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Notas & Informações, O Estado de S.Paulo

12 de maio de 2019 | 03h00

GOVERNO BOLSONARO

Ato institucional

Quando assisti pela televisão a uma reportagem acerca do debate na Câmara dos Deputados sobre derrubar o decreto presidencial que facilitou o porte de armas, demorei para entender o imbróglio. Afinal de contas, editar decretos é atribuição exclusiva do Poder Executivo, nos três níveis de governo. Só depois, ao ouvir entrevista do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, entendi finalmente a situação. O presidente Jair Bolsonaro havia decretado um “ato institucional”, como se ainda estivéssemos no regime militar – editar decreto que, na verdade, modifica leis vigentes sobre a matéria, como se isso fosse possível numa democracia! Como afirmam juristas, o decreto é ilegal por esse motivo e surpreende que a assessoria jurídica do presidente não o tenha alertado a esse respeito. Cumpre recordar, por fim, que mais uma vez o presidente da República dá corda para que os congressistas atrasem mais ainda a reforma da Previdência. 

GILBERTO PACINI 

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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Posse de armas

É claro que entristece a todos os bons cidadãos o fato de o ser humano ainda necessitar de armas, nas mais diversas situações. No entanto, brincar de avestruz, não encarando a realidade, tem deixado a sociedade desprotegida, à mercê de bandidos de toda espécie. Os números estão aí. Creio que o direito à autodefesa é fantasia se o meio não estiver à mão. As pessoas de bem, com bons antecedentes, tendo feito o curso de manuseio e guarda de armas, têm as condições para detê-las.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

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A esmo

O governo precisa é desarmar o crime organizado e promover a criação de empregos. Sem uma economia forte e bem estruturada continuaremos a dar solavancos e marcharemos em voo de galinha. Não é mais possível que nosso governo e o Parlamento fiquem dando tiros a esmo, jogando a sorte da Nação nas mãos da inflação e da corrupção.

CARLOS HENRIQUE ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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Brasil em transe

Enquanto o mundo civilizado caminha para consolidar a revolução industrial 4.0, em sociedades tecnologicamente avançadas, o Brasil caminha célere para voltar a ser uma sociedade agrária primitiva que cultua a violência e a destruição da natureza. Um país regressivo no sentido de retomar a agenda do obscurantismo e que repudia a arte, a ciência, o conhecimento.

JOSÉ TADEU GOBBI

tadgobbi@uol.com.br

São Paulo

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Temeridades

Não votei no sr. Jair Messias Bolsonaro, mas observando a esperança de amigos e familiares comecei a botar fé, já que o que mais quero é o bem do Brasil e dos brasileiros. Mas começo a ficar amedrontado. Não é o momento de enumerar todos os motivos dos meus medos, mas a política externa, os rumos da educação e algumas prioridades do governo me arrepiam. Por exemplo, facilitar o armamento, até para os políticos? Tirar a Fórmula 1 de São Paulo? Assim, não há como atarraxar, escolhemos um parafuso espanado.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

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Bananas

Num filme da década de 70 intitulado Bananas, de Woody Allen, guerrilheiros tomam o poder num país da América Central e não sabem o que fazer com ele. Totalmente sem noção, o poderoso líder, sem cuidar dos verdadeiros problemas da nação, promulga uma lei obrigando os homens a usar as cuecas do lado de fora das calças. Hoje em dia, sempre que abro os jornais e leio as notícias políticas me lembro desse filme.

CESAR ARAUJO

cesar.40.araujo@gmail.com

São Paulo

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ECONOMIA

Aguardando o sinal

O editorial Bem pior que uma decepção (9/5, A3) traça um quadro assaz preocupante da economia brasileira, em especial do setor industrial. Segundo o texto, com a queda no último mês de março, a produção industrial paulista “ficou 21,6% abaixo do pico alcançado em março de 2011”, pior que a média nacional, que recuou 17,6% em relação àqueles mês e ano. O encolhimento do setor industrial vem de muitos anos. Diz o editorial que “a partir de 2012 (...) o declínio geral da indústria se tornou evidente – bem antes da recessão registrada oficialmente em 2015 e 2016”. Observe-se que nem mesmo Michel Temer – sabidamente um “craque” na chamada “articulação política” – logrou fazer o País retomar o caminho do crescimento vigoroso após o desastre do PT, entregando “pibinhos” de 1% em 2017 e 2018. Resta claro que vamos mal porque as políticas enviesadas lá de trás fizeram escassear as verbas para investimento: no setor público, déficits recorrentes, dívida de trilhões, orçamento engessado e “contingenciado”; no setor privado, todos à espera do sinal verde, que ainda não veio. Bolsonaro aparenta ter noção da crise que herdou, tanto que vem de baixar ato simplificando a vida do pequeno empreendedor e há semanas encaminhou à Câmara dos Deputados ambiciosa e indispensável proposta de reforma da Previdência. Mas o sentimento geral é de estarmos, de um lado, submetidos institucionalmente a um modelo de governança que não suscita consensos (ao contrário, é uma fábrica de desarmonia) e, de outro, sob o jugo de uma classe política mesquinha, presunçosa, desconectada, fisiológica e que não emite sinais de estar à altura dos imensos desafios do País. 

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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CRACOLÂNDIA

Cenas chocantes

Tiroteios, pessoas inocentes feridas, ataques em plena luz do dia a cidadãos que precisam passar por ruas situadas no antes belo centro de São Paulo, saques a lojas, cenas explícitas de violência, degradação e total desrespeito às leis. A culpa é sempre da polícia, mas está claro que estão faltando orientação e procedimentos severos da parte das autoridades competentes, que, ao que parece, se limitam, quando perguntadas, a responder que os dependentes químicos não querem ir para abrigos e também não querem passar por tratamento, logo, a responsabilidade dessas autoridades cessa e vamos continuar testemunhando cenas chocantes e a invasão de ruas importantes de nossa cidade. Creio que o cidadão que trabalha e paga impostos merece mais do que isso. Traficantes e viciados desrespeitam a lei e devem, portanto, ser responsabilizados. Afinal, quem manda nesta cidade, nós ou eles?

VERA BERTOLUCCI

veravailati@uol.com.br

São Paulo 

NO RUMO DO BREJO

Governo Bolsonaro não se empenhou e Sérgio Moro perdeu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia. Com mais essa derrota, a impressão que tenho é de que o presidente Jair Bolsonaro está abrindo as portas e caminhos para, infelizmente, é claro, a volta da “petralhada” ao poder no Brasil. Está na cara que, com a bandidagem do Congresso, que me parece ser majoritária, e o silêncio dos governistas, que atualmente só fazem dizer “amém”, já estou vendo a vaca caminhando para o brejo. Acorde, Brasil!

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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NOSSOS INSTINTOS MAIS PRIMITIVOS

Li e ouvi na mídia na sexta-feira: “Governo não se empenha e Moro perde Coaf”. “O governo lavou as mãos e permitiu que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, sofresse nova derrota no Congresso”. Que derrota, cara pálida? O tempo fará justiça aos “vencedores”, escória de bandidos afogados, tementes à lei, gritando como enforcados! Quem tem pressa vai devagar! O combate à corrupção é um ponto de não retorno. O Coaf sempre será Coaf, onde estiver alocado. “Eles se esqueceram de combinar com os russos”, diria o saudoso Garrincha. Força, ministros Sérgio Moro e Paulo Guedes! Tal qual um ex-parlamentar em discussão com o bandido José Dirceu, nos tempos dos escândalos do mensalão, eu digo aos “afogados”, inimigos do País: “Vossas Excelências despertaram na sociedade os instintos mais primitivos!”.

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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A VOZ DO POVO

Acho que a voz do povo pode mudar seu rumo. Vendo que seus governantes (parlamentares) querem passar a perna no povo, acredito que um plebiscito resolveria: “Queremos o Coaf no Ministério da Justiça já”.

José Sebastião Penteado Neto jsopnx@gmail.com

São Paulo

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PRECISA MORRER?

Diante dos questionamentos que vem enfrentando sistematicamente desde sua posse, o presidente Jair Bolsonaro tem dispendido boa parte de seu tempo na tarefa de se defender, deixando de atacar como se deve os problemas que realmente importam ao País, entre eles a aprovação da reforma da Previdência e o pacote anticorrupção idealizado pelo seu mais ilustre ministro, Sérgio Moro, que sofreu recentemente uma derrota ao não ter sob seu comando, como desejava, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), uma ferramenta eficaz no combate à corrupção e à lavagem de dinheiro. A pergunta que fica: se Jair Bolsonaro não tivesse sobrevivido ao atentado que sofreu, ele seria mais bem visto no geral, a exemplo de Tancredo Neves, que, após sua morte e antes mesmo de assumir o cargo de chefe da Nação, após ser eleito presidente, teve seu nome gravado no panteão dos heróis nacionais? 

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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A CORRUPÇÃO ESTÁ VENCENDO

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que os deputados estaduais possam ser libertados da prisão, afinal, por que deveriam cumprir pena, já que pertencem a uma classe especial de cidadãos? E, agora, os lavadores de dinheiro tiraram o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do ministério de Sérgio Moro para que possam continuar a roubar tranquilamente. Os cidadãos honestos que esperavam legar um país decente aos filhos e netos podem desistir, estamos voltando à pocilga da qual tínhamos sonhado nos libertar.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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VITÓRIA DOS CONIVENTES

De acordo com seis ministros do STF, as Assembleias Legislativas podem anular a prisão dos deputados corruptos. Vitória dos coniventes! 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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INBRÓGLIO FEDERAL

Afinal, quem é Supremo(a)? O tribunal federal ou a Câmara federal? Um pode prender e a outra pode soltar? A “cidadã” do dr. Ulysses tem algo que ver com o “imbróglio”? E a turma da Papuda? Pode soltar, companheiros?

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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DESCRÉDITO NA JUSTIÇA

Até onde e até quando o País suportará as falcatruas constantes que ocorrem diariamente no governo brasileiro e, em especial, no Supremo Tribunal Federal (STF)? Na última semana, por 6 votos a 5, o STF decidiu que as Assembleias Legislativas podem anular prisões provisórias de deputados estaduais decretadas pela Justiça. Ou seja, agora, parlamentares só poderão ser presos em flagrante de crime inafiançável, como já ocorre com deputados federais e senadores. Curiosamente, a medida dividiu os ministros e quem deu o voto de minerva foi o presidente do STF, Dias Toffoli, que inexplicavelmente mudou seu voto, em relação a julgamento anterior, na última hora. Portanto, concluiu-se que a própria Justiça decretou seu descrédito, né não?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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O SUPREMO E O INDULTO

Por 7 votos a 4, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou o indulto natalino concedido em dezembro de 2017 pelo “Papai Noel” Michel Temer, estendendo o benefício a condenados por corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, entre outros malfeitos de extrema gravidade. Com a inacreditável e condenável decisão, a criminalidade do colarinho branco está “sois dissant” perdoada e liberada no País. Corruptos e corruptores, crescei e multiplicai-vos. Pobre Brasil...

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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LIBERA GERAL

Como todos os brasileiros conhecem as decisões sempre surpreendentes do STF, qual a razão de ficarem perdendo tempo com o assunto? O STF deveria conceder indulto, além de nas festas de fim de ano, no Dia das Mães, no Dia dos Namorados, no Dia dos Pais, no carnaval, nos feriados prolongados, aniversário dos detentos e outros. Nos outros países, há indultos? Duvido. 

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo 

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GLUTÕES

Enquanto o papa Francisco manda construir uma lavanderia para os desvalidos sem-teto que vivem nas cercanias do Vaticano, a nossa classe política, bando de boquirrotos, lava suas imundícies nas comissões, tribunas e tribunais olhando apenas para os próprios umbigos (digo interesses). E haja lagostas e camarões para aplacar tanto apetite!

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

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SÓ ABSURDOS

Lagostas, vinhos premiados, indulto de Natal... que país é este? Inacreditável, quando há esperança de melhorias, só absurdos.

Helio Luiz Boturão heliobot@uol.com.br

São Paulo

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ALIVIANDO

Traficantes de drogas e de armas, estelionatários e corruptos, todos sem exceção, se já condenados por seus crimes, porém se os cometeram sem o uso concomitante de violência, terão suas penas reduzidas em quatro quintos, e, em caso contrário, se todos os condenados nas mesmas condições não o forem, então o STF mostrará o quanto é despiciendo e o quanto não é realmente uma instituição basilar da República.

Marcelo G. Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro 

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OS MILITARES E O GOVERNO

Os militares caíram no canto da sereia, melhor, no conto do vigário: pela respeitabilidade que têm, elegeram Jair Bolsonaro, que pensa que foi obra do filho – que não me parece muito certo – e de Olavo de Carvalho, que com certeza não é certo da bola. Entubaram uma reforma da Previdência para “dar o exemplo”. Acreditaram num aumento salarial a jato, como a turma do Judiciário, que não saiu até hoje, “para dar o exemplo”. Tiveram um corte no orçamento 50% maior que o da Educação e estão quietos, “para dar o exemplo”. A reestruturação da carreira vai sair junto com reajustes salariais (dois passarinhos voando), garante o governo, depois, claro, que o Brasil estiver crescendo a taxas chinesas, “para dar o exemplo”. Já Bolsonaro, durante a vida militar, não foi exatamente um bom exemplo. Por que acreditar que hoje, depois de 30 anos de afastamento compulsório das Forças Armadas, seria diferente? Apoiei o “Fora Lula”, o “Fora Dilma” e o “Fora Temer”. Apesar de tudo, não apoio o “Fora Bolsonaro”, mas com muita força, sim, o “Fora Olavo e todos os seus seguidores”.

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

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UM DESEQUILIBRADO

Na minha visão, já passou da hora de este ilustre desconhecido, o tal Olavo de Carvalho, de que grande parte do povo brasileiro jamais ouviu falar o nome, parar de ditar normas e ordens no governo do presidente Bolsonaro, denegrindo sistematicamente a imagem dos ministros militares e disparando ataques pessoais, como recentemente, ao General Eduardo Villas Bôas. Seria falta de personalidade do presidente não dar um basta nos ataques desrespeitosos desfilados por este nefasto indivíduo. Afinal, o presidente nada tem de agradecer a este inconveniente e   desequilibrado personagem astrológico por sua vitória na eleição presidencial, e, sim, ao antipetismo, que o elegeu. O presidente Bolsonaro tem de assumir o governo urgentemente e mostrar a que veio.

Arnaldo Luiz de |Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva 

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‘TROTSKI DE DIREITA’?

O General Villas Bôas, prestigiado e respeitado comandante militar, num texto magistral, classificou o astrólogo cartomante Olavo de Carvalho de “Trotski de direita”. Nunca devemos atropelar os fatos históricos, nem metaforicamente! Portanto, devo fazer um reparo: Léon Trotski publicou vários livros que integram a Literatura universal, especialmente nas áreas da Sociologia e das Ciências Políticas. Tenho, ainda, de recordar que Trotski foi o criador do Exército Vermelho, a principal força que detonou o III Reich dos nazistas na 2.ª Guerra Mundial. E este tal de Olavo de Carvalho é tão somente um desocupado provocador. Mentecapto provocador! E, o mais grave em tudo isso: as mídias têm repercutido as baixarias deste senhor sem conteúdo e sem bagagem intelectual.

Gilberto Araujo gilberto.araujo2077@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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ESTÁ CHEGANDO A HORA

Desculpe-nos o vice-presidente Hamilton Mourão, mas não dá mais para ignorar a figura fétida e indigesta de Olavo de Carvalho, depois das ofensas feitas ao General Villas Bôas. Como diz o “Estadão”, o único responsável por esta situação é o presidente Jair Bolsonaro, que se cala ante as ofensas proferidas por aquela figura desprezível e apoiada por seus filhos. 

Hoje temos a sorte que não tivemos no passado recente, de ter um vice-presidente culto, correto e respeitado por todos os brasileiros. Está chegando a hora de revermos e corrigirmos os milhões de votos dados a Bolsonaro. Nunca é tarde para reconhecer um erro.

Como brasileiros, temos todo o direito de querer um país digno e mundialmente respeitado.

  

Aristides Castro Andrade de São Thiago a.cast@uol.com.br

Campinas

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TUDO PARA DAR ERRADO

Como tirar o País do fundo do poço, se os nossos padrões de governo não mudam? Afundamos e estamos e continuamos na lama governados por dois quadrilheiros e dois postes: a Dilma de Lula e o Bolsonaro de Olavo de Carvalho. E, o pior, todos reféns de um Congresso que só reclama da falta de articulação, mas nós sabemos muito bem o que significa isso. Forçaram tanto que conseguiram, agora, para eles dois ministérios onde o dinheiro corre solto com retorno em votos. Ou seja, tem tudo para dar errado novamente.

Miguel Pellicciari mptengci@uol.com.br

Jundiaí

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DOMINGO DE MAIO

Livres, leves e soltas, Nardoni e Richthofen comemoram o Dia das Mães. Mais que nunca, acham que a noçajustissa é uma mãe na roda...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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UFA, QUE SUSTO

O povo de bem ficou assustado e pensando que o Judiciário não fosse conceder a saída de Dia das Mães para a criminosa Suzane von Richthofen. Afinal, só porque assassinou seus pais não poderia deixar de visitá-los nas datas comemorativas – mesmo que eles fiquem, mais uma vez, “se virando no caixão”.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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DIA DAS MÃES

Vamos esquecer por um momento a velha política, a nova, a corrupção e enaltecer quem merece: as mães. Sim, a madona de todos nós, brancas, negras, asiáticas, indígenas, todas merecedoras de puro amor, o mesmo que dela recebemos por uma vida inteira. Alguns sofrem pela falta dela, porque neste dia iluminado não terão seu colo para deitar e os braços para abraçar. As mães sempre tentam fazer o melhor e muitas vezes falham. Falhamos tentando ajudar. E, mimando e cuidando, excedem demais neste amor, acobertando muitos erros, na defesa de seus filhos. Quantas e quantas vezes sofrem e choram no lugar dos filhos, assim suportando tudo, sempre com dignidade e altivez? Mas o que nós, mães, não fazemos é desistir, jamais. E, errando ou acertando, nosso amor continuará infinito e nosso maior tesouro serão nossos filhos. Deus abençoe todas as mães, presentes ou ausentes, vivas e as que não mais estão entre nós.

Creusa Colaço Monte Alegre ccolacomontealegre@yahoo.com.br

São Paulo

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RECONHECIMENTO

Em mais este Dias das Mães, as palavras proferidas para homenagear estas eternas e amadas mães, para justificar a atenção que derramaram sobre nós, devem vir do fundo da nossa alma. Elas verdadeiramente nos criaram, aconchegaram a nossa vida, deixando legados importantes e inesquecíveis. Sem tempo para lamúrias, pelas adversidades que a vida impõe, estas guerreiras mães, mesmo muitas vezes não compreendidas por nós, filhos, priorizaram cada passo da nossa existência. Aquelas que, como minha amada mãe, já faleceram certamente deixaram uma saudade enorme, difícil de explicar. É lógico que, nos últimos 40 anos, muita coisa mudou. Diferentemente das mães da minha geração, que na sua grande maioria era formada por donas de casa e tinha tempo exclusivo para os filhos, as da geração dos meus filhos e netos trabalham fora de casa, acumulam com muita dignidade afazeres também do lar, a atenção a seus maridos e filhos com a mesma dedicação e amor das gerações anteriores. Ou seja, em qualquer tempo ou situação, curtir o legado da nossa mãe, de suas histórias, advertências sábias, infinitos incentivos, seus doces e salgados quitutes e amor inigualável é de emocionar. Parabéns, mamães e futuras mamães! Que não falte nesta justa e merecida homenagem às nossas mães o reconhecimento dos filhos.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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DECLARAÇÃO

Mãe, teu amor suaviza a luz. Teus braços eternizam a paz. Teu sorriso é o vento suave das estrelas. Teu rosto é a trilha da emoção. Teus olhos projetam o infinito. Tuas mãos são eclipses de flores. Tuas lições refletem minha alma.  Mãe, minha devoção, amor e gratidão por ti são eternos.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

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