Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

01 Novembro 2018 | 03h00

OS DERROTADOS

Respeito às urnas

“É preciso ouvir a voz rouca das ruas”, ponderava o deputado Ulysses Guimarães, que encarnou a luta democrática e nos legou a atual Constituição. A eleição do deputado Jair Bolsonaro é a manifestação majoritária dessa voz, talvez não tão rouca. É preciso que os alijados tenham humildade para aceitar a derrota e os ganhadores sejam dotados de grandeza para não se excederem. O novo presidente tem todo o direito e representatividade para propor e implementar as mudanças que pregou e com as quais conquistou os votos para se eleger. Promover manifestações, chamar greves e tentar atrapalhar num momento destes é ação de lesa-pátria e merece reprovação. Na democracia, a maioria governa e a minoria se submete e, em não concordando, se organiza, torna-se maioria e, na mesma linha de raciocínio, assume o poder e vai fazer do seu jeito. O Executivo tem a tarefa de governar e o Legislativo a obrigação de discutir as medidas e aprová-las ou não. A sociedade, se quiser participar, tem como caminho fazê-lo por intermédio de seus representantes nas Casas Legislativas. Em último caso, pode recorrer à Justiça. Mas nada justifica a desobediência civil e o grevismo. O direito de greve é assegurado como último recurso nas relações do trabalho. Não na forma de instrumento de pressão política. O confronto é o que menos interessa aos brasileiros, um povo pacífico por natureza. Tudo o que se fizer nesse sentido será tentativa de impedir as mudanças de que o País necessita para ir em busca de dias melhores. Que venham as reformas econômica, eleitoral, social e de todos os setores que hoje vivem em descompasso.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

O povo ou o PT?

O foco ideal de qualquer governo que se preze são os interesses da Nação, e não, esquerda, direita, nós contra eles, enriquecimento pessoal via concorrências “públicas”, como fizeram vários governantes, com destaque para os petistas. Se “todos são iguais perante a lei”, acabar com o foro privilegiado, aposentadorias diferenciadas, aumentos iguais aos do salário mínimo para todas as classes e fim das centenas de outros privilégios. Mas a TV mostrou a reunião dos dirigentes do PT - sem o mandante presidiário - na qual mostraram suas intenções partidárias: fazer oposição para atender aos interesses do partido, prejudicando o novo presidente e os interesses e necessidades do povo. É o PT de sempre, que só se interessa pelo que vê no espelho.

MÁRIO A. DENTE

eticototal@gmail.com

São Paulo

Terceiro tempo

O PT voltou a ser o PT de sempre, não reconhecendo a sua derrota e voltando à mesma rotina do quanto pior, melhor. Não adianta perder tempo desenhando e levando as mãos à cabeça, os petistas não sabem “brincar de democracia”. A melhor política é ignorá-los. Fruta podre cai sozinha.

OSCAR THOMPSON

OscarThompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

Oposição leal

O pessimista nada mais é do que um otimista realista. Assim, pensar que a oposição, leia-se PT, “partidecos” pra lá de periféricos e os ditos movimentos sociais farão uma oposição leal, nem Poliana...

GUTO PACHECO

jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

MORO NO GOVERNO

Futuro glorioso

Ao prezado juiz federal Sergio Moro, que muitos desejariam ver na Presidência de República, ofereço um conselho de quem milita em política há 60 anos. Não aceite eventual convite para ser ministro da Justiça, continue como magistrado em Curitiba. Logo será desembargador federal e ministro do Supremo Tribunal federal (STF). Deixe o desgastante Ministério da Justiça para um advogado político, que possa dar a cara para levar tapas. Poupe-se para um futuro mais glorioso.

PAULO SERGIO ARISI

paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

Paladino anticorrupção

Também penso que Sergio Moro não deve aceitar o Ministério da Justiça neste momento. Ele ajuda muito mais o novo presidente da República permanecendo em sua posição atual, uma vez que é objetivo de ambos acabar com a corrupção existente em nosso país. Quanto ao Supremo Tribunal, há tempo para ocupar um cargo em substituição aos ministros que se vão aposentar. O juiz Sergio Moro deve seguir os seus projetos originais e depois pensar no STF. 

ALVARO SALVI

alvarosalvi@hotmail.com 

Santo André

Pelo bem do Brasil

Felicito o presidente eleito, sr. Jair Messias Bolsonaro, pela lembrança e eventual convite ao juiz federal dr. Sergio Moro, coordenador da Operação Lava Jato, o maior orgulho dos brasileiros, que leva sua alma e sua imagem para buscar todos aqueles que se utilizaram dos recursos públicos e da Petrobrás. Movido por uma espécie de premonição, peço ao sr. presidente que não o coloque no Ministério da Justiça, mas reserve a vaga para ele no STF, porque mais do que nunca o dr. Sergio Moro é indispensável em Curitiba para terminar seu trabalho na Lava Jato. Para o bem do Brasil, na Justiça, agora, não.

JOSE PEDRO NAISSER

jpnaisser@hotmail.com 

Curitiba

Objeções

Comenta-se que a provável indicação do juiz Sergio Moro para o STF em 2020, quando da aposentadoria do ministro decano, Celso de Mello, teria suscitado alguns comentários que tentam minar essa possibilidade, sob a alegação de que “nunca houve um juiz de primeiro grau indicado para o STF”. Pois eu não vejo o menor demérito no fato de um juiz íntegro e qualificado como Sergio Moro ser indicado para o STF. Triste é ter um advogado que nem sequer juiz foi fazer parte da mais alta Corte.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

GESTÃO BRUNO COVAS

De novo?

Uma das marcas negativas do tenebroso período Haddad na Prefeitura de São Paulo foi a falta de remédios de uso contínuo nas farmácias municipais. E agora, na gestão do prefeito Bruno Covas, estão faltando novamente! Não é muito cedo para isso acontecer de novo? 

MAURÍCIO LIMA

mapeli@uol.com.br

São Paulo

PIRES NA MÃO

Coitado de Jair Bolsonaro, nem bem sarou, ainda nem assumiu a Presidência e já os prefeitos se apresentam com o pires na mão (um pires fundo, a propósito). R$ 28 bilhões para ontem, faz favor? Aguenta, coração!

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos 

DECISÃO SENSATA 

O novo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL-RJ), demonstrando agilidade e sensatez, e muito preocupado com a deterioração das contas públicas, afirma que negocia com Michel Temer a votação da reforma de Previdência ainda em 2018. Tempo para tal existe! Deputados e senadores continuam recebendo seus salários... E, pela causa pública, não seria digno para um representante do povo se negar a aprovar ainda neste ano essa inadiável reforma. O tamanho do déficit da Previdência impede o crescimento do PIB, novos investimentos, a criação de empregos e a distribuição de renda. Somente neste ano o déficit previdenciário será de R$ 190 bilhões, e para 2019 se prevê um buraco de R$ 218 bilhões.  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

PREVIDÊNCIA

Temer e Bolsonaro querem a reforma da Previdência. O projeto original foi deturpado e engavetado pela Câmara e, se entrar em pauta e for aprovado, será “meia boca”, de mentirinha. Por um Brasil melhor, que se resgate o projeto original e seja este o aprovado.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

ONYX LORENZONI X PAULO GUEDES 

Com a palavra, o secretário da Previdência Social, Marcos Caetano.

Maria Lucia Ruhnke Jorge mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba 

APESAR DOS INDUSTRIAIS?

Ao dizer que vai “salvar a indústria apesar dos industriais brasileiros”, o futuro ministro e empregado do setor financeiro, Paulo Guedes, comete um impropério e injustiça contra nós, industriais. Não existe indústria sem industrial. Para enfrentar uma carga tributária de 36% ao mês entregue a um governo ineficiente é preciso ser muito forte, resiliente e corajoso. Quero ver se o superministro vai ter a coragem de abaixar as taxas de juros ou vai continuar proporcionando lucro absurdo aos bancos. Quem sobreviver verá.

Paulo Altomani paltomani@gmail.com

São Carlos

COMEÇAMOS MAL

“Vamos salvar a indústria brasileira, apesar dos industriais.” Começamos mal, agredindo os industriais.

Guido Salmoni gdslmn@hotmail.com

São Paulo

A AUTONOMIA DO BC

O futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, já tem acordo por independência do Banco Central. Há que ter cuidado com isso, ainda mais no Brasil. Autonomia em órgão público, no Brasil, é algo complicado. As pessoas ainda não têm maturidade suficiente para exercer isso com bom senso. Acham que quando têm autonomia podem fazer tudo. Vide as agências reguladoras, criadas no governo FHC, que são independentes e autônomas. Mandam mais que o presidente da República, que não pode exonerá-los. O cara sai fazendo m... e não pode ser exonerado. Assim o ex-presidente FHC as criou. Logo, é bom ver este assunto com cuidado. Não que não deva ter autonomia. Acho que o BC tem de ser eminentemente técnico e apolítico. Não pode ter de ficar pedindo bênção ao presidente da República toda hora. O presidente da República geralmente não é técnico. Ele é político e, consequentemente, é cercado de políticos com outras intenções, que mal sabem o que é meio circulante.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

O MINISTÉRIO DE BOLSONARO

O núcleo militar chefiado pelos generais da reserva Augusto Heleno e Oswaldo Ferreira enviou 25 nomes para atuarem na transição do governo e chefiarem cargos nos mais variados ministérios, tais como nas áreas da Saúde, Segurança, Infraestrutura, Justiça e Defesa, entre outros. Coitado daqueles que estão nestes ministérios e “usufruindo” deles. Estão com os dias contados.

Artur Topgian topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

SERGIO MORO NA JUSTIÇA

A intenção de indicar o juiz Sergio Moro para o Ministério da Justiça e, posteriormente, para o Supremo Tribunal Federal (STF) é motivo de alegria para os quadrilheiros que estão sendo processados por ele, em Curitiba. Ninguém da assessoria do presidente eleito o alerta sobre isso? Inacreditável! Quanta ingenuidade!

Sebastião Vanderlei Pinheiro vanderlei106@terra.com.br

São Paulo

MINISTRO MORO

A máfia político-empresarial está apavorada com a possibilidade de Sergio Moro no Ministério da Justiça. Caso aceite o convite, será uma alegria desmesurada vê-lo livrar o Brasil deste câncer metastático.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

NOVA ESPLANADA

Senhor Bolsonaro, teremos alguma mulher em seu Ministério?

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso zaffalon@uol.com.br

Bauru

UM EQUÍVOCO

Louvável a intenção do novo presidente de enxugar o Estado e reunir várias pastas em um ministério. Entretanto, unificar Agricultura e Meio Ambiente é um equívoco. A agricultura é uma atividade fundamentalmente econômica, deve ser sustentável, porém tem sobreposições com a questão ambiental em apenas alguns pontos. Não trata, por exemplo, do clima, das poluições urbanas, do lixo, dentre outras questões. O Ministério do Meio Ambiente deve ficar separado da Agricultura. A fusão das duas áreas prejudicará tanto a comercialização internacional dos produtos do agronegócio quanto na proteção dos recursos naturais. 

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

FUSÃO AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE

Submeter a gestão do meio ambiente aos caprichos da bancada ruralista escravocrata é uma catástrofe anunciada. O Brasil não será um país melhor nem mais rico transformando a Amazônia em pasto, muito pelo contrário, será um país pior e muito mais pobre. Enquanto houver uma árvore em pé, os ruralista irão enxergar espaço para o crescimento da fronteira agrícola, por isso precisamos do contrapeso do meio ambiente. O Brasil levou décadas para criar mecanismos que conciliam o desenvolvimento sustentável com a preservação da natureza, isso não pode ser jogado no lixo, será um retrocesso aos tempos sombrios em que a natureza era considerada um obstáculo a ser removido para um desenvolvimento insustentável e com danos irreparáveis ao País e ao mundo. Se depender dos ruralistas, a Amazônia terá o mesmo destino da Mata Atlântica, será extinta, junto com o Cerrado e o Pantanal. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

SEGURANÇA

“Segurança do Planalto será alterada para receber Bolsonaro” (“Estadão”, 28/10). Gato escaldado tem medo de água, diz a sabedoria popular. Bolsonaro, que ainda reconvalescerá por um bom tempo do atentado fracassado, deve tomar muito cuidado com sua segurança. Um terceiro turno não improvável, advindo de um assassinato, não é hipótese a ser desprezada, pelos inconformados derrotados na eleição, que talvez tentarão, por intermédio de terceirizados, cometer mais um crime político contra o adversário vitorioso.  

                        

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

FALEM DE MIM

Com tempo ocioso após a derrota de seu “representante” nas eleições presidenciais, Lula solicitou, por intermediário de seus caros advogados, a suspensão de uma das ações penais da Lava Jato até que seja conhecida a decisão do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas sobre a imparcialidade do juiz Sergio Moro. Vale sugestão para acabar com esta enxurrada de pseudoações: solicitar a soltura do “cara” porque a Justiça brasileira não tem competência jurídica para julgá-lo!

Omar A. El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

    

PARAFRASEANDO

Obrigado aos médicos que salvaram Bolsonaro! Como diz Haddad, “quem salva uma vida salva um país inteiro”.

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

VOTO CONTRA

Assim como na Roma antiga havia um arauto que, ao pé do ouvido, dizia todo o tempo ao imperador “lembras-te que és mortal”, deveria ter um assessor que dissesse a Jair Bolsonaro o tempo todo que “a maioria dos eleitores não votou em você, mas, sim, contra o PT”. 

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

ESPERANÇA

Muitas pessoas, como eu, não votaram em Bolsonaro, e sim contra o PT. Bolsonaro é uma incógnita que esperamos seja positiva. Mais um período como o que passamos com o PT seria o fim das nossas esperanças.

Laert Pinto Barbosa laert_baarbosa@globo.com

São Paulo

SÃO PAULO

Paulistas e paulistanos são os que mais conhecem Lula e seu partido, pois foi em São Paulo que Lula começou sua vida de sindicalista, vindo diretamente de Garanhuns. O resultado desse conhecimento pode ser medido pelo resultado dos votos no segundo turno, a saber: no Estado de São Paulo, Bolsonaro teve 67,97% e Haddad, 32,03%. Na capital, Bolsonaro teve 60,38% e Haddad teve 39,62%. Vale lembrar que o PT jamais conseguiu eleger um único governador.

Luiz Bianchi  luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

IGNORÂNCIA CONSERVADORA

“Manifestação contra Bolsonaro termina em confronto em São Paulo” (“Estadão”, 30/10). Para variar, mais uma Boulos-baderna, arruaça democrático-progressista contra o fascismo bolsonarista-conservador. Puxa! Somos quase todos fascistas-conservadores. Nem sabíamos...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

JÁ?

Ainda faltam dois meses para Bolsonaro assumir a Presidência da República e a esquerda já está, “democraticamente”, ensaiando o seu impeachment.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

TRISTE

É louvável como vários perdedores aos governos de Estados foram os primeiros a cumprimentar os vencedores. Reflexo oposto se deu no PT (ou MST). Acham que tinham o “direito” de continuar. Sejam civilizados. Perderam. Pronto. Agora, seria honrado que se apresentassem a ajudar consertar o estrago existente, e não querer ir às ruas contestar uma eleição legítima. Perder faz parte, não reconhecer é triste.

Jacques Germano jacques.germano@gmail.com

São Paulo

DEMOCRACIA?

O líder do MTST, Guilherme Boulos, em entrevista à revista “Veja”, disparou, entre outras coisas, que “Bolsonaro é uma ameaça real à democracia”. Bem, que o governo de Jair Bolsonaro pode tornar-se ameaça à democracia, é possível, embora pouquíssimo provável. O que é certeza é que as reiteradas invasões de propriedade alheia por grupos de sem-terra – o MTST é um deles – não são ameaças nem possibilidades, mas demonstrações concretas de voluntarismo e autoritarismo que em nada lembram os princípios fundamentais de democracia. Boulos e as demais lideranças da esquerda, mais do que respeitar, parecem debochar deliberadamente do conceito de democracia. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo 

HORA CERTA

Os pedidos de cassação das candidaturas às eleições presidenciais e se Bolsonaro, por ser réu, poderia assumir o cargo de presidente deverão ser julgados rapidamente, enquanto o poder estiver nas mãos de um presidente civil, ao qual as Forças Armadas devem lealdade e obediência.

Marcos Abrão  m.abrao@terra.com.br

São Paulo

VINGANÇA OU PAZ

Gleisi “Lula” acredita que o PT sai desta eleição com uma “grande responsabilidade de articulador de uma frente democrática em defesa dos direitos dos brasileiros, papel que será exercido por Haddad, como uma espécie de líder da oposição, e maior do que o próprio PT”. Segundo a própria presidente do partido, a executiva do PT decidiu na reunião construir uma ampla frente pela democracia e “pelos direitos do povo”, que vai se posicionar como oposição ao governo Bolsonaro. Apesar da derrota na corrida presidencial, a petista ressaltou que a legenda sai fortalecida do processo eleitoral. A rigor querem criar uma resistência na luta pela “liberdade” e “democracia” que nunca preservaram, evitando a palavra moralidade de quando no governo, e no apoio explícito a ditaduras assassinas como as de Cuba e da Venezuela, entre outras africanas, adicionado a corrupção com o nosso dinheiro. O PT não muda, em sua doença, a lição ainda é a de Stalin, para quem “não há discordâncias, somente heresias, não há críticas, somente inimigos, não há erros, somente crimes”. Vítimas da própria ilusão, não querem entender que entre vingança ou paz não podemos ter ambas.

Mario Cobucci Junior maritocobucci@gmail.com

São Paulo

INCONFORMISMO

Amparados por mais de 40 milhões de votos, mas derrotados, os petistas e seus apoiadores já deram início a campanha de agressão contra o novo governo. Ciro Gomes, um velho aliado petista, declarou que os brasileiros foram miseravelmente traídos por Lula e que o ex-presidente tinha pleno conhecimento do mensalão e do petrolão. Essa declaração é mais um incontestável atestado de culpa do presidiário mais famoso, e, mesmo assim, é idolatrado por aqueles que não enxergam um palmo à frente do nariz. Resta ao PT reconhecer a derrota, fazer uma oposição consciente e honesta e aguardar novas condenações de seu grão-mestre e daqueles que perderão o foro privilegiado.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

CIRO E HADDAD

Ciro cumprimenta Bolsonaro e promete fazer uma oposição responsável. Assim, age como se deve agir numa democracia. Haddad continua se debatendo, como se estivesse no terceiro turno de uma campanha que só ele não percebeu, mas já acabou. Desse jeito, vai perder não só a disputa pela Presidência, mas também a liderança da oposição. 

Jorge A. Nurkin  jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

ESQUERDA FAJUTA

A esquerda tupiniquim não resolve nada. A pobreza é sua menina dos olhos, sua massa de manobra. Enquanto houver pobreza, a farsa da esquerda tupiniquim estará presente para dela tirar partido. Ai dela se não houvesse a pobreza. Ficaria mais pobre que a própria pobreza. Acabariam o populismo autoritário, a demagogia, a corrupção. A pobreza é o combustível da esquerda tupiniquim. Todos os regimes políticos, quaisquer que sejam, preocupam-se seriamente com a pobreza, procurando solução, exceto a esquerda tupiniquim, que não gosta de pobre, gosta é de poder.

Marcelo de Lima Araújo marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

CEREJA DO BOLO

Durante sua passagem pelo poder, o pt (minúsculas, por favor) realizou incontáveis “feitos”, dispensável listá-los agora. Mas o maior dos feitos do pt, indubitavelmente, o mais espetacular, o mais superlativo, o mais extraordinário, que poderíamos chamar de “cereja do bolo” do seu período no poder, foi ter trazido a direita ao protagonismo da cena política nacional. Parabéns, pt, você conseguiu!

José Roberto dos Santos Vieira jrdsvieira@gmail.com

São Paulo

CRER E VER

Tudo na Carta Magna precisa ser respeitado, inclusive o direito de propriedade e o princípio da meritocracia, além de todos os direitos e deveres. Eis que, no entanto, a esquerda lulopetista e coligados, quando lhes interessou, passaram por cima da Constituição e esbravejaram contra o diploma legal. O desejo, agora, é cumpri-la integralmente, inclusive no que se refere ao direito de propriedade e aos demais direitos de quem trabalha e amealha bens.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

UNIVERSIDADES LIVRES

Uma deputada de Santa Catarina, vinculada ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, faz ameaças contra professores de seu Estado, determinando regras entre as quais a de não debater com os alunos qualquer assunto de natureza política. É uma atitude característica de governos autoritários. Que isso não seja levado em consideração e que alunos e professores estudem e debatam os mais diferentes assuntos que contribuam para a elevação da cultura e da politização.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos 

ESCOLA SEM PARTIDO

“Ministério Público pede que deputada que criou canal de denúncias contra professores pague indenização” (“Estado”, 31/10). Escola de qualquer nível é lugar para educar, e não aparelhar, doutrinar ou qualquer outro verbo deste sentido, seja para orientações à direita, esquerda ou centro. PT saudações...

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

MULHER EMPODERADA

Se o Ministério Público de Santa Catarina resolveu apurar a conduta da recém-eleita deputada estadual Ana Caroline Campagnolo (PSL), é porque ela está no caminho certo. Nem assumiu e já está deixando o establishment aparelhado de cabelo em pé. Isso, sim, é mulher empoderada. Continue assim.

Victor Carlson victor@lagoaeditora.com.br

Florianópolis

LIBERDADE DE CÁTEDRA

Até que se mude a Constituição, a liberdade de cátedra é um direito do professor. Ao mesmo tempo, portar celulares e filmar aulas sem autorização não é permitido. Ou seja, a nobre deputada incorre em dois erros simultaneamente e em nada colabora para desarmar os espíritos ainda exaltados. Será fogo amigo?

Maria Ísis M. M. de Barros misismb@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro 

‘LIBERDADE ACADÊMICA E PARTIDARISMO’

O artigo da professora Maria Paula Dallari Bucci, sob o título acima (31/10, A2), entre outras críticas, aborda a atitude, sem dúvida reprovável na forma e não no conteúdo, da deputada estatual recém-eleita pelo PSL-SC Ana Caroline Campagnolo.  Fundamenta-se no Código de Ética que norteia a atuação dos professores da Universidade de São Paulo (USP). Porém, faz uma abordagem parcial da realidade factual que acontece nas escolas brasileiras em todos os níveis. Sugiro à professora que acesse o site “Escola sem Partido” e constate o número de reclamações e denúncias comprovadas da atuação de professores contaminados por ideologia socialista bolivariana. A denúncia mais contundente foi feita pelo ex-ministro da Educação Mendonça Filho, ao constatar que cinco universidades publicas criaram cursos sobre o “golpe de 2016”, quando da cassação, pelo Congresso, do mandato de Dilma Rousseff, acusando ditas universidades de promoverem “proselitismo político e ideológico de uma corrente política usando uma instituição pública de ensino”. 

José Varlese Filho jvarlese@uol.com.br

Mairiporã

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

O artigo publicado ontem pela professora Maria Paula Dallari Bucci aborda temas que são caros a uma verdadeira democracia, principalmente a liberdade de expressão em qualquer foro. O ato protagonizado pela deputada catarinense, ao sugerir aos alunos que denunciem professores por “manifestações político-partidárias ou ideológicas”, é realmente uma postura stalinista, do tempo em que se premiavam quem denunciasse aqueles que não comungavam com o grande líder. Um professor tem o dever e o direito de levar aos seus discípulos conhecimentos, debates, instigá-los ao protesto, mas nunca colocar suas convicções “político-partidárias” de direita ou de esquerda procurando direcionar os debates que porventura surgirem, de acordo com suas teses amadurecidas. Tudo o que se passa e tem importância em nosso tempo tem de ser discutido e debatido em universidades e escolas, mas sem que o mestre tente levar seus ideais, que podem até ser deformados conceitualmente, para aqueles em quem o conhecimento e a capacidade de escolher ainda não estão sedimentados. A apresentação de uma “verdade” idealizada pode leva-los à frustração ou transformá-los em intolerantes que expulsarão do recinto quem não estiver de acordo com a doutrinação que receberam.

Cesar Araujo cesar.40.araujo@gmail.com

São Paulo

REGISTRO

Surpreendi-me com o artigo da professora Maria Paula Dallari Bucci “Liberdade acadêmica e partidarismo” (31/10, A2). Qual a razão de tanto medo? Se, como ela defende, todos os professores de universidades e escolas públicas prezam tanto pelo cultivo do saber sem pressionar seus alunos (inclusive com ameaças de aprovação ou reprovação, caso não defendam o partido do docente, do que já fui vítima) e se, como argumenta ela, muitos deles não são proselitistas ideológicos, qual o problema de ter seus momentos de “reflexão livre” registrados, como sugerido pela deputada estadual Ana Campagnolo (PSL-SC)? Se são tão imparciais no ensino e não cometem nenhum crime de doutrinação, como proposto pela articulista, não há motivos para preocupação. Como ensina o adágio popular, “quem não deve não teme”.

Luís Filipe C. de Melo escravosdecristo@hotmail.com

Ibiá (MG)

HIPOCRISIA

Durante anos da minha vida passei por diversas situações de constrangimento por causa da fé que professo. Fui ridicularizado, caçoado, deixado de lado e ignorado em praticamente todos os ambientes sociais em que vivi até hoje. Vejo alguns asseclas regentes da moral universal do certo e errado se pronunciando pelo Facebook e tento compreender suas motivações. Pautados pelo selo antifascista na foto de perfil, se denominam a “resistência”, baseados em seus conhecimentos históricos do universo expandido de Star Wars. Nosso Palpatine (Bolsonaro) está pronto para executar um golpe de Estado e chacinar todos os pobres jedis da nossa sociedade patriarcal, machista e opressora. Pois bem, eu olho para o passado de muitas dessas pessoas e entendo o significado mais do que literal da palavra “hipocrisia”, que do grego “hypocrisis” significa fingimento. Lembro-me nitidamente da mesma boca (dedo) que agora diz “pela democracia” tirando sarro gratuito da fé alheia. Açoitando moralmente quem pensava diferente. A pregação do amor incondicional à causa LGBT, da desconstrução da família, do ódio ao imaginário fascismo bolsonariano é uma das características dessas pessoas. Quando olhamos para sua vida, vemos que não conseguem sequer sustentar um namoro. Em sua grande maioria, são mantidos pelos pais e não aceitam ficar sem o novo iPhone a cada Natal. Nunca se interessaram por política ou qualquer coisa que diga respeito ao senso comum. A maior preocupação diária parece ser quantos “stories” serão postados. Como eu disse acima, o fingimento é a maior característica do hipócrita. Seguir uma moda de faculdade pode fazer você agir como os outros, mas jamais te tornará o outro. Ao invés de tratar o professor da sua universidade como um deus do Olimpo, converse com seus pais, dê valor às opiniões deles e às de pessoas que você admira. Tire conclusões olhando sempre os dois lados. Uma pessoa estudada não está livre da ignorância, basta apenas colocar o cabresto naquilo que “você acha”, e estará refém de uma ideologia, tanto de um lado quanto do outro. Esta balela da nossa maravilhosa esquerda brasileira engana a muitos, mas a mim jamais enganou. Bastaram alguns dos fanáticos marxistas ofenderem minha fé em Jesus Cristo para perceber que tudo não passa de um grande teatro ensaiado por seus idealizadores, que amam mostrar seu lado social composto por incautos cheios de filantropia em sua fala, mas no seu interior nutrem a cada palavra que não vá de encontro com a deles um ódio, que é despejado sem qualquer precedente ou consequência. Aliás, eles não estão sempre certos?  

Eduardo Bernardi eduardobernardi1992@gmail.com

São Paulo

DECISÃO DO STF SÓ VALE PARA A ESQUERDA?

Na recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu decisões da Justiça Eleitoral em universidades, a ministra Cármen Lúcia ressaltou a importância da “liberdade de expressão” e do “pluralismo de ideias” numa democracia. Ocorre que a ministra foi omissa – intencionalmente ou não – na referida decisão, ao silenciar sobre o significado de “pluralismo de ideias” e que a decisão se aplica a todas as correntes de pensamento, obrigando a todos (inclusive alunos e professores) o cumprimento de sua decisão. Até as pedras dos rios sabem que as universidades transformaram-se num – com a devida licença – antro de esquerdopatas, radicais que apelam para a histeria e a violência quando são contrariados em suas ideias. É exatamente o que ocorreu na Universidade de Brasília (UnB) na segunda-feira (29/10), quando manifestantes favoráveis ao presidente eleito foram expulsos pelos “democráticos” alunos universitários da UnB. Essa é mais uma daquelas decisões omissas do Judiciário, momento oportuno para questionar a parcialidade deste poder em determinadas questões, como esta. Lamentável.

Milton Córdova Junior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

A REAÇÃO DA JUSTIÇA

O Poder Judiciário, em alguns casos, reage com retórica longa, indignada e desproporcional ao fato. Em outros, não, e está no dever de punir a confessada e criminosa autolesão praticada pela militante vermelha de Porto Alegre que marcou seu corpo com a cruz suástica, o que contamina de nulidade a campanha do partido islâmico terrorista. Outro exemplo, entre vários, é a leniência do Judiciário quanto a permitir manifestações políticas comunistas em universidade públicas sob o contraditório pretexto da liberdade de expressão, o que não resiste ao bom senso. Nossos magistrados precisam se manifestar com clareza e sinceridade, abandonando o politicamente correto.

Moacyr Las Casas de Oliveira mlascasas@uol.com.br

São Paulo

JUSTIÇA SOCIAL

Bolsonaro promete que vai cobrar mensalidades dos afortunados em universidades públicas, coisa que nenhum governo teve a coragem de fazer até hoje. Se isso realmente acontecer, pode ser chamado de justiça social.

Devanir Amâncio devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

ANALFABETOS

Li, com apreensão, na “Coluna do Estadão” (30/10, A4), que o senador Magno Malta (PR-ES), cotado para ministro da Educação do presidente eleito, Jair Bolsonaro, apresentou proposta que permite a eleição de analfabetos para mandatos. Atualmente há no Brasil, segundo o IBGE (2017), 11,8 milhões de analfabetos absolutos (7,2% da população acima de 15 anos). Há, também, um enorme número de “analfabetos funcionais”, cerca de 38 milhões (29% da população acima de 15 anos). Este grupo não entende o que leu. Causa profunda decepção esse projeto, pois é evidente que a prioridade deveria ser resolver o trágico problema do analfabetismo, sem o que estes brasileiros estarão no submundo da ignorância, sem nenhuma chance de progredir na vida. Com esses números inquietantes, o Brasil está muito mal no contexto dos países civilizados. E, então, se essa proposta vingar, teremos nas eleições analfabetos votando em analfabetos? 

Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

UM GRANDE CARA DE PAU

Fernando Haddad, o fantoche do presidiário Lula da Silva, foi às redes sociais e postou pedidos para que seus seguidores façam uma “vaquinha” para pagar as despesas de campanha com os fornecedores. Chegou ao cúmulo de dizer que “as eleições terminaram, mas a campanha petista não”. Foi mais longe dizendo que o caixa da “tigrada” estava zerado. “Andrade”, como é mais conhecido, é mesmo um grande cara de pau. 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

DERROTA POR EXCESSO DE CONFIANÇA

Sem embargo de uma expressiva votação, até certo ponto surpreendente ao candidato à Presidência da República, resta aos xiitas do mais famoso encarcerado do sistema prisional brasileiro chorar o leite derramado. É inegável a idolatria ao mais famoso presidiário brasileiro e chefe de uma quadrilha que em pouco mais de dez anos levou o País aos escombros econômicos, políticos e sociais, com fortes tendências a ingressar no execrável clube da foice e do martelo. As “viúvas” de Lula – e olha que são milhões – prometem tumultuar a administração Bolsonaro, mas estejam certos de que terão o tratamento que já esperam para carimbar o governo de truculento e ditador. Portanto, se estão com vara curta, não cutuquem a onça. O PT foi derrotado pelos seus próprios atos e merecia uma derrota mais fragorosa.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

LULA PERDEU

A estratégia de Luiz Inácio Lula da Silva foi muito equivocada. Primeiro, tentou fazer de conta que era candidato, mesmo estando encarcerado, por decisão de juízes de segunda instância. Depois, escolheu Fernando Haddad, que se afundou sozinho. Lula acreditou na propaganda eleitoral na TV e não colheu os frutos esperados. Por último, tomou uma paulada de Ciro Gomes e de seu irmão Cid. A aversão ao PT também deu a maioria dos votos a Jair Bolsonaro. Lula foi o maior derrotado e deverá continuar preso ainda por muitos anos. O comandante máximo do PT está totalmente combalido.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

UM MINUTO DE SILÊNCIO?

Após a eleição a cúpula petista, durante entrevista depois da derrota, fez um minuto de silêncio. Quem morreu? Eles não dizem. É para você entender. Certamente, não vão dizer que foi o PT que morreu, mas a democracia. A esquerda é assim. Só há democracia quando estão no poder. O voto popular, quando dirigido a outro grupo, está errado. Somos tolos, então. Estou certo de que o governo eleito reconhecerá a necessidade de investir na educação de qualidade e, pela doutrina liberal, levar emprego a todos. Só assim conseguiremos reduzir os 45 milhões que ainda votam em ladrões e que não sabem o significado de ética.

Armando Heck projetos@plannerinfo.com.br

Guarulhos

JOAQUIM BARBOSA

Que o senhor Rodrigo Janot tenha declarado voto ao PT no segundo turno não causa surpresa. Sempre foi um petista enrustido, haja vista as denúncias apresentadas por ele contra Temer, embasadas em delações de dois açougueiros espertalhões, posteriormente questionadas e resultando no distrato do respectivo acordo, bem como na prisão dos delatores, o que inviabilizou a votação de matérias importantes pelo Congresso, notadamente a reforma da Previdência. Entretanto, que Joaquim Barbosa tenha feito o mesmo, ou seja, declarado voto ao PT, após ter sido o relator da Ação Penal 470 (mensalão), de 2005, com total conhecimento do modo de operar e da logística de governo daquela agremiação, para mim somente se explica pelo fato de já estar acometido de esclerose precoce, tendo passado a acreditar no Saci Pererê, na fada madrinha, no gato de botas e em outros iguais. Nem de longe acredito que sua defesa veemente em prol da sociedade no Supremo tenha sido apenas jogo de cena para iludir incautos!

Arlete Pacheco arlpach@uiol.com.br

Itanhaém

INCOERÊNCIA

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que chegou a ser cotado como candidato à Presidência da República pelo PSB, podia ter evitado declarar voto a Fernando Haddad às vésperas da votação do segundo turno da eleição, se tem pretensões políticas no futuro, tendo sido relator do conhecido processo do mensalão, Ação Penal 470, quando condenou dirigentes petistas. Perante o público que o admira, houve uma atitude incoerente, pois ele tomou conhecimento em detalhes do modo corrupto que o PT adota para se manter no poder.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

NOVO PSDB

Em 2014, o PSDB elegeu com folga 54 deputados federais e cinco governadores. No curto período de apenas quatro anos, nas eleições recém-encerradas, a bancada diminuiu consideravelmente para 29 deputados federais e três governadores. Como se vê, o partido tucano em cima do muro acelera de marcha à ré engatada rumo à desimportância de seu papel no cenário político no País. Diante do quadro desolador, urge que uma nova liderança empenhe-se em refundá-lo e ressignificá-lo, antes que vire apenas mais um mero partideco nanico entre as inúmeras siglas de sopas de letrinhas que abarrotam o Congresso. PSDB, quem te viu, quem te vê...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

O PSDB DE ALCKMIN

Ao pretender permanecer no comando do PSDB, parece que ainda não caiu a fixa do ex-governador Geraldo Alckmin de que o eleitor quer distância de políticos não sintonizados com a vontade do povo. Que no seu ocaso político, siga o exemplo da sua vice de chapa, a senadora Ana Amélia, de cujas posições o seu eleitor nunca tem dúvida. Ao dar espaço aos vencedores, demonstraria, se não a autenticidade que o povo quer num político, pelo menos um pouco de grandeza.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

PRIMEIRA MEDIDA

Governador João Doria, como primeira medida, sugiro instalar uma torre de celulares em Pindamonhangaba.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

SEGUNDO TURNO

Não se tem notícia de que um candidato que tenha sido vitorioso no primeiro turno em todas as eleições passadas tenha sido ultrapassado pelo segundo lugar no segundo turno. Então, não seria a hora de pensar em eliminar de vez o segundo turno? Pouparia muitos milhões de reais e desperdício de tempo. Quem chegar em primeiro lugar ganha. Aproveito, também, para cumprimentar o novo presidente, Jair Bolsonaro, pela conquista no primeiro e no segundo turnos, assim como nosso governador João Doria.

Orélio Andreazzi orelio@andreazzi.com.br

Suzano

INDELEGÁVEL E INTRANSFERÍVEL

Soube pela mídia que um eleitor tentou impor a sua vontade no sentido de ser ajudado por terceiro a votar, alegando a sua incapacidade. Soube, também, que o mesmo eleitor sofreu constrangimento na sessão eleitoral, e o presidente dela teve de apelar para a polícia. Por outro lado, fui testemunha de que o candidato eleito para governar o Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, permitiu que as duas filhas que o acompanhavam votassem em seu lugar. Imagens de TV mostram que em nenhum momento ele usou as mãos para acionar a urna eletrônica. É só conferir.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

CORREÇÃO

O nome da presidente do Ibama é Suely Araújo, e não Suely Franco, como saiu no editorial As dificuldades do Ibama (28/10, A3).

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.