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Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

05 de abril de 2019 | 03h00

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Na CCJ da Câmara

Como era de esperar, a passagem do ministro da Economia, Paulo Guedes, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados foi tumultuada pela oposição irresponsável. Ao mesmo tempo, foi frustrante a omissão dos “não oposicionistas”, que não tiveram a coragem de ajudar o ministro na defesa da reforma. Uns parlamentares atacam a pretendida reforma “do governo”, outros não a defendem. Todos esquecem que a necessária reforma é condição básica e inadiável para evitar o total caos econômico do Brasil já nos próximos anos. E mais: a reforma deve ser um debate do Poder Legislativo. Lá deve ser debatida, lá deve ser aprovada. Ao Executivo coube elaborar e encaminhar o projeto. Ao ministro Paulo Guedes deveriam caber apenas explicações pontuais, e não sujeitar-se a desaforos de certos deputados, que até agora só ajudaram a levar o País à ingovernabilidade. Como aquele Zeca, do PT, que, antes de tudo, deveria olhar para o passado recente dos envolvidos no mensalão do seu partido.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

Em sua longa audiência o ministro foi didático e direto ao mostrar que a reforma é imprescindível para a sobrevivência do sistema previdenciário e exigirá sacrifícios de todos, principalmente dos servidores públicos, que ganham muito mais. A aposentadoria média na Câmara, de R$ 28 mil, é 20 vezes maior que a média do INSS, de R$ 1,30 mil. Alguém de fora dessa casta acha que os deputados teriam simpatia com Guedes e sua reforma?

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

Troco

Aleluia, até que enfim alguém, no caso, o ministro Paulo Guedes, pôs os hipócritas da Câmara dos Deputados no seu devido lugar: em 18 anos de permissividade do Executivo mediante propinas, “toma lá dá cá”, cargos, mensalões, emendas, financiamentos, pedaladas fiscais, locupletaram-se de todas as formas, quebraram o País. E agora querem vir em defesa dos milhões de desempregados que empurraram para a vala comum. Parabéns, falou por mim.

MANOEL BRAGA

manoelbraga@mecpar.com

Matão

Representantes do povo?

O ministro Paulo Guedes é muito corajoso, enfrentou a “tropa” esquerdista sem vacilação. Até diante da falta de respeito para com um ministro de Estado, nunca esperada de “nobres representantes do povo”. E, estranhamente, sem a esperada – e também corajosa e necessária – ajuda dos que representam o governo. Foi vergonhosa a falta de compostura de alguns, que não mostraram a educação exigida pela função numa sessão em que o ministro foi explicar o projeto do governo relativo à reforma do sistema previdenciário. Que a Câmara poderá analisar e propor – por evidente, dentro das posturas regimentais vigentes – o que bem entender a esse respeito. Um triste espetáculo esses “alguns” proporcionaram. E que já é uma mostra do que pretendem fazer.

JOSÉ ETULEY B. GONÇALVES

etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

Tchutchuca é...

Os que sempre encheram a boca (e os bolsos) para falar de política ficaram pequenos diante da seriedade e do comprometimento do ministro Paulo Guedes. Definitivamente, esse “circo” não nos representa.

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

O tigrão (sic) Zeca Dirceu (PT-PR) e seu partido, enquanto governo, só tchutchucaram Cuba, Venezuela, Moçambique, as empreiteiras, etc., e não fizeram as reformas necessárias. Então, não têm moral pra cobrar nada!

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Só jogo para a plateia

O que acho mais deprimente no espetáculo de falta de educação do deputado Zeca Dirceu é o fato de ainda existirem eleitores que votam nessas pessoas. Como sempre fazem os demagogos, arvorou-se em defensor dos mais humildes, em “guerreiro do povo brasileiro” como seu papai, cuja trajetória é de todos conhecida. Entendo ser pura perda de tempo a ida de ministros ao Congresso, pois, como disse com precisão o presidente Jair Bolsonaro, o “Poder Legislativo é soberano”, tem o direito de votar como entender ser o melhor. Portanto, o que o Congresso está proporcionando é apenas “jogo de cena”, um espetáculo para iludir trouxas, visando a criar dificuldades para melhor vender facilidades. 

ARLETE PACHECO

arlpach@uol.com.br

Itanhaém

Show dos derrotados

Foi de fato deprimente a conduta da oposição na sessão da CCJ, com espetáculo de baixaria para tumultuar o encontro entre o ministro Paulo Guedes e os congressistas destinado a debates sobre a reforma da Previdência. O pior é que são sempre os mesmos inconformados e derrotados, que não conseguem mais defender seus interesses pessoais nem têm argumentos para convencer a sociedade de que sua intenção não é apenas retomar o poder, que destruiu o País em 13 anos de desgovernos.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

EM CAUSA PRÓPRIA

Lembranças

Matérias publicadas no Estadão de ontem (A4 e B4) nos fazem concluir, de forma inequívoca, que há um consenso silencioso no Congresso de trabalhar sistematicamente contra o País. Senão, vejamos: um bloco de senadores articula para que o projeto de lei que submete os partidos às regras de compliance seja apreciado pelo plenário antes de seguir para a Câmara, manobra que atrasará a votação da proposta, que estava pronta para análise pelos deputados. Proximamente os senadores examinarão o novo projeto que define as regras partidárias e, contrariamente ao texto do senador Antônio Anastasia, vão votar um substitutivo para relaxar as regras e anistiar multas a partidos políticos. Na coluna Para lembrar, mais bondades em causa própria: a Câmara aprovou projeto que isenta de multas e punições os partidos que cometeram infrações contra a legislação eleitoral. Para não esquecer: o Fundo Partidário alcançará neste ano a cifra imoral de R$ 1 bilhão! Mas temos mais. Indo às páginas de Economia, vemos que o Senado aprova PEC que prejudica ainda mais a gestão do Executivo – mais engessamento do Orçamento. Última lembrança: Tom Jobim tinha razão, “o Brasil não é para principiantes”.

JOSE ANTONIO S. BORDEIRA

bordeiracompuland.com.br

Petrópolis (RJ)

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INCONFORMADOS

As pessoas de bem que querem um Brasil melhor ficaram estarrecidas com a baixaria provocada pelo pessoal do PT e partidos coligados na quarta-feira (3/4/2019), com a ida do ministro da Economia, Paulo Guedes, à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, para explanar pela enésima vez as propostas da reforma da Previdência. Confesso que comecei a assistir, mas me deu náuseas a velha política: oposicionistas instalados nas primeiras fileiras do auditório com cartazes e cara de poucos amigos. Já no prefácio do ministro, como moleques de grupo que não querem ouvir, precisou serem chamados à atenção pelo presidente da CCJ para o início da sessão. Paulo Guedes foi atirado na jaula dos leões, só que, em vez dos ferinos e, como na porta do auditório não tinha mataburros, com a vênia dos animais, os de coice puderam entrar. Os defensores dos fracos e oprimidos não falaram uma só palavra quando o ministro exemplificou a disparidade entre as aposentadorias pagas pelo INSS no setor privado e as auferidas pelos dos Três Poderes da União. Média do INSS, R$ 1,4 mil, marajás da União, R$ 28 mil. Mexer no meu, “nem morta”. O ministro foi muito bem em suas explanações, suportou com calma as provocações – duvido que Jó as suportasse –, até que um animalesco xucro o desrespeitou e o chamou de “tigrão (com os trabalhadores)” e “tchutchuca (para os privilegiados do País)”. Recebeu a resposta à altura e a reunião foi encerrada. Os favoráveis à reforma saíram como entraram: mudos e calados. Jair Bolsonaro e Paulo Guedes estão “bem arrumados” com estes frouxos! Mas valeu, esta atitude covarde dos oposicionistas mostrou que não têm mais argumentos, perderam o discurso, então a única saída é continua a torcer para o “quanto pior, melhor”.

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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‘TCHUTCHUCA É A MÃE’

Parabéns ao ministro Guedes pela resposta apropriada a quem só está lá para tumultuar. Da turma do “quanto pior, melhor”.

Gustavo Guimarães da Veiga ggveiga@outlook.com

São Paulo

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DESERTO DE HONESTIDADE

“Após ser chamado de ‘tchutchuca’, Guedes explode e sessão da CCJ é encerrada” (“Estadão”, 4/4). Quem assistiu aos vídeos da longa sessão na CCJ em que Guedes expôs e explicou a Nova Previdência viu que o PT e puxadinhos fizeram oposição sistemática, repetindo todos os seus mantras mentirosos à exaustão, até a fala do deputado Zeca Dirceu, que partiu para agressões pessoais, quando se perdeu a paciência e foi encerrada a sessão. O debate mostrou que não existe qualquer honestidade de propósitos da esquerda inconformada, que foi democraticamente derrotada nas urnas e declarou guerra total à nova administração, tentando torpedear todas as suas propostas que melhorem o País, querendo o caos e fazendo muito ruído, numa ilusão de que voltará ao poder, apesar do mal que causou ao Brasil em seis incompetentes e corruptos governos, comandados pelo presidiário de Curitiba.                      

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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DEPRIMENTE

Que espetáculo deprimente a CCJ na quarta-feira, e os cartazes dos parlamentares, nem secundaristas ganham. Há 40 anos, caíram de pau em cima de Pelé por ele dizer que o brasileiro não sabia votar, e isso continua atual. Aqui qualquer oposição, tanto de direita como de esquerda, não apresenta argumentos para contrapor a situação, apenas é oposição. E o povo que se vire.

Vital Romaneli Penha vitalromaneli@gmail.com

Jacareí

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TEM JEITO?

A baixaria protagonizada pelas “excelências” da oposição predatória na passagem do ministro da Economia, Paulo Guedes, na CCJ da Câmara mostra o que podemos esperar dos “nobres” deputados que não trabalham para o bem do País, e sim na defesa dos canalhas que tiveram quase 20 anos para fazer as reformas necessárias e não o fizeram por interesses escusos e/ou do favorecimento de governos tirânicos, companheiros de ideologia retrógrada. Será que algum dia teremos um Congresso sério, comprometido com o interesse real do povo?  

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul 

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PATIFARIA NA CCJ

A falta de educação e, principalmente, de decoro parlamentar foi a maneira encontrada pelos aloprados para tentar desmoralizar o ministro Paulo Guedes, que, ao invés de ser arguido sobre o tema, foi atacado. Este é o PT, que luta para libertar o cidadão “mais honesto deste país” e que não tem nenhuma responsabilidade com o futuro do País.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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OPOSIÇÃO VOCIFERANTE

Meliantes da oposição continuam vociferando. Adeptos do “quanto pior, melhor”. Ficaram décadas no poder e não resolveram os graves problemas da Previdência. Arruinaram o Brasil. Farsantes, destemperados, obscuros e arrogantes. Sem argumentos para dialogar, partem para ofensas e baixarias. Rastejam sua mediocridade como se ainda estivessem no poder.  É a eterna pantomima dos asnos. Reféns das migalhas do noticiário. Receberam com desaforos o ministro da Economia, Paulo Guedes, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. As grosserias começaram com o deputado petista Zeca Dirceu. Forte indício de que a genética não falha jamais. Como não é moleque nem vassalo da burrice nem da intolerância, Guedes retrucou as sandices e insultos no tom que as circunstâncias exigiam. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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ESPÍRITO DE PORCO

O ministro Paulo Guedes dirigiu-se ao Congresso levando nas costas o peso da urgente necessidade da reforma da Previdência e armado para enfrentar o conhecido espírito de corpo dos parlamentares. Não tem obrigação nenhuma de dialogar com outro espírito que vive rondando as instalações do Parlamento, que é o espírito de porco, e que, desta vez, tomou conta do deputado Zeca Dirceu (PT-PR). As palavras malcriadas que este dirigiu ao ministro revelam que ele tem o mesmo DNA do pai. Cabe apenas consolar o ministro, que tem de aguentar esta turma, aconselhando-o a lembrar-se do conhecido ditado: “O que vem de baixo não me atinge”.

Irene Maria Dell’Avanzi irenedellavanzi@hotmail.com

Itapetininga

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HEREDITARIEDADE TCHUTCHUCA

O ministro se enganou. Não é a mãe ou a avó. Falta de vergonha na cara tem DNA lulopetista.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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A ESCÓRIA

A atitude do deputado federal Zeca Dirceu (PT), usando um vocabulário de baixo calão ao dirigir-se ao ministro Paulo Guedes por ocasião da audiência pública sobre a reforma da Previdência, revelou que o PT ainda é o partido que abriga a escória dos homens públicos do nosso país. A sua expressão bombástica envergonha os brasileiros que ainda têm esperanças de ver nos novos políticos aqueles que por seu carácter íntegro merecem o respeito da Nação.

José Millei millei.jose@gmail.com

São Paulo 

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O MÍNIMO DE COMPOSTURA

Quero cumprimentar o PT por ter em suas fileiras um legítimo representante da intelectualidade brasileira (quiçá do mundo?). Durante o debate com o ministro Paulo Guedes, o douto deputado eleito pelo Paraná (digno de orgulho de sua descendência) teve a oportunidade de expor sua alta cultura e conduta ética naquela reunião oficial, usando adjetivos em linguagem erudita, tais como

“tchutchuca” e “tigrão”, para se expressar contra o ministro. Será que não é possível encontrar um pouquinho de compostura nesta gente?

Adib Hanna adib.hanna@bol.com.br

São Paulo

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TUMULTUAR

O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) é a cara da oposição. Ao dirigir-se de forma indecorosa e grotesca ao ministro da Economia, Paulo Guedes, fazendo uso de palavras chulas como “tigrão” e “tchutchuca”, o deputado desvela o verdadeiro projeto do PT e de seus aliados: por absoluta falta de criatividade e de capacidade argumentativa, seus representantes recorrem frequentemente à agressividade e à grosseria com o objetivo único de tumultuar e sabotar os projetos do governo. Pelo visto, ainda não entenderam que este tipo de comportamento só reforça a imagem negativa destes partidos perante a opinião pública. Fazer oposição significa debater de forma firme e inteligente os diversos projetos. O PT confunde firmeza com ofensa e passa bem longe da inteligência. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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A CARAVANA PASSARÁ

Ministro Paulo Guedes, a caravana passa e os cães (tigrões) ladram, pois é o que sabem fazer!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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PROVOCAÇÕES

O ministro da Economia, Paulo Guedes, fez uma exposição totalmente técnica sobre a gravidade do sistema previdenciário, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. No entanto, políticos da oposição estavam desesperados para “carimbar” o ministro com posições políticas. Zeca Dirceu, filho de quem é, só poderia levar uma discussão de tamanha importância para o Brasil para o nível da “sarjeta”. Vergonha!

Luiz Frid  fridluiz@gmail.com

São Paulo

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AFRONTA

Este deputado Zeca Dirceu é filho daquele senhor que roubou milhões no mensalão. Faça-me o favor, um picareta destes querer afrontar o ministro Guedes. Pobre Brasil.

  

Eraldo Sene eraldosene@bol.com.br

Pindamonhangaba

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APRENDIZ

O deputado Zeca Dirceu (PT) é aprendiz de terrorista. Lixo.

  

André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas 

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IMPRÓPRIO

Sessão na Câmara? Tirem as crianças da sala...

Eduardo Menezes Serra Netto decimoserranetto@uol.com.br

São Paulo

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COMO ESPERADO

Que se sabia da baixaria que a esquerda protagonizaria quando da visita de Paulo Guedes à Câmara dos Deputados, por falta de capacidade intelectual destes partidos e pelo baixo nível moral que lhe é peculiar, porquanto compostos majoritariamente por pelegos, isso era de esperar, já que a raiva da esquerda é por não conseguir entender o que Paulo Guedes fala, restando-lhe apenas o ataque baixo, inescrupuloso e gritos histéricos. Tivesse o nosso Parlamento dez, não mais do que dez Paulo Guedes em seus quadros, e o Brasil seria outro. A PEC da Previdência será aprovada com mais de 350 votos na Câmara!

Ary Braga Pacheco Filho ary.pacheco.filho@gmail.com

Brasília

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DESABAFO DE UM BRASILEIRO

É incrível ver que, quando esperamos soluções concretas, discussões que busquem alternativas de crescimento e sustentabilidade, somos obrigados a presenciar o tão baixo nível de preparo de nossos deputados em face de uma questão tão importante como a Previdência Social. Os profissionais, quando convocados para alguma reunião, geralmente, se preparam para discutir de forma técnica um assunto com a finalidade de agregar opiniões e valores, modificando ou não uma determinada situação em favor de um resultado melhor para todos, neste caso um público-alvo de 200 milhões de pessoas. Senhores congressistas, questionem, discutam, briguem, mas de forma técnica. O Brasil possui hoje algo em torno de 13 milhões de desempregados, que esperam por uma chance de voltar ao mercado de trabalho, sustentar sua família com dignidade e sonhar com um futuro melhor para seus filhos. Eleitores, vamos, também, fazer nossa parte. Somos responsáveis por termos eleito parte do atual Congresso, assim, cobremos das pessoas que lá colocamos uma posição clara do que estão fazendo em favor do Brasil. Vale lembrar que “projeções da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia indicam que, sem a reforma da Previdência, já em 2023, a dívida bruta do País, indicador utilizado pelas agências de classificação de risco para a avaliação das notas de crédito dos países, vai atingir 102,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Isso significa que a dívida pública vai superar o conjunto de todos os bens produzidos pelo País no ano” (Portal G1). Acredito que o Congresso Nacional, formado por seus deputados e senadores sob a sigla de seus partidos, independentemente de qual seja, mais uma vez mostrou sua total ineficiência na forma de agir e pensar diante dos atuais problemas. Se esperamos uma mudança, chega um momento em que a sociedade civil deve ter uma proposição mais ativa, cobrando dos responsáveis alternativas viáveis. Se um deputado federal em média custa R$ 179 mil/mês (fonte: Congresso em Foco), espera-se que seja uma pessoa preparada. Nem a maioria de executivos de empresas do setor privado recebe esse valor. E, se fossem avaliados por metas e desempenho, já teriam sido mandados embora dos respectivos locais de trabalho. Passemos a ser mais críticos e cobremos as pessoas que foram eleitas para nos representar!

Luiz Roberto Carpegiani lcarpegiani@hotmail.com

São Paulo

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DIDÁTICA

O espetáculo da oposição na reunião da CCJ foi deprimente. Mas é preciso avisar o ministro Paulo Guedes de que ele precisa melhorar muito a didática. Não só para os parlamentares, mas também para a população, o ministro tem a obrigação de esclarecer A + B o que vai ser esta reforma. São muitos detalhes vitais, não dá para ser superficial. Tem de ter paciência e melhorar a didática!

Francisco Eduardo Britto britto@znnalinha.com.br

São Paulo

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MISSÃO QUASE IMPOSSÍVEL

Que a reforma da Previdência é fundamental e vital para a recuperação econômica do País todo mundo sabe, exceto alguns parlamentares que participam da CCJ da Câmara, notadamente petistas e seus “franqueados”, que estão lá com a intenção de tumultuar e criar polêmicas desnecessárias e próprias de quem não tem o menor compromisso com o País e sua gente. O que deixa atônita e perplexa a população brasileira é a chamada “cara de pau” e dissimulação destes parlamentares que participaram do maior roubo já perpetrado aos cofres de um país, na história da humanidade, e agora chegam como “defensores do povo e dos aposentados”. A eles não importa se o Brasil precisa ou não reformar sua Previdência, porque seu interesse maior é a sobrevivência do partido, que agoniza na lama da corrupção e da incompetência. É certo que é preciso avançar um pouco mais nos mecanismos desta reforma e cortar ainda mais os inúmeros privilégios que insistem em permanecer, notadamente para os militares, que deveriam dar o exemplo, e funcionários públicos acostumados com mordomias de toda ordem. Isonomia é a palavra de ordem. Ninguém pode escapar desta reforma, senão, nasce desmoralizada. Enfrente tudo isso, ministro Guedes, e contenha mais este seu “pavio curto”, porque o Brasil precisa de calma, serenidade e de alguém que esteja preparado para suportar as provocações do PT, uma organização recheada de delinquentes que por culpa de uma Justiça paquidérmica e conivente ainda permanecem soltos.

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

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PAULO GUEDES NÃO É MANDRAKE

Acho engraçado quando os deputados que apoiaram os governos que saquearam o País e quase nada de bom e positivo fizeram durante décadas – permitindo que o rombo previdenciário crescesse exponencialmente neste período por causa da total e completa irresponsabilidade fiscal e indigência mental dos gestores – vêm cobrar de Paulo Guedes que ele promova a justiça social e resolva todos os problemas e desequilíbrios sociais do País com esta reforma. Não fizeram nada em 20 anos no poder! Ora, vão todos se lascar, seus doentes!

Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br

Cotia

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ESQUERDA APOIA AS REFORMAS

“As reformas serão feitas na lei ou na marra!”, segundo conversa capturada no além-túmulo entre Brizola e João Goulart.

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

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PREVIDÊNCIA ÚNICA

Estou decepcionado com esta “democracia” tão elogiada e defendida por políticos corruptos e sanguessugas da Nação. Somos obrigados a votar, ainda que para elegermos canalhas, como tem sido até aqui. Para eles, altos salários, gordas aposentadorias e privilégios sem fim, enquanto para nós, trabalhando mais, ganhando menos e sem roubar, a conta a ser paga. Chamam a “ditadura” de assassina, mas no Brasil inteiro a população abandonada há décadas é vítima da corrupção e da criminalidade porque nossa “justiça”, propositadamente cega e capenga, protege bandidos de toda espécie. Brasileiros honestos são mortos por assassinos covardes protegidos por lei desde 1988. Milhões de doentes morreram e morrem abandonados nos hospitais públicos lotados e sem médicos, enquanto políticos caras de pau vão ao Sírio-Libanês e ao Albert Einstein pagos com nosso dinheiro. Se um humilde pescador com anzol pega um peixe para o almoço, pode ser multado e preso. A Samarco e a Vale juntas, visando a maior lucro, assassinaram centenas de pessoas, mataram dois importantes rios, milhões de peixes, animais e plantas. Elas vão pagar por seus crimes? A Constituição cidadã (bonito nome) de 1988, euforicamente promulgada por Ulysses e aplaudida entusiasticamente por centenas de parasitas que o cercavam, das duas uma: é totalmente ignorada ou, como eles, também não nos dará um Brasil mais justo e honesto. A Previdência tem de ser única para termos a democracia verdadeira e não continuarmos reféns da injustiça, da corrupção, do parasitismo e da impunidade. Chega do imoral foro privilegiado beneficiando safados. Eles já mamaram demais. Se os anos de 1964 a 1985 não foram bons, hoje em mãos de vampiros sugando nosso sangue é muito pior.

Nilson Martins Altran nilson.altran@hotmail.com

São Caetano do Sul

  

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CAIXA DE PANDORA DA PREVIDÊNCIA

A ida do ministro Paulo Guedes à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, para esclarecer detalhes da reforma da Previdência, foi um impressionante debate sobre os grandes mistérios da questão previdenciária. As acusações que dito debate mostrou exemplificaram o que o sistema previdenciário nacional encobre. Na verdade, abriu-se a “caixa de pandora” do setor, e não sabemos quais serão os resultados.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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AINDA OS PRIVILÉGIOS

As discussões no Congresso sobre a reforma da Previdência levantaram suspeitas de que o cenário histórico de quando se deu o surgimento do marxismo existe ainda hoje, sob roupagens diversas, pois o que se viu e se vê é a luta de um mundo do capital versus um mundo do trabalho. Se o governo hesita e não tem forças (políticas) para sangrar os setores capitalistas, compostos por funcionários bem remunerados, incluindo os empresariais e os financeiros, não hesita em propor o corte de benefícios dos trabalhadores menos favorecidos. Realmente, mesmo para os defensores do liberalismo, fica muito difícil de aderir a projetos que insistem em manter tantos privilégios num país de tantos despossuídos.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro 

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FÁCIL

Segundo Rodrigo Maia, é mais difícil de privatizar a Eletrobrás do que aprovar a reforma da Previdência no Brasil. Qual é o real motivo? O Ministério Público Federal tem obrigação de esclarecer aos pagadores de impostos do Brasil essa afirmação.

Jonas de Matos jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo 

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ERROS FATAIS

Em suas explanações à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, o ministro Paulo Guedes, gestor de nossa economia, salientou que no ano passado (2018) o País gastou R$ 70 bilhões com educação, mas despendeu R$ 700 bilhões com a Previdência. Parece que não há como discutir protelações, porque a debacle está próxima. Logo mais, os aposentados deixarão de receber, mas segundo o ministro, pela ordem, os primeiros a serem privados de sua aposentadoria serão os servidores públicos, os que mais protestam e os que são mais beneficiados. Assim, a reforma da Previdência deve ser aprovada urgentemente, exceto para aqueles da esquerda que desejam a nossa falência e para aqueles que se satisfazem com o “quanto pior, melhor”. Quanto ao nosso presidente da República, na verdade, já passou da hora de “jogar duro”.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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GOVERNO JB

A esta altura dos 90 dias do trêmulo e tortuoso mandato vai e volta de Jair Bolsonaro, cabe citar a manchete que a respeitada revista britânica “The Economist” escreveu numa de suas recentes matérias: “Jair Bolsonaro, o presidente aprendiz do Brasil”. Por oportuno, parodiando Tom Jobim, cabe dizer que, definitivamente, presidir o País não é para amadores. É necessária carta de habilitação.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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O FILHO IMPRUDENTE

Se o pai não conseguir fechar a boca do filho n.º 2, Flavio Bolsonaro, ele ainda vai causar sérios prejuízos para o Brasil. Sua recente postagem em rede social referindo-se ao grupo radical Hamas (“Quero que vocês se explodam!”) foi imprudente, provocativa e, principalmente, fora do contexto. Está na hora de o n.º 2 exercer o seu mandato no Senado e não criar mais problemas para seu pai, que também já não tem papas na língua.

Roberto Luiz Pinto e Silva robertolpsilva@hotmail.com

São Paulo

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LULINHA ASSESSOR

Quando a gente acha que as coisas estão melhorando, mais um tapa na cara da sociedade: Lulinha, agora, é assessor na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), bancado por todos nós, com um cargo de validade duvidosa.

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

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BRINCADEIRINHA

Será que, se eu me tornar réu na Justiça, consigo um cargo de assessor na Alesp, como aconteceu com o filho mais novo de Lula? Brincadeirinha, sou honesto! Não quero!

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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SEGUNDA INSTÂNCIA

A pedido da isenta (?) Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o supremo ministro Dias Toffoli retirou da pauta da sessão de 10/4 o julgamento sobre a prisão após condenação em segunda instância e viajou para o exterior! Hum, sei não, hein. Como foi essa viagem, presidente? Contrariando o Barão de Itararé (“de onde menos se espera, daí é que não sai nada”), será que há alguma conjuração com o Superior Tribunal de Justiça (STJ), que prontamente anunciou o exame do recurso, engavetado nos porões daquela Casa há algum tempo, contra a condenação do presidiário Lula no caso do triplex do Guarujá? Anotem aí: não serão a pressão das sessões solenes e os discursos de tendenciosos e articulados representantes de classe que farão a sociedade acreditar na lisura e na imparcialidade dessas referidas instituições! Gritemos, pois, Brasil!

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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MURPHY

O mandato de Dias Toffoli na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) se transforma, sessão após sessão, na aplicação da Lei de Murphy a um caso concreto.

José Maris Leal Paes myguep23@gmail.com

Belém

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O QI DOS MINISTROS

Sobre o texto de José Neumanne “Dos 11 do Supremo, só 2 são juízes concursados” (“Estado”, 3/4, A2), referente aos 11 juízes do Supremo, está mais do que explicado por que aquela casa está em decadência e descrédito total. Imaginemos a Nasa construindo foguetes e cápsulas espaciais não com engenheiros capazes, mas com elementos indicados (QI). Funcionaria? O Supremo, composto de elementos com QI muito bem explicado no artigo, só podia dar nisto que aí está. Pobre Brasil.

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br

São Paulo

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‘QUEM DEVE ACIONAR A LEI?’

O brilhantíssimo artigo de Fernão Lara Mesquita (2/4, A2), corroborando a sempre viva consciência dos Mesquita, expõe as entranhas do nosso Poder Judiciário. Temos duas coisas que jamais nos permitirão chegar ao outro lado da montanha, sem mudança radical: 1) um Judiciário de competência discutível, dado o processo de escolha dos juízes implantado na era PT; 2) a ditadura de minorias que prevalece em nosso país hoje em dia. Explico este segundo usando o exemplo mais chulo: o Poder Legislativo, a quem compete discutir e chegar a entendimento, não mais pratica essa obrigatoriedade, e há quase sempre um recurso de pequena minoria de deputados ou senadores levado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Este, pela fúria de exercer poder, entra no que nunca deveria e julga a seu modo, ao invés de devolver o processo alegando tratar-se de assunto privativo do Legislativo. Eis por que referir-se ao Estado de Direito, como fazem alguns hoje em dia, é incorreto. Hoje o que temos no Brasil é o Estado do Direito, ou seja, tudo se resolve através da Justiça, seja isso correto ou não. Em recente manifestação, a sra. Eliana Calmon, de excelente desempenho quando esteve na corregedoria do Judiciário, deixou claro que é praticamente impossível que a Lava Jato, ou qualquer outra tentativa, chegue ao Judiciário. Ela própria enfrentou este problema, exemplificando que a simples solicitação de declaração de renda de juízes deixava de ser efetivada, e quando ela a solicitava duas ocorrências vinham à tona: a imensa dificuldade em obter as declarações e, obtida a declaração, em análise por auditor da Receita, em poucos minutos evidenciava-se incompatibilidade de patrimônio. Por tudo isso, e suportado pela contundente manifestação de Fernão Lara Mesquita, há que entender e estabelecer que mudanças radicais têm de ser implantadas no sistema judiciário. Infelizmente, temos um David Alcolumbre que dificulta as coisas impedindo a abertura da Lava Toga.

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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JUSTIÇA DÓCIL

O jornalista Fernão Lara Mesquita mostrou sem meias palavras as mazelas da nossa Justiça (“Quem deve acionar a lei?”, 2/4, A2), com destaque para o fato de que ela é muito dócil com os ricos acompanhados de bons advogados e muito rígida com os pobres, sem contar inúmeras outras distorções. Ao que tudo indica, uma profunda reforma é há muito esperada para nos livrar da milionária indústria de liminares e recursos sem fim.

José Elias Laier joseeliaslaier@gmail.com

São Carlos

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A JUSTIÇA E A TECNOLOGIA

“Tribunal de Justiça vai transferir 9,5 milhões de processos da capital para Jundiaí” (“Estadão”, 3/4, A16). Por que não considerar a digitalização desses processos e seu armazenamento na nuvem? Se o Museu Nacional queimou todinho, fico imaginando uma tragédia semelhante nesse arquivo. Esses processos digitalizados poderiam ainda ser armazenados em fita magnética, que é ainda o suporte para dados, mais confiável até hoje. Com o dinheiro a ser gasto no transporte poderiam ser compradas digitalizadoras de alta velocidade e de última geração.

Pedro Luiz Bicudo plbicudo@gmail.com

Piracicaba

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JUSTIÇA PRÉ-INTERNET: ANACRÔNICA E INJUSTA

Acabo de receber um mandado de citação sobre um processo de usucapião em que estão citadas minha mãe, morta em 2004, com nome e sobrenome grafados errado, e uma tia também morta nesta época. Dos seis herdeiros das duas, o único que aparece citado sou eu – o resto é desconhecido, mesmo que sejam facilmente encontrados na internet. A Justiça não teve o cuidado de checar a razão social ou fazer pesquisa básica na internet para encontrar o endereço e quem é o presidente da megaempresa multinacional Sky, aquela que veicula montes de propagandas com a modelo Gisele Bündchen. Citaram duas vezes uma pequena empresa de administração de bens. É fácil de encontrar muitas páginas na internet sobre Teresa D’Aprile, mesmo assim sofreu um transitado e julgado por não ter sido encontrada durante dez anos, alegou a Justiça. No mesmo processo foram julgados e condenados o ex-marido e o cunhado, este desembargador aposentado, ambos vivos e também não encontrados. Teresa D’Aprile deu sua primeira entrevista para a grande imprensa em 1993, na TV Cultura, em seguida foi matéria de “Veja São Paulo” e, desde então, não parou de aparecer em todas as mídias. O processo relacionado à compra de um apartamento pelos sogros, mortos um anos antes e outro no início do processo, tramitou por mais de 30 anos. Neste meio tempo o advogado sumiu, o ex-cunhado, desembargador, não acompanhou o processo, que foi transitado e julgado. Fim da história: Teresa é a única que está pagando o pato. A Justiça brasileira tarda e falha até por erros simplórios, inadmissíveis com as ferramentas que temos hoje. A Justiça não consegue sequer encontrar pessoas ou empresas que têm documentação farta na internet, imaginem com a população de baixa renda.  Sem uma simples busca na internet Transitado e Julgado por desconhecimento de paradeiro é letra fácil, injusta e cheira a populismo. Linche-se! Caso resolvido. Que se superlotem as cadeias. 

Arturo Condomi Alcorta arturoalcorta@uol.com.br

São Paulo

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REINO UNIDO, ILHA EM TRANSE

A realidade no Reino Unido está à beira do abismo psicológico: um esfaqueador em Londres atacou de madrugada e fez várias vítimas que foram para o hospital; um homem com a bandeira da Inglaterra invadiu os trilhos paralisando o Eurostar (ligação de trem por baixo do Canal da Mancha) até ser preso; 12 ativistas seminus contra a mudança climática foram detidos na galeria da Câmara dos Comuns, durante a votação do Brexit. Depois de três anos, não se consegue aprovar as regras para a saída da União Europeia. Nem Kafka criaria um enredo com personagens totalmente sem opção, diante do absurdo da ilha em transe.

Luiz Roberto da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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