Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

27 Outubro 2018 | 03h00

FINAL DE CAMPANHA

Que democracia é essa?

Àqueles que pensam que um candidato à Presidência do País que fala o que lhe vem à cabeça, até o que não é considerado politicamente correto, mas estava engasgado na garganta do eleitor, representará ameaça à democracia, eu respondo que ameaça à democracia é a de quem não fala o que pensa e age na calada da noite porque representa o crime organizado que assaltou o nosso país.

RICARDO D. DE CAMPOS SALLES

dauntsalles@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

Pauta da eleição

A democracia só funciona bem se os atores derem bons exemplos de comportamento e os partidos não perseguirem objetivos subversivos autoritários. O quadro partidário aguarda por uma reforma, inclusive de conteúdo. Para tanto o primeiro passo é consumar o afastamento do PT e a continuação da Operação Lava Jato. Aliás, não sei por que ninguém, nem Jair Bolsonaro, diz que o comportamento do PT reflete o medo do castigo. O que está na pauta nestas eleições é “fora PT” e “corruptos na cadeia”, o que significa voto no candidato do PSL e afastamento de um perigo para a democracia, ou “PT/Haddad e Lula solto”, isto é, que o PT voltará ao programa de subverter a democracia segundo a cartilha de Gramsci para se perpetuar no poder com um regime autoritário de feições venezuelanas.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo 

O eleitor consciente

Quem vota no PT nesta eleição para presidente da República ou o faz por ideologia política ou ignora o rastro de destruição que os seus 13 anos de governo deixaram no País, com a maior corrupção e recessão da nossa História, 13 milhões de desempregados, a impunidade, a violência, o “nós contra eles”, juros e inflação altos, entre outras. Os eleitores conscientes e responsáveis não acreditam mais nas suas mentiras e não aceitam o seu projeto de poder para se eternizar no governo e transformar o Brasil numa Venezuela.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Sobrevivência

Esta eleição não tem nada de ideológico e blá-blá-blás políticos e sociais. Tem que ver com economia e nossa sobrevivência. Controle de gastos públicos e combate sem tréguas à corrupção. Precisamos urgentemente de investimentos estrangeiros e das empresas nacionais para criar empregos e gerar impostos que sustentem o País e a sociedade. O PT já teve seu tempo e fez tudo errado. Não tem mais credibilidade. Agora é mudar para outra administração. 

ANDRÉ LUIS COUTINHO

arcouti@uol.com.br

Campinas

À espera do capital

O capital nas mãos de nacionais e alienígenas está aguardando o resultado da eleição de amanhã. Ganhando Fernando Haddad, o capital nacional fugirá para o exterior e o do exterior continuará onde está ou procurará outro local melhor. O poste fará esse “milagre” em nome do progresso nacional. Ganhando Jair Bolsonaro, os investimentos serão grandes e os empregos aumentarão, porque de esquerda e de populismo o planeta está repleto.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

O PT e os desempregados

O Lula, em sua carta aos petistas, insiste em alegar que tirou 35 milhões de brasileiros da miséria, porém se esquece dos 15 milhões de desempregados que o governo do PT deixou. Façam as contas: 15 milhões x 4 pessoas por família, em média, dá 60 milhões de brasileiros na miséria. Sem contar os demais problemas com que nos brindou seu corrupto governo e o de seu poste Dilma Rousseff.

ANTONIO CARLOS PEREIRA

acpereira1939@com4.com.br

Batatais

O PT não errou

Fernando Haddad não precisa pedir desculpas pelos erros do PT. O PT não errou, na verdade, a roubalheira institucionalizada e generalizada fazia parte de seu programa de governo. Era necessário arrancar fundos para comprar políticos, ajudar os sindicatos amigos, dar um upgrade na vida dos seus políticos e, principalmente, manter seu poder ad aeternum. José Dirceu, idealizador do partido, ao ver que a fonte secou andou apelando para “tomar o poder” na marra. Lula está estupefato, pois nunca imaginou que o povo descobrisse seus planos ocultos.

GERALDO SIFFERT JUNIOR

siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro 

Feitiço contra o feiticeiro

O advento Bolsonaro é responsabilidade do Lula e do PT, os quais durante esses anos de poder minaram de forma sistemática os políticos que não se aliaram a eles, detonando todas as pontes de ligação entre as forças progressistas do País, com foco especial no PSDB, que com seus quadros bem mais qualificados que os dos demais partidos e, por isso mesmo, governando os Estados mais desenvolvidos do País, foi o alvo constante dos ataques dos petistas, que agora pedem o voto dos eleitores tucanos. O voto consciente da maioria dos peessedebistas é o nulo, pois as duas opções disponíveis são péssimas, entre tantos outros motivos, uma por falta de independência e a outra por imaginar que a tem em excesso.

MILTON L. DIAS FILHO

milton@fiorde.com.br

São Paulo

Caindo do muro

O PSDB surgiu com a esperança de termos um verdadeiro partido político. Nomes como Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas, Franco Montoro, José Serra e outros lhe davam credibilidade. Posto à prova, pouco influenciou para mudar uma política nacional atrasada. Nunca foi oposição verdadeira aos governos Lula e Dilma, FHC até impediu o pedido de impeachment de Lula. Por essas omissões, o partido e FHC são também responsáveis por forçar o eleitor a optar entre um radical da direita ou um esquerdista manipulado por um presidiário. Os tucanos acabam de cair para o lado esquerdo do muro, com o apoio de Alberto Goldman a Haddad e a porta “enferrujada” de FHC que pode ser aberta aos acenos de Haddad para formar uma frente socialista para “salvar a democracia”.

PAULO BOIN

boinpaulo@gmail.com

São Paulo

Valioso apoio

Na reta final da campanha, o PT sonha com a força e a solidariedade de Fernando Henrique Cardoso e Ciro Gomes. Para segurar a alça do caixão político de Fernando Haddad.

VICENTE LIMONGI NETTO

limonginetto@hotmail.com

Brasília

O PASSADO ASSOMBRA O PRESENTE

Há uma divisão na sociedade brasileira e, assim, claramente cristaliza-se uma clivagem político-ideológica, de acordo com as pesquisas eleitorais. De um lado, o voto a favor de Fernando Haddad (PT) é de quem acredita na versão do golpe e é contra a prisão de Lula. Do outro lado, o voto a favor de Jair Bolsonaro (PSL) é de quem defende o impeachment e a prisão do ex-presidente. A complexidade do voto engloba outros fatores como corrupção, Lava Jato, desemprego, violência urbana e falta de segurança pública. Deve-se acrescentar o debate em torno do regime militar, o que sugere a releitura de dois livros: "Brasil Nunca Mais" (com capa de cor vermelha) e "Brasil Sempre" (com capa de cor verde e amarela). Sem autocrítica de ambos os lados, as duas narrativas seguem excludentes e, por isso, o passado assombra o presente.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

*

A TRISTE DEMOCRACIA DO BRASIL

As eleições indiretas de 1985, início de uma nova era de democracia no País, com a vitória de Tancredo Neves, que infelizmente faleceu, tomou posse um dos apoiadores da ditadura, o sr. José Sarney. O período deste governo, pior que o de alguns dos militares, deixou o País numa situação calamitosa. Vieram, então, as primeiras eleições diretas e nós, o povo votante, colocamos na Presidência da República a figura mais contraditória da nossa recente democracia, o sr. Fernando Collor. Quem viveu o período do governo deste sabe muito bem o que aconteceu. De certa forma, fomos salvos pelo impedimento dele, e, durante o período restante, o sr. Itamar Franco, surgiu uma luz no fim do túnel que deu a nós, o povo, alguma esperança de viver numa democracia, realmente. Com a candidatura e consequente vitória do sr. Fernando Henrique Cardoso pareceu que o túnel finalmente estava se iluminando, apesar dos problemas deixados pelos governos anteriores, Sarney e Collor. Conseguiu debelar a inflação e começaram a aparecer boas e ótimas primaveras. Veio, então, o sr. Luiz Inácio da Silva, vulgo Lula, eleito prometendo manter a situação alcançada no governo anterior. Mas começou a aparecer a verdadeira face do sr. Lula, cujo governo se associou com o pior que existe na política da nossa jovem democracia, e veio o mensalão. Mas o "cara" conseguiu se reeleger e, então, parecia que, passado o mensalão, o PT e seus sócios teriam se envergonhado dos desvios exercidos. Pura ilusão. O partido conseguiu eleger o poste Dilma Rousseff e as luzes daquele túnel foram se apagando, mas, mesmo assim, ela se reelegeu para patrocinar o apagão do túnel e jogar o País numa situação parecida com a dos primeiros governos da debutante adolescente democracia. Ainda bem que apareceu a Operação Lava Jato, que começou a limpar a poeira dos tapetes do Planalto e de parte do Congresso, os sócios do PT. Derrubaram o poste e veio, então, seu vice, Michel Temer. As coisas melhoram um pouco no início deste novo governo, até que apareceram os podres do sócio e eterno coadjuvante dos governos de quase todo período da nossa triste democracia. Isso é o que estamos vivenciando nestes momentos turvos, com as luzes do túnel apagadas. Mas, pelo andar da carruagem a caminho do Congresso e do Palácio do Planalto, devemos ficar atentos, pois parece que não haverá nem lanterna para atravessar o túnel, que parece longo e muito escuro. 

De qualquer maneira, vamos continuar vigilantes e esperançosos de que a nossa adolescente democracia sobreviva ao temporal, e que este não vire um tsunami. 

 

Arnaldo Vieira da Silva arnaldosilva1946@gmail.com

Aracaju

*

DESCRENÇA GENERALIZADA

Ouve-se por aí sobre um suposto atentado contra o candidato petista à Presidência, mas as perguntas que não querem calar são: Até que ponto isso pode abrir uma brecha para um real atentado? Até que ponto poderíamos acreditar no que nos é mostrado? Uma coisa, porém, é certa: a nossa estrutura política está fragilizada. Posso dizer que não sou a favor do petista, porém confirmo que, assim como um pai se preocupa com o seu filho, eu me preocupo com a democracia. Até este momento, ele foi para a festa e ainda não retornou.

Guilherme Chéquer Luz Menezes guichequer80@gmail.com

Ilhéus

*

SINAIS

Cumprimento o sr. Zander Navarro pelo artigo de quarta-feira "Sinais, fortes sinais!" (24/10, A2), pela lucidez e clareza. Os políticos sofrem de "cegueira seletiva" ao se negarem a enxergar a realidade que nos cerca: o povo simplesmente não aguenta mais a destruição moral, ética e de princípios que são tão caros aos cidadãos de bem e honestos desta nação! Estamos enojados.

Angela Barea angelabarea@yahoo.com.br

São Paulo

*

FAKE NEWS

Escrevo sem saber as novidades (?) da nova pesquisa Datafolha. Segundo o Ibope, ataques pelo WhatsApp não atingiram a maioria dos eleitores. Os respectivos ataques se igualaram em 18%. 73% dos entrevistados dizem que não receberam conteúdo de teor político pelo WhatsApp na semana da eleição. A regra é clara. Fake news é gol de mão em apelativo impedimento! Nos minutos finais do 2.º turno, diante do que está posto, a quem interessa esta covarde estratégia, verdadeiramente? O árbitro de vídeo (VAR), a sociedade, já identificou o fétido joio, Golias, a contaminar o bom e verdadeiro trigo, o eleitor. Copiaram, candidatos? Tal qual Davi, o Brasil vencerá!

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

*

PESQUISAS DE INTENÇÃO DE VOTO

A mídia informa uma grande mudança de porcentual de intenção de voto para presidente às vésperas da eleição, o que é muito estranho. Será que o sistema de voto sem comprovante, imposto pelo PT, vai ser usado para manipular o resultado, transferindo a vitória do ganhador para o derrotado? A conferir. 

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

*

PREPARAR...

Quem poderá negar que o Datafolha de São Paulo e Ibope sejam irmãos siameses? Por que Jair Bolsonaro cresce tanto na aceitação popular, visível a olhos nus, e estes institutos rebaixam os seus índices e elevam os do seu concorrente, Haddad, visivelmente recusado pela maioria absoluta dos brasileiros patrióticos? Isso será preparação de golpe e fraudes na urnas eletrônicas, semelhante ao que houve em 2014 entre Dilma e Aécio Neves, com apuração secreta feita pelo ministro Dias Toffoli? Que governo brasileiro é este?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

*

O RISCO DE FRAUDE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) "decidiu" por 6 a 1 que é impossível fraudar o sistema eleitoral brasileiro, portanto a impressão do voto para contagem, caso haja dúvidas, não é necessária. Por isso, a pedido do PT, baniu a campanha de Bolsonaro que alerta para esse risco. É ridículo! Faltam cérebros neste país. Sistemas digitais funcionam com aplicativos feitos por seres humanos. Exatamente por isso podem ser fraudados. Ponha-se isso na cabeça de ministros de qualquer entidade que tenha "superior" no nome... 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br 

São Paulo

*

FROUXO E SOLDADINHO

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, entusiasmado com a queda de quatro pontos porcentuais em relação a Jair Bolsonaro na última pesquisa Ibope, chamou o candidato do PSL de "frouxo" e "soldadinho de araque". Ora, Haddad passou a campanha inteira, antes do primeiro turno, indo a Curitiba para receber ordens de seu padrinho, Lula - só parou de ir lá por ordem (mais uma) expressa do ex-presidente -, e quem é frouxo e soldadinho de araque é o outro?

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

*

VOTO EM BRANCO

Katia Abreu, senadora pelo PDT-TO, derrotada juntamente com Ciro Gomes no 1.º turno, disse que votará em branco no segundo turno. Ótimo! Depois de ler os planos dos dois governos, chegou à conclusão de que nenhum a convenceu, portanto, como senadora por mais quatro anos, nada terá a dizer, pois segundo entendo quem vota em branco desiste de lutar. Sobe no muro e fica vendo a banda passar, e também nada poderá dizer sobre aquele que estiver governando o País. Lembrando que Katia Abreu foi contra o impeachment de Dilma, passou o chapéu chorando uma aposentadoria para sua amiga que só ganhava R$ 5 mil e deste choro saiu o golpe do fatiamento apoiado por Renan Calheiros e Ricardo Lewandowski. Enquanto derrotados se ocupam de dar suas opiniões - na minha modesta opinião, dispensáveis -, o Brasil segue tentando se salvar desta picaretagem.  

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

*

ESQUECIMENTO CONVENIENTE?

Deve ter sido por mero esquecimento que os editores dos grandes jornais deixaram de mencionar que o PROS está coligado ao PT desde a primeira hora na eleição presidencial. O presidente da agremiação teve a prisão decretada, escondeu-se e, agora, convenientemente, se apresentou, aproveitando a confortável situação que não permite a prisão no período eleitoral. Mas, só para lembrar, ele é da coligação de Haddad, não se esqueçam!

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

*

MARINA E O VOTO EM HADDAD

Prezada Marina Silva, fui seu eleitor nas eleições presidenciais em 2014. Fiquei indignado quando você caiu do primeiro lugar nas pesquisas de intenções de votos e nem conseguiu chegar ao 2.º turno, após ter sido vítima de uma violenta campanha mentirosa e difamatória de sua concorrente pelo PT, Dilma Rousseff. E agora, para minha total perplexidade, eu a vejo declarando apoio e intenção de voto exatamente ao partido do qual a senhora saiu por, ao que sei, não concordar com a sujeira que imperava nele. Tenha certeza de uma coisa: perdeu para sempre meu voto. 

 

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre

*

VOTO DOURADO

Fernando Haddad está mais próximo da vitória, mais precisamente, um voto, o de Alberto Goldman, que antes de pertencer ao PSDB militou ao lado de Orestes Quércia e estava filiado ao Partido Comunista Brasileiro. É o início da virada! Bolsonaro (e Doria) está preocupadíssimo.

Oscar Thompson OscarThompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba 

*

GOLDMAN AFUNDA O PSDB

Como pode um dos fundadores e ex-presidente do PSDB, Alberto Goldman, historicamente um dos mais duros críticos do PT, vir a público e confirmar seu voto ao candidato Fernando Haddad, que representa um partido corrupto, liderado pelo presidiário Lula e que quebrou o Brasil? Goldman, que já vinha prejudicando o ambiente interno no ninho tucano com suas críticas infundadas, agora, com este apoio ao PT, afunda de vez a imagem já desgastada do PSDB perante o seu eleitorado. Não foi por outra razão que tucanos como Goldman ajudaram a construir a desastrosa participação do PSDB nesta eleição.  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

*

GOLDMAN VOTA HADDAD

Alberto Goldman sempre foi como um pântano: terreno arriscado. Em tempo, judeu comunista é uma vergonha à tão honrosa comunidade judaica.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

*

IDEOLOGIA

É difícil de acreditar que a comunidade judaica esteja alegre e concorde com a atitude do sr. Alberto Goldman de apoiar Fernando Haddad e o PT neste segundo turno, já que o partido sempre se mostrou ideologicamente antissemita e anti-Israel.

Roberto Carderelli robertocarderelli@gmail.com

São Paulo

*

COMPARAÇÕES

"Nossa meta é clara: varrer Israel do mapa" (Abdul Rahman Arif, presidente do Iraque, 1966-1968). "Jair Bolsonaro é um anti-ser humano, tudo o que precisa ser varrido da face da Terra" (Fernando Haddad, pau-mandado lulopetista, 2018). É... pois é. Mal comparando...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

*

PSDB COM PT

Se querem entender o fracasso do PSDB nas eleições deste ano, a atitude de condolência do ex-presidente Fernando Henrique para com o PT em entrevista ao "Estado" (13/10) é suficiente para explicar quase tudo. Esse partido passou 13 anos destruindo o legado de FHC na Presidência e criou uma narrativa mentirosa do que foram os oito anos do tucano. Abusou da arrogância com seus adversários e continua não perdendo a oportunidade de sempre ser injusto com Fernando Henrique. Agora, vem o ex-presidente falando em porta que pode ser aberta entre ele e Fernando Haddad/PT? É isso mesmo? Lamentável.

Fernando Pereira fp.s@hotmail.com

São Paulo

*

MANTENHA DISTÂNCIA

Espero que FHC se lembre dos 14 anos petistas durante os quais foi mais do que falado o mantra da "herança maldita" de seu governo, da posição do PT contra o Plano Real e da influência do sr. Franklin no caso doméstico. Assim, cabe a FHC manter-se longe do PT, não declarando sua preferência eleitoral, não se envolvendo nesta querela petista. 

Márcio M. Pascholati marcio.pascholati@gmail.com

São Paulo

*

SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO

O que é mais fácil, ser mureiros ou traidores das convicções peessedebistas, conforme estamos vendo figurinhas carimbadas do partido apoiando o candidato fantoche do PT? Tudo isso nos leva a crer que políticos, sejam eles de que partido forem, são farinhas do mesmo saco. O candidato do PSL, com sua estratégia "militar de guerra no campo", pôs a nu toda a sem-vergonhice que impera na política partidária em geral. Vendem a alma para o diabo para não perderem a boquinha e o foro privilegiado. Adversários ferrenhos até ontem, apoiadores incontestes hoje (haja estômago). Do outro lado da história temos as desconhecidas (até agora) associações de jornalistas que estão se sentindo ameaçadas por suas descaradas opiniões e matérias favoráveis ao PT, como sendo só os "bolsonaristas" culpados por tudo o que é considerado afronta aos mesmos. Nosso país necessita ser passado a limpo, do Executivo ao Judiciário (o Legislativo já teve nesta eleição uma limpeza meia-boca), nas instituições, autarquias, nos Estados e municípios, com mãos firmes e atos legalmente aprovados.

Aloisio Arruda De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

*

PSL

Jair Bolsonaro é gênio: escolheu o PSL propositalmente para concorrer à Presidência da República. PSL = País Sem Lula.

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

*

E O PT, QUEM DIRIA, SUAS PROMESSAS?

Não sou advogado de defesa, muito menos simpatizante do sr. Bolsonaro, mas, feliz ou infelizmente, é o que temos contra a gangue "petralha". Os arroubos verbais do candidato do PSL, por mais constitucionalmente inviáveis que sejam, talvez demonstrem o desejo de cerca de 57% do eleitorado. E, em mais um artigo no "Estadão", o sr. Eugênio Bucci ("Mussolini, quem diria, tinha mais educação", 25/10, A2) comprova, inegavelmente, que está ocupando espaço no jornal errado.

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

*

MUSSOLINI E BUCCI

O caro professor Eugênio Bucci opina sobre o candidato anti-PT à Presidência dizendo que "o orador não esclarece nada". Mas a "Folha de S.Paulo", que tem pessoas ilustres, esclareceu sobre a difusão das notícias no WhatsApp? Nesta guerra entre irmãos, lembro do pensamento de Hiram Johnson: "A primeira vítima, como sempre, é a verdade".

Moacir de Vasconcelos Buffo moacirbuffo@gmail.com

Campinas

*

PEÇA PROMOCIONAL

"Mussolini, quem diria, tinha mais educação" ("Estadão", 25/10, A2), de autoria do jornalista e professor do ECA-USP Eugênio Bucci, é uma autêntica peça promocional do candidato do PT, que conhecemos por "Luladdad". Destaca pronunciamentos de Jair Bolsonaro, dentre os quais o que revela sua revolta contra a "Folha de S.Paulo", que nos últimos dias aumentou a disposição de favorecer, sem qualquer escrúpulo, o candidato "Luladdad". Será que ele não sabe que este candidato, entre outras afrontas ao povo brasileiro registradas no TSE, assumiu o compromisso do controle social da mídia? Deveria ler os editoriais da página 3 da mesma edição do "Estadão" "O ego de Lula" e "Mar de vilanias", que destacam a soberba do ventríloquo de Garanhuns e a vilania do boneco do ventríloquo, uma patética figura que para alcançar o poder a fim de realizar o intento do Foro de São Paulo, que nos levará a uma Venezuela, não se importa em propagar uma fake news contra o vice de Bolsonaro, mesmo sabendo do pedido de desculpas do autor dessa acusação mentirosa. Deus nos livre desta gente amante do comunismo!

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs9@gmail.com

São Paulo

*

'O EGO DE LULA'

Por discordar da atual linha editorial da "Folha de S.Paulo", cancelei minha assinatura e assinei o "Estadão". O editorial "O ego de Lula", publicado em 25/10, por si só já valeu a troca de jornal. Antológico!

Nei Gravina Neigravina@gmail.com

Rio de Janeiro

*

ACIMA DO BEM E DO MAL

Sr. Eugênio Bucci, sem contar com a inverdade do título "Mussolini, quem diria, tinha mais educação", Mussolini, além de não ser educado, foi um tirano sanguinário, no artigo publicado com este título, o senhor abusou do recurso de pinçar pequenos trechos de algumas falas de Jair Bolsonaro, desvirtuando o seu sentido dentro do contexto em que ela foi proferida. Exatamente no estilo do PT. Mantendo, inclusive, no seu artigo, o assunto requentado da denúncia da ex-esposa de Jair Bolsonaro, tendo em vista que a própria já se retratou dizendo que nada do que disse era verdade, que fora dito num momento de mágoa e raiva. Quanto aos amiguinhos do seu partido, MST e MTST, o senhor acha que Jair Bolsonaro está errado quando ele diz que devem se submeter aos ditames da lei, como todos nós. No seu entender, eles estão acima do bem e do mal. Sinceramente, sr. Eugênio Bucci, o senhor perdeu uma grande oportunidade de deixar o seu artigo bem guardado na lixeira do seu computador, que é realmente o melhor lugar para ele.

Nelson Salvatore ns@ct.com.br

São Paulo

*

SAÍDA 

Parabéns a Eugênio Bucci pelo excelente artigo "Mussolini, quem diria, tinha mais educação". Parabéns, também, ao "Estadão", por publicá-lo. Bolsonaro, não; "Luladdad", não; segunda turma do STF, não. Resta somente uma saída: devolver o País para Portugal e pedir desculpas.

José Sebastião de Paiva jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

*

COMO ACREDITAR?

            

Diante do Brasil bagunçado pelo governo petista desde 2003 e com 13 milhões desempregados, subitamente Fernando Haddad, o messias ungido por Lula, promete tornar o Brasil um paraíso. A isso, no dicionário atual, dá-se o nome de fake news. 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

*

FASCISMO

Sobre a carta de Lula, na qual ele detecta uma nuvem fascista pairando sobre o Brasil, a ser precipitada pela provável eleição de Jair Bolsonaro, e ainda conclama no texto a união de forças em torno do candidato por ele liquidificado e levado ao forno, Fernando Haddad, seria bom acrescentar que tintura de fascismo real, capaz de abalar uma democracia que tenta se consolidar, é, por exemplo, a qualificação, por ele disparada quando da iminência de seu encontro com a Justiça, de que a nossa Corte Suprema é totalmente acovardada.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

*

SUPREMO DE LULA

É só imaginar o que seria da credibilidade do País se Haddad eleito, Dias Toffoli e Lewandowski passarem a ter novos companheiros indicados por Lula, nestas alturas ex-presidiário.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

*

FURA-FILA

Bastou Jair Bolsonaro acenar com a possibilidade de indicar Sergio Moro para o STF que desencadeou-se uma saraivada de críticas da imprensa e de magistrados. Indicar um juiz de primeira instância para o STF é furar a fila. Mas o atual presidente da Suprema Corte era apenas um simples advogado quando iniciou sua trajetória ascendente, graças ao todo-poderoso presidiário Lula da Silva - e a repercussão foi mínima.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

*

SERGIO MORO NO STF

Eu me sentiria extremamente desmotivada se trabalhasse numa empresa que não me promove porque sou boa demais naquilo que faço agora. Sergio Moro deve ir para o Supremo Tribunal Federal, e cabe a nós cobrar dos demais, seus pares de instâncias inferiores, que o substituam à altura, que façam o que ele fez para merecer, por competência e isenção, um cargo na mais alta Corte de Justiça do País. Nada mais que a meritocracia tão reivindicada por todos nós e a certeza de um voto com padrão de excelência naquela Casa já tão desgastada perante o povo brasileiro.

Marcia Meirelles marciambm@yahoo.com.br

São Paulo

*

CRIME ELEITORAL

"Em áudio, Rui Costa (PT), governador reeleito da Bahia, sugere que prefeitos transportem eleitores para votar" ("Estado", 22/10). Mais um crime, este de cunho eleitoral, cometido pelo PT. Aliás, vindo deles, fica muito difícil de dizer o que não é contra a lei.

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

*

DIANTE DAS URNAS

Afinal, do que tanto os lulopetistas têm medo? Apavorados diante da iminente derrota para o capitão Bolsonaro, devem ter muito a esconder. A conferir...

Nivaldo Ribeiro Santos nivasan1928@gmail.com

São Paulo

*

SEGREDO DE JUSTIÇA

A investigação sobre o esfaqueador do candidato Jair Bolsonaro emperrou porque a polícia não consegue encontrar o lugar em que ele comprou a faca?

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

*

HISTÓRIA MAL CONTADA

Zanone de Oliveira é um dos advogados de Adélio Bispo. Adélio tentou matar o candidato Jair Bolsonaro em Juiz de Fora (MG), no início de setembro. Zanone e os outros advogados que defenderam Adélio precisam ser investigados pela Polícia Federal e pela Receita Federal também. Um misterioso financiador, que supostamente estaria pagando os honorários dos advogados, simplesmente desapareceu. Esta história está muito mal contada. Quem, em sã consciência, estaria disposto a bancar as despesas da defesa de Adélio? Quais são as verdadeiras motivações desse financiador?

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

*

NÃO CONSEGUIRÃO

Creio que não conseguirão assassinar Bolsonaro e ele será eleito presidente!

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

*

CORREGEDOR DO CNJ

Será que o atual corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), tão severo com o encontro do ministro Ives Gandra Martins Filho com um candidato à Presidência da República, não teve nenhum encontro com algum senador, antes de ser sabatinado pelo Senado, quando indicado para o Superior Tribunal de Justiça e para o CNJ? Ah, tá! Então tá.

Luiz Carlos Gomes Godoi vlggoddi@gmail.com

Santos

*

COERÊNCIA

Nestes tempos de dicotomização política inédita no Brasil, é de causar estranheza a postura adotada por algumas lideranças políticas recém-eleitas no que se refere ao apoio a determinadas candidaturas no segundo turno dos pleitos estaduais. Baseado num desejo de mudança, do antipetismo, os paulistas foram convencidos a apoiar o candidato Major Olímpio, que pleiteava o cargo de senador. Seu partido defende posições firmes, bem-vindas a um país que ainda sangra em decorrência da sequência de governos criminosos que o assolou, e assim se coloca como única opção contra os ditos "socialistas" e a todas as ideias implícitas nesse conceito. E não é que em seu primeiro posicionamento público, o (agora) senador Major Olímpio não titubeou em manifestar seu apoio ao candidato do PSB em São Paulo? Vejam, não se trata, aqui, de apoiar pessoas ou partidos - e sim dos fatos. Marcio França recebeu apoio do PT e de seus congêneres. Negociou o apoio do MST e de outros movimentos populares (MAB, MPA e todos os outros Ms mais), conforme noticiado no "Estadão" em 17/10. E o fez, conforme a reportagem expõe, garantindo a representantes destes grupos a proibição à sua criminalização no Estado e comprometendo-se a criar uma secretaria específica para fazer a interlocução com tais movimentos sociais. Em resumo, o fez oferecendo tapete vermelho. Pelo que consta, Jair Bolsonaro já se manifestou publicamente algumas vezes defendendo ideias totalmente diferentes das do candidato Márcio França. Inclusive as discutiu publicamente, nos debates a que compareceu no primeiro turno, com o líder do MTST, Guilherme Boulos. Os vídeos estão disponíveis e são de conhecimento público. Por outro lado, João Dória (PSDB) sempre se posicionou contra as esquerdas e o petismo. Sempre defendeu o liberalismo econômico. E o fez desde bem antes do início das eleições deste ano - sua postura é pública desde sua pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo. E, sem "apoiar-se" em Bolsonaro, venceu a eleição municipal em primeiro turno. Isso posto, ratifique-se de que não se trata de discutir posições partidárias ou de defender um candidato. Trata-se de questão de coerência. Coerência com o partido que o senador representa, com a postura que adotou em sua campanha e com o posicionamento que seus eleitores assumiram ao escolhê-lo como seu representante. 

Eduardo Gregorin  edugcar@gmail.com

São Caetano do Sul 

*

CORRUPÇÃO NA DERSA

Não dá para entender como o sr. Paulo Vieira de Souza ainda não foi condenado a uns 30 anos ou mais de prisão. Uma pessoa que possui R$ 113 milhões registrados em contas bancárias na Suíça não passa de um ladrão desqualificado. E os advogados do sujeito ainda dizem que só se pronunciarão após o trâmite legal da cooperação entre os suíços e o Brasil. É muito desprezo para com a população em geral, que paga impostos e que pagou as obras da Dersa, que resultaram em propina para este cidadão ladrão, que deveria estar condenado e preso.

Luiz Roberto Costa costaluizroberto@bol.com.br

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.