Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

15 Novembro 2018 | 03h00

MAIS MÉDICOS

Aleluia!

Cuba sai do programa Mais Médicos no Brasil. Aleluia! O País vai parar de financiar a ditadura cubana e de abusar dos seus médicos. Esperemos que os bons profissionais fiquem aqui e passem a receber o valor integral de seus serviços, que foram pagos a Cuba durante cinco anos.

SUELY MANDELBAUM

suely.m@terra.com.br

São Paulo

Agora, os esquerdopatas vão pegar meia dúzia de famílias do interior, fazer uma gravação criticando o nosso presidente eleito e defendendo o governo petista. Todos sabemos como isso funciona. As famílias vão dizer: “Antes tinha médico, agora não”. Todas elas, é claro, devidamente doutrinadas.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Capacitação

Parabéns a Jair Bolsonaro, que já está mostrando serviço antes de começar seu mandato. A contratação dos médicos cubanos pelo PT contraria brutalmente os direitos humanos e as nossas leis trabalhistas - esses profissionais não recebem integralmente os seus salários, a maior parte fica para a ditadura comunista de Cuba. Jair Bolsonaro exigiu que, para continuarem no programa, os ditos médicos teriam de cumprir a nossa legislação e as condições de capacitação exigidas no Brasil, no caso, o Revalida. Sabendo que seus profissionais não passariam nesse exame, o governo de Cuba resolveu extinguir sua participação no programa e levá-los de volta.

BENONE AUGUSTO DE PAIVA

benonepaiva@gmail.com

São Paulo

Regime de escravidão

Entendo que a ideia básica do programa, o atendimento em regiões longínquas à população que tem dificuldade de consultar um médico, é válida. Mas trabalhar sob o regime de escravidão, em que os marajás cubanos ficam com 75% da remuneração desses profissionais, é brincadeira de mau gosto. Cuba ainda tem a cara de pau de dizer que sua participação está “comprometida com os princípios de solidariedade e humanistas”. Isso seria verdade se os salários fossem integralmente pagos aos médicos e eles pudessem trazer a família para cá, tanto que muitos largaram o programa e foram para os EUA. Bastou o presidente eleito Jair Bolsonaro dizer o que qualquer cidadão ético e justo diria sobre acabar com a mordomia da elite castrista que Cuba pulou fora do barco. Tal programa, nos moldes em que foi elaborado, só poderia ter partido do partido dos trambiqueiros.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

CONTAS PÚBLICAS

Cheiro de chantagem

O editorial Uma questão de compostura (14/11, A3), sobre o aumento de 16,38% para os ministros do STF, merece aplausos. É inconcebível que um membro da Corte máxima do País adote atitude que cheira a chantagem. Penso que todos os cidadãos que pagam impostos deveriam deixar claro ao presidente Michel Temer que dele não esperam senão seu veto ao indecoroso aumento. Também se espera do próximo governo que não dê andamento a nenhuma proposta de aumento para o Judiciário e o Ministério Público antes que sejam cancelados os auxílios-moradia ilegais e revistas mordomias, benesses e penduricalhos que elevam os vencimentos desses servidores a valores bem acima do teto permitido por lei.

MARCOS CANDAU

carvalhocandau@gmail.com

São Paulo

O editorial Uma questão de compostura foi fulminante. O ministro Luiz Fux, em seu infeliz comentário, quer que primeiro seja sancionado o aumento do Judiciário para depois pôr em votação o auxílio-moradia. Já Temer quer o inverso: primeiro o fim do auxílio para depois resolver o malsinado aumento. Nessa “briga de comadres” quem perde é o País. Acabe-se já com o auxílio-moradia e o esdrúxulo aumento. É “uma questão de compostura”. Para o bem do Brasil! 

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

É leitura obrigatória para todos os que se preocupam com os caminhos do Brasil o editorial Uma questão de compostura. Deste STF não espero grande coisa. Resta o presidente Michel Temer, a quem peço que esqueça por um momento benefícios decorrentes do efeito cascata do vergonhoso aumento dos proventos dos ministros do Supremo. Pois, entre outras posições de destaque que ocupou, Temer é procurador aposentado do Estado de São Paulo e, como tal, candidato a eventuais benefícios referentes ao aumento da remuneração dos “supremos”.

JOSÉ SEBASTIÃO DE PAIVA

jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

Legado

Uma dica para o presidente Temer: em janeiro a cobra vai fumar para o seu lado, portanto, faça algo para o povo enquanto há tempo, vete o aumento para o STF. Faça isso em nome dos mais de 13 milhões de desempregados, como legado.

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

CONSTITUIÇÃO

Cumprimentos

Cumprimento o Estado pelo notável conteúdo do editorial A Constituição e os Poderes (12/11, A3). O editorial foi extremamente feliz na abordagem, de modo especial na conclusão de que “o respeito à Constituição não seja mera reverência contemplativa, mas critério efetivo cumprido por todos”. Disse algo semelhante em meu discurso de posse na presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em junho, quando afirmei que nós, magistrados, “temos uma cartilha básica, indispensável e insubstituível, a nossa Constituição da República”, que devemos interpretar e respeitar, mas “jamais ignorá-la ou tentar reescrevê-la por nosso livre-arbítrio, para adequá-la a uma momentânea vontade ou percepção”.

NELSON MISSIAS DE MORAIS

Belo Horizonte

UNIVERSIDADES

Radicalização

O editorial A radicalização nas universidades (13/11, A3) deixa no ar uma preocupação. Aliás, preocupação que, em última análise, deve ser de todos os autênticos democratas. Mas, a meu ver, peca em não identificar os verdadeiros radicais e, mais ainda, ao dividi-los entre os de esquerda e de direita. Não me levem a mal, mas em minha vivência universitária vi uma divisão diferente. De um lado, os extremistas de esquerda; de outro, apenas os que queriam simplesmente estudar, justificando os custos oficiais do seu aprendizado.

HOMERO VIANNA JR.

homeroviannajr@hotmail.com

Niterói (RJ)

 

15 DE NOVEMBRO

 

Hoje, 15 de novembro de 2018, a Proclamação da República do Brasil completa 129 anos. No dia 15 novembro de 1889 foi destituído o imperador Dom Pedro II. Teve fim a monarquia e deu-se início a Primeira República brasileira, com o marechal Manuel Deodoro da Fonseca assumindo o poder. No total, já tivemos 37 presidentes da República. Jair Bolsonaro será o 38.º. Para escrever sobre cada um, precisaríamos de muito espaço. Tivemos grandes presidentes. Lendo a história da nossa República, constatei que o único ex-presidente que foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva, que governou o Brasil de 1.º de janeiro de 2003 a 1.º de janeiro de 2011. Foi o 35.º. Logo ele, que sempre disse que no Brasil não havia ninguém mais honesto que ele. Que coisa feia, Lula. Sujou a página da história da nossa República. Este é o primeiro 15 de novembro que um ex-presidente da República comemora na prisão. Acredito que daqui para a frente não terá chance de aparecer um outro ex-presidente da República corrupto. Neste 15 de novembro, por estarmos livres daqueles que queriam voltar ao poder depois de terem aprontado tanto, quero transcrever aqui esta estrofe do Hino da Proclamação da República: "Eia, pois, brasileiros, avante! Verdes louros colhamos louçãos! Seja o nosso país triunfante. Livre terra de livres irmãos". Cabresto, nunca mais.

 

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

  

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A REPÚBLICA E AS MUDANÇAS EXIGIDAS PELO POVO

 

Hoje transcorre o 129.º ano da República brasileira. O País vive a esperança de, finalmente, encontrar o caminho da paz e da prosperidade. Nossa vida republicana é historicamente dividida em seis partes. Há 33 anos os militares deixaram o poder e vivemos até hoje a chamada sexta república, que, para muitos, já está exaurida. Jair Bolsonaro foi eleito na crista de um movimento popular que rejeitou as desgastadas estruturas políticas e as práticas não republicanas que levaram o País à crise. Agora é o momento de montagem do governo. Bolsonaro prepara medidas severas para a economia, a segurança e a administração. O País está tomado por narrativas vitimistas e "fake news". Todo cuidado é pouco para evitar o agravamento da crise e o retrocesso, cujas consequências são imprevisíveis. O povo votou na mudança e pode reagir se ela não vier. Vozes mais estridentes que pregam a radicalização devem ser evitadas. Os futuros membros do Executivo têm o dever de agir com todo cuidado e determinação, os do Legislativo não devem agir por interesses subalternos nem inviabilizar mudanças e, finalmente, os do Judiciário têm a nobre missão de mediar sem, contudo, tomar partido ou invadir atribuições alheias. As leis, inclusive a Constituição, são elaboradas pelos homens, mediante delegação da população. Quem as elabora tem o direito de mudá-las, dentro da ordem e dos princípios legais. Os problemas nacionais exigem soluções e os poderes da República têm o dever de buscá-las incessantemente. É para isso que foram constituídos.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo                                                                                                     

 

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O BRASIL É MESMO REPUBLICANO?

 

Neste dia 15/11 temos um feriadão para celebrar a proclamação da República, em 15/11/1889. Mas será que o Brasil é, de fato, um país republicano? Parece que não. Numa verdadeira e autêntica República, todos são iguais perante a lei, não há castas nem privilégios e prevalece o interesse público. Infelizmente, no Brasil, os próprios governantes são os primeiros a desrespeitar as leis e a violar os princípios e ideais republicanos. Via de regra, sentem-se como monarcas e imperadores que devem ser servidos por seus súditos leais. Aqui não há cidadania e muito menos igualdade, liberdade ou fraternidade. A coisa pública é desprezada e quase todos querem levar vantagem e mamar nas tetas da República. Nossa elite corrupta e parasitária gostaria de ser a velha nobreza e aristocracia dos tempos imperiais. Portanto, embora a proclamação da República tenha sido uma conquista e um avanço, ela foi tão deturpada e vilipendiada que temos muito pouco a comemorar.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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DIA IMPORTANTE

 

Fim de semana prolongado. Dia 15, Dia da Republica, feriado; dia 16, nenhum significado, transforma-se em feriado; 17 e 18, sábado e domingo; dia 19, nenhum significado, transforma-se em feriado; dia 20 de novembro, feriado nacional importante, comemora-se o Dia da Consciência Negra. Apenas alguns depreciáveis patriotas lembram que o dia 19 de novembro é, sim, uma data muitíssimo especial, talvez a mais especial e patriótica data do ano. É o Dia da Bandeira Nacional! Não aquele pedaço de pano vermelho com uma estrela dourada que maldosa e sub-repticiamente foi utilizada como bandeira durante 13 anos, a partir de 2003, mas o lindo Pendão da Esperança, verde, amarelo, azul e branco, estrelado, onde fulgura o resplandecente Cruzeiro do Sul. Deve ser hasteada num mastro de ouro, onde, contemplando o teu vulto sagrado, compreendemos o nosso dever, e o Brasil, por seus filhos amado, poderoso e feliz há de ser.

 

Flavio Bassi flavio-bassi@uol.com.br

São Paulo

  

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AINDA O AUMENTO DO STF

 

Capitaneado pelo defenestrado senador Eunício de Oliveira, o senado (em minúsculas, mesmo) aprovou um vergonhoso aumento de salário para os ministros do stf (também em minúsculas), que, na figura do seu presidente, chantageiam a população, que paga o seu salário, ameaçando não votar o fim do auxílio-moradia pago a juízes enquanto o aumento não for sancionado. Entre as muitas razões para que tal aumento fosse aprovado, o que logo vem à tona é que ele incidirá, futuramente, nos salários dos próprios parlamentares. Outra hipótese é a de que os que votaram favoravelmente o fizeram por terem pendências no próprio stf (continua com minúsculas). Pois bem, tive a pachorra de pegar os dados dos senadores que estão com processos pendentes no stf (fonte: http://www.politicos.org.br/processos) e os cotejei com a votação de cada um dos enrolados. Os resultados são os seguintes: 12 senadores que têm processos no stf não foram votar; 58 senadores estiveram presentes à sessão (41 foram favoráveis à proposta, 16 foram contra e 1 se absteve, que foi agregado aos que foram contra); 26 senadores não tinham processos e votaram meio a meio, ou seja 13 (50%) votaram a favor e 13 contra o projeto; 13 senadores tinham somente 1 processo (1 não compareceu, 10 (77%) votaram a favor e 2 votaram contra); 31 senadores tinham 2 ou mais processos no stf (11 (35%) não compareceram, 18 (58%) votaram a favor e 2 votam contra). Analisando os dados acima, verifica-se que existe uma associação entre os senadores terem processos no stf e o voto favorável ao aumento.

 

Fernão Dias de Lima fernaodiaslima@gmail.com

São Paulo

 

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QUEM MEXE COM FOGO?

 

Entre os 41 senadores que votaram a favor do aumento de 16,38% nos salários do Judiciário, todos, infelizmente, desconhecem o significado das palavras honestidade, caráter, ética e moral. Uniram-se como um bando de marginais para mostrar ao País como é fácil enganar o povo falando mentiras.  Foi uma vingança para tirar a força do novo presidente, mas cuidado: "Quem mexe com fogo faz xixi na cama". 

 

Wilson Matiotta  loluvies@gmail.com

São Paulo

 

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FAZ DE CONTA

 

"'Não haverá aumento de despesas', diz Gilmar Mendes sobre reajuste salarial a ministros" ("Estadão", 13/11). Gilmar Mendes, em sua hipócrita declaração de que não haveria aumento de despesas com o aumento de "salários" (errata), obviamente só olhou para o umbigo do Supremo, que terá de "cortar algumas despesas", no seu faz de conta. Obviamente, omitiu todos os aumentos em cascata, vinculados aos aumentos salariais dos magistrados daquela corte, que se propagam por todo o corpo do Estado. Se Jair Bolsonaro quiser fazer algo realmente saneador, terá de ver um meio de acabar com estes aumentos vinculados aos ministros do Supremo.                       

 

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

 

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SUPREMO

 

Suspender a execução dos poupadores é fácil. Mas o aumento salarial, nem pensar.

 

Moises Goldstein mg2448@icloud.com

São Paulo

 

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TRISTE, SE NÃO FOSSE TRÁGICO

 

É constrangedor para uma sociedade ver o presidente da sua Corte Suprema declarar, após agradecer aos membros da presente legislatura no Senado, em fim de mandato, pelo reajuste concedido aos ministros: "Agora poderemos enfrentar o auxílio-moradia". Encastelado no luxuoso Supremo Tribunal Federal (STF), um dos mais caros do mundo, finge não perceber o tamanho do estrago que o "mimo" dos "nobres" políticos provocará nas contas públicas, arruinadas por quase 15 anos de governo petista. O mais patético, porém, é vê-lo assumindo uma atitude de bom combatente de aluguel, com munição de festim, ao afirmar sua determinação de lutar pela extinção do polêmico auxílio-moradia, tentando, assim, convencer a população de que a disposição ora expressa compensará o enorme custo do reajuste concedido e de seu efeito-cascata. Tudo muito triste, se não fosse trágico.

 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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O VETO DE TEMER

 

Michel Temer, de rabo preso com a Justiça, vai vetar aumento de salário de juiz? Esqueçam!

 

Pedro M. Piccoli piccoli@pmp7.com

Curitiba 

 

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ILEGAL E IMORAL

 

O polêmico reajuste de 16,38% concedido pelo Senado ao Judiciário, além de ilegal, é imoral. Segundo os beneficiários, o reajuste "repõe as perdas" que o Judiciário teve ao longo do ano, oito vezes maiores que as perdas dos pobres aposentados, de apenas 2% no mesmo período. Isso demonstra, claramente, o descaso e a hipocrisia com as demais categorias de trabalhadores e coloca as "elites" numa prioridade total e absoluta, numa clara e odiosa discriminação. Para alguns senadores e o presidente do STF, o reajuste irá compensar o polêmico "auxílio-moradia", que está prestes a ser extinto. Aliás, este malfadado "auxílio", tão imoral quanto este absurdo reajuste, foi incorporado pelo Judiciário de maneira irregular, porque, quando foi concebido, pretendia auxiliar magistrados que atuavam fora de seu domicílio e que, malandramente, acabou sendo incorporado ao salário. Um Judiciário que deveria praticar justiça se tornou seletivo quando atua apenas de acordo com seu próprio interesse. Quanto aos senadores, a aprovação do reajuste é fácil de explicar. Muitos deles estão envolvidos na Lava Jato e outros malfeitos e, portanto, vão precisar do "auxílio" da Justiça. O Brasil não aguenta mais este "toma lá, dá cá".

 

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

 

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EXAGERO DE CARGOS E SALÁRIOS

 

Não há dinheiro para a saúde, para a educação, para a segurança, mas sobra dinheiro quando se trata de cargos de executivos em estatais e bancos do governo. O salário dos diretores da Petrobrás está em torno de R$ 150 mil, mas não é só. Eles têm convênio médico e odontológico, remédios pagos, cartões corporativos, carros e outras benesses e mais 19 salários. Sim, você leu corretamente, dezenove salários. Uma vergonha, num país em que mais de 13 milhões de pessoas não recebem um salário sequer. O governo que ora está chegando tem a missão de cortar gastos. Como pode haver tantos diretores no Banco do Brasil e na Caixa Federal? Estes são pequenos exemplos da gastança que vem corroendo os cofres do País. Cito, como exemplo, os Bancos do Brasil e Caixa, mal olham para a cara do cliente, e a maioria dos serviços já não é oferecida nas agências, o que obriga o cidadão a fazer suas transações por conta própria, pela internet. Essa economia de funcionários lá na ponta ajuda a engordar salários de diretores que ganham cerca de R$ 50 mil, mais penduricalhos, para simplesmente nada oferecerem ao cidadão. Presidente Bolsonaro, passe a tesoura nessa roubalheira, o senhor terá acesso a toda a pilhagem que foi feita nos últimos anos. Sua eleição lhe dá legitimidade para cortar salários, cargos que incham os cofres e nenhum retorno trazem ao País.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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PENTE FINO

 

É revoltante, nojento, imoral, amoral, desonesto, um roubo, assalto e muitas outras "qualidades" dos governos petistas durante 13 anos pagar 60 salários mínimos por mês para funcionário não concursado do Banco do Brasil.

 

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

 

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DESGOVERNO BOLSONARISTA

 

Admito que estava descrente quanto às mudanças de ordem constitucional pretendidas pelo governo de Jair Bolsonaro. Mas, depois do "tapa na cara" dado pelo Senado Federal, agora eu estou é preocupado. O futuro ministro da Economia já disse, reiteradas vezes, que tem de reformar a Previdência nos moldes propostos por Michel Temer e cia bela ou, então, algo mais rigoroso. Também houve manifestação da nova (e futura) equipe econômica no sentido de extinguir o abono salarial (benefício concedido aos trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, estejam formalmente registrados e as empresas empregadoras tenham contribuído para o PIS/Pasep), entre outros. Mexer no abono e em outros benefícios exigirão mudanças na Constituição, algo que parece cada vez mais possível e menos complicado, dadas a conjuntura atual e a composição do Congresso Nacional a partir de janeiro próximo. A eleição de Jair, ao que tudo indica, sinalizará mudanças, profundas ou não, na condução do Estado. Mas essas alterações tendem a afetar o lado mais vulnerável da sociedade. O combate à corrupção é louvável, justo e necessário. Mas a retirada de direitos e deixar que setores específicos permaneçam incólumes não me parece razoável.

 

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

 

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA SÓ EM 2019

 

Discordo plenamente. 2019 e 2020 deverão ser anos dedicados prioritariamente à criação de milhões e milhões de empregos. A reforma da Previdência poderá ficar tranquilamente para 2021 em diante. Nada de precipitação. Primeiro, "comida na mesa dos trabalhadores já".

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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UMA PINTA A MAIS

 

Reforma da Previdência deve ficar para 2019. Bolsonaro deve estar pensando assim: nada posso fazer, a não ser aceitar a estagnação do presidente Temer, afinal das contas uma pinta a mais na onça não fará muita diferença.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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CORTES DE 'AFILHADOS' E PRIVATIZAÇÕES

 

Muito antes de se eleger presidente, Bolsonaro já sabia por especialistas em Economia que um dos cancros que empestam a economia e travam o desenvolvimento do País é o festival de estatizações promovidas durante os 13 anos de desgoverno. A equipe econômica do novo Brasil sabe que a privatização de algumas empresas é a única solução para estancar as nomeações políticas e que, na verdade, a continuar, o governo Bolsonaro, Sérgio Moro e a nova Justiça terão de recriar a Lava Jato para combater uma possível "nova onda" de corrupção. O setor da Petrobrás se exclui dessa medida por ser um setor estratégico nacional. As privatizações acabariam com os cabides de empregos comandados por políticos com prestígio no Congresso. A estatização de determinadas empresas seria vitamina para os cofres públicos. A equipe econômica de Bolsonaro é confiável. 

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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LEVY NO BNDES

 

O futuro superministro do governo Jair Bolsonaro, o economista Paulo Guedes, faz muito bem quando confirma para a presidência do BNDES o diretor do Banco Mundial Joaquim Levy. Felizmente, esse economista de visão liberal aceita enfrentar a tarefa. Na realidade, Guedes, com este convite, resgata Levy, que também é engenheiro naval, para servir novamente ao governo federal, já que no governo Lula foi secretário do Tesouro Nacional e, na tentativa de salvar a nossa economia, aceitou ser ministro da Fazenda de Dilma. Mas, como os petistas não convivem bem com os filhos competentes desta pátria, que desejam servir com dignidade à Nação, Joaquim Levy foi humilhado pela "tigrada" do PT. E antes do impeachment do poste de Lula, Dilma Rousseff, deixou o governo. Oxalá no governo Bolsonaro o futuro presidente do BNDES receba todas as condições para desenvolver um grande trabalho.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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ELE NÃO

 

Caro senhor presidente Jair Bolsonaro, votei no senhor e estou extremamente descontente com a indicação do senhor Joaquim Levy para o comando do BNDES. Era ele na farra dos guardanapos, o senhor sabia? O que o senhor vai dizer sobre isso? Além disso, vale rever uma matéria do "O Antagonista". Senhor presidente, fuja deste sujeito. Será que não há ninguém mais neste país capacitado para comandar este banco e que tenha o currículo mais limpo? Duvido que não. Evite críticas. Já não bastam as que já tem?

 

Werly da G. dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

 

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JOAQUIM LEVY

 

Como fez parte dos governos Dilma e Sérgio Cabral, alguém acredita que era surdo, mudo, burro e bobo?

 

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

 

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MENOS CARGA

 

Faltando menos de dois meses para a estreia do governo Bolsonaro, cabe citar o que disse há tempos Paulo Guedes, o futuro superministro da Economia: "Além da instabilidade econômica, os empresários brasileiros têm uma bola de ferro de impostos na perna direita, outra de juros na esquerda e um piano nas costas de encargos sociais e trabalhistas". Se com este peso todo (acrescido da corrupção sistêmica) o País consegue figurar entre as dez maiores economias do mundo, com a carga aliviada poderá estar no top 5. Acelera, Brasil!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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DEFESA

 

É constrangedor, apesar da importância que o cargo de presidente do STF dispensa, que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, tenha tratado com Dias Toffoli a nomeação para a Defesa, pois, se em termos jurídicos Dias Toffoli deixa muito a desejar - vide os diversos concursos para juiz em que não foi aprovado -, no que diz respeito à Defesa nunca sequer escreveu uma linha a respeito.

 

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

 

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PREOCUPAÇÃO

 

O ex-chefe do Estado Maior do Exército general Fernando Azevedo e Silva, assessor do presidente do STF Dias Toffoli, foi nomeado ministro da Defesa no governo Jair Bolsonaro. Se tem a aprovação de Toffoli, devemos prestar atenção...

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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EQUÍVOCO

 

O eleito presidente Jair Bolsonaro foi hábil na sua campanha eleitoral, aparecendo como renovação numa fase de amplo desgaste da classe política. E mais, com a ampliação constante do desemprego. Mas o ex-dirigente petista José Dirceu comete um equívoco em sua afirmação de que Bolsonaro vai contar com a aprovação popular. Em poucos meses de governo ele vai mostrar que não tem a competência necessária sequer para as articulações com o Congresso, sem esquecer os problemas da economia, com o desemprego cada vez maior. 

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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'A MARCHA DA FOME'

 

O artigo do sr. Mario Vargas Llosa (11/11, A16) nos chama a atenção para problema de imigração para os Estados Unidos, de países com problemas de desemprego ainda muitos mais sérios que o do Brasil. O desemprego declarado de 12 milhões de pessoas no Brasil é muito sério, resulta inicialmente da política, que se tornou econômica, com origem no nosso Congresso e no Executivo. A Constituição atual permite a indicação para cargos de confiança e em comissão nas organizações do Estado, administração direta e indireta, naturalmente utilizados pelos políticos eleitos por possuírem o cacife político necessário - o que torna as organizações ineficazes, ineficientes e corruptas, resultando nos serviços precários na educação, saúde, segurança, saneamento, transportes, etc. Enfim, nossos abutres são internos e agem nos níveis federal, estadual e municipal, com a cumplicidade da sociedade civil, na qual me incluo, que não se manifesta. Nossos políticos e respectivos partidos, que mais se assemelham a quadrilhas, não têm compromisso com o País. Os candidatos, na sua maioria, são estimulados pela perspectiva de renda muito maior que o salário, proporcionada pelas indicações, contratos, pedágios por projetos aprovados, etc. As repetições das crises políticas, que se transformam em econômicas de longa duração, impedem o desenvolvimento necessário ao nosso país de 205 milhões de habitantes e criam as condições para as imigrações mencionadas no artigo.

 

Darcy Andrade de Almeida dalmeida1@uol.com.br

São Paulo

 

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'SOLDADOS DA PÁTRIA OU SOLDADOS DA CORTE?'

 

Bem ou mal, ante tantos erros sem acertos da classe dirigente, continuamos incólumes em nossa infatigável vontade de retomarmos o nosso país das mãos da casta de privilegiados que o tomou de assalto, derrubou-o e o pisoteou, e recolocá-lo no prumo, seu devido lugar. Afinal, somos "soldados da pátria ou soldados da corte?" ("Estado", 13/11, A2). Que Constituição pode ser cidadã se, com 250 artigos e mais de 107 emendas, se preocupa apenas em ensejar direitos adquiridos sem fim para os autores da mesma? Ninguém nunca nos consultou se estamos dispostos a bancar as despesas de toda esta corte de parasitas, que já são absurdas mesmo sem reajustes. Qual parte do Brasil está falida eles não entenderam? Fernão Lara Mesquita, em seu artigo, falou e desenhou o rumo a ser seguido: não só o atual presidente, como também o futuro - principalmente este, que tem o aval de milhões de votos - têm o dever de destrinchar esse problema sem demora. Juntem-se, dialoguem e resolvam, que o tempo urge e ruge. Atentem que, sem as imprescindíveis reformas, o Brasil desmorona e não podem ser preservados o Estado de Direito e a democracia.

 

Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com

São Paulo

 

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MÁ VONTADE

 

Desejo cumprimentar o articulista José Nêumanne, por seu artigo ontem publicado no "Estadão" (14/11, A2), "Má-fé e má vontade sabotam o Brasil". Com seu peculiar estilo, fez um bom apanhado do que, nos dias que correm, acontece no Brasil, destacando a má vontade com a qual os esquerdopatas, que se dizem democratas, escracham o atual presidente eleito, que venceu nas urnas, democraticamente e com uma diferença de mais de 10 milhões de votos, a marionete de Lula.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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NOVO PRESIDENTE, NOVO BRASIL

 

Os últimos governos não roubaram só o nosso dinheiro. Quiseram também nos tomar a dignidade e a honra. O povo deu a resposta. Espero que nosso novo presidente, sr. Jair Bolsonaro, ouça os gritos da população e respeite seus sentimentos e valores mais nobres. Faço, aqui, um apelo patriótico aos empresários, às federações, instituições e setores civis que se envolvam mais na formulação de projetos para o País, colaborando com ideias, sugestões e críticas construtivas. Peço ao sr. Bolsonaro que honre o cargo que ocupará, com sua integridade, honestidade e transparência. Que se cerque de pessoas competentes, pois uma grande nação não se constrói sem muito esforço, comprometimento, clareza de princípios e retidão de caráter. Política é a arte do "bem comum". Boa sorte, presidente!

 

Angela Barea angelabarea@yahoo.com.br

São Paulo

 

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MÉDICO ASSASSINADO

 

Dr. Roberto Kunimassa Kikawa, um médico em plena atividade, competente, pai amoroso, atendia com amor seus pacientes, e morreu assassinado na noite de sábado (10/11) por dois bandidos imprestáveis. Não vi, contudo, Eduardo Suplicy nem meus amigos petistas lamentando. Mas, se o dr. Roberto portasse uma arma e matasse os bandidos, teria Maria do Rosário, Suplicy e uma infinidade de doentes mentais urrando, chamando-o de fascista e outras maluquices características destas pessoas. É lamentável essa ignorância. Graças a Deus isso está mudando.

 

Roberto Moreira da Silva  rrobertoms@uol.com.br 

São Paulo

 

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A PORTA DA JUSTIÇA

 

Chocante o assassinato que tirou de nós uma pessoa e um profissional brilhante, e é igualmente chocante que não existam em nosso horizonte sinais de que algo realmente eficaz em nível jurídico, e por via de consequência policial, será feito para nos livrar deste clima de pesadelo que sem dúvida tem como uma de suas causas a certeza da impunidade. A porta da Justiça precisa ser fortalecida por leis que sejam iguais para todos, e não uma simples porta giratória. 

 

Vera Bertolucci eravailati@uol.com.br

São Paulo

 

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DIREITOS HUMANOS

 

Seria fundamental que entidades ditas de direitos humanos falassem algo em relação à morte do médico morto em São Paulo, que era um exemplo de dignidade e doação ao próximo. É fundamental que a OAB, a Anistia Internacional, que tanto falam da vereadora Marielle e em direitos humanos em geral, mostrassem que respeitam a vida humana sempre e em especial a vida de gente honesta e digna, que faz a diferença na nossa sociedade falida, se não perdem a credibilidade de só defenderem bandidos e gente importante.

 

Maria M. J. Simoes mmjsimoes@bol.com.br

São Paulo

 

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QUESTÃO DE ÓTICA

 

A hipocrisia permeia o noticiário sobre a violência num país que mata até torcedor de futebol. Criticam a liberação do porte de armas (que exige identificação e inúmeros pré-requisitos), mas acham maravilhoso estampar, por exemplo, que lutador do UFC deu uma cotovelada incrível (sangrenta) no último segundo e ainda ganhou 2 bônus... Ou seja, o estilo "morde e assopra" não convence como veículo da paz.

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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ESTÁ TUDO DOMINADO

 

Em 2013, em visita ao Brasil, a blogueira cubana Yoani Sánchez, conhecida por vergastar o regime castrista, foi hostilizada em sala de aula onde seria exibido um documentário sobre... liberdade de expressão (!) na cidade de Feira de Santana (BA), tendo a apresentação sido adiada por causa do tumulto. Lembrei-me dessa bizarra passagem a propósito do editorial "A radicalização nas universidades" (13/11, A3), no qual o "Estado" fala sobre um suposto pluralismo político na academia. Li, reli e não entendi, lamento. Com todo o respeito, no Brasil de hoje não há, sabidamente, nas escolas em geral e na universidade, em particular, liberdade alguma para o exercício do contraditório e da livre expressão do pensamento ao revés do que apregoam os opositores do projeto Escola sem Partido. Marxismo em doses maciças é imposto goela abaixo dos jovens estudantes já a partir do Enem (!), e, ao fim, a garotada queda-se, impotente, para exercer qualquer contestação contra aqueles que, no exercício de sua autoridade como professores, são os titulares do quadro negro e do toco de giz. Num contexto de franca hostilidade contra quem destoe minimamente do que doutrinam aqueles que "interpretam corretamente" Karl Marx, até mesmo o mais conservador dos discentes procura, num exercício cotidiano de autoproteção, não se expor, por puro pragmatismo. Os desavisados, no início das aulas, até contestam os professores (doutrinadores!), mas lá pelas tantas, exaustos e amedrontados, impõem-se obsequioso silêncio a si mesmos para não se prejudicarem. Num contexto assim adverso, o projeto Escola sem Partido reflete o despertar da sociedade exausta de tanto esquerdismo procurando se contrapor a tudo isso. O que depreendi das manifestações das personalidades acadêmicas citadas no editorial apenas corrobora o que estou aqui a dizer. Para finalizar, estimo que o editorialista não atentou para o exato sentido do que asseriu o sociólogo e professor Brasilio Sallum Jr., da FFLCH, a faculdade mais "esquerdista" da USP já ao final do texto: "São esses extremistas que, infelizmente, estão tumultuando nossas universidades. Mas não terão êxito". De fato, como ele diz, as "estruturas estão muito consolidadas na universidade". Traduzindo em português corrente: está tudo dominado; não invadirão a nossa praia.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

 

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ESCOLA, MAS SEM PARTIDO

 

Não há a menor dúvida de que a universidade é, por princípio, espaço para divergências e troca de ideias (13/11, A3). Cabe ao professor apresentar as mais diferentes teorias sem, no entanto, se deixar levar pelas suas próprias convicções. Difícil, mas para isso é que ele é professor universitário! Caso contrário, não se estará diante do livre pensar, mas de uma lavagem cerebral, o que caracteriza a maior deturpação da tão decantada liberdade de expressão, característica básica daquilo que se convencionou chamar democracia.

 

Ricardo Daunt de Campos Salles dauntsalles@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

 

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'A RADICALIZAÇÃO NAS UNIVERSIDADES'

 

O editorial do dia 13/11 sobre a radicalização nas universidades é um sopro de luz e lucidez em meio a esta nuvem negra que parece nos levar de volta à idade média e que se chama "escola sem partido". Sem contraditório, sem dissenso, sem análises e discussões, a universidade não cumpre seu papel.

 

Maria Ísis Meirelles Monteiro de Barros misismb@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro 

 

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TESOUROS

 

Descobrir um tesouro literário em Belém, tal qual o demonstrado na matéria de Pedro Alves e Pepita Ortega, é algo realmente para festejar e de que nos orgulharmos ("Livros raros são descobertos em acervo de biblioteca do Pará", 12/11). Parabéns aos abnegados que, com sua dedicação, vêm reconstruindo essa preciosidade. Seu valor literário e material é prova da importância econômica do Pará, cujos cidadãos, na época, investiram no desenvolvimento da cultura. Manter este acervo em local apropriado, digitalizá-lo e abri-lo para a pesquisa será outro combate a ser vencido. Que este tesouro seja devidamente valorizado por paraenses e demais brasileiros. Que não se transforme em produto a ser vendido um dia, tal qual o quadro de Pollock do MAM, do Rio, remetido ao exterior, na surdina, para pagar a burocracia inepta, ou como coleções de livros raros roubados de nossas bibliotecas por falta de controle e segurança.

 

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

 

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SEGURANÇA PÚBLICA EM SP

 

Com atuação e lastro familiar há mais de século no Direito e na Segurança Pública, a entrevista do futuro secretário de Segurança Pública de São Paulo, general João Camilo Pires de Campos, merece ser observada em dois aspectos: não é preciso alterar a legislação penal no que tange à excludente de ilicitude/legítima defesa, pois alguém com fuzil, dependendo das circunstâncias, se torna agressão iminente, e, depois, a falta de policiais, realmente. É só valorizá-los, mas dignamente, e com isso cobrar resultados, ou seja, produtividade eficiente e eficaz.

 

Ruyrillo Pedro de Magalhães ruyrillopedro@gmail.com

Campinas

 

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GUERRA EM GAZA

 

Desde que Israel desocupou integralmente a Faixa de Gaza de modo unilateral, esta é a quarta vez que o Estado judeu é forçado a entrar em conflito na região. Isso é tudo o que Israel não queria, mas os mais de 300 foguetes lançados contra as cidades israelenses trazem uma mensagem muito clara: a guerra já começou. É importante frisar que, do ponto de vista de Israel, trata-se de uma guerra contra o Hamas, não contra os palestinos, que são tão reféns da situação quanto os israelenses. O Hamas é uma ditadura teocrática que não representa os palestinos, não pergunta sobre nem se preocupa com o bem-estar da população que governa. A fortuna de recursos que recebeu na última década foi utilizada na construção de túneis, na remuneração de seu exército, na aquisição de foguetes e armamentos e no incentivo a ataques contra Israel. Assim como a Al Qaeda e o Isis, o objetivo do Hamas é matar e morrer. Israel quer evitar vítimas civis em ambos os lados, o Hamas quer maximizá-las. E dispõe até de equipe especializada na montagem de cenas dramáticas usando cadáveres que morreram pelas mais diversas causas para mostrar à sua claque midiática. 

 

Jorge A. Nurkin  jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

 

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'COMO ESTUDAR'

 

Ao ler o artigo "Como estudar", de Leandro Karnal, publicado no dia 14/11 no "O Estado de S. Paulo", refleti imediatamente sobre minha própria rotina de estudos. Como vestibulanda, sou familiar às diversas técnicas mencionadas no texto, tal como a utilização de esquemas e melodias, que são indicadas por meus professores e colegas. Entretanto, sempre me mantive fiel ao método que penso ser o mais eficaz, por isso admirei profundamente a capacidade de Karnal ao considerar a pluralidade dos métodos de estudo e, ao mesmo tempo, pontuar advertências pertinentes e comuns a todos, a exemplo do uso do celular. 

 

Ana Carolina Veloso L. aninhaveloso@hotmail.com.br

Curitiba

 

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PRÊMIO

 

Parabéns ao "O Estado de S. Paulo", vencedor pelo segundo ano consecutivo, na categoria Jornal Nacional, do Prêmio Veículos de Comunicação. O caminho percorrido pelo "Estadão", pela sua seriedade e independência durante a sua trajetória como meio de comunicação, faz jus à vitória.

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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