Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

28 de abril de 2019 | 03h00

BRASIL E REINO UNIDO

Haverá semelhanças?

Há anos – desde antes do referendo de junho de 2016 em que, por apertada maioria, decidiu deixar a União Europeia – o povo britânico vive dividido, bombardeado por discursos populistas e sentindo-se relegado a segundo plano. A classe política não consegue tratar efetivamente das necessidades mais prementes da sociedade britânica: saúde, habitação, educação e estabilidade para planejamento. É pesado o fardo nos ombros dos cidadãos, como indicam os quatro principais achados de uma recente pesquisa da Britain Thinks com 2 mil pessoas. A população está profundamente angustiada, 83% não aguentam mais ouvir falar em Brexit. Os que dizem ter sua saúde mental afetada pela atual instabilidade são 64%. A classe política como um todo é vista como responsável pela situação – 83% consideram que os políticos falharam. A reputação dos dois maiores partidos britânicos está fortemente afetada, conservadores e trabalhistas são tidos como pouco competentes por 84%. E as pessoas estão pessimistas quanto a uma saída para o caos: 70% acham que novas eleições de nada adiantariam. Esta ilha é diferente do Brasil em tantos aspectos que qualquer comparação corre o risco de ser vista como devaneio. Mas há ao menos algumas semelhanças entre o Reino Unido e o nosso país, onde temas como saúde, habitação, educação e estabilidade para planejamento parecem deixados às traças. Não é surpresa que, a exemplo destes ilhéus do Atlântico Norte, o povo brasileiro esteja dividido, experimentando angústia e desesperança crescentes e, a cada notícia chegada de Brasília, mais desconfiado da classe política nacional.

PAULO DE SOUZA

paulo.desouza@ouce.ox.ac.uk

Oxford, Reino Unido

GOVERNO BOLSONARO

Sabotagem 

Michel Temer não conseguiu fazer a reforma da Previdência porque foi sabotado pela megadelação da JBS. Anunciada com dramaticidade pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, traria denúncias, com provas, envolvendo altas autoridades, desde o presidente da República até alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Não era nada disso e o próprio Janot pediu sua anulação meses depois. Mesmo assim, as consequências da falácia foram perversas para a Nação: a administração pública ficou engessada e a miséria da população continuou sua escalada vertiginosa. Pois não é que Jair Bolsonaro também tem o seu Janot? A cada avanço no árduo caminho para aprovar sua proposta de reforma da Previdência, seu filho Carlos – como Janot – faz surgir uma crise despropositada, agride aliados do presidente, já causou até a demissão de um ministro de Estado, Gustavo Bebianno, um dos mais próximos auxiliares de Bolsonaro. Recuo na reforma é combustível para moeda de troca dos maus políticos, que não são poucos. A diferença entre Janot e Carlos é que o primeiro era combatido por Temer e o segundo, ao contrário, é afagado e, por vezes, endossado pelo pai. Daí vem a indagação: é Carlos um pitbull desembestado, provocando crises em razão de seu temperamento mercurial, ou interessaria a Bolsonaro, sabe-se lá por quê, fazer naufragar o próprio projeto?

SERGIO RIDEL

sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

Rede de intrigas

No café da manhã com jornalistas, na quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro respondeu sobre o embate entre seu filho Carlos e o vice-presidente Hamilton Mourão nas redes sociais. Perguntado sobre as críticas recebidas por seu vice, disse que concorda com algumas e outras nem tanto e que o casamento com Mourão vai até 2022. Acredito que só nas aparências, para simular um bom relacionamento. O descontentamento do general é claro. Desde o início da última semana foram 16 postagens criticando-o, endossadas pelo irmão e deputado federal Eduardo Bolsonaro, e com o reforço do aval do presidente, em alguns casos, justificando que nada vai separá-lo de seus filhos, sangue do seu sangue. Não troquemos alhos por bugalhos. Ninguém em hipótese alguma deseja a desarmonia familiar, muito menos nós que o elegemos, e sim o fim dessa ingerência abusiva que tem causado desconforto no Ministério. Paciência tem limite. A do general deve estar pela tampa, a nossa já explodiu. Afinal, votamos em Bolsonaro para a Presidência ou nos Bolsonaros? Essa é a frase mais ouvida atualmente nas ruas, sinal de que mais descontentamento com essas atitudes eclode a cada dia. 

SÉRGIO DAFRÉ

sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

Bate-boca inaceitável

Inacreditável e inaceitável essa lavagem de roupa suja, escancarada, sórdida, jogando insinuações e lama sobre as pessoas, causando cizânia e desconforto em todo o mundo, até entre os eleitores de Bolsonaro. Estamos pasmos, estupefatos, por ver tamanha fragilidade e a infantilidade cruel de nossos dirigentes ou familiares que insistem em se digladiar via tuítes e outro meios de comunicação. Será possível que seus protagonistas ainda não tenham percebido isso, após tantas chamadas nos jornais digitais e/ou impressos e televisivos? Ser transparente não é chamar para a briga, não é incitar, fofocar, dar indiretas maldosas. Esperam-se de um governo tranquilidade, segurança, firmeza e coesão entre seus membros. Preocupações apenas com economia ou segurança não bastam. É urgente que haja também, e principalmente, apreço e cuidados para com seus eleitores, que em outubro compareceram às urnas confiantes de haverem escolhido um bom nome.

REGINA ULHÔA CINTRA

reginaulhoa13@outlook.com

São Paulo

LULOPETISMO

Revolta popular

A ex-presidente Dilma Rousseff, em ato político organizado em Buenos Aires, afirmou que o também ex-presidente Lula da Silva encarna a vontade de revolta do povo. Acertou! Pois o povo jamais esteve tão revoltado como ficou com os quase 14 anos de promessas mentirosas dos governos petistas, que, ao contrário da probidade e do respeito prometidos, brindou o povo brasileiro com um rol infindável de atos de corrupção e outros malfeitos criminosos.

MARCELO GOMES JORGE FERES

marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

SEGUNDA INSTÂNCIA

Na Câmara

Finalmente a Câmara dos Deputados vai legislar sobre a prisão após condenação em segunda instância. A decisão é de suma importância, já que o Supremo Tribunal Federal caminha há anos sobre o fio da navalha, ora indo para um lado, ora para o outro, deixando a Nação e o mundo jurídico em grande insegurança institucional. A maioria da Nação, e a Lava Jato em particular, agradecem.

PAULO SERGIO ARISI

paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre 

NA FALTA DE COISA MELHOR...

É preciso ficar claro aos desapontados com a pesquisa Ibope que mostra queda expressiva da popularidade de Jair Bolsonaro que a possibilidade de essa rejeição ocorrer sempre foi real, uma vez que o presidente foi eleito principalmente pelo voto antipetista, cuja simpatia por Bolsonaro nunca foi entusiasmante. Enganam-se os que imaginam que com Fernando Haddad a situação estaria melhor. O PT era e continua sendo alternativa inviável após o desastre Lula/Dilma. A opção, agora, é a pressão contínua da opinião pública sobre o governo e o Congresso para aprovar a reforma da Previdência e seguir em frente. Bolsonaro é o que temos para hoje, apesar dele próprio e de seus filhos. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

*

IBOPE

Bolsonaro afirma que não nasceu para ser presidente e o povo confirma, conforme pesquisa divulgada.

Vidal dos Santos vidal.santos@yahoo.com.br

Guarujá

*

APOIO PÚBLICO À REFORMA

O presidente Jair Bolsonaro, se já na sua campanha eleitoral não defendia com convicção a reforma da Previdência, que é essencial para a reorganização das contas públicas e alavancar a economia brasileira, somente depois de quase 120 dias de ter assumido o Planalto veio a público (24/4) para pedir a colaboração do Congresso, dos empresários e da nossa sociedade para a aprovação desta reforma.  Espero que após este gesto positivo, o presidente definitivamente se aproxime do Parlamento e dos govenadores e fique distante das mesquinharias palacianas...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

*

BALEIAS

A reforma da Previdência, consensualmente vital para a sobrevivência do País, deve ser analisada objetivamente pelo Congresso Nacional em todos os seus aspectos e ter como foco a garantia das aposentadorias dos que hoje formam a força de trabalho. Como autor da proposta, é natural que o Executivo ceda em alguns pontos, mesmo correndo o risco de ver seu texto relativamente desidratado, o que, possivelmente, o obrigará a revisitar o problema em algum lugar do futuro. O que não deve continuar é a politização superlativa do tema, com a oposição pela oposição liderada pelo rosnar da mesma esquerda que, durante os 14 anos em que esteve no poder, nunca apresentou alternativas plausíveis para enfrentar o crescente déficit previdenciário, nem com comemorações exageradas do governo por uma eventual vitória, já que a questão extrapola o clima de arena e constitui instrumento de salvação nacional. Prosseguir a discussão nestes termos equivalerá a disputar um jogo de resultado negativo, semelhante ao configurado, por exemplo, pelo extermínio das baleias, no qual todos os lados perdem.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

*

NOTAS FISCAIS SECRETAS

A melhor defesa é o ataque! Acuado, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, monocraticamente, decidiu abrir inquérito para intimidar aqueles que denunciaram os seus malfeitos. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), se recusou a apresentar as notas fiscais no montante de R$ 1 milhão, referentes a despesas realizadas no período 2014 a 2018 com três pequenas gráficas de Brasília, apesar de o Senado dispor de um complexo parque gráfico. Legislando em causa própria, na aba de suspeitíssima decisão dos tempos de seu concorrente à presidência da Casa, decidiu delegar aos senadores o direito de tornar secretas as notas fiscais de gastos realizados com a verba indenizatória de gabinete, destinada especificamente a pagar despesas com alimentação, transportes, consultorias e afins. A indecente semelhança entre esses gestores públicos não é mera coincidência. Caras de pau, assumiram o decoro e a ética como carros-chefes em seus discursos de posse. Na linguagem de minha terra, isso se chama "sem-vergonhice"! Na linguagem de sinais: "às favas a moralidade, o último a sair apague a luz!".

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

*

GUERRA AO MEIO AMBIENTE

O presidente Jair Bolsonaro deixou clara sua intenção de remover o obstáculo representado pelo meio ambiente para permitir o crescimento da Nação. Na visão tacanha deste governo, todos os maravilhosos biomas do País com a maior biodiversidade do planeta são apenas mato a ser removido para o plantio de soja. Está na hora de o mundo civilizado se posicionar contra a destruição sumária dos biomas brasileiros. Para isso bastaria os países civilizados pararem de importar a safra de soja envenenada de agrotóxicos proibidos que o Brasil oferece. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo 

*

O PODER DE CENSURAR

O que ofendeu a sofisticada sensibilidade do presidente da República para pedir a retirada do comercial do Banco do Brasil do ar e demitir seu diretor de marketing? A mesma coisa que ofendeu um guarda municipal de Ouro Preto que na Semana Santa pisoteou um tapete de serragem produzido por fiéis por homenagear Marielle Franco. Nesta nova era, um simples centurião de guarda do interior tem poder de revogar a Constituição federal e decretar sua própria lei. Imagine um presidente da República.

José Tadeu Gobbi tadgobbi@uol.com.br

São Paulo

*

COMERCIAL CENSURADO

Se eu fosse jovem ou negra ou homo ou fora do padrão Bolsonaro de normalidade, e tivesse conta no Banco do Brasil, fecharia imediatamente. Aliás, fecharia de qualquer maneira, sendo branca, meia idade, hetero, que seja! Que ridículo! 

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

*

QUEM FALA O QUE QUER...

O controverso ministro Gilmar Mendes disse aos quatro cantos, especialmente no fórum de Direito em Lisboa, que a Operação Lava Jato virou um "partido político". Na verdade, omitiu que ele próprio é o maior "candidato político fanfarrão", que protege e coloca na rua seu corrupto predileto, daí o seu codinome de "Pai Gilmar". Aliás, como sempre faz propaganda negativa do País em suas aparições no exterior, "fala o que quer, ouve o que não quer", como já dizia aquela senhorinha de Taubaté!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

*

GILMAR MENDES

Sobre a entrevista do ministro Gilmar Mendes ("Estado", 25/4, A8), em Portugal, de adrede, uma indagação: ele vive em Portugal? Afirma que a Lava Jato virou partido político. É uma opinião, e bem que poderia deixar de ser respeitada. E o que virou o STF, que deveria ser o guardião da Constituição federal? Essa indagação é pertinente, sobretudo porque extrapola os limites constitucionais, ao assumir as funções da Procuradoria-Geral da República. Pela Carta de 1988, o ente estatal que julga não pode ser também inquisidor.

Dárcio Mendonça Falcão dmfalcao@aasp.org.br

São Paulo

*

NÃO FOI FELIZ

O ministro Gilmar Mendes, participando de um fórum de Direito em Lisboa, afirmou que a Lava Jato se transformou num partido político ("Estadão", 25/4, A8). Porém Sua Exa. não foi feliz, porque a Lava Jato é uma instituição séria de combate à corrupção, enquanto os partidos políticos, muitas vezes, servem de abrigo aos corruptos. A diferença é grande!

Walter Rosa de Oliveira walterrosa@raminelli.com.br

São Paulo

*

'SUPREMO BANQUETE'

Lagosta, champanhe, vinho e whisky: o novo cardápio do STF. Enquanto isso, muitos passam fome! 

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

*

NEM AÍ

Ao que parece, o STF não está nem aí para o Direito, a ética e a moral. Conceder o direito ao mais corrupto do mundo de conceder uma entrevista coletiva é o fim. Um criminoso condenado e preso, ao que parece, só deveria, no máximo, dar depoimento nos muitos processos nos quais é indiciado e/ou condenado. Esta entrevista de Lula não passa de um arrepio às leis, um desaforo à população brasileira, uma agressão a todos os que tiraram a quadrilha deste chefão dos destinos deste Brasil, tão sofrido e dilapidado no período em que esta rota figura e seus "cumpanhêros" estiveram no poder. Ou não?

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

*

JUDICIÁRIO AFINADO (ATÉ DEMAIS)

Ao contrário do que pretende fazer crer o articulista no editorial "8 x 0" (25/4, A3), a mais recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no caso do ex-presidente Lula e o tríplex do Guarujá, despeja ainda mais dúvidas sobre a imparcialidade do Judiciário. Com efeito, não causa estranheza que os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) que julgaram o recurso pensam exatamente da mesma forma entre si? Exemplo: todos os três decidiram que a pena de 9 anos e 6 meses imposta em primeira instância deveria ser majorada para exatos 12 anos e um mês. Não 12 anos. Não 13 anos e 1 mês. Mas 12 anos e um mês. Da mesma forma, todos os ministros do STJ que participaram do último julgamento reduziram a pena para 8 anos, dez meses e 20 dias. Não 15 dias. Não 1 dia. Mas 20 dias. Até o número de dias foi o mesmo entre todos! Alguém consegue acreditar sinceramente que esses julgamentos - nos quais não há debates nem embate de teses - não são combinados entre os julgadores? Apenas para constar, ao contrário do que se diz, a 5.ª turma do STJ, em momento algum, reafirmou a culpabilidade do réu. Ao contrário, todos os ministros foram enfáticos em realçar o teor da Súmula n.º 7 do tribunal, que diz não caber às vias extraordinárias (como é o STJ) o revolvimento de fatos e provas. O julgamento foi apenas sobre teses jurídicas, não fáticas.

Thiago V. de Carvalho Soares carvalhosoares@outlook.com

Itatiba

*

A ENTREVISTA DE LULA

Pelo jeito este um ano de prisão em nada mudou o demiurgo de Garanhuns, pois afirmou que todos deveriam fazer uma autocrítica, coisa que o PT nunca fez. Que tal fazer o que prega? Outra afirmação estranha é dizer que o Brasil está sendo governado "por um bando de malucos". Sinceramente, pode não ser o melhor dos mundos, mas com certeza é melhor do que ser governado por um bando de ladrões e corruptos, como ele e seu partido durante os últimos 13 anos.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

*

AUTOCRÍTICA

Na longa e manjada xaropada de Lula para Mônica Bergamo, na "Folha de S.Paulo", destaco a candente autocrítica do ex-presidente: "Já tenho 73 anos. Poderiam ter deixado eu morrer e meu neto viver".

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

*

PRESO 'IMPORTANTE'

Espero que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski não tenha permitido que Lula cobre por escolher a quem quer dar entrevista. Seria bom se tivesse sido uma confissão pública dos crimes cometidos e apenados em três instâncias.

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

*

DIRETO DE CURITIBA

A continuarem as autorizações para entrevista, logo teremos na "TV Justiça" o "Lulla em Cadeia"...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

*

COMPANHIAS AÉREAS - FISCALIZAÇÃO

Na quinta-feira, 25/4, as companhias aéreas iniciaram a fiscalização da bagagem de mão. Neste primeiro momento, apenas nos aeroportos de Brasília, Curitiba, Campinas e Natal. A partir de 2 de maio, nos demais aeroportos. Pergunta: quando começará a fiscalização do preço extorsivo das passagens aéreas, que deveriam ter baixado quando entraram em vigor as novas regras de cobrança relativas às bagagens?

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Vicente Pires (DF)

*

DESPACHO DE BAGAGEM AÉREA

Sobre a matéria "Comissão aprova despacho gratuito de bagagem aérea" (26/4), comento que desde 2012 tenho viajado no mínimo duas vezes por ano de São Paulo a Fortaleza e constatei que a promessa de reduzir o preço das passagens para compensar a cobrança da bagagem despachada é pura balela. Eu levo uma bolsa de grandes dimensões (prancha), mas de peso inferior a 23 kg. Até 2017 nunca fui cobrado. Em 13/11/2014 paguei R$ 218 para ir de Guarulhos a Fortaleza (Gol 1900). Em 3/8/2018 viajei no mesmo trecho (Gol 1528), mas paguei R$ 545. Mas as coisas pioraram. Agora as companhias (todas) inventaram uma nova extorsão: exigem pagamento extra para material esportivo. Valor: R$ 150. E dane-se o passageiro. 

 

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

 

Tudo o que sabemos sobre:
Jair Bolsonaroreforma previdenciária

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.