Fórum dos Leitores

-

O Estado de S.Paulo

14 Dezembro 2018 | 02h00

O Brasil de hoje

Futuro melhor, como?

Por mais que nossa esperança, com esse novo governo, seja por um Brasil melhor para o futuro de nossos filhos e netos, as atitudes de nossos políticos e autoridades nos deixa com poucas alternativas de bons resultados. Vejamos: os políticos, com suas pautas-bomba de final de mandato, fazem questão de aumentar as despesas correntes, apesar do enorme déficit público, sobejamente conhecido. E, ainda por cima, um deputado que tem dificuldades com a língua portuguesa tem o desplante de propor a seus pares aumento salarial para a Câmara e o Senado. No Judiciário, um ministro concede uma liminar suspendendo o preço mínimo para o frete, por evidente inconstitucionalidade, e por causa de pressões externas a revoga em seguida. E o “Papai Noel” do STF continua soltando corruptos. Assim, como esperar um futuro melhor?

Roberto Luiz Pinto e Silva

robertolpsilva@hotmail.com

São Paulo

Vingança de rejeitado

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, que não foi reeleito, juntamente com outros da politicalha “esquecidos” pelos eleitores e pelo governo de Jair Bolsonaro, resolveu impor à Nação sua “vingança”, aprovando várias pautas-bomba, mesmo em fim de mandato. Ora, sem as tetas do governo deixam seu jamegão nos anais daquela Casa, como pessoas “abaixo de qualquer suspeita”. Ora, o Brasil mudou. Fora, inimigos do povo! 

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Mão grande

Pautas-bomba apresentam ao Brasil a classe política sem escrúpulos que comanda o País. Abrem os cofres públicos como se não devessem satisfação a ninguém, na mão deles milhões de reais parecem centavos e bilhões, troco.

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Aumento para deputados

O deputado Fabio Ramalho (MDB-MG), reeleito, está muito preocupado. O que o preocupa é o desemprego de 12 milhões de brasileiros, a dívida pública, a situação calamitosa da saúde, da educação e da segurança, a nossa infraestrutura precária? Nada disso. Esses são probleminhas menores. O deputado está preocupado com o salário dos seus pares. Afinal de contas, eles ganham somente R$ 33.700 de salário, mais verba de gabinete de R$ 78 mil, auxílio-moradia de R$ 3.800, cota parlamentar de R$ 30.700 e outros penduricalhos. De deputados como esse nós não precisamos. Figuras lamentáveis como essa não ajudam em nada. Só conseguem olhar para o próprio umbigo. 

Celso Battesini Ramalho

leticialivros@hotmail.com

São Paulo

Ô, coitados...

O vice-presidente da Câmara e candidato à presidência da Casa na nova legislatura, deputado Fábio Ramalho, usou a tribuna para defender aumento de salário para os parlamentares, alegando que os outros Poderes estão recebendo aumento. Coitadinhos! Não estão satisfeitos com o que recebem, mesmo com os inúmeros penduricalhos. Tampouco estão preocupados, um pouco sequer, com quem paga a conta exorbitante, mesmo com milhões de desempregados e com os milhões de brasileiros que não têm educação, saúde, transporte, segurança. Ora, ora, tenham vergonha na cara!

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

O circo da Câmara 

Todas as vezes que assisto a uma reportagem na televisão que mostra como pano de fundo uma sessão da Câmara dos Deputados, em Brasília, noto o seguinte: um deputado discursando, uma dúzia ou pouco mais sentada em seus lugares consultando o celular, alguns poucos membros sentados à Mesa Diretora e uma maioria esmagadora em pé formando rodinhas de conversas, que, garanto, nada têm que ver com o conteúdo do que está sendo exposto pelo parlamentar ao microfone. Daí concluo que ou o assunto é de total desinteresse do plenário (então, para que levantá-lo?) ou nossos ditos representantes não estão nem aí para discutir os assuntos de interesse nacional (então, para que mantê-los em Brasília, ainda mais ao custo exorbitante que representam?). Nos Parlamentos americano, europeus e alguns asiáticos, quando temos a chance de visualizá-los na TV, sempre há um orador discursando e todos os demais presentes procurando entender suas propostas. Deve ser divertido, nesses países, assistir às imagens que eventualmente passem lá do funcionamento do nosso Congresso. 

Odair de Carvalho

pops-smith@hotmail.com

Santana de Parnaíba

De cara limpa

Contra Renan, Carvalhosa pede ao STF voto aberto na eleição do presidente do Senado (Direto da Fonte, 13/12). Nada mais justo. Que cada um mostre a sua cara!

Robert Haller

robelisa1@terra.com.br

São Paulo

Bolivarianismo

Mania de perseguição

Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, liga o Brasil a um plano para derrubá-lo e acusa os EUA de orientarem o presidente eleito Jair Bolsonaro a provocá-lo (13/12, A16). Essas declarações de Maduro sobre o Brasil e também sobre a Colômbia apenas mostram que a ditadura bolivariana, cada vez mais fraca, tenta justificar suas medidas de força para continuar a opressão. Mais cedo ou mais tarde o ditador cairá, mas sua queda causará uma comoção terrível e muitos perderão a vida por causa dos muitos ressentimentos acumulados ao longo dos anos. E a dita “resistência petista” apoia o mandatário venezuelano, que pretendia emular caso o candidato de seu partido à Presidência, Fernando Haddad, fosse eleito. 

Ulf Hermann Mondl

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

Caças russos

Enquanto os venezuelanos morrem por falta de comida e remédios, Maduro vai gastar a rodo brincando de fazer exercícios militares com os russos.

Roberto Garbati Becker

roberto_becker@yahoo.com

São Paulo

Boas-festas

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano novo de Adriano A. F. Luchiari, Engegrav, FSB Comunicação, IEG/FNP Agribusiness Intelligence Informa, Irene Maria Dell’Avanzi, José Eduardo Coelho, Justino de Oliveira Advogados, Klaus Reider e família, Leandro Ferreira, Paulo Panossian, Renzo Sansoni, Ronaldo e Ivani Carneiro, Vichenza, Virgílio Melhado Passoni, Virginia Andrade Bock Sion e Walter Cereja Pinto.

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Apelo ao papa

Chico Buarque foi pedir ao papa que ajude na libertação de Lula, o "santo" que tem oito processos nas costas e cujas maracutaias e falcatruas cometidas quando presidente, e mesmo depois, só fanáticos não querem enxergar. Chico, não nos envergonhe.

Marieta Barugo

mbarugo@bol.com.br

São Paulo

Desocupados no Vaticano

Bando de pretensiosos idiotas e desocupados, imaculados de plástico, como Chico Buarque, foi ao papa Francisco chorar pitangas pelo presidiário de Curitiba. Ensoparam o solidéu branco do pontífice com lágrimas de crocodilo, um papelucho de cem páginas e muita conversa fiada. Depois de uma boa cochilada, Francisco deu um terço para cada um e avisou que não tem poderes celestiais nem jurídicos para livrar Lula da cadeia.  

Vicente Limongi Netto

limonginetto@hotmail.com

Brasília

Insignificância

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu habeas corpus, esta semana, a um homem que estava preso em flagrante acusado de roubar uma maçã de uma senhora de 67 anos de idade. A juíza Gabriela Hardt recebeu farta documentação elaborada por 12 procuradores da Justiça Federal comprovando que o presidiário Lula da Silva é proprietário do sítio de Atibaia, e o famoso compositor Chico Buarque, acompanhado de militantes da esquerda latino-americana, vai até o papa entregar relatório acusando o Brasil, a Argentina e o Equador de judicializar seletivamente a política, pedindo ingerência do Vaticano para libertar o ex-presidente, que para eles é um preso político. Será que chegará o dia em que os petistas admitirão que Lula é um criminoso?

José A. Muller

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

Antes que o ano acabe

Seis dias após a vitória de Jair Bolsonaro, o "Estadão" publicou a seguinte carta de minha autoria: "O objetivo principal do PT não era ganhar as eleições, mas tirar o presidiário da cadeia. Os petistas sabem que, caso Lula esteja preso em 1/1/2019, a chance de ele seguir trancafiado até o fim de 2022 é enorme. Todos os esforços e recursos do partido continuam direcionados ao propósito maior, fazendo com que os próximos dois meses sejam de uma pressão nunca vista sobre a Justiça brasileira". Domingo, Gleisi Hoffmann disse que o PT tem "muita esperança de que Lula saia da cadeia antes do Natal". Traduzindo: as próximas duas semanas serão de uma pressão nunca vista sobre a Justiça brasileira.

Marcelo Melgaço

melgacocosta@gmail.com

Goiânia

Natal amargo

Agenor Franklin Medeiros, Alexandrino de Alencar, Carlos Armando Guedes Paschoal, Emílio Odebrecht, Emyr Diniz Costa Junior, Fernando Bottar, José Adelmário Pinheiro, José Carlos Bumlai, Luiz Inácio Lula da Silva, Marcelo Odebrecht, Paulo Roberto Valente, Roberto Teixeira e Rogério Aurélio Pimentel estão envolvidos no processo do sítio de Atibaia. As alegações finais poderão ser apresentadas pela defesa até o dia 7 de janeiro de 2019. A sentença da juíza Gabriela Hardt deverá ser proferida no início do próximo ano. O Ministério Público Federal reforçou o pedido de condenação para o ex-presidente Lula e todos os réus citados. Indigesto será o presente de Natal atrasado.

José Carlos Saraiva da Costa

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Anacronismo patético

Políticos do PT, capitaneados por Fernando Haddad, se reuniram em Montevidéu com o ex-presidente do Uruguai José Pepe Mujica e anunciaram o início de uma campanha internacional em favor da liberdade do ex-presidente Lula. Parece que o sonho de internacionalização das esquerdas, embora de um anacronismo patético, ainda sobrevive, sempre pretendendo sobrepujar as soberanias nacionais com algo mais forte que as autonomias dos Estados liberais e senhores de seus próprios quintais.

Marcelo G. Jorge Feres

marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

Bom para o Brasil

Quem tem a consciência pesada tem medo até da sombra. O senhor Fernando Haddad está olhando para o banco de reserva do governo Bolsonaro e está tremendo de medo do vice-presidente eleito, o general Hamilton Mourão. Este medo de Haddad me fez pesquisar sobre Mourão, e nada de anormal consegui constatar sobre o vice-presidente eleito, exatamente o contrário do que pude encontrar sobre o seu nome (Haddad) e o de seu partido, com várias prisões de seus membros importantes e até de centenas de políticos petistas denunciados na Justiça. Como faz bem para a verdadeira democracia e para o seu povo o revezamento periódico de tendências políticas no governo.

Benone Augusto de Paiva

benonepaiva@gmail.com

São Paulo

O novo PT

O PT, agora, quer sistema interno para inibir prática de corrupção. Piada pronta.

Moises Goldstein

mg2448@icloud.com

São Paulo

Novos tempos

Talvez o aspecto mais significativo, embora pouco enfatizado, do discurso proferido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro por ocasião da sua diplomação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenha sido aquele no qual ele se referiu à interação sem intermediários, observada ao longo do último pleito eleitoral, entre os que foram às urnas e os candidatos, tornada possível pelos avanços tecnológicos que propiciam o estabelecimento da ligação instantânea. Consideráveis setores da mídia, porém, ainda não conseguem lidar com esses revolucionários canais e não se convenceram de que o modelo assimétrico em que os chamados formadores de opinião são os únicos geradores de resultados está virtualmente ultrapassado. Se a comunicação tradicional não encontrar, com brevidade, métodos que permitam a adaptação a estes irreversíveis novos formatos, corre o risco de, num futuro não muito longínquo, ser virtualmente ignorada. 

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

Movimentações suspeitas

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) está investigando um filho de Jair Bolsonaro, presidente não petista, por suposto imbróglio de R$ 1,2 milhão. Deve investigar tudo. Mas nos desgovernos "espertralhas" o Coaf não investigou, por exemplo, o enriquecimento bilionário do "capo", da mulher e dos filhos, começando por aquele deseducado que trabalhava no zoo, nem investigou milhares de políticos que se "apossaram" do dinheiro dos impostos. A mesma coisa ocorreu com a Receita Federal, os Tribunais de Contas e outros órgãos que devem fiscalizar operações financeira ilícitas que envolvam membros dos Três Poderes.

Mario Alves Dente

eticototal@gmail.com

São Paulo

Peixes maiores

A mesma sede investigativa de mostrar que existe algo de errado nas contas do filho do presidente eleito Jair Bolsonaro o Coaf deveria ter com assessores de outros partidos também envolvidos neste mesmo esquema, e pior, com valores muito maiores, como é o caso do PT, cujo montante movimentado foi de R$ 49 milhões. Até o PSOL, do "ético" Guilherme Boulos, e o PDT, do "honestíssimo" Ciro Gomes, estão nesta mesma barca. Coaf, vamos moralizar tudo!

Zureia Baruch Jr.

zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

Movimentação financeira atípica

A declaração do presidente eleito Jair Bolsonaro - "Se algo estiver errado, que paguemos" - soa como uma confissão de culpa. Se não dele, de alguém de sua família. 

Roberto Bruzadin

bobbruza@terra.com.br

São Paulo

O assessor sumiu

Com a divulgação das recentes denúncias de movimentação financeira suspeita nas contas do assessor do agora senador eleito pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro, o pai presidente eleito, foi às redes sociais e falou que as investigações têm de continuar e que, se tiver algo de errado, "paguemos a conta!". Não podíamos esperar outro tipo de reação dele, que é sempre objetivo nas suas declarações. O problema maior é que o principal personagem do caso, o motorista do senador eleito, desapareceu sem dar nenhuma explicação plausível a respeito da movimentação financeira atípica, fora do padrão salarial que circulou pela sua conta bancária - suspeita apurada pelo Coaf no ano de 2017. Caso fique caracterizado que o assessor do senador eleito ficava com parte do dinheiro do restante dos demais funcionários do gabinete, estamos diante de mais um caso gravíssimo de corrupção, uma má gestão do dinheiro público já instalada no governo que ainda vai começar. Oremos!

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho

arluolf@hotmail.com

Itapeva

Sumiram

Por onde andam os bolsonaristas de carteirinha que esperneavam contra qualquer manifestação que colocava em xeque a lisura de comportamento histórico do coiso? De repente, essa turma sumiu junto com o assessor de Flávio Bolsonaro. Por que será?

Oscar Thompson

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba 

Velhas práticas

Passou da hora de a família Bolsonaro explicar as estranhas contas bancárias e, ainda mais estranho, o desaparecimento do ex-assessor e muito próximo Fabrício José Carlos de Queiroz. Nada vai mudar?

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Revolução na gestão pública

Do presidente da República ao mais humilde assessor parlamentar, o objetivo é um só: roubar dinheiro público. Os escândalos de corrupção generalizada que se sucedem no País inteiro deixam claro que todos os dias o Brasil é assaltado por um exército de terno e gravata que não faz outra coisa senão roubar dinheiro público. De manhã, de tarde e à noite, sem descanso, 365 dias por ano, o Brasil é roubado por aqueles que deveriam cuidar da saúde e da educação. O País precisa de uma verdadeira revolução na gestão da coisa pública, uma revolução que acabe com este lixo que aí está, acabe com as nomeações políticas para cargos técnicos, acabe com a palhaçada dos assessores parlamentares, acabe com a roubalheira generalizada nos cofres públicos. 

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

O massacre em Campinas

Nunca foi tão grande a minha tristeza por Campinas. O Executivo local não terminou o mandato por doença (fevereiro de 1996), assassinato (setembro de 2001) e impeachment (agosto de 2011). Nestes últimos anos, a cidade acabou sendo palco de três chacinas, com repercussão nacional e até mesmo internacional: 12 mortos (janeiro de 2014), 12 mortos (réveillon de 2017) e, agora, 6 mortos (dezembro de 2018). O massacre ocorrido na Catedral de Campinas, após uma missa, é uma tragédia pelo simbolismo de ocorrer dentro do espaço sagrado para oração dos fiéis e por acontecer perto do Natal. É preciso refletir sobre o que estamos fazendo como sociedade para visar ao bem comum, tanto no plano local como no plano nacional.

Luiz Roberto Da Costa Jr.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Solidariedade

A Confederação Israelita do Brasil (Conib), representando a comunidade judaica brasileira, lamenta profundamente o ataque contra fiéis inocentes ocorrido na Catedral de Campinas e se solidariza com os parentes das vítimas e com a Igreja Católica. Este ataque bárbaro contra inocentes num templo religioso mostra que precisamos estar sempre atentos para impedir que atrocidades assim aconteçam. Recentemente, uma sinagoga foi atacada por um atirador em Pittsburgh, nos Estados Unidos, matando 11 inocentes que estavam ali reunidos para celebrar o Shabat. Conhecemos essa dor e oferecemos todo o nosso apoio neste momento de luto e perplexidade.

Fernando Lottenberg, presidente, e Rabino Michel Schlesinger, representante da Conib para o diálogo inter-religioso

lianegz@terra.com.br

São Paulo

Incertezas do tempo

Está complicado... Se a gente for a uma igreja, podemos morrer baleados. Se procuramos tratamento espiritual, corremos o risco de sermos estuprados. Atualmente, só nos resta redobrar nossa fé e rogar a Deus que nos ilumine.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

O atirador

Alô, PSOL, a polícia de Campinas matou o atirador da catedral. Não vão defender o atirador? Não vão falar dos direitos humanos dele, não? Não vão processar os policiais, não?

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Terror na catedral 

Se a população tiver a liberdade de comprar armas (hoje proibido) como se compra sorvete em qualquer esquina, quantos não serão os casos como o que aconteceu, infelizmente, na catedral de Campinas, onde o cidadão Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, sem passagem pela polícia, na hora da missa das 12h15, matou quatro fiéis e se suicidou? Será que é sensato o que o presidente eleito Jair Bolsonaro defendeu exaustivamente em sua campanha eleitoral - e sem se constranger -, que a "arma é garantia da nossa liberdade", já que "todo vagabundo está armado"? E anunciava orgulhosamente "armas para todos". Nem no papel é plausível essa desastrada intensão de Bolsonaro. O que o Estado precisa é garantir a liberdade do povo brasileiro prendendo "todos os vagabundos que andam armados". E acabar o quanto antes com esta vergonhosa estatística de todos os anos mais de 60 mil pessoas serem assassinadas no Brasil. E, também, evitar este terror como foi a morte de fiéis na catedral de Campinas.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Armas de fogo

Depois da última matança em Campinas (última?), se você apoia o insano projeto de insanos para facilitar a aquisição deste instrumento de morte, vá comprando muito sabão para lavar suas mãos: em breve, nelas haverá muito sangue de seres humanos. Bem, "o que é bom para os EUA é bom para o Brasil"...

Luiz Carlos Gomes Godoi

vlggoddi@carrier.com.br

Santos

Politização rasteira

É mera demagogia polemizar o brutal massacre que aconteceu na Catedral de Campinas em relação ao projeto de liberação do uso de armas a ser votado no próximo ano no Congresso. Atentados desta natureza, em sua imensa maioria, são perpetrados por terroristas ou psicopatas que não têm a mínima dificuldade em conseguir armas de fogo, seja onde for. Este projeto é, sem dúvida, discutível e polêmico, mas tentar vinculá-lo à tragédia de Campinas é politização rasteira da questão. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

Problema de saúde pública

O trágico episódio na igreja de Campinas vai além do controle de armas, estamos diante de um avanço avassalador das doenças mentais na sociedade. Enquanto o estigma e o preconceito mantiverem a dor da alma sob o véu da invisibilidade, veremos, de vez em quando, a solidão fugir para matar ou morrer.

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

A OAB e os anseios da sociedade

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Carlos Lamachia, falou, e para dizer que é contra a redução da maioridade penal, contra o monitoramento dos presidiários com seus advogados, contra dar armas à população. Isso porque os defensores dos bandidos, se ficarem sem clientes, morrem de fome, e bandidos hora ou outra acabam morrendo nas mãos de seus próprios algozes, pois, conforme Lamachia afirmou, o problema está no sistema prisional. E o que foi feito para resolver o problema? Disse que será uma trincheira durante o governo do presidente Jair Bolsonaro. Deveria respeitar o presidente que foi eleito atendendo às reivindicações do povo que está cansado de não ter proteção e de sair de casa sem saber se volta, enquanto a cúpula anda em carro blindado e cheia de seguranças. Que país é este, com tamanha desigualdade e ninguém vê? Perguntem à população o que ela acha melhor. Tem sido difícil para esta gente aceitar a vontade das urnas. A violência cresceu e não se viu uma ação da OAB, e agora ficará de plantão contra as medidas que serão tomadas? Se as medidas beneficiarem a sociedade, pode saber que elas virão em socorro daqueles que não têm a quem recorrer.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Milhões no interior do Maranhão

Segundo o IBGE, o Estado do Maranhão tem o pior, ou um dos piores, Índice de Desenvolvimento Humano do País. Segundo o noticiário jornalístico dos últimos dias, teria sido furtada a quantia de R$ 100 milhões de uma agência do Banco do Brasil no município de Bacabal, interior daquele Estado, situado a 240 km de São Luís, a capital. Pergunto: a que título quantia tão elevada estaria disponível na supracitada agência? O poder econômico e financeiro do município é tão significativo assim? Há informações de que o assalto teria sido planejado no Paraguai, por um traficante lá preso. E como os bandidos poderiam saber da existência de tanto dinheiro naquele lugar? E justamente naquele dia e naquele horário? Estranho, não? Parece mesmo que há mais mistérios entre os céus e o Reino Tupiniquim além do que possa cogitar nossa imaginação!

Arlete Pacheco

arlpach@uol.com.br

Itanhaém

Confronto e destruição

O assassinato de dois líderes do Movimento dos Sem Terra na Paraíba há alguns dias é uma demonstração de reações contra as ações de trabalhadores rurais em busca de uma forma de sobrevivência. E não se nota nenhuma reação governamental em relação ao desmatamento e à exploração de minérios na região amazônica. Será que as duas situações, ou seja, o confronto com os ruralistas e a destruição das riquezas no Amazonas, serão motivo de ação do futuro governo? É esperar para ver.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Meio ambiente

A escolha de Ricardo Salles para o Ministério do Meio Ambiente demonstra o quanto essa pasta terá pouca importância no governo de Jair Bolsonaro. O ministro responde por fraude ambiental, o que retira dele a credibilidade necessária para a administração de uma área tão importante para o País.

Maria Ísis Meireles Monteiro de Barros

misismb@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

A nova Alemanha

Sem os estigmas que marcam os derrotados, principalmente em duas guerras mundiais, surge na Europa uma Alemanha democrática que chega a premiar seu algoz do passado, o Brasil, sepultando qualquer ódio e prometendo, segundo o cônsul-geral no Rio de Janeiro, Klaus Zillikens, a doação pelo governo alemão de 1 milhão de euros, já tendo sido doados 180.800 euros, para a compra de equipamentos e a recuperação das peças danificadas pelo incêndio no Museu Nacional. Uma demonstração de um país que se preocupa com a cultura, coisa que o Brasil ainda não faz. O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, estava abandonado pelos cuidados dos governos federais e, principalmente, pelos governos do Estado do Rio de Janeiro. Esperamos que a Polícia Federal não tenha participação neste fato em eventual desvio dessa verba, como é comum nos noticiários de todo dia.

Jair Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

Bolsonaro e o acordo Mercosul-UE

França e Alemanha hoje não têm moral alguma para falar nada do Brasil e do eventual acordo com a União Europeia (UE) através do Mercosul. A França está segurando este acordo há mais de 20 anos e seu presidente hoje parece balão caído, está perdido, e Angela Merkel vai sair da política por ter perdido espaço até no próprio partido. Então Bolsonaro tem, sim, de fazer o que for melhor para o Brasil, e não para o Mercosul, que na verdade só tem nos consumido verbas, tempo e nada de melhorar. E ainda virou um caso político em que até a corrupta Venezuela o explorou por ajuda do PT, na época em que o país entrou no bloco.

Antonio Jose Gomes Marques

a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

Brexit

"Deputados britânicos votarão moção de desconfiança contra May" ("Estadão", 12/12). A votação da moção de desconfiança pelo Parlamento britânico, provavelmente, implicará a demissão de Theresa May  do cargo, bem como implicará a reversão do Brexit. A insistência dela em querer manter resultados negociais desfavoráveis com a União Europeia, tentando postergar e explicar o inexplicável, será a causa de sua queda.              

Ulf Hermann Mondl

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

Theresa May e o Brexit

Quem tem o Canadá, Nova Zelândia e Austrália no Commonwealth e o Uncle Sam sempre de plantão não precisa de União Europeia.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

Copa Sul-Americana

O Atlético Paranaense é campeão da Copa Sul-Americana. Um feito notável, sobretudo pela grande evolução do time no ano, saindo da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e alcançando o troféu do torneio continental. Em um jogo emocionante decidido nos detalhes, o título coroou uma campanha histórica, com direito a chavões futebolísticos como "sorte de campeão" e "quem não faz leva". A conquista é simbólica para o clube, que alcança outro patamar no futebol brasileiro. História para ser contada aos netos do torcedor atleticano que se fez presente.

Richard Tomal Filho

richard.filho@outlook.com

Curitiba

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.