não apoiar a possível salvação do Brasil. Como característica indelével, sugere a parte de cima do muro. Se resolver se aposentar, ajuda um pouco, pois não atrapalha mais. 

 

Ulysses Fernandes Nunes Junior Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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OUTROS TEMPOS

Há anos que o PSDB não é unido, portanto nenhuma surpresa o diretório paulistano expulsar 15 membros tradicionais por traição, entre eles o velho tucano Alberto Goldman. Vimos isso acontecer nas eleições de 2006, quando Geraldo Alckmin, desconhecido no País, deu uma rasteira em José Serra, primeiro nas pesquisas à época quando o PT sofria com baixa popularidade por causa do mensalão. Resultado, perdeu feio e o PT se manteve no poder até 2015, deixando o País economicamente arrasado. Alckmin, provavelmente influenciado por estes velhos caciques do PSDB, errou mais uma vez em sua campanha, saindo minúsculo, como todo o partido nacional. Sempre votei no PSDB contra o PT, mas há muito não quiseram ouvir a jovem guarda do partido, entre eles João Doria. Daí a revolta dos velhos tucanos que saíram bicando colegas de partido e levando alimento (vídeos) aos opositores. O resultado nacional repete o estadual, com pífios candidatos eleitos. Ou o PSDB renova ou morre na praia. Para começar, deixar de ouvir FHC. Os tempos mudaram! 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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DEMÉRITO

Somos protagonistas da história ou nos omitimos permitindo que outros decidam por nós? Se o candidato que eu queria para presidente não chegou ao segundo turno, eu simplesmente fico emburrada num canto e, agindo como criança mimada que não conseguiu o brinquedo que queria, anulo meu voto ou me abstenho de escolher, como se a minha vida acabasse aqui, como se nada mais fosse me acontecer? Não apenas as pessoas que fazem isso, como um partido político (PSDB), demonstram completa imaturidade para o desempenho político e de cidadania. Aliás, o PSDB, que mais uma vez ficou em cima do muro, não soube catalisar a nossa profunda aversão ao PT, merecendo o nosso desdém atual. Reitero: qualquer pessoa ou instituição que se aliena de um processo tão importante como a escolha do presidente do País não merece estar presente em nenhuma configuração de oportunidades que se apresente futuramente.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com

São Paulo

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