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Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

25 de abril de 2019 | 03h00

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Oposição retrógrada

A oposição existe não só para fiscalizar, mas também para apontar erros cometidos pelo governo, entre outros misteres. Infelizmente, não é isso que se vê. O que ela mais deseja é dificultar e prejudicar projetos importantes, como a reforma da Previdência. As inúteis discussões na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados têm por finalidade única postergar e atrapalhar o andamento dos trabalhos. Não se pensa na necessidade urgente dessa reforma. A não concretização será tida como derrota para o governo. Como consequência se agravará a situação caótica por que passam as administrações federal, estaduais e municipais, aumentando, ainda mais, a crise herdada dos governos anteriores. Isso não é oposição, mas trabalhar contra o País. É, no mínimo, falta de patriotismo. 

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

Faz parte do regime democrático fazer oposição ao governo. Mas esta faz oposição ao Brasil!

LUIZ FRID 

fridluiz@gmail.com

São Paulo

Estados e municípios

Maia dá o tom a governadores: ou embarcam na reforma ou Estados ficam de fora (Estado, 24/4). Depois da vitória esmagadora na CCJ, fica mais forte a sugestão do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, de que os Estados e municípios embarquem na nau da reforma da Previdência, pois não basta somente a União resolver os seus problemas, que sãos os mesmos dos Estados e municípios. 

ULF HERMANN MONDL

hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

GOVERNO BOLSONARO

A voz da razão

Depois de Carlos, ontem foi a vez de Eduardo Bolsonaro criticar o general Hamilton Mourão, dizendo que “o que causa ruído são as declarações do vice-presidente”. Na verdade, o que causa ruído são as declarações dos despreparados irmãos Bolsonaro. Mourão é, sim, a “voz da razão e moderação” do governo, conforme constou do convite para a palestra que proferiu no Wilson Center. Eduardo e Carlos deveriam assistir a essa palestra – caso não saibam, está disponível no YouTube e no site do instituto – e, ato contínuo, agradecer ao general por representar o Brasil com distinção, competência e bom inglês.

MARCELO MELGAÇO

melgacocosta@gmail.com

Goiânia

A prole

Eduardo Bolsonaro endossa críticas do irmão Carlos, dizendo que o vice Mourão aparece demais. Acho que quem aparece demais e tem atrapalhado o presidente Jair Bolsonaro são justamente os seus filhos. Nunca na História deste país a prole de um governante atrapalhou tanto. Eles deveriam restringir-se a seus próprios mandatos e parar de criticar os integrantes do atual governo e seus aliados. Com esses filhos Bolsonaro nem precisa de oposição, ela é feita dentro de sua própria casa. Está na hora de o capitão pôr ordem na sua tropa. 

ELISABETE DARIM PARISOTTO

beteparisotto@gmail.com

São Paulo

Filhinhos de papai

Só eles, os filhinhos do papai, acham que quem está atrapalhando o governo é o competente e ilustre general Mourão, e não o grosseiro que se acha dono do País, Olavo de Carvalho, que até já se gabou de ter demitido dois ministros. Quem não tem de se meter são os filhinhos do papai e seu guru aloprado.

DÉCIO ORTIZ

decio.ortiz@uol.com.br

São Paulo

Manda quem pode...?

Decepcionante o comportamento dos filhos do presidente Bolsonaro, metendo-se onde não devem e falando baboseiras sobre o vice, general Hamilton Mourão que se tem mostrado mais equilibrado do que o próprio presidente. Carlos e Eduardo estão prejudicando o tão esperado bom andamento da Presidência. Parece até que os filhos mandam e o pai obedece!

KÁROLY J. GOMBERT

kjgombert@gmail.com

Vinhedo

Muito barulho

As polêmicas provocadas pelos filhos do presidente e alguns personagens não tão próximos, agora envolvendo nesse barulho todo o vice-presidente da República, só servem para uma coisa: fazer aquela oposição feroz do “quanto pior, melhor” se fortalecer sem muito esforço. Esse pessoal tem de deixar o disse que disse e trabalhar nas suas funções específicas. Deixem os holofotes, para que o presidente possa cumprir seus árduos compromissos em prol do Brasil!

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Licenciado?

Pergunta do momento: o sr. Carlos Bolsonaro, que é (ou deveria ser) vereador na cidade do Rio de Janeiro, pediu licença não remunerada de seu cargo para ficar nessa de só ajudar a atrapalhar a administração de seu pai na Presidência do Brasil? Parece que ele só quer arrumar confusão e brigas com membros do governo, principalmente com o vice-presidente Hamilton Mourão. Isso em conluio com um tal de sr. Olavo de Carvalho, que há tempos mora nos Estados Unidos. Com amigos desses dando palpites e fazendo intrigas, o presidente Jair Bolsonaro realmente não precisa de inimigos.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

Nitroglicerina pura

Dada a incidência dos ataques, é de perguntar: aonde Carlos Bolsonaro quer chegar? Com sua intifada pela discórdia, a única coisa que ele está conseguindo é dinamitar o governo do pai.

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

CORRUPÇÃO

Confirmado

Tivemos a confirmação pela terceira vez, agora pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), de que Lula é corrupto. O fato de ter havido uma redução da pena não altera essa constatação. Assim, pouco importam o tempo de cadeia e a possibilidade de ele ter a progressão de regime penal ou prisão domiciliar. É tão corrupto como tantos outros desonestos que temos no País.

ALDO BERTOLUCCI 

aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

Parafraseando Taiguara, “eu desisto, não existe esta justiça que eu perseguia”... Na confirmação do delito, a redução da pena. Justiça? Enfim, deixa pra lá...

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

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REMÉDIO AMARGO

Os que defendem o ex-presidente Lula podem comemorar o fato de ele ter ficado mais perto de sair da cadeira e ir para o regime semiaberto, em setembro deste ano, por causa da diminuição da pena determinada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na terça-feira – ainda que a assombração do processo do sítio de Atibaia caminhe para o desfecho na segunda instância, por causa da possível mudança de entendimento dessa prerrogativa no Supremo Tribunal Federal (STF). Mas ficou mais longe a já cambaleante credibilidade da narrativa da inocência de Lula, com a condenação por unanimidade na terceira instancia, o STJ. Lula precisa tomar um remédio amargo, que rejeita, mas uma terceira junta médica confirmou a prescrição, em dose menor, que o permite em breve fazê-lo em casa. 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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TABELINHA

Nem Pelé e Coutinho fariam uma tabelinha tão perfeita como fizeram o STF e o STJ, para um gol do inominável.

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

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SEM FURAR A FILA

Amenizaram a pena do sr. Lula, o.k. No novo recurso ao Supremo, vamos aguardar a pauta da Justiça normal. Nada de “furar” fila. Ou seja, prazos iguais para todos. Alguns anos de espera. Aguardaremos.

Jonas de Matos jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo

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MENTIRA CONSTITUCIONAL

O regozijo petista com a redução da pena do presidiário comum Luiz Inácio Lula da Silva faz todo sentido no Brasil recente, de 2003 para cá, onde o crime, o desvio da boa conduta, se tornou política do Estado. Para o PT, governar é roubar, sem medo. Ou seja, o princípio da prevenção geral, uma pitomba se, com 1/6 da pena cumprido, no bem bom em sala climatizada com televisão e água quente, o delinquente ganha a casa, a rua. Dos promíscuos presídios brasileiros pode ecoar o grito da igualdade perante a lei: todos no padrão superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Resistir contra a mentira constitucional é o que resta ao homem de bem.

José Maria Leal Paes myguep23@gmail.com

Belém

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ROUBAR NÃO É PECADO

Quando vossas excelências estiverem roubando, tomem cuidado para não deixar rastros. Mas não se preocupem muito, porque sempre a nossa Justiça irá pôr na balança a importância de vossos cargos ocupados na governança do País. Talvez alguns dos senhores vão ganhar tornozeleiras, mas continuarão a usufruir de todos os prazeres na vida, com as gordas contas abertas em paraísos fiscais, morando em mansões, viajando, mentindo, roubando, etc. Se algum juiz honesto os mandar para a cadeia, será apenas por alguns meses. Basta que falem que precisam proteger seus filhos menores, ou simular uma grave doença, e tudo estará resolvido. Porém, atenção: você, que é povo e honesto, saiba que estes conselhos são só para políticos e  funcionários públicos do alto escalão. Povo é ralé. 

Wilson Matiotta loluvies@gmail.com

São Paulo

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CORRUPTOS E BANDIDOS

Enquanto a Justiça brasileira proteger corruptos e bandidos políticos, o Brasil não sairá do atoleiro.

Antonio Carniato Filho antoniocarniato@gmail.com

Santa Rita do Passa Quatro

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TRABALHO NO SEMIABERTO

Com a possibilidade de o presidiário Lula da Silva conseguir progressão de regime carcerário para o semiaberto em setembro próximo, já dizem as más línguas que “elle” exercerá, como trabalho, o elo de “ligação” entre Odebrecht e Petrobrás. Como o cargo é de extrema responsabilidade, é obrigatório registro na sua CTPS, com a profissão já inventada por “elle” mesmo!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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FIM

Parabéns ao Lula. No seu clamor por inocência, conseguiu reduzir a pena pelos crimes confirmados em terceira instância. Agora vêm aí os demais processos. Vai cair no esquecimento. Já provocou danos demais ao Brasil.

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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LULA É CULPADO

A terceira instância ratificou por unanimidade a condenação igualmente unânime do Tribunal Regional Federal (TRF-4) do presidiário de Curitiba, Lula da Silva, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. “Lula livre” já era, portanto! Será que a diminuição da pena e da multa se deu porque os superiores magistrados entenderam que o tríplex de Guarujá, na verdade, é um dúplex?

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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O STJ E A CONDENAÇÃO DE LULA

O Brasil parece um jogo de truco.

Ottfried Kelbert okelbert@outlook.com

Capão Bonito

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FORA DO SCRIPT

Com o que, então, o Superior Tribunal de Justiça reverte apenas 0,62% das condenações da segunda instância? Coisa mais estranha! Tão estranha quanto a unanimidade e a flagrante troca de beneplácitos entre os respeitáveis ministros.

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga

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PENA PECUNIÁRIA

Parabéns ao STJ, que, da mesma forma que o STF, transmite aos brasileiros a mensagem de que o crime continua compensando, quando perdoou a maior parte da dívida do ex-presidente corrupto para meros 10% do seu valor original!

Rodrigo Echeverria rodecheverria73@hotmail.com

São Paulo

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SOLTEM O LULA DE UMA VEZ!

Conseguiram uma redução de pena para Lula e, parece, não entendo do assunto, se até setembro não acontecer sei lá o quê, o cara pode cumprir apenas parte da pena na cadeia e ir para casa. Sem querer, ao ligar a TV, vi um destes urubus que dizem ser da Justiça tentando nos impingir que a pena dada ao petista era injusta, e a reduziu de 12 anos para 8. Soltem logo o cara, mas que seja enviado para Cuba ou Venezuela. 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

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PAUTA BRASILEIRA

Enquanto o terrorismo grassa, igrejas são incendiadas e prédios desabam, o que continua e não sai da pauta é: quanto tempo Lula ficará na prisão, a nova bobagem tuitada pelo clã, as baixarias na votação do projeto da Previdência e a economia parada. Salve, São Jorge!  

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O governo acaba de conseguir aprovar a reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara por 48 votos a favor e 18 contra. Pode-se dizer que foi apenas o primeiro round de uma luta que pode ser árdua e, quiçá, decidida apenas por pontos (não pelo poder de fogo da oposição, e, sim, por uma pressão popular). Paulo Guedes e sua turma tiveram de suar um bocado para levar esta, muito menos pela astúcia e a necessidade real de economizar dinheiro e muito mais pelo “toma lá, dá cá” que Jair Bolsonaro, a despeito do que pregou na campanha, vem sendo obrigado a praticar. Eles sabem, melhor que ninguém, que a política nacional é tão carcomida, corrompida, gananciosa e maléfica – em todos os níveis (desde aquela longínqua e pequena Câmara Municipal até o Congresso Nacional) – que qualquer desejo de acabar com a velha política tenderá ao ridículo, pois quem decide tudo são os 513 deputados federais e os 81 senadores. Mas, se algo der errado, ainda tem, do outro lado, o STF para “resguardar a Constituição e os interesses nacionais”. Qualquer cidadão de bem – como ainda é a maioria do povo brasileiro – sabe que houve muito gasto e desperdício, e mais do que passou a hora de estancar a sangria desatada. Da mesma forma, sabe que a Previdência também ficou comprometida, principalmente, pela roubalheira praticada nela (quem não se lembra dos vários escândalos?) e o desvio de recursos para outros setores e fins. Entretanto, sabemos todos, dos mais humildes aos mais esclarecidos, que para a coisa ser menos injusta é necessário um esforço de todos, inclusive da classe política – carcomida, corrompida, injusta, perdulária e, desculpem, nojenta –, permitindo uma outra importante reforma, que é cortar na própria carne e diminuir drasticamente os privilégios, as vantagens, as mordomias existentes nos Três Poderes, em todas as esferas, desde o Monte Olimpo (STF) até aquelas camarazinhas municipais do interior onde também existem as mesmas formas de corrupção e gastos duvidosos. Bem ao estilo da letra da música que diz “mirem-se no exemplo...” e que tanto mal vem causando ao País.

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

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CCJ PASSOU. E AGORA?

Agora é Matemática! Delfim Netto já dizia “meu negócio são números”. As esquerdas são boas em Humanas, já em Exatas... Na CCJ o(a)s de sempre exigiam números, criticando o “sigilo” do governo. Imaginem se Paulo Guedes enviasse a eles todos os cálculos. Levariam um ano só discutindo o que são juros compostos, sem chegar a qualquer conclusão. Agora, vão receber! Quem acha que agora, na Comissão Especial, vai ser mais difícil se engana. A CCJ era Constituição e Justiça – exatamente o que o PT tem de “melhor”, porque Lula “entende” disso e dá nó em pingo d’água. Já números? O que são isso?

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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DERROTA DA OPOSIÇÃO

Sobre a matéria “Oposição diz que vai tentar suspender sessão que aprovou reforma da Previdência na CCJ” (“Estadão”, 24/4), a comunista Jandira Feghali (PCdoB-RJ), inconformada com a derrota na CCJ ao tentar impedir o prosseguimento da tramitação da reforma da Previdência, tentará apelar para o Supremo na vã tentativa propagandística de justificar a derrota democrática acachapante. A melhor argumentação dos contrários é apenas anexar os vídeos da emblemática reunião da CCJ, para os juízes verem a inconsistência das pretensões das minorias derrotados no voto. As imagens e sons falarão mais alto que milhares de palavras com argumentos falsos e vazios.           

      

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC) 

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A PREVIDÊNCIA NA CCJ

PT e aliados fazendo o que sabem fazer melhor: tumultuar, sem propor nada. Para este partido, quanto pior, melhor!

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz 

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TUMULTO

A oposição ao Brasil – ressalta-se – se vale do marasmo dos governistas para tumultuar a passagem do projeto da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). É obvio que à Justiça não cabe interferir em assunto parlamentar, correto? Os detalhes serão, certamente, debatidos na comissão especial e em plenário.

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

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PRECISAMOS CONHECÊ-LOS

O Brasil está parado, esperando a votação da regulação da Previdência Social. Desemprego, comércio, investimento nacional e internacional aguardam deputados que estão emperrando o País. Peço encarecidamente à mídia e a todos os meios de comunicação entregar os nomes destes irresponsáveis que arrasam a economia. Não é preciso mencionar os infantilizados e revoltados de sempre. O Brasil precisa dos nomes dos deputados bandidos do chamado centrão, PMDB, PP PSDB, PDT, enfim, os partidos habitualmente razoáveis, para nunca mais serem eleitos. O Brasil não aguenta mais ficar sem dinheiro e sem investimento, e pagando salários altos para estes crápulas.

Roberto Moreira da Silva  rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

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A FARRA CONTINUA

A notícia da manchete vergonhosa na primeira página do “Estadão” de 20/4 (“Em dez anos, Congresso gasta R$ 2,8 bilhões para bancar ‘cotão’”) é indecente e vergonhosa, pois para nos ludibriar mais uma vez os parlamentares simplesmente mudaram o nome do que antes era denominada “farra das passagens”, verba utilizada para ressarcir deputados e senadores por despesas teoricamente por eles pagas com passagens, combustível, refeições, etc., mediante apresentação de recibos, notas ou um comprovante qualquer. Com um detalhe de suma importância, que, além de absurdo, é totalmente incoerente: o Congresso não dispõe de nenhum mecanismo que comprove a despesa descrita no documento entregue pelos congressistas para comprovar sua legalidade.  

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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O ‘COTÃO’

Na reportagem de primeira página do “Estadão” de sábado (20/4) foi mostrado a todos o quanto o Congresso Nacional recebe, a título do chamado “cotão”. Isso significa que, além do polpudo salário que estes nossos funcionários recebem, mais outras múltiplas benesses, ainda têm este cotão, que repõe gastos não justificados aos beneficiados. Que país é este? Isso tudo precisa acabar de vez. Nós, brasileiros, não aguentamos mais dar dinheiro para estes congressistas gastarem a seu bel prazer, e muito pouco, ou quase nada, nos darem em troca.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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SEM CONSTRANGIMENTO

Como se não lhes bastassem altíssimos salários, os congressistas, tanto deputados como senadores, são ressarcidos em suas despesas de alimentação, combustível, viagens e hospedagens. Para ter uma ideia, nos últimos dez anos, só para bancar o cotão, o Congresso gastou R$ 2,8 bilhões. Pensem comigo, num país com mais de 12 milhões de desempregados, onde mais de 90% da população produtiva ganha efetivamente o salário mínimo, precisa ser muito cara de pau e não ter constrangimento diante da nossa péssima distribuição da renda.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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NÃO PODE PIORAR

A atuação dos Poderes Legislativos: trabalham só dois dias por semana e não satisfazem aos desejos e direitos dos cidadãos, só aos deles próprios e aos de sua classe e partidos. Ganham muito bem (salários, adendos e aposentadorias integrais) e sua má avaliação pelo povo e pela imprensa sugere que só há uma maneira de consertar o País: ditadura, que não necessita da aprovação dos Legislativos. Pior do que está não pode ficar. 

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

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VOSSA EXCRESCÊNCIA

Depois de absurda declaração antissemita, chamando de forma generalizada os membros da comunidade judaica de “corruptos”, não me resta outra alternativa que não me referir a Ciro Gomes não como Vossa Excelência, mas, sim, como Vossa Excrescência.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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FORA CIRO GOMES

Se Ciro Gomes não gosta dos judeus, os brasileiros, na quase totalidade, respeitam e estimam os judeus. Que vá, então, curtir seus desejos e conceitos fora do Brasil, onde suas observações poderão ser acatadas.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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O INGRATO CARLOS BOLSONARO

O vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, reprovou os termos constantes de um convite para uma palestra que foi proferida em 9 de abril, nos EUA, pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, a convite do Wilson Center, um dos mais respeitados “think tanks” do mundo. Carlos se indignou com o fato de, no convite, Mourão ter sido chamado de “voz da razão e moderação” do governo Bolsonaro. Em vez de criticar, Carlos – cujo inglês certamente não é melhor que o do irmão Eduardo – deveria encomendar a tradução da palestra, disponível tanto no YouTube quanto no site do Wilson Center, e, após assisti-la, agradecer ao general Mourão por representar o Brasil com tanta altivez, distinção e competência.

Marcelo Melgaço melgacocosta@gmail.com

Goiânia

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PELA DESARMONIA

O filho irresponsável de Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, mais uma vez e com o objetivo de prejudicar ainda mais a harmonia que não existe no seio deste governo, compartilhou no Twitter oficial do presidente um vídeo de Olavo de Carvalho criticando duramente os militares que ocupam cargos estratégicos no Planalto. Principalmente o vice, Hamilton Mourão. E este, como só lhe permite, refinadamente respondeu: “Olavo deve se limitar à função que desempenha bem, a de astrólogo”. Ora, quando é que Bolsonaro, para o bem deste país, que ele precisa governar, vai enquadrar o seu filho e este desprezível Olavo de Carvalho, amigo de sua família, que dos EUA, onde vive, quer levianamente incendiar esta República?

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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DESGASTE

A divulgação do posicionamento do vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, que é filho do atual presidente da República, desgasta ainda mais a equipe que deveria ter uma coordenação adequada para dar seguimento aos projetos do governo. Segundo o vereador, os posicionamentos do vice-presidente Hamilton Mourão são “um jogo de cena”. Como entender essas divergências, que têm participantes importantes, começando pelas relações familiares? São coisas que ultrapassam os limites aceitáveis.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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RESUMO

A nervosa situação política do País pode ser resumida de forma rasa num embate cada dia mais agressivo, deletério e belicoso: de um lado, o astrólogo, futurólogo e “filosofólogo” Olavo de Carvalho; do outro, o general Hamilton Mourão e a tropa de choque de militares do primeiro escalão do governo Bolsonaro. Entre eles, o presidente eleito que “não nasceu para ser presidente”. Pobre Brasil. Oremos...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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IGNOREMO-LOS

Em Salvador, longe do Planalto, o tempo correndo devagar e permitindo alguma reflexão, eu me pergunto como a mídia se posiciona tão fracamente em relação a Carlos Bolsonaro, contentando-se, quase toda ela, com uma rejeição por causa da filialidade. Carlos é um rapaz grosseiro, com formação e experiência ridículas, muito bom com as redes sociais, como a garotada de hoje (embora não seja mais um garoto), PhD em p... nenhuma, seguidor cego do mau flautista Olavo de Carvalho. Este senhor, ninguém se engane, foi, em passado remoto, um respeitável intelectual. Hoje tem a mente degradada pelo excesso de tabaco, que não permite uma boa irrigação do cérebro. Não é deboche, com Figueiredo deu-se o mesmo: de brilhante oficial sênior do governo, teve as artérias tomadas pelo fumo, pelo que se submeteu a arriscada cirurgia nos EUA, mas o estrago já estava feito. Se eu fosse jornalista, ignoraria Carlos Bolsonaro, mas torceria para que o presidente se mantivesse próximo ao general Mourão e fizessem, ambos, um bom governo.

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

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OS BOLSONARO CONTRA MOURÃO

Raro o dia em que o nobre deputado Eduardo Bolsonaro não aparece na mídia criticando alguém (“‘O que causa ruído são as declarações do vice-presidente’”, “Estadão”, 24/4, A8). Nada contra estar em evidência por boas ações, muito justo. Entretanto, invariavelmente são críticas destrutivas. Se alguma figura pública, por seus próprios méritos e ações, se destaca, torna-se alvo. A metralhadora, agora, está assestada no vice-presidente, Hamilton Mourão, que, malgrado alguns deslizes aceitáveis, tem se mostrado equilibrado. Muito faz quem não atrapalha!

José Perin Garcia jperin@uol.com.br

Santo André

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AVISO

Com referência à reportagem de “O Estado” de ontem, 24/4 (A1 e A8),  sobre o estranhamento entre o competente vice-presidente Hamilton Mourão e os filhos do presidente da República, alguém tem de avisá-los de que não é Mourão que fala demais, mas sim Jair Bolsonaro que fala de menos.

José Sebastião de Paiva jpaiva1@terra.com.br

São Paulo

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PACIÊNCIA

Alguns dizem que o vice-presidente Hamilton Mourão “aparece demais” (“Estado”, 24/4, A1). Ainda bem que isso ocorre. Pois ele sempre aparece com o conhecimento de um general do Exército e sabedoria para colocar a casa em ordem. Todavia, alguns também aparecem demais e só fazem afirmações que costumam criar dificuldades à administração do País. Exigindo explicações para mostrar que o que foi dito não é bem o que foi falado (?!). Existe um provérbio árabe que diz “duas coisas demonstram coragem: falar quando é necessário e calar-se quando não é oportuno”. E tenhamos paciência. O astro logo vai cair na real.

José Etuley Barbosa Gonçalves etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

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CUIDADO

Meu sossego, hoje em dia, é Hamilton Mourão na vice-presidência da República. A família Bolsonaro, além de beligerante, tem Q.I. prejudicado. Olavo de Carvalho mandando no Brasil é assustador! Que tristeza pensar em tudo o que poderíamos estar resolvendo sem os corruptos (a maioria). Os olavetes e a família Bolsonaro que se cuidem, paciência um dia acaba!

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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CHEGA

Já passou da hora de o governo e a imprensa ignorarem este indivíduo que se intitula “guru” do presidente, sr. Olavo de Carvalho. Como leitor assíduo do “Estadão”, já me cansei deste fuxiqueiro!

Mauro Roberto Ziglio mrziglio@hotmail.com

Ourinhos

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BOLSONARO REPREENDE OLAVO

Até que enfim nosso presidente abriu os olhos para o poder destruidor da guilhotina digital usada por seu guru Olavo de Carvalho para nos envolver numa versão astral dos piores momentos  da Revolução Francesa. Esperamos que os mantenha  bem abertos e voltados para os verdadeiros problemas do nosso Brasil.

Luiz Antonio  Ribeiro  Pinto larprp@uol.com.br

Ribeirão Preto

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GOVERNO BOLSONARO

Assusta um historiador querer enganar o leitor elevando o governo do PT a uma social-democracia, quando as suas atitudes disfarçadas são de socialismo (“Do fantasma Pinochet ao risco Savonarola”, “Estadão”, 24/4, A2). Aliás, o historiador deveria ter a hombridade de não citar o sr. Lula, que está condenado já em terceira instância, e também em primeira instância carregando seis processos nas costas. Disfarça sobre os governos do PT, que levaram, nos 16 (dezesseis) anos de poder, o Brasil perto da bancarrota. É lamentável um historiador esconder o maior regime ditatorial mundial, de Stalin, na União Soviética, que segundo  historiadores recentes sugerem um total provável de 20 milhões a 30 milhões de vítimas executadas, expurgadas e as que morreram em campos de trabalho e que hoje, numa análise comparativa com o nazismo, realizada por historiadores, é considerado o maior genocídio ocorrido, que supera em muito o holocausto.

José Luiz Abraços octopus1@uol.com.br

São Paulo

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‘A ESTAGNAÇÃO NAS FÁBRICAS’

Impecável o editorial “A estagnação nas fábricas” (23/4, A3), com um levantamento muito bem realizado por meio de pesquisa  feita pela Fundação Getúlio Vargas. Como tenho saído em defesa do presidente Bolsonaro e da equipe econômica, sinto-me bem à vontade para colocar críticas em relação à morosidade de certas ações que já poderiam ter sido tomadas e, assim, auxiliado a saúde de nossa fragilizada e anêmica economia. Existe, no Brasil, um grande montante de pequenas indústrias que sofrem pela elevada burocracia do cenário em que se encontram; além de muito tempo perdido, ocorre que isso acaba onerando indevidamente a produção. Para tudo é preciso uma licença, etc. Bastaria que o Executivo determinasse e a caneta funcionaria como varinha de condão: “Quero que acabe toda essa burocracia!”, como a fada madrinha transformou a abóbora em carruagem. E, num passe de mágica, poderíamos vislumbrar um novo aceno para a economia, pois o setor dos pequenos é o que mais gera empregos. Talvez a madrasta dessa história sejam algumas das grandes empresas, que, adornadas por certificações de qualidade, não desejam ver as pequenas empresas fazendo sucesso no baile; e, o pior, ainda se sentem no direito de usurpá-las. 

Irene Maria Dell’Avanzi irenedellavanzi@hotmail.com

Itapetininga

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‘PLANO DE SEGURANÇA VIÁRIA’

Leio no editorial acima (24/4, A3) que o número de mortes de motociclistas na cidade, em 2018, foi de 360, ou seja, um por dia. Não conheço os números, mas creio que nenhuma epidemia ou surto matou uma pessoa por dia na cidade, no mesmo período. Parece-me que, sendo assim, devamos tratar este triste número, uma doença, uma epidemia que está matando um jovem por dia na cidade, com o rigor, as verbas e a urgência com que tratamos uma epidemia.

Breno Lerner blerner@uol.com.br

São Paulo

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