Fórum dos leitores

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Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2018 | 03h00

ESTADO X NAÇÃO

Sabotando o Brasil

Parece que o Brasil está sem Constituição, à mercê de certos indivíduos que fazem o que lhes dá na telha e, dessa forma, vêm (des)governando o País. Fiquemos apenas nos absurdos dos acontecimentos de anteontem. Por decisão monocrática, e já na hora de o Supremo Tribunal Federal (STF) entrar em recesso, o ministro Marco Aurélio Mello passou por cima do já decidido pelo plenário e decidiu “soltar” mais de 160 mil presos condenados por colegiado. Isso incluiria o detento-mor Lula da Silva. Ainda bem que essa irracionalidade absurda foi contida a tempo por Dias Toffoli, presidente do STF, que, aliás, já havida marcado para 10 de abril nova sessão do plenário para analisar a questão da prisão após condenação em segunda instância. Ainda no STF, outro desastre: o ministro Ricardo Lewandowski, mais uma vez usurpando função exclusiva do chefe do Poder Executivo, concedeu aumento de salários ao funcionalismo federal, colaborando assim para afundar o Brasil numa crise econômico-financeira sem precedentes. Esse mesmo ministro já havia rasgado a Constituição quando, com a ajuda de Renan Calheiros, deu de presente a elegibilidade à presidente cassada, Dilma Rousseff. Mas como desgraça pouca é bobagem, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, aproveitou-se da ausência do legítimo presidente da República, Michel Temer, e sancionou norma contrária à Lei de Responsabilidade Fiscal, que permitirá aos prefeitos maus administradores e irresponsáveis destruir de vez as finanças públicas. A pergunta agora é: o que o novo presidente, Jair Bolsonaro, e sua equipe econômica vão fazer? Contrariando a Constituição, outros já assumiram suas funções na administração pública e estão “fazendo o diabo” para acabar com o nosso país, que já nem tem dinheiro para atender às necessidades básicas da população, como saúde, educação, segurança, emprego, etc.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

Suprema ditadura

O ministro Lewandowski mantém reajuste de servidores, com custo de R$ 4,7 bilhões para os cofres públicos, e o STF barra a liberdade da Petrobrás para vender ativos (20/12/ A1). O Supremo legisla em todas as áreas com poder quase absoluto, não havendo como recorrer de suas decisões. Os 11 juízes (nomeados, sem concurso e com o cargo garantido até os 75 anos de idade) têm mais poder do que o Congresso Nacional e o presidente da República, eleitos pelo povo. É uma verdadeira ditadura dentro da suposta democracia. Algo precisa ser revisto!

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Vergonhoso

Será que os ministros Lewandowski e Marco Aurélio, com as esdrúxulas decisões monocráticas, conseguem perceber por que aquele advogado afirmou, num voo recente, que o brasileiro tem vergonha do STF?

ROBERTO LUIZ PINTO E SILVA

robertolpsilva@hotmail.com

São Paulo

Bumba meu boi

Nossa cúpula do Judiciário, com raríssimas exceções, é, sim, uma vergonha nacional. As decisões monocráticas não respeitam o que foi aprovado em plenário. São tomadas visando explicitamente determinada pessoa, sem se preocupar com as consequências deletérias que advirão. O STF imiscui-se em normas de atribuição do Legislativo. É um bumba meu boi. Este fim de mandato virou a casa da mãe Joana, é cada um querendo aparecer mais do que o outro. E que se dane o Tesouro, com as leis aprovadas pelas Casas do Congresso. Está tudo muito claro: quanto pior, melhor.

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

PRÉ-GOVERNO BOLSONARO

Torcendo contra

Tem muita gente despeitada por aí jogando praga para o Bolsonaro se dar mal, torcendo para que o plano econômico de Paulo Guedes fracasse, o País não consiga equilibrar as contas públicas, o desemprego cresça, as empresas quebrem, a inflação volte a aumentar mês a mês, estourem escândalos envolvendo pessoas próximas do futuro presidente que lhe custem um impeachment, deixando de lado o fato de que todos estamos no mesmo barco e se o País não encontrar seu caminho desta vez vamos todos para o abismo. As eleições já acabaram, o PT perdeu, agora é apostar nossas fichas para que o próximo mandatário acerte o tom e livre o País dessa herança maldita que os petistas nos deixaram. Um passageiro a bordo do Titanic torceria para o navio bater no iceberg só por não gostar do comandante, sabendo que não há botes salva-vidas para todo mundo?

JOÃO MANUEL MAIO

clinicamaio@terra.com.br

São José dos Campos

FINANÇAS PÚBLICAS

Rega-bofe da Aneel

Adianta ficar revoltado por saber que paguei (juntamente com outros 205 milhões de otários) o festão de fim de ano da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)? E nem fui convidado! Bem que o futuro presidente, Jair Bolsonaro, poderia começar seu governo exigindo da diretoria da agência o ressarcimento de todas as despesas dessa orgia. Detalhe: trabalho na Receita Estadual de Minas Gerais e tivemos uma comemoração de fim de ano (cujo custo não chegou a 3% dos R$ 180 mil gastos pela Aneel), só que a nossa festa foi totalmente paga pelos funcionários, sem dinheiro público.

LUCIANO NOGUEIRA MARMONTEL

automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

LULOPETISMO

Procurando os generais?

Os petistas já foram melhores estrategistas. O senador Jorge Viana (PT-AC) e o ex-ministro Celso Amorim procuraram generais para tentar um “acerto” sobre a prisão do Lulla, sugerindo até que ele fosse transferido para uma unidade prisional do Exército, mas a “esperteza” não deu certo. Eles queriam fazer o Exército cair numa armadilha, mas foram educadamente rechaçados e o plano diabólico foi por água abaixo. Lulla preso numa unidade do Exército era tudo o que queriam para reafirmar o discurso do PT de que o ex é um “prisioneiro político”, e não apenas um delinquente corrupto encarcerado. Como nos contos maléficos, o PT fora do poder perdeu tudo, até a capacidade de fazer valer velhos estratagemas.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano novo de Builders Educação Bilíngue, BYD Auto, Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Turquia, Carlos Nunes de Rezende Neto - UDPR, Cesar Araujo – FPC Consulting Latam e Costa da Mata Atlântica CVB. 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

ESPETACULARIZAÇÃO IMORAL

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello de bobo não tem absolutamente nada. Ao expedir liminar ordenando a soltura de presos condenados em segunda instância, à beira do início do recesso da Corte, o ministro sabia perfeitamente que tal liminar seria cassada em poucas horas, o que realmente aconteceu. Foi ato premeditado com claro intuito de causar comoção nacional, sobretudo pela possibilidade da soltura de Lula, e assim marcar território junto a seus pares no Supremo. Não é a primeira vez, nem será a última, que ministros do STF, ensandecidos pelo egocentrismo, não hesitam nem um pouco em adentrar o terreno da imoralidade e da política, em claro detrimento do bom senso e da justeza. O Supremo precisa de reformas estruturais urgentes que minimizem este tipo de espetacularização. É questão não só jurídica, mas, acima de tudo, moral.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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TOFFOLI NÃO É CONFIÁVEL

Não dá para acreditar que não exista um plano por trás da atitude do presidente do STF, ministro Dias Toffoli, ao suspender a liminar do seu colega Marco Aurélio Mello que colocaria em liberdade todo condenado em segunda instância, principalmente quando logo em seguida Toffoli já tenha marcado para 10/4/2019 colocar em plenário novamente a questão “prisão em segunda instância”. Lula fica na prisão um ano, que o resto eles resolverão. Toffoli não tem credibilidade por causa de seu histórico na Corte desde que foi nomeado, sempre agindo mais como advogado do PT do que guardião da nossa Constituição. Lula cumprirá um ano de prisão e, mesmo que julgado e condenado em seus outros sete processos a mais de 50 anos, nunca mais voltará à cadeia porque o próprio STF cuidará disso.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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JOGO PARA A TORCIDA

Dias Toffoli, com a sua decisão (?), apenas postergou a soltura do principal presidiário de seu spa, para 10/4/2019. É observar seu ex-chefe livre e solto.

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

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JOGO TEMERÁRIO

Em abril, o excelso Supremo Tribunal Federal decidirá pela juridicidade da prisão por força de acórdão de segunda instância; nenhum problema, o forte anseio popular que faz girar as consciências humanas, a Procuradoria-Geral da República (PGR), a maioria da imprensa, constatarão que a liminar anteontem concedida pelo ministro Marco Aurélio e cassada pelo presidente Dias Toffoli era atrabiliária e desprovida de sentido. Todos dormirão o sono dos justos. Considerado o aperto das votações (6 a 5), sobrevindo decisão da Suprema Corte no sentido constitucional de que prisões, exceto as hipóteses de flagrante delito, prisão preventiva ou temporária, ao contrário, só podem ocorrer depois de esgotados os recursos previstos em lei, interpostos sem abusividade pelo acusado, os sonos ainda serão leves, se privação da liberdade, em cárceres comparáveis a masmorras medievais, é algo sem reparo?

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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STF, ‘VINGANCINHA’ E SUSTO!

Quando tudo caminhava para um quente, mas pacato, final de ano, encerrados os trabalhos judiciários no âmbito do STF, de repente, todas as sirenes da mídia começam a tocar em grau máximo. Uma reunião entre o futuro presidente da República e seus ministros é interrompida. A Procuradoria-Geral da República parece desnorteada. Gleisi Hoffmann aparece nas telas de TV com um sorrisinho assombrando o Brasil com a notícia de que estaria enviando um emissário a Curitiba e preparando uma recepção em São Paulo... Tudo porque um ministro do STF, a pretexto de uma suposta “vingancinha” por não ter sido ouvido por seus pares, divulga uma decisão que ameaça pôr na rua um quarto dos presos do sistema carcerário, aí incluído o conhecido barbudo petista. Seis horas depois, sai a notícia de que o presidente do Supremo cassara a malfadada liminar, restabelecendo a ordem. Haja coração!

José Guilherme Beccari jgb.e@uol.com.br

São Paulo

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ADRENALINA

A chocante decisão do ministro Marco Aurélio Mello sobre a soltura dos presos com condenação em 2.ª instância trouxe adrenalina em nossa vida pacata, em que se ouvem notícias diárias sobre roubalheira, corrupção, abuso do poder e absoluta impunidade aos poderosos!

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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CRISE NO STF

Será que o “ministro” Marco Aurélio Mello atentou para quantos meliantes, assassinos, estupradores, também, ele iria beneficiar ao ir contra “(...) decisão já tomada pela maioria dos membros da Corte deve ser prestigiada pela Presidência”, conforme determinou o ministro Toffoli ao acolher o recurso impetrado pela PGR, da digna Raquel Dodge?

Artur Topgian topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

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GOLPE NO SUPREMO

Ao conceder uma liminar que livraria da prisão condenados em segunda instância, poucos minutos antes do início do recesso do Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio, na realidade, fez uma tentativa de golpear a instituição e membros, obrigando o presidente da Corte, Dias Toffoli, de plantão, a fazer valer a sua prerrogativa de só voltar ao assunto em abril de 2019. Marco Aurélio tem todo o direito de ter sua avaliação própria sobre a questão, mas precisa entender que pertence a um colegiado com regras. Agora, vai passar as festas de fim de ano e o longo recesso com a faca nos dentes, pronto para um novo ataque em 2019, dando-nos a certeza de que a instituição continuará sua rota de descrédito nacional e internacional.  

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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VERGONHA, SIM

O ministro Marco Aurélio aguardou o encerramento dos trabalhos do Supremo Tribunal Federal para, em silêncio e no apagar das luzes, emitir de forma monocrática uma liminar que cancelaria a instrução existente que permite a prisão de qualquer indivíduo condenado em segunda instância. O ministro Ricardo Lewandowski, em voo recente, determinou a prisão de um advogado que expressou de público a vergonha que sente do atual STF. E não é para se envergonhar quando um ministro irresponsável passa uma rasteira em seus colegas e cria um tumulto nacional permitindo, com sua liminar, libertar milhares de criminosos que estão presos julgados em segunda instância com processos ainda em andamento? É para o cidadão brasileiro se envergonhar, sim.

Miguel Gross mgross509@gmail.com

São Paulo

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JOGADA ENSAIADA

A deprimente liminar concedida de forma rasteira, insidiosa, porque às vésperas do recesso do STF, impedindo a manifestação do plenário, significa que o cenário dessa ópera bufa já estava preparado, aguardando apenas o momento propício para que um ser que não merece ser chamado de ministro se prestasse à consumação do ato!

Arlete Pacheco  arlpach@uol.com.br

Itanhaém

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CONTRA O BRASIL

O ministro Collor de Mello, perdão, Marco Aurélio Mello, em liminar, noticiada pelo “Estadão” em 20/12 (A1), decidiu soltar centenas de presos; seu colega Lewandowski manteve reajuste dos servidores em 2019, mais pedra no caminho de Jair Bolsonaro; e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, presidente da República em exercício, aprova Lei de Responsabilidade Fiscal para municípios. São os Três Poderes da República contra o País. Será que o Brasil tem conserto no curto e no médio prazos?

José Sebastião de Paiva jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

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NEPOTISMO E VAIDADE

O ministro Marco Aurélio deveria ser mais humilde. Quem colocou a capa preta no seu ombro foi o primo Fernando.

Helena Rodarte Costa Valente helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

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MINISTRO DO STF

Uma mão lava a outra.

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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SEM SAÍDA

Sê o Executivo é corrupto, o Legislativo se vende e o Judiciário rasga a Constituição, o que esperar deste país?

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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ORNITOLOGIA JURÍDICA

Os poderes da República devem ser harmônicos entre si; os ministros do Supremo Tribunal Federal, não. Antes de formular a mundialmente celebrada Teoria da Separação dos Poderes, Montesquieu deveria ter estudado ornitologia jurídica brasileira: pavões togados adoram holofotes.

José Maria Leal Paes myguep23@gmail.com

Belém

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APOSENTADORIA NECESSÁRIA

A Previdência Social aposenta, em geral, homens com 35 anos e mulheres com 30 anos de contribuição. Em alguns casos, a aposentadoria é necessária em vista da condição do cidadão. Considerando que o STF só aposenta compulsoriamente seus ministros com 75 anos, e é visível que neles a deterioração mental se acentua, chego à conclusão de que esta equipe velha, precária, usuária de monóculo (pois tem um olho só para o que lhe interessa), com suas decisões arbitrárias e coniventes com os criminosos  está prejudicando a magistratura, prejudicando as leis, prejudicando a manutenção da ordem e incitando a corromperem-se todos os iniciantes do Direito. Quando vejo que Marco Aurélio, ministro da Corte, diz (“Estadão”, 20/12) que “depois de 40 anos de toga não posso conviver com manipulação de pauta”, nós, brasileiros de honra, dizemos: aposente-se, pois já estamos saturados de aturá-lo nestes mesmos 40 anos.

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br

São Paulo

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O CERTO

“Se receasse críticas, não estaria com a capa nas costas há 40 anos.” Declaração do ministro Marco Aurélio Mello sobre as críticas à sua decisão de libertar os presos em 2.ª instância. Está sendo sério, ministro? Não é pela vitaliciedade e do poder do cargo, não, além das mordomias? Decisão simplesmente vergonhosa. Às vésperas do recesso do Judiciário. Se o fez porque assim está na Constituição, questione o fatiamento da pena de impeachment da ex-presidente Dilma feita pelo ministro Lewandowski. Quer fazer o certo? Então questione este fatiamento também.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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40 TONS DE VERMELHO

O ministro Marco Aurélio Mello alardeou que depois de 40 anos vestindo sua toga não consegue conviver com “manipulação de pauta”.  Sub-repticiamente, às vésperas do recesso do Judiciário, conseguiu arreganhar, com sua voluntariosa liminar, a descredibilidade em que se acha atolado o Supremo Tribunal Federal. O que o zeloso ministro só não consegue mais é disfarçar o ganho da tonalidade avermelhada de sua quarentona toga.

Luís Lago luis_lago1990@outlook.com

São Paulo

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A ESQUERDA E O CRIME

O ministro Marco Aurélio, atendendo a um pedido do PCdoB, mostra que não só este partido, bem como as demais agremiações de esquerda, são as sentinelas quando o assunto é defender e libertar criminosos. Próximo capítulo, só falta descobrir que a fuga de Cesare Battisti foi financiada por alguma dessas siglas esquerdistas.

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

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PARA POUCOS

Reverendíssima eminência (parda), apesar dos seus “40 anos de toga”, não compreendeu ainda que, ao suspender a possibilidade de prisão em segunda instância, só favorece aos ricos e poderosos que podem pagar salários milionários aos Kakays da vida. Ou seja, a tal “presunção de inocência” só existe para a elite. E chamam isso de justiça?

Godofredo Soares godofredocaetanosoares@gmail.com

São Paulo

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NÃO CONFIAMOS

Há tempos Marco Aurélio perguntou ao jornalista José Nêumanne se ele confiava na Suprema Corte; e este, categórico, disse “não”. E essa resposta hoje é seguida por milhões de brasileiros, incrédulos e estarrecidos com o modo como judicam os seus juízes, dando decisões estapafúrdias no apagar das luzes do recesso forense.

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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ORGULHO QUE SE ESVAI

O brasileiro que luta pela vida vem, pouco a pouco, sentindo cada vez menos orgulho de ser brasileiro. Os nossos políticos vêm trocando seu dever de governar e legislar o País em favor de seu povo, proporcionando-lhe bem-estar, segurança, saúde e educação, pelo direito de favorecer aquela parte da população que, por meios escusos, procura e consegue aumentar sua autoridade e recursos econômicos em escala geométrica. Fora desse conjunto de maus feitos estava o Judiciário, que, tanto por obrigação ou aparência, vinha mantendo isenção com relação ao que vinha se passando no quadro político. Até que um ministro do STF, a mais alta Corte de Justiça do País, símbolo de honestidade e de isenção pessoal e política, decide, de forma vingativa e infantil, sem medir as consequências de seu ato, contrariar uma decisão tomada pelo colegiado do STF. O ministro Marco Aurélio, de forma monocrática e alegando cumprir a Constituição, decide soltar da cadeia todos os condenados em segunda instância – cerca de 200 mil detentos, incluindo conhecidíssimos políticos e não menos famosos bandidos. Dá para continuar sentindo orgulho do nosso sofrido Brasil?

Flavio Bassi flavio-bassi@uol.com.br

São Paulo

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CONTRA O PLENÁRIO

Os ministros do STF, nem todos, continuam tomando decisões que nos envergonham. Ponto final! Essas decisões intempestivas no STF só nos levam a descrer deste Supremo, pois há decisões já tomadas desde dezembro de 2016 a respeito de prisão em segunda instância. Que palhaçada é esta?

Tania Tavares  taniatma@hotmail.com

São Paulo

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JUÍZO

Depois de um cabo e um soldado veio a “vergonha”, agora oportunamente. Conhecido trapalhão no seu meio, por meio de liminar, contraria decisão do plenário em, digamos, “caso inflamável”. A meu ver, os digníssimos estão se achando. A continuar, acabarão provocando manifestações populares com consequências outras desconhecidas, prejudiciais e perigosas para todos. Portanto, mais juízo e menos palco.

Itamar C. Trevisani itamarcarlostrevisani@gmail.com

Jaboticabal

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FIASCO

Tal qual o “Favreto Solta”, o “Marco Aurélio Libera” foi mais um fiasco. Além da trama escabrosa, do enredo inverossímil e da história mal contada, um elenco de canastrões...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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JOGADA PARA LIBERTAR LULA

De repente, o ministro Marco Aurélio, do STF, “sensibilizado” com a situação dos condenados amontoados em prisões brasileiras, emitiu uma liminar mandando soltar os prisioneiros condenados em segunda instância. O que pensar a respeito? Primeiro, não houvesse na cadeia o ex-presidente Lula, haveria tal liminar? Depois, pena não haver militares como os de antigamente, porque, em situações assim, fechariam de imediato o STF. Como não há uma segunda hipótese, o que pensar do Brasil? Que é um país gigantesco, mas governado por homens de caráter microscópico.

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

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48 MINUTOS

O ministro Marco Aurélio Mello, por volta das 14 horas de quarta-feira, uma hora antes do início do recesso do Judiciário, propugnou decisão suspendendo por meio de uma liminar a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Uma aberração. Em 5 de outubro o STF decidiu por prisão de condenados em 2.ª instância, o que se repetiu pela terceira vez. O indigitado ministro, inconformado, vociferou que levaria o caso “em mesa” (sem necessidade de pauta) calcado numa ação do PEN contrária à prisão em 2.ª instância. Com rispidez, dirigiu-se à presidente do STF então, Cármen Lúcia, asseverando que faria encaminhamento por escrito. Promessas vãs, nunca o fez. Proverbialmente, antes das 20 horas, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, acolheu recurso apresentado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e cassou a decisão do ministro Marco Aurélio, suspendendo-a até o dia 10 de abril, quando o assunto será apreciado pelo plenário. O que causa apoplexia, e não se trata de uma teoria conspiratória e tão pouco uma leviandade, são três atos que se desenrolaram dias antes da esdrúxula decisão do ministro Marco Aurélio. No dia 10, durante Conferência Internacional em defesa da Democracia, a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, afirmou esperar que Lula seria solto antes do Natal. Na quarta-feira, a defesa de Lula apresentou o pedido de liberdade apenas 48 minutos após a divulgação da decisão do ministro Marco Aurélio. E, finalmente, há 15 dias partidários de Lula se dirigiram a dois generais do Exército para saber qual seria a reação dos militares diante de eventual soltura de Lula. Tudo muito estranho, não?

Junios Paes Leme junios.paesleme@outlook.com

Santos

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SUPREMA VERGONHA

A tentativa de libertar o inominável por um sinistro (isso mesmo!) do Supremo colocaria milhares de bandidos perigosos nas ruas, aumentando o clima de insegurança que vivenciamos. Pois é... aí, quando alguém diz, na cara de um desses togados, que a Suprema Corte envergonha o povo, a excelência se sente ofendida e  intimida o indivíduo, ameaçando-o com prisão! Que país é este onde bandidos são privilegiados em detrimento do cidadão honesto e juízes “trabalham” contra os interesses do povo e da Nação?

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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LULA LIVRE POR QUÊ?

Se não houver um governante com vergonha na cara, este país está acabado. Somos roubados de todas as formas. Quando votamos, esperamos que nosso candidato (mentiroso geralmente), que ganha nosso voto, porque inocentemente acreditamos em sua bazófia. O Supremo Tribunal Federal só tem nos mostrado a nossa insignificância. Não fomos nós que lhes demos o direito de gozarem com a nossa cara. Eles estão lá sem nenhum sentimento de justiça ou qualquer outro sentimento mais nobre. Não os colocamos lá, mas temos o dever de pagar seus altos salários e aguentá-los. Mas suportá-los até quando? Espero que o novo presidente mostre a todos que eles representam a justiça que deveria zelar pela nossa vida em todos os sentidos, e não tomar partido dos poderosos, politicamente ou financeiramente. Lula livre, por quê? Porque, alguns milhares de estúpidos teimam em alardear sua própria ignorância.  

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com

São Paulo

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INSEGURANÇA JURÍDICA

O presente-bomba de Natal dado pelo ministro Marco Aurélio Mello aos brasileiros foi a soltura de sabe-lá-Deus quantos criminosos, incluindo o grotesco ex-presidente. Felizmente, o embrulho foi interceptado no meio do caminho. Perguntas: os ministros do STF podem, a todo momento, mudar as regras do jogo? Já pensaram na tal da segurança jurídica de suas decisões?

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

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SAIDÃO DE NATAL

A decisão monocrática do ministro Marco Aurélio Mello, após o encerramento da última seção plenária do ano, foi um verdadeiro acinte ao povo e aos demais ministros do STF. Conclui-se que não temos um STF formado por 11 magistrados, mas 11 juízes que despacham num escritório conjunto chamado de STF.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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FUNÇÃO SUPREMA

A decisão monocrática de um membro da mais alta Corte de Justiça do País, no apagar das luzes, é um acinte. O STF cumpre com louvor a função suprema de envergonhar e enfurecer os brasileiros. Não sei se fico brabo, chateado ou enojado com este senhor que ocupa o cargo de ministro. O que esperar de um país que tem um homem como este, que tenta tumultuar ou surpreender irresponsavelmente todo o processo jurídico de sentenças já definidas? É um desserviço a atitude deste senhor, quando se tenta a duras penas moralizar o Brasil.

Luiz Thadeu Nunes e Silva luiz.thadeu@uol.com.br

São Luis

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NOJO

Se alguém neste país ainda tinha qualquer dúvida sobre a podridão que impera no STF, o sr. ministro Marco Aurélio Mello acabou de colocar a última pá de cal sobre ela. Senhores, eu também tenho nojo do Supremo Tribunal Federal.

Renato Nóbrega Centola mrs5@uol.com.br

São Paulo

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INSTÂNCIAS

Se a segunda não é suficiente, por que não se julga logo nas demais instâncias, as quais, todo mundo sabe, não poderão revogar a condenação? O que espera o moroso, custoso e penduricalhoso Judiciário, por cuja manutenção pagamos todos? 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

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DECISÃO SUPREMA

A única coisa que posso sentir pelo STF é vergonha, tamanha a ridicularização.

Ricardo Fioravante Lorenzi ricardo.lorenzi@gmail.com

São Paulo

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MARCO AURÉLIO MELLO

Só resta ao solitário e solidário ministro um pedido de demissão honrosa.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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‘ESCULHAMBOSE RETUMBANTE’

A atuação do ministro Marco Aurélio tem seus pitis de “esculhambose retumbante”. Entenda-se esculhambose por manifestação delirante com perda total de contato com a realidade, numa mistura frenética mental de esculhambação com apoteose. É a única explicação para o número ridículo protagonizado pela excelência suprema no picadeiro do STF.

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo

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CIRCO

Embora não seja um picadeiro, o STF é palco das maiores palhaçadas jamais vistas neste país.

Roberto Twiaschor rtwiashor@uol.com.br

São Paulo

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QUEM PROCURA ACHA

Sou contra todo tipo de violência, mas tenho de admitir que as principais autoridades brasileiras estão forçando a barra além do suportável. Até a mansidão e boa índole têm seu limite. Depois... o caos.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

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A VAIDADE

O problema é que o Marco Aurélio não é um ministro do supremo... ele é o “supremo ministro”!

Antonio Ferreira acferre@terra.com.br

São Paulo

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O PIOR

Sobretudo em virtude da chicana patrocinada por ocasião do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, eu considerava o doutor Enrique Ricardo Lewandowski o pior ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Mas agora estou em dúvida, porque esta de o doutor Marco Aurélio Mendes de Farias Mello querer pôr na rua o grosso da bandidagem pesada é de lascar o cano da garrucha.

Euclides Rossignoli clidesrossi@gmail.com

Ourinhos

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GILMAR MENDES

Por que os advogados de três parlamentares estaduais do Rio de Janeiro, do ex-secretário de governo Affonso Monnerat e da ex-assessora da Assembleia Legislativa do Rio Andreia Nascimento, presos pela Operação Furna da Onça, pediram que os habeas corpus de seus clientes fossem analisados pelo ministro Gilmar Mendes, constituído novo relator de todos os processos da referida operação, por decisão do presidente Dias Toffoli? À luz da sabedoria popular – “o uso do cachimbo faz a boca torta” –, parece-me que a retilínea ministra Cármen Lúcia, que até então decidia sobre os habeas corpus da Furna da Onça, não “aprecia os cachimbos” patenteados pelo maior “amigo dos marginais da lei”, o supremo Gilmar Mendes.

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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COM A PALAVRA

Sinto muito, mas esperar alguma verdade na fala de Fabrício Queiroz, que deve depor hoje ao Ministério Público, é acreditar em Papai Noel. Se o ex-motorista de Flávio Bolsonaro falará ou não, pouco importa, a verdade todo mundo sabe qual é e como era (ou é) o esquema na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Resta saber a desculpa que ele vai dar e se a Justiça vai engolir.

Maria Ísis M. M. de Barros misismb@hotmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

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MISTÉRIO

A Rede Globo insiste em falar sobre o assessor de Flávio Bolsonaro Fabrício Queiroz, para tentar desmoralizar o pai, futuro presidente da República. O que nos interessa saber, mesmo, é quem contratou Adélio Bispo para assassinar Jair Bolsonaro, e quem pagou seus caríssimos advogados. O assunto saiu da mídia total, não se fala mais neste crime planejado pelos adversários de Jair. A quem interessa abafar esse ato criminoso?

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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‘LAS HAY’

Eunice Paiva, viúva de Rubens Paiva, torturado e morto pela ditadura militar, faleceu no jubileu do AI-5, sem jamais ter podido enterrar o marido. À sessão solene da Câmara Federal para lembrar o dia em que o horror foi decretado oficial, esvaziando e fechando o Congresso Nacional, só 11 dos 513 deputados federais compareceram. Dias depois, descobre-se que Nathalia Queiroz, recebendo salário no gabinete do deputado e presidente eleito Jair Bolsonaro, cujo ídolo é o torturador coronel Ustra, na verdade, dava expediente como professora de ginástica no Rio de Janeiro, aplicando choques elétricos em sua freguesia. “Yo no creo em brujas, pero que las hay, las hay.”

Léo Coutinho leo.coutinho@uol.com.br

São Paulo

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FACADA NO SISTEMA S

O ministro da Economia de Jair Bolsonaro, sr. Paulo Guedes,  quer lamentavelmente acabar com o Sistema S (Sest, Senat, Senac e Sesi), formador de ótimas e ótimos profissionais que lá se graduam quando procuram seus cursos, de preferência nas diversas  técnicas lá oferecidas. Vale informar, ainda, que o futuro ministro da Economia não queira acabar com a dita seguridade social e o Senado Federal, e aí o povo dirá “tem coisa neste negócio de esses”! Todos ficarão temerosos com tais medidas tomadas, de pouca maturidade política.

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS

Falar do óbvio é dizer que a reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, foi demarcada sob um subsolo riquíssimo em minerais estratégicos e um solo fértil, antes utilizado por produtores de arroz, que de lá foram expulsos em 2005, após a homologação da demarcação por Lula. É dizer que esta reserva está estrategicamente localizada nas fronteiras com Venezuela e Guiana, o que inclusive coloca em risco nossa soberania. Então vem o ex-presidente da Funai Sydney Possuelo dizer que “índio não tem um palmo de terra. Pertence à União” (“Estadão”, 18/12, A8). Só que se esqueceram de dizer isso aos índios, pois cada vez que um brasileiro não índio tenta atravessar suas reservas, lá está um comitê a postos, armados com seus arcos e flechas, a fazer cobrança de pedágio. E caríssimos! Dizer que os índios só têm usufruto da terra é uma falácia, pois não só usufruem destas enormes áreas para poucos milhares de indivíduos, como também recebem ajuda médica necessária para garantir a saúde das tribos. Possuelo diz que “um só homem do agronegócio pode ter centenas de hectares, mas uma comunidade inteira de índios não pode ter”. Ora, um homem de agronegócio emprega muitas famílias e produz para centenas de milhares de pessoas. Desfazer do agronegócio, que é um dos sustentáculos de nossa economia, com um raciocínio tão centrado no próprio umbigo e tão frágil é a maior prova de que a questão de demarcação de terras indígenas precisa ser revista com urgência, para o bem de todo o Brasil. Senhor Possuelo, isso também é uma questão de soberania!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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ABSTINÊNCIA DE CARNE

Os ambientalistas recomendaram aos seres humanos na Conferência Mundial do Clima (COP 24) a abstinência de carne bovina. Entretanto, diante das incertezas científicas e da imensa dificuldade de impor uma cultura mundial beef-free; e diante da indiscutível urgência do controle das emissões de GEE (segundo o Princípio de Precaução), os ambientalistas deveriam deixar essa questão de lado, pois atrairiam mais simpatia da população em relação à causa. Convenhamos que a simples imposição da ideia de não comer carne bovina para salvar o planeta, sem um fundamento científico sólido, por si só, ao invés de trazer mais adeptos, gera antipatia redobrada pelo tema do aquecimento global, que é espinhoso e tem altíssimo nível de controvérsia. Assim, a recomendação de não comer carne importa risco de cair a adesão ao movimento: um tiro no pé.

Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br

Cotia

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UMA DECISÃO INTELIGENTE

O governo de Bruno Covas acaba de decidir por uma alternativa inteligente, que é taxar os caminhões que utilizam as nossas vias para encurtarem caminho e se livrarem do pedágio do Rodoanel. Há muitos anos que estes caminhões vêm causando prejuízos à cidade, de grande monta, ao abalroarem viadutos e estragarem os asfaltos de nossas vias, trafegando com carga muito elevada. Junte-se a tudo isso a interrupção do trânsito carregado da cidade, quando se faz a interrupção de vias e viadutos para o necessário conserto causados por eles, e teremos uma ideia do montante de tais prejuízos. Resumo da ópera: eles economizam seus gastos obrigatórios e nos causam prejuízos de grande vulto. Cumpre relembrar, por oportuna, a reforma das Marginais do Rio Tietê realizada pelo governador José Serra, que custou ao governo mais de R$ 1 bilhão e que não alcançou os objetivos esperados. O trânsito por elas só melhorou quando foram impedidos de adentrar a cidade nos horários de pico do trânsito.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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CAMINHÕES NA CIDADE

Sobre a intenção de taxar o uso de nossas avenidas por caminhões vindos de todo o território nacional, parabéns ao prefeito Bruno Covas. Os caminhoneiros evitam usar o Rodoanel, o que deveria ser obrigatório, infernizando e poluindo nossa cidade. Além disso, quando um viaduto cede, quem paga a conta somos nós, e não a União.

Marly N. Peres marly.lexis@gmail.com

São Paulo

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