Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

23 Novembro 2018 | 02h00

Pré-governo Bolsonaro

Reação fisiológica

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, está enfrentando a reação dos políticos que insistem em continuar com o presidencialismo de coalizão, do toma lá dá cá. A eventual nomeação de políticos para cargos no Executivo deveria ser condicionada à renúncia aos mandatos legislativos, como é feito nos EUA, por exemplo. O sistema antigo deve ser definitivamente abolido, sob pena de Bolsonaro sucumbir nas mãos do Congresso.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Relação altiva

Muito bem observado o ponto do editorial Bom sinal (22/11, A3): há de se pôr um fim no presidencialismo de coalizão. E para isso se concretizar duas reformas no campo político se fazem extremamente necessárias: a implementação da cláusula de barreira (com 5%), para acabar com esse sortimento partidário que só desgraça a nossa representatividade, e o voto distrital misto. Com essas duas medidas os governantes, seja de que esfera forem, terão condições de ter uma relação altiva com o Poder Legislativo, e não baseada apenas em interesses de grupelhos ou até mesmo individuais.

Frederico D’avila

fredericodavila@srb.org.br

São Paulo

Educação obscurantista?

Pastores pentecostais vetaram o nome do brilhante educador Mozart Neves por não concordarem com sua filosofia educacional sem matiz político ou religioso, como deve ser a escola do século 21. O obscurantismo vai nortear a triste educação brasileira das novas gerações? Estará o Brasil a caminho das brumas medievais?

Paulo Sergio Arisi

paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

Momento da realidade

Com a reação da bancada evangelista, refratária à indicação para o Ministério da Educação - aliás, uma incongruência na formação do Legislativo num país laico -, aguarda-se a confirmação das promessas do futuro presidente Jair Bolsonaro quanto ao estilo de governança imune às intervenções indevidas na liberdade de escolher auxiliares e executar a gestão presidencial. Os eleitores, agora com as expectativas de cidadãos a serem governados, estão atentos. Passado o tempo das cores partidárias e das retóricas eleitorais, é o momento da realidade, que se apresenta nua e crua, consolidada em renitentes práticas políticas nada republicanas.

Honyldo R. Pereira Pinto

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

‘Brazil first’

Primeiro vem a declaração do ex-embaixador Thomas Shannon de que o Brasil deveria fazer parte da Otan, depois chega a afirmação de Fernando Cutz, ex-conselheiro da Casa Branca, de que a ênfase do governo “deveria ser um acordo de livre-comércio entre o Brasil ou o Mercosul com EUA”, pois Donald Trump “está querendo coisas assim, com um mercado do tamanho do Brasil”. Seriam esses os recados que John Bolton, assessor do governo americano para segurança nacional, vai passar a Bolsonaro na sua visita ao Brasil? Uma coisa é ter relações fortes com os EUA, outra é participar de um pacto militar ou dar prioridade às relações com os EUA em detrimento das estratégicas relações com o Mercosul, a União Europeia, e a China. Chega o atrito desnecessário com o Oriente Médio, provocado pela intenção da mudar a Embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém. O presidente eleito do Brasil deve seguir o exemplo de Trump e pôr o nosso país em primeiro lugar.

Omar el Seoud 

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

Visita de Bolton

Agora só falta os cumpanheiros dizerem que John Bolton vem ao Brasil para combinar a invasão da Venezuela...

Moises Goldstein

mg2448@icloud.com

São Paulo

Mais Médicos

A farsa cubana

Com a divulgação dos documentos demonstrando a negociação entre o governo Dilma Rousseff e o governo castrista e o sucesso, agora, dos primeiros dias de inscrição no programa Mais Médicos, ficou claro que o acordo com Cuba era um acerto com o PT, não com o Brasil.

Oscar Thompson

OscarThompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

Punições

Será que os artífices da falcatrua do programa Mais Médicos, todos eles petistas castristas, que sob o comando do “gênio do mal” José Dirceu, de Lula e Dilma lesaram os cofres do País para ajudar uma ditadura (justo os petistas, que só falam de ditadura), serão punidos? Cadê OAB, a classe artística, o Conselho Federal de Medicina, etc.? Essa vai passar em branco também, como as Pasadenas da vida?

Luiz Henrique Penchiari

lpenchiari@gmail.com

Vinhedo

Isonomia

O que a OAB diria se o Brasil decidisse importar 8 mil advogados de Cuba para atuarem nos rincões, ganhando R$ 3 mil por mês e sem precisarem fazer o Exame da Ordem?

Silvio Natal

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

Perfídia

A divulgação dos telegramas da Embaixada do Brasil em Cuba sobre as tratativas para a vinda dos médicos cubanos demonstra cabalmente que não se tratou de um convênio na área da saúde, mas de um conchavo ideológico Cuba-PT, na forma e no conteúdo. É caso para ser investigado a fundo e a Justiça brasileira pôr na cadeia quem teve e quem executou ideia tão nefasta para o País. Agora fica mais explícita a razão de o ABC paulista, antigo reduto petista, ter sido aquinhoado com um número de médicos acima das necessidades, e ao lado da maior metrópole brasileira. A justificativa de interiorização foi somente uma burla, pois não se tinha o programa como um benefício para o Brasil, mas apenas para os petralhas e os castristas. Cada vez mais se percebe o sentimento antipatriótico do governo do PT ao proteger e sustentar governos de esquerda na Bolívia (a tomada manu militari e entrega das instalações da Petrobrás), na Venezuela (a malfadada construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco) e em Cuba (porto de Mariel e Mais Médicos). Para um país do tamanho e da projeção mundial do Brasil foi não apenas uma vergonha, mas uma traição do governo do PT ao povo brasileiro. Cadeia ainda será pouco para os responsáveis por tamanha perfídia. 

Paulo Mario B. de Araujo

pmbapb@gmail.com

Rio de Janeiro 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Milagres marginais

O viaduto, na Marginal do Pinheiros, da alça de acesso à Rodovia Castelo Branco, que cedeu na madrugada do dia 15/11 não estava na lista das obras críticas da Prefeitura de São Paulo. Surpreendente, pois hoje se fala até de risco de desabamento total dele. Dado que o trânsito da rodovia e da ferrovia que por lá passam é muito grande, foi um verdadeiro milagre que o pior não tenha ocorrido envolvendo dezenas de vítimas. Mas a graça recebida dos céus foi muito maior do que se imagina: revelou que a revisão e a manutenção de viadutos e pontes de nossa cidade não têm ocorrido de forma adequada. E, de fato, o noticiário comprova que só foi gasto 5% do orçamento previsto para esta finalidade em 2018. Ora, trata-se de um potencial de catástrofes anunciadas capaz de competir com o desastre de Mariana - onde a barragem rompida também apresentava sinais de desgaste por um bom tempo antes da tragédia. Urge que se tome uma atitude para demonstrar que a intervenção divina a nosso favor não foi à toa e que os paulistanos se preocupam com outras pontes que não as de dias letivos entre fins de semana e feriados. 

Jorge Alberto Nurkin

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

Pontes e viadutos ameaçados

Com efeito, não é de estranhar que várias pontes e viadutos da capital estejam seriamente ameaçados de ceder parte ou mesmo ruir, podendo provocar vítimas fatais devido a problemas de construção inadequada, fadiga de material, infiltrações, desgaste e péssima ou nenhuma conservação pelo poder público. Ao admitir que a vistoria visual é incompleta e insuficiente, o prefeito Bruno Covas (PSDB) acabou revelando o porquê da gravíssima ameaça que paira sobre a cidade: até agora, a vistoria técnica dessas estruturas de centenas de toneladas é feita apenas de forma visual, na base do "olhômetro". Acredite se quiser!

J. S. Decol 

decoljs@gmail.com

São Paulo

O projeto sumiu

Vi o filme "O piloto sumiu", uma comédia, e li que o projeto da Marginal Pinheiros sumiu, uma tragicomédia. Há responsáveis? Vistorias de viadutos e obras só visuais? Não precisamos de terroristas nem de terremotos, nossas autoridades sabem como destruir o que construímos no passado.

Paulo Marcos Gomes Lustoza

pmlustoz@gmail.com

Rio de Janeiro

Uma questão de gestão

Gostaria de cumprimentar nosso ex-alcaide-mor, sr. João Doria, pela brilhante visão e gestão vistoriando e mantendo todos os viadutos e obras de arte de São Paulo. Realmente, não deixou pepino nenhum para seu sucessor - uma questão de gestão, como ele diria. A "cidade linda" está um lixo, abandonada e mal cuidada. Há buracos, inundações e semáforos apagados, e as privatizações também não saíram. Aguardem o governo do Estado, que deve piorar - e muito. Acelera!

Jose Claudio Bertoncello

jcberton10@hotmail.com

São Paulo

Viaduto da Castelo

Os engenheiros que coloquem a cabeça para pensar na solução, pois os whiskies deles quem paga somos nós!

Célia Henriques Guercio Rodrigues

celitar@icloud.com

Curitiba

Pouca-vergonha

Pretenderam enfraquecer a Lei da Ficha Limpa no Congresso Nacional. Já havia sido aprovada no Senado, na semana passada, a inclusão na pauta de votações da Casa de um projeto que abrandaria a lei que veio para deixar fora da carreira política por oito anos os criminosos "de colarinho branco". O senador Delírio Beber (PSDB-SC) queria que os senhores criminosos que foram condenados antes de 2010 tivessem o período de inelegibilidade diminuído. Acredito que o povo brasileiro, que tanto lutou pela aprovação da Lei da Ficha Limpa, não gostaria dessa canalhice e gritaria para que continuasse valendo o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal. Como era provável que faltaria coragem para levar adiante essa pouca-vergonha, o deputado acabou retirando a proposta de tramitação. Prossigamos no caminho da moralização. Vigilância sempre.

Jeovah Ferreira

jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

Vai que cola?

Até que enfim prevaleceram o bom senso e a pressão feita pela sociedade para que o Senado retirasse de pauta o projeto de lei que pretendia aliviar a barra de agentes públicos condenados pela Lei da Ficha Limpa. A maioria da Casa parece ter entendido que qualquer alteração, por menor que fosse, traria novos problemas para os políticos, os partidos e tudo o que os prejudique ainda mais. E problemas não lhes faltam em relação à credibilidade quase zero, pelos muitos erros cometidos, como lavagem de dinheiro e corrupção, que alguns deputados e senadores queriam dar uma "aliviada", mas que não emplacou. Assim, a Ficha Limpa continua tentando melhorar o processo eleitoral, servindo de bússola para onde se deve caminhar com o objetivo de tornar a vida de todos melhor e digna, e Aécio Neves e tantos outros podem entrar por um cano longo e bastante sujo.

João Direnna

joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

Ficha Limpa

O senador Dalirio Beber (PSDB-SC) deveria apresentar um projeto de lei para que estes fichas-sujas sejam banidos da vida pública e que saiam pela tubulação do esgoto dos banheiros públicos, e não propor anistia depois de 36 meses. Vergonha, senador!

Jorge Peixoto Frisene

jpfrisene@zipmail.com.br

São Paulo

Chegou o dia

Por muitos anos, os governos brasileiros vinham empurrando com o dedo e os pés os itens econômicos das despesas, fugindo sempre de atacá-las e dando preferência ao acréscimo da arrecadação, até com aumento de tributos e contribuições. Entretanto, o governo de Jair Bolsonaro, como prometeu, terá de apertar o cinto, cortando despesas e as gorduras sempre toleradas anteriormente. Precisa cumprir a Lei do Teto de Gastos e, ainda, adequar a administração para reduzir os ralos existentes. Serão muitas demissões, muitos cortes e muito choro e resmungo, mas o trem Brasil terá de andar nos trilhos da parcimônia e da economia. Tributos novos e aumento dos já existentes, nem pensar.

José Carlos de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Corte de gastos públicos

Michel Temer tenta ensinar Jair Bolsonaro: o problema não é número de servidores, mas salários altos. É claro que o presidente eleito, com o conhecimento que tem, sabe que as duas coisas são importantes: cortar salários e o número de servidores.

José Carlos Alves

jcalves@jcalves.net

São Paulo

Saudades

Eu, um pobre coitado (risos), fico aqui a me remoer, será que viverei para ver uns otários se redimirem e falarem do governo Temer: saudades!

Jose Roberto Palma

palmajoseroberto@yahoo.com.br

São Paulo

A ver

Veremos se o eleito Jair Bolsonaro realmente enxugará o governo federal ou se acabará, como todos desde Deodoro da Fonseca, confirmando o que aponta o professor francês Bernard Chantebout, em sem livro "Do Estado", ignorado pela nossa elite política e acadêmica: que todo grupo político, ao chegar ao poder, cria uma oligarquia, governo para poucos, dedicando-se prioritariamente a gozar o poder, manter-se no poder e incrementar o poder. 

Domingos Pellegrini

d.pellegrini@sercomtel.com.br

Londrina (PR)

'Nem bala de prata nem bondades'

Sobre o editorial do "Estado" de 21/11, vamos comparar de maneira mais realista, perguntando: "(...) a herança para quem assumir a Presidência em 2023" será bem mais ou bem menos assustadora do que a herança deixada pela presidenta Dilma Rousseff para Michel Temer tentar administrar em apenas dois anos? 

Sergio S. de Oliveira

ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

Pelo fim da EBC

Presidente Bolsonaro, o senhor viu que para se eleger não foi preciso gastar uma fortuna e que as redes sociais fizeram o trabalho muito bem, combatendo mentiras e levando notícias aos leitores de todas as classes. Com relação à EBC, seu custo é um desperdício. Essa empresa foi criada em 2007 pelo governo do PT. Sua finalidade nunca foi a comunicação, mas sim um guarda-chuva para abrigar apaniguados. Qual a relevância de manter essa empresa que não tem audiência? De acordo com sua campanha, os cortes e desperdícios viriam. Pois então, corte e pronto. Não ceda ao choro desta gente que foi acostumada a mamar nas tetas do governo. O povo pediu nas urnas por mudanças; vamos mudar. O senhor será aplaudido por tomar medidas saneadoras. 

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Desinformação

É fácil de responder à questão do jornalista Eugênio Bucci ("Quem gosta mais de desinformação?", "Estado", 22/11, A2). A direita não gosta de fake news mais do que a esquerda. A direita conservadora e fascista aprendeu a usar as mentiras com o PT quando a presidenta Dilma Rousseff disse com todas as letras que poderia fazer "o diabo" para ganhar as eleições. E usou o diabo contra Marina Silva na TV, com uma propaganda sórdida, mentirosa, pura fake news. A direita está usando as mesmas armas. Isso está deixando a esquerda assustada. Perdeu o chão; achava que só ela era capaz de mentir com tamanha desenvoltura. Pois encontrou um competidor do mesmo nível. Está na defensiva. Agora, a narrativa da esquerda para o ataque é a "resistência", a "frente democrática". Pois vou dizer como validar essa "frente": primeiro, condenar as ditaduras de Cuba e da Venezuela. Segundo, pedindo desculpa por tanta corrupção de Lula e Dilma. Terceiro, parando de atacar a Justiça. Aí, quem sabe, a esquerda possa reviver. Como gostava de contar Ariano Suassuna, existem três tipos de mentiras: a mentira, a mentira deslavada e a estatística. A mesma fonte estatística que indicava empate técnico entre Bolsonaro e Haddad na véspera da eleição. Entendo a posição de Eugênio Bucci. É um artigo ideológico. Nada tem de científico.

Paulo Ribeiro

pauloribeiro634@gmail.com

São Paulo

Direita e esquerda

Segundo o ingênuo colunista Eugênio Bucci ("Estadão", 22/11, A2), a direita gosta mais de fake news do que a esquerda. Para ele, esquerda é como o PT, que gosta dos pobres, para mantê-los assim, e rouba dinheiro público para manter o poder e enriquecer seus quadros?

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Sandice

Havia prometido a mim mesmo que não escreveria mais a este jornal sobre os artigos do sr. Eugênio Bucci. Primeiro, porque não sei se o que escrevo tem o destino correto ou simplesmente é ignorado, pois nunca vi nada publicado. Segundo, que passou a ser uma perda de tempo, tanto pelo dito acima quanto pelos temas desenvolvidos pelo ilustre professor. Mas, lendo o artigo desta quinta-feira, "Quem gosta mais de desinformação?", não resisti. É simplesmente hilário. O sr. professor tenta, por meio de citações de artigos e pesquisas de fontes, eu diria, intrigantes, demonstrar que no fundo a derrota do seu ídolo, o sr. Haddad, foi provocada pelas fake news. Isso porque a direita, ultranacionalista, etc. foi mais eficaz que a pobre esquerda vanguardista. Parabéns, sr. professor, o sr. realmente se superou.

Vou aguardar o seu próximo artigo para saber se o que virá conseguirá suplantar tamanha sandice.

Ademir Alonso Rodrigues

rodriguesalonso49@gmail.com

Santos

Fake news

Li, agora há pouco, a coluna de Eugênio Bucci e gostaria de fazer um questionamento. O sr. Bucci discorreu sobre as redes sociais e a propagação de fake news, e diz que elas tinham maior propensão a serem espalhadas por pessoas de direita em comparação com as pessoas de esquerda (impressionante o fetiche que existe em classificar depreciativamente  o comportamento das pessoas quando convém). Enfim... Qual a opinião do sr. Bucci sobre as fake news publicadas pela imprensa dita imparcial, como  "o escândalo do caixa 2 do WhatsApp" publicado pela "Folha de S.Paulo"? A maior fake news da história política do Brasil, com o intuito claro de promover a desinformação e tentar impulsionar a candidatura do PT (talvez pelo fato de ter sido primeira capa de um jornal tão tradicional, nada pode ser questionado, afinal a mídia tradicional é a representante legítima da informação verdadeira)... Conte outra lorota, amigo! A verdade é que a mídia tradicional, que se diz imparcial e protetora da verdade, hoje é vista como disseminadora de fake news; deixou de ser parceira da população e passou a ser vista como manipuladora de informação. Culpa de quem? Da própria cegueira ideológica do jornalismo "imparcial" que só vê o que quer, afinal os seres humanos não são tão diferentes assim, estejam nas redes sociais ou na mídia tradicional.  O que sobra é fazer isso que o sr. Bucci faz: classifica depreciativamente o comportamento de alguém para diminui-la ou desqualifica-la e, por tabela, o argumento contrário. No caso, para o sr. Bucci fake news são algo comum, só que é mais comum as pessoas de direita as espalharem. Que sacanagem! Baseado numa informação escolhida a dedo (provavelmente dedo esquerdo)... É fácil de espalhar o que convém, não é, sr. Bucci? Seria isso também uma fake news? Qual a segurança dessa informação? Será que isso importa? Talvez para o sr. Bucci não, porque, como ele diz, é mais fácil de passar adiante a informação simpática a quem espalha, mesmo que ela não seja verdadeira. Cito outro exemplo - um acontecimento internacional como o sr. Bucci também fez uso: toda a mídia tradicional propalou de vento e popa que os Democratas, nos EUA, teriam uma vitória esmagadora nas últimas  eleições de midterm, mas parece que não foi bem assim... Venceram, é verdade, mas a diferença foi pequena, menor que a derrota de Barack Obama nas mesmas eleições. Mas, para o sr. Bucci, existe uma explicação fácil: as fake news! Só precisa dizer quais, as do WhatsApp ou as da mídia tradicional imparcial.

Allan Siffert

lansiffert@gmail.com

Salvador

Desinformação oficial do PT

Mais uma vez, em sua coluna de 22/11, Eugênio Bucci, agente ativo do PT, dá mostras de seu inconformismo e desinformação ao continuar num esforço patético para desconstruir o presidente eleito do Brasil. Assim agindo, dá provas concretas de "abrir mão do compromisso com os fatos". A bem da ética jornalística, o articulista poderia, ao invés de citar frases soltas do futuro presidente, mencionar barbaridades proferidas pelos candidatos vencidos (Lula/Haddad) que, estas sim, constituem "ruptura com os próprios fundamentos da política democrática". Só para lembrar: "Lula livre", "Eleição sem Lula é fraude", "É golpe", "Lula, preso político" e por aí vai o festival de desinformação oficial do PT que não são nem fake news nem junk news.

Nelson Penteado de Castro

pentecas@uol.com.br

São Paulo

'Desinformante'

Eugenio Bucci (22/11, A2) se esqueceu de dizer que, durante 14 anos, o governo petista inundou o Brasil de fake news! As invencionices compartilhadas pelos ditos conservadores que hoje ele condena nem chegam perto da destruição que a canalhice petista mancomunada com a imoralidade empresarial perpetrou no nosso Brasil. Caro professor, quem quer informar tem de analisar a questão por todos os lados, caso contrário acaba sendo, apenas, mais um "desinformante".

Sandra Maria Gonçalves

sandgon46@gmail.com

São Paulo

O áudio acusador no trabalho

"Temer convoca ministro do Trabalho para apagar incêndio" ("Estadão", 20/11). O incêndio no já quase antigo Ministério do Trabalho deflagrado por declarações do atual ministro, curiosamente, tem bastante consistência acusatória. Parece existir tanto aparelhamento político partidário quanto corrupção, que será melhor o fogo consumir até as cinzas, o que não merece ser preservado. O quase extinto de fato "Ministério dos Sindicatos Trabalhistas", que além de uma fraca atividade de fiscalização de condições de trabalho, muito mais bem feita pelos Estados federados mais próximos, é ainda na realidade um cartório de registro de sindicatos trabalhistas que vendia veladamente registros na "serventia", para estes poderem posteriormente cobrar legalmente imposto sindical. Chegou-se ao surpreendente número da ordem de 70 mil registros.                  

Ulf Hermann Mondl

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

Novo ciclo pós-eleição

Reflexão em boa dose vem com o artigo "A excitação do fim de um ciclo", publicado no "Estadão" (20/11, A2), do desembargador aposentado Aloísio de Toledo Cesar. Ele destaca o fim de um ciclo político e lembra que nas urnas neste ano o eleitor promoveu uma surpreendente renovação no Congresso, nas Casas Legislativas dos Estados, assim como de governadores e, principalmente, na eleição do presidente Jair Bolsonaro, cuja candidatura até pouco tempo atrás nem se cogitava. Felizmente, muitos dos políticos corruptos não foram eleitos, assim como afirma Toledo, que o ciclo dessas pessoas chegou ao fim ("incluindo o daquele senhor de já avançada idade que obteve o inaceitável e ilegal privilégio de permanecer não preso, e sim hospedado, num cômodo da Polícia Federal, em Curitiba"). É bom frisar que essa frase é dita por um desembargador. A eleição de Jair Bolsonaro para o Planalto é a clara visão da chegada de um novo ciclo, que, livre da visão retrógrada, de viés corrupto e autoritário petista, poderá fazer prevalecer um sentido mais democrático no País. Que o novo presidente tenha a lucidez, como promete, de governar para todos. É o renascimento de uma próspera realidade. Como afirma o articulista, "a igualdade de uma democracia é uma igualdade de diferenças, não de uniformidades. Temos de aceitar uns aos outros". E jamais impor a filosofia excrescente do PT e de autoria de Lula, do "nós contra eles". Oxalá Bolsonaro não utilize o poder de forma populista e em proveito próprio. E, como comandante desta República, privilegie o bem comum e o bem-estar da família brasileira.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

No fragor da transição

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, será submetido nos próximos dias a uma nova cirurgia, a terceira, desta vez para fechamento da colostomia, a fim de restabelecer o trânsito intestinal, interrompido em virtude da facada que lhe foi desferida há mais de um mês, enquanto realizava campanha eleitoral. O autor da ação, a mais ameaçadora à democracia nos últimos tempos, está preso, mas os detalhes de seu processo estão encobertos por inexplicáveis véus. Assim, a sociedade desconhece a engenharia que culminou com um ataque que, se bem-sucedido, poderia incendiar o País, com consequências imprevisíveis. Afinal, o fanático agiu sozinho ou fez parte de uma trama cujo propósito era o de eliminar o hoje presidente da disputa presidencial? Urge que questões fundamentais como estas sejam esclarecidas e não arrastados para baixo do tapete, no fragor da transição e das novas nomeações, o que causará sério desconforto no âmbito da Justiça e da investigação.

Paulo Roberto Gotaç

pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

Segurança pública

O posicionamento do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que também preside o Conselho Nacional de Justiça, formaliza encaminhamentos para a área da segurança pública. A equipe tem a participação, inclusive, do futuro ministro da Defesa do governo Bolsonaro. Cabe, então, a observação de que efetivamente esta questão precisa do envolvimento de especialistas, com o objetivo claro de proporcionar condições que começam com um planejamento efetivo para superar problemas como efetivos funcionais, nível de remuneração e equipamentos, para que sejam feitas atividades de prevenção e, claro, de enfrentamento das organizações criminosas.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Vai ser muito difícil!

Bastou sair a notícia, em 21 de novembro, de que após duas horas da abertura das inscrições no programa Mais Médicos já contavam mais de 2 mil interessados, que o sistema foi sabotado. Não é necessário dizer mais nada sobre a dificuldade que o presidente eleito Jair Bolsonaro terá para governar. Virá de todos os lados, desde atos que deveriam ser considerados terrorismo, como este, até declarações de grande parte da imprensa, não mais raivosa como antes das eleições, mas agora despeitada e ridícula, já que não sabe mais o que fazer para incomodar. Não faz tempo uma jornalista que comanda um programa vespertino - não cito o nome apenas por dó, porque "apanhou" um bocado pelas redes sociais - se mostrou indignada pela possibilidade de uma pessoa ser abatida no Rio de Janeiro apenas por portar um fuzil. Segundo ela, não significa risco a ninguém o porte da arma que, diga-se, é de uso exclusivo das Forças Armadas. Pelo visto, não aprendeu nada, já que na quarta-feira, quase com lágrimas nos olhos, ela perguntou se era mesmo necessário o Revalida, exame que mede a capacitação de um médico, afinal os cubanos, especificamente, são abnegados, almas boníssimas que fazem tudo por solidariedade. Só uma pergunta: quando fica doente a jornalista procura um hospital do nível do Sírio-Libanês no Rio de Janeiro ou uma instituição de caridade? Aliás, mais uma: tudo bem Cuba quebrar unilateralmente um contrato que envolve a vida humana? O Brasil, sem sabotagem, roubo, mas com caráter e competência, tem condições de se acertar sozinho não só na saúde, mas em todos os setores. Por fim, chega-se às pessoas, individualmente, como no caso de uma militante da oposição que se infiltrou numa entrevista concedida por Jair Bolsonaro, em Brasília. O que foi aquilo? Certamente, nem no baixo meretrício, como se dizia, se ouve um vocabulário semelhante; mas foi o que ela aprendeu, jovem que é, nas escolas atuais. O mundo passou por diversas eras, a pedra lascada, a pedra polida, mas será muito difícil de o Brasil superar a era de galinheiro que há anos nos assola.

Marcia Meirelles

marciambm@yahoo.com.br

São Paulo

Caroço neste angu

Vocês não acham que foi muito rápido o embarque de 200 médicos cubanos de volta a Cuba? Poucos dias depois do anúncio da saída de Cuba do Programa Mais Médicos, já estavam desembarcando em Havana. Tem algo aí. Acho que este programa tem de ser muito bem esmiuçado pelo futuro governo. Nesse angu tem caroço.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro 

Mais Médicos

Cuba enviou os médicos ao Brasil sob exigências de abolição da reavaliação deles. Também bebeu muito do salário pago a cada um. Na primeira crítica de Jair Bolsonaro, retalia retirando todos os médicos do País. Se houvesse intenção de ajuda humanitária, não o faria. Mas, no fundo, o governo dos Castro só queria dinheiro. Vai tarde!

Sérgio Eckermann Passos

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

A mãozinha do PT

É absurda e desrespeitosa a atitude de Cuba retirando praticamente de imediato os médicos do programa Mais Médicos do Brasil. Praticamente fora do governo, com certeza o PT, com sua costumeira irresponsabilidade, tem a sua mãozinha por trás deste infeliz acontecimento. Felizmente, estaremos livres, espero definitivamente, desta corja de irresponsáveis e corruptos.

Laert Pinto Barbosa

laert_barbos@globo.com

São Paulo

Prisão domiciliar?

Tribunais cogitam de prisão domiciliar para o cidadão "mais honesto deste país", tendo em vista seu envelhecimento precoce. Alberto Fujimori, ex-presidente do Peru, mesmo muito doente e idoso, continua preso em regime fechado. Recentemente, dois ex-líderes do Khmer Vermelho, ditadura maoísta que governou o Camboja na década de 70, foram condenados à prisão perpétua, salientando que um deles está com 92 anos de idade e o outro, com 87. Como disse Rui Barbosa, "não se deixem enganar pelos cabelos brancos, pois os canalhas também envelhecem".

José A. Muller

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

Interpretação elástica

Da jornalista Mônica Bergamo: Lula envelhecido impressiona e tribunais voltam a discutir prisão domiciliar. No país da impunidade, isso é bem possível, só que vamos ver se o fundamento jurídico vai ser por causa da idade ou por outro motivo qualquer. A interpretação das leis, no Direito, é elástica e aceita qualquer tipo de motivação que seja verossímil para soltar o presidiário. Vai ser uma vergonha nacional se o soltarem, mas temos de respeitar sempre as decisões judiciais, mesmo que não haja concordância sobre ela. 

Reinner Carlos de Oliveira

reinnercarlos1970@gmail.com

Araçatuba

Comovente

Mônica Bergamo informa que alguns juízes de tribunais superiores em Brasília estão penalizados com a figura envelhecida de Lula ("Folha de S.Paulo", 20/11). É imenso o sentimento de dó, ternura e piedade que os magistrados alimentam no coração. Que tal abrigar o ex-presidente na casa dos próprios ministros, fazendo rodízio entre eles? Nada mais comovente. Bom proveito. 

Vicente Limongi Netto

limonginetto@hotmail.com

Brasília

Se inveja matasse

O presidiário Lula da Silva está com muita inveja do "cumpanhero" José Dirceu, que, mesmo condenado severamente, está leve, livre e solto, até mesmo sem o uso de tornozeleira eletrônica - tudo por ordem de seu ex-empregado, lá de trás, o agora ministro Dias Toffoli. Vendo essa concessão de benesses, o "demiurgo de Garanhuns" também acha que merece o mesmo tratamento para se livrar da cadeia. Ah, se inveja matasse...

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Oportunidade perdida

Aproveitei o feriado para assistir ao interrogatório do ex-presidente Lula à Justiça federal de Curitiba, na semana passada. Diante de contundentes provas e depoimentos consistentes de empresários, amigos de longa data, Lula poderia aproveitar a oportunidade para dar, com respeito e tranquilidade, sua versão para contestar os fatos, mas preferiu fazê-lo com arrogância, prepotência e bravatas, ao seu melhor estilo dos tempos de glória. Já no início, a juíza deveria ter suspendido a oitiva até que seu engravatado advogado explicasse a Lula, muito bem, que não estava sendo acusado de ser o dono do sítio, mas, sim, de ter patrocinado a reforma no imóvel com dinheiro de uma conta propina, que fazia jus por favorecimento aos empresários depositantes, em obras superfaturadas, e até mesmo inexistentes, na Petrobrás.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

É a reforma!

A metamorfose ambulante virou fumaça. Já que o sítio que usava "era de um amigo", o ex-presidente Lula resolveu "presenteá-lo" com uma grande reforma. Até aí, tudo bem. Lula encomenda a reforma às maiores empreiteiras do País, paga, e nada contra. Porém Lula só encomendou, mas não pagou, já que o sítio "não era" dele. Então quem pagou o "presente" que Lula "deu" ao amigo? Precisa de mais alguma coisa? A mentira tem pernas curtas. Elliot Ness pegou Al Capone pelo imposto de renda. Sérgio Moro/Gabriela Hardt pegaram Lula não pelo sítio, mas pelo pagamento das reformas. Lula perguntou acintosamente à juíza: "O sítio é meu?". A resposta deu a entender que "o sítio não importa, mas o presente de R$ 1 milhão foi seu. Quem o pagou?". Propina!

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

O sítio de Atibaia

Eu não abro a geladeira dos meus amigos, mas, em compensação, mando fazer benfeitorias na propriedade.

Moises Goldstein

mg2448@icloud.com

São Paulo

Escola com partido é traição

Surgida em 2004, a tese da Escola Sem Partido provoca controvérsias e exige solução. Mesmo com liberdade de cátedra, a escola carece de limites. Tem de cumprir sua finalidade de transmitir conhecimento ao alunado de acordo com um programa pedagógico e prepará-lo para os desafios da sociedade e do mercado. O aluno não pode ter o seu tempo de estudo desperdiçado com discussões de ordem ideológica ou partidária. Política na escola, por definição, deve ser ministrada apenas para o entendimento do aluno sobre o que é e como funciona a organização do Estado, para incutir-lhe a cidadania, sem ideologia. Quem quiser militar - professor ou aluno -, que o faça em outro lugar. Direita e esquerda se acusam mutuamente de tentar cooptar alunos para suas teses. O ideal, no entanto, é que no ambiente escolar não haja tendências. Quando se tenta transformar a escola em comitê eleitoral ou aparelho ideológico, configura-se a traição ao aluno e à sua família, que o matricula para estudar, não para militar.

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

Prêmio Jabuti 2018

Boa notícia a do Jabuti do bem, o prêmio, não aquele que se inclui em medidas provisórias governamentais para legitimar o malfeito. A poesia independente de Mailson Furtado Viana, escritor do interior do Ceará, inspirará todos nós, escritores de prazeres e angústias. Em relação ao homenageado, tivemos o prazer - e o peso - de receber Thiago de Mello na Academia de Letras de Lorena anos atrás, que à Lima Barreto desdenhava da Academia Brasileira de Letras, mas concorreu a uma vaga. São as idiossincrasias de nossa cultura, que deve ser noticiada e exposta a todo custo.

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Campinas

Somos culpados

No Iêmen, a imagem agonizante do pequeno Ghazi Saleh, de 10 anos, com apenas 8 quilos, simboliza a derrocada da humanidade: políticos fomentam guerras, milhões descansam o ego sobre fortunas incalculáveis e crianças morrem de fome. A vergonha número um do mundo civilizado.

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

O fim da energia nuclear

É inacreditável que ainda se fale na conclusão da usina nuclear de Angra 3. As energias limpas, eólica e solar, estão ocupando com sucesso cada vez mais espaço na matriz energética brasileira, rivalizando até mesmo com a energia hidrelétrica. A energia nuclear está em franca decadência no mundo todo, a grande maioria dos países já tem planos para desativar suas usinas nucleares. O Brasil deveria não só abandonar a conclusão da usina de Angra 3, mas também iniciar o processo de desativação das usinas de Angra 1 e 2. O dinheiro disponível para investir em geração de energia deveria ser todo destinado a energias limpas, e o Brasil deveria se livrar de vez do grande lixo radioativo que são as usinas nucleares. 

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

A noruega e o meio ambiente

Tem-se mencionado muito a Noruega e questões de meio ambiente. Cabe especificar que há meses a TV russa RT divulgou detalhado documentário em que foi mostrado o sistema de criação do peixe salmão em cativeiro no referido país. Os peixes recebem constantemente maciças doses de antibióticos e outros remédios, além de rações tóxicas a seres humanos, conforme ficou provado em testes feitos na França (não na Rússia). Na época, a ministra da Pesca não quis receber a reportagem da TV RT - e ficou comprovado que ela é associada a empresas de criação de salmões. O público desconhece que a maioria do salmão vendido é destes criadouros, não só da Noruega.

Heitor Vianna P. Filho

lagos@araruama.com.br

Araruama (RJ)

'O conforto da crença'

O sr. Leandro Karnal, em seu recente artigo "O conforto da crença", de 11/11/2018, parece se sentir ofendido quando o chamam de "sofista", mas não se importa em escrever, a meu ver jocosamente, que admira quem tem certeza de alguma coisa, tal como o "conforto de uma crença". O articulista parece, assim, entender tais pessoas como ingênuas ou idiotas. Ingênuas, como crianças que acreditam em Papai Noel, mas como já são adultas, simplesmente são idiotas. É possível, sim, chegar à verdade pela fé e pela razão, algo que um sofista nunca irá entender.

Tiago Villac Adde

villac@uol.com.br

São Paulo

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