Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

12 de abril de 2019 | 03h00

ECONOMIA

Fusão de impostos

Pretende o governo da República realizar a fusão de tributos, cujo número atinge 67, incluindo contribuições, o que obriga as empresas a utilizarem o dobro da mão de obra de países europeus, por exemplo, no controle tributário. Isso contribui para restringir a competitividade do Brasil. A redução da carga tributária para 30% do PIB já representaria alívio expressivo, embora, com a redução dos gastos estatais, possa chegar a em torno de 26%, 27% do PIB. Se se quiser diminuir o desemprego, ora em cerca de 13 milhões de trabalhadores, faz-se necessária não só a reforma tributária, mas também a da Previdência. Caso contrário, não haverá investimentos e o País continuará patinando no vaivém político! Ou não?

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

Pauta das centrais

As centrais sindicais pretendem realizar ato em 1.º de maio, Dia Internacional do Trabalhador, cuja pauta é a criação de empregos e a luta por melhores salários. Todos, sem exceção, concordam e aplaudem, claro. Todavia as centrais se recusam a aceitar a reforma da Previdência, o que é uma incoerência, pois sem ela o País literalmente quebrará e não conseguirá criar empregos, muito menos melhorar os salários. Ser contra a reforma é ser contra o crescimento do País, a obtenção de investimentos, a redução do déficit fiscal, o equilíbrio das contas públicas. Enfim, ser contra é dar um tremendo tiro na cabeça da sociedade, é a total desgraça da economia do Brasil. Mas ainda há tempo de buscar uma pauta positiva, e não destrutiva.

PEDRO FORTES

pec.fortes@uol.com.br

São Paulo

Retardamento de reformas

Os partidos apoiadores das reformas têm de denunciar as tentativas de “vender votos”. As reformas precisam ser tratadas segundo o critério único de sua necessidade. E a primeira reforma pendente é a da percepção – e ação – pelos representantes eleitos de suas responsabilidades. É só isso. Os irresponsáveis devem ser apontados ao público.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

Voto aberto

Quem votou para deputado e senador quer saber agora como votarão seus eleitos. Queremos voto aberto, para conhecê-los melhor. Outras eleições virão e não queremos errar de novo... 

WILSON MATIOTTA

loluvies@gmail.com

São Paulo

IDH

Os donos do Brasil

Ouvi uma fala do nosso presidente, dirigida a governadores – presentes os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, e ministros de Estado –, direta e clara: como pode um país tão rico como o nosso ter um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) tão diminuto? Essa pergunta já foi formulada por muitos anos e todos sabemos a resposta. Os “donos do Brasil”, ou, generalizando, os políticos nos Legislativos e nos Executivos pouco ou nada fizeram em prol do País, sempre atuando em causa própria. Alguns ainda querem continuar a fazê-lo, com destaque para a atual oposição. Precisamos não votar mais nesse tipo de gente. Chega! Temos “donos” de Estados, como no Norte e Nordeste, e seus apaniguados, que nada fizeram por suas regiões e pelo Brasil. Temos tudo para estar entre os dez maiores do mundo – já estivemos em 8.º lugar sob outro regime, mas a coisa desandou. Como sobrevivemos de Sarney até agora? Sempre sofrendo com má gestão e roubalheira. Agora é a hora de iniciarmos a mudança, como bem falou o presidente. De unirmos forças para pôr este nosso adorado país no caminho da verdadeira prosperidade e do bem-estar da população. Basta desse populismo, chega de roubalheira e corrupção. Nosso caminho é para a frente e para o alto.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

ARTICULAÇÃO POLÍTICA

Recado a Bolsonaro 

Tancredo Neves, velha raposa que nos faltou num momento histórico que poderia ter mudado muito nossa vida, tinha uma frase que o nosso presidente atual deveria adotar: “O combustível da política é a saliva”. Se ele não entender, a coisa não anda.

ALDO BERTOLUCCI

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

TRÂNSITO 

Pontos na carteira

Bem fraquinhos os argumentos de quem acha que aumentar para 40 pontos a cassação das carteiras de habilitação é danoso. A maioria diz que seria um incentivo ao aumento de mortes no trânsito e ao aumento de velocidade. Esquecem que a maioria das multas é de estacionamento e rodízio. Seria muito útil verificar quantas mortes no trânsito são causadas por estacionamento irregular ou por trafegar em dia de rodízio. E em muitos países adiantados não se renova a carteira de habilitação. Eu, quando tirei a minha, só fui renová-la quando fiz 40 anos. E endosso a opinião do presidente: é impossível viajar sem tomar uma multa. Ando sempre abaixo do limite do local, mas aí aparece uma placa de redução de 110 para 60 km/h, mas como não se pode nem se deve brecar acabo passando pela radar a 63, 65 e sendo autuado. Acidentes são causados por pessoas que andam acima do limite com ou sem radar ou multa. Evitam os locais de radares fixos, viajam à noite, quando não há radares móveis. E pagam as multas em dobro por terem veículos em nome de empresas. As multas são arrecadatórias mesmo. E quando há acidentes envolvendo mortes a Justiça, na maioria das vezes, acaba dando “anistia” aos culpados. 

RUBENS SOUSA PINTO

rubanfilho@hotmail.com

São Paulo

Pedágios paulistas

Sobre a reportagem Doria vai renovar concessões por pedágio menor, já era tempo buscar uma forma de acabar com os preços escorchantes que pagamos nas rodovias. Viajando pela Castelo Branco gasta-se mais com pedágios do que com combustível. E há ainda uma inexplicável diferença de valores: em alguns trechos se cobram R$ 8,70 e em outros, R$ 12,90. Por quê?

ALFREDO DE SOUSA

alfredo@alfseg.com.br

São Paulo

PREFEITURA PAULISTANA

Novo Plano de Metas

O prefeito anunciou um novo Plano de Metas, com foco em zeladoria. Mas já combinou com os russos? Pois, se não chamar todos os prefeitos regionais, secretários, concessionárias e cobrar compromisso, dedicação e eficiência, pondo as equipes para trabalhar para valer, as mudanças propostas serão apenas mero exercício de demagogia.

FRANCISCO EDUARDO BRITTO

britto@znnalinha.com.br

São Paulo

*

CEM DIAS

Paro, penso, olho e indago: o que foi feito nos primeiros cem dias do governo Bolsonaro? Esta pergunta está também nas ruas. É claro que é um tempo curto e não se pode exigir muito. Mas é um tempo razoável para que alguma coisa tivesse sido feita para não deixar morrer a esperança que tomou conta dos corações de grande parte da população brasileira. A alta taxa de desemprego e o custo de vida elevado fazem com que as famílias tenham dificuldade de colocar sobre a mesa o alimento, o que é lamentável. Não é fácil para um chefe de família acordar cedo já sabendo que não terá o café da manhã. É desesperador. A reforma da Previdência é necessária, precisa acontecer para que o nosso país possa levantar voo com destino ao desenvolvimento, mas não dá para focar somente nela, é preciso encontrar paliativos que possam, enquanto ela não chega, amenizar o sofrimento do nosso povo. Está faltando comida na panela. Para começar, facilite o feijão com arroz. 

 

Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br

Taquari (DF)

*

GOVERNO BOLSONARO

Cem dias, sem rumo, sem projetos consistentes, sem combate ao desemprego, sem solução para a economia, sem diálogo, sem demitir ministro corrupto do Turismo, sem nenhum projeto para a Educação, sem solução para a saúde pública, sem obra de infraestrutura, com falácias e bobagens. 

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru 

*

NOVO ESTILO

Cem dias de Bolsonaro, e estamos diante de um novo estilo de gestão pública, “o dito pelo não dito nas redes sociais”.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

*

DESCOBERTA TARDIA

Uma pena que Jair Bolsonaro descobriu tarde demais que não nasceu para presidente. Já está eleito, inclusive com o meu voto! Era isso ou continuar com o PT e o ventríloquo de Lula. Está fazendo muita coisa boa nas mãos de Sérgio Moro, Paulo Guedes, Tarcísio e Teresa Cristina, e com os prudentes militares na retaguarda. Hamilton Mourão é uma surpresa agradável. Eu só não sabia que o pacote Bolsonaro incluía Olavo de Carvalho e os rebentos perseguindo comunistas acima de tudo e de todos. 

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

*

TORCIDA

Anos atrás, os torcedores de time de futebol gritavam o nome do jogador que jogava mal sugerindo que ele pedisse para ir ao sanitário e saísse do jogo. É o que deveria fazer, agora, a torcida brasileira ao nosso presidente: por favor, Excelência, peça para ir ao banheiro e saia do trono da Presidência, pois Vossa Excelência já afirmou que não nasceu para ser presidente. A população que não votou no senhor, que é muito maior que a que votou, agradecerá. 

Arnaldo Vieira da Silva arnaldosilva1946@gmail.com

Aracaju

*

O COPO MEIO CHEIO

Os principais jornais de São Paulo continuam na caça ao presidente Jair Bolsonaro. A “Folha” destaca, em manchete, que 51% dos entrevistados são contra a reforma da Previdência, segundo o Datafolha. Partindo dessas instituições, pode-se colocar em dúvida a pesquisa. O “Estadão”, em seu editorial de 10/4, escreveu: “O problema é de gestão. O caso do Ministério da Educação mostra que o problema não é deste ou daquele ministro, mas do próprio presidente – que, afinal, escolhe seus ministros e se orgulha de fazê-lo sem interferência política”. Pergunto: por que deveria fazê-lo com interferência política, costume viciado responsável por tantos casos de “toma lá, dá cá”? Qual presidente, em apenas cem dias, apresentou ao Congresso uma consistente proposta para a Previdência Social e outra para a criminalidade que assola os brasileiros de Norte a Sul do País? Não é um bom gestor quem escolhe seus ministros com essa capacidade de trabalho? Por ocasião da comemoração de cem dias de governo, não seria preferível exaltar os lados positivos – estes e outros tantos –, dando um desconto para os negativos, que sempre existirão? O povo brasileiro, ansioso por reformas, agradeceria.

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

*

DOIS TEMPOS

Acho engraçado: Dilma Rousseff trocou 86 ministros, e não houve comentários de nenhuma espécie, pareceu normal a todos, inclusive à mídia. Bolsonaro trocou 2, por enquanto, e já dizem que seu governo está em crise. A mim me parece que tem gente querendo desestabilizar um governo que chegou a apenas cem dias.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

*

UM AVANÇO

Já faz alguns dias que as três “crianças” Bolsonaro não cometem suas peraltices. Estarão fazendo seus deveres de casa ou brincando de esconde-esconde?

Luís Lago luis_lago1990@outlook.com

São Paulo

*

TEMPOS ESTRANHOS

Oportunas e um convite à reflexão as considerações feitas pelo articulista Eugênio Bucci em seu artigo “A mentira na política e o ideário fascista”, publicada na edição de 11/4 do “Estado” (página A2). Já divergi das opiniões do professor Bucci em outras ocasiões, mas no tocante à sua análise de que nada de inocente existe na propagação pelo atual presidente Jair Bolsonaro e sua rede de influenciadores digitais de narrativas que claramente falseiam a verdade, é motivo de uma reflexão mais profunda pelas pessoas que valorizam a liberdade e desejam o descontágio do sistema democrático brasileiro das artimanhas populistas que se propagam mundo afora. A mim me parece claro que existe toda uma orquestração ideológica por trás destes arroubos que num primeiro momento se dão a entender para a maioria como fruto de uma ingênua manifestação de pessoas que agem impulsivamente. A tal “guerra ideológica” que visa a minar o meu direito de discordar, de expressar meu livre pensamento, parece estar em curso. Ela se aproveita da ignorância da maioria e da aparente ingenuidade de alguns mais letrados, para impor um tipo de ideologia maligna, que, ao contrário do que exigem as circunstâncias atuais, propagam a desídia e criam fraturas desnecessárias, quando o País mais necessita de pacificação e sobriedade para que a sociedade (classe política incluída) possa encontrar uma saída para seus graves e urgentes problemas. O receituário básico deste movimento que atua para minar valores democráticos essenciais está aí à vista de todos: ataque sistemático a veículos de imprensa tradicionais, demonização da classe política, trogloditas digitais agindo nas entranhas da internet falseando a realidade, além, é claro, da adesão incondicional àqueles que no plano internacional se fazem valer destes mesmos elementos para minar o sistema democrático em seus países. 

Fernando Cesar Gasparini phernando.g@bol.com.br

Mogi Mirim 

*

FATOS E MENTIRA

O artigo de Eugênio Bucci sobre a mentira na política (11/4, A2) é estarrecedor. Quem o lê fica com a ideia de que nunca existiu na história um governo João Goulart, que buscava a implantação de uma República sindicalista no Brasil, nem grupos de 11 de Brizola, nem Ligas Camponesas, de Julião, nem VAR-Palmares, nem atentado à bomba no Aeroporto de Guararapes, nem guerrilha urbana com assaltos a bancos, nem guerrilha no Araguaia. Somente houve um grupo de militares malvados que, do nada, resolveu dar um golpe e torturar inocentes pessoas por simples sadismo. No fim, ainda convoca a sociedade civil a um levante contra um governo eleito conforme as regras vigentes, que está há três meses no poder. Só imagino como o autor agiria se pertencesse ao grupo de militares da época, porque, como jornalista, ele é absolutamente radical, intolerante e stalinista.

Roberto Doglia Azambuja robertodoglia@gmail.com

Brasília 

*

‘A MENTIRA NA POLÍTICA E O IDEÁRIO FASCISTA’

Como se diz na área de Engenharia: toda precaução ao elaborar um projeto, pois o papel aceita tudo. Na área da mídia, então, é pior, aceita tudo. Inúmeras crônicas ou artigos são um acinte à inteligência do leitor. A verborragia do articulista Eugênio Bucci é impressionante, mas é o costume dos esquerdistas radicais, que só têm um olho. O que ele quer: a “roubalheira” ocorrida durante os últimos governos do PT? O presidente Bolsonaro foi eleito numa eleição democrática. Se foi uma má escolha dos cidadãos, eles terão, em principio, a chance daqui a quatro anos de eleger um novo presidente. O articulista, como um avestruz, esconde a cabeça, fazendo-se de esquecido das atrocidades cometidas pelos terroristas brasileiros, falsos militantes da luta armada, durante o regime militar. 

José Luiz Abraços octopus1@uol.com.br

São Paulo

*

HISTÓRIA

Eu queria saber do articulista Eugênio Bucci se é mentira que Dilma, Aloizio, Zé Dirceu et caterva assaltaram  bancos, fizeram atentados e sequestraram um embaixador para implementar o comunismo no Brasil.

Carlos Norberto Vetorazzo cnorbertovetorazzi@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

*

OS FATOS

Pelo que entendi do artigo do sr. Bucci (11/4, A2), pareceu-me pretender carimbar o atual governo como fascista. Afirma ele como certas apenas cogitações de alguns, como a militarização das escolas, o que não é fato, mas apenas sugestões de quem se desespera com a falta de disciplina que faz alunos agredirem e até matarem professores. Ódio aos jornalistas? Quando é apenas uma constatação – e reclamo contra uma parcialidade visível de parte deles. Insulto ao Judiciário? Quando é apenas um clamor contra alguns de seus elementos, provadamente indignos de uma toga. Quanto ao Legislativo? Quando é, na verdade, uma nova maneira ainda não formatada para evitar tratá-lo como o velho balcão de negociatas. Enfim, o articulista generalizou e colocou num mesmo saco tanto extremistas quanto os que procuram o diálogo dentro deste governo. Leio seus artigos, já participei de suas palestras nos encontros do Novaes. Nunca ouvi naquela época nenhuma crítica aos governantes da época, que demonstravam claramente seus objetivos de implantarem outro tipo de “fascismo”.

J. Santelmo santilhano@gmail.com

São Paulo

*

‘QUE FATOS?’

Não discordo de Luis Fernando Veríssimo em “Que fatos?” (11/4, C6). Sim, tivemos ditadura e ponto final. Ainda bem. Ou teríamos outra bem pior. Vamos comparar nossa ditadura com a cubana (poderia citar muitas outras). A nossa durou 20 anos; a cubana já é sexagenária, sem sinais de estar acabando. A nossa matou 434 pessoas; a cubana, sem números confiáveis, seguramente matou mais de 100 mil (lembrando que nossa população é quase 20 vezes maior). A nossa nunca proibiu um cidadão livre de sair do País; a cubana, nem pensar! A nossa foi encerrada pacificamente. A cubana, deixa pra lá...

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

*

‘UM FEIO ESCORREGÃO DE JAIR BOLSONARO’

O especialista em política Bolívar Lamounier, que sempre leio e aprecio, escreveu no “Estado” de segunda-feira (8/4, A2) que “o chamado ‘socialismo real’ assentava-se numa combinação de partido único, monopólio dos meios de comunicação, polícia secreta, culto à personalidade e numa repetição ritual da ideologia (...)”. Todavia, entendo que esses elementos eram apenas e tão somente instrumentos para alcançar o tão sonhado paraíso na terra, a “sociedade sem classes”. Esses dois quiméricos sonhos, na verdade, deveriam ser alcançados e assentados – segundo os comunistas – com a posse, pelo Estado, dos meios da produção industrial, agrícola e o que mais nela pudesse ser incluído. Pois assim toda a “mais valia” pertenceria ao Estado. Que, em seguida, a distribuiria ao povo segundo o famoso slogan: “de cada um segundo sua capacidade e a cada um segundo suas necessidades”. Essa diretriz – sonhadora e utópica – empolgou meio mundo. E ainda hoje faz sucesso entre idealistas. Principalmente jovens de todos os matizes. E, é verdade, sua divulgação teve de início resultados benéficos. Como, por exemplo, a modificação das leis trabalhista inglesas da época, que exploravam o trabalhador – inclusive crianças – o mais que podiam. Mas, afinal, deu no que deu: o debacle econômico de todos os países que o perseguiram. Pois esse slogan jamais comoveu a natureza humana. Por isso é que Churchill dizia: “A economia socialista (estatal) é a que tem as melhores intenções. E os piores resultados. Já a economia capitalista (de mercado) é exatamente o contrário”. E tinha e tem razão. Não se iludam: ninguém monta uma fábrica para dar empregos. Monta-a para ter lucro. Ganhar dinheiro. E essa é a maior obrigação social do empreendedor. Muitas vezes, nem nos apercebemos disso. Mas é ela que cria empregos e melhora a vida de muitos. Imitando o jornalista americano James Carville, “é a economia de mercado, gente”. 

José Etuley Barbosa Gonçalves etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

*

MERO INTERESSE CONJUNTURAL

Destaco no artigo “Um feio escorregão de Jair Bolsonaro”, de Bolívar Lamounier, a alusão ao meio artístico. Diz ele: “Proclamam-se (os esquerdistas) mais sensíveis que o resto da humanidade ao sofrimento dos destituídos (daí a atração que exercem sobre a corporação artística)”. Seria de bom alvitre lembrarmos onde andou tal sentimento do meio artístico por ocasião da saga vivida por Wilson Simonal? Defendo que ele não existe, o que existe é mero interesse conjuntural, jamais uma solidariedade. Eis por que hoje eles se insurgem, não todos, mas uma maioria, contra um governo que evita dar privilégios aos que de nada necessitam. Nesta conjuntura, cada um deles luta por sua necessidade especial, mas ninguém pensa no País. 

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas 

*

PROFECIAS

O clã Bolsonaro, lá atrás, avisou que a CPMF estava sendo estudada e que voltaria. Com a repercussão negativa, o ministro da Economia, Paulo Guedes, estuda a sua volta, mas com outro nome, que na verdade é a CPMF disfarçada. Também os “filhotes” disseram que para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) seria preciso somente um cabo e uma viatura. Afinal, serão confirmadas essas “profecias”? Quem viver verá! 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

*

IMPOSTO ÚNICO

“Governo vai propor fusão de impostos e menos encargos” (“Estadão”, 11/4). Em tese, se fosse possível criar um imposto que substituísse todos os outros, isso já teria sido feito no mundo inteiro. Parece que alguns querem ressuscitar o antigo Imposto Único, já proposto na campanha presidencial de Afif Domingos. O lado positivo seria também demitir a legião de fiscais e funcionários da área fazendária os mais bem pagos da República. Todavia, em termos práticos, seria apenas mais uma manifestação de “ficção econômica”, que de tempos em tempos ressurge das cinzas.

                          

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

*

PACTO FEDERATIVO

O governo pretende aumentar o volume de recursos aos municípios, mas sabemos que muitos nem deveriam ter sido criados, porque não têm condições para serem autônomos. Outros se tornaram sorvedouros de dinheiro por terem criado estruturas desnecessárias em ações entre amigos. Seria indispensável que este aumento de recursos fosse feito com o controle do cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, que não vem sendo respeitada pela maioria dos municípios.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

*

O DATAFOLHA E A REFORMA

Segundo pesquisa do Datafolha, 51% dos brasileiros são contrários à reforma da Previdência. Bem, se levarmos em consideração que boa parte deste porcentual é composta por aqueles que torcem e continuarão torcendo sistematicamente contra qualquer projeto que venha deste governo, a maioria da população de bom senso é a favor, sim, da reforma. Mais importante que isso, no entanto, é a constatação de que há ainda muita resistência ao projeto decorrente de comodismo e da reprovável atitude de olhar para o próprio umbigo, em detrimento de uma visão maior de futuro para a Nação. Se o governo fizer uma campanha esclarecedora de qualidade e o presidente Bolsonaro, sua preciosa parte no Congresso Nacional, o País decolará. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

*

APOIO

Aplausos para a Rádio Jovem Pan (São Paulo), que deve ter pago muito caro o espaço de uma página inteira no “Estadão” de 10/4 para dar um recado à população: a empresa, que sempre tomou partido quando o destino do Brasil estava em jogo, novamente se posicionou com transparência cristalina. Ela decidiu apoiar incondicionalmente a reforma da Previdência, independentemente de quem seja o chefe do governo. Finalmente um veículo de imprensa que tem e respeita a diversidade de opiniões, não tem um discurso monotemático qual cuco repetitivo e que, na hora de tomar partido por uma questão vital para o futuro dos brasileiros, não vacila. Parabéns, Rádio Jovem Pan!

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@uol.com.br

São Paulo

*

A DOCE PÁSCOA DOS MINISTROS DO TST

A Páscoa neste ano de 2019 ocorrerá no dia 21 de abril. Portanto, a semana que a antecede será do dia 15 ao dia 19, sexta-feira da Paixão. É uma festa móvel porque ainda segue o calendário lunar usado no Mundo Antigo. Até aí, nada de anormal. Por tradição, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) não funciona na véspera do dia da Paixão, dia 18. Então, sobrarão três dias úteis, quais sejam 15, 16 e 17. Continua tudo normal. Mas eis que a Associação Nacional de Direito Desportivo (ANDD), ligada ao tribunal, promoverá o Jurissports nos dias 15 e 16 – e vejam que desagradável, em Lisboa, a ensolarada capital portuguesa. Sabendo que o TST conta com 26 ministros, segundo o programa das 12 mesas de discussão que ocorrerão, incluindo o credenciamento, 11 delas serão presididas por nossos honoráveis ministros. Apenas uma contará com o concurso de uma personalidade europeia. Excluídos os dias citados, sobrará tão somente o dia 17, uma quarta-feira. Haverá tempo de Suas Excelências retornarem? E os 14 ministros não nomeados estarão em Brasília ou estarão prestigiando os distintos colegas, aplaudindo-os nos auditórios? Aí já não é normal... Porém rima com Portugal. Quase metade dos membros de um tribunal brasileiro participa de um evento na antiga Metrópole e nos resta perguntar: quem pagará a conta? Os portugueses? Estaremos vivendo uma reversão do quadro colonial? Confesso admitir o enorme sacrifício dos nossos magistrados. Na semana da Páscoa, consumir diversos pratos de bacalhau e de frutos do mar, além de consumir os melhores vinhos alentejanos ou do Douro, ter de provar o queijo da Estrela com doces à base de ovos, confesso e admito que eles estarão enormemente sacrificados... Sinto-me consternado por continuar acreditando que esta nobreza de toga irá apoiar, em sua literalidade, a necessária reforma da Previdência. É muita dedicação ao País, convenhamos... Bacalhau com pimenta nos olhos de nós outros é refresco. Que pena deles!

Gilberto Abreu gdabreu@uol.com.br

Ribeirão Preto

*

NOTÍCIA REQUENTADA

O Supremo Tribunal Federal (STF), sempre a segunda turma, sempre com os votos decisivos de Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, mandou soltar o ex-presidente da Petrobrás e do Banco do Brasil Aldemir Bendine. Ué, mas essa notícia não é a mesma da semana passada, do mês passado, do ano passado e retrasado?

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

*

OS REIS DO HABEAS CORPUS

Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello são os campeões em conceder habeas corpus para a bandidagem da política nacional, embasados em falhas e brechas na lei, em troca não sei de quê. Há quem diga que é propina, principalmente no caso de Gilmar Mendes, pois que um senador da República já declarou sem medo de ser processado que ele, Gilmar, acumulava uma fortuna de mais de R$ 20 milhões. Lembremos que no dia 7 de abril, em plena passeata na Avenida Paulista, um grupo fortíssimo pedia o impeachment de Gilmar Mendes.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

*

CUSTO ELEVADO

Tomamos conhecimento, por meio de uma emissora de rádio, do custo completo do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil. Ficamos alarmados e desolados com o incrível valor do custo desta Corte. Mostraram-nos o número absurdo de funcionários da entidade, a um custo astronômico e aviltante. O Brasil atualmente é repleto de carências nos hospitais e escolas, já de conhecimento claro de nosso corpo social. É indignante e condenável que a Suprema Corte de nosso país tenha um custo tão elevado e pernicioso ao povo brasileiro. A meu ver, é preciso uma modificação completa deste cabide de empregos que prejudica demais os cofres do nosso País. 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

*

CPI LAVA TOGA

Senhor presidente do Senado, afinal, quem proibiu a abertura da CPI da Lava Toga? O povo deseja saber. Excluir os votos do Senado contra? Destes os motivos conhecemos.

Jonas de Matos jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo

*

EXPLICAÇÃO

A grande imprensa deve uma explicação à sociedade: por que nenhum de seus órgãos dedicou uma só sílaba às manifestações ocorridas voluntariamente durante o último fim de semana, em várias metrópoles do País, com grande adesão de público, em defesa da Lava Jato e contra a corrupção? Afinal, é notória a sua combatividade quando se trata de denunciar e apontar os prejuízos advindos da divulgação das “fake news” que constantemente pipocam nas redes sociais, constantemente por ela tão demonizadas. Ora, omitir fatos importantes, impedindo-os de chegar ao conhecimento do público, é uma forma sutil de falsear notícias e, portanto, equivale, para fins práticos, a sugerir mentiras. Será que teremos uma justificativa? Aguardemos.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

*

ÁGUAS REVOLTAS

Mais uma tragédia no Rio de Janeiro causada pelas chuvas que caíram naquela cidade. É sabido que muitos políticos que se elegeram para cuidar da cidade nada fizeram exceto assaltar os cofres públicos. Por outro lado, não só os moradores da cidade maravilhosa, como habitantes de outras cidades brasileiras pouco ou nada fazem para melhorar o meio ambiente das cidades onde vivem. Falando especificamente da cidade do Rio de Janeiro, é lamentável observar o local onde as casas foram edificadas, pois não é necessário entender de engenharia para saber que aquelas moradias não oferecem segurança nenhuma a seus moradores...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

*

TRAGÉDIAS NATURAIS

Sempre que acontece uma tragédia previsível, não com a violência e o volume das chuvas que se têm abatido principalmente sobre as cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, a imprensa, ávida de notícias sensacionalistas, cria um “bode expiatório”, que é o prefeito da cidade, como se este pudesse mandar construir um inteiro-chuva capaz de proteger toda a cidade. As chuvas torrenciais são próprias da estação. Ainda não li que um governante fosse, no mundo inteiro, criticado por negligência pela ocorrência de um tsunami, pela erupção de um Vesúvio ou Krakatoa, por um furacão ou por mudanças bruscas de temperatura. São fenômenos naturais que o homem não tem como controlar, mas tem de conviver com eles até que a Terra desapareça do sistema solar.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

*

OMISSÃO

As repetidas tragédias das enchentes provocadas por chuvas no Rio são historicamente conhecidas. O que choca mais ainda é a omissão das autoridades, é não darem combate às causas dessas hecatombes, fato também que há muito se conhece, mostrando a abulia desses governantes que também se repetem desde muito ao longo de muito tempo.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

*

DESGOVERNO CRIVELLA

A tragédia provocada pelo dilúvio bíblico na Cidade Maravilhosa não tem paralelo, mas a verdadeira calamidade pública do Rio de Janeiro é o péssimo desgoverno do prefeito Marcelo Crivella. Francamente!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

*

ATÉ O PRÓXIMO SOL

Mais uma chuva esculhamba a cidade do Rio de Janeiro, que já e “esculhambada”, não é, prefeito? Vão dar as mesmas desculpas de sempre. “Ah, a topografia da cidade é ingrata, fica entre o mar e a montanha”, é assim desde o descobrimento, em 1500. “Ah, os esgotos estavam dando vazão, mas pegamos uma maré enchente e as águas não escoavam para o mar, voltavam.” Enfim, os blá, blá, blás de sempre. A verdade é que não se faz manutenção na rede de esgoto. De quando é esta rede de esgoto? Do início do século 20? Aliás, não há manutenção na cidade. E por quê? O dinheiro da corrupção deixou os governos quebrados. Estão sem dinheiro, então ficam enxugando gelo e alugando o ouvido do cidadão. Não é querer politizar a questão, mas a verdade é que a corrupção instalada pelo governo PT deixou o País quebrado. O ex-prefeito Eduardo Paes, no afã de inaugurar obras para a Olimpíada, as fez a toque de caixa. Todas obras “matadas”. E estão aí hoje todas com problemas. Por que não funcionam as bombas de sucção do mergulhão na Barra? E a ciclovia Tim Maia? E as pistas do BRT? Deveria ser processado criminalmente, mas... Na chuva desta semana as equipes da prefeitura começaram a trabalhar com atraso, quando deveriam estar de prontidão desde a madrugada. É isso aí. No primeiro sol que sair, vai ser tudo esquecido e estará tudo bem. O povo não tem memória, só quem perdeu entes queridos é que a tem.  

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro 

*

A UNICIDADE PLURAL DO UNIVERSO

“Em dia histórico, cientistas revelam primeira imagem de um buraco negro” (“Estado”, 11/4, A16). A visão primeira e extraordinária do “buraco negro” nos propicia o entendimento de que o universo é uno, carregado de energia, no qual todos os elementos estão interligados. Obviamente, sob várias intensidades de energia e matérias diversas, heterogêneo. Mas tudo se explica à luz de uma causa remota e determinante dos fenômenos, que interliga essa heterogeneidade. Assim, tal como o buraco negro exerce uma atração poderosa para recolher e prender a matéria, que, graças à própria dinâmica da atração, retorna à incandescência da grande galáxia que o confina (M17), o homem age à sua imagem e semelhança. Vejam as guerras, os genocídios, a violência urbana e os desatinos de governos opressores sobre os cidadãos que governa. São nossos buracos negros, que não se perpetuam e não nos extinguem por falta de energia. Como nada é estático, as matérias se libertam e o homem também. Tudo depende de nossa capacidade energética para criar melhores dias na vida em sociedade.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

*

O BURACO NEGRO

E para quem não acreditava que existiam buracos negros (no espaço, claro, porque aqui, na Terra, há aos montes, inclusive abstratos), agora tem a foto. Einstein tinha razão, há cem anos! Sensacional! 

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

*

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA NÃO FUNCIONA!

Há algumas semanas levei meu filho de 8 anos ao cinema para ver “Capitã Marvel”. O trailer projetado antes do filme foi o de “De Pernas Pro Ar 3”, que estreou na quinta-feira. Eu sei que há famílias em que as crianças ouvem falar sobre e veem cenas de sexo desde muito novas. Não é o caso do meu. Em casa ele não assiste a nada que consideremos inapropriado, mas daí vamos ao cinema e sou pego de surpresa. O filme brasileiro tem classificação indicativa de 14 anos, algo com que não concordo, mas o absurdo é colocarem o seu trailer antes de um filme com classificação de 12 anos. Aconteceu algo parecido há alguns anos e tentei reclamar no Ministério da Justiça, mas chegou a um ponto em que desisti. A coordenação do ministério responsável pela classificação indicativa é daquelas áreas do governo em que reina a indolência.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

*

MERCADO LIVRE

Comprei pelo site Mercado Livre dois cartuchos de tinta para impressora Epson T1361, no valor de R$ 523,70. Paguei no dia 19/3 e depois de alguns dias recebo a notícia de que eles não tinham os cartuchos anunciados. Até o dia 10/4, não recebi qualquer ressarcimento do valor pago. Lamentável e não sei a quem apelar, pois é uma dificuldade tentar falar com alguém do site.

Ricardo José Duff Azevedo rjd.azevedo@uol.com.br

São Paulo

*

PROBLEMAS COM A CLARO

Gostaria de relatar minha profunda indignação com os procedimentos de vendas da Claro. Desculpem-me estar usando este canal, mas estou completamente indignada. Na semana passada, recebi uma ligação da NET-TV que me ofereceu algumas vantagens para que eu mudasse de operador do combo TV, internet, telefone fixo e, inclusive, o celular (que até então era da Vivo, com quem eu já vinha insatisfeita). Minha indignação: no dia 8 recebi uma ligação da Claro, por volta das 15 horas, em que um funcionário chamado Mateus (supervisor chamado Wagner) me disse que iria providenciar a portabilidade. Ocorre que, em razão de divergências nas informações sobre a forma de pagamento, eu não concordei em continuar o processo que me fora oferecido, mas havia informado o código de barras do chip que foi deixado aqui em casa pela operadora que instalou o combo da NET. Em seguida, a funcionária da NET, que também havia dito que faria essa portabilidade, ligou e, quando passei os dados, ela disse que não poderia mais fazer, porque esses funcionários acima citados já haviam habilitado o chip, o que eu não autorizei. Pedi para encerrarem o procedimento por causa da divergência de informações e, para minha surpresa, não deram a menor atenção à minha solicitação e deram continuidade ao procedimento para enviar uma fatura que não está incluída no plano da NET. Pergunto como a Claro realiza um acordo com a NET e os funcionários de vendas, que são terceirizados e ganham comissão, podem atropelar dessa maneira uma negociação que não está a cargo da Claro, e sim deveria estar com a NET? Agora tenho o transtorno de dirigir-me a uma loja da Claro, que só tem no shopping, onde tenho de pagar estacionamento. E, o mais grave: tive um acidente doméstico e estou com um dedo do pé quebrado, sem poder me locomover. É muita falta de profissionalismo e de comunicação entre a Claro e a NET.

Lelia Rizzi 

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.