Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

26 Outubro 2018 | 05h00

CAMPANHA ELEITORAL

Perversão

O editorial O ego de Lula (25/10, A3) desnuda a personalidade doentia do presidiário, seu discurso primário, infantilizado, autolaudatório, grandiloquente, característico da estrutura que em psicanálise se chama perversão. Afinal, que crédito e sanidade haveria de ter quem prega suas falsas virtudes aos quatro ventos? O verdadeiro herói é humilde e a virtude verdadeira é silenciosa. Quando alguém, presunçosamente, se diz a “alma mais honesta do mundo”, de forma inconsciente está afirmando o contrário. Aliás, a honestidade, como toda virtude, é absoluta, não comportando gradação. 

LUIZ MARIO LEITÃO DA CUNHA

luizmleitao@gmail.com

São Paulo

A carta enviada pelo presidiário Lula sobre seu governo e procurando votos para seu poste Haddad demonstra claramente, de fato, que só a psiquiatria poderá controlar, ao menos em parte, o transtorno no comportamento do demiurgo de Garanhuns.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@gmail.com

São Paulo

‘Fake news’

Creio que nunca presenciamos numa campanha eleitoral tantas notícias, tantas fotos e tantos vídeos fabricados. E como não poderia deixar de ser, as maiores fake news têm tido como origem colaboradores contratados pelo petismo. Aliás, até o candidato Fernando Haddad é fake, não passa de fantoche do chefão encarcerado e muda de cores e modus operandi constantemente. O superego de Lula, demonstrado à exaustão no editorial do Estadão de ontem, demonstra tudo, nada mais a acrescentar. O Brasil e o mundo sabem quem é essa torpe figura e a que veio, mas, o povinho que Lula enganou ainda insiste em dar votos à sua sigla. Porém isso vai acabar, os petistas já estão sentindo na carne.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Lula não tem direito, como preso, de fazer declaração e dar entrevista, de acordo com a Justiça. Mas já que “liberaram”, deveria escrever uma carta à Nação, em especial para a nova geração, explicando o Lula de antes, durante e depois da ditadura e o Lula de hoje, o PT e a esbórnia que foram os seus governos.

ELITON ROSA

elitonrosa@gmail.com

Rio de Janeiro

Mal traçadas embusteiras

Tomei a liberdade de responder à carta escrita por Lula e divulgada anteontem. O enorme retrocesso é consequência da mais grave recessão da História do Brasil, causada pelos sucessivos governos petistas. O PT está intimamente associado à corrupção. Vários ex-ministros de Lula e Dilma foram presos pela Operação Lava Jato. Os petistas fizeram um grande acordo com o cartel das empreiteiras e roubaram o dinheiro da Petrobrás. Lula está preso diante de fartas provas no processo em que foi condenado. Lula e Dilma usaram o caixa 2 durante todo o tempo em que fizeram campanhas eleitorais e também durante seus mandatos presidenciais. Hoje a maior ameaça é a volta do PT ao poder. O povo já expressou nas eleições de 2016 e no primeiro turno das eleições de 2018 que não quer mais o PT. Chega de mentiras. Chega de incompetência. Chega de roubalheira.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Não é ódio, não

Digam ao Lula que não temos ódio do PT, mas, sim, medo do PT. O PT quer o poder para sempre - apud José Dirceu. É preferível qualquer um por quatro anos a um PT para sempre. É só analisarmos o que fizeram.

SÉRGIO BRUSCHINI

bruschini0207@gmail.com

São Paulo

Natureza do escorpião

Há talvez quem ainda acredite que o PT realmente mudou desde o primeiro turno das eleições: Fernando Haddad não mais visita Lula na cadeia, denotando certa independência, o logotipo da campanha exibe as cores verde e amarela, não mais a vermelha, e os discursos do candidato do PT quanto aos planos de um futuro governo aparecem com tom mais liberal e menos ortodoxo/vermelho/retrógrado. Ledo engano. Seja qual for o resultado do segundo turno, o PT voltará a ser como dantes no quartel de Abrantes. 

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Reta final

O PT tenta impulsionar a campanha de Haddad na reta final. O partido resolveu jogar na retranca para “perder de pouco”.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

Goldman

Alberto Goldman declara voto em Haddad: “Depois peço que Deus me perdoe”. Deus pode perdoar, mas eu, que fui seu eleitor, jamais! PSDB, fim de feira...

JOSE ROBERTO PALMA

palmajoseroberto@yaho.com.br

São Paulo

Falando de vices

Amplamente comentada neste Fórum a falsa acusação de que o general Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa do PSL, teria praticado tortura quando ainda nem sequer entrara no Exército. Por falar em vice e em escavar o passado, é oportuno lembrar que na época, fins dos anos 1960, o PCdoB, partido da candidata a vice na chapa do PT, enviava jovens militantes para treinamento político-militar na China, com o objetivo de implantar no Brasil uma ditadura do proletariado de inspiração maoista. Tinha início a chamada Guerrilha do Araguaia - uma aventura tão inconsequente quanto antipatriótica, frontalmente contrária à índole do brasileiro, como refletem até hoje os resultados medíocres das legendas comunistas nas urnas.

CELSO L. P. MENDES

cpmconsult@uol.com.br 

São Paulo

Ofensa descabida

Como um brasileiro que pretende ser presidente faz uma afirmação injusta e desabonadora às nossas Forças Armadas (Em cerimônia, militares se dizem ‘desrespeitados’ com fala de Haddad sobre Venezuela, 23/10)? O que ele pretende, que as Forças Armadas venezuelanas venham em seu apoio e do demiurgo...?! 

JOSÉ LUIZ ABRAÇOS

octopus1@uol.com.br 

São Paulo

Carta-compromisso

Não sou eleitor do PT nem de Bolsonaro, mas se confirmada a vitória deste seria bem-vinda carta aberta à Nação comprometendo-se com a democracia, a liberdade de imprensa, o respeito a Constituição e às instituições.

PEDRO COSTA

pedro_paulocosta@yahoo.com.br

São Paulo

CANSADOS DA DESONESTIDADE

Em dois eventos recentes em favor do Partido dos Trabalhadores (PT), o senador Cid Gomes e o rapper Mano Brown profetizaram a derrota do novo "poste" de Lula. O PT içou a bandeira da democracia para derrotar o "fascista" Jair Bolsonaro. O estelionato eleitoral com promessas demagógicas é a última cartada petista para não sofrer mais uma derrota histórica. O eleitor está apostando em Bolsonaro não porque ele é o melhor, mas sim porque se cansou da desonestidade do PT.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

MELHOR ALTERNATIVA?

A eleição presidencial será decidida entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Não existe outra alternativa. Será um ou outro o nosso próximo presidente. Em artigo publicado no "The New York Times", Caetano Veloso vê "tempos sombrios" com a eleição de Bolsonaro. Será que, mesmo diante das evidências cristalinas de que estes 15 anos de PT fizeram o Brasil não apenas passar por tempos mais do que sombrios, mas chegar a descer à escuridão do inferno, o pretenso intelectual acredita realmente que Haddad seria uma melhor alternativa para o nosso combalido país?

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro 

BUMERANGUE

O candidato do PT à Presidência da República acaba de introduzir em sua campanha um elemento de desvario superlativo que não lhe permite mais agir com serenidade nas diversas manifestações que visam a atingir seu adversário. Além de endossar a informação transmitida por um artista irresponsável de que havia sido torturado pelo candidato a vice do oponente - o que só seria possível se ele, na pré-adolescência, tivesse acesso a instrumentos de tortura e apresentasse instintos sádicos -, Haddad resolveu partir, em suas últimas falas, quase que para uma chamada para a briga, como fazem os meninos quando desejam decidir tudo "no tapa". O pior é que ainda não percebeu que qualquer ataque lançado sem o devido lastro de verdade é um bumerangue que atinge o imenso telhado de vidro do seu partido e desgasta sua credibilidade.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

VERGONHA ALHEIA

Haddad, a falsa vítima de fake news, acusou o vice de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, de ser torturador durante o regime militar. Haddad só se esqueceu de mencionar que à época da dita tortura o acusado tinha 16 anos de idade, ou seja, Mourão não estava sequer no Exército. Este é Haddad, no seu melhor, espalhando fake news e acusações falsas gravíssimas em horário nobre e em rede nacional de rádio e televisão, e não no WhatsApp. Que vergonha, candidato! 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

APELAÇÃO

Em visível desespero, com arrogância e prepotência, o candidato-poste, Fernando Haddad, derrotado em São Paulo quando disputou sua reeleição à prefeitura da maior cidade da América Latina, disse que Jair Bolsonaro não tem condições de presidir o País. Pergunto: tem o senhor Haddad condições de presidir um país, tendo sido ungido por seu chefe preso, Lula da Silva, e apenas tentado dele se descolar depois que ficou evidente a sua obediência ao chefe - todas as segundas-feiras Haddad ia à carceragem da Polícia Federal tomar a bênção de Lula? Haddad mudou sua cor vermelha para o verde e amarelo, alterou várias vezes seu programa de governo, por haver nele medidas autoritárias e de censura, e, pior, criticou as fake news, mas delas foi vítima acusando o general Mourão de torturador. A mídia vai dar a este fato a mesma cobertura que deu ao caso Eduardo Bolsonaro? Quem decide o voto é o eleitor e isso já está sacramentado, goste ou não o candidato. A conferir.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

FAZENDO QUALQUER NEGÓCIO

Sinceramente, não deve ter feito bem ao candidato Fernando Haddad (PT) a literal humilhação de se submeter às ordens de um presidiário, Lula, para a disputa desta eleição. Desesperado, apela e aceita declarar em público qualquer fato, sem pesquisar, para denegrir seu oponente, líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro, e seu vice, como fez na sabatina dos jornais "Globo/Valor" e da revista "Época", quando disse que o vice de Bolsonaro, general Mourão, torturou o músico e cantor Geraldo Azevedo, em 1969, durante a ditadura militar. Mentira deslavada! E deve ser processado, assim como o próprio músico. O hoje general, em 1969, tinha apenas 16 anos, e somente em 1972 ingressou no Exército. Fernando Haddad, poste de Lula, que ao vivo e a cores se presta a mentir contra o general Mourão, demonstra também estar bem articulado com as farsas petistas.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

TORTURA

Quando Haddad, por meio do músico, acusa o general Mourão de torturador, aí, sim, temos uma tortura psicológica, pois ela atinge a esposa, os filhos e netos do acusado. Acredito que este tipo de fake news nem seus apoiadores aprovam. Vamos olhar para a frente e para o alto, brasileiros. 

Jorge Peixoto Frisene jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

SONHOS DE UMA NOITE PÓS-ELEIÇÃO

O desespero do candidato à Presidência do PT, Fernando Haddad, antevendo que "a vaca já foi para o brejo", está veiculando promessas que não teria como cumprir porque não são de competência direta do presidente da República. Aumento do salário mínimo, do Bolsa Família, redução pela metade do preço do gás de cozinha em todo o território nacional e outras sandices são sinais de desespero, com a vaca só aparecendo o chifre. O candidato petista deveria se lembrar de que seu partido esteve no poder da política econômica do Brasil durante mais de dez anos, e a única medida de que se tem notícia é a vampirização que provocou nas estatais, com especial "chupada" na Petrobrás. As promessas de Haddad requerem, primeiro, uma arrumação na casa arrombada. A voz que clama no deserto já decretou: "Tudo tem um princípio, meio e fim". O PT chegou à última fase de sua jornada.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

PARA A ECONOMIA

Fim do teto de gastos, vasta distribuição de subsídios em geral, altas taxas de juros e dividendos, mais estatizações, fortalecimento dos bancos públicos e regulação cambial são, "en passant", alguns dos itens que Fernando Haddad apresentou como propósito para a economia brasileira, ao elogiar a economia quase colapsada da URSS há alguns anos, alguns dos quais Dilma Rousseff fez ensaios em seu governo. Se, eventualmente, essas medidas fossem aplicadas ao Brasil num catastrófico retorno ao poder, como anseia a "petralhada", em torno de seis a oito meses seremos uma Venezuela ao quadrado. São os inteligentes investidores que nos assinalam, com a subida ou a descida das ações da Bovespa e dos investimentos, que, decididamente, o dilmolulohaddadpetismo é nefasto para a economia e o povo do Brasil.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com

São Paulo

ENTREVISTA

Era só o que faltava: Fernando Haddad quer ser entrevistado pela TV Globo na véspera das eleições. Já não basta a propaganda deliberada que a Globo faz deste preposto de candidato? A pretensão soa como insulto à inteligência dos eleitores. Mas a Justiça Eleitoral certamente estava atenta a este absurdo.

Alvaro Augusto Fonseca de Arruda alvaro.arruda@uol.com.br

São Paulo

BILHETE PARA SOBRINHA QUERIDA

Querida Camilla, meu bom e finado amigo Carlito Maia, inventor da Jovem Guarda, também inventou o Partido dos Trabalhadores. "OptEI". Era um sonho. Puro. Bem intencionado. Mas, não foi só. Hoje dizemos que eram incautos, ingênuos, sonhadores. Não naquele tempo. Um dia me mandou flores. Adorava mandar flores. O bilhete era um convite para a estreia do PT. Carlito Maia queria festejar o PT sem gravata e sem bebida. Carlito morreu em 2002, mas deixou "Lula-Lá" e o PT na Presidência. Morreu em junho, sem tempo para comemorar. Fosse vivo, o que diria Carlito Maia do que fizeram do partido que ele fez? Talvez morresse de tão zangado. Não sem, antes, alguma frase inesquecível. Por onde andam os românticos da primeira hora? Os idealistas de boa-fé? Os que sobreviveram ao mensalão, os que restaram do petrolão, que ainda duvidam da prisão de Lula lá, em Curitiba? Não morro de amores por Bolsonaro. Não vou votar em Bolsonaro. Vou votar contra a esquerda medíocre, incompetente e corrupta, provado na URSS por 70 anos; na Alemanha Oriental, que fez do seu muro o maior símbolo da história das repressões; na África comunista e seus tiranos perpétuos; na Cuba faminta e seus "paredóns", onde havia mais condenados que munição; na Venezuela, que busca abrigo na vizinhança, enquanto se lambuza de petróleo. Camilla, vou votar contra a falta de vergonha na cara, contra esta corrupção endêmica, contagiosa, que arruinou crônica e irremediavelmente o Brasil dos ignorantes, dos doentes e analfabetos, dos desempregados, dos invadidos, ofendidos, desvalidos da sorte. Contra esta vagabundagem que nunca produziu, não se arriscou, não trabalhou, não transpirou, que "expropriou" nossos bens, nossa fé e nossa esperança. Contra a cópia mal feita de Marcola, de Fernandinho Beira-Mar, cópia mal feita do PCC. Meu amigo Carlito Maia disse: "Brasil, Fraude explica!". Ele acreditou que com o PT haveria ordem, que um dia ele corrigiu para ACOrdem. Querida Camilla, pela família, pela ética, por patriotismo e amor ao Brasil, espero que meu voto, optativo depois dos 70, seja útil! Como diria Carlito Maia, "PT saudações!".

Paulo Chedid paulochedid@uol.com.br

São Paulo

O PARTIDO

Vou repetir aqui o que eu disse para Ana Estella Haddad nesta segunda num almoço, mas ela se ofendeu e não me levou a sério. O que me faria não votar em branco e votar em Haddad? Neste momento, só uma bomba pode salvar Haddad. Todos gostamos dele, mas o problema é seu partido. Tive esta ideia e disse, no tal do almoço: Ana Estela, diz para Lula pedir perdão publicamente, para ele dizer que reconhece seus erros, que está certo ele estar preso, que aceitou propina, que desprezou a inteligência do povo brasileiro, que ele não conseguiu resistir à tentação do poder e do dinheiro, que ele passou fome quando criança e por isso diz para ele se desculpar por ter desperdiçado uma chance de ouro de ter feito deste um país bem melhor, com pessoas mais felizes. Diz que afastará do partido todos os investigados, diz que jura uma limpeza de alma, uma guerra contra a mentira. Pede uma chance, diz que errar é humano, que pedir perdão não é crime, que pedir perdão é uma demonstração de amadurecimento, que vai repercutir no partido e no governo Haddad. Salve o Brasil, Lula, peça perdão! Haddad ainda poderia subir vários pontos se Lula viesse a público para reconhecer os erros dele e do PT, e dizer que aprenderam a lição e não irão mais errar por má-fé. Haddad seria muito beneficiado por isso. Poderia até ganhar a eleição. Eu sei que parece uma ideia maluca de artista, mas acredito na arte, acredito que a arte deve ir na frente, orientando o mundo. Eu só quero ajudar, por favor, alguém faça este texto chegar ao Lula.

Simone Fontana Reis, artista plástica sifontana1@hotmail.com

São Paulo

INCÔMODO

O presidiário Lula da Silva resolveu escrever uma carta - com a ajuda de professores de Português - dizendo que o PT é vítima de "ódio" e pedindo união contra Jair Bolsonaro. Esqueceu-se de que "elle" e o poste Dilma Rousseff são os responsáveis pela ruína econômica do País. Como um demagogo pernicioso, o homem mais honesto está incomodado com o fracasso de 13 anos de governo e, como gosta de se comparar a grandes líderes, só falta dizer que seguirá o mesmo fim de Getúlio Vargas. Por que não te calas, demiurgo?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

DÚVIDA CRUEL

A tal carta do presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, endereçada ao seu preposto, passou pelo crivo da Polícia Federal em Curitiba ou veio sob as roupas íntimas de algum dos seus fanáticos sequazes?

Luís Lago luis_lago1990@outlook.com

São Paulo

BAIXEZA

Os editoriais de ontem do "Estadão" ("O ego de Lula" e "Mar de vilanias") mostram exatamente a empulhação a que está sendo submetido o eleitor. Graças a Deus está chegando ao fim esta nojeira, em nome da tomada de poder que esfacelou a economia, enfim, destruiu o País. Mas o que se pode esperar destes que conjuraram as forças do mal para se locupletar, em nome da "democracia" deles, hein? Todo cuidado é pouco!

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul 

EGOLULATRIA

Com efeito, assim como o PT é caso para a oncologia, a "egolulatria" é para a psiquiatria. Só falta, mesmo, o presidiário declarar que a História do Brasil deva ser escrita com a divisão a.L. e d.L., pois não?!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

DESEJOS DO PRESIDIÁRIO

Todos os corruptos têm direito de ter desejos, mesmo aqueles que já se encontram presos e cumprindo pena, como é o caso do "demiurgo de Garanhuns", Lula da Silva. Mas o presidiário, no entanto, deseja que seu nome seja mantido na fogueira das vaidades, compelindo o PT e seu poste a rememorarem a sua época de desgoverno. Aliás, a humildade é o sentimento que nunca habitou a mente de Lula da Silva, entendendo sempre que surgiu das cinzas e, pois, se considera semideus. Muito oportuno e pertinente o editorial de fundo deste periódico "O ego de Lula" (25/10, A3).

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

CORRUPÇÃO É GOLPE

A primeira grande proposta de Haddad contra a corrupção é soltar o ex-presidente Lula. E é assim que o PT pretende acabar com a corrupção: naturalizando-a.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

MÁ EXPERIÊNCIA

Experimentamos a administração petista durante mais de 13 anos e os resultados foram catastróficos. Insistir, portanto, mais uma vez, na administração deste país com Haddad do PT é acreditar ingenuamente que tenhamos resultados completamente diferentes dos anteriores, isto é, repetir o mesmo erro esperando resultados diferentes. As eras petistas de Lula e Dilma arrastaram o País para o caos da corrupção e do desemprego e trouxeram o desalento e a tragédia para muitos lares brasileiros. Não conhecemos Bolsonaro e temos dele apenas indícios do que será feito no programa de reconstituição da autoestima e do respeito às cláusulas mais importantes que afetam a moralidade e os costumes das famílias. Sua biografia não traz um traço de desvio de conduta e honradez. Isso é o que o Brasil mais anseia neste momento, depois do arrastão petista. Por que não darmos uma oportunidade para o novo, para o desconhecido? Se podemos mudar, o que nos impede de tentar novos caminhos? Façamos uma vez como os gaúchos, não fiquemos em cima do muro, vamos tomar uma posição e marchar em frente. 

Regina Ulhôa Cintra regina.cintra@yahoo.com.br

São Paulo

TEORIA CÚBICA

Se você cavar um buraco de alguns metros cúbicos, você vai precisar mais do que o dobro de terra para tapá-lo, por causa da compactação, que nunca será igual à natural original. Essa experiência serve para justificar a performance do novo presidente a ser eleito, que herdará um buraco maldito de 13 x 13 x 13, cavucado atribuladamente por petistas desvairados. Não se assustem, mas serão necessários muitos caminhões de "competência, obstinação e paciência" para tapá-lo.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

MEA CULPA

Ouço falar que, se os petistas fizessem um "mea culpa" dos seus erros, teria mais condescendência dos eleitores. Isso é factoide. Quem irá repor o trilhão de reais saqueado dos cofres públicos? Dinheiro que fuzilou gente inocente nas portas dos hospitais, nas favelas, que tiveram crescimento vertiginoso durante seu governo, no aumento de miseráveis, a julgar pelo aumento do número de dependentes do Bolsa Família, etc., etc. É tanta desgraça que fico sem entender como ainda conseguem eleger alguém. Só pode ser masoquismo. Ou doença mental.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

HORÁRIO ELEITORAL

Completamente perdido, tentando administrar a derrota, o PT é o que mais inventa fake news, vulnera estatutos, instiga a militância agressiva, coloca batalhões nas redes sociais a agredir e distorcer fatos, por certo até robôs em profusão, tudo desnecessário, até proibido e distante das regras eleitorais, porém a acachapante derrota se avizinha e a reação da agremiação (catando o que sobrou dos destroços) é, antes de jogar a toalha, apelar ao "vale tudo", dando os últimos suspiros a reduzir a distância dos porcentuais do Datafolha e do Ibope, nem que tenham de usar de golpes baixos, pondo em prática tudo o que diz do adversário espelhando-se na própria imagem: roubo na construção de estádios olímpicos e da Copa, desvios na Petrobrás, mensalão, insensíveis às consequências da ação criminosa: pessoas torturadas nas filas de hospitais falidos, morrendo por desvio de recursos e corrupção, crianças abandonadas prostituindo-se, incitação ao medo na medida em que expõe um chefe de organização criminosa condenado e preso, ameaçando o País, deletando o respeito às regras da ética e da moral emanadas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da Constituição federal. Mas, sentindo a derrota, cria arte novelesca dos terroristas ao exclusivo alvedrio dos marqueteiros caríssimos do partido que enriqueceu nos 13 anos de poder, cegos avançam na dramatização de roteiros, exibindo ações e circunstâncias grosseiras, irreal, desagradável, antissocial, violenta, ordinária, tática idêntica: se Haddad é Lula e Lula é Haddad, o poste, na mensagem subliminar fica a impressão (a quem chegou agora) de que Bolsonaro seria Ustra, o mandante das torturas, típica perfídia contra aquele que está na dianteira das pesquisas, por ter usado, um dia, técnicas de oratória a se destacar dentre tantos votos caricatos no processo de impeachment (o que desagradou), o então desconhecido parlamentar, aproveitando-se da imunidade, teve a petulância de usar chamativa tática em votação aberta. Enfim, todas as noites veicula-se a produção petista, a mesma que ameaça pegar em armas, torturar, calar a imprensa, interferir no Supremo Tribunal Federal e tudo o mais que registrou oficialmente no programa de governo, a ser praticado no dia seguinte em que assumir o poder pelos votos ou pelas baionetas, como foi claro José Dirceu nas entrelinhas de entrevista recente ao "El País". Um triste espetáculo de partido ressentido com as pesquisas que apontam sua derrota, embora o escrutínio esteja em andamento, com instituições sólidas sendo respeitadas, subestimando a inteligência do espectador eleitor, consciente dos infinitos problemas do País que democraticamente escolhe o presidente. Temos imprensa livre (ainda), apesar das ameaças do PT, naquele mesmo programa de governo, prometendo amordaçá-la, insistindo no roteiro escabroso, acima do tolerável, construindo perfil nazista do concorrente a descaracterizar o parlamentar que já esteve em Israel para se inteirar das tecnologias de como produzir água no deserto, a ser importada para nosso árido Nordeste, solucionando a seca, afastando o sofrimento de flagelados. Foi esfaqueado e opinou por se tratar no hospital israelita Albert Einstein, onde lhe salvaram a vida. Absolutamente nada tem de nazista o cidadão com esse perfil, que resolveu um dia, dando seguimento à carreira política, se candidatar ao cargo supremo, ignorando as revezes que enfrentaria pelos donos do poder. 

Arnaldo Cordeiro Montenegro ac.montenegro@uol.com.br

São Paulo

'CRIME ELEITORAL'

Ao ilustre sr. leitor Renato Khair ("Crime eleitoral", "Fórum dos Leitores, 24/10), deixo apenas uma pergunta: e o uso de carros de som, em campanhas passadas, pelo PT, em cidades do interior do Nordeste, ameaçando o fim do Bolsa Família aos eleitores que votassem em candidato oposto ao PT? Se isso não é errado, não digo mais nada.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

PARA OS DIVERSOS OLHARES

Muito interessante o artigo de Eugênio Bucci de 25/10 ("Mussolini, quem diria, tinha mais educação", página A2). Faz uma reflexão sobre a falta de visão dos apoiadores de Jair Bolsonaro quando estes ignoram os discursos inflamados e citações por vezes infelizes do candidato. Ainda que seja uma opinião do autor, realmente alguns discursos, independentemente de se atuais ou antigos, geram estranheza. Por outro lado, ampliando os olhares e a mente, como sugere o texto, senti falta de uma reflexão sobre discursos inflamados e também infelizes de personalidades que representam o outro lado, incitando violência do tipo "agora é guerra" ou "vamos tomar o poder", "vamos invadir e quebrar tudo", zombando e desmoralizando as instituições, várias citações contra jornais e revistas que publicavam os atos de corrupção praticados. E, então, discurso por discurso, ambos os lados são temerários, seguindo a reflexão proposta. Sendo assim, ainda que simplista demais, um critério de escolha está entre o poder da dúvida de um candidato que não teve chance ainda versus um candidato que representa o partido que já teve sua chance e a jogou fora, saqueou e roubou o Brasil e os brasileiros, acabando com a moral e o respeito às regras, zombando das instituições; um partido para o qual os fins justificam os meios e cujo representante mor se lambuzou com o poder e se acha acima de todos. A escolha é entre o que pode ser e o que já temos a certeza do que será. Fiquemos de olhos e mentes abertos. E haja coração!

Gabriel Barros Neto gbarrosneto@yahoo.com.br

São Paulo

BOLSSOLINI

Excelentes as ponderações de Eugênio Bucci em seu artigo "Mussolini, quem diria, tinha mais educação" (25/10, A2), por meio do qual o jornalista "desmistifica o mito". Apenas na cabeça de parvos Bolsonaro representa novidade. Está na política há quase três décadas sem nada produzir pela Nação. Nada fez além de enriquecer à custa do erário e emprestar seu nome e prestígio para permitir aos filhos trilharem o mesmo caminho de bravatas e vida pública inútil. Afora despreparado intelectualmente, viveu no centro da corrupção, inclusive na condição de aliado de figuras como Paulo Maluf, e nunca encaminhou denúncias ao Ministério Público Federal ou ao Tribunal de Contas da União. Desonesto e despreparado! Fico feliz em ouvir uma voz lúcida em meio a este festival de engodos.

Thiago Vinícius de C. Soares carvalhosoares@outlook.com

Itatiba

O QUE OS ELEITORES QUEREM OUVIR

Lendo o artigo do sr. Eugênio Bucci publicado na folha A2 do "Estadão" de ontem, comento que na propaganda o candidato fala mais o que seus eleitores desejam ouvir do que realmente ele pensa. Esperamos que, no caso do sr. Bolsonaro, ele provavelmente não pense bem o que fala, porém, quanto à nossa outra opção, temos a certeza de que com ela teríamos a volta de tudo aquilo que nos aflige e nos atormenta ainda hoje.

Fabio Duarte de Araujo fabionyube@visualbyte.com.br

São Paulo

PLÁGIO CAPENGA

Mussolini, o chefe maior do fascismo, criou a frase "um livro em uma das mãos e um fuzil na outra": a Itália pressentia a Segunda Guerra Mundial. Haddad, em capenga plágio, adotou: "Um livro em uma das mãos e uma carteira de trabalho na outra". Mussolini previu a guerra; Haddad pressente a volta de oportunidade de trabalho destroçada pelo PT.

Lígia Maria Venturelli Fioravante ssantos_marcia@hotmail.com

São Paulo

ACUSAÇÃO GRAVE

Concordo com grande parte do artigo do ilustre jornalista Eugênio Bucci (25/10, A2), mas que a reportagem da "Folha" a que ele se refere foi leviana, foi. Uma acusação tão grave deveria vir acompanhada de provas para embasá-la. Feita da forma como foi, é apenas mau jornalismo. Em 21/10, a "Folha" trouxe como matéria de capa: "Empresa fez oferta ilegal de disparo de mensagens". Como a maioria das pessoas só vê a capa, pode fazer a suposição de que se tratou de confirmação da reportagem anterior sobre Bolsonaro, mas a matéria, na verdade, se referia ao PSDB. Neste caso, parece ter havido má-fé, mesmo. Ao enviar questionamento ao ombudsman daquele jornal, recebi a resposta padrão de que a fonte tem sigilo constitucional e não podem mostrar as provas. Mas um fato grave deste, que poderia impugnar a candidatura de Bolsonaro, deveria ter suas provas enviadas à Justiça Eleitoral, para devida apuração. Ao se negar a fazer isso, o jornal prestou um desserviço à população e lançou dúvidas sobre a sua lisura.

Mariano Hiroaki Shiroma marianohs@yahoo.com.br

São Paulo

ALTERNATIVA ÚNICA

Será que o professor Eugênio Bucci ainda não percebeu que nós, muitíssimos eleitores de Bolsonaro, também temos muita preocupação com sua condução de um eventual governo? Será que não percebeu que é nossa única alternativa? Ou ele é mais um dos intelectuais obtusos que ainda acreditam na inocência do "reeducando" de Curitiba e na sinceridade dos "democratas" que assaltaram e destruíram este país nos últimos 16 anos, incluindo a desconstrução do governo Temer depois do "golpe"? Não queremos eleger um Messias, queremos impedir o retorno para sempre desta corja de bandidos, eles, sim, dispostos a qualquer coisa para "tomar o poder, o que é diferente de ganhar a eleição", como foi dito pelo condenado José Dirceu, o "guerreiro". 

César Garcia  cfmgarcia@gmail.com

São Paulo

FRANCO ATIRADOR

Talvez movido pelo desespero, uma vez que a vitória de Bolsonaro parece um fato consumado, o articulista Eugênio Bucci (25/10, A2) está gastando toda a sua munição contra o candidato que não é o de sua preferência. Ele critica Bolsonaro por tudo aquilo que o pt (minúsculas intencionais) sempre fez. Ele se esquece de toda a verborragia de Lula e seu fantoche contra todos os seus "inimigos". Critica Bolsonaro por atentar contra a imprensa livre, mas omite que o "pt" sempre quis o "controle social" de toda a imprensa. Enfim, a balança do sr. Bucci pende sempre para a esquerda.

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

CAMPANHA POLÍTICA IMORAL

Ao ler a página A2 do "Estadão" de ontem (25/10), dei com mais um violento palavrório de Eugênio Bucci contra Bolsonaro. Trata-se do terceiro destampatório contra o candidato. Pergunto: este colunista é pago pelo PT ou pelo "Estadão" para publicar essas notas totalmente partidárias? É lícito um jornalista, cego por seus ideais, fazer campanha política usando o espaço de um órgão da livre imprensa? Felizmente, logo abaixo deste artigo vemos a colaboração no "Fórum dos Leitores" de cidadãos lúcidos e bem informados que, com suas cartas, nos mostram uma realidade que o indigitado articulista (sic) não consegue ver.

Nelson Penteado de Castro pentecas@uol.com.br

São Paulo

OS FATOS COMO SÃO

Li a crítica, no "Estadão" de ontem, "Mussolini, quem diria, tinha mais educação", e pensei que estava lendo algo escrito pelo candidato Fernando Haddad, que não vê os fatos como são, mas como lhe interessam, para com isso tentar os seus escassos votos. Ao fim, vi que o autor do texto estava defendendo um determinado jornal e que se diz professor, parecendo que não entendeu nada do momento que atravessamos.

Manoel Edilberto Fernandes Modesto manoefa@gmail.com

São Paulo

DO FALAR AO FAZER

Neste seu artigo de ontem, Eugênio Bucci deu uma de "gênio". Ora, o professor sabe muito bem que candidatos usam um linguajar para cada plateia a que se dirijam. Lula é mestre nessa arte. Seu colega na Universidade de São Paulo (nada contra a USP), Fernando Haddad, no desespero, também falou muitas bobagens. Cito as últimas: "Mourão foi torturador" e "a moça de Porto Alegre foi atacada por nazistas do Bolsonaro". O professor Bucci também sabe que, entre o que qualquer político fale e possa fazer há uma enorme distância. Melhor dizendo, uma enorme barreira. As palavras de Bolsonaro, por Bucci citadas, são as que o povo quer ouvir e que com grande chance devem acontecer. Lula ficará preso, talvez numa domiciliar, mas ficará preso, pois tem pela frente processos cabeludos - e some-se o que Antonio Palocci "entregou". Quanto a Haddad, há vários processos a responder, mas acho que foi "força de retórica" de Bolsonaro, e ele não será preso com Lula. Meu voto não foi em quem está aí no segundo turno, mas, entre caminhos ruins que já conheço, sempre opto por um novo desconhecido. Quem sabe na prática teremos uma surpresa, como foi a de Ronald Reagan nos Estados Unidos? Quando ele foi eleito, todos torceram o nariz ("um ator como presidente?"). O tempo dirá. No mais, temos a garantia da Justiça, do Ministério Público, dos governos estaduais, verdadeiros responsáveis pelo controle das ações de MSTs, e até mesmo das Forças Armadas, como garantidores da democracia.

Nelson Mattioli Leite nelsonmleite@uol.com.br

São Paulo

MUSSOLINI, QUEM DIRIA...

Inquestionável o artigo de Eugênio Bucci, mas me parece que quem tem muito mais seguidores cultos e eruditos é o PT, cujo passado é por demais conhecido.

Albino Bonomi acbonomi@yahoo.com.br

São Paulo

IMPRENSA LIVRE

Em resposta a Eugênio Bucci (25/10, A2): quando me casei, em 1969, passamos a assinar dois jornais, o "Estadão" e a "Folha", justamente para podermos ter diferentes pontos de vista sobre os fatos. Passados uns seis anos, se bem me lembro, decretamos o "sem 'Folha de S.Paulo'". Ou seja, há mais de 40 anos consideramos que a "Folha" é uma imprensa na qual não podemos confiar, o que, ano após ano, vai se confirmando. Não entendi a revolta do articulista contra o candidato que expressou, recentemente, a mesma opinião que mantemos há 40 anos. Celebramos a imprensa livre com responsabilidade. Não é possível ignorar o quão nefasto é para uma nação o culto à "desinformação", principalmente quando é oculto sob aparente vanguardismo e intelectualidade.

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

CONSTATAÇÃO

Se "Mussolini, quem diria, tinha mais educação", parece faltar a  mínima imparcialidade ao insigne articulista...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

FUNDAMENTAL

Educação conta, sim, e é fundamental na vida. Talvez Mussolini tivesse mais educação do que o ex-deputado Jair Bolsonaro, pelas mais diversas razões. Dentre elas, uma assessoria melhor e uma educação de melhor qualidade em seu país. O artigo (25/10, A2) foi bem escrito, mas, vindo de um professor declaradamente petista e que trabalhou sempre para o governo Lula, não dá para acreditar na imparcialidade de julgamento. 

Jorge Augusto Morais da Silva jams46@uol.com.br

Barretos

ANTIDEMOCRÁTICO

Após ler o artigo do sr. Bucci em que ele prega descaradamente o voto contra o sr. Bolsonaro, por ele ser "antidemocrático", sugiro a ele ler, ou reler, se já o tenha feito, mas desta vez com maior atenção, o programa de governo do PT. Lá está prescrito, sob outras palavras, o controle do Judiciário, do Legislativo e, por fim, da imprensa. Aí, sob a ótica do articulista, não há nada de antidemocrático. Lamentavelmente, dois pesos e duas medidas.

Ademir Alonso Rodrigues rodriguesalonso49@gmail.com

Santos 

OBSERVAÇÕES

Leitor há quase 60 anos do "Estadão", jornal que, para mim, se distingue por reunir leitores esclarecidos, opinativos, sensatos e, ao menos, medianamente inteligentes, fiquei chocado ao ler o artigo "Mussolini, quem diria, tinha mais educação", do soi-disant jornalista e professor da ECA-USP Eugênio Bucci. Nele, o jornalista faz um arrazoado contra o candidato Jair Bolsonaro: tudo bem! Temos, todos, o direito de termos e expormos nossas ideias e opiniões, porém alguns fatos chamam a atenção: 1) o articulista parece ignorar que os eleitores brasileiros estão, fundamentalmente, se contrapondo às esquerdas; 2) não me lembro em momento algum de algum artigo deste senhor se referindo às bobagens e desrespeitos, até constitucionais, ditos por Lula, Dilma, José Dirceu e pessoas que os cercavam, como Boulos, Stédile e outros, nos últimos 20/30 anos; 3) não me lembro de ter lido qualquer análise, feita pelo articulista, a respeito do programa do PT (original!) para as atuais eleições, arquivado no TSE; 4) o sr. Bucci parece ignorar que a grande maioria das pessoas esclarecidas do País votou nos partidos de centro e de direita e que, portanto, mencionar "apoiadores de Bolsonaro (refiro-me àqueles minimamente esclarecidos)" é um grande desrespeito a essa imensa maioria. Aliás, todas as pesquisas (incluindo Ibope e Datafolha) dizem que os eleitores mais simples e desinformados formam a absoluta maioria dos apoiadores da querida esquerda do ínclito professor da USP. Quanto às demais análises, referidas no mesmo artigo, sugiro ao sr. Eugênio que dê uma olhada em recente editorial de "O Estado", que - verdadeiramente - deu uma elegante e definitiva bofetada nas mídias de esquerda.

Sergio R. F. Rodrigues serrod@uol.com.br

São Paulo

AOS INIMIGOS, A BORDUNA!

O artigo do professor Eugênio Bucci publicado ontem pelo "Estadão" revela nas entrelinhas a defesa feita por um radical em relação aos crimes praticados pelo MST, que invade propriedades privadas, destruindo tudo o que encontra pela frente, inclusive material de pesquisa científica para beneficiar o povo. Afirma que Bolsonaro quer amordaçar a imprensa, olvidando que esse propósito está consignado expressamente no "programa" do PT, escamoteando as escaramuças de Franklin Martins (verdadeiro cavalheiro!), escondendo a passagem em que o "ente" Lula quis prender e deportar (quem sabe, algumas chibatadas antes) um jornalista correspondente da imprensa estrangeira, que em reportagem fez menção a certos hábitos rudimentares e pouco convencionais do então presidente. O professor, escriba ora posto em relevo, está entre aqueles que fazem ouvidos moucos às críticas severas dos parceiros Cid Gomes e Mano Brown, pois considera-se dono da verdade, afagando os "cumpanheros" que estão presos por terem praticado crimes diversos, tais como corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha... Tirante o excesso verborrágico, escoimadas as frases inflamadas e indelicadas, saiba o sábio articulista que todos os brasileiros de bem, probos e produtivos defendem as mesmas ideias, pugnando pela aplicação de medidas punitivas enérgicas, rápidas e eficientes para barrar a criminalidade, ainda que os autores sejam políticos em geral, empresários, professores, advogados, juízes, chefes de movimentos subversivos e terroristas que nem sequer têm personalidade jurídica, ex-presidentes e tantos outros meliantes. O "Estadão" é exemplo de imprensa livre e independente, tanto assim que veicula manifestações como a do jornalista Eugênio Bucci, diferentemente de outro periódico paulista que assumiu a defesa do candidato que está preso em Curitiba, cuja voz é emitida pelo boneco que o representa. Se o senhor Bucci vivesse num dos países "democráticos" defendidos ou subvencionados pelo PT por meio de dinheiro do povo brasileiro, como Cuba, Venezuela, Guiné Equatorial, teria liberdade de criticar políticos e asseclas dos detentores do poder, tomado de uma forma ou outra, incluindo o método de José Dirceu? O professor e o jornalista têm o dever moral e ético de apontar as virtudes e os defeitos dos dois lados da contenda, combatendo as mazelas, os deslizes e delitos praticados por ambos, dirigindo-se aos alunos, ouvintes eleitores, sem camuflar a podridão da parcela que veste camisa da mesma cor que a sua. 

 

Ulisses Nutti Moreira ulissesnutti@uol.com.br

Jundiaí

OFENSA

Cumprimento o "Estadão" pela sua imparcialidade, permitindo que um militante do PT, sr. Eugênio Bucci, faça campanha ostensiva em favor de Haddad às vésperas da eleição. Não consegui ler até o fim este "lixo" intitulado "Mussolini, quem diria, tinha mais educação". Certamente, mais que ele, tinha. Este militante não só ofendeu pesadamente Jair Bolsonaro, como todos os seus conscientes eleitores "minimamente ilustrados", entre os quais eu me incluo.

José Roberto Lourenço de Vita jrldevita@hotmail.com

São Paulo

A FALSA SUÁSTICA

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul vai indiciar por falso testemunho a jovem que disse ter sido marcada com uma suástica na barriga em Porto Alegre, há duas semanas. Segundo o laudo médico finalizado na quarta-feira (24/10), o caso se trata, na verdade, de automutilação. Outra possibilidade é de que o ferimento tenha sido feito de forma consentida. Por isso, Brasil, dá para confiar no PT mentiroso? Quem é PhD em falcatruas e em acusar sempre é o PT. PT nunca mais, porque, além de corruptos, são covardes (não falam quem escolheu Michel Temer duas vezes para vice, por exemplo. Por quê?).

Maria M. J. Simoes mmjsimoes@bol.com.br

São Paulo

CONSTRUÇÃO

Quando a desconstrução chega a seu auge e nuvens negras de intolerância se avultam, encontramos quem faça um chamamento à razão: o setor da construção e o imobiliário, que divulgaram na quarta-feira um manifesto impecável à Nação ("Estado", 24/10, A11). Seu teor vem ao encontro dos anseios do cidadão, pedindo respeito à Constituição, à ética, à liberdade de expressão, à segurança, à meritocracia. Foi escrito em texto equilibrado, que exalta o compromisso cívico do setor representado. Reforça a importância da luta pelos ideais. E prega que pontes da tolerância estejam abertas para o diálogo. Inusitado não ser assinado com nomes, apenas pelas siglas dos órgãos partícipes do documento, indicando que todos se irmanam nesta mensagem. Diferentemente de outros, não aproveitam o momento de discórdia, de fragilidade administrativa do governo federal em final de mandato, para pedir desonerações de impostos e outras vantagens exclusivamente ao seu setor. Solicita as reformas que todos sabemos serem fundamentais para que o País seja empregador, competitivo e se torne finalmente um gigante acordado. Tomara outros setores da economia se aliem a esta atitude louvável de quem mostra ser mestre na construção.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

REFERÊNCIA

Sensibilizou-me profundamente o "Manifesto pela Nação Brasileira", divulgado na edição de quarta-feira do "O Estado de S. Paulo". Independentemente de quem venha a ser eleito presidente da República no próximo domingo, serve de referência à elaboração de um plano de governo, pois creio que representa os anseios da população brasileira. De parabéns os autores.

Carlos Alberto Felizola Freire cafelizola@outlook.com

São Paulo

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