Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

24 Novembro 2018 | 03h00

PRÉ-GOVERNO BOLSONARO

Ministro da Educação

Nos últimos anos ouvimos muito a respeito da temida “doutrinação ideológica de esquerda”. O discurso era o de acabar com a doutrinação nas escolas, nas universidades, etc. A escolha do futuro ministro da Educação do governo Bolsonaro indica que justamente o contrário será feito nos próximos quatro anos, a diferença é que, desta vez, a “verdade” será ensinada. Só espero que não tentem remodelar a História, argumentando que em 1964 não houve golpe no Brasil e que o nazismo é de esquerda, por exemplo. A esquerda já errou (e muito) no passado, não é necessário alterar os livros para piorar a sua imagem. A educação deve ser isenta e limitar-se à narração dos fatos. Cabe ao aluno interpretá-los.

RICHARD TOMAL FILHO

richard.filho@outlook.com

Curitiba

Grande mestre

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, em mais uma demonstração de competência e liberdade, sem pressão de forças partidárias, vem de prestar um grande serviço ao nosso Brasil, especialmente na área fundamental da educação, nomeando o ilustrado e competente professor Ricardo Vélez Rodríguez para o Ministério da Educação. Parabéns ao presidente e ao excelente professor Ricardo, que, com certeza, colocará a pasta nos trilhos, depois de tantas trapalhadas e tantos desmandos.

UBIRATAN DE OLIVEIRA

uboss20@yahoo.com.br

São Paulo

MAIS MÉDICOS

Moeda de troca

Telegramas divulgados na mídia mostram que o programa Mais Médicos foi sugestão do governo cubano ao BNDES para pagar a dívida pelo financiamento do porto de Mariel, autorizado pela ex-presidente Dilma Rousseff. Portanto, enquanto Cuba cumpriu os pagamentos da dívida, o programa seguiu em frente, mas a partir do momento que o governo da “ilha da fantasia” declarou calote, não tem mais serventia deixar os médicos no Brasil. Provavelmente, agora os “escravos” cubanos serão enviados para outros países cujo acordo comercial seja mais oportuno. Resta saber quem será responsabilizado pelo calote, já que o “projeto comercial” foi quebrado por conveniência do governo de Cuba, e não porque o presidente eleito, Jair Bolsonaro, queria mudar os trâmites, exigindo que os médicos cubanos fizessem o Revalida. Como será que se sentem agora os militantes que nas mídias sociais culparam Bolsonaro, já que 84% das vagas foram preenchidas? Quem pagará a conta? Com a palavra o PT e a gerentona.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Investigar é preciso

Quem ainda acreditava no Mais Médicos, se conseguir deixar de lado a cega ideologia, aos poucos vai tendo a oportunidade de entender melhor as reais intenções desse programa, que deverá ser investigado no BNDES. A ruptura brusca do contrato de prestação desse serviço pelo governo cubano, sem sequer tentar uma negociação, é o primeiro indicativo que não havia nada de humanitário nessa ação. Outro sinal é que os primeiros dias de inscrição para substituição dos cubanos, ao contrário da maciça propaganda de caos total e do chororô dos que estão voltando, sinaliza que vão sobrar médicos interessados e faltar vagas.

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Maracutaia

Depois que o Ministério da Saúde abriu o site para que médicos interessados em trabalhar se inscrevessem, após a saída de Cuba, vimos que muito mais do que as vagas à disposição poderão ser preenchidas. Daí inferimos que o que a “presidenta” Dilma fez nada mais foi do que outro trambique para roubar o nosso dinheiro. O governo brasileiro, agora, deveria aceitar todos os médicos cubanos que quiserem ficar por aqui, pois eles nada mais foram do que pessoas “escravizadas” pelos regimes castrista e petralha.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Crime de lesa-pátria

A sra. Dilma, quando negociou secretamente o programa Mais Médicos com Cuba, violou a Constituição do Brasil ao concordar com a exploração dos médicos, aceitando as condições financeiras impostas pelo regime castrista. Entre elas, a de que o Brasil pagava a Cuba pelos médicos para que o governo do ilha honrasse o empréstimo do BNDES. Prejudicou o País e atingiu a soberania nacional. Em resumo, cometeu o crime de lesa-pátria. Com a palavra a Procuradoria-Geral da República.

ANTONIO M. VASQUES GOMES

amavago@gmail.com

Rio de Janeiro

INFRAESTRUTURA URBANA

Pontes e viadutos em risco

Políticos brasileiros, de todas as instâncias, parecem desconhecer por completo o que é política preventiva, daí a razão de a maioria das pontes e viadutos, não só em São Paulo, mas em todo o Brasil, estar por um triz, com risco de despencar. Tanto é verdade que bastou um dos viadutos da Marginal do Pinheiros ceder quase dois metros que já se noticia que existem mais 73 pontes e viadutos na cidade com fissuras e infiltrações, que foram identificadas no ano passado, mas até agora absolutamente nada foi feito. E mais: só se pensa em pôr tramela na porta depois de arrombada. 

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

Maus administradores

Quando queimou o Memorial da América Latina, destruindo parte do edifício e obras de arte, descobrimos que o imóvel não tinha seguro nem a aprovação do Corpo de Bombeiros. Depois ardeu o Museu da Língua Portuguesa, por causa de uma gambiarra na instalação elétrica, e descobrimos que também esse imóvel não tinha seguro nem alvará dos bombeiros. Agora caiu um viaduto numa das vias mais importantes de São Paulo e por mero acaso não morreu ninguém. Descobrimos que, de uma verba de mais de R$ 400 milhões do orçamento da Prefeitura, nem 1% foi investido na manutenção preventiva de nossas vias e, coisa “sem importância”, a Prefeitura não encontra o projeto dessa obra. Nas ruas, o trânsito é caótico por causa dos semáforos quebrados e desregulados, com caminhões estacionados em locais proibidos, pela ausência de controle policial. Vemos uma incompetência generalizada em todos os níveis e em todos os setores, o que acentua mais ainda a decadência da nossa cidade, entregue a funcionários e administradores irresponsáveis e incompetentes, que não sofrem punição, mas são pagos pontual e regiamente. Temos de dar um basta nesta situação, reclamando para que sejamos respeitados como cidadãos!

ALDO BERTOLUCCI

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Parece até que não temos educadores dignos deste nome! Foi preciso um colombiano professor de militares, Ricardo Vélez Rodriguez, para assumir posto tão importante no governo Bolsonaro. Se preparem para a volta das aulas de Organização Social e Política do Brasil (OSPB)!

Cesar Araujo cesar.40.araujo@gmail.com

São Paulo

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ESCORREGÃO DE BOLSONARO

O novo presidente Jair Bolsonaro, que vem demonstrando acerto na indicação de bons nomes para sua equipe ministerial, não deveria ter desistido da indicação - como já havia acertado - de Mozart Neves para o Ministério da Educação. Seria ruim se cedesse à pressão da bancada evangélica, que desejava outro nome, sem nenhum vínculo com a educação: o procurador regional da República do Distrito Federal, Guilherme Schelb. Pelo prisma da meritocracia, o correto seria escolher Mozart Neves, diretor do Instituto Ayrton Senna, entidade que incentiva há anos projetos visando à melhora da educação no País, ex-secretário de Educação e reitor da Universidade Federal de Pernambuco, reconhecido como um dos nomes no País que mais vêm contribuindo na área educacional. Talvez a bancada evangélica não esteja preocupada com a educação dos nossos filhos Lamentável. Na realidade, esta bancada precisa urgentemente de um culto em favor a educação.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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A EDUCAÇÃO E A BANCADA EVANGÉLICA

A liberdade de culto da Constituição federal de 1988 acabou com a liberdade de pensamento. Triste Brasil.

Maria Lucia R. Jorge mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba

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'HECHO EM CUBA'

Atribuir a Dilma Rousseff a dissimulação das "tratativas com os cubanos para evitar pedir a devida autorização do Poder Legislativo para formalização do Programa Mais Médicos (...)" é uma indulgência contida no editorial de 22/11 no "Estadão" sob o título "Hecho en Cuba". A preclara senhora não tinha e não tem discernimento e inteligência para tal procedimento. Isso foi coisa dos quadrilheiros do PT, partido infestado dessas pragas.

Éden A. Santos edensantos@uol.com.br

São Paulo

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PROPINA

Com novas notícias sobre a negociata do Programa Mais Médicos entre Cuba e o PT, fica claro que atrás dessa negociata havia a propina que voltava de Cuba para o PT, de milhões, o que precisa e deve ser verificado pelas autoridades brasileiras. Sem dúvida, por trás dos documentos comprometedores mostrados na imprensa, envolvendo o PT, para variar tem falcatrua e maracutaia. E é claro que a grana que entrou nos cofres do PT não foi só uma marolinha, mas propina da grossa. 

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro 

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MÉDICOS CUBANOS

A estratégia de Fidel se repete: com seus médicos no sistema público de saúde já em crise no Brasil, assim como foram suas prostitutas no por fracassar sistema bancário de Cuba.

Ieda T. N. Verreschi ieda.verreschi@icloud.com

Vinhedo

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MENOS MÉDICOS, O TERCEIRO TURNO DAS ELEIÇÕES

O Mais Médicos - seção Cuba é um programa armado com o principal foco de atender uma demanda financeira de um governo ditatorial quebrado. Foi construído com a participação ativa das Nações Unidas sobre bases inconstitucionais, e sob a égide da desigualdade, da exploração humana, da injustiça e da irregularidade técnica, tudo garantido graças ao aparelhamento do Judiciário brasileiro. Agora sob novo comando, um Brasil soberano faz menção de propor uma correção de rumos - mais que necessária. Ou não? Alguma dúvida? Ato contínuo - muito provavelmente em sintonia com o inconformado PT - e antes sequer de negociar, Cuba anuncia, afoita e unilateralmente, uma brusca e traumática retirada dos médicos, com vistas a causar um profundo desgaste político e ainda lesando o povo mais carente - um crime de lesa-(nossa)pátria. Grande parte da imprensa, em fase com a resistência petista, segue bombardeando tudo o que vem do novo governo. É claro, na campanha obstinada para agravar a cada dia o premeditado desgaste, assistimos a nada além da demente aposta no terceiro turno das eleições. O Brasil que se dane.

  

Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br

Santana de Parnaíba

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UM CRIME

A cria de Lula Dilma Rousseff (PT) instituiu, em 2013, o Programa Mais Médicos. O objetivo era atender os municípios distantes e também as periferias das grandes cidades. E médicos de várias partes do mundo vieram trabalhar no Brasil. Cuba tinha, em 2014, mais de 11 mil médicos no País, enquanto brasileiros e outros países somavam pouco mais de 3 mil profissionais. Pois bem, o salário atual de cada médico corresponde a R$ 11,8 mil, porém o governo cubano, dos ditadores irmãos Castro, embolsava R$ 8 mil de cada profissional. O dinheiro furtado era depositado na Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e, depois, repassado para Cuba. Como se não bastasse, o governo bandido proibia os familiares dos médicos de virem ao Brasil. Enfim, é ou não é crime o que Cuba fazia com seus cidadãos? Escravizava e roubava ao mesmo tempo. Reflexão: como alguém ainda pode ser simpatizante deste sistema? Como?

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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COMMODITIES HUMANAS

No passado, até o século 19, milhões de indivíduos foram transportados da África para as Américas, separados de seus familiares e reduzidos à infame condição de "mercadorias".  Estamos em pleno século 21 e a história se repete, mas agora de forma mais sutil, não com o rótulo de comércio, mas sob o manto de uma suposta "solidariedade" entre as nações. É o crime perfeito: o regime castrista fatura mais de US$ 8 bilhões/ano e ainda posa de solidário com os povos "irmãos". Os profissionais - estes que integram o Programa Mais Médicos, criado no desgoverno do PT - nada mais são que meras commodities, alugadas para servir neste ou naquele país num contrato leonino no qual os novos "senhores de muito engenho" ficam com quase tudo, enquanto aos de jaleco branco cabe o mínimo minimorum. Condições infames são-lhes impostas, como o afastamento de seus familiares - cônjuges e filhos -, que permanecem como verdadeiros reféns na ilha comunista. Há, além disso, sabidas restrições à sua livre movimentação, e agentes do regime infiltrados como "médicos" executam o trabalho do antigo capitão do mato.  Apesar da farsa - aliás, tudo em Cuba é uma farsa -, a mesma esquerda que vergasta Donald Trump aplaude, sorridente, um negócio espúrio que explora e aparta. Convenhamos, essa barbaridade foi longe demais... Ao revés do que dizem alguns, o encerramento da participação cubana no programa Mais Médicos não significará o término da assistência aos mais humildes (eles serão substituídos), e sim o encerramento de um contrato infame, que jamais deveria ter sido assinado. "Se a classe operária tudo produz, a ela tudo pertence", diz antiga máxima socialista. Na teoria, é lindo. Mas e na prática? Como se vê, não dá para levar essa gente a sério.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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PEÇAS QUE FALTAM

Será que em algum momento de um futuro não muito longínquo serão mostradas as peças que faltam ser ajustadas no quebra-cabeça do Programa Mais Médicos? Uma delas está vinculada ao fato de se saber se os profissionais que para aqui vieram eram todos realmente médicos, pois deles não foi exigida avaliação ou revalidação de diplomas ou se, entre eles, havia elementos usando jaleco branco e portando estetoscópio no pescoço, mas que, na realidade, faziam uma espécie de prospecção ideológica - em bom Português, atividade de espionagem - a fim de criar elementos destinados a subsidiar uma ampla estratégia de tomada de poder, sonho declarado de um condenado petista com ampla vivência no paraíso caribenho.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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NOVOS TEMPOS

O Brasil respira novos tempos, pelo menos em seu imaginário. Sonhamos acordados com a verdadeira justiça, mormente a social, e com a prevalência das boas intenções que todos parecem demonstrar querer. É claro que há, e sempre haverá num país com as nossas dimensões e com a complexidade das sociedades atuais, diversos e mesmo opostos interesses que, na democracia, disputam seus lugares e suas políticas de prevalência. Só o que não podemos admitir e aceitar será a presença de qualquer ação ou desejo que não traga em si a marca das boas intenções e da prática democrática, pois ideologias que desejarem ser um fim em si mesmas não mais se justificarão em utopias ultrapassadas e em discursos vazios que pregam divisão e ódio, e que nada engendram de realmente bom. 

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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'O BRASIL PÓS-ELEIÇÃO'

Estamos apostando numa realidade diferente da que vinha se apresentando por longo período. Não falarei do longo período para quem só enxerga o futuro próximo como "noite polar, glacial, sombria e rude" ("O Brasil pós-eleição", "Estadão", 20/11, A2). Aprendi que não vale a pena chover no molhado sem provocar grandes inundações. Sabemos bem pelo texto até interessante, que o ilustre professor José Eduardo Faria pensa como pensam tantos e aposta como apostam os que se sentem ressentidos pelos fatos recentes. O PT para eles não deve ter feito mau governo. A corrupção não seria o grave problema como mãe dos demais problemas. Detestar políticos egoístas não deve ser uma boa atitude. Ao apostar em líderes novos, o professor empolga sua retórica de sala de aula e derrama-se num exercício teórico apartado da realidade vigente: a de que eleitores como eu precisaram virar a mesa para fazer cair os que se banqueteavam sobre ela à custa da fome que eles propunham saciar. Simples assim. A este uspiano ilustre a quem não tive o privilégio de chamar de professor, digo do mais baixo de minha humildade e despojamento retórico que o que queremos no pós-eleição é paz para continuar apostando no Brasil. Ainda que com muitos problemas - muitos deles criados por intelectualoides que supõem ser chique ocupar a esquerda - ou ainda com outras dificuldades que colocam o "populista incapaz de entender que governar não é bater na mesa, fazer ameaças ou citar a 'Bíblia'" no desafio de salvar o que aparentemente não tem salvação. Prefiro aguardar com modesta expectativa, economizando adjetivos e investindo na esperança simples e pura. Talvez o professor não saiba mais a importância de ter esperança.

Magda Dias Leite Cardoso magdaleite@icloud.com

São Paulo

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LICENÇA PARA O ARBÍTRIO

A desordem e o desrespeito levaram à renovação política ocorrida na eleição deste ano. Mas essa tomada de posição popular não autoriza práticas ilegais nem atitudes arbitrárias.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

Cumprimento o "Estadão", que nos proporciona excelentes editoriais. Imprensa livre é aquela que critica e elogia, sem depender de verbas públicas. Se o governo federal quer receber elogios da imprensa, tem de fazer por merecer. E assim tem feito Bolsonaro, escolhendo bons assessores e, ao que tudo indica, colocando um fim no "toma lá dá cá" entre Executivo e Legislativo. O Congresso vai espernear, mas não terá o apoio da população, que estará ao lado de Bolsonaro. Lula e Fernando Henrique Cardoso vão morrer de inveja e PT e PSDB vão ter de reaprender a arte de governar e fazer política. Apesar de não ter votado em Bolsonaro, torço para que ele faça um ótimo governo e que ajude o Brasil a sair da crise. E, se Bolsonaro descobrir que quatro anos são pouco tempo para consertar o País, pode aproveitar a reeleição (herança de FHC) para se candidatar para mais um mandato e mostrar ao País que também é possível se reeleger sem o uso da máquina pública.  

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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ASSASSINOS?

Aos que desejam a morte de Jair Bolsonaro, lembro que seu vice é o general Hamilton Mourão, que, se ficar zangado, vai ser o diabo!

Carlos A. Borges borges.ca@gmail.com

Rio de Janeiro

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GOVERNO SEM DISCRIMINAÇÃO IDEOLÓGICA

O presidente eleito Jair Bolsonaro declarou que no seu governo não haverá discriminação ideológica nas relações internacionais, como fazia o governo do PT em relação a Cuba, Bolívia, Venezuela e alguns países africanos, e disse que a relações comerciais com países estrangeiros seriam pragmáticas, visando unicamente aos nossos interesses. O presidente eleito chegou a dizer jocosamente que a China quer comprar do Brasil, mas ele não vai permitir que a China viesse querer comprar o Brasil. O governo chinês está atento ao futuro governo de Bolsonaro, por isso convidou integrantes do PSL a visitarem o seu país, arcando com todas as despesas, demostrando assim interesse em se aproximar cada vez mais do nosso país, naturalmente com o propósito de quebrar preconceitos e que os políticos do PSL venham a conhecer a moderna China, que pode dentro em breve se tornar a maior economia do mundo, para desespero de Donald Trump. Na verdade, a China não é um país comunista nos moldes de Cuba, mas é uma economia de Estado que controla suas fábricas e aquelas que têm suas matrizes na Europa e nos Estados Unidos, que lá se instalaram porque lá a mão de obra é muito mais barata. Como disse Jair Bolsonaro, no seu governo não haverá discriminação ideológica, porém ele está sendo incoerente em seu comportamento em a relação à China. A não discriminação ideológica deve ser total e irrestrita com todos os países, em benefício do Brasil.

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com

São Paulo

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'FATOR BOLSONARO'

"Protecionistas europeus usam 'fator Bolsonaro' para impedir acordo" ("Estadão", 22/11). Os negociadores europeus querem muito em troca de quase nada nas negociações comerciais com o Mercosul, que por razões óbvias fracassaram. Para justificar o malogro, os representantes da União Europeia tentam, agora, usar como justificativa ridículos argumentos "políticos", repetindo bordões do PT como o impeachment de Dilma Rousseff, a morte de Marielle Franco e, por fim, a eleição de Bolsonaro, assuntos que nada têm que ver com as conversações malogradas. Fracasso é fracasso e nada mais, para quem não foi razoável.                        

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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COMÉRCIO EXTERIOR

Um legado de Michel Temer será a política exterior, e neste assunto sempre será lembrado o ministro Aloysio Nunes, principalmente por sua atuação em benefício de alguns assuntos coroados hoje pelo acordo com o Chile, país que me traz recordações da atuação da matriarca da família a quem com muito orgulho prestei serviços, pois ela sempre argumentava que se tratava de um país de muito futuro. 

José Roberto Palma palmajoseroberto@yahoo.com.br

São Paulo

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ITAMARATY EM TRANSE

José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira, ministro das Relações Exteriores de 1902 a 1912, precisa ser exumado para que possa ser desvirado em seu túmulo e, então, voltar a descansar em paz, após anos de desastrosas políticas externas do Brasil, que tanto amou e engrandeceu, e que agora culminará com uma anunciada diplomacia do pensamento mágico e da teoria da conspiração mundial, do futuro ministro Ernesto Araújo.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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SINAL DE MAUS TEMPOS

A escolha do Ernesto Henrique Fraga Araújo como chanceler é um sinal de maus tempos. Sabíamos que Jair Bolsonaro admira Donald Trump, porém a inexperiência do presidente eleito já era conhecida. E é até citada como uma característica positiva! Como poderá um profissional do Itamaraty expressar admiração ao atual presidente americano? Trump é um homem cuja desonestidade, sociopatia narcisista, amoralidade, racismo e crueldade são amplamente documentados em estudos, artigos e relatórios nos mais respeitados meios de comunicação, tais como "Foreign Affairs", "Financial Times", "The New York Times", "The Economist" e muitos mais. Admirar Trump só poderá indicar ignorância ou uma formação trumpista de sua própria "realidade".

Hitler, Stalin, Mussolini, Perón, Lula, Trump... todos admirados por alguns e até muitos. Depois suas ações destruíram seus admiradores.

William W. B. Veale william.veale@williamveale.com

Sorocaba

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GLOBALISMO

Percebeu-se na imprensa uma preocupação exacerbada em dizer que o novo chanceler é um "antiglobalista". O que me causou estranheza foi que a maioria dos jornais não franqueou espaço para o debate sobre o que vem a ser globalismo. Na verdade, convidou alguns articulistas e acadêmicos, já notoriamente enviesados, que ficaram com a função de dizer o que é e já se posicionarem contra. Para quem não é entendido, ou simplesmente distraído, fica a ideia de que o treco (o globalismo) é sinônimo de globalização e que ser contra ele é ruim, bem como que tecer críticas a organismos supraestatais como União Europeia e ONU seja um - como gostam os progressistas de parisienses - retrocesso. Houve até aqueles chanceleres que puseram interesses político-partidários acima dos interesses nacionais, pondo em risco nossa soberania, dizendo que voltaríamos à Idade Média. Diante disso tudo, seria de bom alvedrio que a imprensa, tradicional ou não, franqueasse espaço para aqueles que já se dispuseram a tentar explicar tais conceitos e que, provavelmente, nortear a atuação do novo ministro das Relações Exteriores. Como exemplo, cito Flávio Gordon, Felipe G. Martins, Flávio Morgenstin e até mesmo o controverso Olavo de Carvalho. Abram as suas páginas e deixem que exponham aquilo que pensam. Queremos todos isso. A "Folha" e "O Globo" têm essa característica de publicar dois textos antagônicos explorando o debate. Esta é a hora.

Werly da G. dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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O NOVO CHANCELER

Um diplomata apreciador de Trump? Trump representa a própria negação da diplomacia: grosso, arrogante, irreverente, agressivo, prepotente. O presidente Bolsonaro deve tomar cuidado com suas escolhas. O.k. defender boas relações com os EUA, mas não se esqueça de que em termos econômicos, em menos de dez anos, a China vai superá-los, e em termos de valores e cultura a Europa  lidera.

Godofredo Soares godofredocaetanosoares@gmail.com

São Paulo

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CAIXA PRETA PODRE

Uma das promessas de campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro foi a de abrir a caixa preta do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entre vários enigmas, a tétrade composta pelo porto cubano de Mariel, Odebrecht, BNDES e médicos cubanos está para muito além de mal contada. É questão legal e moral esclarecê-la. E é bom preparar o guarda-chuva: é possível que, ao abrir a caixa, voe podridão para tudo quanto é lado. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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CPI JÁ

Com efeito, como bem declarou o embaixador Ernesto Fraga Araújo, futuro ministro das Relações Exteriores do governo Bolsonaro, é absolutamente necessária uma investigação ampla, geral e profunda da política externa praticada na gestão do famigerado e boquirroto ex-ministro Celso Amorim, "em busca de possíveis falcatruas" nos esdrúxulos acordos e empréstimos do BNDES aos países da América Latina, da África e emergentes da política Sul-Sul durante os anos de desgoverno lulopetista. A abertura da caixa preta será um bom e auspicioso começo da gestão do chanceler Araújo. CPI já!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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BNDES

Como brasileiro, torço pelo sucesso do novo governo porque os brasileiros não podem mais continuar tão desprezados, empobrecidos e desesperançamos. Mas, entre tantos economistas, Bolsonaro tinha de aprovar Joaquim Levy, um ex-funcionário do PT, residente no exterior e que fez um papelão como ministro a jato da Fazenda de Dilma Rousseff, como presidente do BNDES? Não conseguiram encontrar ninguém isento? É de chorar.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo 

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ELETROBRÁS

Não vejo nenhuma razão para que há dois anos o governo federal tente privatizar a Eletrobrás e, até agora, nada. Congresso irresponsável. Afinal, como todos sabemos, a empresa é mais um dos cabides de empregos pagando salários bem acima da média da iniciativa privada. Ela só traz prejuízos aos contribuintes. Agora, ela registra um prejuízo de R$ 1,6 bilhão no 3.º trimestre e - pasmem! -, mesmo assim, seus funcionários receberão participação nos lucros (?). Serão de até dois salários extras por ano, ainda que a empresa tenha prejuízo. Absurdo! Que o novo governo (com Jair Bolsonaro) acabe imediatamente com mais essa excrescência.

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

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UM VESPEIRO

O novo governo terá 1.190 vagas nos conselhos das estatais para preencher. Melhor seria que essas vagas não existissem. Além destas vagas nos conselhos que se reúnem para tomar cafezinho e pouco ou nada decidem, pois são órgãos políticos sem nenhum conhecimento técnico, há ainda mais de 24 mil vagas em outros setores. Tudo para engordar o salário dos ocupantes e atender a este ou àquele pedido de politico. A máquina governamental é pesada. Está inchada. Não há governo que tenha êxito com uma máquina desta. Folha de pagamento inchada e cheia de parasitas. Como cortar isso? Não é fácil. Eu diria que é praticamente impossível. O PT aparelhou e inchou a máquina estatal. Deixou uma bomba de efeito retardado, como tantas outras. É da cartilha esquerdista. O governo emprega, angaria simpatia e ninguém produz. A produção cai, as receitas com impostos, consequentemente, caem, mas a folha tem de ser paga. Não vai ser fácil resolver essa questão. Isso é um vespeiro.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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OS PLANOS ECONÔMICOS NO STF

Ministro Gilmar Mendes, sua decisão de transferir para 2020 o pagamento aos poupadores que não aderirem a um acordo com o Banco do Brasil é no mínimo estranha, beneficia uma instituição bancária em detrimento de milhares de poupadores, grande parte já falecida e os que ainda estão vivos - a grande maioria -, com mais de 75 anos. Até 2020, muitos, doentes, vão falecer. O valor a ser pago com certeza beneficiaria esses idosos e circulará no mercado voltando para o sistema bancário. O acordo é extremamente injusto para poupadores e favorável ao sistema bancário.

Alvio Malandrino alvio@malandrino.com.br

São Paulo

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CORRUPÇÃO E CRIME ORGANIZADO NA MIRA

Para asfixiar o crime organizado, Sérgio Moro pretende mirar o patrimônio de corruptos e de criminosos. Faz muito bem. Até porque o objetivo dos propinocratas e dos chefes do crime é um só: dinheiro. Ora, no mundo inteiro e no Brasil, em especial, evoluções patrimoniais milionárias não ocorrem de modo exponencial, a não ser que tenha havido um milagre ou algo errado. Assim, se não houver uma herança ou coisa do tipo, a explicação é óbvia. Isso posto, o algoritmo para a localização dos alvos é matemático. Mas nem é necessário, uma vez que todos já são sobejamente conhecidos. A experiência dos últimos 20 anos demonstrou que com bons advogados corruptores, corruptos e chefes do crime organizado enrolaram todos os processos por que passaram, até eles caducarem, e assim saíram ilesos e com imensas fortunas devidamente regularizadas. Deste modo, prender os contraventores não dá mais, a não ser os que continuam agindo. Todavia, há como alcançar o fruto do seu lavor criminoso. Ocorre que o Estado tem o poder constitucional de tributar patrimônio e já o utiliza tributando propriedades rurais, IPTU e IPVAs, por exemplo. Tributar grandes fortunas é contraproducente. Mas tributar pesadamente o patrimônio de grandes fortunas que apresentaram crescimento exponencial inexplicável nos últimos 20 anos faz todo sentido. Até porque este dinheiro é recurso surrupiado e que está faltando no bolso do País, dos seus Estados, dos seus municípios e dos brasileiros em geral. 

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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FASE 2

Está chegando o momento de Lula começar a alegar que está ficando adoentado e, claro, teremos médicos diagnosticando. Vai exigir prisão domiciliar, se tiver algum domicílio.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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QUESTÃO DE HONRA

Os aloprados deputados petistas Paulo Teixeira (SP), Paulo Pimenta (RS) e Wadih Damous (RJ), responsáveis, juntamente com o desembargador plantonista Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), pela articulação vexaminosa para a libertação do presidiário "mais honesto do Brasil", reapareceram no noticiário, agora, impetrando ação contra a exoneração do juiz Sérgio Moro. Para eles, Moro não poderia ser exonerado porque há procedimentos pendentes contra ele no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), entre os quais um de perseguição política ao honestíssimo Lula da Silva. Sérgio Moro é questão de honra para o PT.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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ALOPRADOS

Os petistas inocentam Lula e julgam culpados Sérgio Moro, os desembargadores e os ministros do Supremo Tribunal Federal. Aloprados!

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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DO IMPONDERÁVEL

O mundo gira; a vida, voltas. "Lulla" desceu, foi a Curitiba. Moro subiu, vai a Brasília.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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COALIZÃO 'PROGRESSISTA'

Foi noticiado que o senador norte-americano Bernie Sanders (uma versão mais caricata e letal que o ex-senador Eduardo Suplicy) teria convidado Fernando Haddad a integrar uma coalizão internacional supostamente "progressista" idealizada por ele. A "coalizão" teria por objetivo se contrapor ao surgimento de governos de centro-direita pelo mundo. Recomendo ao senador Sanders que avalie qual o significado de "progressista" para Haddad - aquele que recebia ordens de um presidiário -, bem como as consequências dos governos "progressistas" na Venezuela, na Bolívia e no Brasil (este à beira do desastre econômico e social). A propósito, os governos de "centro-direita" devem estar preocupadíssimos com tal "coalizão".

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

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POR CORRUPÇÃO E LAVAGEM DE DINHEIRO

Jair Bolsonaro gastou R$ 2,4 milhões e se tornou presidente. Fernando Haddad gastou R$ 37 milhões (ficou devendo quase R$ 3 milhões) e se tornou réu.   

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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A FUNÇÃO DO FUNDO PARTIDÁRIO

Em nosso país essa estratégia é utilizada com grande sucesso. Ninguém pode negar os altos índices positivos dos resultados, alcançados na manutenção e mesmo no aumento estratégico do contingente que se apresenta, oferecendo ao povo brasileiro sempre mais do mesmo "monte de merda", penalizando eternamente os pobres brasileiros.

João Luiz Piccioni piccionijl@gmail.com

São Paulo 

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QUEM GOSTA DE DESINFORMAÇÃO?

O professor Eugênio Bucci segue na sua trajetória de defender Fernando Haddad e atacar Jair Bolsonaro ("Quem gosta mais de desinformação?", 22/11, A2). Ele age como aquele presidiário que criou o "nós" contra "eles". Ao questionar, em seu artigo, "quem gosta mais de desinformação", Bucci tenta reacender a fogueira das fake news/junk news e cita pesquisa da "Folha de S.Paulo", que tentou dar uma rasteira em Bolsonaro lançando matéria sobre fake news sem provas. Ora essa, a eleição acabou e as urnas legitimaram a escolha do eleitor. Nesse sentido, seria elegante aceitar a decisão dos votantes e parar com a narrativa de que as fake news prejudicaram o candidato Haddad. Uma campanha não pode ser chamada de boçal por ter elegido um presidente da República pelas redes sociais. Em países de Primeiro Mundo, quando isso acontece, os usuários são elogiados e suas atitudes, louvadas; no Brasil, são boçais. De fato, a cultura política está em processo de mutação, e isso pode ser visto na renovação do Congresso. O professor defensor de Haddad nunca mencionou a facada dada em Jair Bolsonaro, o quanto isso foi violento. Imaginem se facada tivesse atingido seu candidato! Que feio, professor, faça a defesa daquilo que é importante ao processo político eleitoral cultural. Quando se olha para um lado e joga lixo noutro, a discussão está encerrada. Acho importante a crítica, mas sem lado, pois seus artigos estão alinhados com os artigos  da "Folha" e com a narrativa do PT de que Haddad perdeu a eleição por causa das fake news. Ser um candidato-poste, buscando diariamente ordens vindas da prisão e não ter sido reeleito em São Paulo não mostram que o eleitor mudou? Esses questionamentos respondem  à  pergunta do artigo. Quem gosta de desinformação são os derrotados. Simples assim. 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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PREGAÇÃO IDEOLÓGICA

Sobre o artigo "Quem gosta mais de desinformação" (22/11, A2), é lamentável um espaço deste tamanho num jornal sério para pregação ideológica barata.

Fábio Vilches fabiovilches@uol.com.br

São Paulo

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IDEOLOGICAMENTE VICIADO

Pelo título dos artigos do sr. Eugênio Bucci já dá para adivinhar seu conteúdo ideologicamente viciado, de forma que lê-los é tarefa supérflua. Sempre do contra, malhando Jair Bolsonaro quando todos começam a vê-lo como um líder. Eu, e talvez muitos outros leitores e assinantes do "Estadão", ficaríamos felizes se este jornal deixasse de publicar seus textos. E não se trata de censurá-lo, mas de melhor aproveitar o precioso espaço do "Estadão" com algum outro articulista mais lúcido, fincado na realidade.

Luiz Mario Leitão da Cunha luizmleitao@gmail.com

São Paulo

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O CULTIVO DE CANNABIS

Milhares de brasileiros que precisam utilizar medicamentos à base de cannabis têm dificuldade de acesso a eles. Não seria o caso de o governo simplesmente eliminar a burocracia e os impostos para a importação do princípio ativo? Estamos em momento delicado no País e eu não creio que devamos agravá-lo trazendo um complicador a mais, como seriam a implantação e o controle da plantação de maconha. Provavelmente, até distribuir gratuitamente a medicação será mais barato do que legislar sobre as plantações, fiscalizá-las, punir contraventores, etc. e tal.

Sandra Maria Gonçalves sandgon46@gmail.com

São Paulo

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