Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

14 Novembro 2018 | 02h00

Pré-governo Bolsonaro

Corte de cargos

O presidente eleito Jair Bolsonaro, conforme a manchete do Estadão de ontem, vai promover corte de cargos em bancos estatais. Excelente iniciativa. Analisando os dispêndios com as indicações políticas em Brasília, nos Estados e nos mais de 5 mil municípios para as organizações escolares, de saúde, segurança, etc., observa-se que o custo resultante da falta de estrutura e de profissionalismo é muito maior para o País até do que o desperdício nas estatais. A solução para esse problema tradicional é a proibição pura e simples de tais indicações, com punição para os infratores. A implementação dessa medida exigirá divulgação geral, visando ao conhecimento e colaboração da população. Ao fim de um prazo que se estima relativamente longo, os resultados possibilitarão ao Brasil, enfim, entrar no rol dos países prósperos e desenvolvidos. Há que ponderar ainda que as funções de governo são muito importantes para acharmos que a única solução é privatizar.

Darcy Andrade de Almeida

dalmeida1@uol.com.br

São Paulo

Apaniguados, tremei!

Trabalho hercúleo esse a que se propõe Bolsonaro, de abrir a caixa-preta dos cargos comissionados nas instituições federais. Comenta-se que os números, embora não sabidos com precisão, são de arrepiar. Fala-se em 25 mil, mas há quem aposte em mais de 100 mil apadrinhados a morcegar avidamente nas tetas da viúva. E pior: a maior parte deles seria remanescente do grande aparelhamento lulopetista, gente que não larga o osso de forma alguma. Oxalá o novo presidente não se limite à retórica, ponha em prática tal devassa, tenha sucesso e inspire as esferas estaduais e municipais a emular o exemplo e pôr termo a aventadas 800 mil sinecuras que se esparramam por esse Brasilzão de Deus, ao custo de R$ 32 bilhões.

Joaquim Quintino Filho

jqf@terra.com.br

Pirassununga

Caixa-preta

A luz sobre o BNDES vai escurecer a vida de muita gente...

A. Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

Pressão sobre o eleito

Tenho acompanhado pela mídia a pressão que alguns inconformados estão fazendo sobre Bolsonaro por causa da redução do número de ministérios. Isso em parte se dá por influência de empregados nos órgãos a serem extintos e que foram devidamente aparelhados pelos governos anteriores. Bolsonaro deve se impor, pois essa cambada associada aos políticos que a indicaram quer minar a autoridade do futuro presidente da República para que tudo dê errado. Então, já no primeiro dia do seu mandato deve demitir essa canalha. Senão acabará antes de começar.

Iria de Sá Dodde

iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

É claro que Bolsonaro vai sofrer muita pressão contra o corte de ministérios. Vamos ter a maior liquidação de “cabides” da História do Brasil!

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

A união faz a força

É hora de nos unirmos em torno do novo presidente. Não votei nele, votei contra o PT. Nunca acreditei nem nele, nem em nenhum outro candidato como capaz de nos tirar da crise, assim como nunca o Brasil esteve bem sem que o Primeiro Mundo nos estivesse puxando para cima. Mas todos juntos temos uma chance de sucesso. E quando digo todos são todos mesmo. Com os meios de comunicação liderando, somando, chamando cada um para essa grande corrente. Seremos os brasileiros buscando um novo País, que ande com as próprias pernas, vibrando na busca de nossas metas. Nada de pessimismo, nada de negatividade. É para a frente que o Brasil precisa andar.

Luiz Augusto Casseb Nahuz

luiz.nahuz@gmail.com

São Paulo

Palavras cruzadas

O jovem Jair Messias

Que bom ver de novo nas páginas do Estadão do último domingo aquelas palavras cruzadas inteligentes, bem diferentes das atuais “diretas”. Naquele tempo os leitores colaboravam, essas que vimos publicadas foram feitas por um jovem interiorano paulista, que agora foi eleito e será o nosso presidente a partir de 1.º/1/2019, mas na época era apenas um adolescente esforçado, que trabalhava na entrega dos jornais e procurava aprender português. Seria uma boa ideia voltar a publicar esse tipo de palavras cruzadas. As atuais “diretas” vêm frequentemente com conceitos errados e não contribuem para o aprimoramento dos leitores.

Sarah de Castro F. Barbosa

sarahdecfontesbarbosa@gmail.com

São Paulo

Contas públicas

O dilema de Temer

O presidente Michel Temer enfrenta um dilema de grande significado para ele e para o Brasil: vetar ou não o absurdo e imoral aumento de salário para o Judiciário. Em jogo, também, o fim do auxílio-moradia, que acabou sendo incorporado aos vencimentos dos magistrados, mesmo eles tendo imóveis próprios e sem nenhuma necessidade do auxílio. Entretanto, malandramente, os nossos “defensores da Justiça” querem trocar algo imoral por outra indecência, já que o pobre trabalhador aposentado teve apenas 2% de reposição de perdas. Para eles, que já desfrutam altíssimos salários, a perda é muito maior, porque fazem parte de uma “elite” que não quer abrir mão de seus luxos pagos com dinheiro do contribuinte. A Temer restam dois caminhos: vetar patrioticamente, melhorar sua desgastada imagem perante a população e evitar que o Brasil comprometa ainda mais sua fragilizada economia, ou conceder o reajuste e viver na ilusão de que será “aliviado” no acerto de contas com a Justiça quando perder o foro privilegiado e a imunidade, a partir de 1.º de janeiro. O Judiciário não está nem um pouco preocupado em aumentar o rombo do País. E ao presidente Temer o que mais importa, seu interesse pessoal ou o da Nação?

Elias Skaf

eskaf@hotmail.com

São Paulo

Coerência e grandeza

O presidente Temer bem que poderia ter um gesto de grandeza, patriotismo e coerência no caso do aumento de 16,38%, aprovado pelo Senado, dos salários dos ministros do Supremo Tribunal e seus efeitos colaterais, reproduzindo as palavras do príncipe regente dom Pedro, quando a Coroa portuguesa pressionava por sua volta a Portugal: “Como é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, digam ao povo que veto!”.

Walter Menezes

wm-menezes@uol.com.br

São Roque

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Escola sem Achaque

Quem teve a oportunidade e o privilégio de frequentar um curso superior numa das várias universidades tradicionais brasileiras entende muito bem - só não entende quem não quer - as várias facetas que envolvem o projeto Escola sem Partido. Estes espaços, além de proverem a qualificação técnica necessária, deveriam também ser o lugar de desenvolvimento da formação humanista e política do indivíduo, por meio do livre debate e da reflexão, como afirmam reitores contrários ao projeto. É aí que entra o porém de toda esta história. Embora extremismos existam, seja de um lado ou de outro, os da esquerda, capitaneados pelo Partido dos Trabalhadores (PT), sempre foram os mais intensos e francamente apologéticos, sem nunca hesitar em adentrar o terreno do achaque e do bullying para promover o famoso apanágio petista do "nós" e "eles". Se os reitores contrários ao Escola sem Partido entendem que o projeto fere a liberdade e o livre debate, deveriam igualmente não só se manifestar, mas sobretudo agir contra as ações descaradamente doutrinárias de grupos extremistas.

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

Proselitismo ideológico

"Entenda o que propõe o programa Escola Sem Partido" ("Estadão", 13/11/2018). A matéria detalha os objetivos da Escola sem Partido, bem como as objeções de seus adversários, sintetizadas no fato de que não poderia haver "censura". Omitiu que os adversários esquerdistas, apesar de as leis vigentes não permitirem, se consideram acima do bem e do mal, bem como com o direito de continuar o proselitismo ideológico em sala de aula, que a rigor não deixa de ser um assédio moral sobre pessoas sob sua autoridade da cátedra, principalmente quando menores, o que na realidade seria algo assemelhado a uma pornografia ideológica imposta.                     

Ulf Hermann Mondl

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

Os dois lados

Professores das principais universidades públicas procuram doutrinar seus alunos defendendo ideologia esquerdista. Já ouvi de alguns universitários que, assistindo a aulas do mestre fulano de tal, você passa a apoiar o PT e o MST, por exemplo. Cursinhos universitários recomendam aos alunos, caso enfrentem uma questão discursiva em que o tema envolva os movimentos sociais apoiados pelo PT, escreva favoravelmente, mesmo que não concorde. Recentemente, algumas universidades públicas ministraram curso defendendo a tese absurda da inconstitucionalidade do impeachment de Dilma Rousseff. A liberdade de cátedra é bem-vinda, desde que o professor mostre os dois lados da questão.

José A. Muller

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

Autonomia universitária

É importante ressaltar o quanto é necessário proteger e preservar a autonomia universitária, conquistada a tanto custo pelos estudantes e docentes de outros tempos, quando ainda submetíamo-nos aos arbítrios e desmandos de autoridades dentro das nossas cidadelas. Como estudante da Universidade de São Paulo (USP), tenho muita felicidade em ler as palavras do magnífico reitor professor Vahan, que em muito honrou seu título, e o editorial de terça-feira do "Estado" ("A radicalização nas universidades"), que fez um necessário e prudente apelo à calma e à desradicalização nas universidades. Só num ambiente aberto, livre e menos acalorado poderemos cumprir nosso papel: aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o conhecimento.

João Otávio Paes de Barros

joaopdbarros@usp.br

São Paulo

Guerras universitárias

Tomando como exemplo maior a USP ("Universidade do Socialismo Puro"), segundo se pode verificar no contato com alunos e até com professores, o comando da esquerda universitária reside na USP, de onde proliferam as ordens e insinuações para todos contra o que chamam de "direita". Assim, o patrulhamento dentro da universidade é sobremaneira eficiente e constante, compelindo os que pensam adversamente a serem objeto até de execrações. Na realidade, a universidade não pode ser palco para batalhas ideológicas acirradas e agressivas, mas teatro das controvérsias e troca de ideias. Entretanto, a pacificação dos agressivos e inconformados virá com o tempo, com o advento da era da realidade no planeta, quando todas as ideias que desejam impor o controle de todos por uma minoria forte e amparada pelo poder, realmente, cairão e serão substituídas por pensamentos democráticos e competitivos dentro dos caminhos da meritocracia.

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

A nefasta ação de extremistas

Ah, estes extremistas (de qualquer lado do espectro político e social), extremados, estressados, raivosos e violentos! Acredito que a expressiva maioria do mundo acadêmico, nas universidades, seja constituída por elementos que têm plena noção de sua responsabilidade na discussão dos temas que ali se colocam em discussão. Divergências há, sempre houve e sempre haverá. E o necessário confronto, no campo das ideias, é absolutamente necessário e pertinente e não deve nem precisa ser regulado por ninguém. Infelizmente também, e significativamente, nas universidades a ação dos extremistas, fanáticos e radicais tumultua o que poderia e deveria ser uma atividade normal. Esse tipo de ação está presente em todos os debates, dentro e fora da universidade, e acaba por gerar resultados que não são os melhores para a sociedade. Esta se vê, frequentemente, obrigada a ter de optar, encurralada, entre o ruim e o menos pior. E assim desperdiçam-se chances e mais chances de evoluirmos. Até quando vamos permitir e de que forma podemos impedir que minorias tumultuem o jogo saudável que a maioria sabe e pode jogar? 

Hélio Alves Ferreira

hafstruct@hotmail.com

São Paulo

Doutrinação

O professor está ganhando para quê? Transmitir a matéria, e só. Que dê seus pitacos à sua família, que tem de ouvi-lo. 

André C. Frohnknecht

caxumba888@gmail.com

São Paulo

Debates, crenças e maturidade

Sou a favor de debates acalorados, em que as ideias expostas sejam claras e abrangentes, com a lucidez e o conhecimento das causas, pois já os mesmos debates com características pré-formadas, dos mesmos cânticos, nos expõem como uma lira sem som o anacronismo do ritmo dos atabaques e os gritos e apitos dos insensatos, depois, uma barbárie revoltante exposta, aí temos de começar de novo.

Joao Luiz Piccioni

piccionijl@gmail.com

São Paulo 

Urgência na educação

Ao perceber que a grande preocupação do governo com a educação se refere à aprovação da lei Escola sem Partido, fico me perguntando se este governo já entrou numa escola pública da rede estadual, com seus salários defasados, seus professores desestimulados, falta de segurança, dificuldades de manutenção, etc., etc., etc.

Maria Ísis Meirelles Monteiro de Barros

misismb@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

As causas do colapso

Uma das principais causas do colapso do Brasil é o desprezo pela educação. Um país que despreza o ensino, os professores e a educação jamais prosperará. O ex-presidente Lula nunca escondeu seu desprezo pela educação formal e sempre se vangloriou de sua falta de estudo. O resultado está aí: o País atolado numa interminável crise institucional, recessão, desemprego altíssimo, criminalidade absurda. A verdadeira herança maldita do PT é o aviltamento da educação. Cabe ao novo governo se livrar da máquina de doutrinação comunista que existe nas universidade públicas brasileiras e recolocar os professores, o ensino e a educação no ponto mais alto entre as prioridades da Nação. 

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Alhos por bugalhos

A imaginação das nossas autoridades é de tirar o chapéu. Ante a justa indignação da sociedade contra o auxílio-moradia aos juízes, exigindo o fim dessa gratificação, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram um reajuste de seus vencimentos de 16,38%, que atingirá os vencimentos de todos os juízes do País. É um adicional que atualmente é de R$ 4.377,73 mensais. Sua existência é tão injustificável que mesmo aquele que reside em imóvel próprio faz jus ao seu recebimento, assim como, em casos isolados, um casal de juízes que habita a mesma residência, de propriedades de ambos, mas cada um continua recebendo o penduricalho. Por todas essas situações e considerando que cada um de nós, inclusive os desempregados, arca com tais adicionais, a população passou a exigir que essa excrescência seja abolida de vez. A situação se agravou quando os ministros do STF aprovaram um reajuste de seus vencimentos em 16,4%, que se estenderá a toda a categoria da área da Justiça. Isso num quadro dramático da população, que tem hoje 13 milhões de desempregados e outros tantos sobrevivendo dos chamados bicos, os quais, aliás, também sustentarão esse acréscimo. Ante a possibilidade de esse adicional ser extinto, os nobres ministros propuseram o citado reajuste, aumentando a ira geral. Ele foi aprovado pelo Senado Federal, em deslavada manobra de seu presidente, que, não conseguindo se reeleger, quer que a população se dane. Agora, o presidente Michel Temer, num ato de "defesa" das já combalidas contas públicas, "exige" que seja extinto o famigerado auxílio, para não vetar o imoral reajuste. Mas, ao compararmos o que deixará de ser pago com o atual valor do auxílio residência, R$ 4.377,73, com o valor do acréscimo do reajuste, que será de R$ 5.500,00, escancara-se a malandragem de manobra, ou seja, um acréscimo mensal real de R$ 1.122,27 aos ministros. Resumo da ópera, os juízes terão um acréscimo de reajuste pouco acima de 3% trocando alhos por bugalhos. Todo o restante da classe de servidores do Judiciário deverá receber reajustes em seus vencimentos, guardadas as devidas diferenças entre cada uma das categorias.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Um País ao contrário

O Senado Federal aprovou reajuste salarial de 16,38% dos ministros do Supremo Tribunal Federal. É importante que façamos a comparação: os países desenvolvidos gastam 0,7% do PIB com o Judiciário e 6,5% com a Saúde. O Brasil gastou 1,4% do PIB com o Judiciário em 2016 (e esse número será maior com a aprovação do aumento) e 3,8% do PIB com a Saúde. Se aprovar o aumento, o presidente Michel Temer entrará para a História, pois seremos denominados um país ao contrário: gastamos com o Judiciário o dobro do que os países do Primeiro Mundo e, com a Saúde, quase a metade do que eles gastam.  

Irene Maria Dell'Avanzi

irenedellavanzi@hotmail.com

Itapetininga

O clã Paes de Andrade

O que há com este povo amigo, nossos irmãos cearenses, que de 20 em 20 anos dão uma tremenda mancada furando o bolso do contribuinte? Em 1989, o presidente em exercício Antônio Paes de Andrade, presidente da Câmara na gestão José Sarney (seu vice), assumindo a Presidência da República por várias vezes, na derradeira não aguentou: mandou recapear a pista do aeroporto da pequena Mombaça, no sertão do Ceará, e para lá rumou com o avião presidencial, transferindo a capital da República por alguns dias, lotado de expressiva comitiva, numa visita oficial (e sem sentido), a veranear, queimando o dinheiro do contribuinte. Ficou conhecido como presidente Mombaça. Agora surge o seu genro, cearense marrudo, senador Eunício Oliveira, que, num sinal de perfídia aos eleitores que não o reelegeram - ou talvez pelas pendências (diversificadas) na Corte Suprema -, dá um empurrãozinho de despedida com a liberação dos 16,38% de aumentos aos ministros STF e segue a rotina em ritmo de embalo nesta festiva ilha da fantasia, desorganizando as planilhas dos gestores, já meio perdidos nas contas, que assumirão dia 1.º de janeiro. 

Arnaldo Cordeiro Montenegro

ac.montenegro@uol.com.br

São Paulo

O PSDB e o aumento do STF

O PSDB sempre vendeu a imagem de que é comprometido com o rigor fiscal das contas públicas, desde FHC, Alckmin e outros caciques. O "Estadão" de 9/11 publicou os nomes dos senadores que votaram a favor e dos que votaram contra o aumento dos proventos do STF. Para surpresa de todos nós, que sempre acreditamos no discurso do PSDB, 10 (dez) senadores do PSDB votaram a favor do aumento, incluindo José Serra. Apenas Ricardo Ferraço, senador do PSDB pelo Espírito Santo, votou contra. Que decepção! 

Avelino B. Schmitt

abschmitt@uol.com.br

São Paulo 

Ponto morto

Após um período sabático de duas semanas ausente de nosso querido país, além da notícia alvissareira recebida na noite do dia 28/10, a bordo do avião, após ter votado pela manhã, dando conta de que o candidato do PT havia sido derrotado por cerca de 10 milhões de votos (Deus ainda é predominantemente brasileiro), fiquei afastado do noticiário político. Descansando meus neurônios. Ao retornar, porém, começo a perceber que, além do enorme benefício representado pelo afastamento dos "petralhas" da Presidência, "tudo tende a permanecer como dantes no quartel de Abrantes". Após as bravatas entremeadas de declarações imbecis (para quem concorria numa eleição), o capitão da reserva eleito para o mais alto posto da Nação dá sinais de que vai manter "o carro em ponto morto". Já é um progresso se considerarmos a marcha à ré em que o País se encontrava com a condução dos embusteiros populistas e corruptos que o antecederam. Na principal e essencial reforma para melhorar as contas públicas, a da Previdência, o discurso foi mudando para "abrandá-la" e "fazê-la aos poucos". Politicamente, já não se fala, como antes, na redução da máquina pública com a eliminação de pelo menos metade dos ministérios. Atrapalhou-se todo quando, querendo ser simpático, tentou agendar um encontro com os atuais líderes do Congresso e depois voltou atrás. É claro que, como chefe do Poder Executivo, ele vai ter de se relacionar bem com os presidentes das duas Casas Legislativas, mas nunca com os atuais, ambos implicados em processos na Justiça. Tem de esperar os novos congressistas eleitos tomarem posse junto com ele e depois costurar uma reunião de aproximação. Percebe-se desde já que o andor da carruagem vai demorar a acontecer, se é que vai acontecer.

José Claudio Marmo Rizzo

jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

Expectativas

O brasileiro consciente que votou em Jair Bolsonaro para presidente da República espera que ele ponha em prática os compromissos que assumiu durante a campanha, como a reforma da Previdência, manter o teto dos gastos públicos, reduzir o número de ministérios, acabar com a corrupção e o crime organizado, reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos, privatizar estatais que dão prejuízo, resgatar a autoridade dos professores em sala de aula, entre outros. É o que se espera para o Brasil do futuro, com empregos, investimentos estrangeiros, juros e inflação baixos, melhoria na saúde, na educação e na segurança e a independência do Banco Central.

José Wilson de Lima Costa

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Joaquim Levy no BNDES

Sou contra a sua indicação para presidente do BNDES. Na minha opinião, seu maior pecado foi não ter recusado o convite de Dilma Rousseff para o Ministério da Fazenda. Ingenuamente, Joaquim Levy emprestou o seu nome para garantir uma sobrevida de quase um ano de governo temerário que antecedeu o impeachment da presidenta.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

Governo em formação

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, está entrando numa das mais difíceis etapas que antecedem o início de seu governo: a escolha de sua equipe de trabalho. Como diz o velho ditado: "Chegou a hora de a onça beber água". Espera-se que nenhum petista, partido que levou o País à bancarrota, faça parte do seu governo, pois o Brasil tem muita gente talentosa, confiável e capacitada para trabalhar em prol de uma sociedade mais esperançosa para seus filhos e netos.

Jose Millei

millei.jose@gmail.com

São Paulo 

Cobrança antecipada

Interessante: pela primeira vez vemos um presidente eleito, que ainda não tomou posse, ser tão cobrado. Esta "esquerdalhada" realmente nunca prestou, e continua.

Carlos E. Barros Rodrigues

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Sérgio Moro na política

Tantas quantas forem as vezes em que o juiz Sérgio Moro for entrevistado, a mesma pergunta terá de ouvir: o senhor vai se candidatar à Presidência da República? É a curiosidade de certos jornalistas rasteiros que apenas especulam e não se interessam pelos problemas do Brasil, que não são poucos. Um presidente que ainda não assumiu e um ministro da Justiça prestes a assumir têm de dar explicações sobre o que pode acontecer daqui a quatro anos? Qual a relevância da pergunta, a não ser especulação e espalhar fogo amigo? E, se Sérgio Moro quiser se candidatar, qual seria o problema? Todos os brasileiros estão ávidos por vê-lo ministro da Justiça. O Brasil foi tomado por uma violência tão feroz, fruto da impunidade, que aterroriza todos os brasileiros. Nossa torcida é para que Moro seja um excelente ministro da Justiça, que consiga realizar suas metas com a ajuda daqueles que o cercam. Do seu sucesso dependerão seus passos. Ele poderá ser um ministro do Supremo. Ou o Supremo ficará pequeno para ele. É esperar para ver. Chegou a hora de parar com a inveja e de torcer contra o Brasil. Ora essa, vamos torcer para que este país dê certo. O benefício será de todos. 

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Ministério da Justiça

Interessante a declaração do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo à "Coluna do Estadão" de 2/11/2018 (A4): "Eu passava 70% do meu tempo cuidando de índio". Como os outros 30% do tempo ele passava consertando as trapalhadas da "presidenta" Dilma Rousseff, não restava tempo para cuidar do que realmente lhe competia como ministro. Seria recomendável que ele lesse o artigo do jornalista Fernando Gabeira oportunamente divulgado na mesma edição do "Estadão", intitulado "Sonhos e realidade", para ter a devida dimensão das falhas cometidas por ele e pela administração que ele defendia, literalmente, com unhas e dentes.

Leonidas M. Miguez

leomiguez@terra.com.br

São Pedro

STJ liberta Joesley Batista 

A divulgação, em maio de 2017, pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, da megadelação do grupo J&F impressionava pelos nomes e números de envolvidos e de valores desviados. Apesar de sua magnitude, foi, ato contínuo, homologada no STF pelo ministro Edson Fachin. Logo se verificou que os controladores do grupo - os irmãos Joesley e Wesley Batista - haviam omitido nomes e falseado informações. O próprio Janot acabou por rescindir o acordo em setembro de 2017. De lá para cá, passado 1 ano e 6 meses, aguarda-se que o antes célere ministro Fachin homologue a rescisão. Enquanto isso, os criminosos confessos permanecem com o benefício de imunidade penal. O que veio servir de mote para que o ministro Nefi Cordeiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinasse a libertação de Joesley Batista, desta vez preso por envolvimento na Operação Capitu. Desse jeito, mais uma vez, safam-se os criminosos e punida só será a vítima de sempre: a população brasileira.

Sergio Ridel

sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

Até quando?

Até quando criminosos poderosos que têm influentes advogados em sua defesa vão continuar a serem soltos? A sinalização das urnas não foi suficiente?

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

O BNDES e a JBS

O BNDES emprestou muito dinheiro à JBS, que, com esses recursos, se tornou o maior grupo do mundo no setor de carnes, mas a empresa dos irmãos Joesley e Wesley tem um grande sócio oculto que nunca se descobriu quem seria. Como todo esse dinheiro foi emprestado a juros de pai para filho durante o governo Lula, quem poderia ser este grande sócio oculto? Só a velhinha de Taubaté não consegue adivinhar.

Aldo Bertolucci

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

Brincando com fogo

O condenado José Dirceu (PT), em lançamento de sua biografia - repleta de corrupção e de fugas -, aproveitou para, em tom jocoso, dizer que podia "pedir música no Fantástico" pelas inúmeras prisões sofridas. Ora, se não fosse o ministro petista Dias Toffoli - que foi seu advogado no passado - colocá-lo em liberdade e sem o uso de tornozeleira eletrônica, não estaria tirando um "sarro" da própria situação. De qualquer forma, com a recente mudança de governo, José Dirceu não percebeu que está, literalmente, brincando com fogo, ou será que já se esqueceu do futuro superministro Sérgio Moro? 

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Para ouvidos incautos

A suposta autoalegada coragem de José Dirceu ao fazer um "mea culpa" em nome do PT só serve para ouvidos juvenis e incautos. Ele nunca teria feito o discurso que fez na PUC (13/11, A6) se Fernando Haddad tivesse sido eleito. Os erros teriam sido varridos para debaixo do tapete. Não há nada mais destruidor do que uma pessoa com QI alto decidida a enganar a juventude. 

Sandra Maria Gonçalves

sandgon@terra.com.br

São Paulo

Democracia

Há algumas décadas, a Nova República instalada e, algum tempo após, a atual Constituição promulgada, um hoje velho político brasileiro, ainda na estrada, lembrava muito bem que a democracia é ruidosa e as ditaduras, silenciosas - que o digam os regimes totalitários de Cuba e da Coreia do Norte, por exemplo. A história recente vem dando sinais de que, por aqui, o pior dos regimes - sem haver outro melhor, segundo Winston Churchill - o ruído é amplificado além do necessário pelo turbulento e inchado sistema partidário, mais de 30 meras siglas que se digladiam sem um mínimo de princípios éticos e com o objetivo único de eternizar privilégios. Além disso, há que manter permanente vigilância, diante de declarações como a de um dos cardeais do PT, condenado por formação de quadrilha, dando conta de que seu grupo "tomará o poder", mesmo que não seja através do voto, embora muitos de seus correligionários se vistam de democratas. Há muito que fazer ainda.

Paulo Roberto Gotaç

pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

Adeus, Lula 

Quando falei, nas eleições (no segundo turno), o que diz agora José Dirceu (PT) - que Jair Messias Bolsonaro tinha forte base social, principalmente nas grandes periferias brasileiras (vejam a votação estrondosa que teve no subúrbio de São Paulo) -, fui xingado por muitos amigos, petistas enrustidos. A verdade continua sendo esta: o povo, especialmente os mais pobres, não querem mais o PT nem Lula. Bolsonaro, agora, é o grande líder popular.

Devanir Amâncio

devaniramancio@hotmail.com

São Paulo

O caso do sítio de Atibaia

Nesta quarta-feira haverá novo interrogatório envolvendo políticos corruptos. A juíza Gabriela Hardt precisará ser firme com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Atualmente, Lula é um presidiário condenado em segunda instância por crimes cometidos. Lula deverá se controlar e responder apenas às perguntas formuladas sobre as reformas executadas no sítio de Atibaia. Os eleitores já se pronunciaram a respeito da rejeição ao Partido dos Trabalhadores e de seus candidatos. Em 2016 o PT foi derrotado nas urnas e em 2018 o resultado se repetiu, de forma ainda mais enfática. Lula está acabado, bem como o seu partido.

José Carlos Saraiva da Costa

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Sítio de Atibaia

Dos depoentes, até mesmo o "dono" não sabia o porquê ou quem pagou a reforma. Aliás, nenhum deles nem ninguém diz quem paga a defesa do "inocente" preso. É...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

Responsabilidade

Os depoentes sobre o sítio de Atibaia, na minha opinião, responsabilizaram a falecida dona Marisa.

Moises Goldstein

mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

O terrorismo do MST

Ouvi pela CBN comentarista criticando Jair Bolsonaro por pretender tipificar as ações do MST como terrorismo porque movimentos sociais devem fazer parte de uma democracia. Movimentos sociais, legitimados juridicamente com CNPJ, regulamentados, responsáveis, por que não? Claro que sim! Mas o MST frequentemente invade armado propriedades produtivas passando trator sobre plantações, destrói e põe fogo em instalações da propriedade, instalando o terror, rouba equipamentos e passa a faca nos tendões dos membros traseiros de bovinos, deixando-os vivos se arrastando ajoelhados pelo pasto. Chegou a destruir 15 anos de pesquisa num centro de biotecnologia, depredando viveiros de mudas de eucaliptos transgênicos em Itapetininga (SP). E este "movimento" nem sequer é regulamentado, não existe como pessoa jurídica. Como não considerá-lo movimento terrorista? Falta algum item para sê-lo? Eles afrontam a Constituição, espalham o medo, desrespeitam o direito à propriedade, matam, roubam, destroem, e daí vem um comentarista da CBN dizer que o MST, como todo movimento social, é inerente ao Estado Democrático de Direito. Ele apenas parte de uma premissa falsa. O MST não é um movimento social, é um bando anarco-comunista a serviço da esquerda bolivariana que pratica atos terroristas, tendo sido sustentado pelos governos do PT e também por dinheiro vindo do exterior, da Via Campesina. Pesquisem a Via Campesina e suas ações no Terceiro Mundo... Como podem mandar dinheiro para o MST, que não tem sequer razão social? O MST tem de se explicar.

Mara Montezuma Assaf

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

Entrevista de FHC

Li a entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao jornal argentino "Clarín". Considerei uma profunda falta de ética do entrevistado em procurar denegrir e desqualificar, no exterior, o presidente democraticamente eleito no País. Para mim, porém, que o conheço há décadas, não houve nenhuma surpresa em sua atitude. Em 1982, entrou ele para um seleto grupo internacional político e financeiro em Washington, chefiado por David Rockefeler, denominado "Diálogo Interamericano", que tem como princípios básicos a erosão do conceito de soberania, da desintegração dos Estados nacionais e de outras "benesses" que é inconveniente mencionar. Quando terminou a guerra fria, Fidel Castro e Luiz Inácio fundaram o maligno Foro de São Paulo, que nos trouxe consequências amargas. De imediato, Lula foi convidado por FHC a entrar no "Diálogo Interamericano". Começou aí a ligação entre eles. Os ataques proferidos contra Bolsonaro são consequência dessa união política. Visaram a defender o seu velho correligionário. O Foro tem alguns objetivos que se assemelham aos do Diálogo. As afinidades entre ambos não param por aí. FHC, em 1989, quando presidente, aprovou a Convenção n.º 169 da Organização Internacional do Trabalho, que permitiu aos povos indígenas realizar acordos internacionais não necessitando de autorização do Congresso Nacional. Lula, presidente em 2007, determinou a Celso Amorim que votasse na ONU a favor da Declaração dos Povos Indígenas, que possibilita a eles sua autonomia e independência em relação aos países onde se encontram localizados. As ONGs interacionais agradeceram. Todos os países que têm reservas votaram contra.  Só o Brasil votou a favor. Cometeram verdadeiros crimes de lesa Pátria. Espero que FHC, em outras oportunidades, respeite mais a terra onde nasceu.

Ricardo Pereira de Miranda

ricarmiran@terra.com.br

Salvador

Mensagem ao ex-presidente

Prezado sr. Fernando Henrique Cardoso, digníssimo ex-presidente do Brasil, na condição de seu ex-eleitor, peço gentileza sair de cena (vá para Paris) ou pare de falar tanta bobagem. Nosso país agora precisa de comentários e ideias inteligentes. Parece até que o senhor se transformou em petista. Ou sempre foi?

André Luis Coutinho

arcouti@uol.com.br

Campinas

Ofensa a 57 milhões

FHC poderia convidar Dilma Rousseff e sair palestrando por aí! Ambos falando mal dos 57 milhões de insanos brasileiros que votaram para mudar esta podridão que nos deixaram! Poderia contar como comprou deputados e senadores para conseguir a reeleição e, depois, como conseguiu perder todas as eleições... "Por qué no te callas?"

Cecilia Centurion

ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

Dos males o menor

Aos amigos paulistas que têm reclamado do seu governador eleito por causa dos nomes divulgados como membros do seu secretariado, incluindo neles o desprezível e onipresente Gilberto Kassab, quero deixar como consolo a certeza de que a eleição de seu oponente teria sido muito pior para São Paulo. Mesmo decepcionante em suas primeiras atitudes, certamente, João Doria é dos males o menor.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro 

Desinformado?

Mas o futuro governador de São Paulo, sr. João Doria, não estava sabendo que o sr. Gilberto Kassab estaria sendo investigado por corrupção na Prefeitura de São Paulo, antes de nomeá-lo um dos seus secretários?

Fernando Silva

forever.annie@terra.com.br

São Paulo

Mais bandidos nas ruas

A notícia do "Estadão" de 12 de novembro é de deixar o carioca e o brasileiro em geral mais temeroso ainda quanto à violência, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pretende anistiar 40% dos presos encarcerados na cadeia e colocá-los nas ruas. Os doutos do CNJ, aqueles que sabem a situação da violência nas cidades, queiram adicionar mais um enxurrada de criminosos, aumentando o índice de assassinatos, roubos e todo tipo de violência. O Brasil odeia esses indultos e ama a ideia de construção de presídios de segurança máxima.                          

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Caravana da miséria

O que acontecerá quando os milhares de pessoas que, autorizadas, atravessam o México para chegar à fronteira com os Estados Unidos? Quem os iludiu de que, ao chegarem àquele marco, os americanos, com pena das mulheres e crianças que conseguirem fazer a travessia embaixo de sol, chuva, com fome e sede, estarão ali, no pórtico do paraíso, e abrirão o portão e deixarão que entrem? Não quero nem imaginar o que acontecerá, mas a culpa maior de uma previsível tragédia cabe aos governos dos países de origem dessa massa de miseráveis que foram estimulados a tamanha desventura. Uma forma cínica de se livrarem de problemas.

Laércio Zanini

spettro@uol.com.br

Garça

Polêmica na TV

Agora, artistas da TV Globo (as mesmas do #Elenão) estão caindo de pau em Silvio Santos por causa da brincadeira que ele fez com a cantora Claudia Leitte. Já o estão acusando até de assédio (justamente artistas de uma TV que mostra certas cenas imorais em suas novelas). Creio que a verdadeira motivação destas "globais" é não perdoar Silvio Santos pelo fato de ele ter elogiado Jair Bolsonaro e Sérgio Moro no programa Teleton.

Marco Cruz

mm.cruz23@gmail.com

São Paulo

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