Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

01 de maio de 2019 | 03h00

INFRAESTRUTURA

Reduzir o custo Brasil

O editorial O dever do saneamento (29/4, A3) mostra a incongruência do nosso país, que, tendo a oitava economia do mundo, ocupa a 106.ª posição quando o tema é saneamento. Quanto à infraestrutura de transportes, a situação é ainda pior. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, nossa classificação é a 123.ª. É difícil atender às demandas da oitava economia com a 123.ª infraestrutura de transporte. Enquanto nossa safra anual de grãos supera 230 milhões de toneladas, não temos hidrovias nem trens. Ainda nos lembramos das cenas de caminhões transportando soja atolados na BR-163, que nem é pavimentada. As filas de caminhões nos portos se repetem todos os anos. A construção do metrô de São Paulo começou há mais de 50 anos e até hoje mal chega a 100 km de malha. Sem tomar exemplos de nações desenvolvidas, Nova Délhi, capital de um país com renda per capita bem mais baixa do que a nossa, começou a construir seu metrô há apenas 20 anos e no próximo ano terá mais de 400 km de linhas. Na Índia há obras de construção de metrô em andamento em 14 cidades e projetos em outras 15. O critério é que toda cidade com mais de 2 milhões de habitantes tenha metrô. A China não teria tido o impulso de desenvolvimento econômico que experimentou não fossem os pesados investimentos em infraestrutura. Os exemplos são numerosos. Aqui precisamos urgentemente diminuir o custo Brasil, melhorando substancialmente a nossa infraestrutura.

TARCÍSIO BARRETO CELESTINO, International Tunnelling and Underground Space Association

tarcisio.celestino@ita-aites.org

São Paulo

ZONA FRANCA

‘A inovação de R$ 50 bilhões’

O benefício tributário de que trata o editorial de domingo (28/4, A3), concedido pelo “legislatismo” do Supremo Tribunal Federal (STF) a empresas de fora da Zona Franca de Manaus que comprem insumos produzidos naquela região, autorizando-as a contabilizar como crédito tributário um valor de IPI que nem sequer foi cobrado na região produtora, afronta a lógica e a inteligência. Se não estivesse proibido fazer críticas ao egrégio tribunal e seus excelsos membros, o custo de R$ 50 bilhões dessa “bondade” para a União nos levaria a desconfiar de algo menos nobre que ignorância. Só nos resta concluir que se trata do tal “federalismo de cooperação”, nas palavras de Dias Toffoli, que defendeu o benefício.

JORGE MANUEL DE OLIVEIRA

jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

Dá para entender?

A decisão do STF de conceder isenção do IPI a empresas que comprarem das empresas da Zona Franca não ajuda em nada o esforço que o governo federal está fazendo para equilibrar as contas da União. Não sei se o STF, ao julgar, tem de levar isso em conta. Mas a perda de receita, estimada em mais de R$ 30 bilhões, vai obrigar o governo a cortar o orçamento de outros órgãos. Não sei o que levou a maioria dos ministros do Supremo a tomar essa decisão, não sei que visão eles tiveram. Eu, na minha visão, acho um absurdo conceder isenção de tributo e a empresa ainda usar essa isenção como crédito para abater outros tributos. Está sendo duplamente beneficiada, ao não pagar o tributo e ainda usá-lo como crédito para pagar menos impostos. Como se permite abater um tributo que a empresa não pagou? Alguém pode me explicar isso? E o preço do produto cairá em função desse crédito? 

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

ECONOMIA

De outros carnavais

O editorial econômico Razões para as preocupações da indústria (28/4, B2) apresenta um cenário realista das dificuldades do setor. Além das críticas apresentadas no texto, é evidente que se esperava mais empenho do presidente da República com relação à atuação das pequenas empresas, desonerando e desburocratizando esse segmento, que é o que mais emprega. Quanto à afirmação de que “a queda da atividade industrial se deveu ao fato de o carnaval ter sido em março”, desde que voltou de recesso, em fevereiro, o Congresso Nacional faz um carnaval para aprovar a reforma da Previdência. No STF, o carnaval tem requintes de Copacabana Palace, com licitação de R$ 1,1 milhão para compra de lagostas, vinhos... Esses outros carnavais deveriam fazer parte do “quadro preocupante” mencionado pelo economista Marcelo Azevedo, da CNI. “Cantando eu mando a tristeza embora...”.

IRENE MARIA DELL’AVANZI

irenedellavanzi@hotmail.com

Itapetininga

EM SÃO PAULO

Ceagesp

O governo estadual tem demonstrado, já há alguns anos, a intenção de transferir a atual Ceagesp para área maior, nas proximidades do Rodoanel. Levando em consideração o tamanho da Grande São Paulo e seu constante tráfego congestionado, acredito ser melhor a criação de mais três Ceagesps nas periferias norte, sul e leste, próximas ao Rodoanel, permanecendo a atual onde está, na zona oeste, já perto do dito Rodoanel. O abastecimento seria mais simples porque os fornecedores de hortifrutigranjeiros não precisariam entrar na cidade e os compradores circulariam menos para se abastecer. Será mais uma contribuição para reduzir o intenso tráfego deste nosso monstro de 20 milhões de habitantes, além da sensível economia de tempo e combustível resultante. Muito mais racional!

HOOVER AMÉRICO SAMPAIO

hoover@mkteam.com.br

São Paulo

Edifício W. Paes de Almeida

A foto do Desastre do Paiçandu, um ano depois (29/4, A1) só evidencia a incompetência das autoridades municipais, que até agora não conseguiram limpar o terreno onde ficava o prédio que ruiu. Ali está depositado, na forma de cinzas, um sem-número de substâncias tóxicas, nocivas para a saúde de quem mora próximo ao local e dos que por lá transitam. Só isso já justificaria a pronta remoção desse material, com parte do solo junto, seguida de impermeabilização da área. As consequências de um incêndio não terminam após o fogo ter sido extinto.

PEDRO LUIZ BICUDO

plbicudo@gmail.com

Piracicaba

TRAGÉDIA NO MAR

Carol Bittencourt

Se a modelo estivesse usando um colete salva-vidas, decerto não teria acontecido essa tragédia. A Capitania dos Portos tem de redobrar o aviso aos passageiros de pequenas embarcações sobre a necessidade do uso do colete. E ordenar aos donos das embarcações que não zarpem se algum passageiro estiver sem o colete atrelado.

GILBERTO DE OLIVEIRA

gilbertopai@uol.com.br

São Paulo

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1.º DE MAIO

Neste feriado de 1.º de maio há nada menos que cerca de 13 milhões de desempregados no País (1,7 milhão no Estado de São Paulo) e outros tantos subempregados e desalentados. Como ironia da História, este gigantesco contingente de trabalhadores sem emprego, ocupação e renda é a herança maldita dos incompetentes e corruptos desgovernos do Partido dos Trabalhadores (PT). Pobre Brasil.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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NADA A COMEMORAR

Se a angústia de milhões de famílias brasileiras já era grande com o alto nível de desemprego, na véspera do Dia do Trabalho, 1.º de maio, aumenta a aflição, porque o IBGE divulga sua Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua indicando que o desemprego subiu de 12,4%, em fevereiro, para 12,7% (ou 13,4 milhões de pessoas) no trimestre que compreende de janeiro a março deste ano. Portanto, nada a comemorar! Com o fim da orgia do Imposto Sindical obrigatório, em boa hora enterrado pelo ex-presidente Temer, acabou também aquela farra dos sindicatos que, com recursos dos contribuintes, sorteavam carros e contratavam a peso de ouro artistas renomados para festejar o 1.º de maio. Tudo com o objetivo único, lógico, de ludibriar os trabalhadores. Se o PT de Lula é responsável por esta desgraça do atual nível de desemprego, o presidente Jair Bolsonaro, infelizmente, decepciona, porque na sua gestão este quadro desolador do mercado de trabalho piorou. Nos seus primeiros 120 dias de governo, de forma irresponsável, Bolsonaro foi pródigo somente em promover crises tolas na companhia de seus filhos. Não teve a capacidade para motivar e manter a boa expectativa para a nossa economia que existia no fim da gestão anterior. Perdeu a confiança do mercado e a atividade produtiva retrocede, com expectativa de um novo PIB medíocre. Porém o que incomoda é a inaptidão de Bolsonaro em presidir o País. De que adianta ter um novo presidente, mas com previsão de um futuro sombrio?

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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A FESTA ACABOU

O Dia do Trabalho e do trabalhador, não só no Brasil, como em diversos países no mundo, é um feriado nacional. A data foi criada em 1866, em Paris, com o intuito de homenagear uma manifestação feita por americanos trabalhadores em Chicago que reivindicavam melhores condições de trabalho – até que gerou grande polêmica e, infelizmente, resultou em dezenas de mortes, prisões e muita violência. O principal objetivo do Dia do Trabalho, instituído logo depois, é realizar festas, manifestações, passeatas, protestos e reivindicações, entre outras atividades. O excesso de direitos contidos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) conduz à injustiça e cai como uma luva no tempo presente, de alta do desemprego, que vem assolando o País. As grandes conquistas dos trabalhadores ao longo de dois séculos fizeram com que o empregador buscasse meios de substituir o trabalhador pela automatização, pelo argumento simplista de que o trabalhador não pode ser submetido a trabalho que exija grande esforço físico com risco de acidente. Com isso, muitas profissões estão desaparecendo e estão em vias de extinção. No Brasil, principalmente, o sindicalismo selvagem de outrora e políticas governamentais equivocadas foram os principais geradores do desemprego. São os mesmos que hoje erguem a bandeira da manutenção do emprego, renunciando a uma série de conquistas como meio de evitar o fechamento de empresas e, consequentemente, a perda de milhares de postos de trabalho. Chegamos, no Brasil, ao expressivo patamar de 13,4 milhões de desempregados. Com isso, acabaram as grandes ostentadoras festas de 1.º de Maio das centrais sindicais, com distribuição de prêmios milionários como apartamentos, carros e eletrodomésticos, à custa de contribuições tomadas compulsoriamente dos trabalhadores. Agora, a realidade é outra. As festas e a farta oferta de emprego acabaram, e quem mais perdeu foi o trabalhador, agora na rua da amargura.

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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EMENDA NO CONGRESSO

Em homenagem ao Dia do Trabalho, que este ano caiu numa quarta-feira, nossos dedicados deputados federais resolvem não trabalhar a semana inteira. E olhem que necessitarão de 40 (!) sessões para analisar a PEC da urgentíssima reforma da Previdência! Haja tolerância...

Nivaldo Ribeiro Santos nivasan1928@gmail.com

São Paulo

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CASO CONTRÁRIO...

Para desalento dos que torciam contra, a economia dos Estados Unidos cresceu a uma taxa anualizada de 3,2% entre janeiro e março do corrente ano, bem acima dos 2,2% estimados por muitos economistas. O surpreendente é que o citado índice ocorre em plena retração econômica global, marcada por ferozes guerras comerciais, e em meio aos tremores que vêm sacudindo a administração Donald Trump. Por outro lado, aqui, na terra de Pindorama, o crescimento do PIB para 2019 previsto pelo Banco Central é de 2% e as preocupações são crescentes, motivadas principalmente pela reforma da Previdência, que patina, por causa de uma oposição que é contra, mas nem sabe por que, e comanda sua histeria provavelmente de um dos anéis de Saturno. Além disso, o índice de desemprego soluça em refluxo e os poderosos caminhoneiros ameaçam de novo parar o País, o que, certamente, raquitizará ainda mais a economia. Tomara que uma espécie de bom senso nacional prevaleça. Caso contrário...

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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PESQUISA FOCUS

Em relação ao editorial “Tempo de aperto e de cuidado” (“Estadão”, 27/4, A3), gostaria de tecer as seguintes considerações: a Pesquisa Focus, do Banco Central, poderia ser muito mais útil ao País se fosse modificada para mostrar uma expectativa mais realista do PIB. Não é necessária uma bola de cristal para prever que, em 2019, o PIB dificilmente crescerá mais do que o 1,1% de 2018. Basta apenas observar seus componentes. Quem espera que cresça 1,7% o conjunto dos gastos do governo, investimentos, consumo e exportações líquidas? O que se pode prever, infelizmente, é que já avançando bastante no segundo semestre, a pesquisa Focus vai provavelmente descobrir que o PIB vai crescer bem pouco em 2019, menos da metade da sua previsão inicial... Qual é, portanto, a utilidade prática dessas previsões? Melhor reformulá-las, ou então não fazê-las.

Fernando T. H. F. Machado fthfmachado@hotmail.com

São Paulo

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NOVA PREVIDÊNCIA

Não é necessário grande exercício de futurologia ou astrologia para chegar à conclusão de que a maioria da população brasileira não tem a mínima ideia do conteúdo e das consequências do projeto em tramitação da Nova Previdência, principalmente levando em conta a intenção do governo e de parte do Congresso de manter sigilo sobre vários aspectos da peça. Evidentemente, quem aderiu cegamente o bolsonarismo defende o projeto com unhas e dentes. As viúvas do lulopetismo combatem o projeto desesperadamente. O Novo Velho Centrinho continua negociando trocas e vantagens, pensando em seu eleitorado, mas assustado com o terrorismo governamental que só sabe afirmar que, não aprovando a proposta, vai faltar dinheiro para tudo, e vamos fechar o Brasil, que é maior que grupelhos. Permitam defender meus colegas economistas que têm o dever de ofício de só dar boas notícias sabendo que sempre é morto o mensageiro das más notícias.

Carlos Gonçalves de Faria sherifffaria@hotmail.com

São Paulo

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ABSURDO

Câmara dos Deputados aprovou projeto relatado pelo deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força Sindical, que isenta partidos de multas e punições por não cumprirem legislação eleitoral no uso dos recursos do Fundo Partidário. Nem o PT teve coragem de pedir descaradamente para desviar recursos. Absurdo! 

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo 

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DENTRO DA LEI

“Governo quer livrar de pena quem atirar em invasor de terra” (“Estado”, 30/4). Mais um absurdo da mente do nosso presidente. Quer transformar o produtor rural em criminoso? E se o crime em defesa do imóvel for praticado por um dos seus empregados, quem vai responder pelo crime, o empregado ou o proprietário? Como essas invasões não são feitas apenas por um indivíduo, pode até haver mortes de ambos os lados, numa verdadeira batalha. É isso o que deseja? Ou está pensando que os proprietários vão formar grupo policial em cada propriedade passível de invasão para guerrear contra possíveis invasores, em substituição ao dever do Estado? Melhor seria se investisse mais em reforma agrária, dentro da lei, e em terras improdutivas, pagando valores justos aos proprietários e dando a terra a quem delas precisa e pode tirar sustento e criar riquezas. Combateria, assim, as massas de manobra de movimentos como o MST. O problema precisa ser resolvido dentro da lei, e não por meio de mais conflitos, capitão! 

Adriles Ulhoa Filho adriles@uai.com.br

Belo Horizonte 

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RURALISTAS ARMADOS

Chegavam pelas estradas qual nuvem de gafanhotos portando bandeiras do MST, foices, enxadas, facões – e sabe-se que armas de fogo também, mas de maneira mais velada. Invadiam as fazendas, roubavam gado, o que não roubavam aleijavam, passavam com máquinas destruindo plantações, destruindo maquinários, e – como no caso de um amigo meu – sua casa, que era sua residência principal, que continha todas as memórias de uma vida inteira, foi queimada e derrubada até o chão. Não sobrou uma foto, um registro pessoal. Isso era o que acontecia nos últimos 15 a 20 anos com o beneplácito do governo petista.  Agora, o atual governo quer liberar arma para proprietário rural e livrá-lo de pena caso atire em invasor. E por que não? Propriedade privada é cláusula pétrea na Constituição, e, como disse Bolsonaro, “é sagrada e ponto final”. O proprietário rural vai esperar que invadam suas terras e destruam sua propriedade sem reação? E é isto, uma reação, portanto, legítima! Aliás, este discurso que há tempos nos repetem como cucos de que não devemos reagir diante de um assalto caiu a calhar no meio da criminalidade, que desde então se sentiu confortável e já à espera de que nos rendamos como cordeiros. E, ainda assim, nos matam. A defesa da própria vida e dos seus bens é instintiva, natural e saudável. O que não é natural é render-se sem luta. Não faço uso de armas nem farei, mas defendo o direito do porte e uso para todos os que se qualifiquem. Chega de berrar como cabrito no sacrifício. Vamos à reação.

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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DEFESA DA PROPRIEDADE

O presidente Bolsonaro apoia a defesa armada da propriedade rural. Vale a mesma coisa para os índios defenderem-se contra madeireiros, grileiros e garimpeiros? Ou nem todos são iguais perante a “lei”?

Tibor Raboczkay trabocka@iq.usp.br

São Paulo

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ERRANDO MAIS QUE TRUMP

O presidente Bolsonaro (e seus filhos) precisa pensar antes de se comunicar. Há pouco, ele usou uma frase que desagradou todo mundo, mas se tivesse perguntado “quem deveria morrer, o ladrão armado que invade o sítio de um honesto trabalhador ou este  dono do sítio?”, teria sido menos agressivo, mesmo porque no nosso Código Penal já existe a lei que defende o proprietário que por necessidade e em legítima defesa mata o ladrão. Muitas vezes, como dizia meu velho pai, “falar é prata; calar é ouro”.

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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‘O RISCO BOLSONARO’

“Ou o presidente nega seus atos ou é incapaz de entender as próprias palavras. Qual dessas hipóteses é a mais preocupante?” (“Estado”, 30/4, A3). A resposta a essa pergunta – final do editorial “O risco Bolsonaro” – é: estas hipóteses só deixarão de ser preocupantes a partir do momento em que o mercado parar de levar a sério os palpites infelizes do presidente. Ou seja, em vez de reagir nervosamente a cada fala estapafúrdia de Bolsonaro, o mercado faria melhor se adotasse a estratégia popular tipicamente brasileira do “deixa pra lá...”. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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UM GOVERNO CONTRA O MEIO AMBIENTE

O artigo de Eliane Cantanhêde de 26/4 (“Um espanto!”) foi mais um que vem em socorro do meio ambiente diante de um governo cujo presidente continua um ferrenho opositor da sustentabilidade, apesar de todos os estudos de cientistas do planeta. Um presidente que insiste em não aceitar a veracidade do aquecimento global. Para tanto, escolheu um ministro do Meio Ambiente que veio imbuído de priorizar o empreendedorismo à custa do meio ambiente, assunto sobre o qual não entende nada. O ministro Ricardo Salles, condenado em primeira instância por fraudar processo de proteção ambiental, só pôde tomar posse por recorrer à segunda instância e pelo interesse particularíssimo do presidente. Afinal de contas, não é possível que no grupo que apoiou o então candidato Bolsonaro em sua candidatura à Presidência não houvesse ninguém melhor para tão importante cargo. Paralelamente, o projeto que prevê o fim da exigência de diversas licenças ambientais mais flexíveis ganha urgência na Câmara. Foi escolhido como relator o jovem deputado por São Paulo Kim Kataguiri, aparentemente alheio ao aquecimento global. Disse ele que o objetivo é o “equilíbrio entre o setor produtivo e os ambientalistas, para que o licenciamento ambiental deixe de ser uma mera burocracia para ser parte do planejamento do empreendimento”. Ao deixar os empreendedores sem uma fiscalização justa e eficiente, poderão se repetir as nefastas tragédias causadas pela Samarco e pela Vale, por exemplo, com centenas de vítimas fatais e duas bacias hidrográficas seriamente afetadas, além da ameaça ao Parque de Abrolhos. Também não pode o Ibama ficar sujeito aos desejos do ministro do Meio Ambiente, como vem acontecendo para a exploração de petróleo na área de Abrolhos.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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A QUESTÃO AMBIENTAL

O aumento em 13,7% do desmatamento da Amazônia em relação aos 12 meses anteriores provocou a publicação de manifesto assinado por 602 cientistas pedindo para que a União Europeia (UE) condicione a compra de insumos brasileiros ao cumprimento de compromissos ambientais. É sinal de que o mundo não vai deixar o seu “pulmão” sendo destruído pela exploração predatória da Amazônia. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, atribuiu o manifesto à ONGs internacionais e interesses comerciais. Essa leviandade não resolve o problema da má vontade do Brasil em enfrentar a calamidade na Amazônia, pois neste caso, sim, há muitos interesses comerciais de malandros brasileiros e estrangeiros. É tolice pensar que o problema das mudanças climáticas é dos outros (as últimas chuvas em Minas Gerais e no Rio de Janeiro são testemunho), que o acordo climático de Paris é bobagem e por aí vai. Essa visão errada da questão prejudicará mais a nossa imagem, além do comércio exterior. Acorde, Brasil!

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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MIMIMI DE MALANDRO

Esta chiadeira das ONGs estrangeiras contra o desmatamento no Brasil pode se resumir numa frase: “Farms here, forest there”. Grupos estrangeiros financiam ONGs para inibir o agronegócio brasileiro, com o qual eles não querem nem podem competir. Desistiram de financiar João Pedro Stédile e seu MST, optando por usar as “insuspeitas” ONGs, que têm maior poder de repercussão no exterior. Está na hora de acabar com a blague dos anos 70 de que “brasileiro é tão bonzinho”.

Cláudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo 

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BRASIL ELEITOR

Associando o editorial “O dever do saneamento” (29/4, A3) com a reportagem “Bolsonaro perde ‘voto de confiança’ de mais pobres”, 29/4, A4), ocorre-me raciocínio ao qual todos nós deveríamos nos dedicar. A rudeza da situação do saneamento no Brasil é chocante. Para corrigi-la, devemos nos debruçar sobre algo importante. Como está, regionalmente falando, o saneamento? Em minhas andanças pelo Brasil, cada vez que vou ao nosso Norte e Nordeste, choco-me com o descuido dos políticos sobre esta obrigação de levar saneamento ao povo. Não vivo a mesma situação quando me desloco para o Sul, o Sudeste e o Centro-Oeste. Não que sejamos maravilhosos em tais regiões, mas no comparativo as regiões Norte e Nordeste estão muito mais atrasadas. Isso mostra que, além do descuido dos políticos, o eleitorado não tem sido feliz em suas escolhas. Penso que o nível educacional seja o grande responsável pelo estado das coisas. Pois bem, na pesquisa Ibope divulgada na semana passada, é justamente nas regiões menos privilegiadas que houve queda maior da confiança no novo governo. Tal constatação tem de nos fazer pensar. O que é feito com as verbas carreadas ao Norte e ao Nordeste? Que tipo de fiscalização se fez ao longo dos anos passados sobre a licitude da inversão dos recursos pelos políticos de Norte e no Nordeste? Será que interessa aos políticos de tais regiões manter o eleitorado mal informado, de sorte que eles não sejam punidos nas urnas? A volatilidade de tais eleitorados não é consequência direta das atitudes dos governantes locais? Tal eleitorado não é dirigido, sempre, pelo fato do momento, sem nenhuma avaliação dos resultados dos políticos antes colocados nos cargos? Não cabe a imprensa auxiliar o eleitorado a entender melhor o quanto famílias governantes por décadas são nocivas ao Brasil e a eles?

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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PREVISÕES FURADAS

As pesquisas eleitorais feitas pelo Ibope nas eleições presidenciais de 2018 provaram não se tratar de um instituto confiável.

José Olinto Olivotto Soares jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

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REPASSE DA ANS PARA O SUS

R$ 783,38 milhões foi o que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) repassou para o Sistema Único de Saúde (SUS) como ressarcimento. Por que os planos de saúde estão exigindo o número do cartão do SUS? Porque o governo cobra de quem tem plano de saúde e é atendido no SUS. Você paga impostos, paga o plano de saúde, mas, se precisar de um atendimento do governo, este cobrará depois da operadora de saúde, que de alguma forma achará um jeito de cobrar nos reajustes anuais e nas novas contratações. Quem paga isso? Nós, é claro!

Alberto Souza Daneu curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

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O STF E A INOVAÇÃO DE R$ 50 BILHÕES

Na quinta-feira passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) inovou uma vez mais. Por 6 votos a 4, o plenário da Suprema Corte criou um benefício tributário que, segundo os cálculos da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), terá um impacto negativo nos cofres da União de pelo menos R$ 49,7 bilhões ao longo dos próximos cinco anos. Como se não nos bastassem as decisões claramente parciais favoráveis à bandidagem da política nacional, agora o STF está se metendo a criar benefícios tributários, área que não é de sua competência, que certamente trarão prejuízos irreparáveis e de grande  monta aos cofres públicos.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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IGNOREMO-LO

Ora, se o STF não tem competência fiscal e tributária, como afirma o jornal no editorial “A inovação de R$ 50 bilhões” (28/4, A3), o governo deveria simplesmente ignorá-lo ou peitá-lo, como fez a revista “Crusoé”, no caso da censura.

Albino Bonomi acbonomi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

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SUPREMA MORDOMIA

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não trabalham nesta semana toda, e, emendando com dois fins de semana, são “apenas” mais dez dias de folga. Perguntamos: a título de quê? Já tiveram folgas superremuneradas de 21/12/2018 a 4/2/2019, e ainda terão férias coletivas no mês de julho, sem contar as pequenas “emendinhas”, como viagens, simpósios mundo afora, claro, na primeira classe das aeronaves. Em 2018 foram “só” 94 dias. Isso é um insulto aos

brasileiros, 64 milhões dos quais endividados, 13 milhões desempregados, e muitos que saem para o trabalho antes de o sol nascer. Alguém, além deles, é claro, acha isso correto?

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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CAMARÃO, LAGOSTA...

O STF abriu licitação para aquisição de camarão, lagosta, bacalhau, filet mignon, espumantes premiadas e os melhores vinhos, que comporão o cardápio da Corte. Será que é para comemorar, bebemorar os 13 milhões de desempregados no País? Talvez sim. Talvez não. Com a palavra, os 11 senhores membros do Supremo. E Deus é por todos? Talvez sim, talvez não. Com a palavra, novamente, os 11 senhores membros do Supremo! 

Arcângelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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PRÊMIO ACUMULADO

Pregão eletrônico para contratação de empresa fornecedora de alimentos para o STF estabeleceu gastos de R$ 1,1 milhão para custear pratos à base de camarão, siri, bacalhau, lagosta, vitela, cordeiro e vinhos com pelo menos quatro premiações internacionais. Caipirinha também está inclusa no pacote, desde que seja envelhecida em barris de madeiras nobres por três anos. Este cardápio sofisticado e caro nunca será servido para 99% da população brasileira. Sérgio Moro tem razão quando afirmou que integrar o STF é o mesmo que ganhar na loteria.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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O SUPREMO E O BRASIL

O STF é a entidade mais nociva do País.

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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IRRELEVÂNCIA

Povo brasileiro, qual a relevância de um condenado cumprindo pena por crimes cometidos conceder entrevista a dois veículos de comunicação de tendência esquerdista, que entrevistaram o presidiário-mor de Curitiba? O pouco que tomei ciência da entrevista, divulgada em TV aberta de cunho sensacionalista, o presidiário-mor mostra todo o seu rancor, seu ódio ao ex-juiz hoje ministro Sérgio Moro e aos procuradores da Lava Jato. Acredito que o presidente do STF e seu ministro do ABC não tomaram conhecimento da fala de seu colega ministro Barroso, proferida em recentemente na Universidade de Columbia, nos EUA. Se queriam ver o circo pegar fogo, já derramaram... a nossa tão cara gasolina.

Cláudio Nogueira nogueira.rededifusora@gmail.com

Taubaté

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INADMISSÍVEL

Como é que Lula, um indivíduo posto à margem da sociedade, isolado numa cela por ter cometido crimes os mais diversos e aguardando por novas condenações em outros processos, consegue autorização para ser entrevistado, filmado e deblaterar contra a Justiça que o condenou? Classifica o Ministério Público, as instâncias judiciais que o condenaram como parciais e vingativos, a serviço até de potências estrangeiras, e, ao que parece, ficará tudo como está, como se nada tivesse acontecido. É de fazer corar frades de pedra!

Décio Antônio Damin deciodamin@terra.com.br

Porto Alegre

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ILEGAL

Salvo engano, a Lei 7.210 de 11/7/1984 proíbe que detentos concedam entrevista, entretanto o STF permitiu a Lula “continuar sendo sem nunca ter sido”!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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ENTREVISTA

Considerando  que todos são iguais perante a lei, devo aguardar as entrevistas de Marcola, de Fernandinho Beira-Mar e de outros criminosos de idêntico quilate. Afinal, se um pode, por que não? 

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com.br

São Paulo

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ENTRE BOLIVARIANOS

Lula, “bata um fio” para seu “parça” Nicolás Maduro, para que ele autorize a “Folha” entrevistar Henrique Capriles.

Jair Zullo jair.zullo@gmail.com

São Paulo

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PT

Todos os crimes já foram identificados e provados, a cúpula do partido e os responsáveis pelos caixas de campanha estão ou foram presos, dinheiro do exterior já foi detectado, o que falta para o Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cassar a sigla do partido político PT, e o Brasil se ver livre desta organização criminosa? 

Marcos Alvim mvinic@uol.com.br

São Paulo

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VOLTANDO À CENA

Pelo andar da carruagem, após a entrevista dada pelo ex-presidente Lula, preso ou não, ele, com seu discurso na ponta da língua, às vezes falando o óbvio, está novamente no cenário político, voltando com força total na oposição. Quanto à frase dita por ele de que o Brasil está sendo governando “por um bando de malucos”, parafraseando o adágio popular que diz que “Deus é brasileiro”, vamos torcer para que o presidente Bolsonaro tenha um momento de lucidez e demita urgentemente sua prole presidencial. 

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

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A FENIX PETISTA

Se o governo Bolsonaro, familiar por opção, não se consolidar estabelecendo a paz entre seus pares, e se as coisas não vão bem no Palácio do Planalto, elas tendem a piorar se a Justiça, “esta roda velha que ameaça ruína a cada instante”, conceder a Lula o benefício da prisão semiaberta. Ele terá tempo suficiente para atormentar e fazer articulações com seus seguidores xiitas. Togados que amarem sua pátria não permitirão que tamanha tragédia se abata no Brasil. Fênix, só na mitologia grega. 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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LIÇÃO A SER SEGUIDA

Recomendo, enfaticamente, que o presidente e seus filhos assistam ao episódio 1 da quinta temporada da série “Madam Secretary”, exibida pela CBS desde 21/9/2014. A atual secretária de Estado Elizabeth Adams McCord está se candidatando à Presidência dos EUA e contou, neste episódio, com a participação de Madeleine Albright (64.ª secretária de Estado), Colin Luther Powell (65.º secretário) e Hillary Rodham Clinton (ex-secretária no período de 2009 a 2013) e candidata à Presidência nas últimas eleições. O discurso final de Elizabeth é algo a ser levado em conta, inclusive pelo pretenso guru de Bolsonaro e seus três filhos, assim como pelos políticos de maneira geral. A participação dos três políticos americanos citados acima, ainda que pequena, é digna do interesse de todos, sobre o assunto tratado.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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AMBIENTE COMPETITIVO E A VAIDADE

Num ambiente competitivo como os EUA, o filósofo e ensaísta Olavo de Carvalho certamente prepara uma nova obra para ocupar espaço na academia e na mídia. Pelos sinais emitidos, é possível antecipar o tema de sua atual fase: “Bisbiqueiro”, uma síntese de bisbilhotice e fofoqueiro. A ousadia desta sua nova obra inclui como destaque contemporâneo um elemento incomum num filósofo: a vaidade. Esse elemento faz com que ele se meta em todos os assuntos sobre os quais deveria buscar menos holofotes. Suas aparições midiáticas minam o governo, dando todas as condições para o inimigo se aproveitar da fragilidade. Seu mais próximo colaborador certamente é o mais forte indicado ao galã na sequência da atual novela “O 7.º Guardião”. O 8.º guardião é Carlos Bolsonaro. Alguém votaria contra esse papel? Ele tem ensaiado duro.

Luis Tadeu Dix tadix@terra.com.br

São Paulo

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ESTAMOS À ESPERA

Senhor presidente, deixe de referir-se a assuntos ineptos, tais como escola sem partido, kit gay, nova política, nazismo é de esquerda, não houve golpe, transferência da embaixada para Jerusalém, Carlos 02 pitbull, Olavo de Carvalho, etc. O País espera sua atuação e liderança imediatas para assuntos relevantes, ou seja: atacar o déficit público com ajuste fiscal; tirar a indústria da estagnação; investimento em infraestrutura, saneamento básico e outros setores vitais; combater o desemprego de 13,4 milhões de brasileiros; enfrentar o ridículo PIB; manter a inflação baixa (está acelerando), etc., etc. Para isso é que foi eleito. Era essa a expectativa dos seus eleitores, que agora estão entrando em frustração. A reforma da Previdência ainda é uma miragem. Mesmo quando aprovada, provocará efeitos somente no longo prazo. 

Rubens Pellicciari rubensp@mesquitaneto.com.br

São Paulo

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FALAR DE GOVERNO

Ilustríssimo senhor presidente Bolsonaro, comece a governar, o tempo urge, e os anseios do povo não podem mais esperar. Pare de brigar, é preciso amainar os ânimos. Pare com esta paranoia de chamar todos aqueles que não coadunam de suas ideias de “vermelho”, “comunista”. Excelentíssimo senhor, eu não tenho cor, não sou vermelho nem verde, mas se tu queres me imputar uma cor eu tenho a cor da liberdade, da fraternidade, da liberdade de expressão, de ideias, pensamentos, do livre arbítrio. É preciso que Vossa Excelência desça para as avenidas do Planalto e governe, pois já se faz tarde.

Dalci Ribeiro Mendonça dallao@terra.com.br

São José dos Campos

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YAZIDIS – TRÁGICO ABSURDO

Lendo a curta nota “Yazidis negam identidade a filhos do EI” (“Estado”, 29/4, A13), informando que crianças nascidas de mães yazidis violentadas por jihadistas do Estado Islâmico não serão consideradas parte da etnia curda, dei-me conta de quão sábios foram os visionários judeus, que séculos atrás determinaram que os filhos de mães judias seriam judeus, sem que a etnia/religião  dos pais fosse relevante. Então estas pobres meninas yazidis que foram sequestradas, torturadas e violentadas por jihadistas (muitas delas viúvas agora) perderam o direito de criar os filhos no seio do seu próprio povo. Que absurdo trágico!

Irene G. Freudenheim irene.margarete@terra.com.br

São Paulo 

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MORTE EM ILHABELA

Os coletes salva-vidas exigidos nas embarcações são relíquias da época do Titanic, enormes e desconfortáveis, o resultado é que ninguém usa, nunca. A Capitania dos Portos deveria rever os modelos de salva-vidas disponíveis atualmente e introduzir modelos mais modernos e que sejam, de fato, usáveis nas embarcações de esporte e recreio. O uso de um salva-vidas teria evitado a morte da modelo Caroline Bittencourt. 

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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AVIANCA BRASIL

Se já não bastasse o cancelamento de milhares de voos da Avianca Brasil, por que ela ainda está vendendo passagens, bem como as companhias de turismo e sites de viagens? Será que as autoridades ainda não perceberam ou estão mancomunadas? Com a palavra, os responsáveis!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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HOSPITAL SANTA CLARA

Gostaria de, mais uma vez, usar o veículo “Estadão” para agradecer a toda a equipe multidisciplinar do Hospital Santa Clara na Vila Matilde (SP), em especial à dra. Maria C. Rivero  Quezada, que soube como ninguém dar o alento e a atenção necessários num momento em que eu estava com muita dor. Meu muito obrigado a todo o hospital.

Joao Camargo joaocamargo@outlook.com.br

São Paulo

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