Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

18 Outubro 2018 | 05h00

CAMPANHA ELEITORAL

O PT e a ciência política

O PT furta-cor trombeteia que 50 milhões de brasileiros ameaçam a democracia com os votos em Jair Messias Bolsonaro. E oferece como garantia da plenitude democrática a minoria que aparelhou o Judiciário, inflou o Executivo com 21 mil “boquinhocratas”, incendiou o campo com as invasões selvagens do MST, corrompeu o Congresso Nacional com o mensalão e, honesto como ninguém, assaltou a Petrobrás com o petrolão. Socialmente sensível, cuidou de reformar os “casebres” no Guarujá e em Atibaia para o chefe de todos os chefes, hoje posto em descanso legal na cela climatizada da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. O PT nasceu vocacionado para reescrever a ciência política. 

JOSÉ MARIA LEAL PAES

tunantamina@gmail.com

Belém

Democratas

Desmoralizada por seu comportamento corrupto na administração pública, a esquerda continua insistindo em pôr na cabeça do povo que a multiplicação de declarações contra Bolsonaro indica o reconhecimento (perto da unanimidade) dos riscos que sua vitoriosa candidatura representa para a democracia. Estou me convencendo de que isso é verdade, pois, realmente, Bolsonaro nunca foi tomar aulas de ternura democrática com Fidel Castro, Hugo Chávez, Nicolás Maduro, Kim Jong-un, nem com Lula, Dilma, etc.

BENONE AUGUSTO DE PAIVA

benonepaiva@gmail.com

São Paulo

Ditadores

O PT diz que a vitória de Bolsonaro significa risco de termos uma ditadura, enquanto ele seria o bastião da liberdade. Esqueceu-se de dizer que o programa de governo petista prega o controle da Polícia Federal, do Ministério Público, do Itamaraty, da imprensa e até das Forças Armadas. Além disso, o PT apoia ditaduras sanguinárias, como as de Venezuela e Cuba. Não consegue enganar mais ninguém.

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

Que coisa feia!

Ridícula, desastrosa e mesquinha a propaganda eleitoral feita pelos marqueteiros do poste Haddad. Pegaram tão pesado que, em vez de desmoralizarem o adversário, se desmoralizaram. O desespero é evidente, acabaram pondo o candidato do PT num vespeiro de proporção inimaginada, tanto na montagem, usando imagens manipuladas do rival, quanto na crueldade de ludibriar o eleitor com afirmações infundadas sobre Bolsonaro. Que coisa feia! Até onde se saiba, o candidato Jair Bolsonaro só quer a mudança, a renovação da velha política!

MÁRCIA CALLADO

marciacallado@bol.com.br

São Paulo

A vingança vem a cavalo

Com sua ânsia de poder, Lula ofereceu a cabeça de José Dirceu, o grande ideólogo do PT, para se safar das consequências do mensalão. Abandonado e magoado, Dirceu disse a um jornal espanhol todas as verdades ocultas do plano do PT. Abalo para a campanha de Haddad. Ciro Gomes despontava como candidato expressivo para as esquerdas. Alinhado com o PT, mas sem as fartas acusações que pesam sobre o partido. Lula viu seu trono dividido e preferiu o insosso Haddad. Aborrecido com o ex-amigo, Ciro fugiu do Brasil em plena efervescência do segundo turno, deixando mais uma dificuldade para o PT. Para completar, seu irmão Cid Gomes, num ato de grande coragem, pois estava em pleno covil do petismo, disse em alto e bom som tudo o que todos nós pensamos. Mais um degrauzinho para baixo para o PT nesta corrida final.

GERALDO DE PAULA E SILVA

geraldo-paula2015@bol.com.br

Teresópolis (RJ)

Manifestos

Um grupo de 1.096 juristas manifestou-se a favor de Fernando Haddad. Recentemente, 49 milhões, 387 mil e 416 brasileiros repudiaram essa preferência.

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

Plebiscito

Definitivamente a atual campanha para eleger o futuro presidente do Brasil não é normal. Os melhores candidatos e suas propostas deveriam estar disputando o segundo turno, ao contrário do que, infelizmente, se vê atualmente com Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). O que estamos assistindo, na realidade, é a um plebiscito com uma única pergunta: PT or not PT (com a devida vênia de Shakespeare), cujo resultado já foi dado pelo eleitorado, a ponto de o Lula, que de bobo não tem nada, cair fora da campanha para não ter de carregar o ônus da derrota, cada vez mais próxima de se confirmar.

CELSO NEVES DACCA

celsodacca@gmail.com

São Paulo

Eleição definida

Calado, o presidenciável Jair Bolsonaro só precisa aguardar sentado para ser eleito. O trabalho duro de fortalecê-lo, como de praxe, fica para seus opositores. Bolsonaro tornou-se um candidato viável após o crescimento repentino da aversão da população à esquerda, por causa dos desastres promovidos pelo governo Dilma. A inércia do tucanato diante dos desmandos do PT tirou o PSDB da posição de protagonismo na oposição. Faltava apenas o toque humano à sua candidatura, marcada por declarações polêmicas. Mas a facada de Adélio Bispo de Oliveira, ex-PSOL, se encarregou de resolver esse problema.

THIAGO ANDRADE

thiagocandrade@gmail.com

Recife

MOBILIDADE URBANA

Pequenas ditaduras

Afinal, por que a nova linha de trens da CPTM não chega até os Terminais 2 e 3 do Aeroporto de Guarulhos? Digitei no Google essa questão. Uma das respostas: a concessionária à época tinha planos de criação de um centro comercial no espaço a ser ocupado pela estação. E por que a linha de Metrô que serve ao Butantã não chega até dentro da Cidade Universitária? Resposta constantemente ouvida: a Reitoria à época declarou não ter interesse, pois traria a cidade de São Paulo para dentro da USP, e não teria condições de garantir segurança, limpeza, infraestrutura, etc. Outros exemplos: por que a ligação entre a Avenida Roberto Marinho e a Rodovia dos Imigrantes foi abandonada? As administrações públicas agem como pequenas ditaduras. Decisões fundamentais, essenciais, que podem mudar completamente a qualidade de vida das pessoas, são tomadas por pequenos grupos de seres iluminados com interesses sabe-se lá quais, em detrimento aos cerca dos 25 milhões que coabitam na região metropolitana, em condições muitas vezes degradantes.

MARCOS A. LUQUEZE

mluqueze@gmail.com

São Paulo

NÃO APRENDERAM NADA

 

"Polícia Federal indicia Temer e pede prisão de coronel Lima" ("Estado", 17/10, A11). Michel Temer e seus amigos enrolados novamente. Não bastou segurar a primeira e a segunda denúncias. Não bastou instalar embaralhadores de aparelhos eletrônicos nas áreas presidenciais. Tem tanta coisa ocorrendo no estilo que a sujeira fatalmente acaba aflorando. E todos aqueles bilhões para a turma do "toma lá, dá cá" a fim de terminar o mandato com chave de ouro acabaram em vão. E tudo isso depois do mensalão, do petrolão e do impeachment. Sinal de que não se aprendeu nada de todos esses eventos. Pelo menos sobrou para os brasileiros a moral da história: "Não confiar em promessas. Tem gente para quem a única solução é manter bem longe do poder".

 

Jorge A. Nurkin  jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

DEPOIS DO PT, O PMDB...

 

Indiciado pela Polícia Federal por corrupção, lavagem e organização criminosa, o presidente Michel Temer já começou a falar em "trama", que daqui a pouco chamará de "golpe". Não é possível que essa ladainha vá começar de novo!

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

O PESADELO NÃO ACABA

 

Não tem futuro um país cujo presidente da República recebe propinas. Ninguém mais tem dúvidas sobre os tantos crimes cometidos por Michel Temer, o País inteiro assistiu a seu assessor recebendo a proverbial mala de dinheiro, exatamente como foi combinado na conversa gravada no porão do palácio com o proverbial chefe da contravenção. Em qualquer país do mundo Temer já teria sido afastado de seu interminável mandato tampão, em vários países Temer já teria sido fuzilado e sua querida esposa, Marcella, teria de pagar pelas balas utilizadas em seu fuzilamento. Para sorte de Temer estamos em Banânia, paraíso do crime, Disneylândia da corrupção e Meca da impunidade. 

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

TEMER E OS PORTOS

 

Agora fica claro por que Michel Temer não quis mexer nas estatais (Banco do Brasil, Caixa Econômica, BNDES, etc.) como herança do governo Dilma com inúmeras denúncias. Ele também estava vulnerável e preferiu se omitir. É contemporâneo dos atuais políticos que dilapidaram o patrimônio público.

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

O INDICIAMENTO DO PRESIDENTE

 

Como pode uma Polícia Federal pedir o indiciamento e bloqueio dos bens de um presidente da República em pleno exercício de suas atividades? Só aqui, no Brasil!

 

Artur Topgian topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

 

A PERSPECTIVA CORRETA

 

O tal manifesto assinado por mais de mil pessoas, entre artistas e intelectuais, em favor da democracia e contra Jair Bolsonaro, a ser divulgado nos próximos dias, precisa ser colocado na perspectiva correta. Voltando um pouco no tempo: enquanto os advogados do ex-presidente Lula não hesitaram em fazer pouco caso da Justiça para evitar sua prisão, evocando a ladainha da prisão política, chegando ao cúmulo de levar a questão à ONU, lideranças petistas não tiveram o mínimo pudor em afirmar o despropósito de que eleição sem Lula "é fraude". A pergunta que precisa ser feita é: por que estes mesmos mil cidadãos não assinaram, naquela ocasião, manifesto semelhante contra estes absurdos, já que era mais que evidente o desrespeito pela democracia e pelos valores republicanos? Se existe algo que é francamente antidemocrático é o conhecido e imoral recurso dos "dois pesos, duas medidas". 

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

MANIFESTO DOS EURODEPUTADOS

 

À vista do noticiário da Deutsche Welle de 16/10/2018, de que eurodeputados estão assinando um manifesto contra o candidato Jair Bolsonaro, é preciso dizer que eles integram o poder em Estados com governos omissos, fracos, castrados e até "graciosos", que nem sequer conseguem sucesso no combate ao terrorismo islâmico. Falta-lhes, portanto, estatura moral para interferir na vida política brasileira. Que fizeram quando tentaram, a faca, matar Bolsonaro? Por acaso assinaram um manifesto contra a violência imperante no Brasil? Que fazem quando seus cidadãos são chacinados por terroristas? Apenas levam flores aos locais sangrentos dos atentados, acendem velas e fazem expressões compungidas. Sejam úteis e, se estão preocupados com a América Latina, busquem soluções para a tragédia da Venezuela.  

 

Dilermando Wiegmann Sanches cataro22@yahoo.com.br

Curitiba

 

BRIGA

 

Quem vota em Jair Bolsonaro (será que é só porque é contra o PT?) já brigou com a ONU, com o papa, com Madonna, com Roger Waters, com o U2, com o "The New York Times", com a "The Economist", com a Embaixada da Alemanha, com a irmã, com o amigo, com o taxista, com o... ufa! E agora, vai brigar com a Ku Klux Klan porque um deles elogiou Bolsonaro? A ver.

 

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

 

ÚNICO CAMINHO

 

Eleger Fernando Haddad (PT) é dar um cheque em branco para o PT continuar com a rapinagem de recursos públicos e retomar seu projeto de poder. Bolsonaro é o único caminho para impedir o retorno dos aloprados, com a ressalva de suportá-lo por apenas quatro anos ou menos. A empulhação petista durou 13 anos e os efeitos foram desastrosos, portanto, "ele sim".

 

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

 

IRONIA

 

Ironia da História: depois de atirar o País na mais aguda e severa crise política, econômica e moral dos últimos tempos, o esquerdista PT vai acabar elegendo um direitista como presidente da República. Pode?!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

O PT NO PODER

 

Administração do PT: numa mão, políticos corruptos; na outra mão, dinheiro roubado.

 

Pedro Armellini paarmellini08@gmail.com

Amparo

 

NÃO MERECEM

 

O PT e seu candidato não merecem qualquer oportunidade. Já prejudicaram demais o País!

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

60% DE REJEIÇÃO AO PT

 

O Partido dos Trabalhadores está no poder desde 2003, pois Michel Temer era vice de Dilma, escolhido por Lula. O PT teve bastante tempo para fazer as coisas da maneira correta, mas falhou. O PT provou que não tem a menor capacidade de governar o Brasil. Grande parte do primeiro escalão foi parar na cadeia. Os petistas se envolveram intimamente com a corrupção e colocaram o Brasil nessa grave crise. Os eleitores responderam no primeiro turno e a tendência é de que Jair Bolsonaro vença as eleições com 60% dos votos válidos. O mais importante, agora, é recuperar todo o dinheiro desviado, escondido nos paraísos fiscais pelo mundo afora.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

A CHANCE DO BRASIL

 

Se eleito presidente, Bolsonaro vai ter pela primeira vez a oportunidade de formar um governo livre de chupins e picaretas. Chegando ao poder com uma votação expressiva, o presidente dará o exemplo cortando na própria carne. Não terá de obrigação de formar seu governo com vínculos do passado. O que os eleitores de Bolsonaro esperam é que ele escolha pessoas com conhecimentos técnicos, sem precisar ficar atado a partidos que querem colocar seus perdedores pendurados nos cargos. Esse loteamento de cargos faz do Brasil uma bola de neve que só cresce em tamanho e gastos e diminui em competência e gestão.  Caso a eleição se confirme, Bolsonaro terá a oportunidade de mudar este país, coisa que Lula não soube fazer ao chegar ao poder. Lula se encantou com o poder e se juntou aos sujos mesmo sendo eleito prometendo acabar com a corrupção, foi ele o chefe do maior esquema de corrupção de que se tem notícias. Tal fato é tão verdadeiro que seu destino hoje é a prisão. O Brasil tem jeito e agora tem tudo para ser mudado. Vamos, Brasil, sua chance é  agora.    

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

BOLSONARO X BATTISTI

 

Bolsonaro promete extraditar Cesar Battisti, um condenado à prisão perpétua na Itália pela morte de 4 pessoas e que, tão logo chegou ao Brasil em 2007, recebeu o status de refugiado político do então ministro da Justiça de Lula, Tarso Genro, o que impediu sua imediata extradição. Em 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisou novamente o caso e autorizou que o criminoso fosse extraditado, mas com uma condição: de que a palavra final caberia ao presidente Lula. Este, estrategicamente no último dia de seu mandato, declarou que, por decisão soberana do Estado, o Brasil manteria o assassino Battisti no Brasil. Fato consumado!   Agora, diante da promessa de Bolsonaro de extraditá-lo, a defesa do italiano alega que tal ato violaria a prerrogativa do Judiciário. Nada mais falso: o Judiciário aceitou a extradição, mas diante do "ainda deus" Lula, de forma submissa, passou a decisão para o presidente. Portanto, agora, soberanamente, o Estado brasileiro, na pessoa do possível presidente Bolsonaro, poderá extraditá-lo para que cumpra sua pena em seu país de origem e contará com o apoio de todo seu eleitorado, farto de ver o Brasil dar guarida a criminosos! E, finalmente, acabará a tensão irresponsavelmente provocada por Lula entre Brasil e Itália!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

CESAR BATTISTI

 

Adoraria ver todos os ditos democratas, em especial aqueles esquerdistas que de repente começaram a chamar Bolsonaro, por não ser petista, de nazista e fascista antidemocrata - claro, se ele fosse do PT, seria um ídolo. Cesar Battisti, este, sim, merece todos esses elogios e verdades, mas, pelo contrário, não vejo sequer um dito democrata, em especial professores de universidades federais que nunca antes falaram algo contra a aposentadoria integral de funcionários públicos, por exemplo, mas agora são todos democratas. Por favor, falem sério, não tentem enganar o povo esperto. A voz do povo sempre será a voz de Deus, mesmo contra o fanatismo e a cegueira atuais, e o fascismo democrata de alguns que vão perder alguma boquinha. No Brasil ninguém se preocupa com o povo, desde sempre.

 

Maria M. J. Simoes mmjsimoes@bol.com.br

São Paulo

 

MISTIFICAÇÃO

 

Alguém poderia me explicar como pode o candidato Bolsonaro ser nazista (abreviatura de nacional socialismo) se ainda antes do início da campanha visitou Israel para se inteirar do segredo tecnológico de como produzir água no deserto, a fim de aplicar a proeza no sertão nordestino, e, após ser barbaramente esfaqueado, ter escolhido o hospital israelita Albert Einstein, em São Paulo, para salvar a sua vida? Impossível um judeu tolerar um nazista, não é mesmo? O povo sabe muito bem quem são os grandes mistificadores nestas eleições presidenciais. Quem duvidar, que pergunte às urnas.

 

Rui da Fonseca Elia rui.elia29@gmail.com

Rio de Janeiro

 

DEMOCRACIA AMEAÇADA

 

Caso Bolsonaro chegue ao poder e dê um golpe de Estado ou for derrubado por opositores nas Forças Armadas, seus eleitores vão sair às ruas e exigir sua renúncia ou daqueles que o derrubaram?

 

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

 

'RISCO DE CONTAMINAÇÃO'

 

Eliane Cantanhêde acertou o alvo num só tiro ("Estadão", 16/10, A6). Teremos um governo militar? Um governo civil de militares da reserva? Um meia-volta volver saudosista? Na Presidência um capitão parlamentar que fala mais pelas mãos, imitando armas. Cercado de generais e um Posto Ipiranga com pouco combustível. Um indecifrável governo esfinge. Esperamos que não nos devore!

   

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre 

 

CIRO, O MURALISTA

 

O candidato presidenciável Ciro Gomes, derrotado no primeiro turno, aproveitou o gancho de seu irmão, senador eleito Cid Gomes, que fez severas críticas ao PT, dizendo que o candidato Fernando Haddad deveria pedir desculpas ao eleitorado brasileiro e assumir os erros do partido, que a seu ver foram muitos. Ciro, macaco velho que é, muralista consagrado (aquele que ama viver em cima do muro), se mandou para a Europa e lá, respirando os ares europeus, é bem possível que acene para Bolsonaro, talvez para lhe desejar "boa sorte".

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

A FICHA AINDA NÃO CAIU

 

Após a explosão que repercutiu na esquerda do País, entre Cid Gomes (PDT) - irmão do presidenciável Ciro Gomes, que prometeu apoiar o PT, mas optou por viajar para o exterior com a família - e "Andrade", digo, Fernando Haddad (PT), a "tigrada" petista quer reverter o péssimo desempenho do partido. Na verdade, o problema não está entre o PDT e o PT, mas sim no próprio demiurgo presidiário Lula da Silva, que já é condenado, por corrupção e lavagem de dinheiro. Como a ficha ainda não caiu, não há hipótese de Jair Bolsonaro "esfarelar", como disse o "poste-fantoche".

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

DESENTALOU

 

O que Cid Gomes falou do PT em Fortaleza é algo que estava entalado na garganta de milhões de brasileiros de bem e honestos, que de fascistas não têm nada - aliás, alguns mais humildes nem sabem o que isso significa, mas sabem muito bem quem traiu o País e arrombou nossos cofres. Cid falou a mais pura verdade, por isso os petistas vão reclamar, algo que eles fazem sempre. Temos exemplos inúmeros, mas ainda bem que quem falou isso foi gente do PDT, que apoia Haddad, assim ninguém pode pôr a culpa em Bolsonaro. Pior foi Ciro, que apoiou Haddad e, de vergonha, foi para a Europa.

 

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

CAMÕES

 

"Agora cesse tudo o que a antiga musa canta, que outro clamor mais alto se alevanta." Estes versos de Camões servem à perfeição após o depoimento de Cid Gomes pedindo o "mea culpa" do PT.

 

Eduardo Augusto Delgado Filho eadelgadofilho@gmail.com

Campinas

 

FURACÃO

 

Furacão Gomes derruba poste e deixa PT sem energia.

 

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

 

CID GOMES

 

Foi à toca do lobo falar mal do lobo. Mitou! 

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

 

O PT E OS GOMES

 

Quem tem amigos com os da família Gomes não precisa de inimigos. 

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

EMBUSTE

 

Cheguei a uma conclusão ouvindo as propagandas dos candidatos à Presidência da República, a de que ambos são enrustidos. Um enruste um embuste, outro enruste outro embuste. Ah! Ah! Ah! E viva Cid Gomes!

 

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

 

FRANQUEZA

 

Enquanto, de cima do muro, FHC e o PSDB sociológico nhenhenhizavam, Cid Gomes chamou as coisas pelo nome que as coisas têm. "Babaca!"

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

PORTA ABERTA

 

A suposta porta que haveria com o candidato Fernando Haddad e o PT, mencionada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, deve ser a porta para o inferno. Se abrir, as consequências serão as mesmas da Caixa de Pandora.

 

Milton Córdova Junior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

 

PSDB

 

Se Mário Covas estivesse vivo, as dúvidas do PSDB não seriam com muro ou porta, e sim com o Brasil!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

TRANCA

 

Se até a porta da cela em Curitiba fechou, o poste achou que abriria outras.

 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

 

'O PECADO DA OMISSÃO'

 

O ex-ministro Almir Pazzianotto, citando o grande pensador padre Antônio Vieira (17/10, A2), lembra: "A omissão é o pecado que com mais facilidade se comete e com mais dificuldade se conhece; (...) e raramente se emenda". A frase dita pela inteligência desse santo jesuíta português em 1650 aplica-se como uma luva ao PSDB, do senhor FHC, com relação à sua postura diante dos crimes cometidos pelo PT no poder. Foi preciso um comunicador da lucidez do senhor João Doria para demonstrar ao eleitor que nem todos dentro daquele partido agem da mesma maneira. Sobrou para o Geraldo!

 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

 

AOS INDECISOS

 

O eleitor que ainda está indeciso se vota ou não no binômio Fernando Haddad/Manuela D'Ávila, leia o excelente artigo "O pecado da omissão", de Almir Pazzianoto Pinto (17/10, A2). Ali traz elementos importantes à sua decisão, ao examinar o currículo dos finalistas e o histórico dos dois partidos que estão na disputa.

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

SAQUE AO COFRE DO TESOURO

 

Em 28 de outubro, domingo, 13 Estados terão eleições pelos governos locais no segundo turno. Além das disputas estaduais, também teremos um novo embate entre os dois principais candidatos à Presidência da República. No caso de São Paulo, Estado mais rico do Brasil e onde o PSDB exerceu hegemonia política, a corrida pelo Palácio dos Bandeirantes promete ser acirrada, especialmente pelo potencial competitivo do candidato tucano e de Márcio França, do PSB, que concorre à reeleição e conseguiu reunir uma série de alianças e apoios nesta segunda etapa. Assim como na eleição paulista, todos os candidatos têm apresentado uma série de propostas para melhorar a saúde, segurança, educação, habitação e geração de empregos. Ocorre, no entanto, que não há menção de onde sairá o dinheiro para financiar todas as medidas. Minas Gerais, por exemplo, está altamente endividada, com uma situação fiscal alarmante; o mesmo ocorre com o Rio Grande do Sul. A administração paulista tem suas finanças minimamente organizadas e o atual governo conseguiu manter os investimentos, pagamento de salários e de aposentadorias e, ao mesmo tempo, respeitando a saúde financeira do Tesouro de São Paulo. Um dos candidatos propõe blindar as novas viaturas da polícia, mas não menciona o custo da medida. Ninguém questiona a necessidade e a positividade da proposta, mas a sua viabilidade econômica. Além disso, mesmo o PSDB estando no comando do Estado há 24 anos, o candidato do partido não cita a valorização dos professores nem de outras categorias do funcionalismo. Um bom gestor olha para os seus subordinados e entende a importância da boa remuneração e de melhores condições laborais. Enfim, o segundo turno deveria servir para que as propostas de governo fossem exaustivamente debatidas, questionadas por jornalistas e pelo eleitor, proporcionando a real noção de sua aplicação. Não precisamos de promessas, mas de atitude. Isso se aplica a todos os candidatos, incluindo aqueles que disputam o Palácio do Planalto.

 

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

 

O MAIOR PROBLEMA

 

Muito embora os meios de comunicação sistematicamente cobrem, parece que os dois candidatos de segundo turno para presidente se fazem de surdos (e mudos) sobre o maior problema que o eleito obrigatoriamente enfrentará quando ocupar o Palácio Presidencial a partir de 2019. É o problema fiscal e financeiro, a péssima condição de quase inadimplência a que chega o País, após o tsunami principalmente nos últimos desgovernos lulopetistas (último de Lula e dois de Dilma). Nem os enormes esforços do interino Michel Temer conseguiram dar jeito, após bombardeio que sofreu e sofre. Os dois candidatos finalistas prometem mil maravilhas e benefícios: mais escolas, mais hospitais, mais verbas para a educação, para a segurança, mais obras de infraestrutura, mas se esquecem do principal: de onde virão os recursos? Por que estão fugindo de falar sobre as urgentes e necessárias reformas, como a previdenciária? Medo das corporações? Nem precisamos nos lembrar do que aconteceu à Grécia, pois aqui os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul já estão quebrados. E todos os governadores, que também fogem das reformas, querem mais dinheiro federal.

 

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

 

'O SEGUNDO TURNO'

 

De tudo o que se depreende de sua coluna "O segundo turno" ("Estadão", 16/10, B2), o senhor Bernard Appy é totalmente contrário ao PT. Votou contra a candidata do PT nas duas últimas eleições. Entretanto, não votará em Jair Bolsonaro, preferindo apoiar um candidato que, se fizer um mau governo, ele tem certeza de que pode tirar pelo voto daqui a quatro anos. Aí está a incoerência: ele julga um candidato (Bolsonaro) que nunca foi presidente, portanto será o novo, e apoia um candidato cujo partido que está no poder há 16 anos (não completa os 16 anos porque a sua presidente de tão ruim foi afastada do poder, aliás para que o Brasil não fosse de uma vez para o fundo do poço) continuará no poder para mais quatro anos, e somente Deus sabe por quanto mais, tanto é sua sede de poder. Portanto, ele não pode ter a certeza de que o tirará pelo voto daqui a quatro anos. Por isso tudo é que o voto em Bolsonaro é o voto que poderá melhorar o Brasil, pois teremos o novo no lugar do velho partido.

 

José Geraldo jgguara@hotmail.com

Guararema

 

CEGOS E NEOFASCISTAS

 

Sobre as lamentações dos velhos caciques da política que não se reelegeram e que, por isso, desqualificaram os que foram às urnas, ao tachá-los de cegos e neofascistas, cumpre lembrar que o atual postiço candidato à Presidência, Fernando Haddad, em recente entrevista, ao ser questionado sobre sua derrota, em 2016, quando tentou emplacar um segundo mandato na Prefeitura de São Paulo, sendo o de pior desempenho entre os que se aventuraram a tal - só um foi bem-sucedido na repetição, desde que foi permitida a reeleição, a partir de 1998, Gilberto Kassab - respondeu que a razão era de que o eleitor, à época, estava mal informado e foi induzido ao erro. Demonstração cristalina de arrogância ao não reconhecer o fracasso de sua administração, atitude bem típica da cúpula de seu partido.

 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

 

FUNDOS DE PENSÃO

 

Em resposta à leitora sra. Erica Maria Santos, a Previ ressalta que sempre foi reconhecida pelo seu modelo de governança robusto e transparente. Nossas decisões de investimento são pautadas por políticas bem definidas. A Previ não teve perdas com o Banco Santos. E não houve qualquer constatação de irregularidade ou indiciamento dos nossos dirigentes e executivos nas investigações sobre a Sete Brasil. Pelo contrário, a Previ foi mencionada no relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o tema, em 2016, como um exemplo de gestão para o setor. Continuamos a atuar de forma diligente para recuperar o capital investido, analisando diversas alternativas. A Previ administra os recursos sob a sua gestão com excelência e responsabilidade, focada na missão de garantir o pagamento de benefícios aos associados de forma eficiente, segura e sustentável. 

 

Simone Monteiro, gerente de comunicação e marketing da Previ flavia.trece@fsb.com.br

São Paulo

O PREÇO DA GASOLINA

 

Gostaria de saber por que a Petrobrás ainda não abaixou o preço da gasolina. O dólar tem se desvalorizado perante o real diariamente. Perdeu mais de 15% do seu valor nas duas últimas semanas. No entanto, nenhum reajuste para baixo no preço da gasolina. Interessante notar, porém, que, caso o real se desvalorizasse, os reajustes para cima seriam diários. Dois pesos e duas medidas.

 

Marcos Destro mdestro@amcham.com.br

São Paulo

 

BOA DESCULPA

 

Incrível, o dólar sobe, os preços dos combustíveis sobem. O dólar baixa e os combustíveis se "esquecem" de cair. Já sei, são os preços internacionais, boa desculpa! 

 

Gustavo Guimarães da Veiga ggveiga@outlook.com

São Paulo

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