Fórum dos Leitores

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Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

10 de abril de 2019 | 03h00

ENCHENTE NO RIO

Erros do passado

Enquanto a população e seus representantes não estudarem História, Geografia, Ciências, Matemática e Português básicos estaremos sujeitos a enfrentar desastres não apenas decorrentes do clima, mas também do mau uso do solo nas grandes cidades. A falta de educação, manifestada pelo descarte de lixo nos rios, pelo desmatamento em aclives acima de 45 graus, pelas construções em áreas de risco, pelos aterros em lagoas, pela falta de comunicação adequada em bom português, será um obstáculo difícil de ser suplantado para alcançarmos melhor qualidade de vida. A cada ano os problemas se repetem. Os responsáveis pela administração das cidades, dos Estados e do País não conseguem perceber os erros do passado e repetem as atitudes nocivas, que maltratam a população. Políticos deveriam ao menos passar no Enem.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Aviso aos cariocas

Não saiam de casa sem antes checar a violência, os pontos de alagamento e, principalmente, as ameaças da péssima gestão reinante.

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Cidade trágica

A Cidade Maravilhosa está marcada pela tragédia por todos os lados. É levada pela lama, pela chuva, pela água do mar que engole suas ciclovias. É cravejada de balas que destroem famílias. Tem sido abandonada à própria sorte por governantes omissos, irresponsáveis e criminosos. O povo é aconselhado a não sair de casa, como se dentro dela fosse seguro. O Rio de Janeiro hoje é uma ferida aberta por onde jorra sangue inocente!

ELISABETH MIGLIAVACCA

São Paulo

BNDES

O rombo petista

Não há como não nos revoltarmos ao ler o editorial Ainda a conta do PT (8/4, A3), que expõe parte das maracutaias petistas no BNDES. Foram R$ 44 bilhões para apenas cinco países: Angola, Venezuela, República Dominicana, Argentina e Cuba. E 97% desse valor beneficiou cinco empreiteiras denunciadas na Lava Jato – certamente as que financiavam políticos, em especial o réu-mor de Curitiba. A má intenção era tanta que foi imposto sigilo até o ano de 2027 para que a documentação não fosse analisada e seus (ir)responsáveis não fossem punidos. Fico imaginando o quanto esse montante poderia ter sido útil se aplicado em empresas honestas brasileiras, em nossas tão decadentes educação, saúde e segurança. Pelo exposto, sugiro que os bens de todos esses irresponsáveis sejam bloqueados e devolvidos aos cofres públicos.

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

Dinheiro perdido

Esses créditos concedidos a Cuba e à Venezuela muito dificilmente serão recebidos. É preciso identificar quem foram as pessoas que os concederam. Na ocasião já se sabia que seriam créditos de péssima qualidade, então, há que responsabilizá-las. Afinal, quem os aprovou foram pessoas físicas, funcionários graduados que deveriam ter zelado pela coisa pública.

MARCO ANTONIO MARTIGNONI

mmartignoni@ig.com.br

São Paulo

Ponta do iceberg

Estarrecedor o que foi constatado no BNDES, conforme relatado no editorial Ainda a conta do PT. Há muito tempo estamos ouvindo que quando a caixa-preta do BNDES for aberta tudo o mais descoberto até agora será troco, tamanho o valor do roubo. Trágico, assustador, assombroso. E essa maldita conta quem paga é o povo brasileiro!

JOSÉ PERIN GARCIA

jperin@uol.com.br

Santo André

EMPREGO

Questão de honra

Quando o índice de desemprego é alto e a representatividade da indústria é baixa, o potencial de empregabilidade se mostraria mais promissor no agronegócio, que, ao contrário, tem efetivado crescimento constante ao longo destes anos recessivos. Mas não é tão fácil assim. O agronegócio adequou-se à nova realidade, trocando mão de obra por tecnologia. O espaço hoje é exíguo. A alternativa que resta seria a desoneração da folha de pagamentos. Isso não pode ser um tabu, remetendo-se a questão aos direitos adquiridos, como certamente clamarão os que se dizem progressistas de esquerda. Ora, são exatamente os direitos adquiridos exagerados versus deveres que travam o sistema. Faz parte dessa ação renovadora um demonstrativo didático do plano a ser executado para o cidadão não se sentir ludibriado. A diminuição do custo incidirá em duas pontas: facilitação do emprego com carteira assinada e diminuição do custo de produção, melhorando a competitividade e, consequentemente, aumentando produção e vendas. Tendo a reforma da Previdência como meta prioritária, o momento não é propício à apresentação de projeto a esse respeito, mas, sim, à gestação tranquila de alternativas para implementar tal prática. É questão de honra diminuir o desemprego neste país e devolver aos jovens a esperança no futuro. Há que buscar soluções, urgentemente!

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

MÁQUINA PÚBLICA

Enxugamento

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem toda a razão ao pretender a venda de ativos da União para enxugar a máquina pública, que consome um terço do produto interno bruto (PIB), e diminuir as dívidas do Estado brasileiro. A sociedade vive oprimida por altos tributos, que são usados para sustentar uma legião de funcionários públicos, privilegiados, que prestam péssimos serviços aos pagantes.

ULF HERMANN MONDL

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

EDUCAÇÃO

Economista no MEC

A indicação de um economista tido como “olavista” para o Ministério da Educação (MEC) deixa margem a dúvidas quanto ao futuro de uma área por demais importante para o nosso desenvolvimento, por suas posições inadequadas. O sistema educacional exige incentivo ao debate, pesquisa sem predominância ideológica e sem imposições, mas com total transparência.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Tivemos um economista no Ministério da Saúde, José Serra, e funcionou. Talvez um economista na Educação, Abraham Weintraub, funcione também...

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


TERRA SEM LEI


Barbárie: militares fuzilam um carro no qual seguia uma família normal, no Rio de Janeiro. Evaldo Rosa dos Santos, de 46 anos, morreu depois de ser atingido por três disparos. Ele levava a família para um chá de bebê. Os militares deram 80 tiros antes de se configurar um engano. Estamos numa terra sem lei, sem cuidado, sem preparo, sem discernimento.


Elisabeth Migliavacca

São Paulo


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EQUÍVOCO MORTAL


O trágico e brutal assassinato por uma patrulha do Exército que deu 80 tiros de fuzil num carro com uma família aqui, no Rio, confundido com outro de bandidos, é emblemático. Tal fato é resultado de uma filosofia equivocada de enfrentamento de guerra, inadequada no policiamento urbano. Deus queira que tal tragédia sirva, pelo menos, para revisão dos protocolos de abordagem das polícias, que certamente evitarão equívocos trágicos com este.


José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro


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CUIDADO COM ESTE GOVERNADOR


A surpresa da eleição de Wilson Witzel, num Estado conflagrado, certamente despertou no carioca uma possibilidade de mudança. Assim como no governo federal, este sonho foi se esvanecendo no decorrer dos dias, não só pelas medidas atrabelhadas, mas principalmente pelo comportamento pessoal e falas – a maioria desprovida de racionalidade – proferidas pelo ex-juiz de Direito (?). O perfil demagógico, a megalomania e manifestações de caráter autoritário, que parece ter encantado o eleitor médio carioca, agora deram ensejo a uma posição dúbia e incabível para um dirigente que empunhava a bandeira de um novo tempo. Seu comentário sobre a desastrada – por criminosa – intervenção de uma guarnição do Exército brasileiro ao abordar um automóvel que conduzia uma família num bairro carioca, alvejando o veículo com dezenas de tiros, matando seu condutor e ferindo outras duas pessoas, foi de uma primariedade supimpa. Abandonou toda a sua altivez – até mesmo a esdrúxula faixa de poder inventada por ele – para despir-se da sua autoridade e esconder-se na submissão a um poder militar que não lhe guarda vínculo. A não ser o seu viés manifestamente autoritário e muitas vezes desprovido de razão. Fica, assim, reduzido à personificação de um mero demagogo, com deliberado perfil populista e propósito de não se indispor com o establishment. Com pessoas desse temperamento e personalidade erradia todo cuidado é pouco!


Noel Gonçalves Cerqueira noelcerqueira@gmail.com

Jacarezinho (PR)


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CICLOVIA TIM MAIA


Após a chuva de segunda-feira, caiu mais um pedaço da Ciclovia Tim Maia, no Rio de Janeiro? Não adianta teimarem em mantê-la. Não se briga contra a natureza. O prefeito não precisa gastar dinheiro com a demolição. Deixa que a própria natureza trabalha de graça.


Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro


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MENOS UM PEDAÇO


Com todo o respeito, parece que a Ciclovia Tim Maia (coitado do cantor) foi feita para desabar aos poucos...


Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)


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CICLOVIA OU MERGULHADOR?


Estivesse Tim Maia vivo, com a irreverência que sempre foi sua característica, já teria acionado Poderes Executivos cariocas para retirar o seu nome da ciclovia. Ele sempre parou mais em pé – e isso não era comum nele – do que a suspeita ciclovia. Como tem gente que se aventura a andar sobre ela?


Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas


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TRISTE ANALOGIA


Comparo os governos Lula e Dilma com a ciclovia da Niemayer, e pode-se traçar um paralelo. Lula e Dilma maquiaram a pobreza, sofisticando-a. Eduardo Paes fez a ciclovia. Um bom observador olhando para o futuro veria que nada daria certo. E, em ambos os casos, o que se está vendo é o desastre. O pior é que todos se acham. Mas o pior ainda é que tem quem os admire. Estes precisam de uma combinação de oftalmologista e de psiquiatra para ver que patologia é esta.


Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro


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‘AINDA A CONTA DO PT’


Fiquei estarrecido e triste com o editorial de segunda-feira a respeito do que o PT fez com o BNDES (“Ainda a conta do PT”, 8/4, A3). Comecei minha vida profissional como advogado do então apenas BNDE no Rio de Janeiro, em julho de 1965, após aprovação em concurso público realizado no ano anterior. Fui designado para trabalhar na área encarregada de examinar os pedidos de financiamento formulados pelas empresas, integrando o grupo de trabalho composto de engenheiro, contador, economista e advogado que analisava os projetos apresentados e emitia um parecer a respeito submetido à aprovação da Diretoria e, dependendo do valor, ao Conselho de Administração. Nenhum pedido era deferido sem o parecer técnico favorável do grupo de trabalho e havia até um diretor que costumava dizer que não adiantava ocupar cargo de direção porque, sem o o.k. do grupo de trabalho, nenhum centavo saía dos cofres do BNDE. Permaneci no banco até 1979 e em todos estes anos nunca soube de um caso de corrupção dentro dele. Quando entrei, ouvi de mais de um colega que no governo de João Goulart houve tentativa de instaurar uma “caixinha” dentro da instituição, mas não houve tempo para completar a “obra” por causa da emergência da revolução de 1964. Em virtude da minha vivência do BNDES, acostumei-me a considerá-lo como um exemplo admirável dentro da administração pública brasileira, a ser elogiado e imitado. Quando tomei conhecimento, pela leitura do editorial, da instituição de sigilo nas operações do banco e do deferimento de empréstimos a Cuba, Venezuela e Moçambique sem aprovação técnica, verifico pesaroso quanto o Brasil caminhou ladeira abaixo no período lulodilmista. De uma coisa, porém, tenho certeza: isso não se deve absolutamente a seu corpo técnico de primeira categoria, mas à maléfica influência política externa de PT e cia., que considera o que descrevi acima como meras preocupações típicas da “economia burguesa”.


Paulo Afonso de Sampaio Amaral drpaulo@uol.com.br

São Paulo


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O QUE IMPORTA


“Ainda a conta do PT” (8/4, A3) abre para o leitor um pequeno leque do tamanho do prejuízo que o PT ocasionou para a sociedade brasileira pagar indefinidamente. Uma tela da verdade histórica que tentam camuflar, de que Lula e o PT jamais se preocuparam com os pobres e, muito menos, com o Brasil. Através de um jornal sério podemos crer nessa versão, pois a maior parte da mídia dirigida pelos poderosos procura atrair a atenção das pessoas para coisas sem importância – como “não nasci para ser presidente” –, tornando-as mais fáceis de manipular. Associando a essas revelações os fatos de que o PT joga contra tudo o que é bom para o Brasil, como as reformas necessárias e o pacote anticrime que Humberto Costa já manifestou que não passará, perguntamos: o que falta para a Justiça extinguir este partido?


Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com

São Paulo


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GOLPEADOS


Os petistas e esquerdas deviam ler “Ainda a conta do PT” (8/4, A3) e pedir desculpas ao povo brasileiro pelo uso da palavra golpe, pois fomos todos golpeados com a gestão petista!


Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo


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BNDE$PERDÍCIO


A respeito da impagável dívida de mais de R$ 2,3 bilhões (!) contraída (a fundo perdido) pelos países amigos do PT, Cuba, Venezuela e Moçambique, entre outros, nos desgovernos cleptolulopetistas de Lula e Dilma, cabe a imediata instalação de uma profunda e rigorosa CPI do BNDE$perdício do dinheiro público. Já!


J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo


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NADA A COMEMORAR


Lula disse que é um preso político. Não, Lula, você é um preso comum. O ex-presidente está preso porque usou dinheiro público em benefício próprio. Está preso porque foi o responsável por dividir o País entre “nós e eles”. Está preso porque entregou o País nas mãos de uma inepta. Está preso porque acabou com a economia do País, porque arrasou com a Petrobrás, com o BNDES e colocou milhões de brasileiros na fila do emprego. Lula disse que está exilado. Não, Lula, se você estivesse exilado, estaria em Cuba, na Venezuela ou em algum país comandado por um amigo seu. Lula disse, também, que está preso porque dedicou uma vida inteira para que o Brasil fosse um país mais justo. Não, Lula, você dedicou uma vida inteira a si próprio. Ficou rico. O ex-presidente, sua falecida esposa e seus filhos. Lula não é um herói da Pátria. Completou-se um ano de sua prisão. Não há o que comemorar, apenas lamentar que um ex-presidente esteja preso por corrupção.


Luiz Gonzaga Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo


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PLACAR DA REFORMA PREVIDENCIÁRIA


É bom saber que, “apesar da crise na articulação política”, aumentou o número de deputados apoiando a reforma previdenciária no Congresso. De acordo com o placar do “Estadão” (7/4, B1), 198 deputados votariam a favor da proposta, com alguns ajustes, 95 votariam contra (pertencem à turma do “quanto pior, melhor”), 215 não se manifestaram (são os da turma do “toma lá, dá cá”) e 5 não foram contatados (seriam deputados fantasmas?). Mesmo com o aumento, ainda faltam 110 votos para a aprovação da reforma. Para conseguir tais votos, quantas conversas “republicanas” deverão ocorrer entre o Executivo e o Legislativo? Este papo de que “distribuição de cargos” faz parte do jogo democrático não cola, pois para mim tais cargos não deveriam nem existir, pois são apenas cabides de emprego que oneram o já debilitado orçamento público. Tais cargos poderiam ser extintos, caso os Três Poderes, além de independentes e harmônicos, fossem também éticos.


Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana


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PREVIDÊNCIA MANCA


A reforma da Previdência é vital para os destinos do País, embora alguns deputados irresponsáveis e antipatriotas prefiram defender seus interesses pessoais aos da Nação. Isso mostra o quanto o Brasil ainda precisa evoluir e sanear sua política, ainda recheada de elementos nocivos às nossas necessidades. A eleição de Jair Bolsonaro mostrou ao mundo que a grande maioria da população brasileira, ordeira e responsável, quer um país sem corrupção, sem desmandos e com justiça social. Todos sabem quem são e a que partido pertencem os delinquentes que apostam no “quanto pior, melhor”, mas o novo governo, aos poucos, vai cumprindo seu papel e trancafiando aqueles que têm contas a ajustar com a Justiça e que lutam, desesperadamente, para tentar enfraquecer suas ações moralizatórias. É certo que são necessários ainda alguns ajustes para que tenhamos uma Previdência ideal, principalmente em se tratando das distorções que ainda perduram no funcionalismo público, notadamente nos Poderes Judiciário e Legislativo. Os militares também estão resistindo às suas centenárias benesses. É preciso passar um pente fino nesta categoria, que carrega em seus soldos absurdos revoltantes, amealhados ao longo dos anos de corporativismo e acordos generosos. Somos todos iguais perante a lei, é o que diz a nossa Constituição, mas na prática somos muito desiguais. Promoções a inativos, aposentadorias milionárias e vários outros penduricalhos ainda grassam por este país afora. Paulo Guedes, uma Previdência sem o corte dessas aberrações é uma Previdência manca.


Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo


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A REFORMA E A RENOVAÇÃO DO CONGRESSO


Todos sabemos da necessidade de fazer a reforma da Previdência. Buscar culpados agora não adianta, pois o País foi quebrado por governos anteriores e com a ajuda de muitos deputados e senadores que estão no poder. Foram beneficiados com a quebra e continuam a torcer para o pior. Causa surpresa ler que, dentre os 513 deputados, apenas 198 estejam a favor da reforma. Com toda a renovação nas últimas eleições, não era de esperar que as pessoas que se elegeram estivessem dispostas a mudar o País, já que sabiam da crise em que o Brasil estava mergulhado? Chega a ser desrespeitoso ouvirmos dizer que certos parlamentares precisam ser convencidos na base do paparico para darem apoio ao governo. Afinal, o que quer esta gente, que teima em apostar no caos? E, infelizmente, temos uma manada que se deixa conduzir porque é mais cômodo. Deve ser estressante ler e procurar se informar.


Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo


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DESDE SEMPRE


Nunca ouvi tanto discurso de membros dos Três Poderes afirmando que tudo o que fazem é para ajudar os pobres e necessitados. No entanto, continuam privilegiando os que melhor vivem. Desde 1500.


Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo


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IMPOPULARIDADE NECESSÁRIA


A pesquisa do Datafolha que indica queda acentuada da popularidade do presidente Jair Bolsonaro precisa ser analisada sob a devida perspectiva. Michel Temer enfrentou índices baixíssimos de popularidade durante sua gestão, entretanto entregou o País com economia estável e aprovação de duas reformas preciosíssimas: trabalhista e do ensino médio. Já seus antecessores, Lula da Silva e Dilma Rousseff, mesmo com índices razoáveis de popularidade, destruíram a economia e legaram 14 milhões de desempregados. Aprovar a reforma da Previdência será tarefa árdua, seguramente impopular, mas absolutamente necessária. Ao menos neste quesito, é imperativo que o presidente Bolsonaro tenha coragem de enfrentar a reprovação de boa parte da população.


Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo


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OS PRIMEIROS CEM DIAS


O que mais temos a comemorar nos cem dias de governo do senhor Jair Bolsonaro é a ausência real do PT da administração federal e o aniversário de um ano da prisão do demiurgo de Garanhuns. O Brasil está mais leve, livre e solto.


Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté


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A ESPERANÇA BRASILEIRA NA UIT


Há, e não são poucos, os otimistas que acreditam que a esperança é a última que morre. Para os brasileiros, essa esperança nascida na vitória do capitão do Exército, Jair Messias Bolsonaro, estancaria por completo a corrupção no Brasil, com base e prisão dos protagonistas da maior corrupção já registrada no hemisfério ocidental. Com cem dias de governo, o número de ministros nomeados e demitidos supera qualquer comparação com outros países democráticos. Montados os ministérios, escolhidos e nomeados, deu-se uma defenestração em sequência, porque a guerra intestina travada entre decisões controversas, principalmente aquelas que não passam pelo crivo da implacável censura da imprensa e da própria equipe do governo, que, aproveitando-se do mal começo, para militarizar os principais setores do Planalto, foi transformado numa caixa de Pandora. O Brasil de Bolsonaro carece de decolar.


Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)


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UM ECONOMISTA NA EDUCAÇÃO


Será que neste imenso Brasil varonil não existe nenhum educador e/ou professor capaz e/ou qualificado para exercer o cargo de ministro da Educação, obrigando o presidente Bolsonaro a nomear um economista em substituição a Ricardo Vélez Rodríguez? Perdoem-me os otimistas, mas a nomeação de Abraham Weintraub está me cheirando puramente a política, coisa que ele prometeu não fazer? Só espero, caso a nossa ministra da Agricultura, Tereza Cristina, por exemplo, venha a ser substituída, que ele não coloque um médico ou professor em seu lugar. Seríamos obrigados a entregar ao presidente Jair Bolsonaro o Prêmio Nobel da Incoerência.


Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo


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MEC


Decepção sem surpresas. Assim é a escolha do novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, que não é da área, pertence ao grupo dos “olavetes” e vai continuar o desvario da ignorância. Machucando o alemão, é uma uva passa e amarga para engolir.

   

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas


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NAU BRASIL À DERIVA?


Há tempos navegamos por águas tortuosas, rota agravada quando fomos timoneados por uma “comandanta” e tripulação, ambos igualmente aloprados e incompetentes. No pavor do afogamento e nauseados pelas tormentas, então enganosamente classificadas como marolas, os embarcados na nau Brasil elegeram o capitão Jair Bolsonaro, oriundo dos fundos do Parlamento da embarcação, e cooptados pelo seu inflamado discurso prometendo executar imediatamente os inadiáveis reparos para voltarmos a navegar em águas tranquilas. Agarrou-se ao leme bradando um discurso oponível às ideologias, credos, comportamentos. Os 206 milhões presentes no convés, aí inclusos os 13 milhões de desempregados abrigados nos porões, ouviram esperançosos sobre os novos rumos. A desconfiança começou a emergir quando perceberam que partiram para a navegação sem os prometidos reparos necessários porque os artesões navais, os legisladores, protestaram pela falta de incentivo aos trabalhos. Preocupados, começaram a perceber que as ofertas de uma navegação colaborativa eram neutralizadas, enquanto na cabine de comando, ali presentes também os filhos do capitão, a mexerem no leme, provocando derivas na rota, além das constantes mensagens recebidas, via rádio – ou, melhor, rede social –, de um desconhecido para a maioria, achando-se Netuno e também contribuindo para a presente navegação errante. Nos portos de destino da nossa diplomacia, nossos embaixadores experientes ficam prostrados à espera de transferências inexplicável à luz da então competente gestão diplomática. O PIB depositado nos porões de carga vai se desintegrando, sem perspectivas de crescimento. E agora, com a nomeação de um desconhecido para a função de gerir a educação dos embarcados, menosprezando nomes experientes para a função, consolida-se a sensação de que estamos com a linha d’água no convés, muito próximo do afundamento, agora de forma irremediável e à deriva.


Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto


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RICARDO VÉLEZ RODRÍGUEZ


Lendo sobre as polêmicas do ex-ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez, como “brasileiro viajando é canibal, pois rouba coisas dos hotéis”, por exemplo, isso tem de ser revertido na escola. Costumo dizer que certas coisas a gente pode até pensar, mas jamais verbalizar. Devemos admitir que brasileiros são adeptos do “jeitinho”. Tenho um fato marcante ocorrido há algum tempo: estava com um casal e a filha de 5 anos em viagem à Disney. Logo que chegamos, eles compraram um carrinho simples para a criança, pois seria mais econômico do que alugar nos parques. No primeiro dia de parque, expliquei a eles que ninguém mexe nas coisas e que poderíamos deixar coisas no hotel – não de valor, é claro – que as encontraríamos no lugar adequado enquanto estivéssemos fazendo as atrações. Depois da primeira, fomos resgatar o carrinho, dentre algumas dezenas, e não o encontramos. Ficamos ali parados até um dos funcionários encarregados da organização do local vir nos ajudar. Foi chamado um segurança que nos interpelou com certa desconfiança, na minha percepção. Como havia tirado a foto da garotinha toda feliz com o transporte dela, pude provar que não mentíamos, até porque disse que poderia ter havido engano por tratar-se de carrinho muito comum. Cederam um carrinho do parque e nos orientaram a procurar nos “achados e perdidos” na saída, ao fim do dia. Não muito longe dali, encontrei uma família com um carrinho igual, e a minha mania de cortar etiquetas me levou à abordagem, procurando, em inglês, se não teria havido engano.  Não entendiam nada de inglês e, sim..., eram brasileiros. Ao questionar, com delicadeza, o corte da etiqueta, a mãe foi rápida ao confirmar que tinha a mesma “mania” e mostrou rapidamente o nome da criança, colocado com pincel atômico, na cobertura.   Pedi desculpas e continuamos. No fim da tarde, voltamos ao mesmo local e, no caminho, encontramos um carrinho abandonado, quebrado e com o mesmo nome da outra criança. Conclusão: o carrinho havia sido trocado por esperteza, no famoso jeitinho. E, para cúmulo do azar dos espertinhos, eles também estavam no pedaço naquele momento. Nós os abordamos novamente e continuaram mentindo. Nesta altura, chamamos funcionários do parque e eles acabaram confessando e devolveram o que nos pertencia. Conversando com funcionários do parque, alguns brasileiros, ficamos sabendo que situações de roubo de objetos por compatriotas são muito comuns. Numa outra viagem, devolvi o troco a mais que estava recebendo do caixa de uma loja e percebi a surpresa da funcionária. Assim é nossa fama: inclusive no Japão, quando as lojas anunciam em alto-falante a presença de brasileiros. Portanto, o ex-ministro estava coberto de razão na sua colocação direta e contra o “politicamente correto” tão em evidência na atualidade e, principalmente – aqui a contradição –, por ser colombiano naturalizado.


Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul


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COMUNISMO, O QUE É ISSO?


O comunismo foi uma forma de ditadura que desapareceu nos anos 1980 e que já faz parte da história. Não consigo entender pessoas como o presidente Jair Bolsonaro, que quer combater o comunismo, ou o novo ministro da Educação, que diz que todos os donos dos jornais e dos bancos no Brasil são comunistas. Onde vivem estas pessoas, adormeceram nos anos 1950, antes da morte de Stálin, e acordaram agora?


Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo


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OS TORMENTOS DE FHC


Fernando Henrique Cardoso é honesto em “1964 – lembranças e tormentas” (“Estado”, 7/4, A2). Ele expõe a sua origem; uma inicial atração pelo comunismo era comum entre jovens intelectuais. Mas, no seu melhor estilo de se abster de posicionamentos claros, deixa de pronunciar um julgamento sobre as ações dos militares num momento decisivo para o País. FHC pode ser considerado um testemunho privilegiado da história contemporânea do Brasil, da qual participou como ator. Absteve-se de criticar Lula, “falar mal”, nas palavras dele. Mas passou a criticar, precipitadamente, Jair Bolsonaro e um governo que mal completou 100 dias. FHC deve estar ainda lambendo as feridas dos que se declaram “de esquerda” causadas pelas eleições de 2018. E ainda não se familiarizou com a mudança para a obrigação dos políticos de se concentrarem nas causas, e não em negociação de votos. A primeira “reforma” imprescindível é a do comportamento dos políticos. Uma vez que esta estiver realizada, as demais seguirão com facilidade.


Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo


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O MOVIMENTO DE 1964


Excelente o artigo de FHC no domingo (7/4). Mostra bem o clima da época, de incertezas, em que nem ele, com 33 anos, nem outros já com certa vivência sabiam se “militares da direita” ou “os das forças populares” iriam dar o golpe. No artigo, mostra que, mesmo após deflagrado o movimento militar, muitos não sabiam que lado o tinha iniciado (“tamanha era a confusão que houve quem propusesse um manifesto contra os militares golpistas que apoiavam Jango...”). Hoje, muitos manifestam tanta certeza sobre os acontecimentos mesmo sem tê-los vivido. Na época com 16 anos, sem nenhum posicionamento político, eu sentia a angústia da classe média nos professores da escola, nos vizinhos. Acompanhei atento por emissoras de rádio o que ocorria no Rio de Janeiro (Carlos Lacerda, governador do Estado da Guanabara, chamando o Almirante Aragão para a briga). Enfim, o apoio aos militares foi grande. Chamar de “golpe” ou “movimento” pouco significado hoje tem após a ditadura que depois se instaurou. Mas, na época, tinha sentido chamá-lo de movimento.


Milton Akira Kiyotani miltonak@gmail.com

São Paulo


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NO SANGUE


Cumprimento o ex-presidente pelo texto e por toda a descrição do ocorrido na época, que, para alguns, não foi nada – somente quem viveu no sangue esta triste história sabe realmente o que foi. Fernando Henrique, sim, nasceu para ser presidente!


Robson Leite risergio@creci.org.br

São Paulo


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LEMBRANÇAS


Escreveu o nobre ex-presidente, ex-senador e quase prefeito da cidade de São Paulo no domingo sobre sua trajetória vivida em decorrência da revolução de 1964 (7/4, A2). Sem dúvida, para aqueles que se opuseram à revolução as lembranças não devem ser boas. Todavia para outros, mais humildes e com menos condições financeiras, a revolução melhorou sua vida, a infraestrutura no Brasil deu um salto tecnológico e permitiu ao País e aos brasileiros usufruir de condições de vida melhores. Assim como todo brasileiro, rancor para quê? Depende daquilo que se tomou como lição de vida e do progresso para o País.


Gilberto de Lima Garófalo gilgarofalo@uol.com.br

Vinhedo


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O FIM DO HORÁRIO DE VERÃO


O fim do horário de verão, anunciado pelo presidente Bolsonaro, vem sob o argumento de que a medida já não resulta em economia de energia em proporção significativa, como no passado. Essa é uma discussão que vem ocorrendo aqui e também na Europa. Mas, ao contrário dos europeus que se abastecem com fontes de gás natural e nuclear, a larga parte da nossa matriz energética é hidráulica, ou seja, economia de energia, de água, no verão, se traduz no uso dessa água economizada e, consequentemente, menor uso de energia térmica, mais cara e mais danosa ao meio ambiente, no inverno. Peço também que se note o uso da palavra proporção na minha primeira frase, e não quantidade. Ou seja, a proporção pode ser pequena, mas a quantidade é enorme, suficiente para suprir uma quantidade grande de pessoas por um ano. Num país com enormes problemas econômicos como o Brasil, qualquer medida que possa proporcionar economia para a população, como a adoção do horário de verão, deve ser tomada. Se pudermos economizar e ainda colaborar com o efeito estufa, tanto melhor. Horário de verão sempre!


Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba


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ALCÂNTARA


A cidade de Alcântara, devido às possibilidades espaciais, está no foco da mídia. Pena que nenhuma vírgula é dita sobre a miserável população de Alcântara e sua única fonte de renda, que são seus monumentos históricos tombados em ruínas. Meu apelo é destinar 1% dos investimentos espaciais em infraestrutura e recursos para proteger e preservar os bens históricos, beneficiando a população local. O turismo daria sustentabilidade a esta população, que hoje raramente recebe o turista, que fica apenas algumas horas na cidade. Vamos falar das maravilhas tecnológicas que poderão ser obtidas a partir de Alcântara, mas não ignorem quem está vivendo no centro histórico, uma população miserável e desassistidas de pouco mais que 2 mil habitantes. Sou totalmente favorável à proposta de uso de Alcântara, que poderá ser a única alternativa, pois Alcântara é “a cidade que se recusa a morrer”, segundo Odylo Costa Filho, poeta do Maranhão.


Mauro Zolko colecionador@colecionadorarte.com.br

São Paulo


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TROPAS COMUNISTAS NA VENEZUELA


Militares cubanos, russos e chineses estão na Venezuela. As tropas estrangeiras defendem a manutenção do governo que está há 20 anos no poder: Hugo Chávez (1999-2013) e Nicolás Maduro (2013-2019). A China emprestou US$ 67 bilhões e a Rússia, US$ 10 bilhões. O apoio de Cuba é mais diplomático e ideológico, por sua estratégica proximidade geográfica. Os três países mantêm apoio financeiro, militar e diplomático em troca de petróleo. A venda de ouro para a Turquia, entre outros países, também garante o apoio internacional do governo de Caracas. A previsão de queda de 25% do PIB, em 2019, e de 10 milhões por cento de inflação, para este ano, são resultados mais dos erros internos do que das sanções econômicas dos Estados Unidos.


Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas


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ÀS PORTAS DO INFERNO


A Venezuela sucumbe rapidamente a um estado de deterioração geral com o rompimento do tecido social que pode eclodir numa guerra civil a qualquer momento, após o ditador Nicolás Maduro ter ordenado o Tribunal Supremo de Justiça (Corte a serviço do Executivo) a cassar a imunidade parlamentar de Juan Guaidó – a única figura da Venezuela que conta com o apoio da sociedade e de 50 países, entre eles EUA e Brasil. A medida que pode abrir caminho para a prisão do presidente interino do país pode, também, abrir as portas do inferno, pois Guaidó, presidente da Assembleia Nacional legitimamente eleito, pode invocar o artigo 187* § 11 da Constituição, que permite a intervenção miliar internacional. Considerando que o presidente americano, Donald Trump, colocou sobre a mesa várias opções de negociação, inclusive a da dissuasão armada, poderíamos ter um conflito sério aqui ao lado. Hoje Maduro deixou de governar o país, dedicando-se a reprimir seu povo com muita bala e pouco diálogo, contando com o apoio de militares corrompidos e milicianos cubanos para se manter no poder a qualquer custo, fechando, assim, as portas para qualquer solução pacífica no país. Relatórios recentes da organização Human Rights Watch informa que a situação dos venezuelanos é desesperadora, pois, além de não terem mais alimentos e liberdade para protestar, agora os sobreviventes do regime não contam mais com energia elétrica, que traz água e salva vidas em hospitais, deixando de oferecer condições mínimas para a sobrevivência, com uma taxa de mortalidade assustadora, semelhante à de países que sofreram as agruras de uma guerra. Fica a pergunta: não seria mais coerente uma ação internacional cirúrgica para tirar do poder o déspota que tem trazido tanto sofrimento ao povo, ao invés de permitir que a Lei de Murphy reine absoluta, tornando o terrível dia anterior dos venezuelanos sempre melhor que o dia seguinte?


Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo


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O BREXIT E O PALÁCIO DE WESTMINSTER


Nesta Londres onde Brexit é tema central, debates no Parlamento têm paralelos curiosos com alguns símbolos. Um deles é o Palácio de Westminster. Lá funciona a Câmara dos Comuns, cuja sessão de quinta-feira passada precisou ser suspensa. O motivo? Goteira. Os 650 membros do Parlamento debateram longamente como cuidar do deteriorado prédio, que vai finalmente passar por uma restauração bilionária. Algum paralelo com Brexit? Nesta quarta-feira o Conselho Europeu decidirá emergencialmente em Bruxelas se aceita o pedido de novo adiamento à saída do Reino Unido do bloco, marcada para sexta, 12 de abril. A condição para o sim é que a primeira-ministra britânica, Theresa May, leve um plano aprovado por Londres, justificando precisar de ainda mais tempo. Porém, após mais de dois anos de debates, não há consenso em Westminster sobre que plano aprovar. E, menos de uma semana antes da reunião de líderes europeus nesta quarta, os parlamentares britânicos precisaram ir para casa, pois a decisão sobre a reforma de seu local de trabalho demorou demais.


Paulo de Souza paulo.desouza@ouce.ox.ac.uk

Oxford, Reino Unido


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A REFORMA NO PALÁCIO DOS BANDEIRANTES


Francamente, o que passou pela cabeça do governador de São Paulo, João Doria, quando resolveu transformar o Palácio dos Bandeirantes no Castelo do Drácula?


Candida L. Alves de Almeida almeida.candida@gmail.com

São Paulo


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BLACK BAND


Felizmente, a fachada externa do Palácio dos Bandeirantes é tombada, caso contrário, o governador-maquiador João Doria teria simplesmente mandado pintar tudo de preto-vampiro, assim como fez com algumas salas do belo casarão-símbolo dos paulistas, por nada menos que R$ 2 milhões. Um horror!


Vicky Vogel vogelvick7@gmail.com

Rio de Janeiro

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