Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

30 Outubro 2018 | 05h00

DEPOIS DAS ELEIÇÕES

Boa sorte e sucesso

Hoje, terça-feira, é o primeiro dia de trabalho do vencedor das eleições. Sim, porque ontem foi dia de congratulações, abraços, risos, muita comemoração; um ou outro mais íntimo dando dicas de comportamento ou de eventuais cascas de banana a evitar. A ficha de suas novas responsabilidades já terá caído ou ainda estará inebriado pelos louros da vitória? Será o dia de suas primeiras declarações efetivas, espera-se que sejam o demonstrativo de suas maiores preocupações e intenções. Todos os que nele votaram esperam coerência, equilíbrio e, principalmente, ação no sentido de reverter mazelas econômicas de uma pátria nada educadora e menos ainda progressista - os milhões de desempregados o atestam. A economia será o ponto central de seu governo. Como suas propostas não foram suficientemente esclarecidas ao longo da campanha, o povo, entre angustiado e esperançoso, espera que aconteça o melhor, para o País não ter de estender por mais tempo o epíteto de gigante adormecido. Boa sorte e muito êxito em seu trabalho. Dependemos disso.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

A realidade começa agora, depois das eleições. Será uma construção ou um naufrágio.

ALICE ARRUDA CÂMARA DE PAULA

alicearruda@gmail.com

São Paulo

‘Salto no escuro’

Conforme o editorial de ontem com o título acima, de fato boa parte do eleitorado não tem ideia do que Jair Bolsonaro poderá fazer como presidente da República. Todavia esse mesmo eleitorado, assim como a Polícia Federal e diversos juízes, tem certeza sobre o que Lula fez enquanto esteve na Presidência. Tenho sérias dúvidas sobre o caráter e as intenções de Bolsonaro, mas não tenho dúvidas sobre o caráter e as intenções de Lula. Por isso votei em Bolsonaro.

CELSO FRANCISCO ALVARES LEITE

celso@celsoleite.com.br

Limeira

Realmente, o eleitor escolheu Bolsonaro sem saber o que ele vai fazer. E o escolheu por ter certeza do que o outro iria fazer.

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA

ggveiga@outlook.com

São Paulo

Lugar na História do Brasil

Se o presidente Bolsonaro deseja fazer parte da História do Brasil de uma forma positiva, basta instaurar a meritocracia nos seus ministérios, de cima a baixo, e nas empresas estatais, substituindo o “toma lá dá cá”, e reinstaurar a democracia no País, substituindo a atual corruptocracia. Simples assim.

SUELY MANDELBAUM

suely.m@terra.com.br

São Paulo

O novo cenário

A observação do professor Denis Rosenfield, no artigo A nova direita (29/10, A2), foi simplesmente cirúrgica! Ele conseguiu descrever de maneira clara e concisa o cenário político brasileiro. A “onda conservadora” nada mais é do que o surgimento de uma verdadeira ala direitista no País, que não existia desde a redemocratização. Espero que seja o raiar de uma nova era política, em que as linhas direita e esquerda, agora bem delineadas, possibilitem ao eleitor ser legitimamente representado, o que antes era praticamente impossível por causa do protagonismo esquerdista de uma ala mais radical, o PT, e de outra mais moderada, o PSDB. Quem ganha é a democracia.

LUÍS FILIPE C. DE MELO

escravosdecristo@hotmail.com

Ibiá (MG)

A cara do PT

Mais uma vez o PT mostrou a sua cara, no discurso de seu candidato derrotado. Falta de humildade, prepotência e miopia seletiva. Eles não entenderam o recado das urnas: grande parte dos eleitores que votaram no PT votou contra o adversário, e não a favor do partido. Implícito nas entrelinhas do discurso de seu candidato, após o resultado, está o si hay gobierno, soy contra. E o Brasil corre o risco de pegar fogo com um clima revanchista. É preciso que, passadas as primeiras horas e com a cabeça mais fria e tranquila, o candidato do PT inicie um caminho de pacificação junto ao seu eleitorado, o que não significa abaixar a cabeça. Ao contrário, é preciso ficar alerta, monitorando e vigiando os passos do novo governo, contribuindo para o bem de toda a população, e não fomentando o ódio. O Brasil precisa de paz e tranquilidade. E merece!

ROSSANA BAHARLIA

rbah44@yahoo.com.br

São Paulo

O ‘democrata’

Ao não cumprimentar o adversário logo após o anúncio do resultado das urnas, como é de praxe, e dizer que fará oposição ao presidente eleito pelo povo, sem ao menos saber se as medidas a serem tomadas em seu governo serão boas ou não para o País, Fernando Haddad demonstrou espírito antidemocrático e vingativo. Faltou-lhe grandeza.

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

Discurso de mau perdedor

Mantendo a histórica má atitude do PT quando perde e/ou vê suas “verdades” contestadas, o discurso do sr. Fernando Haddad após o resultado do segundo turno foi uma vergonha. Primeiro, por se negar a cumprimentar o vencedor, praxe no mundo todo. Segundo, por continuar a bradar mentiras, principalmente ao voltar a dizer publicamente que o presidiário-mor de Curitiba está lá por falta de provas e que vão continuar a fazer uma oposição ferrenha ao novo presidente - mesmo que isso prejudique o País. O sr. “Andrade” perdeu uma grande oportunidade de ser humilde, reconhecer erros do seu partido e fazer um discurso para os brasileiros, e não somente para os petistas. É difícil entender como, num país com 13 milhões de desempregados depois de 13 anos de presidentes petistas, eles ainda não consigam enxergar o mal que o partido fez ao Brasil, com o aparelhamento do Estado e dos fundos de pensão, nepotismo, corrupção, quebra da Petrobrás, etc. Espero que o sr. Jair Bolsonaro e sua equipe tenham mais visão e deem atenção especial ao Nordeste na educação e na saúde, para que, quem sabe numa próxima eleição, esse povo sofrido consiga enxergar a verdade: que o real interesse do PT é apenas apoderar-se do poder a qualquer preço. 

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

Acabaram as boquinhas

Fernando Haddad, em seu discurso pós-derrota, disse que precisará de ajuda para enfrentar o que virá. Para seus asseclas o que virá é a necessidade de arranjar um trabalho de verdade.

MARCELO MELGAÇO

melgacocosta@gmail.com

Goiânia

É HORA DE UNIR

Enfim chegamos ao término das eleições 2018. A democracia, dita como extinta com a eleição de qualquer um dos presidenciáveis, foi quem escolheu o candidato de extrema-direita, Jair Bolsonaro (PSL). Com pouco mais de 44% dos votos de Fernando Haddad (PT), somados com os votos brancos e nulos e as abstenções, há uma quantidade importante de pessoas que não se sentem representadas por Bolsonaro. Porém todos estamos dentro do mesmo barco, e o que tiver de dar errado dará para todos, e o que tiver de dar certo dará certo para todos. Por isso a Nação não pode mais ficar desunida. Todos devemos tomar a luta pelo País apoiando o que for de benéfico e não aceitando ações prejudiciais. Aos que foram contra até aqui, cabe reconhecer atitudes certas, e aos que apoiaram e elegeram Bolsonaro cabe reconhecer quando os erros acontecerem. Como disse o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, "ele não será presidente apenas de seus eleitores, mas, sim, de todos". O Brasil não pode mais ficar dividido. Pelo bem de todos, para a resistência e para a sobrevivência da democracia.

Higor Gabriel Duarte Lima higorduarte14@gmail.com

São Paulo

DEMOCRACIA

É com imensa satisfação que recebemos o presidente Jair Bolsonaro, desejando-lhe sucesso nesta tarefa difícil de reconstruir o Brasil e retirá-lo da profunda crise em que se encontra. Certamente, com esforço, ajuda de pessoas honestas e competentes, impondo-se para que a corrupção seja banida da política nacional, promovendo a ordem e o progresso, o País será recomposto. Parabéns à democracia!

Ricardo Fioravante Lorenzi ricardo.lorenzi@gmail.com

São Paulo

A DESGRAÇA E O TRIUNFO COMO IMPOSTORES

O momento imediatamente seguinte à vitória, ao triunfo, é sempre esfuziante. Ao passo que, diante da derrota, o sentimento é de frustração. Por isso o poeta britânico de origem indiana Rudyard Kipling, em seu famosos poema "Se", na tradução de nosso poeta maior Guilherme de Almeida, alertava: "Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires, tratar da mesma forma a esses dois impostores (...) Tua é a terra com tudo o que existe no mundo. E o que mais - tu serás um homem, ó meu filho!". Pois bem, tal postura sóbria serve bem ao momento político pelo qual nós, brasileiros, estamos passando. Apuradas as urnas, Jair Bolsonaro sagrou-se vencedor. Gritos, buzinaços e fogos de artifícios explodindo no ar. Euforia geral, e legítima, de uma parte. E silêncio sepulcral, compreensivo, de outra parte. Uma análise estatística dos números e, portanto, desapaixonada, permite que nós tratemos da desgraça de uns e do triunfo de outros de forma racional, objetiva. Vejamos: Jair Bolsonaro, 57.797.848 votos (55,1%); Fernando Haddad, 47.040.904 votos (44,9%); votos brancos/nulos e abstenções, 42.421.476 (29%). Em 2014, tivemos: Dilma Rousseff, 54.501.118 de votos (38%); Aécio Neves, 51.041.155 de votos (36%); votos brancos/nulos e abstenções, 37.278.985 (26%). Ou seja, o quadro é bastante parecido.  Dilma tinha 62% de oposição inicial e Bolsonaro tem 61%. É por isso que a eleição para presidente da Câmara dos Deputados é tão importante. Todos nós, brasileiros de boa vontade, esperamos que não seja eleito um Eduardo Cunha, personificação do atraso político travestido de poderoso, cujo resultado nós já conhecemos.

Mário Luiz Lúcio mllucio@yahoo.com.br

São Paulo

DUPLA ESPERANÇA

Jair Bolsonaro (PSL), candidato eleito presidente da República, com 55% dos votos válidos, e João Doria (PSDB) eleito governador do Estado de São Paulo com 51,7% dos votos válidos formam uma dupla governamental cujas respectivas gestões, agindo político-administrativamente de modo respeitoso e conjugado, vão conseguir a redenção, o resgate da honorabilidade da administração pública do nosso sofrido e espoliado Brasil. Também, assim agindo, estarão praticando a locução latina "meritum causae" (o mérito da causa). "Ita speratur" (assim se espera).

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis                                                                                                                

E AGORA, ALCKMIN?

O traidor ganhou e será o próximo governador de São Paulo. Quem vai continuar no PSDB? Alckmin ou Doria? Para mim, tanto faz, pois não voto mais no PSDB, agora só voto no Partido Novo. Após o resultado do segundo turno, acredito que o PSDB será enterrado na mesma cova que o PT. E espero sinceramente que nessa cova não seja enterrada a nossa democracia. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

ACIMA DE TUDO

Sr. presidente, meus augúrios de vida longa e profícua. Seu caminho, doravante, não será um campo florido, bem ao contrário, vai mostrar-se pedregoso, permeado por touceiras de espinhos. Isso é inevitável. O bem deste povo sofrido, que ora o acolhe como guia, seja sempre a meta almejada, apesar da ingratidão, da inveja, da incompreensão, das forças da ignorância, que campeiam soltas pelo mundo e, certamente, muitas vezes tentarão derrubá-lo. Não prosperem em seu coração, todavia, sentimentos de revanche. Cristão, assim como a maioria de nosso povo, deve conhecer o preceito bíblico "a mim a vingança, diz o Senhor!". Somente Deus, em sua onipotência, conhece os recônditos de cada alma e a justiça que a cada uma deve ser aplicada. A Justiça dos homens, embora necessária, jamais poderá sobrepor-se à divina. Não há de ser fácil, porém que busque governar com imparcialidade, em íntima paz, com serena contemplação dos múltiplos problemas que afligem este grande país, e procure a sapiência em suas decisões, com a inspiração que lhe virá do Alto. Deus lhe deu a oportunidade única de conduzir um povo! Que o faça trilhando as veredas da retidão, como tenho certeza é também seu desejo. O que o povo almeja é trabalho, saúde, educação e segurança. Tudo o mais cada um, com esforço próprio, virá a conquistar. Com o sr. Jair Messias Bolsonaro venham, sem demora, o país do futuro e o sucesso das futuras gerações. Enfim, que seja sempre fiel a seu próprio lema: o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.

Edmea Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos

DAQUI PARA A FRENTE

Capitão, agora o sr. é o nosso presidente, certo? Não nos decepcione, respeite a Constituição, faça um governo honesto, mude o que precisa ser mudado, denuncie os que estarão lhe sabotando. Agora, com relação à violência, à bandidagem, bandidinho e corrupção, tolerância zero. A Nação lhe apoiará. Não faça um governo pensando em reeleição, faça um governo para tirar o Brasil do buraco em que o PT nos meteu. Fique sabendo que, se começar a fazer m..., nós vamos derrubá-lo. O povo está cansado, não temos mais medo das Forças Armadas, queremos apenas viver bem, com saúde, trabalho e dignidade.

José Roberto Iglesias rzeiglezias@gmail.com

São Paulo

O DAY AFTER

Nos dias que antecederam 28/10, o preposto laranjão do ladravaz, seguindo orientações do "capo", para tornar palatável o veneno que pretendia inocular em nossa democracia, mudou várias vezes o plano original de governo de seu partido. Queriam na verdade a tomada do poder para sempre, debilitando o Judiciário, doutrinando nossas Forças Armadas, calando a imprensa e comprando novamente as posições políticas (sempre inexistentes) da classe (?) que compõem a Câmara e o Senado. Pretendiam instalar aqui mais uma "demo"cracia bolivariana. Felizmente, não conseguiram e não conseguirão seu nefasto intento. O povo fez sua opção e os pseudodemocratas terão de, a partir de agora, viverem numa democracia bolsonariana e trabalharem (o que não é exatamente vocação natural deles). Sejam, ou não, bem-vindos à nova realidade do Brasil. Se não estiverem satisfeitos com a atual situação, Cuba, Venezuela, Bolívia e semelhantes, os esperam de braços abertos. Quanto àqueles que prometeram sair do Brasil, em caso de vitória de Bolsonaro, se metade deles cumprir com o prometido, tenham certeza: p País será muito, mas muito melhor sem vocês.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

PROMESSAS DE CAMPANHA

Gilmar Mendes deixaria o STF, Ciro Gomes sairia da política, Pablo Vittar pararia de cantar e Jean Willys sairia do Brasil se Jair Bolsonaro fosse eleito. Pois é. Foi. Se cumprirão a palavra, a conferir...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

TEM QUE CUMPRIR COM A PALAVRA

O candidato perdedor Ciro Gomes disse com "todos os pulmões" que, caso Jair Bolsonaro ganhasse as eleições presidenciais, iria largar a política e se aposentar. Como diz ser um "homem que cumpre com a palavra", agora é o povo de bem que exige que ele cumpra com a promessa. E agora, Ciro?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

MALAS

Ciro Gomes x Gilmar Mendes... Gostaria de saber o que Ciro vai fazer agora e quem será indicado para a vaga de Gilmar Mendes, pois o primeiro disse que abandonaria a política e o segundo, que pediria a aposentadoria, se Bolsonaro fosse eleito.

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

NA SUPREMA CORTE

Quem vai pedir para sair primeiro?

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

EXPECTATIVAS

Agora aguardo a aposentadoria do ministro Gilmar Mendes, eis que ele a prometeu na hipótese da vitória de Bolsonaro. Aguardo também que sejam removidos os obstáculos para que o criminoso Cesare Battisti possa ser entregue às autoridades italianas. Já atemos assassinos brasileiros em número suficiente.

Jorge Carrano carrano@carrano.adv.br

Niterói (RJ)

PÁGINA VIRADA

O País acordou ontem aliviado. É hora de virar a página de duas décadas de desmandos e de desvios do dinheiro público. Surge no horizonte a possibilidade de um novo tempo, quando as novas gerações possam ter uma melhor expectativa de vida, sem corrupção e com probidade na vida pública. Vai, Brasil, que nossa fé te empurra!

Pedro Sergio Ronco sergioronco@uol.com.br

Ribeirão Bonito

DEFINITIVAMENTE

E assim, em 28/10/2018, foi afastada definitivamente a hipótese de a maior quadrilha "nunca antes vista na história deste país" assumir novamente o comando do Brasil, destruindo o pouco que dele restou.  

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

COMO PICOLÉ AO SOL

Pouco depois de encerrada a apuração, li e-mail publicado por Roberto Jefferson festejando o resultado da votação presidencial e lembrando os duros tempos em que agiu para expor o que hoje se chama de "mensalão", o começo do fim da sacralidade do Partido dos Trabalhadores (PT). Por outro lado, um dia antes do segundo turno o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa anunciou seu apoio ao PT e ao seu candidato, Fernando Haddad. Fiquei chocada com a atitude, pois ao ministro coube abrir a Caixa de Pandora e dela sacar os escândalos cometidos por petistas, cabendo-lhe mais, como relator, o papel de acusador dos desqualificados no Supremo Tribunal Federal, gerando condenações variadas e pesadas. Sempre admirei a carreira do ministro Barbosa, sua bagagem de jurista, seu desempenho no horrível mensalão. Esta admiração acabou com a total mudança do seu julgamento: de repente, o partido que cometeu todos aqueles crimes foi o escolhido para merecer o seu voto nesta eleição que ora termina? Convenhamos, sr. ministro, para mim, sua reputação de ínclito julgador derreteu-se como um picolé ao sol. Que decepção!

Regina Maria Peña reginapena.adv@hotmail.com

São Paulo

TRAIÇÃO

Fiquei decepcionado e inconformado ao saber que figuras públicas como o Major Olímpio, Joaquim Barbosa e Rodrigo Janot, que reputava como íntegras e esclarecidas, declararam seu voto a esta organização criminosa que atua sob a sigla de PT. Será que só eu ouvi as declarações do subchefe e maior mentor desta organização, o camarada José Dirceu, declarando que iriam "tomar o poder" e dar continuidade ao projeto de transformar nosso país numa Venezuela? Lamentável, senhores. Os brasileiros que honram a nossa bandeira não se esquecerão dessa traição.

Ariovaldo Marques arimarques.sp@gmail.com

São Paulo

INCOERÊNCIA

O ex-ministro da Suprema Corte Joaquim Barbosa e o ex- procurador-geral da república Rodrigo Janot dizem que votaram em Fernando Haddad, do PT, porque o outro candidato gera medo e intransigência, respectivamente. Ora, que depoimentos catastróficos. Então eles aprovam a corrupção e o propinoduto gerados pelo PT? E aceitariam que seu país fosse governado pelo demiurgo de Garanhuns, preso em Curitiba? Os dois prestariam um grande favor ao povo brasileiro se ficassem calados, e não dessem mau exemplos de cidadania.

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

O INDIVÍDUO COMO PRODUTO DO MEIO

Arthur Schopenhauer, filósofo alemão, entre suas famosas citações, diz que "todo indivíduo é produto do ambiente em que vive". Não tanto quanto parece. O contraditório aí está com suas vísceras abertas nas figuras de Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo, e Rodrigo Janot, ex-procurador-geral da República. Ambos, em diferentes ocasiões, estiveram frente a frente com as falanges do mal e foram responsáveis por grande parte do engradeamento deles. A manifestação de ambos manifestando apoio ao petista Fernando Haddad contrariou a lógica filosófica de Schopenhauer porque ambos são produtos de um celeiro de Justiça e que muito contribuíram para a redenção política que se inicia hoje pelas eleições/mortalha do PT. Barbosa e Janot nos remetem ao romance "O médico e o monstro", em que pontificam o Doutor Jeckil e Mister Haidem. Não esperamos de Bolsonaro um milagreiro, mas um justiceiro e patriota.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

CABOS ELEITORAIS

Quero dar meus sinceros parabéns aos grandes cabos eleitorais de Jair Bolsonaro: Lula, Fernando Haddad, Dilma Rousseff, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e Jean Wyllys. E merece cumprimentos especiais o garçom Adélio Bispo de Oliveira, cuja ação convenceu muitos indecisos. Finalmente, parabéns a todos os milhares de militantes a serviço do PT que postaram e espalharam inúmeras mentiras e ataques no nível que só eles sabem fazer. Sem dúvida, suas valiosas contribuições garantiram a vitória do capitão Bolsonaro. Faço um último pedido: não parem! Nós, brasileiros que não toleramos safadeza, corrupção e roubalheira, não podemos nos esquecer de vocês.

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

O VOTO DE CIRO GOMES

De repente, de uma hora para outra, transformam Ciro Gomes (PDT), um obscuro político, na estrela do baile. Virou a donzela cobiçada. Quando candidato, uns anos atrás, com o apoio do ex-governador Leonel Brizola, vinha bem nas pesquisas, liderando, até que deu aquela resposta ofensiva a um ouvinte numa entrevista de rádio e desceu igual a balão apagado. Até virar traço nas pesquisas. Agora, recriminou o candidato Jair Bolsonaro por fazer coisas que ele faz. Deem um vidro de óleo de peroba para ele.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro 

E AGORA, PT?

Apesar de você, o que será que será?

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

Derrubada de poste causa curto-circuito e apagão nacional no PT.

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

LIGAÇÃO TELEFÔNICA

Li a notícia de que o derrotado Fernando Haddad, de Lula, ops, do PT, não quis ligar para Bolsonaro para cumprimenta-lo pela vitória. Normal, pois isso só fazem os verdadeiros políticos, mas  ele não passa de um poste ou pau-mandado do presidiário.

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

RESSACA ELEITORAL

De Lula para Haddad: "encosta tua cabecinha no meu ombro e chora..."

Roberto Twiaschor rtwaschor@uol.com.br

São Paulo

LULA

O maior fake news da história do Brasil tem nome: Lula da Silva! Mentiu e enganou um país inteiro durante anos. Corrompeu-se e por isso tornou-se presidiário. Felizmente, acabou.

Nei Gravina Neigravina@gmail.com

Rio de Janeiro

'SEM TERCEIRO TURNO'

Um dos trechos do brilhante editorial do "Estado" "Sem terceiro turno" (28/10, A3) resume bem a expectativa dos brasileiros que querem e acreditam num Brasil melhor: "Espera-se que a proclamação do vencedor seja capaz de encerrar a contenda eleitoral, a despeito da virulência da campanha". Infelizmente, não é o que parece que acontecerá. O tom do discurso de Fernando Haddad (PT) após a proclamação da vitória de Jair Bolsonaro (PSL) aponta exatamente para o contrário: a manutenção do famigerado sectarismo do "nós" e "eles" e a clara intenção de boicotar qualquer projeto do governo, sem discussão, por mais vital e coerente que seja para o futuro do País. Ou seja, para este PT que aí está, o objetivo maior é desconstruir o governo atual a qualquer custo (foi assim com Michel Temer) e recuperar o poder. O terceiro turno já está em curso. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

SHOW DE DESELEGÂNCIA

Lamentável sob todos os ângulos o procedimento do preposto do presidiário de Curitiba após a convincente vitória de Jair Bolsonaro neste 28 de outubro. Arrogante e prepotente, mostrando a todos não ter um pingo de humildade em sua fala, plena de ressentimento, Haddad desfez dos brasileiros que depositaram nas urnas um apoio massivo ao candidato do PSL. Nenhum gesto de aproximação, nenhuma palavra para acalmar os ânimos da militância, enfim, nada no sentido da moderação, apenas a promessa (velada) de "dias de ira". Faltou nobreza; sobrou a empáfia dos que se acham ungidos e injustiçados. E, para concluir o show de deselegância, nem um telefonema ao vitorioso para lhe desejar um "boa sorte", ainda que farisaico, fato inédito em todo o período democrático. Ao contrário do azedume de Haddad, o novo presidente eleito - a quem chamam de ultradireitista radical - procurou fazer um pronunciamento claramente conciliatório, falando em democracia, em liberdades, pedindo a pacificação e a união dos brasileiros e prometendo um governo "para todos", sem distinção - "sem eles contra nós" ou "nós contra eles". Quanta diferença.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

DISCURSO DE DESPEDIDA

O sr. Fernando Haddad, em seu pronunciamento após o resultado das urnas, como petista rancoroso e mau perdedor, continuou disseminando o ódio entre brasileiros. Exaltou os 45 milhões de votos que recebeu da região Norte/Nordeste, onde a dependência do Bolsa Família (ou bolsa voto) é explícita. Prometeu defender a "democracia". A qual "democracia" ele se referiu: à da Venezuela, de Cuba, da Coreia do Norte, onde o povo é massacrado, ou à verdadeira democracia, aquela dos Três Poderes independentes, dos cidadãos e da imprensa livres, onde prevalece a meritocracia, sem corrupção e com alternância de poderes? Nesse pronunciamento, lembrei-me de uma "pérola" de Lula, o cara de pau mor. Quando o assalto à Petrobrás foi descoberto, como "elle" não tinha o que falar, saiu com esta: vou defender a Petrobrás! Traduzindo: o assaltante flagrado dizendo que ia defender o assaltado. Haja cinismo!

Justino Marcio Antunes de Oliveira jmarao@hotmail.com

Pindamonhangaba

ESPERADO

As reações dos derrotados nas eleições de 2018 são as esperadas, uma vez que estes se dizem democratas, mas não o são. Aliás, não têm a menor noção do que seja a tão falada democracia, confundem-na com liberdade e esta com libertinagem. Aos que imaginam que as forças políticas tradicionais, aquelas que trouxeram o País ao caos em que nos encontramos, devem esquecer suas divergências e organizarem-se para enfrentar os vencedores, podem perder as esperanças, a faxina vai eliminar as bandeiras vermelhas das manifestações de rua. Esquerdismos somente entre quatro paredes, na clandestinidade em que são mestres. A parte sadia da Nação estará alerta contra os aproveitadores das debilidades de grande parte das gentes carentes de tudo e, principalmente, de educação.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

AS CHAMAS DA DISCÓRDIA

Em seu discurso de derrotado, Fernando Haddad não seguiu a prática que vigora nos países onde impera a democracia e que consiste em desejar boa sorte ao vencedor na tarefa que terá pela frente. Além disso, terminou a alocução em tom de prosseguimento de combate, ao afirmar que defenderá a liberdade dos 45 milhões de eleitores que lhe concederam o voto, finalizando-a com o grito de quase guerra: "Não tenham medo". Com isso, mostrou inequivocamente que não está disposto a trabalhar pelo País e ajudá-lo, mediante oposição cooperativa, a solucionar os aflitivos problemas que atormentam a população, a maioria deles chocada e desenvolvida nos governos de seu partido, mas determinado a manter acesas as chamas da discórdia que marcaram a campanha mais polarizada dos últimos tempos e que termina de forma tão pouco cavalheiresca. É lamentável.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

O DISCURSO DO ÓDIO

Mais uma vez o PT, por seu candidato Fernando Haddad, perdeu a oportunidade de se apresentar ao povo brasileiro como um partido democrata. Buscando unicamente manter sua militância motivada, Fernando Haddad, após o resultado da eleição ser conhecido, procurou em discurso justificar uma derrota que de resto já se apresentava inevitável. Suas palavras demonstraram claramente o quanto esse partido é autoritário e não permite a discussão de ideias que contrariem a sua cartilha. Ficou claro que a busca do poder e a manutenção do aparelhamento do Estado são o único objetivo deste grupo, que através de medidas populistas engana os que dele se acercam e espera, assim, se perpetuar no poder. Quando um dos mais importantes dirigentes do PT se manifesta publicamente afirmando que irão "tomar o poder" independentemente de ganhar uma eleição, fica claro que para o PT democracia é apenas uma palavra sem nenhum significado. Não admitir a derrota e saudar o vencedor do pleito soou como um desrespeito a todos os eleitores do Brasil, e assim ficou demonstrado o quanto estes homens públicos não são tão públicos assim. A eles só interessam a vitória e a manutenção do povo subordinado à sua cartilha comunista. Eles se esqueceram de ler os jornais e não perceberam que aos eleitores brasileiros não interessa um regime que apoia um governo venezuelano que obriga o povo a passar fome e terror, ou de alguns países africanos e americanos que mantêm a população dominada pela força e pela corrupção. Parabéns ao povo brasileiro, que teve a ousadia de derrotar nas urnas um petista e uma comunista, e assim se livrar da continuação de um projeto que através da corrupção pretende transformar o Brasil numa república bolivariana. Agora os esquerdopatas de todo o mundo vão tentar desmoralizar o governo democraticamente eleito, começando pelo esquerdistas que dominam a comunidade europeia. Não cabe a eles dizer o que é melhor para o Brasil. Aos perdedores cabe reflexão, talvez um dia eles entenderão que no regime democrático a maioria define e determina, e todos obedecem. Sempre.

Célio Dal Lim de Mello dallimmello@icloud.com

Curitiba

INCORRIGÍVEL PT

Sempre dizendo que os outros o são, mas na verdade eles é que são agressivos e pregadores da violência. O pronunciamento do sr. Haddad pós-eleição destilou uma raiva e violenta agressão ao vencedor. Seria digno que, simplesmente, reconhecesse a derrota e enunciasse o que consta em nossa bandeira, desejando ao vencedor seguir em "ordem e progresso". Entretanto, ao contrário, destilou ódio, plagiando incorretamente parte de nosso Hino Nacional, ao entremear as palavras "verás que um professor não foge à luta, nem teme quem adora a liberdade à própria morte". E exortou seus apoiadores a se unirem na resistência às mudanças prometidas. Que papelão, sr. Haddad! Comportar-se dignamente na derrota é privilégio dos bravos (docentes?). Nota: não sou eleitor de Bolsonaro.

Adib Hanna adib.hanna@bol.com.br

São Paulo

CRIME CONTRA A CONSTITUIÇÃO 

Acabei de receber um vídeo daquele senhor que alega ser defensor dos trabalhadores, mas nunca trabalhou. Ele está incitando crimes em locais públicos, incitando terrorismo, para esta terça-feira, dia 30/10/2018. Creio que cabe ao Ministério Público Federal adotar as medidas legais previstas nos artigos 286, 287 e 288 do Código Penal brasileiro e enquadrar este criminoso. O Brasil deseja paz! E quem sustenta que a Constituição brasileira deva ser respeitada deve atentar para o artigo 5.º, XLIII, XLIV e XLVI. 

José R. de M. Soares Sobrinho joserubens@jrmacedoadv.com.br

São Paulo

INSENSATEZ

A fragorosa derrota de Fernando Haddad se deve mais à insensatez do partido do que às virtudes de Bolsonaro, afinal, o PT não aprendeu um conceito elementar, denominado "miopia de marketing", focando a maior parte de sua campanha num produto em decomposição, chamado "Lula", e se esqueceu do propósito histórico que levou à sua formação. Mais do que míope, o PT se tornou um partido cego. Sua cegueira desmedida pelo poder, pela corrupção, pelo enriquecimento ilícito de seus dirigentes e para pedir desculpas pelos próprios erros o conduziu a uma abominável arrogância e falta de autocrítica, a ponto de até o aliado senador Cid Gomes chamar militantes petistas de "babacas" e dizer que mereciam perder a disputa ao Planalto. O saldo das eleições não é motivo de comemoração para nenhuma das partes, afinal, neste momento é necessário um governo de união nacional, sem viés direitista ou esquerdista, que possa tirar-nos do atoleiro econômico e moral em que nos encontramos. Mas o recado que fica é claro: "em País de cegos - onde faltam água, sabão e vergonha na cara ao PT - quem tem um BolsoOlho é rei".   

Sergio Bialski sergio.bialski@outlook.com

São Paulo 

OPOSIÇÃO RESPONSÁVEL

A esquerda tem um papel muito importante no Brasil de centro-direita que emergiu destas eleições. Mas qual papel seria este? E como agir para recuperar sua credibilidade e relevância no cenário nacional? Representar bem os interesses dos trabalhadores e dos menos favorecidos. O que é totalmente diferente de representar os interesses de Lula. Sr. Luiz Inácio tem muitas contas a acertar com a Justiça e é importante que ele dedique as próximas décadas a fazê-lo. Mas as contas da esquerda são outras e tem a ver com o futuro do país, não com os erros do passado. É preciso fiscalizar e combater a corrupção de verdade, especialmente agora que o "doa a quem doer" não será na sua própria carne. E, ao mesmo tempo, apoiar o que cabe apoiar, se opondo ao que deve se opor. O que é totalmente diferente de se opor a qualquer coisa que o governo faça, torcendo pelo quanto pior melhor. É preciso fazer isso, dando espaço ao surgimento de novas lideranças para as quais o idealismo e o patriotismo prevaleçam sobre os interesses pessoais escusos e a mediocridade. Pessoas que venham "de graça" porque acreditam na causa, assim como era no começo da história do PT. 

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

VOLTA À NORMALIDADE

Vamos nos abraçar sem medo, porque a partir de agora, finalmente, voltaremos a ser rosas sem espinhos.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

UNIVERSIDADES LIVRES

"PGR vai entrar com ação no STF para garantir liberdade de expressão em universidades" ("Estadão", 27/10/2018). Agora a aparelhada Raquel Dodge quer garantir que as esquerdas usem os recursos públicos para fazerem propaganda eleitoral nas universidades federais. Curiosamente, o PT acusa Bolsonaro de ser fascista, sem definir bem o que seria isso, e logo no final das eleições em muitas universidades subitamente se exibem "cursos" sobre fascismo, onde repetem mensagens políticas "petralhas" contra o capitão, indo contra a lei eleitoral em nome da liberdade de expressão.

                           

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)    

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

As universidades são espaços públicos mantidos pelos impostos dos cidadãos. O seu uso para propaganda eleitoral de uma determinada facção ideológica, especialmente a menos de 72 horas das eleições presidenciais, é inconstitucional e inconcebível, qualquer que seja a narrativa "fake" que se queira hipocritamente lhe atribuir (luta contra o fascismo?). Gostaria de assistir à mesma reação do nosso poder público e dos totalitários estudantes esquerdistas, que ora vociferam pela liberdade de expressão, caso as faixas fossem do tipo "abaixo o comunismo ateu". Podemos experimentar, o poder público de hoje já autorizou.

Rui da Fonseca Elia rui.elia29@gmail.com

Rio de Janeiro

FAXINA OU CAÇA ÀS BRUXAS?

Segundo Adriana Fernandes ("O perigo da transição", "Estado", 27/10), a faxina proposta por Bolsonaro não foi bem "vista" pelos técnicos do Orçamento, Tesouro e Receita, que poderão protelar pareceres técnicos e jurídicos essenciais ao bom embasamento das novas decisões da provável recém-empossada equipe econômica. Eles não percebem que é por isso mesmo a necessidade da faxina! É fundamental que seja feita! Os técnicos do Orçamento, Tesouro e Receita precisam entender que ou trabalham para o melhor do Brasil ou realmente não têm mais de estar lá. Avante a faxina, por favor!

Renata Rossetti rerossetti@icloud.com

Ourinhos

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