Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

23 Outubro 2018 | 03h00

CAMPANHA ELEITORAL

A opção é clara

Um filho de Jair Bolsonaro extrapolou ao falar, meses atrás, do Supremo Tribunal Federal (STF). A repercussão negativa levou-o a desculpar-se e dizer que foi só bravata. Os petistas, principalmente Lula da Silva, manifestaram-se publicamente inúmeras vezes contra o Judiciário, de forma veemente, sem a mesma repercussão. A imprensa em geral vem tomando posição contra o capitão reformado, que defende liberdade de expressão, enquanto o PT fala em controle social da mídia. O eleitor optou por Bolsonaro, cansado do populismo barato, irresponsável, rasteiro e desonesto do PT.

J. A. MULLER

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

Esquisito, essa frase idiota foi dita em julho, mas só agora é que a descobriram e repercute dessa maneira? O PT está realmente desesperado e inventa fake news a cada dia.

ALDO BERTOLUCCI

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

Dois pesos...

Causou intempestiva indignação em representantes do Judiciário o inflamado vídeo de 9 de julho do deputado Eduardo Bolsonaro, do PSL, que se retratou. O ministro Celso de Mello retrucou com pesados adjetivos, mas sem usar as cansativas citações de cátedra, o que me causou espécie. Ora, se a Justiça não deve pender para nenhum, não tive conhecimento de igual atitude acerca do vídeo de 13 de abril do deputado Wadih Damous, do PT, ofendendo o ministro Barroso e pregando o fechamento da Corte Suprema, etc. Por que o silêncio? Não soube de nenhuma retratação desse parlamentar.

CELSO DAVID DE OLIVEIRA

david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

Que o deputado federal Eduardo Bolsonaro falou uma idiotice, isso não se discute. O repúdio foi generalizado e mereceu manifestações desde a OAB até ministros do STF, sobressaindo a do decano, Celso de Mello, que classificou a afirmação como “inconsequente e golpista”, e a do presidente da Corte, Dias Toffoli, que falou em “atentado à democracia”. Causa espanto, entretanto, que declarações do mesmo teor, feitas pelo também deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), em 13/4 - “tem que fechar o Supremo Tribunal Federal (...) ou nós enquadramos essa turma, ou essa turma vai enterrar de vez a democracia brasileira” - tenham sido ignoradas. Mas deixa isso para lá, afinal, seria temerário imaginar complacência com Damous apenas por ele ser vice-líder do PT na Câmara, haver presidido a Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB e, atualmente, integrar a imensa tropa de advogados de Lula da Silva.

SERGIO RIDEL

sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

Não adianta

Longe de fazer apologia ao que está sendo noticiado que foi dito pelo filho de Bolsonaro, o sistema judiciário brasileiro, com as exceções de praxe - diga-se juiz Sergio Moro, turma do TRF-4, em Porto Alegre, e mais alguns cujo nome no momento não me ocorre -, está tão desmoralizado perante a opinião pública, em especial o STF, que se a esquerda pensa que esse pronunciamento - infeliz, por sinal - terá alguma consequência nas intenções de voto em Jair Bolsonaro está redondamente enganada. Pesa, para isso, ministros proferindo votos longos e enfadonhos que só eles entendem. Recentemente um ministro falou por longas duas horas para justificar que o presidiário hóspede de cela especial na Polícia Federal em Curitiba - ou comitê político - poderia concorrer às eleições presidenciais deste ano tendo por base o voto de um comitê internacional sem representatividade no assunto.

ANTONIO MOLINA

molinaengenharia.santafe@gmail.com

Santa Fé do Sul

Instituições pátrias

Bem colocada a posição do ministro Marco Aurélio Mello, do STF, a respeito das “instituições pátrias”. Contudo há que lembrar que às instituições pátrias também se aplica do dito romano de que à mulher de César não basta ser honesta, tem também de parecê-lo.

DILERMANDO W. SANCHES

cataro22@yahoo.com.br

Curitiba

Pacificar o País?!

Às vésperas do segundo turno das eleições, tenho ouvido com frequência que “é necessário pacificar o País”. Será que isso virá mesmo a ser necessário? Muitos dos que falam em pacificar nosso país querem nos fazer acreditar que existe situação beligerante entre brasileiros honestos e bem-intencionados (e, portanto, com iguais direitos) que divergem por razões ideológicas ou, pior ainda, por preconceitos de raça, de riqueza ou de origem regional. Não acredito nisso. Acredito que exista, sim, divergência entre os que exigem lisura no trato da coisa pública e os que pretendem continuar se beneficiando (direta ou indiretamente) dos recursos arrecadados pelos escorchantes impostos pagos pelos brasileiros que produzem riqueza. Em minha opinião trata-se de movimento orquestrado pelos políticos corruptos e por certos meios de comunicação por eles sustentados que enxergam na iminente derrota do PT a morte de sua última esperança de eliminar a Operação Lava Jato. Fiquemos alertas: se “pacificar” significa anistiar corruptos, seremos contra.

MILTON HOLLAENDER

situs@situs.com.br

São Paulo

Reforma trabalhista

O poste preposto do demiurgo de Garanhuns, vulgo Fernando Haddad, tem afirmado que, se eleito, revogará a reforma trabalhista, em muito boa hora promovida pelo atual governo. Portanto, se ele vier a ser eleito, preparem-se os trabalhadores para a volta da odiosa contribuição sindical obrigatória. É sintomático! Pois como um governo petista se sustentaria sem os seus 17 mil sindicatos, com cerca de 170 mil diretores sindicais?

HUGO JOSE POLICASTRO

hjpolicastro@terra.com.br

São Carlos

Ao trabalho!

Apelos derradeiros a Jair Bolsonaro: criação de empregos, empregos e mais empregos... Muitos empregos, milhões deles. Os seus eleitores estão loucos pra voltar a trabalhar.

SERGIO S. DE OLIVEIRA

ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

Antipetismo

Seja qual for o resultado das urnas, o vencedor deverá a vitória ao PT: o do partido, por óbvias razões; o outro, graças ao antipetismo fomentado por 13 anos.

ROSSANA BAHARLIA

rbah44@yahoo.com.br

São Paulo

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UMA SEMANA NERVOSA E CÍVICA

Estamos numa semana como poucas na história recente do País. Excitação popular assim, tão grande, só se assistiu na eleição de Tancredo Neves (ainda no colégio eleitoral, que fechou o ciclo de governos militares) e sua agonia e morte; na eleição de Fernando Collor (que prometia "caçar os marajás") e na de Lula, o primeiro operário a ocupar a Presidência da República. As demais eleições transcorreram sem grandes expectativas. Exceções feitas aos impeachments de Collor e de Dilma. Agora, Jair Bolsonaro se apresenta como nova esperança. É preciso, no entanto, baixar os ânimos e, em vez da contenda, destacar o aspecto cívico da eleição, cuja única função é escolher o governante. O momento exige firmeza e calma. É o que o Brasil necessita. 

               

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

  

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INCOMPETÊNCIAS

Se a equipe do futuro governo do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, favorito disparado para ganhar as eleições presidenciais e assumir o cargo em 1.º de janeiro de 2019, demonstrar a mesma incompetência que vem demonstrando a equipe responsável pela sua campanha, então a coisa está feia. O partido do candidato adversário, Fernando Haddad (PT), na tentativa desesperada de reverter uma derrota iminente, foi desencavar um vídeo em que o filho do líder nas pesquisas, antes do primeiro turno destas eleições, quando ainda não tinha sido sequer reeleito, questionado sobre eventual impugnação descabida da candidatura de seu pai, aventou, em tom jocoso, a possibilidade de fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Haddad faz disso o ponto forte de sua campanha no momento, visando a indispor o candidato que está para vencer as eleições com as autoridades daquela Corte e com a opinião pública. Do outro lado, a equipe encarregada da campanha do PSL se esqueceu de que o candidato "capacho de presidiário" registrou por escrito (não falou, vejam bem) seu programa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dizendo claramente que em seu eventual governo tudo passaria a ser decidido por "novos mecanismos deliberativos" a cargo de "movimentos sociais... "Todos" os poderes da União (todos, grifo meu) e do Ministério Público, assim como os do Judiciário, estariam submetidos a esse tipo de "controle social". Ora, o que seria isso, se não a intenção de fechar não só o STF, como, a reboque, o Congresso Nacional também, posto que esses poderes não teriam mais função? A incompetência da campanha "pesselista" faz coro com a da presidente do TSE quando declara que "(...) juízes não se deixam abalar por manifestações inadequadas", sem notar que "por debaixo de suas barbas", no TSE, encontra-se registrado um programa de governo que pretende, se o candidato chegar lá, deixá-la sem ter o que fazer pelo resto da vida. Abra os olhos, ministra!

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

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REPÚDIO

Os comentários depreciativos, grotescos e desrespeitosos do deputado Eduardo Bolsonaro, em relação ao STF, proferidos em palestra antes do primeiro turno das eleições, merecem todo o repúdio da sociedade. Vários ministros do Supremo reagiram negativamente, com veemência, a tais declarações - e não era para menos. Há um porém, entretanto, que merece consideração: o ex-ministro José Dirceu, também às vésperas do primeiro turno, ao declarar que eleição é uma coisa e tomada de poder é outra - em claro desrespeito aos pilares da República -, foi tão grotesco quanto o filho de Jair Bolsonaro, mas, na ocasião, nenhum ministro do STF manifestou-se a respeito. Neste momento de grande turbulência política, é imperativo que o Supremo fique atento para não cair na armadilha dos "dois pesos, duas medidas". 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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IRRESPONSÁVEIS

O ministro Alexandre de Moraes diz que fala de Eduardo Bolsonaro é "absolutamente irresponsável" e pede investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR). "Absolutamente irresponsáveis", também, são algumas decisões do Supremo. Atual presidente do STF libertou José Dirceu, seu ex-chefe, mesmo estando condenado a 30 anos de prisão em segunda instância. Gilmar Mendes liberta condenados contumazes, irmãos Richa e Barata, por exemplo, normalmente nas noites de sexta-feira; Lewandowski sabota toda tentativa de privatização de estatais, tipo Eletrobrás, que dão bilhões de prejuízo à população, além da não cassação dos direitos políticos de Dilma Rousseff. E nenhum deles respeita o teto salarial constitucional...

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

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O NÍVEL NO PARLAMENTO

A ameaça do deputado federal eleito por São Paulo de que o STF pode ser fechado, se agir para impedir que seu pai assuma a Presidência caso seja vencedor da eleição no próximo domingo, é estarrecedora. Ele se aproveita de um momento em que se constata um baixo nível de politização popular, mas de forma nenhuma poderia ter feito tais declarações. O eleitorado precisa avaliar que não basta votar, é preciso mobilização para que tenhamos um alto nível nos Parlamentos e Executivos. E mais: como ficarão os meios de comunicação? Serão censurados, se criticarem algum eleito?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos 

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O STF, SEGUNDO PETISTAS

Causou estranhamento a declaração do deputado Eduardo Bolsonaro, do PSL, sobre fechar o STF, e não faltaram meios de comunicação repercutindo a notícia. Mas não causou nenhum estranhamento o que foi dito em abril deste ano pelo deputado petista Wadih Damous ("tem de fechar o Supremo Tribunal Federal") ou o que foi dito por José Dirceu, três vezes preso, em setembro: "Primeiro, deveria tirar todos os poderes do Supremo e ser só Corte Constitucional". As declarações de Bolsonaro são inadequadas e desnecessárias, porém causaram incômodo entre os magistrados. Mas só agora os ministros ficaram incomodados? É bom lembrar também que o PT pagou muitos jornalistas para injuriar pessoas e poderes. Há que destacar um ponto positivo neste imbróglio: Eduardo Bolsonaro pediu desculpas, fato citado pela presidente do TSE, Rosa Weber. Já quanto aos petistas citados, além de não se ver a replicação dos comentários pelos meios de comunicação, nenhum alarde foi tão grande como se vê agora e nenhum pedido de desculpas foi feito. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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FECHAR O STF?

Que ironia! Não dá para aguentar. Imaginem que Lula convoque o "exército do MST" e ele se una ao cabo e ao soldado sugerido pelo deputado.

Henrique J. Boneti hboneti@uol.com.br

São Paulo

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QUEM É O CULPADO, MESMO?

O deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro fala em fechar na marra o STF. Em decorrência do comentário, FHC fala em fascismo. O decano do STF, ministro Celso de Mello, fala em "golpe". E a população brasileira fala em partidarismos dentro do STF quando analisamos várias atitudes dentro daquela Casa.  Principalmente quando ministros põem em liberdade, por exemplo, o condenado a 30 anos de prisão em segunda instância, José Dirceu, considerado o "cérebro do PT (ou organização criminosa)", que assolou a politica brasileira. Tudo bem às vésperas da maior disputa eleitoral, quando o povo cansado de corrupção dirá não ao PT. Quem é fascista e golpista, mesmo? A conferir...

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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A MESMA ENERGIA

Voto em Jair Bolsonaro, mas a fala do filho dele foi algo grotesco. Por outro lado, adoraria ver o ministro decano do STF, Celso de Mello, ser tão enérgico com o que o bandido - este, sim - José Dirceu falou recentemente. Ou seja, a coisa tem de ser democrática, mesmo alguns vestindo a toga vermelha da vergonha e da corrupção. 

Maria M. J. Simoes mmjsimoes@bol.com.br

São Paulo

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RESPOSTAS A UMA FALA INFELIZ

Chamados de "covardes", nem um pio. À fala infeliz do deputado ministros do Supremo - OAB junto - rebatem de pronto. Que a OAB pergunte a uma das excelências o porquê da demora de 14 anos para, às vésperas da prescrição, julgar o processo de um senador, por exemplo. Que a pergunta, assim como a reposta, não demorem tanto quanto o tal processo senatorial. Como demandas não têm cor, sem que possa parecer coação e com todas as vênias, salamaleques e rapapés, esperamos a mais que proveitosa e comezinha celeridade de praxe...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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BOATARIA?

Estamos ouvindo nas redes sociais boatos (ou não), mas não custa apurar. Dizem que estão tramando um novo e duro golpe para assassinar Jair Bolsonaro antes do segundo turno, pois para a "petralhada" e seus asseclas a eleição já está perdida. Se for assassinado, o segundo turno será disputado entre Fernando Haddad e Ciro Gomes, terceiro colocado, de acordo com a lei eleitoral. Daí a necessidade de manter Bolsonaro a salvo, para não correr esse risco. Realmente, muitos "petralhas" já ameaçaram tomar o poder, com ou sem eleições, como José Dirceu falou recentemente. Alguns disseram que vai correr sangue e outros até coisas piores. O facínora mor está preso, mas desejam soltá-lo a todo custo. Por outro lado, outros grupos como MST, CUT, CGT e outras facções externas que poderão vir da Venezuela ou de Cuba poderão participar. Cautela e caldo de galinha, nunca podem fazer mal, mas, se algo ocorrer com o vencedor, não poderemos permitir que tomem o poder na marra.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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AVISO: O ADVERSÁRIO É O PT

Ante a notável vantagem do candidato Jair Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto, o desespero parece já estar batendo nas hostes petistas. Como essa turma não sabe perder, já podemos identificar alguns sinais de que pretendem virar o jogo no tapetão custe o que custar. Começaram, timidamente, por acusar o juiz Sergio Moro de divulgar indevidamente a delação premiada de Antonio Palocci - que acusou Lula de saber de todo o esquema de corrupção na Petrobrás. Agora, procuram vincular Jair Bolsonaro a esquemas de difusão de fake news na internet (Facebook e Twitter) e no aplicativo de celular WhatsApp, com a utilização de robôs - naturalmente, sem apresentar prova alguma de que Bolsonaro tenha alguma imbricação com tais expedientes. Provas são dispensadas; o que importa é lançar dúvida, seja sobre a idoneidade do adversário, seja sobre as ideias que defende. Com esse propósito, somos diariamente brindados com notícias tentando, insidiosamente, colocar "na conta do capitão" até mesmo morte decorrente de briga de bar - caso do esfaqueamento de um capoeirista em Salvador e também a de um travesti, ocorrida há dias, no centro de São Paulo. Até parece que até um ou dois meses atrás o Brasil era um país pacífico, sem os mais de 170 homicídios/dia (em média) registrados pelos mais variados motivos. Na tentativa de jogar sombras sobre o candidato do PSL, na internet é divulgada, agora, a imagem de uma jovem cuja nuca teria sido marcada com uma suástica - aparentemente, com seu consentimento, sem que ela se debatesse, já que os traços do símbolo nazista estavam muito bem delineados... E, sob o título "Ameaças são pichadas em universidades" (19/10, A10), o "Estado" relatou pichações em pelo menos quatro universidades públicas, destacando uma porta do Crusp (alojamento de estudantes da USP) onde pintaram uma grosseira suástica. A quem interessa tudo isso? Ora, evidentemente ao PT! Nesta toada, faltando poucos dias para o segundo turno e na linha do "vamos fazer o diabo" (apud Dilma Rousseff), eu não descartaria a possibilidade de surgir, talvez em cima da hora, um conveniente "atentado" contra a vida do candidato petista Fernando Haddad, com o agressor, enfurecido, bradando "viva Hitler! Viva Bolsonaro!" para identificar a motivação da "autoria". Bem, fica o aviso: o adversário é o PT. Melhor o capitão ficar atento, porque esta turma não brinca em serviço. 

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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FUTURO ANTIGO

O petista Fernando Haddad não para de falar do ótimo futuro que o Brasil teria nas mãos dele. Será que ele se esqueceu de que estamos no futuro do governo do seu partido?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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CREDIBILIDADE

A credibilidade do PT está tão comprometida que a população interpreta como verdade exatamente o oposto daquilo que dizem. Logo, a única chance de Haddad ganhar votos é começar a dizer que Lula roubou, que não foi "golpe" e que o PT é uma farsa.

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

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NINGUÉM AGUENTA MAIS

Que o PT criou o maior esquema de corrupção de que se tem conhecimento na história da humanidade é fato. Que também comprometeu o futuro das novas gerações de brasileiros, disso quase ninguém duvida. Mas o problema não se encerra aí. Ninguém suporta mais a soberba, a arrogância, o fanatismo, a intransigência, a mentira repetida, as manipulações e, principalmente, o histrionismo e a estridência da sua militância. E vem de longe: desde os tempos de "fora Sarney", "fora Collor" e "fora FHC", com pedidos de impeachment dia sim e outro também, até os dias atuais. Teve "Cunha, Cunha, Cunha"; "golpe, golpe, golpe"; "fora Temer"; "Temer jamais"; "eleição sem Lula é golpe"; "Lula livre" e outros mantras repetidos até a exaustão e o nosso desespero. O que ninguém imagina é que isso está longe do fim, visto que, na oposição, será pior. Começaram, agora, a escrever a nova narrativa, conscientes da derrota eleitoral que se apresenta. O novo refrão já está definido: "fake, fake, fake, fraude, fraude, fraude". Jesus!

José Jairo Martins josejairomartins7@gmail.com

São Paulo

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O PASSADO

Peraí, o PT fala em fake news, mas foram eles que disseram que o Bolsa Família iria acabar se seus opositores fossem eleitos. E aí, TSE? Esqueçam o passado?

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

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FAKE NEWS

Engraçado como a notícia de possíveis fake news pró Bolsonaro tomaram vulto "jamais visto na história deste país". Procuradoria-Geral da República e Tribunal Superior Eleitoral até abriram processo para investigar. Mas, quanto às possíveis "fake urnas", em que foram gerados muitos boletins de ocorrência devido a erros, por sinal, semelhantes, a imprensa nem sequer publicou algo a respeito. O próprio "Estadão" ficou mudo. No Instagram de alguns candidatos da oposição existem muitas fake news postadas, mas ninguém se incomoda. Percebe-se, por aí, que a voz de meia dúzia de artistas e os gritos da esquerda têm muito mais força do que a voz de milhões de brasileiros que carregam, com muito sacrifício, o Brasil nas costas. 

Solange Figueira sonafig@gmail.com

São Paulo

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SOU PELO BRASIL

Sou católica, casada, profissional, faço campanha de graça por meio dos veículos de comunicação competentes e responsáveis que prestam informação ao Brasil. Sou pela verdade, pela minha família e por minha bandeira, que é verde e amarela, e por toda família brasileira que deseja ver o Brasil livre da velha política corrupta do PT, partido que só nos causou retrocesso e perdas imensuráveis. Não acredito nas inverdades atribuídas ao candidato Jair Bolsonaro, as chamadas fake news, sou solidária a quem sofreu um atentado à vida, passou por duas cirurgias, esteve 23 dias hospitalizado, continua se recuperando e em momento algum desistiu, tampouco se acovardou diante dos absurdos ao decorrer desta campanha desumana do vale-tudo pelo poder, cheia de mentiras e falsas promessas. Acredito, sim, na esperança de ter um presidente que comungue dos bons costumes e tenha respeito aos cidadãos de bem desta nação. Será, mesmo, que o candidato Fernando Haddad ainda acredita que pode reverter o eleitorado brasileiro? Será que não está vendo que o povo unido jamais será vencido?

Márcia Callado marciacallado@bol.com.br

São Paulo

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O QUE NÃO PODE NA ELEIÇÃO

Pergunta ao poste laranjão patético Fernando Haddad: WhatsApp não pode , mas a maior compra de votos e comprovadamente um estelionato eleitoral  existente no mundo (Bolsa Família) pode? Mais uma vez, reitero que aguardo ansiosamente resposta do títere que, para se tornar mais palatável ao eleitorado, está parecendo uma biruta doida com tanto vento (estocado por desvairada companheira?), pois já mudou e registrou seu plano de governo não sei quantas vezes (outro estelionato). 

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

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FILTROS

Oportuna e correta a declaração da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, ao afirmar que, apesar dos esforços de investigação da Justiça específica, não existe uma solução capaz de evitar e coibir a disseminação das fake news. No mesmo fôlego, acrescentou que, se alguém a possuir, que se apresente à Corte, por sua vez desconhecedora do milagre. Durante o presente pleito, talvez o mais polarizado da história recente da República, com campanhas baseadas em meios de comunicação instantâneos turbinados pelas redes sociais, foi muitas vezes inevitável o surgimento de meias-verdades e de mentiras de pedigree garantido, com origens difusamente arquitetadas alhures. Trata-se, portanto, de um universo com o qual a sociedade terá de aprender a conviver, mediante a utilização de filtros baseados, mais do que nunca, em discernimento na hora do voto. 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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HORÁRIO ELEITORAL

Se o TSE quer combater fake news, basta assistir ao horário eleitoral. 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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CREDIBILIDADE

É fácil acabar com as fake news. Basta reestabelecer a credibilidade da mídia... Quando uma "The Economist" distribui fake news sobre o Brasil, quando uma "Folha de S.Paulo" descaradamente espalha mentiras na primeira página, que geram instabilidade, o que fazem os que ganham com boatos? Fake news! Tudo na natureza tem uma causa, e neste caso foi a deturpação dos jornais e de grandes revistas, que sofrem agora por causa da internet. Simples assim!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br 

São Paulo

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PROMESSAS E MAIS PROMESSAS

Estamos na reta final das campanhas de segundo turno das eleições de 2018. O povo está confuso com as postagens do WhatsApp. São muitas notícias falsas, ou fake news, que, disparadas de qualquer forma, causam muito estrago. A ânsia de encaminhar "novidades" faz com que a maioria nem se certifique da veracidade da postagem. Após 16 anos de PT, incluindo o governo do vice de Dilma, os partidos de esquerda vão se despedindo do poder. Jair Bolsonaro promete extinguir cargos comissionados, privatizar empresas estatais, acabar com a reeleição, entre outras coisas. O capitão precisará do apoio do Congresso para aprovar essas medidas de enxugamento da máquina estatal. Será que ele vai conseguir dar um passo?

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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PRIMEIRA PÁGINA

Duas fotos estampadas na primeira página do "Estadão" de 22/10 mostram o confronto entre uma campanha baseada no dinheiro farto, em que se destacam inúmeras bandeiras vermelhas e do PT, lutando pela campanha de Haddad; e uma multidão, cujo traço de união são as camisetas amarelas. Esta foto, onde há apenas uma bandeira do Brasil e uma solitária bandeira de Israel, é da campanha de apoio popular à candidatura promissora de Jair Bolsonaro.

Mario Helvio Miotto mariohmiotto@gmail.com

Piracicaba 

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O FANFARRÃO VOLTOU

O fanfarrão e perdedor Ciro Gomes, que deixou Fernando Haddad "vendo navios" com o prometido apoio ao PT, agora voltou de viagem ao exterior com a família e já quer "sentar na janelinha". Nem sabe o porquê, mas pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que anule as eleições e investigue Jair Bolsonaro. Essa "esquerda" desastrada não é bem vista nem mesmo na Coreia do Norte ou na China. Menos, Ciro Gomes!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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PERSONALISMO

Estamos assistindo aos atuais candidatos ao governo federal e estadual competindo de modo personalista. É um "diz que me diz", um bate-boca de quinta categoria. Se o eleitor tomasse como base o que falam uns dos outros, não elegeria ninguém. A penúltima (são criativos, há sempre uma seguinte) é o democrata professor Haddad pedir a impugnação da candidatura do capitão reformado Jair Bolsonaro. Condena-o, sem provar, de abuso de poder econômico, embora o vidro de seu telhado já tenha sido quebrado por indiciamento em caixa 2. A propósito: enfatiza-se a categorização de Bolsonaro como capitão reformado para nominá-lo. Pergunta que não quer calar: capitão reformado seria mais ou menos depreciativo do que ex-prefeito não reeleito, aposto nunca colocado no antagonista? Enquanto isso, e o conteúdo? Cadê as propostas? 

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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ROBERTO ROMANO

Só o artigo do professor doutor Roberto Romano "Cuidado, nas urnas a foto é de Platão!' ("Estado", 21/10, A2) valeu toda a minha semana, uma aula política magna! O povo que se cuide, médico x cozinheiro magistral! O cozinheiro está aí! 

Mariza Bacci Zago mbzago@uol.com.br

Atibaia 

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'CUIDADO, NAS URNAS A FOTO É DE PLATÃO!'

A frase desta obtusa exposição inclui a frase "a busca de agradar e mentir chega ao ápice com as práticas de Goebbels, Walter Lippmann e o Agitprop soviético".  Roberto Romano demonstra ignorância por juntar Lippmann com os propagandistas Goebbels e Agitprop. Será que seja um dos professores citados por um estudante de política-economia na Unicamp que comentou com minha esposa que lá tendem a não ler textos de autores norte-americanos por estes serem enviesados politicamente? Do país que tem tantos ganhadores de Prêmios Nobel, em tantas áreas, especialmente incluindo política-economia? Sugiro a Romano uma checagem de Walter Lippmann no Google e/ou Wikipedia.

William W. B. Veale william.veale.rdbc@terra.com.br

Sorocaba

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'DIREITA VOLVER, ESQUERDA VOLVER'

O artigo do desembargador aposentado Aloísio de Toledo Cesar "Direita volver, esquerda volver" ("Estadão", 22/10, A2) é um didático relato histórico. Esclarece a origem de certos termos políticos muito repetidos nos dias de hoje - direita e esquerda -, a origem do comunismo e coloca alguns "pingos nos is" na história do Brasil recente, omitida ou deturpada nas nossas escolas. Permito-me dar meu testemunho da falácia dos "anos de chumbo" com uma pergunta e uma constatação. A pergunta: quem foi preso, torturado ou morto na campanha das "Diretas já"? Meu testemunho (publicado no "Fórum dos Leitores" de 1.º de abril de 2014): "Há um certo exagero nas palavras do jornalista e professor Gaudêncio Torquato quando diz que 'sobre todos pairava a sensação de estar sendo vigiado, seguido, perseguido - era assim nos escritórios, nas ruas, nos bares, nas esquinas, nas livrarias, nas salas de aula'. Na época do governo militar, fui presidente da Associação dos Médicos do Hospital do Servidor Público Estadual (à frente de inúmeras Assembleias Gerais reivindicando com sucesso aumento salarial); professor da USP e de faculdades de Medicina particulares; diretor da Faculdade de Medicina de Santo Amaro (que denunciou um mantenedor); mas jamais fui importunado, jamais me senti vigiado, seguido ou perseguido".

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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A IMPERIOSIDADE DE UM PRONUNCIAMENTO MILITAR

Um país latino-americano, por mais expressivo que seja, em que a sociedade, na grandeza de 50% de seus membros, admite - e teme - a reinstauração de uma ditadura militar e, ao mesmo tempo, não dá credibilidade às eleições e aos grupos que remanesceram como os prováveis titulares de um novo governo, encontra-se na conjuntura de ver um de seus Poderes da República (em especial o Judiciário) instar os comandantes das três forças militares - Exército, Marinha e Aeronáutica -, nos termos do art. 142 da Constituição federal, a declarar, desde já, que são inatacáveis os Poderes Constitucionais, a Constituição, a lei e a ordem, em qualquer hipótese. O compromisso democrático não deve aguardar para que seja firmado pelos eleitos a partir de 1.º de janeiro, como propôs o ilustre promotor de justiça Roberto Livianu em "O Estado" de sábado, 20 de outubro, porque não passará de promessa de discutível credibilidade. 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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'CAÇA ÀS BRUXAS'

No artigo "Caça às bruxas", de Eliane Cantanhêde, publicado no "Estadão" em 21/10/2018 (página A6), a articulista, internamente vermelha, já está excogitando e verbalizando como caça à bruxas os medos de punições de muitos funcionários diplomáticos, que exorbitaram muito de seus deveres no exercício de cargo público à luz do Limpe, principalmente na impessoalidade e moralidade. Pois quando divulgaram mensagens petistas contra Jair Bolsonaro mundo afora deveriam, como funcionários públicos, ser mais "diplomáticos" no que falam, oficial e oficiosamente, sobre fatos e pessoas do Brasil, principalmente no exterior, onde não se conhece bem a realidade interna, dando margem a muitas distorções.                    

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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VASSOURAS NAS BRUXAS

Até que enfim vem a público o esclarecimento sobre a campanha difamatória contra a pobre democracia brasileira levada a efeito por órgãos da imprensa internacional e dois obscuros membros da Organização dos Estados Americanos (OAB) em que acusavam o impeachment de Dilma Rousseff como golpe, alardeavam o "Lula Livre" e demonizavam as resistências antipetistas. Vinha tudo do aparelhamento bolivariano do Itamaraty. Parabéns a "O Estado de S. Paulo" e à jornalista Eliane Cantanhêde pelo esclarecedor artigo "Caça às bruxas", de domingo (21/10, A6).

José Roberto Sant'Ana jrsantana10@gmail.com

Rio Claro 

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'DESESPERO'

Já faz alguns meses que eu vinha me entristecendo com a neutralidade exagerada do jornal "O Estado de S. Paulo", do qual sou assinante há mais de 75 anos, juntamente com minha saudosa mãezinha, professora Conceição Duarte de Almeida Dotoli, que se orgulhava de resolver as palavras cruzadas deste conceituado jornal em menos de 15 minutos, seu recorde. Como escrevo crônicas - aliás, vocês já publicaram mais de 200 de minhas cartas no "Fórum dos Leitores" -, me entristeci com a imprensa brasileira, principalmente a televisiva, que, por interesses obviamente financeiros, se mostrou tendenciosa, e a vossa neutralidade muito me aborrecia. Contudo, diante do editorial "Desespero" (19/10, A3), confesso que respirei aliviado e feliz, principalmente pelas verdades ali contidas. Embasado nessas verdades e transparências, com muito orgulho, aos editores e jornalistas do meu "Estadão" eu tiro o meu chapéu.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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'CONTROLES INTERNOS?'

O sr. Mauro Rodrigues da Cunha, ex-membro do Conselho de Administração da Petrobrás (abril de 2013 a abril de 2015), no texto publicado na edição do dia 20/10 do "Estadão" ("Controles internos?"), inicia esclarecendo que sua "(...) irritação atingiu o ápice ao ler a declaração de um candidato de que as empresas estatais tiveram problemas porque 'faltou controle interno'". Todavia, suas subsequentes observações de que "se alguma coisa não faltava na Petrobrás era controle interno (...)  A partir da gestão de José Sergio Gabrielli teve início um processo de desmonte deliberado dos gatilhos de governança, na prática tornando inócuos os controles existentes (...) operados de maneira proposital para não serem eficientes". Mais ainda, esclarece que "o comitê de auditoria, quando começou a fazer perguntas incômodas, foi obliterado para ser mais cordial, eliminando os independentes". Desconheço qual a interpretação pelo ex-conselheiro da palavra inócuo, mas creio que na prática ela pode ser entendida como inoperante, para cumprir seus objetivos. Assim, é compreensível o juízo expresso pelo ex-conselheiro de que a "(...) Petrobrás só tinha boa governança para inglês ver". Ele mesmo se encarregou de demonstrar a improcedência de sua irritação, porque efetivamente confirmou a procedência da denúncia do candidato.

P. A. Santi pasanti@terra.com.br

Vinhedo

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'PARA INGLÊS VER'

Esclarecedor e estarrecedor o artigo do ex-membro do Conselho de Administração da Petrobrás Mauro Rodrigues da Cunha (20/10, A2)! Ele desmascara o candidato do PT, Fernando Haddad, que diz que, se vencer esta eleição, porá em prática um novo sistema de "controle interno" nas estatais para evitar a corrupção - que Haddad não assume que ocorreu durante a era petista no poder, principalmente na Petrobrás. Mauro Rodrigues, que fez parte do conselho da estatal de 2013 a 2015, afirma que os controles internos existem e foram muito bem implementados na gestão do ex-presidente da estatal Henri Reichstul, entre 1999 e 2001, no governo de FHC. Mas que as normas de controles foram jogadas no lixo da corrupção a partir do momento em que José Sérgio Gabrielli (PT) assumiu a presidência da Petrobrás, entre 2005 e 2012, nos governos de Lula e Dilma. E que a boa governança na era petista era "para inglês ver". Com Sérgio Gabrielli, diz o autor, teve início um desmonte deliberado dos controles e todos os membros do conselho, indicados pelo Planalto, como "efeito bovino", votavam a favor, em uníssono, das propostas do controlador, diga-se, Lula e Dilma. A diretoria tinha um cheque em branco para remanejar verbas, como decidido na época, de US$ 50 bilhões (ou R$ 185 bilhões). Todas essas excrescências o articulista Mauro Rodrigues diz ter relatado à Polícia Federal, no caso da Operação Lava Jato. E o receio deste ex-conselheiro da estatal é de que, se o PT voltar ao poder máximo da República, o pesadelo da corrupção também voltará...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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ENCRENCA À FRENTE

Quem for eleito presidente da República terá, a partir de janeiro de 2019, um grande desafio a enfrentar. Mas a situação de Michel Temer, também a partir do início do próximo ano, é bem pior. Conseguirá ele escapar da cadeia? Acho muito difícil.

Roberto Bruzadin bobbruza@terra.com.br

São Paulo

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ATÉ TU, TIRIRICA?

Em 2010, com o slogan "pior do que está não fica", o palhaço Tiririca lançou sua candidatura a deputado federal pelo PR, partido do famoso Valdemar Costa Neto, e teve uma votação estrondosa, porque o brasileiro, no lugar de levar a sério, avacalha todas as eleições. Em 2014, Tiririca se lançou novamente candidato e foi reeleito com muitos votos, apesar de um trabalho legislativo nulo. Este ano, cansado do que fazia - ou não fazia - em Brasília, ele anunciou que estava se retirando da política e que não seria candidato mais. Supreendentemente, logo depois, ele voltou atrás, se candidatou e foi eleito com nova leva grande de votos. Agora soubemos a razão, em reportagem do "Estadão", da sua mudança e retorno à Brasília ("Puxadores de voto valem R$ 230 mi para suas siglas", 20/10, A4). Para o PR, Tiririca é um ativo muito valioso, que rende muitos milhões para o partido. Para nós, só resta lamentar e afirmar: "Até tu, Tiririca?". Ficou claro que o show do palhaço micou e virou um espetáculo de nível C.

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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OS MILHÕES POR TIRIRICA

Quem não se lembra da propaganda eleitoral do candidato Tiririca (PR-SP) ridicularizando uma gorda peituda, dizendo que "tinha enganado todo mundo e voltado" (a ser candidato)? Pois bem, este senhor palhaço conseguiu se reeleger pelos paulistas em sexto lugar entre os 10 deputados mais votados no País, com 453.855 votos. Isso só demonstra a irresponsabilidade e a falta de consideração dos eleitores que nele votaram. Estes mesmos eleitores, em vez de ajudarem o País a sair da crise que aí está, só colaboraram para que o partido do palhaço receba R$ 17,1 milhões nos próximos quatro anos - dinheiro saído do bolso dos brasileiros, muitos que pagam impostos e estão numa miséria desastrosa. Parabéns, senhores eleitores de Tiririca, durmam com sua consciência (ou com a falta dela)!

Valdy Callado valdypinto@hotmail.com

São Paulo

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ASSASSINATO EM ISTANBUL

O presidente norte-americano Donald Trump (que descreve a Arábia Saudita como "vaca leiteira") ficou satisfeito com a explicação saudita, muito tardia, de que o jornalista assassinado Jamal Khashoggi morreu após briga dentro de seu consulado em Istanbul. O príncipe Mohammed "motosserra" Bin Salman foi incumbido de reformar o serviço secreto de seu país, talvez para não repetir novamente vexames dessa magnitude. Ficam no ar muitas perguntas: por que Khashoggi queria brigar com 15 militares sauditas dentro do consulado? Por que o consulado não contatou as autoridades turcas sobre o assassinato? Onde foi enterrado seu corpo? O comportamento de Trump e da Arábia Saudita durante tudo o episódio foi cruel, revoltante e deplorável!

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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MARCHA EM DIREÇÃO AOS EUA

A marcha do desalento de milhares de centro-americanos em direção ao muro da intolerância e ao coração de pedra estadunidense mostra a marcha da insensatez em que caminha a política externa internacional. Pouco importam os números frios e quantitativos dos índices econômicos sobre PIB, taxa de juros, câmbio e desemprego. Deve haver tanto a responsabilidade fiscal como a responsabilidade social, pois o drama humano tem rosto e é muito dramático. A fuga da violência urbana, da miséria social, da fome e do tráfico de drogas demonstra a impactante extensão do problema. Instituições políticas como a Organização das Nações Unidas, a Organização dos Estados Americanos e a Corte Interamericana de Direitos Humanos representam países, mas não atendem às demandas da sociedade.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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HORÁRIO DE VERÃO

Qualquer estagiário levaria menos de cinco minutos para corrigir o programa do horário de verão nas operadoras. Entretanto, com o lema "o povo que se dane", elas levaram horas, no fim de semana, para corrigir o problema. E a dona Anatel, como sempre, nada faz! Acooorda, Brasil!

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

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LAURITA LARA MESQUITA

A toda a família Mesquita e, em especial, a João Lara, meus sinceros sentimentos pelo passamento de dona Laurita Mesquita no domingo. Que Deus a acompanhe para junto de Ruyzão...

Guilherme Costa Negraes Jr. gnegraes@terra.com.br

São Paulo

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