Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O Estado de S. Paulo

14 Outubro 2018 | 03h00

A DEMOCRACIA DOS CANDIDATOS

Com qualquer um dos candidatos que disputam a Presidência da República no segundo turno não é possível assegurar que a democracia não será atacada. O ex-capitão Jair Bolsonaro (PSL) defende o golpe que a afastou dos eleitores por 20 anos e já disse que não aceitaria outro resultado que não fosse a sua vitória. Fernando Haddad (PT), o representante do ex-presidente Lula nas urnas, alerta para os perigos que a democracia corre caso não seja ele o eleito, como se esse perigo não fizesse, acintosamente, parte do programa de governo apresentado pelo seu partido. Definitivamente, esse quesito não poderá ser usado como base para quem ainda não decidiu qual será o seu candidato.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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QUE DEMOCRACIA?

Este ano, alguns institutos de pesquisas decidiram valorizar a democracia, incluindo-a nos questionários de intenção de votos. Todos querem a democracia! Mas qual democracia? Geisel falava em democracia relativa e promoveu a abertura ampla, lenta e gradual, permitindo a extensão do regime democrático até o lastimável estágio atual. As minorias querem a democracia que lhes permita impor-se sobre as maiorias, o que é a antidemocracia – embora suas posições devam ser consideradas. Os políticos querem a demagogia – a completa distorção da democracia – para manter os seus grupos no poder. Os juízes escoram-se nos privilégios legais da magistratura (inamovibilidade, vitaliciedade e irredutibilidade dos vencimentos) para, com interpretações difusas, confusas e pessoais, imporem a sua autodemocracia. Muitos criticam Jair Bolsonaro imputando-lhe um viés antidemocrático. E a democracia petista? Seu conceito e sua prática foram recentemente externados por José Dirceu.

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

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DO DISCURSO À PRÁTICA

O PT fala em democracia, mas foi José Dirceu que disse que eles iriam "tomar o poder, que é diferente de vencer uma eleição". O PT fala em paz, mas foi Jair Bolsonaro quem foi esfaqueado.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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CONVERSINHA

Como Hugo Chávez e Nicolás Maduro, na Venezuela, o PT e os lulopetistas, de conversinha em conversinha democrática, quase levaram o País ao socialismo devastador da Venezuela, não fosse aqui a agudeza de espírito dos brasileiros. Espantaram os brasileiros o bolivarianismo atirando para todos os lados com Jair Bolsonaro. Com as eleições, ficou demonstrado que aqui não queremos nem comunismo nem Estado socialista, tendo sido eleito o Estado liberal e incentivador da iniciativa privada.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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A NOÇÃO DE DEMOCRACIA DO PT

O desespero leva a tudo, começando na política. Instruído pelo "alter ego" Lula, ora na cadeia, o coordenador Jaques Wagner, da campanha de Haddad para o segundo turno, procura criar uma "frente democrática" convocando FHC, Ciro Gomes, Marina Silva, Guilherme Boulos. E por que não Teodoro Mbasogo, ditador da Guiné Equatorial, José Eduardo dos Santos e a filha Isabel, ambos de Angola, Roberto Mugabe, do Zimbábue, e outros ilustres africanos com os quais o PT negociava dinheiro público? E ainda querem ganhar a eleição!

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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FÉRIAS

Ciro Gomes viajou para o exterior depois do primeiro turno da eleição. É isso aí, para coronéis do "pudê" não há tempo ruim, a bufunfa é farta e pode gastar à vontade. Com certeza, o cara de pau vai desfrutar dela em Paris ou coisa que o valha.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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ESQUERDA DEMOCRÁTICA?

Sempre fico injuriado ao ouvir o PT falar de "democracia", claramente mentindo para o povo. A democracia do PT é, na verdade, uma ditadura de sovietes. 

Carlos A. Borges borges.ca@gmail.com

Rio de Janeiro 

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CARA DE PAISAGEM

Em artigo publicado na semana passada no "Estadão" (6/10, A12), o brilhante jornalista francês Gilles Lapouge, que já colaborou com os renomados jornais "Le Figaro" e "Le Monde", e atualmente é correspondente do "Estado" na França, destaca a verdadeira avalanche de críticas que a imprensa francesa e internacional, de uma maneira geral, faz ao candidato brasileiro que disputa o cargo de presidente da República e liderou a votação no primeiro turno. Um dos jornais acima citados retrata esse candidato como "insignificante", ávido por fama e polêmica, e é ridicularizado por sua ignorância e seus comentários "agressivos, vulgares, misóginos e homofóbicos". Fazem coro à revista britânica "The Economist", que publicou artigo denunciando a ameaça à democracia na América Latina representada pelo crescimento dessa candidatura de extrema-direita. Sem entrar no mérito dessas opiniões, o que choca é que nenhuma palavra tem sido escrita por estes mesmos órgãos de imprensa sobre a alternativa que se apresenta aos brasileiros. Esta imprensa se omite quando a questão é colocada. Com seu forte viés esquerdista-comunista, grande parte da imprensa internacional e nacional age exatamente como os partidários dessa alternativa eleitoral, ou seja, fogem de responder às questões centrais igualmente ameaçadoras ou mais ameaçadoras ainda à democracia latino-americana, como: o que eles acham do Foro de São Paulo e sua ideia de formar a União das Repúblicas Socialistas da América Latina? É democrática a intenção do partido esquerdista de criar o "controle social da mídia", ou seja, instituir a censura oficial dos órgãos de comunicação? Que contribuição deu para o fortalecimento da democracia no Brasil o assalto sistemático aos cofres públicos e à maior companhia estatal brasileira, praticado por meio de atos de corrupção do partido da candidatura alternativa durante os 13 anos em que esteve no governo? Quando essas questões são propostas, eles fazem "cara de paisagem".

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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O NOVO FIGURINO DE HADDAD

Estamos diante de dois partidos para decidir quem será o presidente do Brasil. O lulismo e o antilulismo. Após as eleições, Haddad vai tentar vestir outro figurino, não mais o do "poste" de Lula. Sua estratégia é não visitar mais o chefe na cadeia, não citar o nome dele, desvencilhar-se de sua imagem e, por fim, de uma hora para outra, resolveu se passar por um democrata. Desde quando o PT esteve preocupado com a democracia? Basta ler seu programa de governo e ver o que está contido lá. É pura falsidade, estão fingindo ser o que não são. O eleitor mais atento sabe que não é possível confiar neste partido que quer o poder a qualquer preço. Para ser um democrata, é preciso mudar suas ideias, convicções e mudar a cor. A democracia nunca foi nem será vermelha.  

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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QUE FIQUE CLARO

O Partido dos Trabalhadores está sendo orientado por um presidiário. Lula está preso porque cometeu crimes. Que isso fique bem claro! O PT não pode falar em ética diante desse absurdo. Fernando Haddad segue direitinho as orientações de seu mentor, Lula. Qual é a seriedade desta mensagem passada ao mercado interno e aos investidores externos? Um eventual governo do PT será capitaneado por um detento? Que país é este? O PT teve 13 anos para mostrar do que era capaz, e o desastre foi enorme. O resultado pode ser observado pela grave crise que o Brasil atravessou nos últimos anos. Várias empresas foram à falência, resultando em milhões de desempregados. Os brasileiros querem viver no caos?

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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HUMILHAÇÃO

Foi humilhante para o candidato a presidente da República Fernando Haddad, segundo relato do próprio aos aliados, ter recebido do ex-presidente Lula, de dentro da carceragem da Polícia Federal, a crítica: "Tudo o que eu podia fazer por você eu já fiz, agora você é quem precisa trabalhar". O Brasil não merece ser governado por uma pessoa que não tem personalidade própria.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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DISTÂNCIA

É impressão minha ou "o cara" da cela anda com medo de se confrontar com Bolsonaro?

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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FAZER ‘O DIABO’

Talvez o melhor ensinamento que Lula, preso em Curitiba, tenha dado a Haddad é que use "todas as armas" do PT para tentar se eleger, mas que tome cuidado para não acabar como ele, preso!

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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NEM PRINCÍPIOS NEM ESCRÚPULOS

Para angariar apoio no decisivo segundo turno da campanha presidencial, não há dúvida de que o sórdido e corrupto PT vai fazer o diabo e prometer entregar tudo e mais um pouco. O nefasto partido, que não conhece princípios nem escrúpulos, é bem capaz de negociar a própria mãe. #PTnão!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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FICHAS SUJAS

Nunca votei, não voto e jamais votarei no "Partido dos Traidores". Por acaso vocês leram quem são os coordenadores da executiva que o tal partido vermelho colocou na campanha do candidato deles à Presidência? Todos fichas mais sujas impossível. Pensem.

José Fernandez Rodriguez rodriuez1941@gmail.com

Santos

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ROL DA QUADRILHA

Todos os dez ministeriáveis apresentados por Fernando Haddad, caso eleito, respondem, sem exceção, a alguma investigação ou processo perante a Justiça. São "elles": Jaques Wagner, Alexandre Padilha, Marcio Macedo, Paulo Teixeira, Rui Falcão, Gleisi Hoffmann, Franklin Martins, Celso Amorim, José Genoíno e Aloizio Mercadante, por enquanto. Aliás, alguns são investigados também pela morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel, que não compactuava com a corrupção e se dispôs a tornar públicos os petistas envolvidos. Fora tigrada!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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DE RELIGIÃO, DE CAMALEÃO E DE LOBOS

Há quem diga que o PT é uma seita ou uma religião. Tem seus dogmas, é uno e múltiplo. Um mistério! É trotskista, stalinista, gramscista, lulista e, agora, também social-democrata. Quem diria? Já começo a crer que até as eleições chegará a centrista, liberal ou conservador, se preciso for. Mudará o seu programa de governo, de inspiração bolivariana, e escreverá outro com juras de amor pela democracia representativa. Sai o controle social da mídia e da Justiça, sai a soberania dos conselhos populares – os soviets tupiniquins –, sai também a democracia direta plebiscitária ao estilo chavista. Entra aquele sempre lembrado nos períodos de baixa ou na defesa de supostos crimes, o Estado Democrático de Direito. Agora, menos vermelho, mais verde e amarelo, até já falam em combater a criminalidade. Poderão chegar rápido ao resgate dos valores da família e mesmo à defesa da tradição e da propriedade. Pelo poder, tudo vale, não há problemas nem dilemas. A aparência, tal qual os meios, não importa. Como o camaleão, mudam-se a cara e a cor. Como o lobo, pode-se perder o pelo. A essência e o vício, jamais!

José Jairo Martins josejairomartins7@gmail.com

São Paulo

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O VOTO DA IGREJA

Alguém, por favor, avise ao papa Francisco, assim como à Conferência Nacional dos Bispos Bolivarianos – digo, Brasileiros – que nós, os fiéis católicos, não mais desejamos nossa igreja alinhada com o esquerdismo, especialmente o petista? A Igreja Católica brasileira, se continuar assim, mal dirigida por maus bispos e maus padres de batina vermelha, acabará mais esvaziada do que já está por culpa exclusiva de quem, tendo o dever de rezar uma missa, prefere transformá-la em comício e procissão em passeata.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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POPULISMO ELEITOREIRO

Cristovam Buarque, um dos poucos senadores da República que merecia crédito, pisou na bola ao declarar voto em Fernando Haddad alegando que é contra a intolerância e o autoritarismo de Bolsonaro. É mais um favorável ao populismo barato e eleitoreiro da quadrilha petista.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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FALTOU TIJOLO NA PAREDE

Pelo visto, as informações passadas ao ex-Pink Floyd Roger Waters, que foi vaiado em show em São Paulo ao chamar Jair Bolsonaro de neofascista, foram tendenciosas. O #EleNão deveria incluir os corruptos Lula, Dirceu, Vaccari, Palocci, Delúbio e o representante legal de todos eles, Haddad.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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PECHA INJUSTA

Fascistas, não. Patriotas!

Candida L. Alves de Almeida almeida.candida@gmail.com

São Paulo

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NAZISMO, DITADURA E DEMOCRACIA

É um absurdo chamar Bolsonaro de nazista. A maior marca da intolerância nazista foi o genocídio. Por acaso, Bolsonaro pregou o assassinato coletivo ou individual de quem quer que seja? Não. Então é melhor guardar o termo nazista para quem de direito. Em relação a simpatias por ditadores, a um plano de domínio absoluto do Estado por um partido e ao desrespeito pela democracia, infelizmente vimos essas coisas ocorrendo na prática ou em vias de ocorrer no período em que fomos governados pelo PT. Apesar de não termos chegado ao ponto de Cuba e da Venezuela, a bússola apontava naquela direção. E isso é exatamente o que não queremos. Nem por parte da esquerda, nem por parte de direita. Com igual grau de repulsa. 

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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NÃO AO DEBATE

Enquanto concede longas entrevistas seletivas a emissoras de rádio e de TV, o candidato Bolsonaro anuncia que não irá comparecer ao primeiro debate do segundo turno na TV com o candidato Haddad. Atitude típica de quem não está acostumado aos imperativos do regime democrático, de expor e debater suas ideias em público.

Marcos Abrão  m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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VERVE DITATORIAL

"No meu tempo não havia MP e Ibama para encher o saco", declarou um general e provável ministro se Bolsonaro vencer as eleições. Está implícito nessa fala o que a psicologia chama de ato falho, a verve ditatorial de membro da equipe bolsonarista. E, caso esteja no poder, é possível que não queiram nem MP, nem Ibama, nem jornais, etc. enchendo seus sacos.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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UM LÍDER E OS ANÕES

A Alemanha estava completamente arrasada depois da guerra, e a missão de reerguer o país massacrado coube a Konrad Adenauer. Político anti-Hitler, preso pela Gestapo durante a guerra, Adenauer soube identificar os gigantescos problemas que a Alemanha enfrentava, principalmente com os vizinhos europeus, e reergueu a nação alemã em cerca de duas décadas. Fez as pazes rapidamente com a França e os outros países atacados por Hitler, fomentou a atividade industrial, combateu o colossal desemprego, a inflação, a economia arrasada, recebeu apoio maciço dos aliados, foi um gigante. O Brasil precisa de um líder com a mesma estatura de Konrad Adenauer, um líder que una a Nação, resolva os problemas e crie oportunidades para o País prosperar. O que temos são dois anões políticos se estapeando, completamente incapazes de unir esforços, incapazes de pensar e propor soluções. Duvido que Haddad e Bolsonaro sequer saibam quem foi e o que fez o grande estadista Konrad Adenauer. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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SEGUNDO TURNO

Se Deus realmente for brasileiro, que então nos proteja!

Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

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ENDIREITANDO O PAÍS

As esquerdas sempre gostam de colocar rótulos e, nesta eleição, inventaram o rótulo "voto contra", como se o contra fosse em si só a motivação. Quem vota em Bolsonaro vota para endireitar o Brasil, começar a reparar o dano de muitos anos perpetrado pelo PT nos 13 anos em que esteve no poder, bem como dar ao País uma nova Constituição, pois a dita "cidadã" quebrou o Estado. Vota-se contra a mentira e o descaramento daqueles que não reconhecem seus erros, vota-se pela família, pela segurança, contra a corrupção e, o mais importante, para que haja de novo alguma decência e dignidade na política.

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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‘VOTO EM CRUZ’

Será que não perceberam que muita gente escolhe Bolsonaro como um antídoto ao "veneno do PT"? Os companheiros de Lula assaltaram os cofres públicos e nos traíram, roubando o nosso direito a saúde, educação, segurança pública, infraestrutura logística e de transportes de qualidade e por aí vai. Combatendo a corrupção, dando continuidade à Lava Jato, teremos mais recursos para as enormes carências da população. Votar em Bolsonaro pode ser o "voto em cruz", sacrificando nossas preferências entre os outros candidatos, simplesmente para arrastarmos o PT para trás. Acredito que o ano de 2022 está próximo, quando poderemos escolher entre Amoêdo, Álvaro Dias, Alckmin ou Doria, por exemplo, e, até lá, esperamos que Lula continue na cadeia, que Dirceu para lá retorne e que a Lava Jato siga adiante, além das reformas cruciais na economia, como a da Previdência, a política e a tributária. Boa sorte para todos nós!

Silvia R. Pereira de Almeida silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo 

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AS PRAGAS DO EGITO

O que parecia uma travessia tranquila do Mar Vermelho da eleição presidencial transformou-se num medo pânico de as hordas faraônicas/petistas, com sangue nos olhos e faca nos dentes, de posse do poder central, promoverem uma transformação radical nas instituições, desfazendo tudo o que estava moralizando as leis e os costumes no Brasil. O momento é crítico. Pior do que o exército de faraó no mar, que podia contar com a proteção do Deus Jeovah, do povo israelita. Uma derrota de Bolsonaro no segundo turno seria como se o exército faraônico alcançasse o povo de Deus. Nas apurações, notou-se uma razoável defenestração de muitos morubixabas da tribo, mas é preciso limpar a sujeira, esfregar, enxaguar e lavar com muita água. Que Bolsonaro atravesse este Mar Vermelho com a proteção de Deus e o nosso voto.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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AÇÃO COM TRANSPARÊNCIA

Os resultados das eleições nas mais diferentes regiões brasileiras caracterizaram uma grande despolitização do eleitorado, sem a definição de um posicionamento, se de esquerda, direita ou centro. E mais, a parcela significativa dos parlamentares eleitos destaca a ampliação dos grupos corporativos. Isso é preocupante, pois se sabe que os Executivos dependem muito de concessões e entendimento para o encaminhamento de questões que dependem da aprovação parlamentar. E, por fim, dos vários segmentos sociais se exigirão mais do que nunca ações de formas transparentes, discutindo propostas de forma a levar em consideração o interesse maior, o desenvolvimento social com a elevação do grau de educação. E sem deixar de lado os projetos da economia e questões como a saúde e a segurança pública. Para que o Brasil ocupe o lugar de destaque de que precisamos.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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GOVERNABILIDADE

Qual será a alternativa à falta de governabilidade prenunciada por alguns analistas, qualquer que seja o resultado do segundo turno para presidente? A apatia ou eventual paralisia da equipe eleita? A repetição do triste espetáculo do impeachment? Uma indesejável ruptura institucional? A verdade é que o País está diante de questões urgentes a serem debatidas construtivamente e reformas inadiáveis a serem implantadas a fim de evitar a quebradeira das contas públicas. Assim, seria de bom alvitre que os escolhidos em todos os níveis compreendessem a gravidade do momento e, pelo menos durante os períodos iniciais dos seus mandatos, tentassem navegar na mesma direção, deixando de lado projetos pessoais e egoístas para se dedicar ao equacionamento do Brasil. Que todos exibam um mínimo de juízo e incorporem o sentimento de urgência que o momento implora. Caso contrário, assistiremos a um jogo em que todos perderão.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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DURO EMBATE

Da mesma forma que a maioria dos cidadãos brasileiro, estou preocupado com os rumos do nosso país. Se, por um lado, houve uma promissora renovação nas duas Casas do Parlamento, por outro lado temos de fazer a opção entre dois candidatos à Presidência da República que caminham para uma exacerbada polarização. Assistimos ao embate entre um candidato de centro-direita com um projeto, ainda que mal arquitetado, de governo e outro candidato que está querendo parecer de centro-esquerda representando, nas palavras de um dos dirigentes maiores de seu partido, um projeto de poder. Em nações que pretendem cultivar um Estado democrático, projetos de poder soam mal, são canhestros, fazem nos lembrar de ditaduras, sendo a mais recente esta de rotulagem bolivariana. Nossos eleitores têm de refletir o que é melhor, um projeto de governo que pode ter seus erros ou um projeto de poder que tem nas suas origens aquilo que é nefasto como DNA político. 

Jose J. Rosa jose.rosa1945@hotmail.com

São Paulo

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ARTICULAÇÃO PRÓ-RODRIGO MAIA

Com medo da vitória de Jair Bolsonaro, ao afirmar que em seu governo postos relevantes serão ocupados por meritocracia, e não por indicações políticas, a turma do "toma lá, dá cá" e a esquerda raivosa no Congresso já articulam eleger como presidente da Câmara o já manjado Rodrigo Maia. Se a vitória de Bolsonaro acontecer, será justamente porque queremos o fim desse tipo de comércio corrupto dentro do nosso Parlamento, e se acontecer, espero que estejam preparados para enfrentarem a população, porque denunciaremos incansavelmente. Serão vaiados em todos os lugares. Notificaremos aos seus eleitores em suas bases para que também os cobrem incansavelmente. Esperamos que a renovação do Congresso tenha dado o recado.  

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

   

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RENOVAÇÃO NO CONGRESSO

São tantos partidos ali que haverá líderes que só liderarão a si mesmos. Alguns nem isso...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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PARTIDOS BARRADOS

Além da surpresa nesta eleição do alto índice de renovação com os eleitos para o Congresso, outra boa notícia das urnas vem também com a cláusula de desempenho, ou de barreira, regra que entrou em vigor aprovada na tímida reforma política de 2017, que atingiu 14 partidos. Entre eles estão a Rede, de Marina Silva, e outras siglas que, pela nova regra, não conseguiram eleger o mínimo exigido de 9 deputados, em 9 Estados, ou não atingiram 1,5% de votos nacionalmente. Em face disso, vão ficar sem recursos do Fundo Partidário e fora também do horário eleitoral a partir de 2019. A solução viável será a fusão com outros partidos, caso contrário, inviabiliza-se o seu funcionamento. Ou seja, mesmo que de forma tímida, na próxima legislatura o número de partidos será menor no Congresso.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TEMPO DE MUDANÇA

Nestas eleições três medalhões da política nacional, Eunício Oliveira, Edison Lobão e Romero Jucá, não conseguiram se reeleger senadores. Isso significa que nós, eleitores brasileiros, já estamos aprendendo a votar.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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PERDERAM O FORO

Perdeu o foro privilegiado? #chamaogilmarmendes! Romero Jucá, Eunício Oliveira, Edison Lobão e toda a fauna defenestrada do Congresso Nacional pelas urnas fazem fila no Supremo, para conseguir um salvo-conduto de Gilmar Mendes (Teje preso? Teje solto!). São Gilmar no gol! O santo das causas ganhas! 

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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NA MIRA DA JUSTIÇA

É, amigo leitor e eleitor, quem será que o juiz Sergio Moro prenderá primeiro? Será um deputado ou um senador? Eu, particularmente, gostaria que fosse um dos graúdos do Senado, como, por exemplo, Eunício, Jucá ou Lobão, todos com a ficha suja e o passado comprometedor. Poderia ser, também, Lindbergh Farias, o ex-presidente Lula iria amar tê-lo como companheiro de cela.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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PARABÉNS, BRASILEIROS!

Minas sem Dilma, São Paulo sem Suplicy e Rio de Janeiro sem Lindbergh.

Carlos Eduardo de Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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NÃO ELEITOS

Suplicy e Dilma desmoronaram. Tchau, queridos!

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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DERROTADO

Caro senador Romero Jucá, a culpa por sua não reeleição não é da Operação Lava Jato, do MP, da imprensa, dos venezuelanos. Foi o povo do seu Estado que se cansou da demagogia.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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