Fórum dos leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

19 Outubro 2018 | 03h00

ELEIÇÕES

Militares e política

O editorial Os militares e a política (18/10, A3) deve ser saudado com louvor. Perdemos de vista, no tempo, textos equilibrados e isentos sobre nossas Forças Armadas. Vale lembrar que desde 1985 as corporações militares vêm cumprindo, silenciosamente, é bom frisar, seus deveres constitucionais e outros que nem lhes caberiam. Ainda assim, é recorrente vermos na mídia referências desairosas que, em alguns casos, as desprestigiam, em tentativas de denegri-las sistematicamente perante a sociedade. Citamos, dentre tantas, algumas que, além de terem sido exemplarmente cumpridas, não são seus deveres constitucionais: combate ao mosquito, distribuição de água no Nordeste, socorro na tragédia de Mariana, transporte fluvial de urnas na Amazônia e garantia da segurança pública em eventos internacionais. Felizmente, para bem da verdade e com um incomum senso de justiça com nossas Forças Armadas, o editorial recoloca na cena política brasileira a forma republicana, impecável, como elas se vêm pautando nos últimos 33 anos. O exemplar texto destaca entrevistas dos comandantes da Marinha e do Exército em que reafirmam, enfaticamente, a isenção e o compromisso das Forças com o estrito cumprimento de suas obrigações constitucionais. 

JOSE ANTONIO S. BORDEIRA

bordeiracompuland.com.br

Petrópolis (RJ)

Sem dúvida, as Forças Armadas têm tido comportamento exemplar e nos limites da nossa Carta Magna. Isso não significa, contudo, que membros das Forças já reformados não possam participar da vida pública, até porque a política só é vedada a militares da ativa. Daí que fica incompreensível que políticos profissionais não gostem de compartilhar suas atividades com pessoas oriundas do estamento militar. Entendemos que a participação de militares da reserva em atividades políticas é de interesse nacional, porque podem emprestar sua competência em muitos aspectos da vida do País.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Receitas de bolo

Vocês sabem em que gaveta estão as receitas de bolo? Embora o editorial de ontem creia na normalidade democrática, outras falas e ações levam a crer que em breve vocês vão ter de preencher espaços censurados com as velhas receitas. Daqui a alguns anos talvez tenhamos de ler nos livros de história da imprensa a luta do Estado contra uma ditadura que imaginou que não ia tão longe, o heroísmo e a coragem contra a censura, etc. 

CANDICE VIDAL E SOUZA

andice.vidal@yahoo.com.br

Belo Horizonte

Sem ilusões

Os eleitores mais entusiasmados de Bolsonaro não devem iludir-se pensando que ele fará um ótimo governo. Quem pensa assim carece de informação e senso crítico. Bolsonaro é um indivíduo com mentalidade atrasada e alheio às mudanças que sacodem o mundo, de visão completamente limitada acerca do que poderia conduzir o Brasil ao efetivo desenvolvimento. Todavia nada no cenário atual é pior do que a volta dos quadrilheiros e mafiosos que assaltaram o País desde o primeiro governo Lula. Melhor o guardinha na bicicleta com seu apito do que o quarteirão entregue à bandidagem.

MARCELO MELGAÇO

melgacocosta@gmail.com

Goiânia

Moro errou, sim

O petista Fernando Haddad, mais conhecido como "poste" do presidiário-mor de Curitiba, disse que o juiz Sergio Moro ajudou muito o Brasil, mas errou na sentença do condenado Lula da Silva. E não é que o "Andrade" falou a verdade? Afinal, o Moro errou mesmo na sentença do demiurgo de Garanhuns, pois o condenou a apenas nove anos de cadeia, foi preciso que o Tribunal Federal da 4.ª Região (TRF-4) corrigisse a pena imposta e a aumentasse para mais de 12 anos de reclusão.

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Vale tudo

Agora que Haddad até elogiou o juiz Sergio Moro, não dou mais três dias para que ele declare que nem conhece o Lula...

ELIANA PACE

pacecon@uol.com.br

São Paulo

Nova condenação

O presidiário Lula foi novamente condenado, agora por litigância de má-fé, e vai ter de pagar multa de R$ 1 mil. O motivo: ele tentou enganar a Justiça num processo sobre sua propriedade rural em São Bernardo do Campo - o juiz da 1.ª Vara da Fazenda Pública, José Carlos de França, entendeu que ele prestou informações falsas. Parece que seus ilícitos não têm limite...

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Fritando Haddad

Pelo que se tem visto neste segundo turno da eleição presidencial, ganha força a convicção de que a estratégia do PT agora é perder para Bolsonaro, sacrificando seu poste Haddad, mas mantendo Lula no comando ativo da oposição ao novo governo. É muito mais exequível para ele e seus reais asseclas, a presidente do partido e velhos parlamentares reeleitos. Mais uma demonstração do velho pragmatismo de Lula, que há meses já manobrava nesse sentido.

ADEMIR VALEZI

valezi@uol.com.br

São Paulo

'No bico do corvo'

Cid Gomes, ao subir no palanque do PT em apoio a Fernando Haddad, destemido, repentista, de forma clara e irretorquível, em vez do apoio almejado, lançou uma pá de cal nas pretensões do candidato do PT. Os atores petistas ali aglomerados se espantaram com as críticas mordazes, reais, sinceras, críticas essas que mapeiam para o candidato petista sua atual posição: a do "bico do corvo". Haddad hoje não sabe para que lado correr, está mais perdido que cego em tiroteio. Bate em todas as portas e todos, sorrindo, fogem dele - até mesmo seus "companheiros", conforme o seguinte relato: "Ao Estadão/Broadcast, Cid afirmou que parte do PT já deu por perdida a disputa presidencial..."(17/10, A4). Hoje o lobo se veste de cordeiro e se finge de "bom menino". Quando deveria ter feito o dito "bom governo", não fez, só promessas balofas e um rosário de mentiras. Agora, para ele, e todos os de seu séquito, as batatas! Bem cabe aqui o dito de Abraham Lincoln: é possível enganar todas as pessoas por algum tempo e algumas pessoas o tempo todo, mas não é possível enganar todas as pessoas o tempo todo. A verdade das urnas nos diz que as escamas caíram dos olhos dos brasileiros. Antes tarde que nunca.

ANTONIO B. CAMARGO

bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

POR UM NOVO EQUILÍBRIO DEMOCRÁTICO

Depois de 21 anos de ditadura militar (1964-1985), o Brasil completou 33 anos de retomada da democracia com eleições para eleger os seus principais representantes em nível federal e estadual. Durante todo esse tempo, o que realmente aconteceu foi uma virada completa em reação aos anos de “chumbo” da ditadura, com os partidos e homens políticos brasileiros se colocando sempre do lado esquerdo das ideias e das ideologias políticas para poderem se eleger. De fato, o sentimento do povo brasileiro desde as Diretas Já, em 1985, foi de rejeição total ao autoritarismo, à ordem e à força, o que ocasionou uma aversão endêmica às ideias de direita durante as últimas três décadas. Isso criou um fenômeno inusitado, com uma democracia praticamente de esquerda e sem oposição. Depois de 20 anos de ditadura militar, vivemos anos com governos eleitos todos de esquerda. O Brasil virou um agrupamento de partidos políticos de sensibilidade de esquerda para agradar ao eleitor com denominações adequadas: socialista, democrático, popular. Por causa dessa rejeição à ditadura, a democracia brasileira proibiu a direita de aparecer e cresceu numa perna só. Democracia quer dizer “governo do povo”, o que representa bem o que aconteceu desde 1985, porque foi ele que escolheu por meio do sufrágio universal seus representantes. Todavia, uma democracia para funcionar plenamente precisa se basear num sutil equilíbrio entre as ideias, as perspectivas, os objetivos e os meios para atingi-los. A democracia, para se consolidar, precisa dar espaço a todas as sensibilidades e criar as condições para que esses sentimentos, mesmo antagônicos, possam ser debatidos e desenvolvidos de forma tolerante e livre. Será que a falta de uma verdadeira oposição durante essas décadas não ajudou o desenvolvimento da corrupção no Brasil? Será que o complexo da ditadura e dos seus aspectos mais negativos impediu a emergência de partidos liberais, de direita, como existem em todas as democracias do mundo? Ser de direita no Brasil virou um tabu depois da ditadura, impedindo qualquer movimento de direita mais moderado de se desenvolver sem complexo. A democracia Brasileira nasceu sobre as cinzas da ditadura como uma onda de liberdade e de abertura para o povo brasileiro. Criou uma esperança enorme no País, mas também essa democracia nova se ergueu num desequilíbrio, criando um sistema que ainda não consegue andar sobre os dois pés, como uma criança de 12 meses, que a cada dia tenta achar o jeito de ficar completamente de pé antes de conseguir andar. A democracia brasileira está evoluindo e amadurecendo neste ano de 2018. Infelizmente, nenhum político de orientação mais moderada conseguiu reunir, unir e atrair o povo brasileiro. Isso porque tanto os homens políticos quanto o povo ainda têm receio de se considerar de direita, como se fosse uma doença. Esse complexo, essa autocensura permitiram o surgimento de uma direita mais extrema, que veio para preencher o vácuo, sem medo. A onda de domingo pode ser considerada como uma mudança radical com os 33 anos passados e deve ser vista como uma esperança para a democracia, não como um retorno ao passado. A democracia brasileira, para crescer, precisa se constituir de partidos políticos de sensibilidades distintas. Só assim, com alternância no poder, o País poderá finalmente se desenvolver. A emergência de uma oposição forte que seja de direita ou de esquerda representará a garantia de maiores responsabilidades e de deveres para as classes políticas e de verdadeira guardiã para o povo que não tem a capacidade de cobrar de todos no dia a dia. Preferiria ter de escolher entre um moderado de esquerda e um moderado de direita nestas eleições de 2018, mas acho que infelizmente a democracia no Brasil precisa passar pelo caminho atual antes de produzir homens políticos de direita e de esquerda com discursos mais sóbrios e equilibrados. De repente, eles já existam e estão por vir. Por isso, o movimento de conservadorismo que o povo está reclamando hoje não tem nada que ver com a volta da ditadura ou de limitação aos direitos humanos. A maioria dos brasileiros está ciente da importância das liberdades individuais. Acredito que esse movimento represente um passo a mais para o amadurecimento da democracia. É importante ressaltar que as instituições brasileiras conseguiram se consolidar como guardiãs da democracia brasileira durante tempos difíceis de crises políticas e econômicas nos últimos 30 anos. O Congresso e a Justiça com certeza vão continuar a ter um papel essencial para manter o equilíbrio e a Constituição no País, como fizeram até hoje. A ditadura dos anos 70 foi um fenômeno que se desenvolveu por causa da guerra fria e se espalhou em toda a América Latina. Vivemos outra realidade hoje. O povo sabe o que quer, o que está fazendo. O povo quer um novo equilíbrio político. Na França, a esquerda e a direita se revezam no poder desde os anos 50. Nos Estados Unidos, os republicanos e os democratas também. Para melhorar o andamento da democracia no Brasil, o reequilíbrio entre as diferentes sensibilidades e os ideais é necessário. O Brasil precisa parar de ter medo do seu passado para preparar melhor o seu futuro.

Laurent Marie Jacques Girault louareux@yahoo.fr

São Paulo

SEGURANÇA

Não há muito mais o que dizer sobre a vitória de Jair Bolsonaro à Presidência da República. Para quem não queria nenhum dos dois – Bolsonaro ou Fernando Haddad –, há que peneirar para ver com quem fica: não se trata mais de ideologia (direita ou esquerda) ou de mais ou menos ser ou não letrado, mas de segurança, de decência. Haddad é o culto desonesto, ligado à pilantragem lulista; Bolsonaro é o inculto honesto ligado aos militares, mas sem ensejar ditadura, que reflete tudo ao que a galera anseia: segurança, limpeza ética, crescimento econômico, emprego e democracia. Tchau, queridos. É bom já ir se acostumando.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com

São Paulo

‘RISCO DE CONTAMINAÇÃO’

O artigo de Eliane Cantanhêde de terça-feira (“Risco de contaminação”, 16/10, A6) comete algumas impropriedades no que diz respeito aos militares e suas carreiras. Dentre outras, faz críticas veladas às visões de mundo, de política e de comportamento de generais, hoje na reserva, que dedicaram sua vida profissional a servir à Força e ao Brasil, em alguns casos por mais de 45 anos. Estudaram muito e de forma contínua em sua carreira. Trabalharam com afinco para galgar os mais destacados postos da Força. Conhecem o País muito bem, por terem servido de norte a sul, de leste a oeste, em mais de duas dezenas de cidades neste país continental. Em alguns casos, esses generais tiveram comissões no exterior representando lá o Exército e o Brasil. Portanto, além de serem patriotas, têm suficiente preparo e experiência de Brasil para assessorar um presidente. Mas nada disso é importante destacar. Flechas e farpas são o que importa. E volta sempre, agora digo eu, a velha visão de “governo militar”. Não há nação no mundo desenvolvido e próspero que desprestigie suas Forças Armadas. Aqui, o desprestígio delas é o “prato do dia” da mídia.

Jose Antonio S. Bordeira bordeira@compuland.com.br

Petrópolis (RJ)

BOLSONARO E A ‘BÍBLIA’

Quando a gente tem ganas de criticar, ninguém escapa, não é? Li, entristecida, o artigo de Monica de Bolle de quarta-feira (17/10, B2). Implicar com Jair Bolsonaro por ele ter citado a “Bíblia” e Deus em seu programa de governo deixou-me estarrecida, pois não é possível que a articulista ignore a dimensão filosófica dos grandes textos religiosos da humanidade. Tivesse ele citado Platão ou Kant, tudo bem? É muita vontade de implicar, que só atinge os incultos e incautos. Aconselho a leitura da “Bíblia”, a sabedoria hebraica é uma filosofia que tem muito a ensinar. Em tempo, nem eu nem meu marido somos judeus.

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

     

BOLSONARO E O SUS

Bolsonaro disse que o Sistema Único de Saúde (SUS) não precisa de mais recursos. Sobre a suficiência dos recursos eu não posso opinar, mas, como especialista em gestão, afirmo que o SUS carece de eficiência, desprezada pela esquerda. E, como cidadão, reclamo de que na saúde transbordam os desvios, promovidos pelo PT e por seus aliados.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

CRIME ELEITORAL?         

Fernando Haddad não tem mais o que inventar. Quer mandar investigar Jair Bolsonaro por crime eleitoral em sua visita ao Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Será que ele, Haddad, não teria de ser investigado por tantas visitas que fez ao chefão encarcerado para receber ordens e conselhos desse presidiário, que vai tentar mandar no Brasil, de sua cela, por intermédio desta sua marionete, caso eleito?

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

GUERRA SUJA

De acordo com uma matéria publicada na “Folha de S.Paulo” ontem (18/10), “empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp”. O PT está colhendo o que plantou, pois usou a mesma arma (mentiras) nas eleições passadas e assim venceu as últimas quatro eleições para a Presidência da República. Bolsonaro, que sempre esteve ao lado do PT, aprendeu direitinho como fazer uma campanha suja e conquistar votos de eleitores descontentes e ignorantes em matéria de política e economia. Mas será que Bolsonaro aprendeu apenas como fazer campanha suja ou aprendeu também a “arte da corrupção”? Votando nestes candidatos que apenas espalham mentiras e deixam de discutir o programa de governo e o que farão para tirar o País da crise, o que será que os eleitores irão colher? No meio de tanta sujeira, eu prefiro apertar a tecla “branco”, pois é a única opção que encontrei para mostrar o meu descontentamento com esta guerra suja, pois o que está acontecendo não podemos chamar de eleição. E o mais triste é ver o quanto a Justiça Eleitoral está despreparada para defender a nossa democracia.  

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

CRÍTICAS DE HADDAD

No caso de organização criminosa, não discuta com o partido dele. Nesse assunto o partido é imbatível.

Jonas de Matos jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo

ESTRATÉGIA

Tática petista: tudo o que fizemos e fazemos de errado vamos propagar, repetidamente, que é praticado por nossos adversários, até a fala se tornar verdade, na mente dos incautos. Assim a mídia criminosa que os apoia informa que os adversários do PT são organizações criminosas, praticam caixa dois, etc., etc. 

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

DESORIENTADO

O poste está completamente perdido. Sem poder falar com “o cara”, vai fazer o diabo para morrer na praia.

Moises Goldstein mg2448@icloud.com

São Paulo

PATRULHAMENTO IDEOLÓGICO 

Não tenho de votar em Jair Bolsonaro como prova de minha repulsa e aversão à seita de Lula e Haddad.

José Wilson Gambier Costa jwilsonlencois@hotmail.com

Lençóis Paulista

                         

AS VERDADES

Trabalhei em indústrias siderúrgicas durante os anos de 1953 a 1984. Fui sindicalista e vi o nascimento, em 1980, e o reconhecimento do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1982. Antes e mesmo depois da tomada do poder pelos militares, dava para perceber que o grupo de sindicalistas que fundou o partido tinha o objetivo de implantar o comunismo no Brasil, usando como princípio estes mandamentos de Lênin: 1) corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual; 2) infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa; 3) divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais; 4) destrua a confiança do povo em seus líderes; 5) fale sempre sobre democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o poder sem nenhum escrúpulo; 6) colabore para o esbanjamento do dinheiro público, coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior, e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação; 7) promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País; 8) promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não os coíbam; 9) contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista; 10) procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa... Foi para isto que os sindicatos trabalharam e criaram o PT, para a garantia do poder comunista. Chega. O povo é soberano e está exigindo dos Três Poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, que vão comandar o Brasil a partir de 1/1/2019, que mandem para o lixo os dez mandamentos de Lênin e iniciem uma revisão nas dez medidas contra a corrupção. Além de alterarem o texto original, retiraram seis das dez medidas sugeridas pelo Ministério Público Federal e assinadas por mais de 2.500.000 pessoas. Jair Bolsonaro acordou o Brasil, queiram ou não.

Leônidas Marques leo.marquesvr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

COMO CHEGAMOS AQUI?

Muita gente e a imprensa repetem a pergunta “como chegamos até aqui na política?” Não precisa muito tempo nem muita pesquisa, não, basta fazer uma pesquisa no Google para ver o que o supersincero Cid Gomes falou do PT há alguns dias. Isso aqueles que assinam manifestos contra Bolsonaro não querem ler?

Marieta Barugo mbarugo@bol.com.br

São Paulo

HADDAD ELOGIA SERGIO MORO

Na próxima visita ao presidiário, Haddad vai ser chamado de “babaca”, por ter dado ouvidos a Cid Gomes.

Darci Trabachin de Barros darci.trabachin@gmail.com

Limeira

CORRUPÇÃO

Vou votar em Bolsonaro, mas se, por uma desagradável surpresa, Haddad se eleger, não vou ficar preocupado. Afinal ele declarou que, se eleito for, irá combater a corrupção...

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

AVAL LULOPETISTA

A maior credibilidade nas pesquisas de intenção de voto reside no paradoxo lulopetista: mesmo barrado no baile, o PT vai dançar...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

PLANOS DE GOVERNO

Numa das inserções do PT na grade de programação das rádios, uma voz feminina desafia Bolsonaro a participar dos debates, alegando que ele se esconde no “submundo sem regras das fake News” e dizendo de que “o laranjão” está pronto para debater sobre planos de governo. Essa inserção carrega uma verdade, pois em matéria de fake news, submundo e sub-imundos o PT é doutor honoris causa. Já quanto ao plano de governo da quadrilha que se autointitula de partido político, gostaria de saber sobre qual deles, especificamente, o títere gostaria de debater: 1) ao primeiro, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e motivo de preocupação para milhões de brasileiros, por antecipar toda a sua excrescência e vontade de acabar com a democracia no País? 2) Ao engendrado, ajambrado e tornado mais suave e palatável plano B, objetivando a reduzir consideravelmente o índice de rejeição ao ilustre poste-laranja e aumentar suas remotas possibilidades no segundo turno? Ou 3) àquele que é o plano real e que ainda permanece latente, subjacente, pulsante e escondido da  população, pronto a ser posto em prática se eventualmente eleito tal execrável preposto? Aguardo respostas do candidato, desde que ele as faça sem ponto eletrônico conectado a Curitiba. De presidiário só aceito sua condenação, o cumprimento da pena e o silêncio total.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

PROIBIÇÃO MÉDICA

O médico do presidenciável Jair Bolsonaro, com certeza, deve proibir que seu paciente participe de qualquer debate político. Afinal, “em time que está vencendo não se mexe”. Ora, não faz o menor sentido dar a cara à tapa a um adversário “franco atirador” e que não tem nada a perder. Como já dizia aquela velhinha de Taubaté, que vantagem Maria leva?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

‘POSTE’

O candidato a presidente da República Jair Bolsonaro não deveria participar de debates com Fernando Haddad por um motivo muito simples: geralmente a pessoa que discute com um “poste” é bêbado, e o capitão não o é de forma alguma. Para que perder tempo com um ser inanimado?

Reinner Carlos de Oliveira reinnercarlos1970@gmail.com

Araçatuba

DISPENSÁVEL

  

Embora seja saudável a realização de debates para a disputa de governo, Bolsonaro não deve participar deles nesta reta final de campanha, isso porque nas últimas pesquisas foi registrado aumento vantajoso dele diante de Fernando Haddad, o que evidencia que o debate não vai alterar o quadro de intenções de voto, sendo dispensável sua participação no encontro, como aconteceu com Lula em 2006, que fugiu do debate promovido por uma rede de TV entre candidatos à Presidência da República. Outro motivo, o principal: uma pessoa colostomizada não tem condições de permanecer no meio de um debate político, por duas horas, sem que isso lhe cause transtornos. As críticas de seu adversário de que ele está fugindo dos debates são desumanas, pelas complicações cirúrgicas recentes por que ele passou.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

INOVAR É PRECISO

E indiscutível a necessidade de debates entre candidatos. Como alguém pode avaliar quem merecerá seu voto, avalizar um governo de quatro anos à frente, dando-lhe um cheque em branco? O que se passa é que as eleições são tratadas pelo sistema como um reality show. Até estas eleições, o tempo de TV era fundamental. Hoje vemos as redes sociais tomarem protagonismo. Por quê? Um dos motivos seria a continuidade de um processo que vem de anos e não se modifica e que vai desde a escolha de candidatos pelos caciques partidários até o engessamento dos debates, que minimiza a naturalidade, a espontaneidade, a surpresa de eventuais perguntas mais instigantes. Ante tal cenário, respostas são óbvias, superficiais, previsíveis. Assim, por que debater diante de realidade modorrenta, cansativa e pouco sensível ao eleitor? A renovação do Congresso em índice surpreendente decorreu basicamente das redes sociais, já que a propaganda eleitoral estimulava a notoriedade dos mesmos políticos de sempre. Aos novos a população concedeu o aval de promover e renovar a atividade política em si. Que se unam para que isso ocorra de fato. Que tenham boa sorte, pois a nossa sorte depende deles.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

A FACA E O QUEIJO

                                                        

Bolsonaro está com a “faca” e o queijo, vai para a disputa do segundo turno sem precisar ir aos debates – por ora. Debates são fundamentais para discutir propostas. Mas propostas são lendas no horário eleitoral gratuito, como vimos. Não ser sabatinado ou mesmo não ir aos confrontos lhe dão certa vantagem, que o outro lado não tem. Muito pelo fato de Haddad estar atrás no “grid de largada”. E, estando atrás, teria de fustigar e questionar o concorrente, que nada de braçada devido às circunstâncias. Se o fato de não ir aos debates favorece Bolsonaro, seria democrática esta posição “confortável” em detrimento do seu concorrente? Haddad anseia pelo confronto direto das ideias, para uma possível reversão, nem que seja “na enfermaria”, como disse o próprio candidato do PT. 

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

São Paulo 

DEBATE

O problema não é o confronto de ideologias, propósitos e promessas, mas a submissão a regras “globais” roteirizadas, sobre o comando de um apresentador títere, metido a besta. Com a expectativa de receberem vários milhões de votos populares nas urnas, os dois candidatos merecem tratamento mais solene e respeitoso.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

BOLHAS

Sobre a matéria “‘Bolhas’ não se conversam no segundo turno” (“Estadão”, 14/10, A11), o que haveria de conversar entre Bolsonaro e Haddad? Nada, pois o principal motivo de o capitão agir politicamente é desfazer o mal feito pelos petistas ao Brasil. O PT e seus políticos não querem um debate honesto, mas apenas desconstrução do adversário, pois, como criminosos políticos, negam todos os seus crimes, e é pura perda de tempo conversar com eles. Lula e toda a sua gangue não merecem perdão, pois nunca se arrependeram de seus pecados.                           

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

PROPOSTAS

O candidato Jair Bolsonaro, virtualmente eleito, deveria se expor ao debate para que seus eleitores pudessem saber quais suas verdadeiras ações para tirar o País deste caos. Ser presidente da República não é pouca coisa.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

FALTA DE RESPEITO

O comportamento arredio de Bolsonaro após o atentado sofrido, evitando a imprensa e fugindo dos debates em público, demonstra a falta de compromisso do candidato com a democracia e a falta de respeito com os eleitores.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

A ARROGÂNCIA TUCANA

A disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, tem sido marcada pela arrogância tucana. O candidato tucano tem baseado sua campanha em ataques ao seu adversário, e o outro lado fica na defensiva. As propostas para os problemas que assolam o Estado mais rico do País estão jogadas para segundo plano. Além disso, o PSDB governa São Paulo há 24 anos, mantendo sua hegemonia não apenas no Bandeirantes, mas também no Palácio Nove de Julho, sede da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. A base governista sempre foi ampla e favorável às gestões do tucanato, ou seja, houve tempo e condições políticas para tal. Agora, que o comando da máquina está nas mãos de Márcio França, candidato do PSB à reeleição, ficou evidente a prepotência de parte dos tucanos. O PSB sempre foi um fiel aliado do ex-governador Geraldo Alckmin, ajudou na campanha do então candidato a prefeito João Doria e, agora, por pura sede pelo poder, tem sido demonizado. O partido de Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso e de tantas outras personalidades está tão apegado ao poder que se esqueceu de que na política a palavra é fundamental, a coerência é diferencial e o respeito ao povo é peça principal.

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

PORTA ENFERRUJADA

O sr. Fernando Henrique Cardoso jogou mais uma pá de cal sobre seu partido (sic), o PSDB, ao dizer que entre ele e Fernando Haddad há uma porta. Mas foi bom para mostrar claramente a sua cara. Pena para Geraldo Alkmin, Andrea Matarazzo e outros bons candidatos que foram deixados à deriva, como de costume. Como pode deixar uma porta com Haddad? Um prefeito que arrasou com a nossa cidade de São Paulo? O “professor emérito 2018” perdeu a chance de exercer mais uma vez sua especialidade: ficar em cima do muro.

Alice Mayer alicemayer@uol.com.br

São Paulo

TESTE DA URNA

Na quarta-feira, dia 17, foram executados testes com uma urna eletrônica em Salvador, onde o Ministério Público pediu a auditoria de uma urna que apresentou problemas no dia da eleição. Foi feita uma simulação de votos com os dois candidatos a presidente da República e a urna não apresentou o problema apontado. Qualquer programador iniciante sabe a utilidade das instruções IF - THEN - ELSE. Com essas instruções inseridas na programação da urna, é muito simples que ela faça alterações somente no dia da eleição (28/11) e, com isso, não apresentaria essa disfunção neste dia de teste. Considero uma afronta à nossa inteligência um teste tão simples assim feito por pessoas que não devem entender absolutamente nada de programação. É necessário abrir o código instalado para verificação, e não somente um teste de inserção de opções. Lastimável.

Márcio Roberto Pinto Mafra marcio.mafra@gmail.com

Pirassununga

URNAS VICIADAS

Pelo visto, nós, cidadãos, não teremos nenhuma explicação sobre as urnas viciadas. Como, então, falar em Estado Democrático de Direito?

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

PIZZA DE NATAL

Enquanto o País bota fé nas eleições (apesar de não tanto nas urnas eletrônicas), não são poucos os que agora só acreditam mesmo em Papai Noel. Afinal, o bom velhinho é o último bastião que ainda se veste de vermelho com todo orgulho. Deste modo, em suas cartinhas, os outrora todo-poderosos pedem por uma pizza como nunca antes na história deste país. Uma pizza que mito nenhum possa estragar. Algo mais camarada do que as liminares da segunda turma do Supremo Tribunal Federal e ainda mais abrangente do que os indultos de Dilma Rousseff e o de Michel Temer em 2017 – que já era grande demais para passar goela abaixo da República. Desta vez, eles esperam e precisam de um indulto natalino que facilite de vez o perdão da pena aos condenados por corrupção. Algo capaz de transformar o mal feito num pesadelo que passou. Para, assim, poderem viver desfrutando livremente de suas imensas fortunas (conquistadas com tanto esforço), felizes para sempre.  

Jorge A. Nurkin  jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

SURPRESA DESAGRADÁVEL

Parece que Eduardo Paes, Antônio Anastasia, Fernando Haddad, Michel Temer, Lindbergh Farias, Romero Jucá, José Sarney, Vanessa Graziottin e tantos outros terão surpresas desagradáveis nos primeiros dias de janeiro de 2019. Os delatores entregaram a turma toda. Sem o foro privilegiado, a situação ficará bastante desagradável. Sem a proteção da Suprema Corte, os juízes de primeira e segunda instâncias poderão trabalhar de forma rápida e implacável com aqueles que cometeram crimes enquanto seguravam o poder em suas mãos. “Um dia é da caça e outro dia é do caçador.”

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

SEM CONTESTAÇÃO

Sergio Moro diz que não “inventou” depoimento de Antonio Palocci e avisa que delação é “mais contundente”. Palocci finalmente soltou a língua, agora literalmente, e o PT não contesta o conteúdo das delações, mas sim “quando” ele veio ao conhecimento de todos os brasileiros. Mais um sintoma, claríssimo, aliás, de que as delações contam a verdade.

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

                  

MENTIROSO, NÃO

O brasileiro pode acusar o ex-ministro Palocci de qualquer coisa que possa ter feito erradamente, mas ninguém pode dizer que ele seja mentiroso.

Gilberto Lima Junqueira gibaljunqueira@gmail.com

Ribeirão Preto 

TUDO NA DEVIDA HORA

Independentemente de gostar ou não de Michel Temer e independentemente de ser ou não oferecida denúncia pela procuradora-geral da República, necessário é deixar bem claro para os afoitos de plantão que investigado não é sinônimo de condenado, bem como denunciado também não é sinônimo de condenado, e que a presunção de inocência, até final decisão, é garantia constitucional, assim como o direito à ampla defesa e ao contraditório. Se forem negligenciadas essas garantias, seja lá em detrimento de quem for, corremos todos o risco de termos também negligenciados nossos direitos, pois, como diz a sabedoria popular, “porteira por onde passa um boi passa também uma boiada”. Que não se reclame depois.

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

MELHORA PRÉVIA DO PIB 

Um bom sinal: o IBC-BR, que é uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, divulgado pelo Banco Central, apresentou crescimento pelo terceiro mês consecutivo. Em agosto, cresceu 0,47%, ante o mês de julho. Esse resultado é melhor que as projeções dos analistas de mercado. No ano, acumula alta de 1,28%. Em 12 meses, 1,50%. E a projeção do Banco Central para o crescimento do PIB de 2018 é de 1,4%. E, com o mercado já convencido e precificado com a provável vitória para o Planalto do candidato Jair Bolsonaro (PSL-RJ), também viu na quarta-feira uma nova queda de 1,04% do dólar, que fechou o dia em R$ 3,69, graças à declaração de Bolsonaro prometendo independência ao Banco Central.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

PRESERVAÇÃO COMPULSÓRIA

Doravante, quem assumir a Presidência da República leva a responsabilidade e o compromisso de manter o teto de gastos públicos e o controle da dívida pública como premissas para manter a estabilidade e existência do real, nossa maior conquista no século passado.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

VITÓRIA DE PIRRO

O deputado federal Onyx Lorenzoni promete cortar 20 mil cargos no Poder Executivo no primeiro dia de governo. Vamos devagar. Primeiro, vamos esperar o apito final. Tudo indica que Bolsonaro será eleito, a julgar pelas pesquisas, mas prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal. Mas, falando da ideia do parlamentar, se forem ocupantes de cargos de confiança, de livre nomeação do Executivo, e não pertencentes ao quadro efetivo, podem ser dispensados, mas se forem do quadro efetivo continuarão como funcionários públicos nos seus órgãos de origem. E se incorporarem o vencimento do cargo que ocupavam não vai adiantar nada. A despesa continua. Se é assim, será uma vitória de Pirro.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

TECNOLOGIA A SERVIÇO DO ESTADO

O Brasil e, mais especificamente, a Prefeitura de São Paulo estão de parabéns. Agora, a serviço do Estado ou do “grande líder”, como no livro de George Orwell, “1984”, foi inventado um automóvel que sai pelas ruas aleatoriamente multando os carros! Interessante: não inventam uma tecnologia para encarcerar os políticos corruptos que levaram e levam milhões do povo; não inventaram uma tecnologia para prender e punir corretamente os estupradores, assassinos, etc.; também não inventaram uma tecnologia para combater os responsáveis que matam diariamente e indiretamente a população carente nas filas dos hospitais do SUS; como também não inventaram uma tecnologia para combater as agressões aos professores nas escolas públicas. É, parabéns, “grande líder”, continue a multar os carros. É bem mais fácil.

Nelson N. Cepeda fazoka@me.com

São Paulo 

MOBILIDADE URBANA

Concordo com as observações do colega leitor sr. Marcos Luqueze (“Pequenas ditaduras”, 18/10, A3) em relação ao prejuízo causado à população metropolitana de São Paulo por grupelhos que têm o poder de decisão de barrar grandes obras públicas necessárias para melhorar a qualidade de vida da população. Só lamento que esses ditadores não sejam detalhada e frequentemente nominados e passem à história como responsáveis pela insanidade que perpetraram.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo 

COPA DO BRASIL 2018

O que dói na derrota do Corinthians para o Cruzeiro na Copa do Brasil foi confirmar a mediocridade do elenco, haja vista os dois gols acontecidos não por virtude do Cruzeiro, mas por falhas inaceitáveis do time paulista. No primeiro e no segundo, três boleiros não foram capazes de pelo menos fazer uma falta, porque perder na velocidade é hábito, o que demonstra preparo físico falho. Para “ajudar”, o árbitro anulou um gol sem motivo algum, principalmente depois de ver na TV que o braço de Jadson mal raspou no ombro do zagueiro, sem tirar o equilíbrio dele, mas de imediato caiu segurando a cara – e creio que o juiz, vendo no vídeo a farsa, jamais poderia ter anulado, o que mostra falta de categoria para apitar um jogo destes ou má-fé. O juiz foi mal noutro lance também, quando houve um pênalti cometido por Dedé, que na pequena área pendurou-se no pescoço de Jonathas e ele fez que não viu, mas menos de cinco minutos depois houve lance igualzinho e ele marcou contra o time mineiro, mas porque foi no meio do campo. Agora, o que fazer? Espera-se do Corinthians que faça o suficiente para ficar na série A. Quanto ao Cruzeiro, mostrou não ser aquele timaço, como imaginam os mineiros, e explica por que foi eliminado pelo Palmeiras na Copa Libertadores da América. Houvesse o Corinthians jogado um pouquinho mais, seria diferente.  

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

 

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