Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

28 Outubro 2018 | 03h00

ELEIÇÃO

A vontade popular

Dentro de poucas horas todo o País e o mundo saberão os resultados das eleições no Brasil. Em que pesem tantas notícias falsas e boatos perniciosos em contrário nas redes sociais e mesmo na mídia tradicional, a confiança nas urnas, de que trata o editorial A segurança da urna eletrônica (26/10, A3), é condição sine qua non para que a vontade popular se manifeste livremente e com confiança de que sairão vencedores os candidatos com os quais a maioria do eleitorado tem afinidade. Que a luz se faça!

CARLOS LEONEL IMENES

leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

Voto de confiança

A confiança é necessária em tudo, devemos sempre acreditar em melhoras. Então, seja direita ou esquerda, almejamos fontes de luz. Devemos ter convicção e dar um voto de confiança a quem chegar lá.

MARCOS LUIZ MATTOS PENNA

marcospenna435@yahoo.com

São Paulo

Descascar o abacaxi

É, chegou a hora de escolher o presidente da República. Vote no candidato que tem propostas coerentes com a realidade do Brasil. Refletir com consciência é importante, pesar os prós e contras de cada um. Cada programa de governo apresentado deve ser avaliado pelos eleitores, bem como os partidos políticos envolvidos em cada chapa. Os desafios serão enormes para o próximo presidente. Reformas importantes deverão ser propostas e a retomada do crescimento do País se faz urgente. As dívidas da União e dos Estados estão em patamares insustentáveis. Quem assumir em janeiro de 2019 terá um enorme abacaxi para descascar.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Expectativas

O que esperar de um novo governo? Eis a questão! Neste país, hoje com crescimento medíocre do PIB, contas públicas em frangalhos, empresas em dificuldades, angustiados 13 milhões de desempregados e aumento do índice de pobreza; neste maltratado Brasil, cujos altos impostos são perversamente mal aplicados pelos governantes; e, infelizmente, num país onde ilícitos são praticados por eleitos nas urnas, que pouco se prestam a servir ao seu povo... pelo que vimos dos candidatos, não dá para esperar muito do próximo presidente. Mesmo porque o líder absoluto nas pesquisas e provável eleito, além de um polêmico político, é uma incógnita. Se vencer o pleito, claro que precisamos dar-lhe um voto de confiança, torcer para que seja prudente, convoque experientes colaboradores comprometidos com a causa pública. Sem deixar de dar prioridade às reformas constitucionais, como da Previdência, eliminando os privilégios, a tributária, a política, etc. Para tanto o diálogo com o Congresso, com todos os partidos, é imprescindível, caso contrário as reformas não serão aprovadas. Que seja implacável com a ética e o respeito às nossas instituições - que o PT no poder, em sua insuperável soberba, desprezou. Na área econômica, não pode abrir mão da austeridade e diuturnamente buscar soluções para o crescimento do PIB e do nível de investimento em infraestrutura, caminhos esses vitais para melhorar a qualidade de vida da população, com bons empregos e distribuição de renda. Devemos reconhecer que boa parte dos eleitores respondeu bem nas urnas quando promoveu uma surpreendente renovação no Congresso e em alguns governos de Estados, expulsaram da vida pública, pelo voto democrático, conhecidos corruptos. Se as pesquisas se confirmarem nas urnas, os petistas, frustrados, vão tentar infernizar, na oposição, a vida pública brasileira e prejudicar o País, que é o que melhor sabem fazer. Espera-se do novo governo que saiba enfrentar as adversidades e com muita responsabilidade e patriotismo faça o melhor para o Brasil e os brasileiros. 

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Diferença de ideologia

Nos anos 1960, quando John F. Kennedy era presidente dos EUA, num de seus discursos pronunciou uma frase que ficou para a História: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”. No Brasil, infelizmente, os políticos pensam ao contrário: não pergunte o que você pode fazer por seu país, mas o que seu país pode fazer por você. Isso pode mudar hoje nas urnas. Ou continuar na mesma: falta de saúde, de educação, de segurança, o que todos já conhecem. E ainda surrupiando da Petrobrás para os bolsos de políticos e empresários.

VALDY CALLADO

valdypinto@hotmail.com

São Paulo

Nação dividida

País e filhos, amigos de infância, uma sociedade toda dividida entre a certeza do fracasso e a dúvida do desconhecido. Como a democracia é ingrata, nem sempre elegemos a melhor opção. Mas, com certeza, nos dá o direito de eliminar apior.

JOÃO BRÁULIO JUNQUEIRA NETTO

jonjunq@gmail.com

São Paulo

Tempos bicudos

Brasileiro gosta de criar terminologias. Agora os “perdedores” vieram com esta: “apoio crítico”. Afinal, que história é essa? Apoia ou não apoia, simples assim. Aproveitando, a polêmica nobre senadora Kátia Abreu, ferrenha defensora da impedida presidente Dilma Rousseff, afirmou na semana passada dar-se o direito de votar em branco. Tempos bicudos.

JOSÉ PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

Santo André

SERVIÇO PÚBLICO

Sindicalismo de toga e beca

Até que enfim um conhecedor profundo das leis e entranhas judiciárias, de todas as instâncias, e dos Ministérios Públicos em geral, dá seu parecer sobre como começou, como se desenrola e como pretende perpetuar-se nosso sistema judiciário no que concerne aos privilegiados concursados a usar togas e becas. No brilhante artigo O cidadão no lugar de sindicalistas de toga e beca (26/10, A2), o desembargador Fábio Prieto de Souza, do TRF-3, mexeu no núcleo do vespeiro, citando como diversos togados e “becados” chegaram ao patamar em que se encontram aproveitando o sindicalismo judiciário - que, infelizmente, não difere em essência dos congêneres tradicionais. A reforma do Judiciário tem de passar necessariamente pelo crivo legislativo e com mudanças que façam todo o sistema de Justiça ser mais rápido e com menos custo operacional, dando “vez aos cidadãos com prerrogativas decisórias nos tribunais do júri, inclusive nas matérias cíveis”. Eis aí um novo desafio, agora que o Congresso Nacional foi praticamente renovado.

ALOISIO ARRUDA DE LUCCA

aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

CARNAVAL E ELEIÇÕES

Costumava-se dizer que o carnaval era a grande válvula de escape da democracia brasileira. Durante seus três dias, a população reprimida e sofrida fazia a catarse de suas mágoas, medos, psicoses, angústias, etc. Eram exorcizados velhos demônios e açulados novos. Depois dos três dias, todo o mundo voltava para casa com a alma purificada e pronto para mais um ano de batente e desventuras. Eram, também, satisfeitas nesse período muitas fantasias e ilusões, do romântico ao sórdido, do amor ao ódio. Alguns empresários e profissionais do ramo da cultura e do lazer podiam ter algum lucro sem nenhum prejuízo do restante da economia nacional, pelo contrário. O Rei Momo, eleito para reinar efemeramente, sem governar, por três dias também não oferecia nenhum risco para as instituições democráticas. Mas, de 2014 para cá, aconteceu uma tragédia no Brasil. As elites brasileiras resolveram fazer da política brasileira o seu carnaval. Reservaram para si os sonhos de poder e riqueza e para o povo, a realização dos ódios, dos seus mais baixos e primitivos instintos, com direito até a assassinatos (Marielle Franco). Mas este carnaval macabro já dura quatro anos e não dá sinais de terminar, nem mesmo depois das eleições deste 28 de outubro. Por uma razão muito simples: os sonhos de poder e de riqueza das elites brasileiras são irrealizáveis (a parte do leão pertence aos banqueiros de Wall-Street) e o ódio, quando despertado, é difícil de ser contido, principalmente se ele é estimulado por uniformes verde-oliva. Enquanto no verdadeiro carnaval a polícia era acionada para manter a ordem e garantir o direito e a integridade do cidadão, os membros do Exército brasileiro estão se oferecendo para guitarristas de trio elétrico. Quem viver verá. Eu espero sobreviver.

 

Francisco J. D. Santana franssuzer@gmail.com

Salvador

 

AMEAÇA À DEMOCRACIA

Nenhuma ameaça à democracia é maior que a volta do PT ao poder. O País não pode correr o risco de ser comandado por um candidato que, se eleito, agirá como despachante de um presidiário condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, e patrocinador de ditaduras bolivarianas, sem um projeto de país, mas com um doentio projeto de poder e uma sede de vingança incontrolável, como já deixou claro em várias ocasiões, inclusive diante do juiz que o condenou numa audiência em Curitiba. Lula sintetiza tudo aquilo que há de pior. Não há mais paz no campo, onde a classe trabalhadora rural é frequentemente assaltada, tendo suas terras invadidas por delinquentes do MST, ou nas cidades, quando propriedades são tomadas pelo MTST, num flagrante delito contra a propriedade privada, aumentando a insegurança jurídica e afastando até investidores estrangeiros. Isso para não falar na democratização da mídia (mordaça) e no controle do Judiciário, propostas que constam do projeto registrado no TSE pelos PT, numa verdadeira ameaça à democracia. Votar no candidato que representa uma reação à benevolência do Estado para com a bandidagem agrária e urbana representa o anseio da sociedade que não quer mais violência, desejando apenas que a lei contra o esbulho se cumpra. Meu voto será anti-PT. Goste-se ou não dele ou de suas ideias, Jair Bolsonaro conta com o benefício da dúvida, enquanto seu adversário representa uma viagem sem escalas para o caos. A eleição de Bolsonaro é apenas o começo de um longo trabalho que se dará, sobretudo, na guerra cultural, que continuará anos além do governo Bolsonaro. Estamos resgatando nosso país das mãos dos comunistas. Entre a certeza do desastre e o benefício da dúvida, eu fico com a segunda opção.

 

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

 

ACORDEM, BRASILEIROS!

No dia de eleições tão complicadas quanto esta, gostaria de sugerir ao eleitor brasileiro que lesse a tradução da música “Wake Up Everybody”, do grupo americano Harold Melvin & Blue Notes. É um verdadeiro bálsamo para renovar a esperança de que podemos fazer deste Brasil um país bem melhor. Que assim seja!

 

Clodomir de Jesus Redondo clodoredondo@bol.com.br

Araçoiaba da Serra

 

BOLSONARO OU HADDAD

Hoje vamos escolher quem administrará o País pelos próximos quatro anos. Devemos bem avaliar o assunto, porque é por meio da política que tudo acontece em nossa vida. Desde boa alimentação, saúde, segurança, habitação, empregos, etc. Neste segundo turno, temos Jair Bolsonaro (PSL), de direita, que defende o capitalismo, a livre concorrência e competição, redução da maioridade penal, entre outras coisas; e Fernando Haddad (PT), de esquerda, que defende o monopólio do Estado ou a estatização e para quem criminosos são vítimas. Acredita no socialismo, o mesmo de governos como Cuba e Venezuela, aos quais Lula e o PT sempre mostraram devoção. Enfim, o meu voto não é questão de simpatia, e sim de dias melhores ou menos sofríveis.

 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

 

TRISTE SINA

O Brasil segue sua triste sina de fazer péssimas escolhas: nesta eleição presidencial, de um lado, temos Fernando Haddad, o candidato que representa a facção criminosa do Partido dos Trabalhadores (PT). Se ele ganhar, o chefão do crime político organizado, Lula, seguirá mandando no País de dentro da cadeia. O outro candidato representa o pior da direita: Jair Bolsonaro (PSL) já prometeu arrancar o verde da bandeira brasileira (acabando com o meio ambiente), agradar à bancada da bala e os ruralistas escravocratas. Hoje ninguém vai votar contente, com convicção. O menos pior é péssimo. O Brasil precisa rever sua democracia representativa, que não representa nada nem ninguém além das quadrilhas criminosas em que se transformaram os partidos políticos.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

CONSTRANGIDO

Nos meu 75 anos de existência, sempre defendi o voto consciente e informado, e, portanto, condenei o voto nulo ou em branco, que  significariam a negação da expressão de cidadania. Entre dois ruins, escolha o menos, dizia cheio de razão. Pois bem, agora me vejo diante de Haddad e de Bolsonaro: Nhô ruim x Nhô pior! Cotejei, ponderei, medi, sopesei e consegui: não vou anular ou votar em branco. Constrangido, triste e envergonhado, vou me abster, escondido por detrás da idade que me concede essa faculdade.

 

Natalino Ferraz Martins natalino.martins@uol.com.br

São Paulo

 

DEVER DEMOCRÁTICO

Devido à minha idade, é opcional votar, mas faço questão de exercer o meu dever democrático. Apesar dos pesares, ainda não perdi a esperança de um Brasil dos nossos sonhos: próspero, feliz, com honestos detentores do poder priorizando o País, ao invés dos seus espúrios proveitos pessoais e ou partidários. A classe política, com raríssimas exceções, não é confiável. Antes de deter o poder, critica o que está no topo e apregoa honestidade, mas quando chega lá costuma fazer pior do que o seu antecessor. A situação é grave. Quem assumir o poder encontrará terra arrasada e, em sua gestão, pouco poderá melhorar em razão da endêmica corrupção, o Congresso contra os interesses nacionais e a onerosa máquina pública que inviabiliza investimentos. Reparar o estrago requer urgentes providências impopulares e tempo para colher os frutos. Nenhum dos dois (Haddad e Bolsonaro) é o candidato ideal, mas, por exclusão, o PT extrapolou em malfeitos e merece expurgação definitiva da vida pública, enquanto o capitão é uma incógnita ficha limpa, candidato à chance de ser testado na Presidência. Errar é humano, mas persistir mais uma vez no erro é burrice, daí Bolsonaro ser a opção.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

ANTI-PT

Já estou a postos com minha enxada, para neste domingo enterrar definitivamente o PT.

 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

EMBATE

No segundo turno da eleição presidencial, hoje, teremos o embate civilização/democracia x barbárie/autoritarismo no Brasil. Conclamo a todos os antipetistas, como eu, a defenderem a nossa frágil e tão ameaçada democracia contra o arbítrio, a intolerância e a força bruta. O PT merece nossa pesada crítica e oposição ferrenha, mas muito pior para o País seria aceitar a tortura, a ditadura, o racismo, a homofobia, a misoginia, o preconceito, a intolerância e o desrespeito aos direitos humanos. É, basicamente, uma questão de humanidade, decência e de valores e princípios.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

LIBERTAÇÃO

Estamos atentos a todas as informações que nos chegam de todos os lados. É muito desgaste, mas, analisando-as, chegamos à “reconclusão” de que é impossível não votar em Jair Bolsonaro para presidente do Brasil, não porque ele reúna todas as condições necessárias para esse desempenho. Não reúne, como também não era a nossa primeira opção, mas é, agora, a nossa única tábua de salvação diante do inimigo voraz, incompetente, fraudulento, mentiroso e tudo o mais de negativo que o outro candidato representa. Toda a nossa fragilidade se apequena diante da certeza da força da nossa vontade e do nosso voto numa pessoa que quase morreu para nos salvar da corrupção sistêmica que nos afronta há 14 anos e da qual precisamos e queremos nos livrar, democraticamente. Este domingo será o dia da nossa “Lei Áurea”, nos libertando da escravidão da ignomínia e do atraso. Avante.

 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com

São Paulo

 

A CAMINHO DAS URNAS

Neste domingo, 28 de outubro, acredito que a maioria dos brasileiros deverá comparecer às urnas para escolher o novo presidente da República do Brasil. Independentemente de quem será o escolhido, acredito que todos foram em busca daquilo que acreditavam ser o melhor para o nosso país.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

UM ABACAXI A DESCASCAR

Chegou a hora de escolher o presidente da República. Vote naquele candidato que tem propostas coerentes com a realidade do Brasil. Os desafios serão enormes para o próximo presidente. Reformas importantes deverão ser propostas e a retomada do crescimento do País se faz urgente. As dívidas da União e dos Estados estão em patamares insustentáveis. Quem assumir em janeiro de 2019 terá um enorme abacaxi para descascar.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

SEGURANÇA

Oito anos de governo de FHC e mais 14 de governo de petistas levaram a situação da Segurança no Brasil ao caos. A população está à mercê dos criminosos e para eles nossa vida nada vale. Isso porque flexibilizaram as leis sempre a favor do marginal, encarado como uma vítima da desigualdade social, e não como um indivíduo capaz de fazer escolhas na vida. A ser como eles dizem, 70% dos brasileiros seriam fatalmente criminosos! Agora estamos diante da possibilidade de escolher o que queremos, pois o tema “prisão mais rígida” opõe Bolsonaro e Haddad. Enquanto um promete acabar com a progressão de penas e as saídas temporárias que tanto nos apavoram, o outro quer acabar com o encarceramento em massa, vale dizer, esvaziar os presídios entupidos de bandidos para que isso resolva o problema de dar um tratamento mais humano ao presidiário encarcerado, que tanto a Comissão dos Direitos Humanos da ONU exige. E nós, que vivemos em “liberdade”, ficaremos cada vez mais confinados dentro de nossa casa, sem que isso represente uma segurança de fato, pois a ousadia do marginal não tem mais limites. Quanto à maioridade penal, Bolsonaro pretende reduzi-la a 16 ou 17 anos. Eu já entendo que um adolescente que aos 16 anos pode até escolher seu governante pelo voto tem maturidade suficiente pata saber avaliar os seus atos. Quanto a Haddad, continua a querer tratar o adolescente delinquente como vítima da sociedade. No referente à audiência de custódia, tal projeto foi lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em São Paulo em 2015, durante a gestão de Dilma, concretizando algumas normas idealizadas pelo Pacto de São José da Costa Rica anos antes, e que vieram a calhar dentro da ideologia petista de flexibilizar a lei criminal para bandidos. Com a audiência de custódia, nem assassino confesso cumpre pena na cadeia antes de ser julgado, e quando chega o julgamento ele já está longe, muito longe das mãos da Justiça. A frase de Bolsonaro “prefiro uma cadeia lotada de criminosos a um cemitério lotado de inocentes. Se faltar espaço, a gente constrói mais” recebe sempre uma conotação deturpada e hostil, mas hostil a quem? Não a nós, que somos vítimas da crueldade dos bandidos. Já a frase de Haddad “será preciso investir na gestão penitenciária para torná-la capaz de promover reintegração social” me soa como mais do mesmo dos últimos 20 anos.  Minha escolha já está feita.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

SINCERAMENTE

Eu gostaria de poder olhar nos olhos de Fernando Haddad e lhe fazer uma pergunta. Já fui assaltada cinco vezes, duas em minha casa, uma delas por três presidiários em liberdade graças ao indulto de Natal. Meu marido foi ferido em luta corporal. Na opinião do professor Haddad, esses criminosos não são violentos? Precisariam matar para o candidato assim os considerar? É isso o que o professor ensina a seus alunos? Sinto-me profundamente insegura com a política de Haddad de “debater os temas para assegurar o Estado Democrático de Direito”. Dos bandidos? Dos traficantes? E a vida das pessoas? Vou de Bolsonaro: “prender e deixar preso” e “a cadeia é lugar para tirar o mau elemento do convívio com a sociedade”.

 

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

 

A SORTE ESTÁ LANÇADA

Não tenho dúvidas de que a candidatura do deputado Jair Bolsonaro é o estado da arte da capacidade do PT de produzir desastres. Um não existiria sem o outro. O PT também surgiu negando o sistema político, vestal desde sua origem, pregou uma nova ética e um novo país, mais responsável com o seu povo. No poder, assimilou e elevou à excelência tudo aquilo que combatia. Traiu seus princípios e todos os que neles acreditaram. Bolsonaro é resultado de sua obra. Repete todos os seus defeitos, com sinal trocado.

 

José Tadeu Gobbi tadgobbi@uol.com.br

São Paulo

 

O PREPOSTO DE LULA

Fernando Haddad, o preposto do presidiário Lula da Silva, participou do programa “Roda Viva” na segunda-feira e, com a maior cara de pau, declarou que “provavelmente” os petistas tenham cometido algum crime de baixo potencial ofensivo – caixa 2 e enriquecimento ilícito –, tentando desconstruir os relevantes serviços da Justiça do País. Não se “lembrava” das condenações de José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoino, João Vaccari Neto, entre outros “artistas”. Acredite se quiser, nem mesmo se lembrava do seu criador demiurgo de Garanhuns, trancafiado em Curitiba. Como dizia aquela velhinha de Taubaté, “vai debochar assim do povo lá na pata que caiu!”.

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

REJEIÇÃO

O Partido dos Trabalhadores (PT), tentando diminuir a sua rejeição neste segundo turno, tirou o vermelhão da sua imagem, evitou visitar Lula na prisão, calou José Dirceu, escondeu a senadora Gleisi Hoffmann e transformou o candidato Fernando Haddad em seminarista delicado. O homem mudou demais. Até a sua voz está mais suave. Eles entendem bem do estilo camaleônico. A última do bom moço que está em Curitiba (PR) me deixou preocupado. Ele não entende por que motivo o PT está sendo odiado. Vou tentar, resumidamente, explicar ao ex-presidente o porquê. No seu primeiro mandato, surgiu o mensalão. Deputados da base aliada do PT recebiam uma mesada para votarem segundo orientações do governo. O chefe desse esquema era José Dirceu, ministro da Casa Civil à época. Não vou citar, aqui, mais nomes de participantes do grande esquema de corrupção, em virtude de não poder fazer uso de todo o espaço do jornal. Palavras de Antonio Palocci: Lula sabia do esquema de corrupção. Esse esquema engoliu milhões de dinheiro público e arrebentou com os fundos de pensão. Não parou por aí. Em 2014 veio à tona o petrolão, esquema usado para desviar dinheiro da Petrobrás através de contratos superfaturados e dinheiro sujo para benefício de políticos. Há quem diga que foi o maior caso de corrupção no mundo. Deixou a Petrobrás capengando. O juiz federal Sergio Moro pode informar melhor quantos bilhões foram para as cucuias. Deu para entender agora por que o povo está rejeitando o PT? Deu para entender agora por que Haddad será rechaçado nas urnas? Seria o cúmulo do absurdo o PT retornar ao poder. Hoje, veremos que a história de transferência de votos era uma piada. Não seremos uma Venezuela. Vai brilhar no céu da pátria a vitória de Jair Bolsonaro. A nossa democracia sairá fortalecida. 

 

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

 

CONCLUSÃO

Parece que o PT chegou à conclusão de que Lula só tem mesmo a importância de um preso.

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

CÍRCULO VICIOSO

Jânio Quadros quis substituir em seu benefício a corrupção de Juscelino Kubitscheck. Não conseguiu. Jango foi ludibriado pelos militares. Sarney e Collor, atávicos à ditadura (“civil”-militar), fracassaram. Itamar e FHC tentaram a democracia política e o desenvolvimento econômico. Lula elegeu Dilma e Temer. Dilma e Temer produziram Bolsonaro. Círculo vicioso e bastante oneroso. Azar do povo brasileiro. Todos os citados estiveram bem ou estão muito bem. Menos o povo!

 

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

 

DISCURSOS

Como bem disse Tancredo Neves, do alto de sua inteligência, experiência e sabedoria política, “há um discurso para ganhar eleição e outro para governar”. Que o presidente eleito neste domingo saiba reunir com o devido cuidado a retórica da campanha vitoriosa com a da realidade prática do dia-a-dia, para dar ao País a chance de reencontrar seu norte e emergir à superfície. Vota certo, Brasil!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

TEM DE MUDAR

Não peço a ditadura de volta, mas esta “democracia”, mantendo tantos privilégios ao poder público e inúmeras vantagens aos assassinos, corruptos e vagabundos, tudo à custa de quem é honesto e efetivamente trabalha, tem de mudar. Esse é o sentimento da maior parte da população e a consequente vitória de Jair Bolsonaro para presidente. Referindo-se às declarações do deputado federal mais votado por São Paulo, a atual ministra Rosa Weber, do TSE, defendeu a honra dos homens de toga, mas as questionáveis decisões de ministros como a de Gilmar Mendes mandando soltar inclusive o médico monstro estuprador de mulheres não dão crédito às suas palavras. A ex-ministra Ellen Gracie, hoje aposentada, quando da morte do menino João Hélio, em 2007, arrastado no asfalto por assaltantes no Rio, diante da população indignada, disse não aprovar medidas extremas em momentos de angústia e revolta, mas desde então pouco ou nada foi feito e a criminalidade só aumentou, com os bandidos mesmo presos se organizando e agindo com sucesso cada vez mais confiantes na paralisia e conveniente cegueira da “Justiça”. O também aposentado ex-ministro Carlos Ayres Britto disse termos uma das Constituições mais perfeitas do mundo, mas a população que trabalha, produz e paga tantos impostos sem ter retorno algum, largada à própria sorte e vendo o Brasil atolado num mar de lama, não pensa como ele. Há quase 30 anos pais estrangeiros radicados no Brasil, tristes, vendiam tudo para ir embora porque a filha havia sido morta por assaltantes. Na ocasião, o político Afif Domingos os aconselhou a não ir. Segundo ele, as autoridades brasileiras estavam tomando medidas enérgicas e urgentes contra o crime e, ficando, eles não iriam se arrepender. Se foram não sei, mas se ficaram, sem dúvida se arrependeram até o último fio de cabelo. Não dá para acreditar nesses privilegiados. Precisamos de mais escolas e de bons professores para nossos filhos, e não de advogados e de juízes defendendo e soltando bandidos. Estes já temos demais.

 

Nilson Martins Altran nilson.altran@hotmail.com

São Caetano do Sul

 

LILLIPUT

Ante a violenta reação de alguns ministros do Supremo sobre os comentários de mau gosto, porém infantis e inconsequentes, do deputado Eduardo Bolsonaro sobre o fechamento do   Supremo, lembrei-me do livro “As Aventuras de Gulliver”, no qual em Lilliput, o reino dos homenzinhos, era punido com a pena de morte quem se atrevesse a interpretar a lei. Se essa regra existisse no Brasil, o Supremo estaria fechado por falta de quórum.

 

Geraldo Toledo Moares doritatm@uol.com.br

São Paulo

 

TOTALITÁRIOS REPAGINADOS

Uma nova praga na política mundial: totalitários de direita e de esquerda mascarados de democratas. Corrupção, tráfico de drogas, violência, globalização e desemprego favorecem a onda fascista. Concentração de riqueza, injustiça social, desemprego e globalização, no discurso socialista. A riqueza mundial precisa ser mais bem distribuída, para evitar o discurso oportunista de todos os matizes ideológicos. O caminho da democracia plena, num Estado do bem-estar social, com liberdade, justiça e progresso sustentável, é o que o bom senso nos indica. A história só se repete como farsa. A política continua analógica num mundo digital, a caminho quântico.

 

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

 

COM O CORAÇÃO SANGRANDO

Não sei se votar em branco é a melhor opção. Talvez eu vote em Fernando Haddad para impedir excesso de força para Jair Bolsonaro. Se eu fizer isso, vai ser com o coração sangrando. Os que votaram nestes dois candidatos no primeiro turno nos obrigaram a uma escolha quase impossível. Mas Haddad, embora traga com ele todos os ladrões do PT, não é uma ameaça à democracia. Eu vivi a ditadura. Lembro-me dos que iam depor e desapareciam. Lembro-me do filho daquela designer de moda, Zuzu Angel, que foi amarrado com a boca no cano de descarga de um jipe e arrastado pela pista da base aérea. Meu filho apanhou na rua porque estava com um grupo de estudantes pedindo democracia. Foi no dia em que ele completou 18 anos. Ficou com a marca do cinto do policial no peito. Lembro-me de muitas desgraças causadas pela ditadura. Não posso aceitar o capitão. As falas dele são assustadoras. Como eu disse, pela primeira vez na minha vida de 84 anos, vou votar com o coração sangrando. 

 

Maria Terezinha Fontana dos Reis terefontana@uol.com.br

São Paulo

 

TORTURA E MORTE

As gerações de eleitores mais jovens talvez nunca tenham ouvido falar ou lido sobre o massacre do primeiro tenente da PM/SP  Alberto Mendes Júnior, ocorrido em maio de 1970, que teve o crânio esmagado com golpes de fuzil Mauser (modelo 1098, usado na Primeira Guerra Mundial), por terroristas do grupo guerrilheiro Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) – mesmo estando ele muito ferido, desarmado e rendido. Sobre isso, acessem www.ternuma.com.br e vejam a sordidez praticada pelos grupos armados de esquerda, que mataram 119 cidadãos, conforme podem ler relatados, caso a caso, em www. verdade.sufocada.com ou no livro “A verdade sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça”, escrito por Carlos Alberto Brilhante Ustra, em 18.ª edição. Tirem as suas próprias conclusões. Muitos dos civis e militares assassinados não receberam nomes de logradouros públicos em homenagem a sua memória e muitos não receberam indenizações dos governos federal e estaduais, nem pensões. Os terroristas anistiados as recebem. A família do PM Alberto Mendes Júnior recebe pensão, mas não recebeu indenização. O retrato deste PM, que deu a vida pelos companheiros na ação no Vale do Ribeira, foi retirado de paredes de sedes da Polícia Militar, talvez para não incomodar as famílias dos terroristas. Ainda temos de suportar a tortura de ouvirmos fake news durante a propaganda partidária eleitoral, paga pelos cidadãos com seus impostos. A imprensa mentirosa não tem interesse em divulgar esses fatos sufocados. A verdadeira imprensa ainda sofre com mordaças, assim como os jornalistas dignos de sua profissão.

 

Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut h.halbsgut@hotmail.com

Rio Claro

 

DERROTA

Fernando Haddad, nos últimos dias de campanha, correu para o Nordeste visando a reconquistar os votos que vinha perdendo. O desespero do fantoche é total e o do chefão, em sua cela VIP, deve ser ainda maior. As últimas pesquisas divulgadas nos mostraram uma queda na diferença entre Bolsonaro e Haddad, mas, se formos atentos, na margem de erro, é quase nada. Desta vez o PT vai gramar, mesmo, uma derrota, ao que tudo indica. E, isso acontecendo, será uma merecida derrota.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

LASTIMÁVEL

É lastimável ouvir Fernando Haddad prometendo destinar o dinheiro do pré-sal para a saúde e a educação e incluir o gás na cesta básica. As pessoas medianamente informadas sabem que o pré-sal é explorado por companhias que pagaram ao governo pela concessão de sua exploração. Consequentemente, “o dinheiro do pré-sal” não pertence ao governo federal e não pode ser utilizado como Haddad afirma. Ele quer aumentar os créditos dos bancos oficiais, como Dilma Rousseff fez em sua administração inepta, que deixou tantas sequelas. Vê-se que o PT só consegue falar com os grotões que não entendem o que é dito e que ele quer continuar a enganar, como sempre fez. As urnas responderão às mentiras que tem contado.

 

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

 

MAIS DESEMPREGO...

Se realmente as previsões se concretizarem e não houver fraude no segundo turno, teremos mais 30 mil desempregados no Brasil. São os funcionários indicados pelo PT, que vão perder a boquinha e vão se juntar aos quase 14 milhões de desempregados País afora.

 

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

 

REFORMA DA LEI ELEITORAL

O novíssimo novo presidente da República brasileira, Jair Bolsonaro, entre as mil e uma hercúleas proezas com que se defrontará, sem dúvida está a Lei Eleitoral, cuja mudança deverá atingir políticos como o adversário direto de Bolsonaro, pelas mentiras que está veiculando pela televisão, impossíveis de serem cumpridas, mas com o principal objetivo de virar o jogo, mesmo estando na prorrogação. O principal objetivo de Fernando Haddad é com suas mentiras atingir exatamente uma classe de eleitores que tem um título de eleitor no bolso e um crânio oco. Esse tipo de propaganda deve ser proibido. O candidato que procede dessa forma deve ser punido.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

PESQUISA ELEITORAL

A credibilidade da pesquisa do Ibope referente ao crescimento de Haddad nas vésperas das eleições é tão desprezível como aquela que dava a Dilma Rousseff uma cadeira do Senado por Minas Gerais.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

FAZENDO AS CONTAS

1) Não fizeram o voto impresso, e os institutos de pesquisas já erraram. Será que vai haver golpe, digo, fraude? 2) Interessante, nas últimas pesquisas, um candidato cai um número de pontos na mesma quantidade que o outro sobe. Ninguém resolveu anular ou votar em branco nesta queda?

         

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

A CONTRAPROVA

Pesquisas de intenção de voto têm se mostrado nada confiáveis nos últimos anos, mas nestas eleições as discrepâncias se tornaram mais evidentes. Qual é o interesse em manipular os resultados? Vox Populi, Datafolha, Ibope vêm se mostrando nada confiáveis. O único que ao meu entender se mostra coerente e aparentemente imparcial é o Instituto Paraná. Neste domingo, porém, teremos a contraprova de todas essas pesquisas, com o compromisso com a verdade. Assim espero.

 

Rodrigo Mendes Medeiros rodrigommedeiros082@gmail.com

São Paulo

 

FIM DA LINHA

Espero que, confirmada a vitória de Bolsonaro nas urnas hoje, com margens bem superiores ao que as empresas de pesquisas estão desenhando, especialmente Datafolha, UOL e Rede Globo, o novo presidente da República não se esqueça do que essas empresas fizeram e estão fazendo para deturpar o quadro eleitoral, com sabe lá quais interesses. Isso não pode cair no esquecimento!

 

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

 

O CÍRCULO DA MENTIRA

Como funciona: 1) a imprensa lança notícias falsas; 2) sai a pesquisa com números manipulados; 3) os “analistas”, ao justificarem os números manipulados, usam essas notícias como fontes. Assim, o círculo da mentira se fecha com o intuito de influenciar a opinião pública. Neste momento, é preciso mais do que nunca se ater a fatos e não confiar na imprensa, e alertar pessoas do entorno para essa manipulação. A imprensa brasileira, que é massivamente de esquerda, em conluio com os institutos de pesquisa, estão manipulando e enganando a população. Cadê os documentos que comprovam o que a “Folha de S.Paulo” publicou, por exemplo? Cadê? Cadê? Cadê?

 

Werly da Gama dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

 

AS FAKE NEWS E AS ELEIÇÕES

Embora seja de uso corrente nos países de língua inglesa, o termo fake news só ganhou destaque no resto do mundo após as queixas de Donald Trump de que era alvo de campanha mentirosa. Com as redes sociais disponíveis a todos e o alto grau de polarização, as eleições brasileiras deste ano também foram contaminadas pela prática da inverdade. Independentemente do resultado das urnas, o próximo Congresso, o Executivo e, principalmente, os operadores do processo eleitoral terão pela frente a inadiável tarefa de normatizar a comunicação eleitoral e criar mecanismos que protejam tanto os candidatos quanto o eleitorado das fake news. Os veículos de comunicação e os profissionais da área já dispõem de parâmetros de trabalho. O que falta é encontrar meios de evitar que alguém possa espalhar algo e permaneça no anonimato. Isso nada tem de censura, mas de responsabilidade de cada um pelo que divulga. Mas, mesmo com o inconveniente fake news, as redes sociais são hoje uma excelente ferramenta de libertação do povo. Depois delas, a população dificilmente voltará a ser oprimida pela hegemonia e alternância de um ou dois partidos políticos ao longo de décadas.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

VOTO EM TRÂNSITO

Este domingo, 28 de outubro, será marcado por mais uma afronta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a democracia e a cidadania: algo entre 8 milhões e 9 milhões de eleitores não poderão votar, pelo simples fato de estarem “em trânsito”. Estes tribunais violam, a não mais poder, a universalidade e obrigatoriedade do voto – cláusulas pétreas –, erodindo o princípio fundamental do exercício do poder pelo povo, por meio de representantes. Pela imposição de regras draconianas para o voto em trânsito, meros 88 mil eleitores puderam votar no primeiro turno, num faz-de-conta de democracia. A cédula eleitoral (que é um meio de votação) deveria ser adotada para receber esse voto, mas isso macularia o marketing eleitoral do TSE em favor da urna eletrônica, que virou um fim em si mesma. Assim, adota-se o princípio de Ricúpero: mostra-se para o mundo o que é bom (velocidade na apuração das eleições), escondendo o que é ruim (violação de direitos de 9 milhões de eleitores). Por essa razão o Brasil será denunciado à Convenção Interamericana de Direitos Humanos, por violação do artigo 23 do Pacto de San José. No Brasil a Constituição é desrespeitada, mas por aqui isso é algo de somenos importância.  

   

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pire (DF)

 

DEPOIS DAS URNAS

O posicionamento de organizações militares sobre a possibilidade de confrontos entre militantes sociais após a definição de quem vai ser o próximo presidente da República deve servir de reflexão. Afinal, precisamos de instrumentos que incentivem a paz, com encaminhamentos de propostas que não fiquem limitadas a interesses corporativos. Esse é o desafio maior, que deve servir de incentivo a quem atua numa ONG e em outros organismos sociais.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

INSANIDADE ESQUERDOIDE

“Jovem marcada com suástica no RS será indiciada por falsa comunicação de crime” (“Estado”, 24/10). O fato de alguém cometer violência contra o próprio corpo, rabiscar uma suástica, forjar um crime que não aconteceu só nos leva a pensar em quão insana é a mentalidade desesperada dos esquerdistas. Tudo pelo poder, até a própria destruição. Só saem ainda mais desmoralizados!

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

  

MENTIRA

Donald Trump, em meio a casos de pacotes-bomba, diz que mídia é responsável por provocar ódio. Está correto o presidente dos EUA. Aqui, no Brasil, a polícia chegou à conclusão de que o caso da suástica riscada na pele de uma garota no Sul teria sido uma automutilacão. Quando do fato, a imprensa parcial, hipócrita e seletiva, divulgou (fez um carnaval) o acontecido como se a autoria fosse de simpatizantes de Jair Bolsonaro. Agora, que se verificou que era algo mentiroso, a mídia calou-se ou deu uma notinha de rodapé. Lamentável. Jogaram o princípio da imparcialidade no lixo.

 

Reinner Carlos de Oliveira reinnercarlos1970@gmail.com

Araçatuba

 

‘NÓS’ E ‘ELES’

Donald Trump e Lula são motores do mesmo “nós” e “eles”, com a diferença de que o “nós” do Norte é o “eles” daqui. Em comum, porém, o fato de ambos terem acentuado a divisão das respectivas sociedades e exacerbado os ódios latentes.

 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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