Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

26 Janeiro 2019 | 03h00

DE NOVO?!

Catástrofe em Brumadinho

Repete-se desastre já visto, que nos leva a dolorosas conclusões. Inicialmente, a Vale, uma de nossas maiores empresas, mostra desinteresse em realizar um trabalho correto, responsável e competente, que seja seguro, apesar de tudo o que aconteceu com a Samarco – empresa de que a própria Vale é uma das principais acionistas. Além disso, a mídia nos diz que “o Ibama não tem recursos”. Se pensarmos que a folha de pagamentos dos governos federal e estadual é imensa, a pergunta que nos ocorre imediatamente: onde estão alocados esses recursos imensos que estão exaurindo a receita pública? Estamos pagando por dezenas de anos de ações entre amigos que criaram vantagens para os funcionários públicos sem que haja responsabilidade por nada. É mais um sinal da nossa decadência.

ALDO BERTOLUCCI

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

Com mais esta tragédia em Minas Gerais, o que se pode deduzir é que a administração do Brasil, em muitos anos e em seus três níveis, nunca foi levada a sério e a preocupação maior é ser eleito e participar de maracutaias. Espero que com o novo governo as coisas retomem sua importância e responsabilidade.

LUIZ FRID 

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

GOVERNO BOLSONARO

Ainda Davos

Apesar de alguns tentarem dourar a pílula e amenizar o fiasco, a tão esperada participação de Jair Bolsonaro em Davos, onde teve tratamento de estrela, terminou de forma frustrante. Não se pode esperar que alguém que teve atuação política medíocre de repente se torne estadista só porque o eleitorado aderiu cega e irresponsavelmente a uma candidatura desprovida de consistência, catapultada por uma tentativa de assassinato cometida por um lunático a serviço de sabe-se lá quem e cujos principais fundamentos se valeram do antipetismo e de uma neoagenda conservadora que beira o fundamentalismo de extrema direita. Não tem como dar certo. Parece que a direita brasileira criou sua Dilma às avessas, tão evidente é o despreparo, a vacilação e a falta de liderança pessoal de Bolsonaro diante de plateias não amestradas. Sempre combati o PT e me considero de centro-direita, porém não me sinto representado por esse novo governo. Vejo que o juiz Sergio Moro, por exemplo, pôs em xeque a reputação conquistada na Lava Jato ao aceitar ser ministro da Justiça de quem se apresentou como arquirrival de um réu condenado pelo magistrado. Isso só deu munição para a História inocentar Lula como injustiçado, caso este governo seja um retumbante fracasso, tal qual foi a participação de Bolsonaro em Davos.

SANDRO FERREIRA

sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

Pela primeira vez vimos um presidente da República do Brasil viajar para o Fórum Econômico Mundial para trabalhar mesmo. Sua comitiva foi pequena e laborativa, com um custo muito abaixo do dos outros que lá estiveram e nada fizeram, como Dilma. Até o último dia em Davos, antes de voltar ao Brasil, Bolsonaro teve reuniões com líderes de outras nações. Desejo cumprimentá-lo, pois sabemos que mesmo não estando em seu perfeito estado de saúde – visivelmente muito esgotado –, o presidente do Brasil cumpriu o que deveria ali fazer. Outros foram lá apenas para passear e torrar o nosso patrimônio.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Atentado 

O Coaf bem que poderia perder um tempinho para esclarecer quem são os patrocinadores da defesa do esfaqueador Adélio.

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA

ggveiga@outlook.com

São Paulo

JEAN WILLIS

Autoexílio

A decisão de Jean Wyllys de renunciar ao mandato de deputado federal e se autoexilar seria motivada por reais ameaças, paranoia ou por um projeto de longo prazo de se tornar uma ponta de lança no exterior, opositora ao atual governo? Convenhamos que aqui, como opositor, Wyllys seria um zero à esquerda, dado o seu histórico. Já lá fora, e com um enredo bem construído, terá muito mais visibilidade e utilidade para uma oposição sem discurso e sem plateia.

CLÁUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

Não colou

Jean Wyllys alega que abandona a carreira política por estar sendo ameaçado, embora não diga de onde vem essa suposta ameaça, e por essa razão vai residir no exterior. Desculpem-me, mas, para mim, esse é um perfeito exemplo de sensacionalismo, pois centenas de milhares de brasileiros se sentem ameaçados por diversos motivos e nem por isso esses heróis brasileiros abandonam o País. O deputado que conte outra, essa não colou.

EUGENIO DE ARAUJO SILVA

eugenio-araujo@uol.com.br

Canela (RS)

Amarelada

Para sair do País Jean Wyllys tomou uma atitude midiática, de modo a tentar tornar essa questão um tema nacional. Sem dúvida, ele usa a atemorização como arma mercadológica. Sua atitude é um péssimo exemplo para aqueles que representa. Fragiliza a luta das minorias pelas quais diz batalhar. Neste momento de insegurança por que o Rio de Janeiro passa, quantos cidadãos mais não se encontram em situação de vulnerabilidade, sem escoltas ou blindagens? Wyllys pensa em voltar daqui a algum tempo, com o céu de brigadeiro que o abrigou nos anos petistas. Tal qual o pretendido por Jânio na sua renúncia da Presidência, alega forças ocultas. Seu lugar será mais bem preenchido por alguém que terá a coragem que lhe falta agora?

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Boi na sombra

É um absurdo ter de renunciar ao terceiro mandato e sair do Brasil. Porém acho que seria necessário um esclarecimento: o deputado Wyllys já tem aposentadoria garantida por ter cumprido dois mandatos?

MARCELO FALSETTI CABRAL

mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

DEFESA NACIONAL

Caças suecos 

Quase todos os dias temos notícias sobre a fusão da Embraer com a Boeing. O que não ouvimos mais é a respeito da compra pela FAB dos caças suecos Saab Gripen JAS-39E (36 unidades), cuja entrega da primeira unidade seria em 2018. A compra foi cancelada?

CLAUDIO PESCHKE

clauke@ig.com.br

São Paulo

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CORRUPÇÃO NO RIO DE JANEIRO

Ainda me lembro do sotaque arrastado do presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jaques Rogge, na Dinamarca, virando a placa com o nome da cidade escolhida para sediar a "Olimpíada 2016", Rio de Janeiro.  Em seguida, com transmissão ao vivo, a emocionante e eufórica, quase em êxtase, cena da comemoração transmitida ao vivo, do trio que nos governava: Lula (presidente), Sérgio Cabral (governador) e Eduardo Paes (prefeito). Tempos depois soubemos que, na realidade, compramos essa escolha. Será que Lula e Cabral, hoje presos por desviarem dinheiro público, enganaram o coitado do prefeito Eduardo Paes? A Justiça começa, agora, bloqueando os bens do ex-prefeito e em breve vai esclarecer toda esta diabólica história.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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PAPELÃO EM DAVOS

Cancelar uma entrevista em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico Mundial, desprezando a presença de jornalistas do mundo inteiro, só porque não concorda com as críticas que seu governo recebe, é o mesmo que mandar às favas a liberdade de expressão e de imprensa. E, se fosse por algum problema de saúde, como seus assessores deram a entender, o presidente Jair Bolsonaro não teria proibido também a participação dos ministros Sérgio Moro, Paulo Guedes e Ernesto Araújo, conforme programado pela organização deste importante evento. Ora, um presidente eleito democraticamente nas urnas também democraticamente deve afinar seus ouvidos para as críticas. E, pelo jeito, o atual presidente não está vocacionado para essa complexa tarefa. Que papelão, Bolsonaro!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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PEGOU MAL

Realmente, como constava no editorial de quinta-feira do "Estadão", o cancelamento da entrevista pública em Davos não pegou bem. Deixar repórteres de todo o mundo a ver navios não foi a melhor ideia de Bolsonaro. Sabemos que está ainda doente, estafado possivelmente com receio por estar na berlinda. Como levou mais três com ele, seus principais ministros, poderia ter passado a eles a palavra para responder muito do que a ele seria perguntado. Mas se ausentar dessa entrevista só mostrou a todos que ainda não é um estadista, mas apenas um principiante, que não teve a necessária coragem para enfrentar a imprensa mundial.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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BOLSONARO TAMBÉM É DE CARNE E OSSO

Gostaria de lembrar que o desempenho do presidente em Davos pode ter sido afetado pela sua própria condição física fragilizada, devido ao atentado e uso da bolsa de colostomia, além do emocional também abalado pelas acusações constates e pesadas contra o seu filho Flávio Bolsonaro, que ainda não sabemos se procedem ou não. A meu ver, o mais importante foi ele apresentar as principais diretrizes de seu governo e as propostas de reformas, principalmente a da Previdência, que deverão atrair os investimentos, se concretizadas. Maiores detalhes sobre essas reformas serão apresentados dentro do País, em outra ocasião. Essa estratégia me parece coerente. 

Silvia Rebouças Pereira de Almeida silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo 

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CONVENCER E SER CONVENCIDO

O presidente Bolsonaro foi a Davos não para detalhar um plano de trabalho cuja implementação depende do Congresso. Isso seria uma leviandade. Estava lá para confirmar que trabalhara para a implementação de pontos fundamentais de seu projeto de governo, daí a presença e testemunho dos ministros Guedes e Moro e suas respectivas palestras. O público altamente categorizado, logicamente, gostaria de obter informação mais esmiuçada, mas entende as limitações de quem apenas inicia o governo. Infelizmente, nuvens negras toldaram o céu de brigadeiro. O caso Flávio é realmente uma questão séria. Múltiplos sinais vermelhos já se acenderam sobre o assunto. Houve neste primeiro momento mais aceitação e benevolência por parte da audiência em Davos que propriamente convencimento. Que, por sua vez, poderão se tornar em descrédito amanhã. O iceberg está na mira do horizonte. Para evitar o pior, o presidente precisa ser convencido de que todos esperam ação enérgica de sua parte para a correção do rumo. Há momentos que não são fáceis. Mas são necessários. Nota: suas palavras ditas esta semana demonstram que já está convencido.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

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QUEM MENOS FALA MENOS ERRA

Ao ler as muitas críticas ao breve discurso de Jair Bolsonaro em Davos, lembrei-me de Sócrates; não o filósofo grego, mas o jogador de futebol. Ao ser perguntado numa entrevista sobre seu notório laconismo, respondeu: "Quanto menos se fala, menos se erra". A quem critica Bolsonaro por não entender de economia, lembro que, desde o fim do regime militar, o Brasil teve dois presidentes da República economistas: Fernando Collor e Dilma Rousseff. Pensando bem, é melhor mesmo que o presidente não entenda desse assunto...

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre

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GUEDES NÃO FOI NOMEADO À TOA

Diz a imprensa: "Paulo Guedes está dando um banho no discurso de Bolsonaro sobre economia em Davos". Ora, meu Deus, foi exatamente para isso que o presidente nomeou Guedes: para falar de economia, assunto que Bolsonaro não domina! 

Werly da G. dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Senhores jornalistas, não consegui entender até agora a cobrança sobre o governo Bolsonaro quanto a não fornecer detalhes sobre a reforma da Previdência em Davos. Ou é muito desconhecimento sobre o assunto (o que não acredito) ou alguma coisa premeditada para detonar o governo que tem 24 dias. Ora, no próximo dia 1/2 o Congresso reabre com renovação de aproximadamente 158 deputados e senadores. Qual seria o sentido de se expor agora detalhes para "parlamentares" que estão muito sentidos e, portanto, é mais do que natural que iriam detonar qualquer medida proposta?

Marcelo Falsetti Cabral mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

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OS MILITARES E A REFORMA

Nem a pau, Juvenal, deixar para uma segunda etapa a reforma da previdência dos militares. Ou a reforma é para todos ou não é para ninguém. Precisamos pressionar o Congresso para aprovar a reforma previdenciária, mas a reforma precisa ser justa para todos os brasileiros, acabando com as mordomias dos militares. Idade mínima, tempo de contribuição e porcentagem de contribuição devem ser iguais para todos, independentemente se homem ou mulher, funcionário da iniciativa privada ou pública, se civil ou militar. É importante acabar com as aposentadorias especiais dos professores e policiais. Enfim, se Bolsonaro quer o apoio popular para aprovar a reforma, que ela seja bem feita, pois não vamos aceitar apenas um remendo em que a classe proletária seja "convidada" a pagar a conta dos "amigos" do rei. 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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DILEMA EM DAVOS

Com a revolta dos franceses em mente, a elite superrica em Davos declara ser perplexa diante "a revolta popular contra as elites". Ou fingem não entender, pois o relatório da famosa ONG britânica Oxfam mostra que 26 pessoas têm mais dinheiro que 50% da população mais pobre da Terra; suas fortunas crescem US$ 2,5 bilhões a cada dia! Em primeiro momento, a privatização dos setores públicos no mundo aumentou a eficiência dos serviços e diminuiu a corrupção (e haja corrupção no caso brasileiro). Entretanto, o fruto desta política ficou com as mesmas elites, não havendo a almejada redistribuição de renda. Ou seja, continua válido o humor negro lançado por Ronald Reagan em Davos "sou do governo e estou aqui para ajudar". Somente trocar a palavra "governo" por "elite"!

Omar A. El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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'TEMAS RELEVANTES DO GOVERNO BOLSONARO'

Sobre o artigo de Ives Gandra da Silva Martins (24/1, A2) e o que o Brasil espera do novo governo, algo da maior relevância já aconteceu. Com o início do governo Bolsonaro, a prisão de Lula entrou - como se diz na engenharia de produção - "em regime", ou seja, estabilizou-se. Em virtude de Bolsonaro na Presidência, um general na vice e outro na chefia da Casa Civil, além de Sérgio Moro à frente do Ministério da Justiça, acabou o atrevimento de certos ministros do STF.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

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O PERIGO MORA AO LADO

O então candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, em campanha em Juiz de Fora (MG), foi covardemente e de surpresa esfaqueado por um ativista político e, até hoje, com evidências sólidas de que foi pau mandado, e o grave episódio está ainda sem solução.  Bolsonaro recebeu precisos atendimentos médicos que o salvaram da morte. Foi eleito presidente com a expressiva votação de 58 milhões de sufrágios e, no entanto, nem começou sua árdua batalha para moralizar o País, vem sendo atacado pela esquerda calhorda e despeitada com mimimis absurdos na tentativa de desestabilizar seu governo. Mas os esquerdistas - leia-se petistas - não nos metem medo mais, o perigo está muito próximo do governo e tem nome, sobrenome e endereço: chama-se Flávio Bolsonaro, senador eleito pelo Rio de Janeiro (RJ) e filho do presidente. A movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta corrente de seu ex-assessor Fabrício Queiroz carece de explicações concretas do que realmente houve, no entanto, esquivam-se da Justiça o movimentador do dinheiro, com internações hospitalares, e o senador conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) liminar para suspender as investigações até 1/2, quando termina o recesso do Judiciário. Essas evasivas poderão causar grandes danos ao presidente e ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, que juraram tratar a corrupção com seriedade e determinação. A faca agora está no pescoço de Bolsonaro e poderá ferir mortalmente quatro anos de um governo eleito para moralizar e dar novos rumos ao País.   

        

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí 

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A VERDADE

A propósito do imbróglio cada dia mais enrolado sobre os depósitos na conta de Flávio Bolsonaro, cabe, por oportuno, citar Soren Kierkegaard: "Há duas maneiras de ser enganado. Uma é acreditar no que não é verdade; a outra é recusar a acreditar no que é verdade".

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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O FIM DAS DITADURAS

Toda a demora para Nicolás Maduro cair dependia do Partido dos Trabalhadores (PT). Agora derrotado, o partido não pode piar. Suas manifestações de apoio soam como bala de festim. Ninguém se importa com o que dizem os vermelhos que tudo fizeram para que a ditadura bolivariana tivesse sucesso. O que vemos agora na Venezuela é um país destruído, pessoas passando fome, sem dinheiro, sem saúde, sem lar, fugindo das mãos do déspota sanguinário. O ditador Maduro está com seus dias contados. Ou Maduro foge para Cuba ou será executado em praça pública por aqueles que hoje sofrem as consequências da ditadura que o PT tanto admira. No Brasil, a vez é de Jair Bolsonaro. Ele já disse em bom tom que condena o governo venezuelano. O próximo país que terá a ditadura derrubada será a Nicarágua. É uma questão de tempo. Com paciência e patriotismo, estamos varrendo o comunismo que assolou o Brasil e toda a América do Sul. Felizmente, sairemos vencedores.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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INTERVENÇÃO MILITAR?

Cumprimento o general e vice-presidente da República, Hamilton Mourão, por ele se dizer contrário à intervenção militar na Venezuela. Ainda bem que temos pessoas que sabem pensar no Brasil.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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MADURO DE PODRE

Por que, enquanto a BandNews e outras emissoras nos davam na tarde toda de quarta-feira e na quinta-feira as fotos das ruas de Caracas literalmente entupidas de opositores de Maduro, assistindo inclusive ao juramento do novo presidente, a GloboNews lugubremente se esforçava por grudar na nossa cara a imagem do ditador arengando, como sempre, e dos seus forçados correligionários, e os jornalistas insistiam em mostrar que "somente meia dúzia de moleques esfarrapados, partidários dos revoltosos, corriam as ruas chutando latas"? Não têm vergonha de mentir tanto? É escandaloso este viés iniludível, esquerdoso, no canal que já foi o melhor do noticiário.

Cecilia Prada amaralprada@uol.com.br

Campinas

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DATA VÊNIA

O presidiário Lula da Silva não vai mandar uma mensagem com seus companheiros de apoio ao regime democrático venezuelano?

Moises Goldstein mg2448@icloud.com

São Paulo

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A PRESIDENTE DO PT

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, mais conhecida como "Narizinho", está desesperada para partir, com a maior urgência, ao encontro do "cumpanhero" Nicolás Maduro, que está prestes a abandonar o barco - fato já esperado e aplaudido por vários países. Percebendo que a esquerda não sobreviva com mais essa inesperada baixa, restou assimilar mais este "tiro de misericórdia" na "tigrada" petista!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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OS PERIGOS DA MOBILIDADE URBANA

Refiro-me a fotos publicadas recentemente nos jornais mostrando autoridades circulando de bicicleta aos domingos por Brasília. Não usam nenhum tipo de equipamento de segurança, como capacete, luvas, espelho e iluminação. Embora exista uma legislação específica para o uso de bicicletas, não há nenhuma fiscalização direcionada para essa nova modalidade de transporte e, pior, não há um mínimo esforço para educar o público que pratica o ciclismo. Com o aparecimento da questão da Mobilidade Urbana via bicicletas e patinetes de aluguel, cada vez mais ciclistas entram nas ruas, avenidas, ciclofaixas, ciclovias, etc. sem nenhum conhecimento sobre regras de trânsito, segurança, comportamento e adequação das bikes às normas de segurança de trânsito. Na década de 60, quando morava na Holanda, existia uma prova extracurricular que obrigava às escolas ensinar a criançada as normas para uso da bicicleta e aplicava-se uma prova prática nas ruas das cidades, com diploma no final para quem passasse em todos os critérios. Julgo que um exemplo parecido deveria ser estudado aqui para assegurar que as futuras gerações de ciclistas sobrevivam ao trânsito das cidades. De imediato, preparar um intenso programa de divulgação visando à educação no trânsito, direcionado aos ciclistas e a todos os outros condutores de veículos.

Fennardus Manuel de Rooij fmrooij@outlook.com

São Paulo

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CARTÃO DO IDOSO

Tenho 90 anos de idade e posso provar essa idade com meu RG, ou CPF, ou minha carta de habilitação para dirigir, ou, ainda, com minha certidão de nascimento! Entretanto, se eu estacionar numa vaga para idoso, serei multado porque não tenho o cartão do idoso! Pergunto: a vaga para idoso é para mim ou para o cartão de idoso? Este cartão, que é apenas um resquício da burocracia ou do "cabide de empregos" na Prefeitura e no Detran, não deveria ser extinto? É um direito do cidadão ou de um pedaço de cartolina?

Veraldo Augusto Sant'Anna veraldoaugusto@terra.com.br

Diadema

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