Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

25 de fevereiro de 2019 | 03h00

GOVERNO BOLSONARO

Antídoto contra o espectro

Preciso o editorial O espectro do populismo (24/2, A3) ao indicar fatos indesmentíveis a respeito da inclinação política de Jair Bolsonaro: o malsinado populismo, a demagogia que tanto infelicita as nações submetidas à vontade de um homem. O desastre seria ainda maior não fossem as formulações geniais de Locke e Montesquieu, com a separação, harmonia e contenção dos Poderes. A única solução que vislumbramos para o futuro do nosso povo é a adoção do parlamentarismo, não aquele improvisado que afivelou as ações de Jango Goulart, que, libertado dele, deu curso ao tal populismo que nos conduziu a posteriores e lamentáveis desmembramentos. É raro o populismo num regime parlamentarista. Isso não significa que devamos alterar as regras em pleno jogo. Há que suportar as prováveis agruras previstas pelo editorial durante o prazo do mandato, salvo se for encurtado por fundamentos constitucionais. Porém escolher um regime de governo superior em todos os aspectos a essa jabuticaba do “presidencialismo de coalizão” é um dever histórico para os brasileiros que pretendem, ainda, criar uma nação.

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

Foco na reconstrução

Com referência ao editorial de ontem, entendo o temor do populismo “à la direita”, privilegiando aqueles que fazem parte do “mesmo grupo ideológico”, como ocorreu nos 13 anos de governo lulopetista, ou melhor, “anos de muito azar” para nós brasileiros. No caso de Bolsonaro, embora esteja imbuído de valores e princípios de alguns grupos sociais, como militares, cristãos evangélicos, ruralistas e empresários – que valorizam o direito à propriedade (conquistada com muito trabalho), a liberdade de ir e vir e de empreender e o apoiaram em peso sua vitória nas eleições –, não considero que este governo venha a cair no mesmo “espectro populista”, da gastança desenfreada para a compra de votos, com toda sorte de ilegalidades e “corrupções sem fim”, fazendo o uso de “métodos escusos” para a obtenção de apoio à sua governabilidade, como se viu nos últimos anos. Acredito ser este governo importante para restabelecermos a ordem e o progresso no Brasil, pelo combate efetivo à corrupção e efetivação das reformas necessárias, principalmente a da Previdência e, em seguida, a tributária. E depois desse mandato, que os militares, que o apoiam, possam retomar o seu “papel essencial” de guardiões das fronteiras do Brasil.

Silvia R. P. Almeida

silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo

PERSPECTIVAS

Eterno país do futuro 

Na década de 1950 se aconselhava a não comprar produtos japoneses porque não prestavam. E para o Brasil havia a esperança de ser o país do futuro, como aprendíamos na escola primária. Na década de 70 o Japão já era um dos países mais adiantados e o Brasil, apesar de ser a oitava economia mundial, como alardeava o governo, ainda continuava na expectativa de ser o país do futuro. Hoje, 60 anos depois, aquele Japão que fabricava produtos porcaria é uma das maiores economias do mundo, com tecnologia avançada, capaz de produzir aparelhos como uma nave espacial que saiu daqui há quatro anos em direção a um asteroide de 1 km2 de área, situado cerca de 300 milhões de quilômetros da Terra, e voltará com amostras de seu solo. A China, que só copiava produtos americanos, e a Coreia do Sul acompanham o Japão no desenvolvimento. E o Brasil? Continuamos com a eterna perspectiva de país do futuro, que, tenho certeza, não testemunharei. E, tristemente, nem meus netos.

Laércio Zannini

spettro@uol.com.br

Educação

Há mais de meio século ouço, de maneira unânime, que os problemas do Brasil seriam resolvidos pela educação. Alguém consegue explicar por que não avançamos absolutamente nada?

Luiz Frid 

fridluiz@gmail.com

São Paulo

BOLIVARIANISMO

Papel da ONU

Nas crises ora em andamento é de lamentar o baixo protagonismo da ONU. A da Venezuela é a mais recente. Parece que o órgão se atém a trabalhos burocráticos. E justamente quando mais se precisa de esforços diplomáticos para evitar uma guerra civil, afora a brutalidade cometida cotidianamente pelo regime a mando dos dirigentes, Nicolás Maduro e seus generais, contra a população venezuelana. Indiciá-los na Corte de Haia por sonegação de ajuda humanitária seria o mínimo a fazer nesta altura dos acontecimentos. 

Sergio Holl Lara

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba 

Cabo de guerra

O cabo de guerra na fronteira da Venezuela com o Brasil e com a Colômbia é bem representativo destes tempos de um nova guerra fria, que está sendo recriada na América do Sul. Esperemos que as legítimas lideranças das nações envolvidas nesse conflito saibam encontrar um denominador comum para pôr fim a essa lamentável contenda, que só traz prejuízos a todos nós que vivemos nesta parte do mundo.

José de Anchieta de Almeida

josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

Que fazer com a Venezuela

O Brasil e os aliados deveriam pressionar a Rússia e a China a liderarem a ajuda ao povo venezuelano. Terminada a emergência humanitária, será possível buscar outras soluções para a crise instalada na Venezuela, que hoje tem dois presidentes e está a um passo da guerra civil. 

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Engodo socialista

Na primeira página do Estadão de sábado, a imagem do povo fugindo a pé da Venezuela ilustra bem o engodo socialista, experiência fracassada em outros “paraísos” mundo afora – no caso da Venezuela, o tal socialismo do século 21, que um dia foi saudado por conhecido presidiário brasileiro como país que tem “excesso de democracia”.

Luiz Henrique Penchiari

lpenchiari@gmail.com

Vinhedo

CARNAVAL PAULISTANO

Incivilidade

A pseudofolia pré-carnavalesca no fim de semana nas cercanias do Largo da Batata demonstrou que parte dos paulistanos nunca chegou a tão baixo nível de educação. É preciso que sejam montados esquemas de policiamento, preventivo para evitar abusos inadmissíveis e corretivo para extirpar os mais afoitos vândalos e intoleráveis predadores.

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com,.br

São Paulo

ACABOU A FESTA

A Ford fechará as portas da fábrica em São Bernardo do Campo, a GM faz ameaças de fechar, a Mercedes Benz mandou recado não faz muito tempo. Várias são as razões, começando pela crise mundial do setor automobilístico, da qual ninguém escapa e que vem sendo anunciada há décadas. Como sempre na contramão da sensatez, o “país do nunca antes”, Brasil, estimulou de forma irresponsável o inchaço do setor. Hoje, temos mais de 35 marcas de automóveis em operação no mercado nacional, numa concorrência selvagem. Alguém saiu ganhando, e não foram os brasileiros. Sem qualquer planejamento estratégico, como sempre, o resultado imediato foi congestionar ruas, avenidas e estradas, degradando rapidamente o meio ambiente urbano, resultando em desagregação social e consequente violência, causa e efeito também conhecidos há décadas. Boa parte da população acabou em dívidas, acidentada ou mesmo morta. O sonho do carro próprio foi mais uma punhalada do mais puro e já tão conhecido populismo. Acabada a festa promovida principalmente, mas não só, pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Como esperado, os mesmos sindicatos que deram luz ao PT calaram sorridentes durante a orgia, e agora rugem bravatas e ameaças. Só não acreditou que aquilo ia dar nisto quem não quis ou quem levou algum e quer que se dane o Brasil. Lodaçal social que está só começando sua destruição, que ninguém sabe onde vai dar. O resultado do Brasil do “nunca antes”, o Brasil de todos a qualquer preço, frutos podres do populismo, está chegando aí. Se queremos mudar o rumo de nossa história, é bom parar de acreditar em sonhos e começar a falar sério. Não existe almoço grátis.  

Arturo Condomi Alcorta

arturoalcorta@uol.com.br

São Paulo

A MENSAGEM DA FORD

A mensagem é clara: as leis trabalhistas, a carga tributária, a logística, em suma, o custo Brasil inviabilizou as operações da filial brasileira da montadora. A destruição de valor para a indústria nacional vai muito além dos portões da fábrica a ser fechada. Fornecedores e toda uma cadeia de serviços associada àquela operação também desaparecerão. Não culpemos a Ford. Tenho por certo que não faltaram conversas entre os executivos da empresa americana e governo e sindicatos. Mas esta mentalidade atrasada que passa pela falácia de que o Brasil é um mercado em que as grandes empresas precisam ter presença, e de que o Brasil é o país do futuro (que nunca chega), impediu que entendêssemos que ou montamos um sistema que seja competitivo internacionalmente e ganha-ganha para todas as partes interessadas ou vamos nos acostumar a ver todos os fabricantes de produto de maior valor agregado desaparecerem do País. Espero que o Brasil aprenda com a mensagem da Ford. Ainda dá tempo.

Oscar Thompson

oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba


QUESTÕES DA REALIDADE

A Ford sair de São Bernardo do Campo vem exatamente na hora em que o Brasil reflete os tempos, as décadas de governos populistas em que impostos impossibilitam a nossa existência. Vejo isso em pequenos comércios que tive. Só não mudei do Brasil por falta de recursos. Tenho certeza de que existe uma saída bem agora, que temos um governo bom começando. O governo Bolsonaro é feito de gente melhor para questões da realidade.

Roberto Moreira da Silva

 rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

FRUTO DO RADICALISMO

O fechamento da fábrica de caminhões em São Bernardo do Campo mostra que a globalização ainda vai mexer muito mais com a vida de todos e com o emprego. As mudanças nas leis trabalhistas foram muito bem feitas por Temer, pois que a vida boa e regada a luxo dos sindicalistas do ABC acabou afugentando empresas multinacionais por seu radicalismo. Agora terão de se reinventar sem imposto sindical obrigatório e sem empregos. Vão ter de se virar nos 30.

Antonio Jose Gomes Marques

a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

A entrega, na quarta-feira, ao Congresso Nacional do projeto da reforma da Previdência pelo próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) foi um ato republicano e de maior interesse para o País. Na sequencia, importante também foi a participação de parte da equipe econômica, que detalhou o projeto, ficando à disposição de dezenas de jornalistas por quase cinco horas, esclarecendo inúmeros itens desta complexa reforma. Ela atinge todos os setores da atividade, a fim de dar um basta no rombo da Previdência, que vem impedindo, pelo tamanho do déficit, o desenvolvimento do País. A reforma inclui os servidores públicos e a idade mínima de aposentadoria é definida em 62 anos para mulheres e em 65 anos para homens, com 12 anos para regra de transição para as mulheres e 10 anos para os homens. Se aprovada pelo Congresso, como se espera e urgentemente, a estimativa é de que a reforma permita uma economia em dez anos de R$ 1,16 trilhão. Com relação à reforma de Michel Temer, a de Bolsonaro é bem mais robusta e mexe com privilégios dos servidores públicos, incluindo a aposentadoria dos políticos. Agora, o importante é o presidente assumir o diálogo com a sociedade e, principalmente, com o Congresso. O debate promete ser intenso. Urge, também, a participação dos governadores e prefeitos, para orientar suas bancadas a votarem a favor desta reforma. Ou seja, ou se faz uma verdadeira reforma para equacionar de vez o déficit da Previdência ou vamos colher mais retrocessos, econômico e social, e ver aumentar ainda mais o flagelo do desemprego.

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

INJUSTIÇA

Atenção, senhores “parlamentares novos”, que entraram para tirar “o crime” do Estado brasileiro, unindo-se a alguns exemplares parlamentares não contaminados, depois que a quadrilha do PSDB instituiu o fator previdenciário, quebrando o Estado de Direito dos trabalhadores que estavam na véspera de se aposentar, e mantido pela quadrilha sindicalista do PT, juntos cometeram a maior safadeza e injustiça com esta parcela da população. A quadrilha do PMDB alterou e acabou com o fator previdenciário, com outra fórmula, para quem ainda não tinha se aposentado, mas “ficou uma parcela já aposentada da sociedade extorquida de seus direitos trabalhistas”, com a quebra de Estado de Direito. Agora, que se tenta corrigir o futuro das aposentadorias, respeitando os já em vias de se aposentar sem a extorsão do fator previdenciário, é preciso urgentemente resgatar o Estado de Direito dos aposentados que foram saqueados pelo Estado brasileiro. Cabe aos novos, junto com os parlamentares do bem que sobraram, restabelecer esta ordem e corrigir essa injustiça.

Nelson Pereira Bizerra

nepebizerra@gmail.com

São Paulo

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA (BCP)

Como pode alguém sobreviver com R$ 400,00? Especialmente o idoso, que carece de medicamentos, normalmente. O salário mínimo não existe para a pessoa pelo menos sobreviver?

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso

zaffalon@uol.com.br

Bauru

A CONTRIBUIÇÃO DE MILITARES

Informações erradas vêm sendo divulgadas a respeito das contribuições previdenciárias dos militares. Estes não contribuem por 30 anos e passariam a 35. Na realidade, os militares já contribuem até a morte e sobre toda a remuneração ou proventos. São 7,5% mais 1,5% para alguns e no mínimo 3,5% para a Saúde. Saúde também tem indenizações por atos médicos.

Heitor Vianna P. Filho

lagos@araruama.com.br

Araruama (RJ)

‘O JABUTI DE PAULO GUEDES’

Sobre o editorial “O jabuti de Paulo Guedes” (22/2, A3), sobre a proposta de fim da multa na demissão de funcionários já aposentados, esta multa de 40% por si só já é uma piada. O coitado do empresário banca boa parte dela por todos os anos em que o funcionário faz parte do quadro da empresa, e depois, quando ele manda embora, ele próprio – o coitado do empresário – paga uma multa de 40% sobre tudo o que recolheu! Uma piada, né? Se fôssemos um país sério, jamais haveria essa multa. Aí está parte do nosso custo Brasil.

João Antônio Dohms

dohmsj@gmail.com

Fortaleza

ECONOMISTAS

Paulo Guedes é como famosos economistas da História, grandes maritacas de conversa fiada.

Ariovaldo Batista

arioab06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

ÀS CLARAS

Que eu saiba, jabuti é a denominação de medidas aprovadas no Congresso, muitas vezes na calada da noite, e que não foram levadas com transparência ao conhecimento dos brasileiros e “passam” camufladas no momento da votação, por exemplo, de uma medida provisória. Nada que ver com o suposto jabuti a que se refere o editorial do “Estado” de 22/2, dado que este assunto vai ser discutido com transparência no Congresso.

Lilia Hoffmann

liliahoffmann@yahoo.com.br

São Paulo

CADASTRO POSITIVO

A Federação do Comércio de São Paulo, incentivada por seu presidente, Alencar Burti, comemorou a aprovação, pela Câmara dos Deputados, de projeto que prevê a automaticidade da inclusão dos nomes pessoais no Cadastro Positivo de consumidores. A proposta anterior tributava respeito à intimidade e à imagem das pessoas e, consequentemente, à norma constitucional que a protege (Constituição federal, art. 5.º, X), ao impor a aquiescência para inclusão no cadastro. A conduta de todos, enquanto pagadores, bons, maus ou medianos, não pode ficar escancarada ao comércio e aos bancos, sem consentimento, inclusive sob pontuações. A inviolabilidade da intimidade e da imagem da pessoa fica obviamente tisnada por este cadastro público do “admirável mundo novo”, por mais que se apregoem suas virtudes financeiras.

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

EXPOSIÇÃO ARRISCADA

É óbvio que a inclusão obrigatória em cadastro dos dados da vida financeira das pessoas (se pagam em dia ou atrasam prestações, contas de luz, de água, de condomínios, escolas, impostos, empréstimos, etc.) tem o objetivo de possibilitar o acesso de empresas, bancos, financeiras, lojas, crediários e todos que pagarem por essas informações à intimidade de cada um. Dizer que isso vai reduzir juros é uma grande piada. Vai ser montado um sistema de pontos, dizem, para classificar a pontualidade das pessoas, mas não se menciona qual o porcentual de redução compulsória de juros que essa pontuação vai possibilitar em cada caso. Se houvesse alguma vantagem, o sistema que hoje é facultativo teria conseguido alta adesão das pessoas. Como a adesão foi pífia, empresas, bancos e agências de classificação de riscos estão conseguindo aprovar a obrigatoriedade deste enorme cadastro, inclusive com pouca garantia de confidencialidade, com vazamentos impunes e ausência de indenizações de perdas e danos, como já ocorre com os dados de aposentadorias do INSS e de Imposto de Renda vendidos em CDs por camelôs, para citar alguns.

Ademir Valezi

adevale@gmail.com

São Paulo

PARQUE SUSPENSO

A Prefeitura de São Paulo, por meio do secretário Fernando Chucre, decidiu que o Elevado João Goulart, mais conhecido como “Minhocão”, seja transformado num parque suspenso (“Estadão”, 22/2, A15). Ora, antes de qualquer execução dessa faraônica obra, deve o secretário proibir o acesso aos veículos durante algumas semanas. Se nada acontecer com o já caótico trânsito paulistano, tudo bem. Caso contrário, deve rezar para permanecer “vivo”. Fica a dica!

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

IPTU – TRAVA DE 10%

Sobre a matéria “SP propõe trava de 10% para aumento de IPTU e deixa de cobrar dívida de 90 mil” (“Estado”, 20/2, A15), o administrador público tem de entender que o aumento decorrente da valorização imobiliária não é caixa do contribuinte. Não sei a origem da trava do IPTU em 10%. O ajuste correto seria para os imóveis com valores defasados aplicar 10% sobre o índice da inflação, tipo 4% logo 4,4%. Como 10% parecer ser um porcentual possível, por que não utilizá-lo como meta de redução de despesas da prefeitura?

Reinaldo Somaggio

reisomaggio@terra.com.br

São Paulo

IPTU SÃO PAULO

Este sr. prefeito Bruno Covas virou um verdadeiro hipócrita, um boquirroto, totalmente despreparado para o cargo que caiu no seu colo. Vou ter de pagar pelo erro dele, mesmo assim. Por que não manda outro boleto de cobrança, arrumando sua incompetência

Nelson Piffer Jr.

pifferjr86@gmail.com

São Paulo

BRUNO COVAS

O prefeito dos aumentos: IPVA, +50%; transporte urbano, +9%; buracos, + 30%; semáforos quebrados, +30%.

Jonas de Matos

jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo

AS REGIONAIS EXISTEM?

Gostaria muito de saber se o prefeito e as regionais de São Paulo existem, porque faz três meses que pedi à Prefeitura Regional do Tatuapé a retirada de uma Kombi que está abandonada, repleta de lixo, provocando a invasão de ratos. O veículo está abandonado em frente a uma creche. Prefeito, afinal, pagamos impostos altíssimos aguardo providências.

Sidney Cantilena

sidneycantilena@bol.com.br

São Paulo

AINDA A ELEIÇÃO 2018

“Comissão Arns vê direitos humanos ‘agredidos’ na eleição” (“Estadão”, 21/2, A8). Já que perguntar não ofende, pergunto: pessoas da classe média podem participar desta Comissão Arns, inaugurada na semana passada no Largo do São Francisco? A pergunta se faz necessária, uma vez que integrante da dita comissão já bradou aos quatro ventos que odeia a classe média, por exemplo.

Arlete Pacheco

arlpach@uol.com.br

Itanhaém

COMISSÃO ARNS

Apartidária... mas composta de pessoas oriundas de partidos de oposição ao atual governo. Preocupada com os direitos humanos, mas nos recentes 13 fatídicos anos seus membros não se preocuparam com isso, não fizeram nada. Parem de atrapalhar e trabalhem para o bem do Brasil.

Adilson Pelegrino

adilsonpelegrino52@gmail.com

São Paulo

O QUE VEM POR AÍ

"Comissão de juristas e ex-ministros critica pontos do projeto anticrime de Moro” (“Estado”, 19/2, A8). Na comissão aludida (Comissão Arns), só faltaram José Dirceu e Stédile para dar maior credibilidade ao que ela possa gerar.

Abel Cabral

abelcabral@uol.com.br

Campinas

JOSÉ DIRCEU, MENOS UM RECURSO

Pelo que sabemos, o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TFR-4) negou recurso interposto por José Dirceu na semana passada. Assim, este deverá retornar à prisão, de onde jamais deveria ter saído. Solto, ele está usando seus conhecimentos obtidos em Cuba como terrorista, guerrilheiro e coisas afins. Ao que parece, foi ele quem coordenou toda a baderna ocorrida no Ceará e no Nordeste desde o princípio do ano. Vamos esperar que agora, sendo preso novamente, não apareça mais nenhum juiz que, mesmo sob as ameaças deste bandido, o libere novamente.

Carlos E. Barros Rodrigues

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

CHORO DE PERDEDOR

José Dirceu, o ex-ministro do PT condenado a 41 anos de prisão, na Lava Jato, disse que o problema do seu partido, o PT, foi a ingenuidade de não fazerem um pente fino nas leis aprovadas pela ex-presidente Dilma Rousseff, a de delação premiada, a da organização criminosa e a antiterror, e de não terem percebido que o modo aberto em que se deixaram várias questões, nessas mesmas leis, permitiu o que está acontecendo agora, os seus usos de modo antidemocrático e como instrumentos de repressão, e não os da realização de uma verdadeira Justiça. Parece choro de perdedor, e é. Parece visão deturpada das coisas, e é. Mas as coisas não são apenas como são, pois tudo é sempre de acordo com o que se conta sobre elas.

Marcelo G. Jorge Feres

marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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