Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

29 Outubro 2018 | 00h00

ELEIÇÕES

‘Day after’

Enquanto não houver reforma do sistema político-partidário-eleitoral, os mandatários não serão legítimos representantes populares, são apenas os escolhidos de um cardápio único que nos é imposto. Os brasileiros devem se unir a partir de hoje e incansavelmente exigir do próximo Congresso uma reforma política decente, para que em 2022 possam realmente sentir que farão uma escolha que os engrandeça. E exigir o mesmo do presidente eleito, que ele seja o líder desse movimento de avanço político no País. Como diz o poeta, faz-se o caminho ao andar: chega de retrocesso, avante, Brasil!

SANDRA MARIA GONÇALVES

sandgon@terra.com.br

São Paulo

O tema eleição sai de cena, entram outras preocupações. O que será do Brasil e dos brasileiros a partir do resultado das urnas? O que todos esperam é que Jair Bolsonaro faça um governo de pessoas notáveis por sua competência e comprometidas em tornar este país respeitado mundo afora, e não um governo de conchavos. A esperança está numa faxina no poder, saneando as contas, dando prioridade à saúde das estatais, tão espoliadas sob o pretexto de uma governabilidade que acabou sendo a porta para o crescimento da corrupção. Este processo eleitoral serviu para acordar a população. Nunca se discutiu tanta política. Graças ao WhatsApp (pensaram até em censurá-lo!), as pessoas puderam mostrar suas opções e discuti-las em todos os lugares. O saldo foi tão positivo que só no Senado a renovação foi de 85% das vagas em disputa, sinal de que as velhas práticas políticas estão com os dias contados. Positivo também foi o interesse de grande parte dos brasileiros em conhecer nominalmente os 11 ministros do STF e suas decisões por vezes na contramão do que o Brasil precisa. Ainda temos muito a fazer para que nossa democracia se solidifique.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Manifestação e participação

Sair às ruas agitando bandeiras, promovendo buzinaços, estendendo faixas é legítimo. Mas passadas as eleições é nosso dever de cidadãos acompanhar e participar da vida pública, cobrando dos chefes dos Executivos e dos legisladores eleitos o cumprimento das promessas. O ato de votar não encerra nossa responsabilidade de exercer a cidadania, que só se realiza quando participamos da gestão pública com sugestões e críticas. Sair às ruas e limitar-se à manifestação partidária, sem prosseguir participando, resultou no quadro de degradação moral e aperto econômico que vivemos, uma verdadeira tragédia nacional. Vamos mudar nosso comportamento omisso. Vamos participar! 

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

WhatsApp e notícias falsas

Sobre as fake news e os limites do WhatsApp, há quem prove do próprio veneno. Isso acontece agora com o PT e alguns setores que tomaram posição contra a Lei de Combate aos Crimes Cibernéticos, conforme projeto de lei defendido pelo ex-senador Eduardo Azeredo - intensamente criticado ao alertar sobre os riscos que o País viria a enfrentar. Foram também contra a participação do Brasil em acordos internacionais como a Convenção do Cibercrime de 2001, do Conselho da Europa, com 64 países signatários, incluindo EUA, Japão, Canadá e outros 14 países não europeus, celebrada em Budapeste. O retrospecto dessa luta contra as fake news digitais vai a 1996, um ano depois da chegada da internet ao Brasil, quando apresentada a proposta do projeto de lei para incluir no Código Penal como crime a divulgação de notícias falsas. Aprovado pela Câmara em 2003, foi ao Senado e lá, depois de amplos debates, foi aprovado com alterações em 2008. Voltando à Câmara, só veio a ser aprovado em 2012 - com 16 anos de discussão e somente após episódio de invasão de privacidade envolvendo uma atriz conhecida.

JOSÉ HENRIQUE PORTUGAL, 

analista de sistemas, ex-diretor do Serpro

jhportugal@terra.com.br

Belo Horizonte

CAMPANHA NAS FEDERAIS

Defesa da autonomia

Perfeita a reação do STF e do TSE ao desrespeito à autonomia universitária que desavisados juízes eleitorais cometeram em 20 federais de 12 Estados. O Estado Democrático de Direito, que a duras penas reconquistamos, não permite que arroubos autoritários, seja de que coloração forem, voltem a predominar em nossa realidade política.

JOSÉ DE ANCHIETA DE ALMEIDA

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

Universidades públicas

Acho ótimo ver os jovens se politizando e analisando a conjuntura atual do País. Mas dentro do ambiente acadêmico público - leia-se: pago por todos nós - eu preferia que se dedicassem a aprender, por exemplo, como construir uma ponte que não caia na minha cabeça menos de um ano depois, distinguir o sarampo da catapora sem pedir 223 exames radiológicos e ambulatoriais, etc. Fazendo minha a expressão usada por Sua Santidade o papa Francisco, “sejam revolucionários” sendo bons no que se propuseram a fazer.

MARCIA MEIRELLES

marciambm@yahoo.com.br

São Paulo

‘Universaddads’

Evidentemente, as universidades são locais por excelência de aprendizado e de debate de ideias. As públicas devem garantir debates livres, assegurando espaço à multiplicidade de opiniões, reflexo da pluralidade da sociedade, cujos impostos as sustentam. Por isso o veto à propaganda política em seus espaços. Mas considerando que: 1) os debates sobre fascismo e outros radicalismos programados para os últimos dias da campanha eleitoral certamente nada tinham que ver com o candidato Jair Bolsonaro; 2) a defesa da democracia nada tinha que ver com o PT e o Lulladad; 3) sabidamente tanto os líderes dos professores como os da UNE representam as mais diversas correntes políticas, de modo algum se posicionando na chamada esquerda radical; 4) o fato de dezenas de universidades terem programado debates semelhantes nos mesmos dias não passa de mera coincidência, o que qualquer de seus professores de estatística pode atestar sem ficar corado... então, a ação da Justiça Eleitoral caracterizou abuso de autoridade. Muita hipocrisia!

CÉSAR GARCIA

cfmgarcia@gmail.com

São Paulo

Direitos desiguais?

Alunos de escolas federais podem dar palpites nas eleições e eventualmente, por tabela, tomar partido. Já os jogadores de futebol e os clubes estão desautorizados. E aí, cadê o STF? 

MARIA M. J. SIMÕES

mmjsimoes@bol.com.br

São Paulo

 

NOVO PRESIDENTE

 

O Brasil amanhece com um novo presidente da República. Os mais de 55 milhões de brasileiros que deram a Jair Bolsonaro a missão de governar o País nos próximos quatro anos o fizeram na expectativa de que ele cumpra as promessas da campanha do segundo turno: compareça à reunião da ONU para fazer a tradicional abertura da Assembleia-Geral; honre o acordo de Paris, do qual o País foi signatário; respeite a nossa Carta Magna, a Constituição; enfim, governe para todos, inclusive os mais de 40 milhões de derrotados. Uma boa sinalização será se no primeiro dia de 2019 cumprir a promessa de deportação do ativista italiano Cesare Battisti, para ser julgado em seu país.

 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

 

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O DAY AFTER

 

Sem saber bem qual é seu plano de governo, cansados da corrupção dos velhos políticos, assustados com a insegurança generalizada e desanimados com o desemprego persistente, os eleitores de Bolsonaro deram-lhe voto de confiança. Será um governo conciliador, respeitador dos demais Poderes da República, com força política para aprovar as reformas necessárias e urgentíssimas de que o Brasil tanto precisa? Será um governo que aceita as divergências com os adversários políticos e as opiniões e críticas da imprensa livre, com visão internacional equilibrada (longe do estilo Trump) e sem as bravatas e a truculência do Estado da era militar? Oremos!

 

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

 

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REFLETIR

 

#elenao, agora, é um discurso ultrapassado, porque é ele. O próximo presidente de nosso país. É ele, sim. O que fazer diante disso? Resistir? Reagir? Rebelar? Talvez devamos refletir. Refletir sobre os pontos frágeis de sua campanha e fazer uma campanha de conscientização. Interessante seria se todos os agentes de mudança trabalhassem esses pontos (preconceitos, Amazônia, truculência). Seria um bom primeiro passo, para conter e reverter toda esta energia negativa. E de educar nossa sociedade. O motivo deste sucesso todo - além de ser uma das heranças do PT -, parece, surge por causa das lacunas formativas de nossa sociedade. Tudo veio à tona. Hora de encarar isso. E, quem sabe, para sempre. #viva_a_democracia

 

Bruno Hannud hannud.bruno@yahoo.com

São Paulo

 

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RESPONSABILIDADE E EFICIÊNCIA

 

Em 2006 Lula obteve 58,29 milhões de votos após um período de crescimento do Brasil. Bolsonaro obteve 57,67 milhões de votos, após a mais grave recessão do País. Dilma recebeu 55,75 milhões de votos em 2010 e 54,50 milhões de votos em 2014. Haddad perdeu por uma diferença de 10,85 milhões de votos. O desgoverno do Partido dos Trabalhadores levou o Brasil para o buraco e os eleitores nunca mais confiarão nesta turma de incompetentes. Bolsonaro tem agora a oportunidade de fazer um governo responsável e eficiente, focado única e exclusivamente no crescimento da Nação.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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LAÇOS PERDIDOS

 

Com vitória de Bolsonaro, nasce para quase 60% dos brasileiros e para grandes economias mundiais, como a Itália, a esperança de um país mais estável e seguro, principalmente economicamente, reatando laços perdidos no governo Lula com o caso Battisti. Ao nosso novo presidente, queremos uma nação forte e segura, onde acima da política o cidadão brasileiro de bem esteja.

 

Willyan Sylvio da Cruz Santos Dias willdias96@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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COMEMORAÇÃO

 

Jair Bolsonaro (PSL) venceu as eleições é será o nosso próximo presidente da República. Aqui, em Americana (SP), o povo festejou, com fogos, passeata e muitas buzinas. Que bom, agora o povo não sai para as ruas apenas para comemorar um título futebolístico, o povo está mais envolvido em campanhas políticas. E tomara que o povo continue mais politizado, acompanhando o político em quem votou e cobrando suas promessas. PT, PSDB e PMDB perderam feio nestas eleições. Mas que esta alegria não seja passageira... Tomara que os eleitores não tenham trocado seis por meia dúzia. 

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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BOLSONARO ELEITO

 

Ordem unida. Capitão, sentido!

 

Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

 

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A DERROTA DO PT

 

Finalmente o Brasil aos poucos vai se livrando do grande mal que aflige a Nação durante 16 anos. Adeus, PT, adeus, Haddad, Dilma, Lula e tantos outros que só prejuízo trouxeram ao País. Seja bem-vindo e que Deus te ajude a governar este Brasil de todos os brasileiros. Parabéns, Bolsonaro, nosso novo presidente.

 

Orélio Andreazzi orelio@andreazzi.com.br

Suzano

 

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AS URNAS FALARAM

 

Finalmente, após longos anos, o PT foi escorraçado do Planalto nas urnas. Apesar disso, acho que ainda foi muito alto o porcentual obtido por Fernando Haddad, um tanto estranho, mas a vitória dos brasileiros de bem aconteceu, assim como já no primeiro turno havíamos nos livrado de figuras como Dilma Rousseff, Eduardo Suplicy, Lindbergh Farias, Fernando Pimentel, Romero Jucá, Sarneys e muitos outros que faziam o que bem entendiam no Congresso Nacional. Uma limpeza. O "chefão", já preso, lá deverá ainda permanecer por muito tempo, pois mais condenações virão para ele, bem como para o seu braço direito, José Dirceu. Esperamos que este seja o começo de uma moralização deste nosso Brasil, e que a Lava Jato continue funcionando a pleno vapor, para conseguir punir todos os que participaram da malversação do dinheiro público, e conseguir, também, a recuperação das verbas desviadas. Vamos, com o novo presidente, iniciar um novo Brasil. É o que todos esperam.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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SUGESTÕES

 

Gostaria de cumprimentar o novo presidente do Brasil e os brasileiros de bom senso que elegeram Bolsonaro. O que me espanta é a quantidade de pessoas que não enxergam um palmo à frente do nariz. Conseguimos extirpar o câncer, porém será preciso muito quimioterapia para acabar com as metástases na política brasileira. Aproveito para deixar algumas pequenas sugestões: colocar pessoas competentes nos cargos de ministros (um médico competente no Ministério da Saúde; um educador competente no Ministério da Educação; e por aí vai). Ou seja, deixar de colocar políticos nos cargos-chave para um bom governo. Acabar com o foro privilegiado, limitar o uso do cartão corporativo apenas à Presidência, conversar com Armínio Fraga e Pedro Malan, que podem dar bons conselhos, tentar, legalmente, um acordo com os quatro cavaleiros do apocalipse, ou seja, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli, para que façam uso do programa de demissão voluntária, e os próximos ministros sejam eleitos via concurso, e não por indicação política. Fazer as reformas da Previdência. Que seja dado todo apoio à Lava Jato, que os corruptos sejam presos e, principalmente, devolvam o que roubaram, que o "molusco" de Curitiba seja transferido para uma cadeia normal, não existe motivo para ter privilégios. E que este pessoal que se diz sem terra não tenha mais recursos do governo e procure emprego, em vez de destruir. Boa sorte.

 

José Fernandez Rodriguez rodriguez1941@gmail.com

São Paulo

 

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ESPERANÇA

 

Finalmente foram cortadas as amarras que mantinham este gigante adormecido chamado Brasil preso a um passado servil a sistemas ditatoriais e retrógrados. Depois de anos de governos corruptos e coligados a países decadentes, quando fomos rebaixados a "nau dos insensatos", agora vislumbramos as mudanças que tanto queremos. Nas mãos do capitão entregamos o leme desta nação, para reconduzi-la a portos seguros, onde nosso lema "ordem e progresso" volte a ser respeitado. Não esperamos milagres. Será difícil, árduo e longo, mas valerá a pena. Que Bolsonaro faça tornar realidade as palavras que Chico Xavier nos transmitiu: "O Brasil será o celeiro do mundo e a Pátria do Evangelho". Neste processo de volta à legalidade não podemos nos esquecer do homem que deu início a tudo: dr. Sergio Moro. Cumprindo a lei, ele conquistou o respeito dos brasileiros e cidadãos de bem do mundo todo. Se Bolsonaro foi a flecha que atingiu e derrotou este governo corrupto, o dr. Sérgio Moro foi o arco que o direcionou. Que Deus e os mensageiros de luz abençoem e protejam nosso novo governo. Ao presidente Jair Messias Bolsonaro e dr. Sergio Moro, nosso apoio, nossa esperança e nosso muito obrigado.

 

Neusa Fernaine Farah Torres fernando.farahtorres@gmail.com

Santos

 

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A VONTADE DO POVO

 

O discurso de ódio do sr. Fernando Haddad (PT), ao ser derrotado na eleição para a Presidência da República, conquistou a repulsa da sociedade brasileira. Um acinte a postura deste político que se autodeclarou "democrático". Inaceitável a confrontação sem qualquer justa causa. O discurso do concorrente derrotado deu a nítida impressão de que "tomar o poder", como orientou o "lugar-tenente" do corrupto-mor durante a campanha, é a meta. Será que este partido político, seu poste de plantão e o presidente de honra preso por crime de corrupção e lavagem de dinheiro pretendem afrontar o Estado Democrático de Direito? Será que a real intenção deste partido político será fazer oposição irresponsável, manipulando massas até provocar no limite o estado de desordem nacional? A nação brasileira precisa estar vigilante contra este anúncio desta oposição sem representação republicana, porque o eleitor de bem não deseja a anarquia. O povo brasileiro, da mesma maneira que em outras quatro ocasiões optou pelo PT, opta agora e pelas urnas por que o PT não retorne à Presidência da República. Portanto, onde está o autoritarismo, no PT ou naquele que sagrou-se vencedor das eleições pelo voto? O Brasil não quer mais o PT, e o seu povo foi claríssimo ao expressar democraticamente essa vontade, nada cabendo a estes pseudoesquerdistas questionar o resultado e muito menos tentar induzir uma guerra que a sociedade brasileira não quer, não deseja e não aceitará que aconteça.

 

Cláudio Antelo Claudio@ahantelo.com.br

São Paulo

 

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PROMESSAS DEMAGÓGICAS

 

O candidato Fernando Haddad (PT) procurou, nos últimos dias da campanha, fazer as promessas que seu partido faz há anos. Promessas demagógicas como o aumento do salário mínimo acima da inflação, tal qual prometia o presidiário Lula. Salário, seja qual for, não se aumenta por decreto. O aumento vem da atividade econômica, do desenvolvimento econômico e de outros fatores. Por que não promete o salário mínimo que tem de ser, segundo o Dieese, para atender às necessidades do trabalhador, conforme está na Constituição (que seria um salário de quase R$ 4 mil)? Por que sabe que não dá. Se fizer isso, acaba de quebrar o País. Haddad ainda prometeu gás de cozinha a R$ 49. Ele sabe o custo do produto para querer estabelecer este preço? Vai subsidiar? Aí todos pagam a conta. Mentiu com essas demagogias e os que não entendem de economia acreditam.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro 

 

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O APOIO DO PDT

 

Vendo que Haddad estava desesperado buscando o apoio de Ciro Gomes (PDT), lembrei-me de uma reportagem do "Estadão" sobre Carlos Lupi, presidente do PDT, falando sobre a ganância do PT. Pesquisei e achei, é de 25/4/2015: "Ex-ministro de Lula e Dilma, Lupi diz que o PT roubou demais e se esgotou" "(...) Olha o caso da Petrobrás (...) Roubaram demais. Exageraram. O projeto deles virou projeto de poder pelo poder (...)". Primeira conclusão: se tivessem roubado menos, estaria tudo bem. Segunda: agora apoiariam um partido que "roubou demais"?

 

Victor Hugo Moreira Moraes vhmmoraes@uol.com.br

Pouso Alegre (MG)

 

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ATÉ O ÚLTIMO MINUTO

 

Haddad ficou esperando até o último muito, e Ciro Gomes, nada. Como disse Dilma, morreu pela boca.

 

Moises Goldstein mg2448@icloud.com

São Paulo

 

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UÉ, CIRO

 

Já pensando em 2022? Mas o sr. não disse que sairia da vida pública, se não ganhasse em 2018?

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

 

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DERROTA NAS URNAS

 

Agora é definitivo: sai o "Lula livre" e entra o "Lula, Deus nos livre". E Ele nos livrou.

 

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas 

 

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SEGUNDO TURNO

 

PT saudações!

 

Célia Henriques Guercio Rodrigues celitar@icloud.com

Curitiba

 

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A FACADA

 

Mil agradecimentos. Obrigado, Adélio! Você nos tirou das garras da seita lulopetista. Xô, mangalô três vezes...

 

Klaus Claudio Reider vehseixas@gmail.com

Guarujá

 

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GOLPE CERTEIRO

 

Se o agressor tivesse sido contido, o País estaria sangrando em estado grave.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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CONCILIAÇÃO

 

Finalmente! Chegamos ao fim de mais um processo eleitoral. Que o vencedor seja somente o povo deste imenso e maravilhoso Brasil. Que o presidente eleito entenda que sua função é de governar o País para todos que aqui habitamos, sem distinção de raças, cor, religião, origem, preferências, etc. Que cessem todos os possíveis ódios, rancores, criados e destilados durante a campanha eleitoral. Que o perdão e a compreensão de diferenças estejam nos corações de todos. Que inimizades criadas sejam sepultadas e a concórdia reine entre todos nós. Que ódios e violências desapareçam para que possamos de fato fazer e ter uma grande nação para o bem de todos.

 

S. Roberto Ozelin sr.ozelin@outlook.com

São Paulo

 

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FUNDO PARA QUÊ?

 

Com tantos problemas graves precisando de verbas federais, acabamos de jogar fora R$ 2 bilhões na inadequada concessão aos partidos de verba para financiamento de suas campanhas políticas.

Um partido político é uma agremiação igual a qualquer outro tipo de sociedade, e deve sustentar-se através da geração de recursos fornecidos por seus sócios, e não de dinheiro público a custo zero. Não adiantou nada, pois Bolsonaro ganhou sem usar quase nada da mesma verba, se é que usou. Ganhou apenas com a cara e a coragem de enfrentar os velhos hábitos de "toma lá, dá cá" que nortearam os políticos ultrapassados. Se eliminar os milhares de "aspones" pendurados nos cabides do passado, além das organizações governamentais inoperantes espalhadas pelo Brasil, algumas com filiais no exterior, já terá obtido uma redução substancial nos gastos da União, mostrando, de cara, que a limpeza começou. Este é o primeiro choque que deve ser dado, para acordar o Brasil e dar uma resposta ao mundo.

 

Carlos Icarahy Gonçalves icarahyrg@gmail.com

São Paulo

 

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O NOVO GOVERNO E A CONSTITUIÇÃO

 

Que fique bem claro ao presidente eleito de turno que não há rigorosamente nenhum poder acima da Constituição. A Carta Magna, Lei das leis, é o trilho pelo qual o "trem Brasil" segue seu destino, sob sol ou chuva, brisa ou tempestade. Avante, Brasil! 

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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'DEVAGAR COM O ANDOR'

 

Cá entre nós, com todo o respeito ao professor José Antonio Segatto ("Estado", 23/10, A2), ele acha possível que uma Carta elaborada com o farol voltado para o passado, cheia de direitos, pouquíssimos deveres, regulando de um tudo, tem como dar certo? Que pela sua extensão está até hoje dependendo de uma enormidade de leis infraconstitucionais, por serem redigidas e aprovadas? Lipo é pouco!

 

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

 

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REFORMA INEVITÁVEL

 

As reformas em todos os sentidos serão inevitáveis para o próximo governo. A nossa impressão é de que nas últimas décadas houve um total desmonte do Brasil ético. A natalidade infantil vem caindo há décadas, mortes violentas de jovens, aumentando, e a reforma da Previdência continua sendo tabu para os políticos. Quem sustentará a Previdência no futuro, conforme editorial do "Estadão" (24/10, A3)? Em breve não teremos como pagar aposentadorias, com menos gente nascendo e a população envelhecendo. Portanto, gostem ou não, precisamos enfrentar isso. O tal "jeitinho brasileiro" ainda impera, inclusive nas aposentadorias rurais, nas quais o déficit é dez vezes maior do que nas urbanas e nas quais o beneficiado mal paga o tributo. São aposentadorias pagas sem controle, porque a maioria desses aposentados é dona de propriedades rurais, e não "trabalhadores rurais", como determina a lei. Os políticos precisam ser investigados e controlados, porque para se elegerem são os que mais usam desses subterfúgios. Este é apenas um dos itens de gestão que ajudam a aumentar o déficit na Previdência, existem ainda as fraudes de todos os jeitos possíveis. Mudança total e irrestrita na gestão, senão não haverá reforma da Previdência que dê jeito!  

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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REFORMA JÁ OU O CAOS

 

Não temos escolha! Como alertou mais uma vez o editorial do "Estadão" (24/10), o próximo presidente, eleito no fim de semana, junto com o Congresso Nacional, não pode em hipótese alguma desprezar a aprovação célere da reforma inadiável da Previdência.  Isso porque os números da reposição populacional no Brasil, como demonstra o editorial, assustam. E, sem essa reforma, nos próximos anos será inviável ao sistema previdenciário pagar os soldos dos aposentados. Como indica o relatório sobre a situação populacional mundial produzido anualmente pelo Fundo das Nações Unidas, as famílias brasileiras têm em média 1,7 filho, contra 6 filhos de média na década de 1960. É preocupante, já que a média latino-americana é de 2 filhos e a mundial, de 2,5 filhos. Acontece, como observa o IBGE, que o Brasil desperdiçou seu chamado "bônus populacional", quando o número de habitantes em idade ativa supera o total de dependentes, ou seja, de idosos e crianças. Essa média brasileira de 1,7 filho por família é insuficiente e menor que a taxa de reposição populacional, de 2,1 filhos. O alerta do editorial do "Estadão" se justifica, porque sem a aprovação urgente da reforma da Previdência, com o envelhecimento da população e reduzido número de jovens para atender ao mercado de trabalho, estima-se que em 2050 haverá menos de 2 trabalhadores na ativa para cada aposentado no País. Ou seja, seria a falência total do sistema previdenciário.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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A CONTA DA INSANIDADE

 

Há que considerar que, por mais radicais e pertinentes, as propostas de mudança na Previdência não mexerão com os privilégios de militares e políticos. Esse é o cerne da questão, mesmo que numericamente com menor relevância, seria um marco de significância. Manter filhas solteiras é estratégia de décadas para benefícios estapafúrdios, e o verde-oliva no poder nem sequer citará tal fato. Os sobreviventes com alguns salários-mínimos é que, mais uma vez, pagarão a conta da insanidade.

 

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas

 

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IDEIA DESPROPOSITADA

 

Sobre o editorial intitulado "A hora da Previdência" (26/10, A3), era só o que faltava: tratar e deliberar sobre um tema tão relevante e delicado ao apagar das luzes, num clima de fim de feira, por um Congresso já desprovido de respaldo popular, para dizer o menos. Isso seria ainda mais grave a ter em mente, a partir dos resultados de pesquisa promovida por este prestigioso jornal, que a maioria dos eleitos no último dia 7 de outubro, embora concorde com a necessidade de reforma da Previdência, se opõe às propostas já apresentadas.

 

Ricardo Pessoa de Mello Belli rpmellobelli@gmail.com

São Paulo

 

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LOROTA

 

Até quando seremos obrigados a ler sobre a lorota do déficit da Previdência ("Estado", 24/10, A3)? Até quando, aposentados, seremos ignorados com nosso papel de geradores de empregos nas indústrias turística e farmacêutica e, consequentemente, geradores de impostos? Ou estará na hora de, diante da "reforma" tão "necessária", cortarmos os gastos supérfluos, como as assinaturas de jornais?

 

Tibor Raboczkay trabocka@hotmail.com

São Paulo

 

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'ABRE AS ASAS SOBRE NÓS'

 

O artigo de Elena Landau ("Abre as asas sobre nós", 26/10, B6) ofereceu um esclarecimento importante: ser liberal não é apenas ser a favor da iniciativa privada e menor interferência estatal no campo econômico. É, também, ou principalmente, ser a favor das liberdades individuais, da tolerância, do pluralismo, é buscar a inclusão social. Essas conquistas, tanto quanto a democracia básica do voto, precisam ser preservadas, sob pena de regredirmos aos tempos pré-modernos das exclusões e dos preconceitos.  

 

Francisco Eduardo Britto britto@znnalinha.com.br

São Paulo

 

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CARAVANA DE IMIGRANTES

 

Na minha opinião, esta caravana de imigrantes da América Central em direção aos Estados Unidos vai virar moda. Já existe uma segunda a caminho e virão outras mais, no futuro. Como o governo do México não tem condições nem interesse de contê-las, restará ao governo dos EUA somente um recurso para desestimular as lideranças destes movimentos migratórios invasivos: permitir, pacificamente, a entrada de todos em território norte-americano, alojando-os em campos de contenção até que, através de negociações com os governos dos países que dão origem aos movimentos, possa encaminhá-los de volta.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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BATATA QUENTE

 

"EUA enviarão 800 soldados para conter caravana de imigrantes da América Central" ("Estadão", 26/10). A matéria mostra o grande imbróglio que a marcha de imigrantes vinda da América Central vai produzir quando chegar à fronteira EUA-México. É uma batata quente altamente incômoda, seja qual for seu resultado. Enquanto no México não se sabe se haveria condições políticas de detê-la, também não se sabe quais serão os obstáculos oferecidos quando tentarem atravessar a fronteira americana. Para a mídia internacional, será um prato cheio, que testará a capacidade e a criatividade de solucionar problemas dos políticos envolvidos, de sul a norte. Vamos ver no que dará?                     

 

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

 

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A CAIXA DE PANDORA ABERTA

 

Os Estados Unidos estão colhendo as consequências do que acontece quando um presidente psicopata abre a Caixa de Pandora onde se escondem todos os males do mundo. Incitar o ódio do  "nós" contra os "outros", característico das ideologias totalitárias de direita e de esquerda, é o primeiro passo para a morte da liberdade e da democracia. O Brasil também ainda não aprendeu essa lição básica do Estado de Direito.

 

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

 

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EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

 

A discussão que está acontecendo sobre mudanças na política educacional, principalmente a discussão centrada na educação de nível superior x nível fundamental, deveria levar em conta os resultados obtidos na saída do funil, que são os profissionais (?) resultantes destes processos de formação. A propósito do Outubro Rosa, em 13/10 deste ano foi ao ar uma reportagem no "Jornal Hoje" sobre um sério problema de mamografias feitas com resultados que deixam muitas dúvidas e a paciente, em risco por causa de procedimento de exame com baixo nível de assertividade. Esta é a fotografia bem nítida dos seriíssimos problemas que o setor educacional permite, ao "esparramar" cursos técnicos e cursos de nível superior (?) de baixíssimo nível, formando pessoas e colocando-as no mercado de trabalho com resultados de aplicação preocupantes. Este problema vem desde o nível fundamental, onde a criança não aprende o básico, ou, como diz a própria palavra que delimita o estágio, "o fundamental"! Segue para o nível médio, com as gravíssimas deficiências do fundamental, mas a "ordem" é ir aprovando por conselho de classe! E, enfim, sob a justificativa de que temos de dar oportunidades às pessoas, vira um profissional (?) de nível superior! Depois? O exercício profissional e suas consequências? Deixa para depois! Afinal, qual é o problema de uma exame equivocado de mama? É só ler e interpretar as avaliações do sistema educacional! Mas cumprimos as cotas, aumentamos o número de pessoas que frequentaram escolas, melhoramos os indicadores físicos quantitativos! Agora, é só explicar àquela moça que fez o exame que deu resultado negativo, mas em que havia um pequeno engano. Acho muito difícil de termos bons resultados na saída da universidade se a matéria-prima que chega até ela vem carregada de problemas básicos de formação.

 

Humberto Malucelli Neto hmneto3@gmail.com

Curitiba

 

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MORTE LENTA

 

Petrópolis está sob o ataque do desleixo, da demagogia, da desinformação e da lentidão da Justiça. As principais características da cidade imperial estão sob risco de incêndio, no caso do Museu Imperial, da demagogia e desinformação de vereadores para acabar com as charretinhas do centro histórico e da lentidão da Justiça para implementar a restauração do Palácio Rio Negro. Aos poucos, a história do segundo império vai morrendo e a alma de Dom Pedro II, penando desde o cruel golpe aplicado pelo marechal Deodoro da Fonseca, amigo íntimo do imperador.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro 

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