Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

10 Novembro 2018 | 06h00

Fim da mordaça

Operação Boi Barrica

Depois de 3.327 dias, finalmente foi derrubada a censura ao Estado no caso Boi Barrica. A tarja preta com a contagem dos dias, que era publicada diariamente no pé da página A3, deixou, enfim, de aparecer no jornal. Vitória da liberdade de imprensa. Agora, podem-se divulgar todas as informações sobre o caso.

Luiz Roberto da Costa Jr.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

‘Victoria quae sera tamen’

Finalmente um “valor mais alto se alevanta” contra o obscurantismo: após nove anos cai a mordaça imposta ao Estado. Empedernido leitor desse baluarte da liberdade de expressão, apresento veementes congratulações pela meritosa vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).

Joaquim Quintino Filho

jqf@terra.com.br

Pirassununga

Alvíssaras!

Dia 8 de novembro de 2018, data memorável para a liberdade de imprensa: o ministro do STF Ricardo Lewandowski liberou o Estadão para publicar os fatos relacionados à Boi Barrica, cassando determinação do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, com suporte em decisão anteriormente prolatada pela Corte estadual. Sem dúvida, a decisão do tribunal impedidora da publicação teve como finalidade proteger a família Sarney, criando, na verdade, privilégio odioso e incompatível com a Carta Magna. É fato para ser comemorado por todos os brasileiros, não só por quem respeita e admira o Estadão.

José Carlos de C. Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Fratura exposta

A causa que levou nove anos para ser resolvida, uma decisão flagrantemente ilegal de um desembargador em Brasília impedindo a publicação de notícias sobra a Boi Barrica, de triste lembrança, foi agora “festejada” por alguns outros juízes como grande coisa. Mas trata-se, na realidade, de uma fratura exposta da ineficiência da nossa Justiça, pelo fato de uma exorbitante sentença, que escandalizaria qualquer pessoa com alguma noção de Direito, ter levado tanto tempo para ser resolvida. Aliás, a turma que agora está jogando confetes entre si é a mesma que recebeu exagerado aumento salarial votado no Senado, que parece ignorar a calamitosa situação das contas públicas e é integrado por alguns dos parasitas que sugam a seiva do Estado, prestando um péssimo serviço, que é pago com um terço do PIB, em impostos arrecadados do povo. É uma vergonha!

Ulf Hermann Mondl

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

Arcaica e autoritária 

Era mais que evidente e esperada a derrubada, pelo STF, da censura imposta ao Estado no caso Boi Barrica. O que é incabível nessa história, além do tempo absurdamente longo para a resolução definitiva da questão, é a concepção arcaica e autoritária da censura prévia, ainda presente em boa parte da sociedade, independentemente da vertente política - não esqueçamos que o sonho do PT sempre foi controlar a mídia -, e, infelizmente, ainda deferida por alguns juízes que parecem desconhecer o ordenamento jurídico e o conceito moral de censura. A decisão do STF merece, sim, comemoração. Porém é preciso atenção, pois a história pode se repetir.

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

Vacina

A imprensa cumpre o papel de criticar e fiscalizar atos e atitudes de todos os ocupantes do poder. E cabe a nós, leitores e eleitores, separar o joio e ficar com o trigo. Aqui cabe um puxão de orelhas no STF, que demorou muito para derrubar a censura no caso Boi Barrica. E uma boa dose de vacina nos políticos os faria entender o que é liberdade de expressão.

Mussa Calil

mussacalil@uol.com.br

Barretos 

Contas Públicas

Parasitas

O Brasil é como um boi no pasto infestado de carrapatos. Há vários anos caminha triste, doente e capengando, pois pasta noite e dia, mas os parasitas chupam seu sangue e não o deixam desenvolver-se. Oxalá Bolsonaro seja um bom dedetizador.

João Carlos A. Melo

jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

Nem aí...

Derrotado nas últimas eleições, abandonado pela população à beira-mar, sem mandato no ano que vem por culpa e responsabilidade exclusivamente dele mesmo, por sua inércia no cargo que exerce - pois só se colhe o que se planta -, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, revoltado, contrariado e atingido no seu amor próprio, mostra à Nação que nunca foi, não é e jamais será cumpridor de suas obrigações nem patriota o suficiente para defender os interesses do Brasil. Questionado acerca da aprovação do absurdo aumento salarial de 16,38% para os ministros do STF e a Procuradoria-Geral da República, que sem dúvida será sancionado pelo presidente Michel Temer, por questões óbvias, Eunício bradou: “Não me importo se Bolsonaro vai gostar ou não” (do resultado das votações da Casa). Se tivesse havido um convite para participar do novo governo, será que seu comportamento seria o mesmo, tão nocivo?

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Sem veto

O presidente Michel Temer é membro fundador do sistema que, com seus supersalários, pouco trabalho e aposentadorias integrais precoces, explora há décadas os contribuintes brasileiros. Não há, portanto, a mínima possibilidade de vetar o aumento do Judiciário.

Herman Mendes

hermanmendes@bol.com.br

Blumenau (SC)

Lenha na fogueira

Esse sr. Eunício Oliveira não tem interesse no Brasil, segundo entrevista arrogante ao Estadão, pois, ao não ser reeleito, joga lenha na fogueira. São assim os nossos políticos, todos interessados somente neles mesmos. Espero que em janeiro vá direto à turma da Lava Jato e faça companhia ao amigo petista.

Manuel Pires Monteiro

manuel.pires1954@hotmail.com

São Paulo

Em São Paulo

Rodovia dos Tamoios

Pergunta que não quer calar: alguém tem responsabilidade pela queda de barreiras na Rodovia dos Tamoios? É uma estrada recém-reformada, pedagiada e com constantes problemas.

Edmar Augusto Monteiro

eamonteiroea@hotmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Caiu a censura

Finalmente, ontem a tarja preta que marcava a censura ao "Estadão" por 3.327 dias desapareceu da página A3. O jornal se manteve firme por mais de nove anos, enquanto censurado no caso Boi Barrica, não podendo publicar nada sobre esta operação envolvendo Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney. O ministro Ricardo Lewandowski finalmente derrubou a proibição. País livre e democrático é um pais onde a mídia tem liberdade de se expressar, doa a quem doer.

Orélio Andreazzi

orelio@andreazzi.com.br

Suzano

3.327 dias

Após quase dez anos o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhece o absurdo do sigilo imposto na Operação Boi Barrica, em que o ex-presidente e sua família estão envolvidos. A isso podemos chamar de aberração, incompetência ou interesses escusos. Como é difícil de acreditar na Justiça, mesmo que o óbvio prevaleça.

Ivan Bertazzo

bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

Rapidez

Lewandowski levou mais de nove anos para descobrir que o Brasil vive em plena liberdade de imprensa. Parabéns pela brevidade de sua descoberta e competência para julgar. E ainda ficam falando mal do STF...

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Surpreendente

Muito lento nas coisas que realmente interessam ao Brasil e que trariam benefícios ao País, vez ou outra sai algo sensato, coerente, inteligente e lógico proferido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski. Como agora, quando surpreendentemente ele derrubou a absurda censura ao jornal "O Estado de S. Paulo" no caso da Operação Boi Barrica, envolvendo o filho de ex-presidente o "coronel" José Sarney. Infelizmente, isso durou absurdos nove anos.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

O médico e o monstro

Não descreio da possibilidade de o indivíduo ter duas faces em constante batalha pela predominância ora de uma, ora de outra, o bem e o mal. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski não raramente tem interpretado, no STF, o papel do Dr. Henri Jekyll, quando encarna Mr. Hyde, uma personagem do mal. como foi protagonista de decisões que chegavam ao absurdo de ignorar preceitos constitucionais como no caso do fim consumado do impeachment da presidente Dilma Rousseff, que deveria ter ficado inelegível por oito anos, mas foi indultada pelo ministro Hyde, digo, Lewandowski. Numa atitude fora de seus padrões de julgador, surpreendeu até a si próprio ao suspender a proibição ao jornal "O Estado de S. Paulo" de publicar qualquer matéria envolvendo membros da família do ex-presidente José Sarney. Pasmem, isso depois de decorridos 3.327 dias, sendo corrigido o maior absurdo cometido contra a Carta Magna e a liberdade de imprensa.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Estadão x Sarney

Enfim, o donatário da capitania do Maranhão, José Sarney, vê a tão propalada censura à imprensa cair após tanto tempo sob sua influência política em Brasília, que segurou o máximo que pode a censura ao jornal, que recorreu, mas se calou. A censura só é válida, mesmo, para os leitores!

Eliton Rosa

elitonrosa@gmail.com

Rio de Janeiro

Depois de 2018

Após 3.327 dias, acabou a censura imposta ao jornal "O Estado de S. Paulo", que estava proibido de publicar informações da Operação Boi Barrica envolvendo o empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney (MDB), por determinação do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos territórios. Agora, a pergunta que não quer calar: será que a decisão do ministro Ricardo Lewandowski tem alguma coisa que ver com a não reeleição de nenhum membro da família Sarney, os donos de metade do Estado do Maranhão? De qualquer forma, cumprimento o "Estadão" por mais essa vitória, afinal o jornalismo investigativo não pode estar sujeito a censura absurda como esta imposta ao jornal por mais de nove anos.

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

Queremos saber

Assim como eu, uma multidão de assinantes e leitores do "Estadão" espalhados pelo País está feliz. Finalmente se fez justiça e o jornal se livrou de uma das maiores idiossincrasias e injustiças que o Judiciário brasileiro praticou e costuma ter. Se não, como compreender um governante ter seu mandato cassado e continuar com seus direitos políticos mantidos - caso de Dilma Rousseff? Ou ter um senador condenado que trabalha durante o dia no Senado e à noite volta para a prisão? No caso, o senhor Acir Gurgacz? Ou punir um jornal sério por publicar fatos relevantes e verdadeiros, em respeito aos seus leitores? Ao levantar numa decisão dessa mesma Corte uma censura estúpida e, certamente, facciosa, fez-se justiça. Foram 3.327 dias, quase dez anos, de paciente espera. Proponho ao "Estadão" nos colocar em dia com as notícias sobre a Operação Boi Barrica. Queremos saber mais sobre essa operação. Parabéns à diretoria do jornal, a seus dignos funcionários e aos competentes advogados.

Éden A. Santos

edensantos@uol.com.br

São Paulo

Nunca mais

Finalmente, após intermináveis 3.327 dias - mais de nove anos! - sob censura, o "Estadão" nosso de cada dia respira aliviado, livre da sórdida mordaça posta em sua boca. Por oportuno, cabe citar a importante Declaração de Chapultepec, documento adotado pela Conferência Hemisférica sobre liberdade de expressão realizada em 1994 em Chapultepec, na Cidade do México.?Ela não é um documento de governo, como são os acordos internacionais, mas uma carta de princípios assinada por chefes de Estado, juristas e entidades ou cidadãos comuns, que declaram "a imprensa livre como condição fundamental para que as sociedades resolvam os seus conflitos, promovam o bem-estar e protejam a sua liberdade. Não deve existir nenhuma lei ou ato de poder que restrinja a liberdade de expressão ou de imprensa, seja qual for o meio de comunicação. Não há pessoas nem sociedades livres sem liberdade de expressão e de imprensa. O exercício dessa não é uma concessão das autoridades, é um direito inalienável do povo. Nenhum meio de comunicação ou jornalista deve ser sancionado por difundir a verdade, criticar ou fazer denúncias contra o poder público". Viva a liberdade de imprensa e de opinião! Censura nunca mais. Basta!   

J. S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

Estímulo

O primeiro efeito do aumento salarial do Judiciário já é visto. Ora, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, "reconheceu", tardiamente, que a censura imposta ao "Estadão" em publicar ações da Família Sarney, na Operação Boi Barrica, foi injusta. Mesmo assim, com uma agilidade de fazer inveja a qualquer bicho preguiça, somente após 3.327 dias - quase dez anos após - o ministro derrubou a malfadada censura. Ora, na verdade, bastou a informação de aumento salarial para as coisas andarem. E olhem que, lá atrás, este mesmo ministro afirmou com veemência que não havia processos "parados" em seu gabinete. Que vergonha. Pede para sair, Lewandowski! 

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Indignação

Nada poderia causar mais indignação ao cidadão que paga elevados impostos sem receber em troca serviços minimamente decentes do que ouvir o presidente da nossa Suprema Corte, ministro Dias Toffoli, também paga - e muito bem - com nossos impostos, vir a público falar em felicidade e justiça, pela aprovação de um aumento de salário, para compensar uma suposta extinção de um auxílio injusto e questionado por todos os que dele não se beneficiam e que há muito já deveria ter acabado.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

Escárnio

A foto dos ministros do STF, o presidente Toffoli e o decano Celso de Mello, com largo sorriso, à página A6 da edição de 9/11, comemorando o reajuste salarial de 16,38% para os ministros do STF é um escárnio aos que lhes pagam os rendimentos e à Nação em seu todo. Com gente deste jaez nas mais altas esferas da República, é muito difícil de ter respeito pela instituição e acreditar no futuro desta nação.

Mário Rubens Costa

costamar31@terra.com.br

Campinas

Quanto vale um juiz?

Nos Estados Unidos, um juiz da Suprema Corte (nove membros) ganha anualmente, segundo dados da Labor Bureau of Statistics, US$ 223.500. Um professor de ensino médio ganha US$ 44 mil anuais. A relação entre eles é de 5 vezes mais para os juízes. No Brasil, um ministro do STF ganha R$ 34 mil e um professor, em média, R$ 3 mil - proporção de 11 vezes mais para os juízes. Penso que, enquanto não tivermos aqui a mesma proporção americana, os salários dos juízes deveriam ficar congelados. Com um detalhe: acabarem os penduricalhos, tipo auxílio-moradia, alimentação, passagens aéreas e outras aberrações que configuram, em última instância, uma corrupção oficializada. Traduzindo literalmente: um juiz aqui, no Brasil, não poderia ganhar hoje mais de R$ 15 mil. Um bom salário, sem dúvida.

Paulo H. Coimbra de Oliveira

ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

O veto presidencial

Contrariando a pretensão do governo eleito, a Câmara e o Senado não levaram a sério a contenção de gastos. A pretensão de conter despesas e cancelar redução de impostos foi ignorada pelos congressistas. O Legislativo aprovou reajuste de 16% ao Judiciário e, ao setor automotivo, incentivo com redução de impostos. Ao que parece, Michel Temer está antenado com Jair Bolsonaro, então quem sabe Temer, num gesto altruísta, vete tais bondades em fim de mandato?

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES) 

Uma saída?

Lembro-me de quando Delfim Netto apresentou proposta de conceder aumentos regressivos nos salários, menos aos que ganhavam mais e mais, em porcentagens, aos que ganhavam menos. Foi acusado de querer nivelar por baixo, porque quem recebe 30 mil e ganha 20%, o aumento é de 6 mil; e quem ganha 1 mil recebe aumento de 200. A meu ver, seria uma forma de diminuir a diferença hoje existente.

Ignazio Gandolfo

gandolfo10@hotmail.com

São Paulo

Reajuste vergonhoso

Ah, como seria ótimo se os ministros do STF tivessem a sensibilidade de jugar temerário um reajuste de seus proventos no momento em que o País enfrenta um monstruoso déficit nas contas públicas! Mas, infelizmente, não foi isso o que ocorreu, porque o presidente do STF, Dias Toffoli, como chefe deste corporativismo fétido, pressionou o presidente do Senado, Eunício de Oliveira (que também se lixa para as contas públicas) para que fosse votado e aprovado, como foi, o aumento de 16,38%! Esse reajuste fora de hora, vergonhoso, para os ministros do STF vai elevar seus soldos dos atuais R$ 33,7 mil que recebem mensalmente (fora os penduricalhos excrescentes) para R$ 39,2 mil, em 2019! E vai onerar os cofres públicos no próximo ano em mais R$ 5 bilhões. Sem contar que este será o teto para o funcionalismo, e certamente, como efeito-cascata, atingirá outros setores dos servidores que também serão reajustados, aumentando ainda mais o rombo nas contas públicas. É doloroso, mas pura realidade: os 41 votos a favor deste escabroso reajuste saíram dos senadores dos seguintes partidos: PMB, PSDB, DEM, PT, PDT, PSB, PSD, PTB, PR, PP, PRB, PROS e Podemos. Gente que não honra os votos que recebe nas urnas.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

À espera do último prego

Impressionante a velocidade de decomposição do PSDB! Nove dos onze senadores da legenda votaram a favor (!) do reajuste de 16% para o STF, revisão sabidamente inoportuna ante o estado falimentar em que vive o País, e que vai pressionar em mais R$ 4 bilhões - valor estimado - o já imenso déficit nas contas da União e dos Estados federativos, dado o inevitável "efeito-cascata" da medida. Agora o surreal é ver que, dos nove senadores petistas, apenas dois se posicionaram a favor da inoportuna moção. Convenhamos: quando parlamentares do PT, um partido sem história alguma de compromisso com a higidez das contas públicas, agem de forma mais responsável que seus colegas tucanos, é porque o PSDB  - partido no qual sempre votei - está morto e só aguarda alguém que bata o último prego em seu caixão.

Silvio Natal

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

A coerência do PT

Coerente o Partido dos Trabalhadores (PT) quando se desespera e tenta impugnar a nomeação de Sérgio Moro para futuro ministro da Justiça. O brilhante juiz já deixou claro que seu objetivo será atacar a corrupção, lavagem de dinheiro (caixa 2), etc., que foram e ainda devem ser práticas criminosas necessárias para a sobrevivência do PT. 

José Sebastião de Paiva

jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

Desprendimento

Reforcei minha admiração por Sérgio Moro ao ler a entrevista com Gherardo Colombo (8/11, A12). O juiz italiano e muitos dos seus colegas citados não aceitariam indicações para a administração pública antes de uma quarentena. Qual o objetivo? Evitar arranhões na sua reputação. Bem egocentrados, não? Moro, o juiz brasileiro, corajosamente colocou os interesses de seus conterrâneos acima dos seus. Agradeço seu desprendimento.

Sandra Maria Gonçalves

sandgon@terra.com.br

São Paulo

O moro dos EUA

Imaginem se Jair Bolsonaro colocasse no Ministério da Justiça um irmão dele? Foi exatamente o que fez o grande presidente democrata americano John Kennedy, que nomeou seu irmão Bob Kennedy, que no começo dos anos 60 era o Sérgio Moro dos EUA e que no exercício do cargo foi duríssimo contra a máfia americana, o crime organizado e contra políticos corruptos. 

Luiz Henrique Penchiari Junior

lpenchiari@gmail.com

Vinhedo 

Bolsonaro e a desilusão de Veríssimo

Em sua crônica de 8/11, sob o título "Desilusões" (página C8), Luís Fernando Veríssimo aponta como uma delas a "votação maciça para presidente de um homem notoriamente despreparado para o cargo por eleitores desiludidos e iludidos". Não votei no segundo turno, mas das palavras do ilustre cronista deduzo que, sendo o segundo turno uma mera escolha entre dois, o oponente do eleito é notoriamente preparado para o mesmo cargo. Tal como foram Lula e Dilma. Ponto. Adiante, comenta a farsa de esquecer o passado e questiona sobre o que se esclarecerá primeiro: a bomba do Riocentro ou o assassinato da vereadora Marielle. À ironia respondo com outra: o que se esclarecerá primeiro: o assassinato de Celso Daniel ou de Toninho do PT? Ponto final. Nota: prefiro o Veríssimo humorista ou crônico apolítico, que nunca deixo de ler.

Paulo M. B. de Araujo

pmbapb@gmail.com

Rio de Janeiro 

Esperança

Dá para entender a desilusão do sr. Veríssimo (8/11, C8) com os rumos do País e até mesmo, quem diria, com o próprio PT. Mas talvez haja razões para ter alguma esperança. Vamos a elas. Quem sabe pelo menos uma parte da retórica de campanha do vencedor não seja mais do que isto: retórica. Talvez o Barão de Itararé, pelo menos desta vez, esteja errado e de onde menos se espera saia algo de bom. Pode ser que Sérgio Moro no Ministério da Justiça consiga reduzir a corrupção e combater efetivamente o crime organizado. E, como um alento para Veríssimo, vamos lembrar que os processos de Lula em andamento passarão a ser julgados por outro juiz. Já pensaram que, se ele for inocentado, a tese de perseguição da defesa ganhará força e, talvez, Gilmar Mendes resolva soltar o "cara"? Vamos esperar para ver no que isso vai dar... E, por fim, sempre podemos evocar o ilustre Tiririca, do "pior que está não fica".

Vito Labate Neto

vitolabate@terra.com.br

Mairiporã

Perdidos

Quem viu a última página do "Caderno 2" de 8/11 e leu o artigo "Desilusões", sentiu o quanto está perdido não só Veríssimo, mas todos os petistas, e principalmente ele, quando foi eleito Jair Bolsonaro, um homem despreparado para a Presidência da República. Veríssimo e muitos outros lulistas expõem opiniões como esta e, quando colocada na mesa, pode-se dela discordar. O efeito desse julgamento é para espantar, porque muito menos preparado que o atual eleito foi Lula, que desde seu aparecimento na política sindical foi apenas para servir como burro atrelado para puxar uma carroça comunista cujos condutores foram "intelectuais" vermelhos que se aproveitaram dele para, mesmo que via eleitoral, tomar o Estado, e não se conformam com sua perda. Bolsonaro não é um "intelectual", mas um militar com formação na respeitada Academia Militar de Agulhas Negras, e ficou no Exército até ser capitão. Convenhamos, sua preparação estudantil não é desprezível, até porque vários intelectuais têm mandado no País, mas foram uma decepção.

Laércio Zanini

spettro@uol.com.br

Garça

Veríssimo

Desde 8/11 considero-o um intelectualoide metido a humorista, esquerdoide doende, um mascarado lulista.

Mário Fonseca Pares Junior

contato.faz.santana@hotmail.com

Socorro

Desilusões

A desilusão com Luís Fernando Verissimo e com os jornais que insistem em publicar seus textos persiste. Sargento Kosel, tenente Mendes e mais 120 vítimas, conhecidas ou ilustres desconhecidos, também podem voltar.

Marco Antonio Esteves Balbi

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

Resistência e desrespeito

Que a esquerda derrotada nas eleições tenha todo o direito à frustração e ao desapontamento é plenamente compreensível e organizar oposição ao futuro governo é o minimamente esperado. Agora, conferir o nome de "resistência" à oposição ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, além de incoerente, exagerado e descabido, configura profundo desrespeito ao verdadeiro movimento heroico de resistência organizado por civis em diversos países europeus contra a ocupação nazista na segunda grande guerra, muitos dos quais foram torturados e mortos. Bolsonaro foi democraticamente eleito e seu governo nem começou. Se a esquerda tivesse o mínimo de hombridade, modificaria imediatamente essa palavra. Não é o que se espera. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

Uma escolha de baixo para cima

A vitória de Jair Bolsonaro foi a maior demonstração de democracia da história moderna. A vitória de um homem esfaqueado, sem sair de casa e sem recursos, cuja campanha foi feita pelo povo!

Eugênio José Alati

eugenioalati13@gmail.com

Campinas 

Opções

"Estou preocupada com as opções feitas pelos brasileiros." Palavras de ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferidas durante recente seminário sobre os 30 anos da Constituição federal, cuja guarda é de responsabilidade da instituição, mantida pela sociedade brasileira a um alto custo, na qual exerce o importante cargo. Apesar de não especificar a que tipo de "opção" se refere, transparece a intenção sub-reptícia de se declarar parte da equipe de arautos que, como representantes dos perdedores das últimas eleições, está procurando flancos supostamente frágeis da estrutura do futuro governo que nem acabou de ser formada, não no sentido de apresentar oposição consciente, mas para obstruí-lo, em atitude revanchista. Seria mais edificante e exemplar de sua parte que, do alto da sua meritória função no órgão máximo de um dos poderes da República, injetasse ânimo e esperança na população de um país arrasado pelas experiências petistas dos últimos 15 anos. Não é momento de lançar dúvidas e preocupações ainda infundadas sobre os bons propósitos da nova equipe, de encarar as enormes dificuldades que terá pela frente. É chegado o momento de pensar mais no Brasil, e não de tentar interpretar as opções dos brasileiros.

Paulo Roberto Gotaç

pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

Posse e poder

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, toma posse no dia 1.º de janeiro de 2019. E Zé Dirceu, quando toma o poder?

Ariovaldo J. Geraissate

ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo 

As mudanças e o equilíbrio desejado

Passadas as eleições, chegou a hora do equilíbrio. O País deverá passar por grandes transformações e, muito mais do que uma guinada à direita, terá de contar com o bom senso, tanto dos que entram quanto dos que saem ou já saíram. A nomeação de Sérgio Moro para a Justiça é uma esperança e tudo o que se fizer contra é tentativa de impedir o avanço. A escolha de ministros sem a barganha por votos congressuais conferirá mais respeitabilidade ao novo governo. Espera-se que o Executivo tenha condições e equilíbrio para atender às demandas do povo, o Legislativo seja capaz de exercer a sua tarefa legal e fiscalizadora e o Judiciário constitua o desejável poder moderador garantindo o equilíbrio dos outros poderes sem, contudo, usurpar-lhes funções. O momento é de virada. Precisamos desaparelhar o governo, dele extirpar os cabides de emprego e eliminar a militância de esquerda. A Educação precisa ser desideologizada, a Saúde melhorada e a voracidade tributária contida. A segurança pública, o sistema penal e os controles sociais devem ser ativos e também fugirem da ideologia, pois existem para servir e garantir o equilíbrio e a salubridade da vida da população. O serviço público tem de ser para todos.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

Uma Lava Jato para o crime organizado

Sérgio Moro quer uma Operação Lava Jato para o crime organizado. Será que Marcola vai contratar o advogado Christiano Zanin para dizer que é perseguição de Moro?

Elvio M. Lagazzi

elvio.babi@hotmail.com

São Paulo

A pergunta da Justiça

A pergunta a ser respondida pelos responsáveis pela Justiça não é se o principal é segurança pública ou corrupção, como colocou o ministro Gilmar Mendes. Mas se vivemos num Estado de Direito ou num Estado onde os principais inimigos da sociedade são inimputáveis pois têm mais direitos do que os demais.

Jorge A. Nurkin

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

Bandidos com fuzis no Rio de Janeiro

Quando a guerra é longe das vistas, procedimentos radicais são mais toleráveis? Parece que sim, pois há muito vige a lei do abate de aeronaves, com óbvia morte dos seus pilotos sem celeumas, lá para os lados de Cucui de las Palomas. Aeronaves suspeitas, se não atenderem à ordem de pouso, devem ser destruídas. Qual é a grande diferença para o abate de bandidos portando armas nos seus redutos? Bandidos armados são risco iminente, enquanto aeronaves normalmente estão desarmadas, embora carreguem alguma espécie de contrabando, mas sem risco imediato para a população. Devemos lutar contra a hipocrisia do politicamente correto!

Paulo Roberto Santos

prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

Estados em crise

O editorial do "Estadão" de 5/11 falava sobre a grave crise dos Estados que não têm verbas e pedem socorro à União. Totalmente errado! Os Estados devem administrar suas contas de forma a não precisar recorrer à União, que já está quebrada e não tem dinheiro para emprestar. É só não dar o passo maior do que a perna e pronto. Os governadores já sabem que podem contar com a União, como são os casos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, e por isso abusam. Uma das tarefas do novo presidente deveria ser acabar com esta farra.

Károly J. Gombert

kjgombert@gmail.com

Vinhedo

Péssima administração

A Petrobrás divulgou seu Relatório ao Mercado Financeiro referente ao período de janeiro a setembro de 2018. O endividamento total consolidado da companhia é de R$ 352 bilhões. O lucro líquido do terceiro trimestre de 2018 foi de apenas R$ 6,9 bilhões, ante R$ 9,69 bilhões do trimestre anterior. O patrimônio líquido da empresa é de apenas R$ 296 bilhões, ou seja, 84% do valor da dívida. O desempenho da petroleira brasileira é vergonhoso, visto que está totalmente endividada e até hoje não aprendeu a cortar os gastos na carne. Nenhuma petroleira do mundo tem um desempenho tão ruim quanto a Petrobrás.

José Carlos Saraiva da Costa

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Profissionais e amadores

Confesso que iniciei a leitura do artigo de Eugênio Bucci "Do tiririquismo ao bolsonarismo" (8/11, A2) imaginando tratar-se de interpretação humorística de nossa vida política. No decorrer da leitura entendi tratar-se de uma "interpretação séria" de eventos históricos em recentes anos. Apoiando-se também em editoriais do "Estadão", o autor apresenta uma análise de uma suposta evolução ideológica, ele mesmo confessa que "(...) parece um tanto ilógica, mas ocorre de fato". E partindo da figura do "(...) nanico agigantado, barbudo e calvo cujo nome era Enéas (...)". Deixemos de lado essa visão bastante preconceituosa e constatemos a conexão feita por Bucci, ligando Enéas a Tiririca, com uma pretensa análise política, e mais a explicação da expressão "tiririquismo" como uma bem definida significação política ou social. São os saltos e manobras dignas de acrobacia sociopolítica, que nada mais é que o velho truque de desmoralizar o outro sem argumentar contra: Jair Bolsonaro passa a ser uma nova versão de Tiririca! Em seguida, afirma, seguindo interpretação de editorial do "Estado", que "(...) ninguém sabe quais são as ideias do presidente eleito (...)". Aparentemente, Bolsonaro é um fenômeno em si mesmo, não é eleito por 57 milhões de pessoas que teriam votado por simples reação. É o cúmulo da interpretação com "punhos de renda", digna da distância com que parcelas importantes da chamada "inteligência" veem o processo político brasileiro. Várias manifestações a partir de 2013 não significaram nada. Os 57 milhões não têm qualquer ideia do que desejam, do futuro que desejam para o País e assim por diante. Como não seguem os padrões intelectuais de plantão, são aberrações! Será que estes 57 milhões não querem apenas e simplesmente menos corrupção, emprego com crescimento econômico (sem os fabulosos planos governamentais das últimas décadas) e segurança na rua? Será que tais ideias são simples demais, não representam uma plataforma politica séria e importante? E será que os primeiros dias dos "amadores" Bolsonaro e equipe não sinalizam tais objetivos? Será que Moro e Guedes não são indícios suficientes de uma nova situação? Será que os "professores" e "intelectuais" que entendem de tudo o que ocorreu nos últimos anos podem assumir por uns tempos que podem ter errado em suas "interpretações" e análises e que 57 milhões sabem o que querem, sendo tais desejos e planos bem simples e diretos, não necessitando de planos e ideias mais elaborados? Senhores profissionais, deixem os amadores tentarem pelo menos! Informo que Bolsonaro não foi minha primeira opção na eleição.

José M. R. Bastos

jmrbastos@coreconsp.org.br

São Paulo

A voz do povo é a voz de Deus

O articulista Eugênio Bucci retomou de forma cáustica o tema do editorial "Salto no escuro", de 29 de outubro deste ano. Afinal de contas: "Vox populi, vox dei!" Considero que deveria, também, ter abordado de forma incisiva a qualidade qualificativa, que julgasse próprias, dos atores principais anteriores que permitiram que o País chegasse aos graves problemas econômicos, de segurança, de saúde, de educação e à corrupção sistêmica que foi rechaçada veementemente pelos eleitores. Que tal ser dado um crédito de confiança ao presidente eleito e escolhido legítima e democraticamente por 57.797.456 de votos válidos?

Luiz Fernando Pinto Bahia

lfpbahia@outlook.com

São Paulo

Soro

Para se livrar da "Jararaca" e de seu séquito, o soro antiofídico do momento foi o sr. Jair Bolsonaro. Entendeu os votos nesta eleição, sr. Eugênio Bucci? Ou precisa desenhar? 

   

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Lamentável

Lamentável, o sr. Bucci ainda não se deu conta de que mais lamentável que o "tiririquismo" e o "bolsonarismo" (8/11, A2) é o "intelectualoidismo" uspiano, que tão intensa e claramente encarna. Para este espécime, o povo é uma ficção cerebrina que sempre erra quando opta por pessoas e tentativas de soluções fora do que pensam dos seus cânones gramscianos politicamente corretos, ora lulopetistas. Levar à Presidência da República um malandro semianalfabeto ou uma tatibitate incapaz de gerir uma "loja de R$ 1,99" merece aplausos. É o povo na sua sabedoria gloriosa. Se este povo, engrossado por uma classe média cansada da incompetência, da desonestidade, da ideologia malsã e de um doentio politicamente correto, decide dizer não, a escolha é um risco, as opções são doentias e o escambau. Francamente, entre as opções intelectualoides vivendo no seu mundinho regado a whisky e alimentado a gramscismos indigestos e analfabetos com alma de gângster, amorais sem limites ou gente com uma visão do mundo de eficiência, moralidade e respeito aos pilares de nossa tradição judaico-cristã, fico com estes.

Alexandre de Macedo Marques

ammarques@uol.com.br

São Paulo

Voto desrespeitado

Novamente, o fervoroso militante do PT Eugênio Bucci, que se intitula "jornalista e professor", desrespeita os leitores do jornal e os eleitores de Bolsonaro taxando-os de "cegos e selvagens". Tenho pena de seus alunos, que têm de passar pela ideologia pregada por este cidadão, que de racional não tem nada. Julgo um desprestígio para o "Estado" manter esta coluna, um verdadeiro lixo.

José Roberto Lourenço de Vita

jrldevita@hotmail.com

São Paulo

Bolsonaro não é Tiririca

Qual é o critério do melhor jornal do País para publicar enormes artigos? Um cidadão que compara Bolsonaro a Tiririca não merece um espaço tão grande (8/11, A2). Tiririca recebeu 1,5 milhão de votos de analfabetos funcionais. Já Bolsonaro recebeu 55 milhões de votos da classe média, nenhum dos quais de bolsa-famélicos. O autor, como a maioria dos comentaristas, não entendeu patavina do que aconteceu e ainda acontecerá no País! Nos últimos 16 anos o País migrou da ignorância para a mediocridade nos dois polos: rico e pobre. Só a classe média interiorana entendeu o que estava acontecendo e se uniu como uma força viva invencível para tirar o País da lama. Bolsonaro percebeu que era hora de se expor e enfrentar o absurdo que estava ocorrendo com as famílias e chegou para atender à enorme demanda surgida em 2013 e não satisfeita até agora. Basta de rancor e inveja. O líder de que o Brasil precisava já surgiu e vai derrotar estas vozes roucas da mídia disfarçada de intelectualidade.

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Pós-eleição

Não adianta chorar lágrimas vermelhas de raiva. Duas citações do presidente da Eurásia explicam as principais causas da derrota do candidato do PT na eleição presidencial deste ano: o grande descontentamento com a corrupção, em que o PT é o campeão e com uma imensa ficha corrida; e os serviços públicos que não evoluíram. Finalizando a recessão e o desemprego (em "Do tiririquismo ao bolsonarismo", 8/11, A2).

José Luiz Abraços

octopus1@uol.com.br

São Paulo

Bolsonaro

Independentemente da imensa torcida brasileira formada por 57 milhões de eleitores que votaram por um Brasil melhor, mais honesto, mais ético, mais justo e mais seguro de se viver, nosso presidente eleito não tem como não ser o campeão em quem tanta fé depositamos, pois, como diria Zagallo, Jair Bolsonaro tem 13 letras.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro 

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