Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

18 de janeiro de 2019 | 02h00

Posse de armas de fogo

A quem interessa?

Qual é o real interesse do presidente Jair Bolsonaro com esse decreto das armas? A segurança da população é evidente que não. Ou ele acha que só os cidadãos de bem comprarão armas? E que ninguém as venderá a criminosos? Ou que a população que vive nos lugares mais violentos, a que mais precisaria, pelo seu critério, poderá pagar R$ 4 mil (a mais barata!) por uma arma? Eu gostaria de entender.

Elisa M. P. C. Andrade

elisampcandrade@gmail.com

São Paulo

No tempo das diligências

Pelo que se vê na mídia, parece que a partir de agora poderemos pôr revólveres na cintura e entrar nos saloons das cidades deste imenso país, para sermos provocados ou até provocarmos verdadeiros duelos de titãs. A meu ver, mídia, políticos e até a Justiça acham que os brasileiros são otários, desinformados, desligados, alienados, sem bom senso e ainda vivem na época das diligências da Wells Fargo. 

Vanderlei Zanetti

zanettiv@gmail.com

São Paulo

Empresas públicas

Distorções e moralização

Empresas públicas são as que deveriam desenvolver e administrar setores considerados estratégicos para o País. E quais seriam eles? Esse deveria ser o primeiro passo, o primeiro tópico a ser explicado e discutido com a população. Feito isso, quais empresas se enquadrariam nessa categoria? Eminentemente públicas ou mistas? A partir daí a estrutura da empresa deveria acompanhar o faturamento esperado e a lucratividade obtida. Organograma e plano de cargos e salários acompanham a mesma filosofia. Como pôde, então, o PT, ou qualquer outro partido, desfigurar bancos e empresas a ponto de criar o monstro descrito pelo dr. Roberto Macedo em seu artigo de ontem (A2), ou benefícios em participação de assembleias como na Petrobrás, conforme reportado em noticiário comum de economia? Companhias desse porte são auditadas por empresas renomadas. Por que, então, nada se ouve sobre as distorções encontradas? Essas auditorias já foram criticadas na crise econômico-financeira de 2008 exatamente por sua omissão. A readequação e moralização seriam relativamente simples de executar. Mas, assim como o desvirtuamento, dependem da vontade política do mandatário, já que a politização dos órgãos públicos de supervisão e controle não lhes permite auxiliar nessa tarefa.

Sergio Holl Lara

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Eleições no Congresso

O anel de Giges

A polêmica sobre o voto secreto no Senado me faz lembrar a lenda do anel de Giges. Um pastor chamado Giges encontra por acaso uma caverna onde jaz um cadáver que usava um anel. Quando Giges enfia o anel no próprio dedo, descobre que ele o torna invisível. Sem ninguém para controlar seu comportamento, Giges passa a praticar más ações - seduz a rainha, mata o rei, e assim por diante... Essa história levanta uma indagação moral: algum homem seria capaz de resistir à tentação se soubesse que seus atos não seriam testemunhados? Os deputados e senadores não são donos de seus mandatos, que pertencem a quem os outorgou pelo voto. O eleitor tem o direito de saber o que está sendo feito com seu endosso. Além disso, o artigo 37 da Constituição reza: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência” (sic). Na eleição de outubro assistimos a uma renovação política jamais vista, graças ao alinhamento dos eleitores com as plataformas defendidas por seus escolhidos. Pelo visto, quem defende o voto secreto teme a próxima eleição...

Ivo de Almeida Prado Xavier

ivoaprado@terra.com.br

São Paulo

Presidente do Senado

Vem ano, vai ano, e certas figuras insistem em estar na crista da onda. Por mim, nem reeleito seria. Mas, enfim, pra quem gosta é um prato cheio: Renan Calheiros é candidato a presidir novamente o Senado. Fosse voto aberto, não teria chance, mas deram um jeito, vai ser fechado. Como alguns que votam se assemelham a ele no tocante ao caráter, é possível que volte a presidir essa Casa. Afinal, seus iguais desconsideram as falcatruas dele, como informações falsas nas investigações do Senado. Renan é investigado pela Procuradoria-Geral da República por corrupção e lavagem de dinheiro. Seu “currículo” culmina com a grande lambança no impedimento da ex-presidente Dilma Rousseff, quando, ao lado, de outra figura polêmica, rasgou a Constituição para preservar os direitos políticos dela. Eu estou enjoado de ver e ouvir essa figura, já encheu as medidas.

José Perin Garcia

jperin@uol.com.br

Santo André

Renan Calheiros - que já se considera vitalício - não quer, de forma alguma, que a votação seja aberta porque sabe do perigo que corre se o povo de bem souber como votam seus candidatos. Sendo mais um da politicalha que coleciona dezenas de inquéritos e denúncias, precisa presidir a Casa para tentar barrar futuras condenações.

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

‘Coroné’

Assiste razão à deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) ao chamar Renan Calheiros, que a bloqueou no Twitter em consequência, de “coroné do Senado”. Pelo conjunto da obra, esse ícone da velha política do compadrio, das tenebrosas transações anticonstitucionais, jamais teria guarida nas academias e escolas militares. Inadmissível ter de volta à direção dessa Casa e do Congresso Nacional um parlamentar desse naipe, com sobrevida garantida por supremos cúmplices do mesmo credo e ideologia, que sepultaram os processos de “malfeitos” do amigo em seus gabinetes. Acordem, srs. senadores, deixem a Lava Jato fazer a exumação desses processos! A República agradece.

Celso David de Oliveira

david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

‘Fake news’

Certificação

Parabéns ao Estadão Verifica pela conquista da certificação internacional IFCN, investigando conteúdos falsos nas redes sociais. É de iniciativas dessas que precisamos para não deixar que as pessoas sejam levadas como manadas descontroladas ao bel-prazer de políticos que acham que plantando “fatos” na sociedade vão conquistar mais rapidamente o poder. Que toda a mídia se insira nessa jornada de separar o joio do trigo nas redes.

Rodolfo Carlos Bonventti

r.bonventti@terra.com.br

São Caetano do Sul

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

Caso Queiroz

A pedido de Flávio Bolsonaro, Supremo Tribunal Federal (STF) manda suspender investigação de Fabrício Queiroz e outros servidores, diz Ministério Público do Rio de Janeiro. O que é isso? Volta tudo como dantes?

Robert Haller

robelisa1@terra.com.br

São Paulo

Tapa na cara

É um tapa na cara do povo brasileiro a decisão do ministro do STF Luiz Fux de suspender as investigações do caso Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e suspeito de ser "laranja" do clã Bolsonaro. Quem não deve não teme. Se Queiroz e o clã Bolsonaro fossem inocentes, seriam os primeiros a querer prestar os esclarecimentos e provar sua inocência. Como não são, fazem de tudo para escapar e garantir sua impunidade. O STF, como guardião da Constituição, jamais poderia permitir isso e se prestar a um papel deste. A sociedade brasileira, indignada, precisa reagir e exigir que as leis sejam cumpridas e a justiça seja feita, antes que seja tarde demais e o Brasil se torne terra de ninguém.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Investigação suspensa

A começar com esta suspensão de investigação do caso Queiroz, teremos problemas lá na frente. 

Moises Goldstein

mg2448@icloud.com

São Paulo

Mérito

A promoção do filho do vice-presidente da República como assessor especial do presidente do Banco do Brasil, cujo salário saltou de R$ 12 mil para R$ 33mil, causou espanto a muitos eleitores e não eleitores de Bolsonaro, mas tem um mérito: trazer à discussão a necessidade de fazer uma profunda revisão e reforma da gestão de Recursos Humanos de várias instituições governamentais, como didaticamente nos disse Roberto Macedo em seu artigo de ontem no "Estadão" ("Filho do Mourão? Problema maior é no BB", 17/1, A2).

Carlos Leonel

Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

Séries infinitas

Na Matemática, as séries são somas infinitas de termos. Muitas delas, as mais interessantes e estudadas, são aquelas que convergem para um valor finito e bem definido. As que, por outro lado, divergem, tendem para o infinito, algumas de maneira lenta e outras de modo rápido e, pode-se dizer, explosivo. Comparando metaforicamente os países a séries, pergunta-se: o Brasil, no momento atual, com recorde internacional de homicídios, com uma carga tributária travadora e inigualável, mesmo entre os desenvolvidos, com o Parlamento mais caro do mundo, com Assembleias Legislativas corruptas e sugadoras do dinheiro público, com milhares de Câmaras Municipais quase inúteis, com uma avalanche de privilégios e favores pagos pelo contribuinte e uma Corte Suprema lenta - para alguns casos -, politizada, parcial e extremamente dispendiosa, mais se assemelha a uma série convergente ou perigosamente divergente?

Paulo Roberto Gotaç

pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

Só 15 dias

Ouvi de muitas pessoas palpites sobre os primeiros dias do governo Bolsonaro. Muitos jornalistas se apressaram a apontar erros e fazer cobranças, como se este governo estivesse há anos no poder. Por falar nisso, estes mesmos jornalistas que agora criticam passaram mais de 14 anos calados durante os governos do PT. E agora aparecem cobrando 15 dias de gestão de um governo recém-chegado, que nem bem terminou de montar sua equipe? O único que teve uma resposta coerente ao ser perguntado foi o ex-presidente José Sarney, quando disse que 15 dias era muito pouco tempo para fazer uma avaliação. Após cem dias, vamos poder tecer comentários e, aí sim, apontar erros, surgidos na composição do governo, mas querer que um governo acerte tudo em duas semanas é torcer contra o Brasil. O trabalho da imprensa é informar seus leitores de forma isenta e coerente, além de ser um grande fiscalizador de todos os atos políticos que influenciam a vida dos cidadãos. Este, sim, um serviço que não pode faltar.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

'Por que o governante não aprende?'

'Por que o governante não aprende?' (15/1, A2). Porque é ignorante, mal intencionado ou ambas as coisas. Conforme descrito no texto de José Renato Nalini, o ex-presidente Rodrigues Alves foi um estudante de primeira linha, o primeiro da sala mesmo tendo como colegas Rui Barbosa, Castro Alves e Joaquim Nabuco. Quando o governante é instruído e bem-intencionado, valoriza e promove a educação. Se ignorante, não sabe que a educação determina o status econômico e social de um país. Se mal intencionado, cuidará para que o povo continue ignorante e não exija, ou sequer conheça, seus direitos. Se ambos, como foi o caso de Lula, configura-se o pior dos mundos. Há décadas o Brasil carece de um presidente que faça da educação prioridade absoluta, porém não será Jair Bolsonaro. Ele tem boas intenções, mas não tem educação suficiente.

Marcelo Melgaço

melgacocosta@gmail.com

Goiânia

'A comunicação do governo bolsonaro'

Lendo os comentários quinzenais do jornalista Eugênio Bucci, professor da USP, como o do dia 17/1 (A2), "A comunicação do governo Bolsonaro", chego à conclusão de que o colunista não se refez da enquadrada que o governador João Doria lhe impôs no programa "Roda Viva" ocorrido há algum tempo. O sr. Eugênio precisa rever seus pontos de vista desta esquerda corrupta e falida.

Jose Aparecido Nazareth

j.a.nazareth50@gmail.com

São Paulo

Desrespeito

Como leitor e assinante deste prestigioso jornal há mais de 50 anos, quero novamente protestar, com veemência, contra o artigo do sr. Eugênio Bucci (A2) e a crônica do sr. Luís Fernando Veríssimo ("Dr. Jekyll e Mr. Hyde", C6), publicados ontem (17/1), que se tornaram os "Faustões" do "Estadão". Contesto a mesmice e a empáfia de ambos, que claramente denigrem a imagem do presidente Jair Messias Bolsonaro, além de ofenderem os leitores, considerando-os parvos e idiotas e fazendo tábula rasa de sua dignidade. Não sou obrigado a aguentar este contínuo e desgastante desrespeito advindo destes senhores.

José Roberto Cersosimo

jrcersosimo@uol.com.br

São Paulo 

Piadinhas pueris

É preciso alguém informar ao jornalista Eugênio Bucci e a Luis Fernando Veríssimo que seu partido, o PT, perdeu a eleição e que o atual presidente da República se chama Jair Messias Bolsonaro. Ao invés de publicarem baboseiras e piadinhas pueris, bem que poderiam trabalhar textos que apresentem ideias, sugestões, enfim, algo positivo para o bem do País.

Nelson Penteado de Castro

pentecas@uol.com.br

São Paulo

A atenção do mundo

O capitão reformado Jair Messias Bolsonaro será o primeiro governante latino-americano a discursar no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, na semana que vem, apesar de ter sido apelidado de "Donald dos trópicos" e acusado de ser fascista. O azarão Bolsonaro, que segundo as pesquisas perderia a eleição de 2018 no segundo turno para qualquer dos adversários, deixou o mundo boquiaberto e curioso. O mercado está reagindo positivamente à eleição de um "fascista" que cursou a Academia Militar das Agulhas Negras, o que, convenhamos, não é para qualquer um. Bolsonaro atrai a atenção mundial e coloca o Brasil como protagonista no cenário mundial e livre de viés ideológico.

José A. Muller

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

Posse de armas

Cumprindo a promessa de campanha sobre a flexibilização do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003), que nos idos do plebiscito de 2005 foi rejeitado por 63% da população, Bolsonaro assinou o decreto sobre a posse de arma no País, que foi transformada num cavalo de batalha por grande parte da mídia global, bem como políticos e lideranças do contra. O importante neste ato, por ser um assunto polêmico, é esclarecer a população do básico, "posse" e "porte", ate então desconhecidos por muitos. Existem no Brasil hoje 8 milhões de armas circulando irregularmente, que deverão ser anistiadas e seus registros, deferidos. Agora, fica uma pergunta: as armas de onde se originam as balas perdidas que atingem crianças, mulheres e o cidadão de bem, nos grandes centros, como Rio de Janeiro, São Paulo, etc., vão ser cadastradas? Seus proprietários vão ser identificados? Ou o desarmamento veio só para valer para o cidadão de bem? Cumprimento o presidente Bolsonaro, é assim que se governa.

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho

arluolf@hotmail.com

Itapeva

Direção correta

Causa irritação ver, e muito mais ler, os muitos comentários que criticam o primeiro decreto para armar a população. Tanto na quantidade como na qualidade. Alguns, só pelo signatário, não é preciso ler. Mas alguns surpreendem pela postura infeliz. Ficaram decepcionados com a brandura do decreto, querendo mais dureza imediata. Acordem, cidadãos. A natureza rejeita mudanças de 180º e provoca instabilidades. Acertou o presidente, ao mostrar que tem mais sabedoria do que os da esquerda festiva pensavam. "Não está preparado", diziam. Agora, exigem mais do que já está bom. Mas não desanimem! O importante não é a velocidade, mas a direção que a mudança de rumo está apontando: absolutamente certa. Parabéns, presidente!

Gilberto Dib

gilberto@dib.com.br

São Paulo

Decreto bem-vindo

Antes do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003), todo cidadão brasileiro de bem tinha em sua residência uma arma e a maioria tinha porte de arma e podia andar livremente armado, e não se ouvia dizer que havia tiroteio pelas ruas. O PT inventou de desarmar a população para se eternizar no poder e, aos poucos, ir controlando o povo para que, se houvesse uma revolta, o povo iria lutar com o quê? Com paus e pedras? Foi muito bem-vindo o Decreto 9.685/2019, assinado pelo presidente Bolsonaro, liberando a posse de armas de fogo. E espero em breve que seja também liberado o porte.

Orélio Andreazzi

orelio@andreazzi.com.br

Suzano

Declaração de incompetência

Mandar a população comprar armas para se defender é a maior declaração de incompetência de um governo em oferecer a mínima segurança à Nação. Devem admitir sua falência como gestores da coisa pública. Na verdade, são apenas inconsequentes e alienados. Não têm a menor ideia de suas obrigações e prioridades. Estão brincando de "mocinho e bandido", como garotões.

                   

Paulo Sergio Arisi

paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

Armas em casa

Eu gostaria de responder à pergunta de Rita Lisauskas ("Você deixaria seu filho brincar na casa do vizinho, sabendo que o pai dele tem uma arma?", "Estadão", 16/1): desde que o pai seja uma pessoa honesta e trabalhadora, sim! Acrescento que, quando éramos crianças, eu e meu irmão sabíamos que meu pai guardava na gaveta do criado-mudo uma pistola automática carregada (mas travada). Sabe quantas vezes pegamos a arma para brincar ou mostrar aos amigos? Nunca! Isso porque tivemos orientação e, principalmente, fomos disciplinados. Não é superprotegendo as crianças com redes nas janelas, protetores nas tomadas ou escondendo remédios que vamos livrá-las dos riscos, mas sim educando-as. Respondido?

Luciano Nogueira Marmontel

automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

Transparência

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, quer informações sobre as movimentações financeiras das inúmeras ONGs que estão vinculadas ao ministério. Elas estão reclamando da falta de confiança. Ora, se está tudo correto, deveriam ficar felizes com a prestação de contas. Aí tem!

Luiz Frid

fridluiz@gmail.com

São Paulo

Não governamental

Cumprimentos ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, por ter suspendido o dinheiro das Organizações Não Governamentais (ONGs). Elas não devem ser sustentadas com o dinheiro do governo. O nome já diz: não governamental.

Francisco Aneas

franciscoaneas66@gmail.com

São Paulo

ONGs enfurecidas

Até as pedras de Brasília sabem que o MST, MTST, Campesinas e até Lourian, filha de Lula, etc. foram financiados por ONGs. Durante 20 anos elas prosperaram no Brasil como erva daninha, sempre com o discurso de salvar qualquer coisa, até ararinhas azuis. Portanto, nada mais justo que hoje sejam investigadas e protocoladas como idôneas e as mentirosas, banidas de financiamento público. Assim as boas, que realmente cumprem seu papel, podem até ter a verba aumentada, porque sobrará verba. Quem reclama terá algo a esconder?

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Visão anacrônica

A questão ambiental deve ser vista com os olhos do século 21. Não podemos cometer os mesmos erros que foram cometidos nos séculos passados, quando a população mundial era muito menor dos que os 7 bilhões de habitantes de nosso planeta. A pressão por alimentos e recursos naturais é enorme. O Brasil, pela sua extensão territorial e por seu atraso involuntário desde o século 14, tornou-se uma reserva planetária e com uma vantagem sobre Europa, Estados Unidos e demais países. Não podemos abrir mão de nossos recursos, mas sim procurar produzir o máximo, mais barato e com o mínimo de desmatamento e poluição de nossos rios.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Eleição no Senado

Senhores senadores da República, em nome dos mais de 208 milhões de brasileiros, peço-lhes que não elejam Renan Calheiros presidente do Senado. O passado dele é emporcalhado, o presidente Jair Bolsonaro não merece ter uma raposa velha presidindo uma Casa tão importante como o Senado. Renan deveria estar lado a lado com Romero Jucá, ou, melhor, junto com Luiz Inácio Lula da Silva, vendo o sol nascer quadrado e bebendo café de canequinha.

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

O 'ativista' preso

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) está perdendo a oportunidade de alojar pelo menos cinco famílias na casa de Cesare Battisti em Cananeia (SP). É uma invasão de benefício e interesse social! Eles não podem perder essa oportunidade. 

José Rubens de Macedo Soares

joserubensms@gmail.com

São Paulo

A ditadura venezuelana

A declaração do presidente Mauricio Macri, da Argentina, de que o regime na Venezuela de Nicolás Maduro é uma ditadura, foi incrível! Nós aqui, no Brasil, nem desconfiávamos disso?!

Károly J. Gombert

kjgombert@gmail.com

Vinhedo

Brexit e bom senso

Está na cara que os eleitores do Reino Unido caíram numa armadilha populista, com direito a muitas fake news, quando votaram pela saída da União Europeia, que quase derrubou a primeira-ministra Theresa May, por não conseguir aprovar um necessário acordo de saída do bloco, o complicado Brexit. O melhor dos mundos para todos seria anular tudo e esquecer que essa trapalhada aconteceu, o que muitos especialistas dizem ser impossível. Impossível é mudar as leis da natureza, mas para mudar as dos homens basta bom senso. Tomara que não falte isso, neste importante momento, aos homens que vão decidir.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

Brexit derrotado

Creio que agora, Theresa May descobriu que nem passa perto do que foi Margareth Thatcher, com esta derrota no Parlamento britânico. Seria melhor entregar o boné e o cargo, após este estrondoso vexame, jamais visto por lá.

Carlos E. Barros Rodrigues

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Saída inviável

Não há dúvida alguma, a esta altura do campeonato, de que boa parte dos 52% dos britânicos que, em 2016, votaram a favor do Brexit já se arrependeram da besteira que fizeram. Se a melhor proposta que o governo encontrou para a saída da União Europeia, após dois anos de negociações, foi esta que foi amplamente rejeitada pelo Parlamento britânico, é porque tal saída se mostra absolutamente inviável. A primeira-ministra Theresa May deveria convocar novo plebiscito para enterrar de vez esta aventura fracassada, provocada na época por xenófobos nacionalistas inconsequentes. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

Anistia no Espírito Santo

O povo capixaba deve estar satisfeito: o governador eleito acaba de cumprir a primeira promessa de campanha. Concedeu anistia administrativa, incluindo o ressarcimento dos soldos bloqueados, aos policiais militares que se amotinaram na última greve, que causou transtornos, mortes e prejuízos para os capixabas e para todos os brasileiros que tiveram de acudir o Estado do Espírito Santo naquela oportunidade. Informo aos meus patrícios que, numa próxima oportunidade, não sei se estarei disposto a ser solidário. Afinal, o mínimo que eu esperava era ver a punição recebida sendo cumprida. Fica muito fácil de descumprir a lei e depois ter a garantia de que serei anistiado. Lamentável. 

Marco Antonio Esteves Balbi

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

O novo governo de São Paulo

Votei no sr. João Dória para governador de São Paulo. Li o programa de governo do sr. João Dória. Entendo que o maior problema do País hoje é a baixa oferta de trabalho. Existem 12 milhões de desempregados no País, dos quais pelo menos 6 milhões estão localizados no Estado de São Paulo. Entendo que o governador do Estado mais importante do País deveria estar interessado em criar condições de melhorar a oferta de trabalho no seu Estado. As obras públicas sempre foram as saídas para a criação de empregos, desde os tempos de Franklin Delano Roosevelt e o seu TVA, e mais recentemente nos governos militares no Brasil. O sr. João Dória, em seu plano de governo, cita como solução um programa de privatização de serviços públicos, para atração de capitais privados. Apoio a iniciativa. Em seu programa, cita também a continuidade dos contratos em vigência para a construção de linhas do Metrô de São Paulo, além da construção da ferrovia entre Americana e São Paulo. Na minha opinião, seu programa de governo deveria ser muito mais amplo, como dar inicio à construção de ferrovias ligando a cidade de São Paulo ao Rio Paraná e a ligação da região metropolitana de São Paulo com o Porto de Santos. Apenas um túnel com ligação direta. Nada de obra complicada. E, ainda, a construção de linhas de Metrô para São Paulo e, quem sabe, Campinas. Reestudar a macrodrenagem da região metropolitana de São Paulo, em vista dos problemas surgidos com a mudança de clima. São apenas opiniões, uma vez que existe a disposição de privatizar os serviços. O que aborrece na conduta do governador eleito é ele não dar notícia sobre dar andamento às obras de construção do Metrô de São Paulo, contratadas e paralisadas, nem sobre seu programa de privatização. Continuação da Linha 2, contratada, depende apenas de soltar a ordem de serviço. Desatar a linha 6, etc. Da parte de obras ocorreram apenas duas notícias: a desativação do Campo de Marte, para instalação de um colégio militar, e a construção de estação da CPTM no Aeroporto de Guarulhos. Considero essas iniciativas ridículas perante os grandes problemas de São Paulo. Ele se considera um empresário empreendedor. Precisamos de um governador verdadeiramente empreendedor.

Eduardo Carlos Krueger

eduardo.krueger5@gmail.com

São Paulo

Tabelamento de fretes

"Depois de tabelamento do frete, empresas trocam caminhão por navio" ("Estadão", 14/1). O tabelamento de fretes devido a uma greve de transportadores foi uma das maiores agressões à liberdade de ir a vir e ao mercado, por sua insustentabilidade econômica. A descoberta desse modal irá ter fortes influências em cargas transportáveis em navios, aliviando as estradas bastante congestionadas. Mas os transportes em cargas nas Regiões Sul e Sudeste continuam caros, a ponto de criadores de frango em Santa Catarina comprarem milho no Paraguai, pois o milho no Brasil central ficar caro demais, pela distância. Por causa de os combustíveis serem mais baratos nos países vizinhos, um caminhão enche o tanque lá e chega até seu destino em Santa Catarina sem outro abastecimento.               

Ulf Hermann Mondl

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

Era só tocar a campainha...

Procuradora condenada por torturar criança, considerada "foragida" há três anos, estava em casa (?). Em se tratando de Justiça brasileira, a constatação cômica faz chorar.

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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