Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

29 Novembro 2018 | 02h00

Contas públicas

Aumento do Judiciário

A aprovação do aumento de 16,38%, concedido pelo Legislativo e sancionado por Michel Temer, a favor do Judiciário, causando o malfadado efeito cascata, demonstra cabalmente o corporativismo dos Poderes e, acima de tudo, os interesses particulares de seus representantes, que pouco se importam com o restante da população, que eles devem considerar um bando de boçais. Ridículas as justificativas do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao derrubar a liminar que concedia há vários anos o auxílio-moradia, pois as entidades representativas dos funcionários do Judiciário já se estão mobilizando, para entrar com ações no próprio STF para incorporá-lo aos salários. Toda essa maquiavélica orquestração política e jurídica é um tapa na cara de todos nós, brasileiros, pobres mortais responsáveis pelo pagamento dos salários de toda essa casta. Pobre do país onde os Poderes se mancomunam por interesses próprios. Que esse ato sirva de exemplo para os futuros governantes de como não se devem usar práticas furtivas para agraciar os menos necessitados.

Darci Trabachin de Barros

darci.trabachin@gmail.com

Limeira

Contrapartidas

Bem, os encrencados do Congresso e Temer já fizeram a parte deles, concedendo o imoral reajuste de 16,38% aos ministros do STF, com o esperado efeito cascata superior a R$ 6 bilhões, pela extensão ao restante do Judiciário. Agora é só esperar as contrapartidas do STF e de outras instâncias do Judiciário no sentido de suavizar a prestação de contas perante a Justiça desses políticos que estão de saída e perdendo o foro privilegiado. Para piorar, nem o bode malcheiroso do auxílio-moradia será retirado, como mostra a mobilização das diversas associações de “mais iguais” do Judiciário para exigir sua manutenção. Tudo isso ajuda a explicar por que as instituições estão tão desacreditadas e nos leva a perguntar se o próximo governo, com o monte de generais que estão sendo nomeados, será capaz de desarmar por bem essa armadilha em que o País está aprisionado. 

Jorge Manuel de Oliveira

jmoliv11@gmail.com

Guarulhos

Perversa ganância

Imaginem o que R$ 6 mil vão representar para essa elite perversa que não tem despesa com aluguel de escritório, de casa, com assessores e secretários - que, aliás, são muitos -, com automóvel, motorista, IPTU, IPVA e muitas outras coisas que não sabemos. Principalmente num momento em que o Brasil está de pires na mão. A grande maioria dos brasileiros com bons empregos na iniciativa privada não ganha nem perto de R$ 33 mil. Agora, para o assalariado que não ganha nem para comer direito esse rombo vai ter um grande impacto. Que os ministros beneficiados com esse perverso presente ao menos estudem uma maneira de acelerar seus julgamentos, principalmente em casos de grande repercussão, para mostrar ao povo uma mínima razão para serem tão gananciosos.

Geraldo de Paula e Silva

geraldo-paula2015@bol.com.br

Teresópolis (RJ)

Poderes contra o Brasil

O futuro deste grande país está sendo destroçado pelos três Poderes, como vemos no caso desse aumento abusivo do Judiciário, de 16,38%, enquanto o reajuste do salário mínimo foi de 2%. Além do salarião e dos penduricalhos, recessos, férias em dobro, eles não trabalham oito horas por dia cinco dias por semana e nas sessões ficam num blá-blá-blá para se exibirem, em vez de julgar. São comuns os desentendimentos entre eles sobre o que dizem as leis e a Constituição. Os contribuintes, que são os seus verdadeiros patrões, estão sendo desrespeitados.

Mário A. Dente

eticototal@gmail.com

São Paulo

Jogo a toalha

Após a imensa decepção com o governo Michel Temer, que tinha nas mãos a correção de uma das inúmeras injustiças para com a maioria dos brasileiros, ou seja, poderia ter vetado o vergonhoso aumento dos salários dos ministros do STF, com suas catastróficas implicações, mas não o fez, só nos resta mesmo jogar a toalha. Fomos vencidos pela forças das corporações citadas no Estadão de ontem (A3). Para a História o seu nome deverá figurar ao lado do de tipos como Eunício Oliveira, Renan Calheiros, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e, agora, Luiz Fux, para a decepção e o esquecimento. Pobre Brasil!

Éllis A. Oliveira

elliscnh@hotmail.com

Cunha

Falência do Brasil

Lembra o presidente eleito que é o povo que pagará o aumento para o STF. Isso já sabíamos. O que espanta é ver que o Judiciário não está preocupado com a falência do País. E pior: vamos pagar mais caro por um STF que só atende aos interesses do “cara”. Mais um habeas corpus para o “recondenado” e réu em vários processos. Só Lewandowski crê na inocência Delle.

M. Mendes de Brito

mdebritovoni@gmail.com

Bertioga

Corrupção

Guiné e Lula

Complica-se cada vez mais na Justiça o presidiário Lula da Silva. Não bastassem os benefícios indevidos recebidos de empreiteiras afundadas em corrupção, agora fica bem clara sua participação no recebimento pelo Instituto Lula de recursos oriundos de negociatas na Guiné Equatorial. É de lembrar que o filho do ditador Teodoro Obiang foi preso há semanas ao entrar no País com relógios de luxo avaliados em US$ 1,5 milhão. E que em 2005 o Brasil doou dinheiro a esse país sem motivo plausível.

Thiago Andrade

thiagocandrade@gmail.com

Recife

O rei da propina

Na Presidência da República, Lula agia como lobista para intermediar negócios e receber propinas, em especial em nações onde a ditadura prospera - como demonstra a felicidade do ex-presidente em foto publicada no Estadão, ao lado do ditador da Guiné Equatorial, por negócios que estaria garantindo para empresas brasileiras. Conforme denúncia da força-tarefa da Lava Jato, Lula recebeu do grupo brasileiro ARG, por negócios intermediados na Guiné Equatorial, R$ 1 milhão disfarçado de doação ao seu instituto. Todavia ele não somente recebia recursos ilegais dos fornecedores com contratos nas empresas estatais existentes, como também criou desnecessariamente outras, como a Sete Brasil, especificamente para seu exclusivo e escuso interesse pessoal e de seu partido. Enfim, Lula, com sua quadrilha, desviou algumas dezenas de bilhões de reais! Ah, se fosse nos EUA, ele seria condenado à prisão perpétua.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Reajuste indigesto

É estarrecedor o aumento de salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), aprovado num momento de dificuldade de milhões de brasileiros, entre os quais quase 13 milhões de desempregados e outros tantos milhões na informalidade, sem perspectiva de dias melhores, o que se pode chamar de agressão ao País que trabalha sem descanso para sair da pior crise econômica de sua história. 41 senadores, entre os quais 25 não conseguiram um novo mandato nas últimas eleições, desprezaram suas responsabilidades e mostraram o abismo moral que os separa da imensa maioria dos brasileiros, que paga muitos impostos e o retorno é quase pífio. Só nos remete a pensar que somos comandados pelo que de pior existe na democracia do mundo, e que aqueles que detêm o poder são vazios e egoístas. Parte desses senadores pertence a partidos que há apenas um mês disputavam eleições presidenciais com candidatos que defendiam a responsabilidade fiscal, para estancar a sangria que, se não for equacionada em 2019, deixará a situação insustentável, pelo tamanho do rombo nas contas públicas federais e estaduais. O fato é que estamos caminhando para os 520 anos, e não temos perspectiva de que seremos, de fato, uma nação de Primeiro Mundo. Para um país com tantas riquezas, há muitos ladrões, do nosso dinheiro e de nossas esperanças. O próprio articulador da manobra vexatória e vergonhosa, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, é um dos derrotados de outubro. E, como vários de seus pares, é também alvo da Justiça por maus feitos. Será que agiram para agradar ao Judiciário, mandando a conta de mais de R$ 4 bilhões para os contribuintes, por anos a fio saqueados? O fato é que, coerente, justo ou não, o presidente Michel Temer foi contra o que pensa a sociedade que desaprova o reajuste e sancionou o aumento dos ministros do Supremo, uma classe já privilegiada, como também são os políticos. E tanto do Senado quanto do STF vieram justificativas cínicas e incabíveis para o momento, ora para compensar perdas de categorias, como juízes e procuradores, ora em nome de um suposto respeito à autonomia orçamentária dos Três Poderes. A nós, mortais, só nos restam a indignação, o repúdio e pagar a conta.

Turíbio Liberatto

turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

Operação casada

O aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) foi sancionado por Michel Temer. Imediatamente, o ministro Luiz Fux revogou o auxílio-moradia, num simbólico caso de "operação casada". Todavia, o aumento se projetará num efeito cascata, onerando o próximo governo em mais de R$ 4 bilhões anuais. Na verdade, ninguém acreditava que o "futuro" réu - após deixar a Presidência - iria negar mais esta benesse aos seus futuros julgadores. Enquanto "uns" se defendem, pessoas de bem pagam a conta! Muda, Brasil!

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Conta salgada

Num momento de crise, Temer vulnerável, contrariando a opinião pública e imaginando ser levemente apenado futuramente, optou pelos 16,38% de reposição salarial ao STF, que em cascata superarão R$ 6 bilhões. Logo em seguida, o ministro Luiz Fux revogou o auxílio-moradia, de R$ 4.377,73 (tomara que seja definitivo, senão a conta, cada vez mais salgada, será nossa).

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

Chantagem

"Bem, só depois que você me der mais R$ 6 mil eu me desdigo e desisto (por enquanto...) dos R$ 4 mil." Será que o custo ficou apenas nos milhões (ou bilhões) anunciados? O acerto indecente deveria ter sido feito no local adequado: um chiqueiro. 

Ricardo Hanna

ricardohanna@bol.com.br

São Paulo 

Inflação

Senado aprova aumento de salário e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) vão passar a ganhar R$ 39 mil mensais. O ministro Dias Toffoli disse concordar com o aumento, pois segundo ele será para recomposição inflacionária que vem se registrando desde 2009. Ministro, como perguntar não é ofensa, será que os milhares de brasileiros que em 2019 passarão a receber R$ 1.006 mensais, que será o valor do salário mínimo, não necessitariam de recomposição inflacionária também?

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

Discriminação

É claro que as funções dos ministros do Supremo Tribunal Federal são por demais importantes, portanto eles merecem ganhar um salário compatível. Mas a atual aprovação do aumento salarial permite outras considerações, entre as quais a necessidade de avaliação da repercussão nas demais categorias de servidores de todos os níveis, seja federal, estadual ou municipal. E, ao mesmo tempo, o posicionamento governamental em relação aos níveis salariais dos trabalhadores da iniciativa privada e das estatais. É essa discriminação que colabora para um clima de insatisfação geral, com repercussão na economia como um todo.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Oportunidade perdida

Não existe almoço grátis! É óbvio que os componentes do STF sabem exatamente o tamanho daquilo que vão ganhar a mais, em todos os seus desdobramentos, mas há muito a ética kantiana deixou de ser debatida ou mesmo considerada em seus aspectos de perfectibilidade e extensão. Senhores ministros! Os senhores, com todo o nosso respeito, perderam uma excelente oportunidade para mostrar ao País que o dever moral de um supremo magistrado pode ser maior que o direito subjetivo de qualquer homem mediano.

Marcelo G. Jorge Feres

marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

Sem caráter

2.700.000 de ingênuos participaram da campanha "Veta Temer". Esqueceram que políticos não são patriotas e não têm caráter. Era previsível. Motivo: ferrar o próximo presidente e ficar bem com o Judiciário.

Jamir Gomes Amorim

janir1gamorim@gmail.com

Mirandópolis

Covardia

O presidente Temer, ao assinar o infame aumento dado aos ministros do supremo tribunal federal (o minúsculo é o adjetivo), escreveu na sua biografia, com tinta roxa, a pala covarde. Consequentemente, Michelzinho trará, subjetivamente, no seu sobrenome o adjetivo covarde. Escutará de seus amiginhos: "Seu pai é um covardão". Quando ler sobre a vida do pai, o verá, certamente, destacado pelos historiadores como um presidente covarde.

Carlos Benedito Pereira da Silva

carlosbpsilva@gmail.com

São Paulo

Estamos dominados

Senhor presidente, esta foi a hora de mostrar ao povo sua honestidade, mas você resolveu provar que ainda teremos de aguentar por mais um mês para ver o novo presidente acabar com a camarilha. Somos nós que temos o poder, porém ainda estamos dominados.

Wilson Matiotta

loluvies@gmail.com

São Paulo

Pela porta dos fundos

Com a aprovação do reajuste do STF ao tempo em que o País enfrenta a mais aguda e severa crise econômica de sua história, em vez de deixar o governo pela porta da frente, o presidente vai sair pela dos fundos. Vergonha, Temer!

J. S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

Temer e o salário do STF

Que fim melancólico de um vice-presidente em exercício.

Moises Goldstein

mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

O poder

É bom relembrar: "O poder tende a corromper, o poder absoluto corrompe absolutamente" (apud Lord Acton).

Joaquim Luiz Bessa Neto

jlbessaneto@gmail.com

São Paulo

O futuro de Temer

Michel Temer sanciona aumento de 16,38% para os ministros do STF que pode impactar em R$ 4,1 bilhões nas contas da União e de Estados. Os brasileiros esperavam que ele deixasse a Presidência com altivez. Talvez o que pode ter influenciado sua atitude são os quatro processos que terá de enfrentar fora do governo.

Luiz Bianchi

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

Agrado

Aproveitando o final de ano, Temer presenteou Bolsonaro com um perfeito Cavalo de Troia, avaliado em alguns bilhões de reais, que, por óbvio, sairão do bolso dos pagadores de impostos. A mim quer me parecer que seja um "agrado" aos ministros do STF que deverão atuar no processo do Porto de Santos. Afinal, já dizia São Francisco de Assis, é dando que se recebe...

Marco Aurélio Pezzotti

mapezzotti@terra.com.br

São Paulo

Bolsonaro contra

Assim que o Senado aprovou o aumento vexatório de 16,38% aos ministros do Supremo, o já eleito presidente Jair Bolsonaro criticou a prática (e com a mais pura razão). Mas me fica o questionamento: por qual a razão o próprio não a criticou igualmente, ou mesmo se opôs a ela, na Câmara dos Deputados, em 2016? Na ocasião, nem houve votação, ninguém se manifestou e foi considerado "aprovado por unanimidade"... Se ele é realmente contra, por que na ocasião não se manifestou contra (o que poderia até ter colocado a pauta em votação)? E houve já um presidente que vetou outro aumento ao Supremo: Dilma Rousseff. Será que o presidente eleito foi contra essa atitude da então presidente em exercício, por causa da "questão ideológica"? Fica aí a dúvida.

Daniel Guedes Teberga Moreira

danielteberga@hotmail.com

Guarulhos

Aumento salarial STF & OAB

Nas irresponsabilidades supremas, tudo o que sai da "OAB" é o "silêncio". O mais completo, absoluto e gritante silêncio... 

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

A OAB apartidária

Todos os postulantes à presidência da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com eleições marcadas para hoje (29/11), prometem postura crítica aos governos que iniciarão em 2019, João Dória (PSDB), no governo de São Paulo, e Jair Bolsonaro (PSL), no governo federal. Excelente, é isso que esperamos de tão digna representação dos advogados. Entretanto, onde estava a mesma OAB nos 14 anos dos governos do PT? Neste período, ocorreram os seguintes fatos: o patrimônio da Petrobrás foi quase dizimado; os fundos de pensão dos Correios, da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e da Petrobrás tiveram aplicações suspeitas em investimentos nada convencionais; empréstimos escusos e substancias foram feitos pelo BNDES aos governos cubano, venezuelano, angolano, etc. Seria muito esperado e produtivo da OAB secção paulista que as suas intenções sejam sempre uniformes, sem viés ideológico ou partidário, iguais e independentes do governo e/ou do partido político que estiver no comando do Estado ou da República, para que assim sejam válidos e não demonstrem nenhum tipo de perseguição político-partidária.

Antonio Carelli Filho

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

Brincando com fogo

O ministro Edson Fachin, do STF, liberou para julgamento na segunda turma (aquela dos "parsas") o milionésimo pedido de liberdade de Lula apresentado por seus advogados.  Os "dotores" pedem, desta vez, a nulidade de todos os atos processuais do caso do tríplex. Ricardo Lewandowski, amigo do peito do réu, já declarou que irão julgar antes do recesso deste ano. Provavelmente o ministro está louco para que seu amigo de infância passe as festas de fim de ano em casa. Cuidado, excelências! Se os senhores libertarem Lula, estarão brincando com fogo.

Agnes Eckermann

agneseck@gmail.com

Porto Feliz

O sonho megalomaníaco

A "alma mais honesta deste país", que já responde como réu em oito processos, após novas delações de Antonio Palocci, poderá aumentar sua longa lista de delitos. Segundo Palocci, Lula interveio nos fundos de pensão da Caixa, do Banco do Brasil e da Petrobrás, fundando a Sete Brasil, empresa que construiria 40 plataformas, quando no mundo inteiro existem menos de cem para explorar o petróleo do pré-sal, a preços superfaturados para bancar, pelo menos, "umas cinco campanhas" eleitorais petistas. Uma empresa recém-fundada, sem tecnologia e que acabou falindo só foi criada para desviar recursos públicos em prol do projeto de poder do megalomaníaco Lula da Silva. Para o bem do Brasil, o projeto foi abortado, mas os beneficiários do Funcef, da Petros e da Previ estão pagando a conta.

José A. Muller

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

Caloteiros

Devo, não nego, não pretendo pagar nunca. Absurdo os senadores e deputados deverem à União apenas a bagatela de R$ 660 milhões. Onde está o governo que não cobra desses corruptos? E pensar que é a coisa mais fácil de cobrar, basta chamá-los e dizer "vocês devem e terão de pagar as dívidas em dez meses, em prestações fixas, e no caso de não pagamento bloquearemos patrimônio e vamos executar a dívida". O mesmo se aplica à Previdência: basta chegar nos devedores e dizer "vocês cobraram dos empregados, no entanto não recolhem sua parte, então vocês terão dez meses para pagar uma atrasada mais o atual, e no caso de não pagamento executaremos a dívida". Assim seria possível dar um aumento melhor àqueles que trabalharam a vida inteira para ter um pouco de sossego no final da vida e, no entanto, agora aposentados, vivem um verdadeiro sufoco, com aumentos em todos os gêneros de necessidade, principalmente nos remédios, e o salário cada vez menor. Acho que os aposentados merecem no mínimo 10% de aumento, para ficar diferente destes amigos dos corruptos, que são os ministros do STF. Ainda bem que janeiro está chegando e muita coisa vai mudar para melhor, principalmente porque estaremos livres dos "petralhas".

José Fernandez Rodriguez

rodriguez1941@gmail.com

São Paulo

Generais no ministério

Fui um dos mais de 50 milhões que votaram no presidente eleito Jair Bolsonaro. Estamos todos torcendo para que ele faça um governo para todos, que coloque o nosso país onde deve estar: entre as grandes potências mundiais. Como ele mesmo diz, "olha o que a China tem e olhem o que ela é" e nós "olhe o que temos e o que não somos". Dessa forma, acreditamos que ele saberá como agir para que tal feito aconteça. Só fico me perguntando, não que eu seja contra, mas tantos generais aposentados - digo generais, homens de carreira militar que sempre comandaram - será que aceitarão serem comandados? Eis aí a pergunta que fica. Apesar de Bolsonaro ser o comandante, está lidando com generais, sendo ele um simples capitão. Tenhamos fé para acreditar que será um bom governo, para todos, como pregou nosso capitão e que esta cúpula não se torne a revolta dos generais.

Francisco Eugênio Alves de França

fefranca_3@hotmail.com

São Paulo

'Governo verde-oliva'

Se os colaboradores do jornal se sentirem na obrigação de lê-lo todos os dias, com certeza a dona Eliane Cantanhêde (27/11, A6) terá a oportunidade de saber que "o novo governo está se organizando de forma coerente, fiel às suas ideias eleitorais, numa síntese de valores conservadores e liberais, democracia e exercício da autoridade", anseios de 57,8 milhões de eleitores.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

O Analista de Bagé

Ao invés de um general para ministro da Secretaria de Governo, não seria melhor indicar o Analista de Bagé?

Mauro Lacerda de Ávila lacerdaavila@uol.com.br

São Paulo 

Preocupante

A montagem do ministério de Jair Bolsonaro tem como sustentação, como já havia avisado, militares, e isso é absolutamente preocupante, por causa de uma possível volta da ditadura militar, pouco, mas por sabermos que os militares são incompetentes para levar suas pastas a uma eficiente gestão.

Marcos Barbosa

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

Ordem e progresso

Felipão colocou ordem no Palmeiras e houve progresso. Vamos torcer para Bolsonaro colocar ordem no Brasil e com certeza haverá progresso.

Abelardo Villas-Boas

abevillas@gmail.com

São Paulo

Gol de placa

O jogador Deyverson fez realmente um gol importantíssimo, mas aquele outro palmeirense, o presidente eleito Jair Bolsonaro, fará um gol de placa se nomear a senadora Ana Amélia (PP-RS) para o Ministério das Comunicações.

Joao Alfredo Castelo Branco

joao.cast.bran44@gmail.com

São Paulo

Educação

Não vou criticar quem não conheço. Apenas gostaria de saber do futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, quando nossos alunos vão aprender a ler, escrever, interpretar e calcular. Nossas crianças precisam de atenção e respeito, sem dúvida, mas é preciso também que elas tenham educação de qualidade, e qualidade não significa pagar mais para aprender, mas sim colocar eficiência, compromisso e comprometimento nas pessoas que vão conduzir este processo tão importante. Contudo, é imprescindível investir na qualificação dos professores. O prêmio será de todos, certamente.  

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

'Enem em tempos de VAR'

Sobre o artigo "Enem em tempos de VAR" (26/11, A2), como contribuinte, pai e avô, considerarei o trabalho do Ministério da Educação e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) como bom quando o Brasil estiver entre os 20 primeiros colocados no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Por ora, pode até ser que estejam conseguindo formar jovens com uma cidadania plural, sem preconceitos e eivada de empatia pelo próximo, porém sem condições de garantir a própria subsistência, pois, com a péssima formação que recebem, apresentam baixa produtividade e poucas condições de competir no mundo atual. Resultado: cidadãos plurais, sem preconceitos e desempregados.

Celso Francisco Alvares Leite

celso@celsoleite.com.br

Limeira

Pajubá

Ainda sobre a polêmica do dialeto pajubá, acrescento que a educadora Maria Inês Fini, em seu artigo "Enem em tempos de VAR" ("Estado", 26/11, A2), faz malabarismos de raciocínio, não economiza autoelogios, mas não consegue convencer sobre a inclusão de questão sobre o tal patoá na recente prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Fica a clara impressão de que a emenda ficou pior que o soneto. Não à toa, em brilhante texto emblematicamente postado à direita desse escrito, outro educador, Denis Lerrer Rosenfield, ao apresentar panorama da era lulopetista, destaca que "questões educacionais foram fortemente submetidas ao politicamente correto, como se toda a sociedade devesse se submeter ao que intelectuais esquerdistas apresentavam como 'progressista', seja lá o que isso signifique". Fico com o professor da direita.

Joaquim Quintino Filho

jqf@terra.com.br

Pirassununga

Mr. Miles

Foi com profundo pesar que recebemos a notícia - compartilhada tristemente pelos 132 fãs clubes que ele tem espalhados pelo País - do fim, após 15 anos ininterruptos, das crônicas semanais de Mr. Miles neste matutino. "However", seguiremos buscando notícias suas nas mídias digitais. Desejamos ao homem mais viajado no mundo boa sorte na sua eterna peregrinação por este belo planeta, na certeza de que viajantes como ele só morrem se suas histórias também desaparecerem. Obrigado por compartilhar suas histórias divertidas e procure não chegar atrasado desta vez para o embarque no Titanic II. Farewell, Mr. Miles!

João Manuel Maio

clinicamaio@terra.com.br

São José dos Campos 

Saudades

Obrigada, Mr. Miles, pelas 751 crônicas de viagem com que nos brindou ao longo dos anos. Eu "viajei" a recantos que nunca "visitaria", não fossem suas descrições. Vou sentir sua falta. Abraços da também viajante, em menor escala, claro.

Sandra Maria Gonçalves

sandgon46@gmail.com

São Paulo

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