Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

24 de fevereiro de 2019 | 04h00

Reforma da Previdência 

Nada mudou?

Mal chegou a proposta do governo e o carnaval de ameaças contra a reforma da Previdência já começou na Câmara dos Deputados, mesmo com o País sofrendo grave déficit fiscal, rombo previdenciário, medíocre crescimento econômico, altíssimo índice de desemprego, etc. Um dos pretextos é a não inclusão no primeiro texto da reforma das novas regras para os militares, que o governo promete enviar ao Parlamento dentro de 30 dias. Acostumados ao “toma lá dá cá”, os partidos pressionam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por cargos para seus apaniguados e liberação de verbas das emendas de seus deputados. Os partidos estão contrariados também por causa do “banco de talentos”, em que nomes indicados para cargos no governo terão sua aptidão técnica avaliada. Mas a choradeira não para por aí, eles também não engolem o indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para líder na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), por não ter lastro e traquejo político para sua complexa tarefa. Enfim, a situação é que temos um governo bem-intencionado, mas inexperiente e cercado por figurantes de um Parlamento que, pelo visto, continuará sem credibilidade.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Finalmente uma proposta de reforma da Previdência que atinge os políticos: a idade mínima para eles se aposentarem vai passar a 65 anos, com benefício limitado ao teto do INSS. Será que vai passar? Vai ser um bom teste para sabermos se o Congresso mudou mesmo ou não. 

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Hábito escandaloso

A reforma da Previdência é um assunto de máxima urgência, com características de segurança nacional. Não é possível que algum senador, deputado, ou mesmo vereador não tenha ainda entendido essa verdade. Então, é preciso que façam a matéria tramitar no menor espaço de tempo e não vinculem votos a assuntos de outra natureza, como condições financeiras dos Estados, em dificuldades por conta própria; barganhas de cargos, que deveriam ser estritamente de carreira, assunto carente de uma reforma administrativa; previdência dos militares, que poderão equacionar em seguida à plena luz do dia; vantagens, isenções, penduricalhos. A proposta está de bom tamanho, pode até ter rigor aumentado em alguns pontos nos benefícios mais altos (exemplo: benefício máximo). A negociação de voto é em si um vergonhoso costume político no Brasil, que deveria escandalizar.

Harald Hellmuth

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Futuro em jogo

Aviso aos congressistas: não queiram barganhar nada com o governo em troca de aprovar a reforma da Previdência, o que está em jogo é o futuro do Brasil, dos nossos jovens. A prioridade agora é, sim, essa reforma, que há muito tempo vem sendo postergada por vários governos.

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

O grande teste 

Agora sim, chegou a hora da verdade. A discussão do projeto de reforma da Previdência será o grande teste deste Congresso renovado. Polêmicas são esperadas, certamente surgirão, mas fazem parte do processo, desde que se atenham à reforma propriamente dita e ao futuro da Nação. Não há mais espaço para interesses corporativos ou politicagem rasteira. Para impedir essas imoralidades a opinião pública deve permanecer atenta e vigilante. A renovação do Congresso não se esgotou na eleição. É preciso cobrar e chamar os parlamentares à responsabilidade. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com

São Paulo

A vez do funcionalismo

A reforma da Previdência é de suma importância para o Brasil, porque sem ela o País afunda. Não adianta ir contra, como estão fazendo os funcionários públicos que recebem altos salários e não concordam com o desconto de 22% no contracheque. Este é um momento em que todos devem ter um pouco de patriotismo, principalmente no Congresso Nacional. Afinal, é melhor minguar do que faltar.

Carlos dos Reis Carvalho

bigcharles020@gmail.com

Avaré

Coturno x gravata

A reforma da Previdência deve valer para todos. Porém os militares têm muito mais direito a algo especial do que os engravatados do Legislativo e do Executivo. Militares defendem o País, têm uma carreira dura, disciplinada e desgastante. Esses servidores públicos de gravata, em grande parte, como temos visto, recebem propinas, tratam só de seus interesses pessoais e ficam armando falcatruas, além de terem salários e aposentadorias de valores pra lá de altos. O Brasil é um país cuja obsoleta Constituição protege uma minoria!

Rodrigo Echeverria

rodecheverria73@hotmail.com

São Paulo 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

ESTORVOS 

Jair Bolsonaro nem havia entregue a sua proposta de reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, e energúmenos petistas e de outras facções, em diversos Estados, já se manifestavam contrários a ela. Trata-se de uma reforma complexa, extensa e dura, que demandará muito tempo e boa vontade dos congressistas para análise minuciosa de seu conteúdo. Naquele dia, só sabíamos os principais pontos da reforma graças ao incansável trabalho da imprensa, que durante longas horas aguardou as explanações do ministro da Economia, Paulo Guedes.  Então como podiam estes “babacas”, sem conhecimento algum, questionar as mudanças propostas? É claro, por trás desta gente sempre há irresponsáveis sindicalistas, líderes do MST, do MTST e outros espertalhões populistas que exploram a ignorância de pobres coitados. Segundo especialistas e comentaristas econômicos, se a proposta for aprovada sem retaliações, atingirá o objetivo do governo de economizar R$ 1,100 trilhão em dez anos. Diferentemente de outros planos anteriormente apresentados, que tiveram barganhas como baluartes, em que a “palavrinha justiça” nunca apareceu, somente maquiagens indecentes que levaram a Previdência a este estado calamitoso, esta abrange todas as categorias, equiparando marajás aos segurados do INSS. Portanto, a justiça será feita, mesmo que os estorvos esquerdistas lutem contra.  

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí 

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ECONOMIA

O R$ 1 trilhão em dez anos não é de economia, mas de roubo à custa da aposentadoria dos trabalhadores.

Tibor Rabóczkay trabocka@iq.usp.br

São Paulo

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PARA QUE REFORMA?

Os petistas querem que funcionários públicos aposentados continuem ganhando R$ 39 mil por mês e com acréscimos de produtividade.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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MESA FARTA

Humberto Costa, líder do PT no Senado, gastou, segundo a revista “Veja”, R$ 56.279,99 de cota parlamentar nos dois primeiros meses deste ano. No dia 31 de janeiro, por exemplo, o petista gastou R$ 553,90 em um restaurante japonês de Brasília. Quem pagou essa conta? O otário eleitor que lhe deu vida boa. E ainda é contra a reforma da Previdência? Por que ele não é contra os políticos se aposentarem em Brasília com apenas oito anos de mandato, salário integral e plano de saúde vitalício (nada de SUS...)? Este é o PT, sempre honesto, ético e, claro, cara de pau.

  

Zureia Baruch Jr. zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

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COMBATENDO PRIVILÉGIOS

O necessidade  da reforma da Previdência, cujo projeto acaba de ser enviado ao Congresso Nacional, é quase uma unanimidade nacional, tanto nas cabeças pensantes dos nossos economistas quanto da mídia de modo geral. Aguardemos que, ao ser transformada em lei, venha de fato a beneficiar nossa economia, mas também seus mais modestos dependentes, com a redução de privilégios de minoritárias castas nos serviços públicos, sejam civis ou militares.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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VOTOS PELA REFORMA

A prova para a necessária, urgente e inadiável aprovação da reforma da Previdência pela Câmara dos Deputados, em que serão necessários nada menos do que 308 votos, é um misto de corrida de resistência e de velocidade. Não pode demorar muito, porque a situação está cada ano pior, e precisa resistir aos ataques daqueles que perderão privilégios e serão os mais cobrados. O importante é que finalmente saia e livre o País da bancarrota num futuro muito próximo. Por oportuno, cabe lembrar que entre a teoria e a prática, entre a intenção e a execução, há um inferno cheio de demônios. Que os congressistas, se não conseguirem pensar nos brasileiros de modo geral, como de hábito, pensem ao menos nos seus filhos, netos e bisnetos. Reforma já, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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SURREAL

Na semana passada, a Justiça decretou bloqueio de R$ 550 milhões de Marconi Perillo. Quinhentos e cinquenta milhões, minha gente, mais de meio bilhão de reais?! Nem se trabalhasse um século como governador...

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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O PSDB SEM RUMO

Decadente, o partido de Fernando Henrique Cardoso, hoje, infelizmente, ainda presidido pelo ex-governador Geraldo Alckmin, em decisão rasteira e desrespeitosa com seus eleitores, livrou de expulsão históricos filiados que vergonhosamente traíram a sigla e outros que já são réus por atos de corrupção na Lava Jato. Entre estes traíras ou corruptos perdoados estão Alberto Goldman e Aécio Neves. E se Paulo Preto, operador do PSDB que pela terceira vez foi preso pela Polícia Federal, fizer delação – pelos mais de R$ 100 milhões que arrecadou de propina enquanto diretor da Dersa e que pode ter favorecido candidatos tucanos –, o partido desmorona de vez.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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HOMEM BOMBANDO

Preso, Paulo Preto está causando calafrios em muitos políticos, especialmente do PSDB. Sei não, se resolver “cantar”, muita água vai rolar antes do carnaval. 

José Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

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CAIXAS E CAIXÃO

Paulo Vieira de Souza (habitual cliente e beneficiário de habeas corpus de Gilmar Mendes), ou Paulo Preto, como habitualmente é conhecido, é caixa 2, caixa-preta e, muito provavelmente, será o caixão do PSDB. A conferir – e se Gilmar deixar.

Renato Otto Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

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SUGESTÕES À ÉTICA PARTIDÁRIA

Aproveitando que o PSDB vai elaborar seu código de ética, 30 anos após sua fundação (!), faço as seguintes sugestões de regras que devem integrar o documento: devem ser expulsos do partido e retomado o mandato os filiados que não exigirem um programa partidário conciso; exercerem função pública executiva ou parlamentar agindo ou votando contrariamente ao mesmo; nas campanhas eleitorais, utilizarem-se de recursos advindos dos Fundo Partidário e Eleitoral, ou de pessoas não filiadas ao partido; aceitarem uma remuneração não condizente com a realidade econômica do Brasil; beneficiarem-se do cargo para aprovarem as próprias remunerações; usarem veículos e servidores do serviço público para ir e voltar ao trabalho; utilizarem-se de pessoal contratado e servidores públicos para atividades de cunho eleitoral próprio, sem qualquer ligação direta com a função para o qual foi eleito; utilizarem-se de sistemas de saúdes diferenciados e pagos pelos contribuintes, de qualidade superior ao oferecido pela rede pública; não conferirem ao povo brasileiro o direito do voto distrital e o recall a cada dois anos de mandato.

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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CAIXA 2

O ex-juiz Sergio Moro defendia ser o caixa 2 um crime pior que a corrupção, e agora, ministro da Justiça, afirma se tratar de um delito não tão grave. O medo de muitos dos seus admiradores, grupo no qual me incluo, é de que na realidade ele esteja sendo convencido, na melhor das hipóteses, a mudar seus conceitos, o que é muito pior.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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O RECUO DO MINISTRO MORO

Sei não, mas o ministro Sergio Moro seria mais útil ao País se tivesse ficado em Curitiba, porque seu trabalho lá estava pondo na cadeia um pacote de políticos corruptos e empresários ladrões e resultou em recuperar bilhões de reais roubados de uma Petrobrás, uma CEF e de outras estatais, além de apurar quem meteu a mão grande em planos de aposentadoria como os dos Correios e do Banco do Brasil. A primeira decepção está aí, quando, por causa da politicalha do Congresso Nacional, Moro foi obrigado a fatiar seu projeto de combate ao crime enviado ao Parlamento, retirando a criminalização do caixa 2 do texto. Foi decepcionante vê-lo tentar “justificar” o fatiamento com a alegação de que o caixa 2 não tinha a gravidade de crimes violentos. Deixar para votar isso em separado e mais tarde será deixar para o dia de São Nunca. A corrupção é a porta de entrada de vagabundos que se elegem à custa de empresários ladrões e criminosos ocultos, e resulta no Brasil ser um dos países mais corruptos do mundo. O recuo merece uma pergunta: o que faz o grupo de militares no governo para não chamar à fala Bolsonaro, Moro e políticos, para  implantar na “marra” uma lei dura, como exige a situação, e sem mais delongas? 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça 

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UMA OUTRA SOLUÇÃO

Acerca do artigo “Desde que haja punição pode haver crime”, de autoria no nobre advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira (“Estadão”, 22/2, A2), perdeu o nobre articulista a oportunidade de colaborar com proposta efetiva com o pacote de medidas anticrime ora em discussão em nosso Parlamento. Pode até ser que o encarceramento não seja a melhor solução para acabar com a criminalidade. Como expert no assunto, poderia, então, oferecer uma outra solução. Criticar é fácil. O que não pode é fechar os olhos como se o problema não existisse.

Ataliba Monteiro de Moraes atalibamoraes@uol.com.br

São Paulo

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PUNIÇÃO E CRIME

Discordo do criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, em seu artigo de sexta-feira no “Estadão” (“Desde que haja punição pode haver crime”, 22/2, A2). Parece-me evidente que a punição, ou a severidade dela, inibe a contravenção. Até rato de laboratório, gatos e cachorros entendem a relação erro x castigo. O que não funciona é a impunidade reinante no País. Prende-se um bandido, puxa-se a ficha do bandido e vem uma relação enorme de delitos anteriores. E por que há tanto menor de idade assaltando ou servindo de mula e distribuindo drogas por aí? Falta educação? Falta, é claro, mas o País está cheio de gente humilde e iletrada que trabalha duro e tem bons valores. Basta de demagogia. Que não deve não teme.

Lúcia Mendonça paulo.arisi@gmail.com

São Paulo

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EDUCAÇÃO

Li com atenção o artigo escrito pela respeitado jurista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira (22/2, A2). Estou totalmente de acordo com a afirmação de que o sistema prisional brasileiro é brutal e em nada contribui para a recuperação do criminoso. Por outro lado, pergunto: qual seria a solução? O custo para manter prisões é altíssimo. Considerada a já elevada carga fiscal imposta aos brasileiros que trabalham e cumprem a lei, indago de onde viriam os recursos para aprimorar as condições dos presídios? Na minha opinião, a única solução seria um aprimoramento urgente e profundo na educação pública. Mas essa solução não tem resultados imediatos, requer tempo, muito tempo. Enquanto isso, poderemos talvez melhorar as condições das prisões sem esquecer, porém, que o crime é uma opção, graças a Deus adotada por uma pequena, muito pequena, parcela da população brasileira.  

Samuel Ribeiro riibeirosammy1940@gmail.com

São Paulo

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O CARRO À FRENTE DOS BOIS

Ao artigo “Desde que haja punição pode haver crime”, do dr. Mariz de Oliveira (“Estadão”, 22/2, A2), só posso responder que o carro está à frente dos bois. Desde que há crime deve, necessariamente, haver punição! É evidente que o Brasil é um país socialmente injusto e com uma Justiça com dois pesos e duas medidas. Pune os mais pobres por crimes comuns e livra de punição os criminosos do colarinho branco, que podem pagar advogados caros como o dr. Mariz. O que mudou com a Lava Jato e a prisão após condenação em segunda instância é que os criminosos ricos e corruptos do setor público estão indo para a cadeia e os grandes escritórios de advocacia estão perdendo o filão de ouro da “tramitação em julgado”, percorrendo todas as instâncias ao longo de décadas e rendendo muito dinheiro aos grandes advogados. Simples assim.

   

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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PUNIÇÃO AO SOFISMA

O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira expressa, em seu artigo no “Estado” (22/2, A2), a retórica em defesa do indefensável. Fala em honestidade intelectual nos argumentos, mas caminha em direção contrária. Quebra até a lógica aristotélica, com o título do artigo. Simplesmente uma sandice o título “Desde que haja punição pode haver crime”. A punição, pelo amor de Deus, não dá liberdade a crime nenhum. No artigo, a malemolência jurídica, lê-la logo pela manhã é um exercício à paciência. “Quanto mais se prende, mais o crime aumenta.” Ideias assim, sendo verbalizadas por um jovem com pouco conteúdo e infantilmente querendo participar da discussão da vida ao seu redor, tudo bem. A vida dá o desconto, e assim tem-se a paciência dos mais vividos, dos experientes, dos sábios. Agora, pensamentos como estes sendo ventilados por um homem maduro e intelectualmente capaz é francamente triste.

Moacir de Vasconcelos Buffo moacirbuffo@gmail.com

Campinas

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O STF E A HOMOFOBIA

Descabido este movimento pela criminalização da homofobia. Ela já é criminalizada. Se a homofobia foi manifestada por meio de palavras, tem-se as figuras da calúnia, difamação ou injúria. Se foi manifestada por meio de violência física, tem-se a lesão corporal. Se essa lesão casou morte, tem-se o homicídio. Todos esses atos são tipificados como crime pelo nosso ordenamento jurídico. O movimento tem de ser no sentido contrário, pois cadeia não corrige ninguém. O Brasil é o país que mais prende. Nossas prisões são verdadeiras escolas do crime. Isso só vai servir para trancafiar pretos, pobres e favelados. A solução é a educação.                    

Geraldo Magela da Silva Xavier silvag34@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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MELHOR O STF NÃO LEGISLAR

Será que o Supremo Tribunal Federal (STF) tem noção do imbróglio que está criando para os homossexuais? Ao julgarem “crime contra homofobia”, estão fazendo com que homossexuais tenham muita dificuldade no mercado de trabalho. Porque, assim como juízes e advogados acharam nicho em demissões muitas vezes legais, fazendo com que empresários tivessem inúmeros processos trabalhistas, justamente porque muitos trabalhadores usaram desse estratagema para ganhar dinheiro na maciota, qual homossexual que por incompetência for demitido não usará dessa lei que o STF quer criar? Só restarão aos homossexuais desemprego e prostituição. E os “sinistros”, achando-se os salvadores dos oprimidos, mas com lança-chamas nas mãos, não seria mais conveniente o STF julgar os quase 200 políticos denunciados pela Lava Jato, dos quais até agora apenas um foi condenado?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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RACISMO

Segundo ministros do STF, a condição de homossexual passou a ser uma raça. Conceito sem qualquer nexo causal. Sugiro aos ministros lerem as publicações do professor Paul McHugh, da Johns Hopkins University (EUA), sobre homossexualidade, quiçá a maior autoridade da atualidade no assunto. 

Orivaldo Tenório de Vasconcelos professortenorio@uol.com.br

Monte Alto

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UM RATO COM RUGIDO DE LEÃO

Com todas as sequelas internacionais provocadas por um tsunami político e econômico, o Brasil continua no topo das grandes nações mundiais. Não é admissível que sejamos acuados por países de pouca expressão mundial, mas que contaminam a nossa sociedade com armas, drogas e toda sorte de contrabando. Agora, aparece um “crow” travestido de presidente e afronta a nossa soberania fechando fronteiras com o Brasil. Ao povo venezuelano  falta pouco para que seu presidente, Nicolás Maduro, seja chamado de apodrecido.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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TIRANO SEM LIMITES

Nicolás Maduro, o mais recente panteão da ruína socialista, insiste em asfixiar seu povo, tão carente de ajuda e liberdade, para manter sua intifada esquerdista ditatorial. Tudo patrocinado pela perversa Rússia. Até quando ficaremos inertes diante disso?

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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AS FRONTEIRAS DE MADURO

Nicolás Maduro fechou as fronteiras da Venezuela com o Brasil! Extraindo o lado positivo da insana decisão do ditador, bom seria se a porta-voz (ou sei lá o quê?) do presidiário de Curitiba, Crazy Hoffmann, estiver do lado de lá! Gleisi, vamos torcer, vamos cobrar!

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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BRASIL X VENEZUELA

Curioso como se fala tanto na chamada crise venezuelana, em desabastecimento e fome. Isso porque no Brasil já vivemos em crise, com 50 milhões em estado de abaixo da pobreza e, portanto, passando fome. Sem falar nos milhões que vivem com um salário mínimo e nos 13 milhões de desempregados.

Heitor Vianna P. Filho lagos@araruama.com.br

Araruama (RJ)

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