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Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

06 de abril de 2019 | 03h00

BNDES

Dívida impagável

Os governos petistas criaram, irresponsavelmente, uma dívida que parece impagável, de R$ 2,3 bilhões, dos chamados países amigos Cuba, Venezuela e Moçambique com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – Estado, 4/4, B4. É claro que os fiadores desta ação entre amigos somos nós, os contribuintes brasileiros. Pena que o Brasil não tenha uma legislação que responsabilize com rigor todos os que se acham politicamente corretos, mas que agem de modo lesivo ao próprio país, já que as ideologias são como as religiões, uma questão de fé e de arrebatamento que se justifica com discursos pouco práticos, porém muito persuasivos.

MARCELO GOMES JORGE FERES

marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro 

Dinheiro dado

Cuba, Venezuela e Moçambique devem R$ 2,3 bilhões ao BNDES, dinheiro dos brasileiros, que foi dado a estes países por irresponsáveis do PT. Muito dinheiro daí foi desviado, com certeza. Daria para contratar 10 mil trabalhadores com salários de R$ 3 mil por mês (com encargos) por cerca de quatro anos! Quanta irresponsabilidade, injustiça e roubalheira.

ANDRÉ LUIS COUTINHO

arcouti@uol.com.br

Campinas 

Irresponsáveis

O BNDES registrou perdas de R$ 4,4 bilhões em 2018, em razão dos empréstimos estranhos ou irresponsáveis feitos por Lula e Dilma a países idolatrados pelo PT. Quais? Ora, para as combalidas Venezuela e Cuba, que têm dívida bilionária em atraso com o BNDES. Se estes recursos – além dos bilhões desviados pela quadrilha de Lula – tivessem sido direcionados para a construção de moradias populares, por exemplo, certamente o déficit habitacional do País teria sido eliminado.

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

NOVA PREVIDÊNCIA

Redimiu-se

O presidente Jair Bolsonaro, depois de sua terceira viagem ao exterior e antes de partir para a próxima, resolveu fazer um mea culpa: pediu desculpas e ajuda aos partidos políticos com o objetivo de conseguir a aprovação da reforma da Previdência. Todas essas boas intenções não bastam. Foi triste ter de escalar seu competente ministro da Economia, Paulo Guedes, para enfrentar sozinho na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aquela corja de deputados interessados no “quanto pior, melhor”. 

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

O aeroporto de destino

Quando é que o governo Bolsonaro vai amadurecer? A oposição no Congresso é bem escolada e o governo cai como pato em seus planos. Já estava escrito nas estrelas que oposicionistas iriam esculhambar o ministro Paulo Guedes na CCJ da Câmara dos Deputados, onde ele esteve para explicar a reforma previdenciária proposta pelo governo. O ministro não pode é perder o aeroporto de destino, a aprovação da nova Previdência. Avião em voo não segue em linha reta, desvia de obstáculos, mas não perde o aeroporto de destino. Guedes tem de ter sangue-frio, porque mais do que construir um Brasil para os brasileiros, ele está dando um Brasil aos seus filhos e netos, e não pode desistir por eles.

MARCIO PASCHOLATI

marcio.pascholati@gmail.com

São Paulo

CCJ ou ringue?

O bate-boca entre Paulo Guedes e os parlamentares da oposição durante evento na CCJ estressou o mercado financeiro, derrubando o Ibovespa e fez subir o dólar. É impossível não se exaltar com estes parlamentares petralhas, que não estão nem aí com o futuro do Brasil. Nossos congressistas precisam parar de atrapalhar o País, pois já estamos cansados de pagar a conta de suas incompetências. Ou o Congresso para com este joguinho de cena e começa a trabalhar de forma eficiente ou pode acabar fechado.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

Parlamento não é picadeiro

Em que pese estar no ato de falar a gênese do Parlamento, já passou da hora de os parlamentares sérios e dos dedicados ocupantes de função públicas dos Três Poderes evitarem a atividade circense dos remanescentes petistas e seus puxadinhos no Congresso. O que estes fizeram na CCJ da Câmara com o ministro Paulo Guedes não é atitude de quem está interessado em discutir o progresso do País, mas a repetição do grotesco comportamento de quem não tem contribuição e quer destruir. É consenso que as reformas são necessárias. O governo já apresentou as suas propostas. Cabe, agora, aos parlamentares fazerem a sua parte. Evitem chamar ministros ou técnicos governamentais para deixá-los à mercê dos agitadores. Os que tumultuaram a reunião com o ministro não conseguem reunir maioria para a votação e, nessas condições, portanto, devem ser ignorados. O Brasil já perdeu muito tempo com os agitadores, que buscam espaço midiático na tentativa de construir uma imagem contestadora que possa fazê-los lucrar nas próximas eleições. O estranho no episódio da CCJ foi que os parlamentares novos e os governistas não contestaram a ruidosa e irresponsável minoria. É preciso rever seus conceitos e lembrar que foram eleitos para renovar. Se não agirem, perderão o trem da história.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

MICHEL TEMER

Desde 1979?

Sobre a prisão preventiva de Michel Temer, os procuradores e o juiz Marcelo Bretas argumentaram que Temer era líder de uma quadrilha que atuava há 40 anos. É notório que advogados (procuradores e juízes são advogados por formação) e jornalistas têm dificuldades com simples aritmética (somar, subtrair, multiplicar e dividir). Façamos algumas continhas: 2019 - 40 = 1979. Segundo consta, nesta época Temer era procurador do Estado e exercia função de procurador-chefe da Empresa Municipal de Urbanização de São Paulo (Emurb). Foi procurador-chefe do Estado em 1983, depois secretário de Segurança Pública em 1984. Quer dizer, ele não tinha nada que ver com o Porto de Santos em 1979 (que, ademais, era área de Segurança Nacional, portanto controlado pelo governo militar). Pelo que se sabe, veio a conhecer o coronel Lima como secretário de Segurança Pública. Como, então, poderia ter formado quadrilha com este em 1979? Jornalista não tem de checar essas informações antes de publicá-las?

MILTON AKIRA KIYOTANI 

miltonak@gmail.com

São Paulo

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BARRAGENS SEM CONTROLE

Reportagem do “Estadão” de 3/4 nos informou que, após a tragédia de Brumadinho (MG), seis empresas se recusam a auditar barragens da mineradora Vale. “Situação revela dificuldade da empresa para encaminhar a órgãos técnicos os projetos de descaracterização de 8 estruturas a montante, como a que rompeu. O risco de segurança ainda mantém fora de casa 943 pessoas em cinco municípios.” Tal situação nos mostra o descalabro da atuação da Agência Nacional de Mineração (ANM) na fiscalização destas barragens e explica as causas das tragédias de Mariana e Brumadinho. Cabe recordar, aqui, reportagem publicada no “Estadão” de 30/1 que mostrava que existem apenas 35 fiscais na ANM para 790 barragens de rejeitos de minérios. Fica evidente que em nenhum momento, durante vários governos, houve a preocupação em dotar a ANM de servidores capacitados e em número suficiente para fiscalizar todas essas barragens. Decidiram que as próprias mineradoras contratassem empresas certificadoras, contando com a honestidade de cada uma delas. Chega a ser patético. Obviamente, estas empresas se orientaram no sentido de obter a melhor relação custo-benefício no manejo dos seus rejeitos, ignorando as normas de engenharia e o Código de Ética do engenheiro. Isso ficou claro no depoimento do presidente da Vale, hoje afastado, na Câmara dos Deputados. Não levaram em conta os eventuais desastres que tinham grande possibilidade de acontecer, com danos incalculáveis ao meio ambiente e com centenas de vítimas fatais. E o pior aconteceu, tanto em Mariana como em Brumadinho, e estes crimes não podem ficar impunes. 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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A FUNDO PERDIDO

Venezuela, Cuba e Moçambique devem R$ 2,2 bilhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) (“Estado”, 4/4). Não vão pagar. E como vai ficar? A União vai pagar esta conta, ou seja, o contribuinte brasileiro – inclusive os retardados que ficam pedindo “Lula livre”. Gestão petista. Qual a previsão de punição para um chefe de Executivo que faz isto, empresta dinheiro público a países falidos?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Muito triste analisarmos que a ida do ministro da Economia, Paulo Guedes, à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, na quarta-feira, se tornou um bate-boca de parlamentares já tão privilegiados com seus direitos e proventos. A oposição ao governo pareceu-se com meninos malcriados. Criou confusão, bateu o pé sem nada defender para que a reforma, enfim, saia do papel. Não há interesse destes parlamentares de oposição em que a reforma seja aprovada neste governo, porque quando o PT estava no poder, em nossa lembrança, foi um tempo de extrema corrupção. Assim, com esta falta de decoro, o povo perde, o País naufraga e a economia volta à deriva. Enfim, Paulo Guedes, o articulador político da reforma, pode se cansar de lidar com os arbitrários oposicionistas e deixar o barco naufragar. Infelizmente.

Creusa Colaço Monte Alegre ccolacomontealegre@yahoo.com.br

São Paulo

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PAULO GUEDES NA CCJ

Ao invés de discutir propostas, os políticos do PT desdenham quem tenta ajudar o Brasil. É uma corja de ineptos mal intencionados, cuja única diretriz é plantar o caos. Não dão a mínima para o Brasil!

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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DO QUE O MINISTRO SE LIVROU

Fez bem o ministro Paulo Guedes em antecipar o fim da reunião da CCJ. Além de não haver mais dúvidas, após exaustivas horas de explicação, ele corria sério perigo. Algumas mordem, outras picam, e a espécie da qual o ministro estava tão próximo, quando se vê acuada e sem saída, tem a característica de lançar cusparadas.

Marcia Meirelles marciambm@yahoo.com.br

São Paulo

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CAPITU

Capitu traiu ou não traiu Bentinho? Dúvida que até hoje intriga os leitores de “Dom Casmurro”, do grande Machado de Assis. O principal ministro do governo, Paulo Guedes, formulador de uma reforma fundamental para os destinos do País, foi esfolado por um grupo de esquerdistas lunáticos e irresponsáveis, sem um mínimo de proteção dos integrantes da base aliada. Tal fato explicita a falta de sincronismo básico entre o Planalto e seus apoiadores no Congresso. Por outro lado, é notável a falta de combatividade do próprio presidente Jair Bolsonaro, que só agora tenta uma articulação puramente protocolar no sentido de obter a aprovação da reforma. Além disso, introduz dúvidas perturbadoras a respeito de suas verdadeiras convicções, ao declarar que a “boa Previdência é aquela que passa”. Afinal, está ou não traindo a proposta firmada por ele e seu estafe  mais próximo, como Capitu, que suscita até hoje interrogações sobre a fidelidade num casamento que ela própria objetivou?

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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PARLAMENTARES FUNCIONAIS

Quando recebi um vídeo da sabatina do ministro da Economia, Paulo Guedes, na Câmara, pensei que teriam me enviado, por engano, um vídeo do tempo do governo FHC, ou eu estaria tendo um déjà vu. Lembrei que nessa época o eterno guru petita, Luiz Inácio Lula da Silva, não estava preso em Curitiba, por ter chefiado e se beneficiado do maior esquema de corrupção da história, mas os contundentes ataques e o ideológico discurso do projeto contra o povo brasileiro eram precisamente os mesmos. A especialidade e vocação do PT parecem ser para formar parlamentares funcionais, semelhantes aos analfabetos funcionais: “vivem no Parlamento, mas não aprendem nada”.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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HIENAS

Não estariam mais para hienas alguns que agrediram Paulo Guedes na CCJ, e não leões, como os classificou a excelente Eliane Cantanhêde (“Estado”, 5/4, A6)?

Marcos Lefevre lefevre.part@hotmail.com

Curitiba 

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21 ANOS DEPOIS

Abri o “Estadão” do dia 5/4 e, na parte baixa da página A4, deparei-me com um “direito de resposta”. O que me assombrou é que esta ação começou em agosto de 1998 e foi concluída quase 21 anos depois. Essa é a prova viva de que o Judiciário do Brasil é um sistema falido.

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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JUÍZES DE BERLIM E DE BRASÍLIA

Excelente o artigo do jornalista Jose Nêumanne “Dos 11 ministros do STF, só 2 são juízes concursados” (3/4, A2), que descreve as brechas através das quais os 11 ministros chegaram à mais alta Corte judiciária do Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF). A partir da descrição do articulista, que elencou a trajetória trilhada por cada um dos ministros antes de chegarem ao topo da carreira, sendo cinco deles procuradores, três magistrados, três advogados, entre eles um reprovado em dois concursos para a magistratura que nem sequer chegou a juiz de primeira instância, fica fácil de entender por que a partir desta atual composição da Corte muitas decisões são tomadas menos pelo espírito da lei e mais pela força do compadrio, quando falam mais alto conveniências ideológico-partidárias, seja quando um Dias Toffoli concede um habeas corpus de oficio mandando soltar um notório corrupto condenado a mais de 30 anos de cadeia (José Dirceu), seu antigo companheiro de PT, ou quando Gilmar Mendes tira da prisão por três vezes seguidas um conhecido empresário de ônibus preso pela Operação Lava Jato cuja filha teve como padrinho de casamento ninguém menos do que Gilmar Mendes. Numa alusão à fábula do moleiro de Sans-Souci, que, após desafiar o rei da Prússia, Frederico II, negou-se a vender seu moinho correndo o risco de tê-lo desapropriado pelo rei, confiando na verdadeira justiça, o jornalista lembrou a famosa frase: ainda há juízes em Berlim que garantiriam aos mais humildes a posse de um bem cobiçado por poderosos. Fosse hoje com a atual composição do STF, que mais lembra uma banca de advogados de luxo de notórios corruptos endinheirados, o dono do moinho de Sans-Souci, além de perder a propriedade, ainda teria de arcar com os honorários advocatícios da parte contrária.

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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OS 11 DO STF

Aproveitando o retorno do presidente Jair Bolsonaro de Israel, deixo aqui uma observação sobre os parâmetros de um juiz pela Lei de Moisés: “O juiz deve julgar com cuidado, sem acepção de pessoas e nem aceitação de presentes”. Isto é, não importa se foi concursado ou não, o ideal é ser íntegro com a Nação e o povo. Estão em posição nobre para julgar para o bem do Brasil, não com interesses políticos, de amizade ou outra coisa. É só isso que esperamos.

Antonio Carlos Nogueira anogueira56@yahoo.com

São Paulo

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JULGAMENTO ADIADO

O ministro Dias Toffoli retirou da pauta do dia 10 de abril o julgamento da prisão após condenação em segunda instância, atendendo pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e salvando a pele dos integrantes do Supremo que aguardavam decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o caso do triplex do Guarujá. Lula poderá ter sua condenação confirmada na terceira instância (STJ) e o julgamento no STF, caso ocorresse antes, seria direcionado exclusivamente ao demiurgo de Garanhuns. Pelo menos desta vez Dias Toffoli, ex-advogado do PT, agiu de modo sensato.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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O BRASIL E SEU PIOR INIMIGO

Todos os ministros do STF sabem muito bem que não serão capazes de julgar os réus da Operação Lava Jato. Um eventual julgamento de Lula no STF levaria décadas para chegar a um veredicto. O Brasil precisa ter a humildade de entender que o que está escrito na Constituição é impraticável, não existe a possibilidade de alcançar uma sentença condenatória transitada em julgado. O Brasil tem de ter a humildade de fazer uma emenda constitucional incorporando a regra de prisão após a condenação em segunda instância, do contrário, a Constituição continuará sendo a pior inimiga da nação brasileira. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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DEPRESSÃO

Minha ignorância está me deixando deprimida. O ministro Dias Toffoli, numa sessão de desagravo ao STF, diz que “a Corte é o guardião do pacto fundante no Brasil”. Corro ao Google e fico sabendo que “a doutrina define a Constituição como pacto fundante do ordenamento jurídico”. Ah, bom! Mas a verificação não melhora em nada a opinião que tenho do STF e de alguns de seus integrantes, excelências que falam complicado, demoram muito falando e cujas sentenças me irritam. Atenção, ministro Toffoli, ninguém me paga para ser totalmente contrária a algumas opiniões de Vossas Excelências. Nem faço parte de alguma rede malévola que pretende desprestigiar tão augustas figuras. Apenas não gosto nada de alguns dos senhores. Não gosto e não confio. Mas a ignorância que me deprime continua: o deputado Zeca Dirceu xingou o ministro Paulo Guedes de  “tchutchuca”. Corro ao Google novamente. “Tchutchuca” quer dizer menina formosa, garota linda. Cruzes! O moço chamou o ministro de garota formosa? Isso é coisa que se diga na Câmara dos Deputados? Isso é linguagem de parlamentar que quer discutir seriamente a tão necessária reforma da Previdência? Vade retro (também sei falar difícil e isso atenua um tanto minha depressão...)! E agora constato: o ministro Guedes foi bombardeado pela oposição e certamente nem conseguiu explicar suas posições. Não adianta, ministro! Ninguém da oposição quer saber nada, só querem baderna, ficaram 16 anos no poder, não fizeram nada correto e agora jogam pedra na vidraça que não é mais deles. Minha depressão pode aumentar com tanta burrice e safadeza. Peguei ranço!

Regina Helena de Paiva Ramos reginahpaiva@uol.com.br

São Paulo

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ENTRAVE

Parece-me o sentimento de um país inteiro a certeza de que, com a Justiça e os políticos profissionais que temos, o Brasil vai sempre dar três passos para a frente e quatro para trás.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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JUSTIÇA CEGA

A libertação do traficante Roni Peixoto, o “Gordo”, um dos maiores traficantes de Minas Gerais, mostra que a Justiça, além de cega, tem sérios problemas mentais (se não for corrupta). Desde 1995, quando foi preso pela primeira vez, o criminoso já fugiu três vezes. Numa delas, em 2007, foi preso com meia tonelada de maconha. Será que a juíza que o libertou, Mirian Chagas, acha que ele vai virar “cidadão de bem”?

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

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TIROS EM GUARAREMA

A Polícia Militar reagiu e matou 11 em assalto a banco em Guararema (SP) esta semana. Tudo aconteceu na madrugada de quinta-feira, durante assalto a agências do Banco do Brasil e do Santander naquela cidade. Moradores foram acordados por explosões e tiroteio por volta das 3 da manhã, quando 25 criminosos atacaram os caixas eletrônicos em dois locais diferentes. O grupo estava sendo monitorado pelos promotores de Sorocaba ao menos há nove meses, e a Polícia reagiu à ação dos criminosos. Dez conseguiram fugir. Foram apreendidos fuzis, pistolas e espingardas, além de um revólver e oito bananas de dinamite. Nenhum policial e/ou civil sofreu ferimentos. Graças a Deus e ao serviço de inteligência de nossa polícia. Os policiais foram elogiados por Jair Bolsonaro e pelo governador João Doria. 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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EXPLOSÃO EM BANCOS

E pensar que esta modalidade foi inaugurada nos anos 60 pelos “guerreiros do povo brasileiro”, que foram presos na época da “ditadura” e estão presos hoje, na democracia. Pobre Brasil!

Marcio Roberto Ferraz marciorobertoferraz@yahoo.com.br

São Paulo

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LEIS FUNCIONANDO

Cumprimento o belo e competente trabalho da PM em Guararema, em defesa da nossa sofrida sociedade. Graças a Deus o Brasil está mudando. Está voltando a valer o ditado “bandido bom é bandido morto”. Vamos acabar com esta demagogia de direitos humanos de bandido, que só alimenta a existência de famigeradas ONGs de esquerda, inimigas da ordem e da paz. 

Marcelo de Lima Araújo marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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BANDIDOS DE GUARDA-CHUVA

Segundo a interpretação de determinado veículo de comunicação de grande abrangência nacional, os 25 criminosos que tentaram assaltar bancos em Guararema (SP) não estariam armados com fuzis, metralhadoras e escopetas; estariam portando guarda-chuvas e furadeiras de impacto. Sem problema. Onze deles foram abatidos com guarda-chuvas da Rota. 

 

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

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O CRIME ORGANIZADO NO RIO

“Policial militar é preso vendendo fuzil em shopping do Rio” (“Estadão”, 2/4). A notícia da venda de um fuzil de uso exclusivo das Forças Armadas no estacionamento de um shopping mostra que a inteligência policial do governador Wilson Witzel está trabalhando e começando a combater vitoriosamente o crime organizado. Os militares da ativa presos em flagrante mostram o quanto o crime organizado está disseminado pelas forças policiais, bem como está ativo um mercado de armas pesadas abastecendo criminosos. Recentemente foi também descoberto um depósito de um ex-PM onde havia 150 fuzis desmontados e prontos para venda.     

                 

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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A REFORMA DE JOÃO DORIA

Nosso garboso governador, João Doria, mandou pintar de preto um piso, um portal e uma mesa no Palácio dos Bandeirantes. Todos os itens pintados, belíssimos na forma original, são de madeira de lei (jacarandá?) e valiosíssimos, mas acabaram de perder seu valor, tanto material quanto imaterial. Para quê? Para ficarem mais “moderninhos”? Ultrajante. Quem autorizou? Quem mandou fazer? Eu é que não fui, e imagino que a maioria dos paulistas de bom gosto também não autorizou. O palácio do governo de São Paulo é patrimônio de todos os paulistas, e não deve ser desfigurado ao bel-prazer de qualquer indivíduo. Só espero que o sr. Doria não queira fazer coisa parecida no Palácio de Inverno, em Campos do Jordão.

David F. Hastings david.hastings.brazil@gmail.com

São Paulo

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