Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

15 de maio de 2019 | 03h00

FINANÇAS PÚBLICAS

Ralo dos impostos

Na União, nos Estados e municípios é cada vez menor a parcela do orçamento público que sobra para investimentos, porque o dinheiro acaba sendo consumido em salários e aposentadorias de servidores públicos. As despesas com serviços essenciais são cortadas ano a ano em razão dessas despesas obrigatórias. A Previdência tem a maior parcela também consumida em aposentadorias do setor público. Pelas mesmas razões, perdemos pesquisadores e cientistas, apagando o futuro. Enquanto isso, indiferente à situação, o presidente Jair Bolsonaro passeia no exterior e seus ministros parecem navegar por uma galáxia distante. No Congresso, os eleitos com os R$ 3 bilhões que pagamos para ali colocá-los como nossos representantes (verdade, não é piada!) zombam de nossas preocupações e ainda insistem na “brincadeira” de legislar em causa própria. E o ministro-presidente da Corte Maior promove licitação de lagostas e vinhos finos... Resumindo, constata-se, entre a resignação e a revolta, que compulsória e diuturnamente custeamos nababescos privilegiados. E a esmagadora maioria nem sequer entende ou pratica a sua a obrigação funcional de prestar serviços públicos de qualidade. Até quando?

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

O que é prioridade?

O povo brasileiro, que elegeu o presidente, os governadores, deputados e senadores, precisa ir às ruas de novo e dizer em alto e bom som que quer o fim das mordomias, em todas as esferas. Os altos funcionários públicos continuam cheios de privilégios, enquanto a grande massa permanece perdida, pagando mais e mais impostos. Diminuir a gastança nos palácios é prioridade zero. Ou o País cresce agora ou nos enterramos de vez.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

Fuga de talentos

Uma nação que não investe em pesquisa deixa de contribuir para o aperfeiçoamento da ciência e, mais grave, exporta cérebros para o Primeiro Mundo, sucateia a importante área de tecnologia de ponta e, assim, compromete não apenas o futuro do Brasil, mas transforma os órgãos de pesquisa em abrigos desprotegidos do amanhã.

CARLOS HENRIQUE ABRÃO

abraoc@uol.com.br

São Paulo

Como diz a reportagem do Estado sobre o autoexílio de cientistas, “isso não começou agora com Bolsonaro, já se tornou rotina”. Cortes de verbas para a educação o PT fez vários em seus 13 anos de governo. Mas a esquerda joga na conta do atual governo, que só tem quatro meses, todos os problemas do Brasil, incluído o desemprego.

ANGELA MARIA DE SOUZA BICHI

angela_bichi@hotmail.com

Santo André

MOBILIDADE URBANA

Patinetes e bicicletas

Com a mania de nossas autoridades de só se dedicarem a apagar incêndios, esquecem pontos importantes ao alardear medidas emergenciais para resolver novos problemas. Ao exigirem capacetes para usuários de patinetes elétricas não especificam quem deve fornecê-los, se as operadoras ou os usuários. Se for obrigação das operadoras, vejo um problema de higiene, fora o inevitável problema de roubo. Nos caso dos usuários, já antecipo a questão de terem de carregar seu capacete para cima e para baixo. Outro problema é a questão da visibilidade. Por que não tornar obrigatório também o uso de faixas refletivas? Uma ideia para confeccionistas: fazer bolsas ou mochilas especiais para carregarem esses acessórios. E o velho problema representado pelas bicicletas, cada vez mais utilizadas? Ao que eu saiba, o número de acidentes fatais está crescendo vertiginosamente. Não adianta culpar sempre os motoristas por todos os acidentes envolvendo automóveis e ciclistas imprudentes enquanto não forem obrigatórias medidas preventivas. É notória a noção que o ciclista tem de que ele tem o direito de andar na contramão! Além disso, a Prefeitura parece esquecer quão importante é para o ciclista usar capacete, tanto ou até mais do que para o usuário de patinete. Também deveria ser obrigatório o uso de roupas claras, luzes na frente e atrás da bicicleta e refletor no capacete. Antigamente, quando eu era garoto e andava de bicicleta nas ruas, todas elas eram obrigadas a ter uma placa de identificação emitida pela Prefeitura. Não sei por que isso caiu em desuso, mas com o crescente roubo de bicicletas entendo que essa obrigação deveria voltar.

GERALD MISRAHI

gersilm@hotmail.com

São Paulo

Aplicativos

O prefeito Bruno Covas apressou-se a anunciar regras para uso de patinetes, mas entendo que a regulamentação deve ser mais abrangente, para disciplinar também bicicletas e motos, notadamente as de aplicativos de entregas rápidas, que em março alcançaram mais de 1,7 milhão de viagens nas cidades em que atendem. Essa regulamentação deve abranger todas as alternativas de mobilidade urbana, em especial as que são utilizadas para exploração comercial e que trazem muitos transtornos ao trânsito. Com o crescimento exponencial desses aplicativos, aumenta o risco de caos e de mais acidentes na nossa sacrificada e mal cuidada malha viária. Além da proibição de transitar nas calçadas, de velocidades regulamentadas e do uso de capacete, é fundamental nunca circular na contramão, mas sempre no sentido de circulação das vias de automóveis e ciclofaixas, para evitar acidentes com os veículos automotivos. Cuidar da própria segurança e dos pedestres é essencial.

JOSÉ ED. ALMEIDA MACHADO

jecameng@hotmail.com

São Paulo

Um perigo

Uso bicicleta em São Paulo há 50 anos. De todas as transformações que vi, a pior é, sem dúvida, essa proliferação de veículos motorizados de duas rodas conduzidos por pessoas despreparadas e desprotegidas. Patinetes e bicicletas elétricas que atingem 25 km/h são perigosos até nas ciclovias, onde qualquer erro nessa velocidade pode até ser fatal.

ALBERTO DWEK

aldwek@gmail.com

São Paulo

DOENÇA DE PARKINSON

Falta de remédios

Os portadores da doença de Parkinson encontram-se em situação desesperadora pelo sumiço, nos postos de saúde do Estado, de remédios de alto custo que vinham sendo distribuídos, como o pramipexol. Essa falta está pondo em risco a vida de pacientes, que se veem privados de seu bem supremo, a saúde. 

SAMUEL GROSSMANN E ERICA TARDELLI, Associação Brasil Parkinson 

parkinson@parkinson.org.br

São Paulo

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FLÁVIO E O COAF

Na extensa entrevista de Flávio Bolsonaro ao “Estado” (13/5, A4), o senador falou, falou e não explicou absolutamente nada. Acuado, abusou dos conhecidos expedientes do “eu não sabia de nada”, “confiei demais” e “pergunte a ele”, entre outros. E arrematou com a também conhecida e desastrada estratégia usada pela defesa do ex-presidente Lula, de dizer-se perseguido político pelos adversários de seu pai. O episódio das movimentações financeiras atípicas de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, denunciado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), demonstra claramente a necessidade de este órgão estar subordinado diretamente ao Ministério da Justiça. É uma questão não somente de agilidade, mas de compromisso declarado e incisivo do governo com o combate à impunidade. O senador afirmou que “nunca tínhamos ouvido falar de Coaf na vida”. Bem, para os que realmente não sabiam da existência deste conselho, agora sabem. E é bom temê-lo. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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LOROTAS SEM NEXO

Pela entrevista que concedeu ao “Estadão”, Flávio Bolsonaro considera todos os brasileiros idiotas (“‘Atacam minha imagem para atingir o governo do meu pai’”, 13/5, A4). E, provavelmente, considera-se um grande ladino. Só que não consegue convencer ninguém com suas lorotas. Depois de amizade íntima, confiança absurda no amigo, dele e da família, por anos e anos, inclusive de sua filha, também empregada por ele, com total e absurdo pouco caso com seus contratados (convenhamos que isso é inacreditável), depois de ter considerado os argumentos de Fabrício Queiroz plausíveis, agora diz nem saber por onde ele anda, nem sua filha, enfim, não sabe (nem quer saber, claro) de nada. Nariz de palhaço nem alguém de 5 anos de idade toparia usar neste caso. E não pense que o caso está encerrado. O povo não aceita encerrar esta pouca vergonha explícita. Exige-se punição para Queiroz e seu patrão relapso, no mínimo.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo 

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SUSPEITA TRUCULÊNCIA

Usando uma linguagem totalmente inadequada para um senador da República, Flávio Bolsonaro reclama de ser ilegal uma investigação do Ministério Público, que quer quebrar seu sigilo fiscal e bancário. Fui eleitor, por estratégia política de momento, do senador Bolsonaro e entendo que esse procedimento, normal e legal, da Justiça pode ajudá-lo a provar que a acusação é injusta. Já reagir com veemência e truculência, como faz o senador, pode fazer parecer que sua consciência não está tranquila para enfrentar essa situação.

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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NÃO SABE DE NADA

Dos três filhões do presidente Jair Bolsonaro, o que menos procura interferir no governo ou criar animosidades graves contra membros do Planalto parece ser o senador Flávio Bolsonaro. Mas tem seus pecados. Na entrevista que concedeu ao “Estadão”, chamou atenção a maneira como ele derrapa, sem convencer, quando o assunto é sobre o investigado Fabrício Queiroz, que foi seu assessor parlamentar por mais de dez anos. Pelas investigações, Queiroz exigia, como pedágio mensal, a devolução de parte dos salários dos assessores de Flávio. Ora, se o senador afirma ao jornal que vivia mais com Queiroz do que com a própria família, soa estranho a sua afirmação de que nunca desconfiou de nada a respeito. O episódio faz lembrar Lula, que dos inúmeros e graves ilícitos que ocorreram durante sua gestão sempre dizia que não sabia de nada... Porém, como Flávio Bolsonaro é investigado no Coaf, por movimentações financeiras suspeitas, ele reclama do Ministério Público Federal (MPF), de que estão vazando informações só para “sacaneá-lo”. E diz que o MPF age para “esculachar” o Judiciário e que este nada faz a respeito. Em reação ao teor da entrevista, membros do MPF responderam ao jornal afirmando que não divulgaram informações sigilosas do senador. Flávio Bolsonaro luta para interromper essas investigações. Por que, hein? 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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TEMOR

Flávio diz que investigação do Ministério Público é ilegal e tem de ser anulada. Quem não deve não teme!

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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O JOIO DO TRIGO

Na manchete de primeira página do “Estadão” de segunda-feira (13/5), o agitado Flávio Bolsonaro afirma que “o Ministério Público o ataca só para atingir o governo do seu pai”. Na verdade, sua altivez é tão intensa que não consegue separar o joio do trigo. Afinal, quem gosta do “quanto pior, melhor” são os palpiteiros 01, 02 e 03, e não os responsáveis pelo cumprimento da ordem pública. Em boca fechada não entra mosquito, como já dizia aquela senhorita de Taubaté, viu, Flávio Bolsonaro?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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MINISTÉRIO PÚBLICO

Num momento em que a investigação sobre as relações estabelecidas entre os agentes públicos avança celeremente no Brasil, ou seja, temos a ética aplicada à política, por que é que se diz que isso é negativo para o governo?   Governo não é uma pessoa nem uma família! Governo somos todos nós, eleitores. Eu estou é muito feliz e cumprimento o Ministério Público, pois é para isso que seus agentes ganham seus salários.

Sandra Maria Gonçalves sandgon46@gmail.com

São Paulo 

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ÉTICA SUPREMA

O ministro Sebastião Reis Júnior, da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), declarou-se impedido de julgar o pedido de liberdade apresentado pelo ex-presidente Michel Temer, vez que antes de chegar ao STJ atuou em escritório que prestava serviços à Eletronuclear. E pensar que essa postura não consta das apostilas de Ética do Supremo Tribunal Federal (STF)! Copiaram, supremíssimos ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes?

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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PRAZO AO STF

A ministra Rosa Weber concedeu cinco dias para que seja explicado pela Presidência da República o decreto sobre o porte de armas. O povo, por sua vez, entende que um prazo de um dia já seria muito para que nossos “semideuses” (eles se julgam deuses) ministros do STF possam explicar ao Brasil sobre a licitação de toda sorte de iguarias; sobre a proximidade e o compadrio de ministros com réus, sem que os ministros se manifestassem como impedidos nos julgamentos; sobre os vários habeas corpus que beneficiaram corruptos; e até sobre a absurda tentativa autoritária e inconstitucional de calar as críticas daqueles que contribuem para os salários de todos eles. Que tal, meritíssimos?

Jomar Avena Barbosa joavena@terra.com.br

Rio de Janeiro

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O PRÓXIMO MINISTRO

O presidente Jair Bolsonaro divulgou esta semana que o convite para o então juiz Sergio Moro ocupar o Ministério da Justiça envolvia um compromisso de sua indicação para o Supremo Tribunal Federal (STF). E o ministro nega o acordo. As declarações estapafúrdias do chefe de governo repercutiram de forma negativa também entre membros do Judiciário Maior. Até quando vamos conviver com estas declarações bombásticas e oportunistas que diminuem o conceito do ocupante do cargo maior da República?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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CAMA DE GATO

Para mim, esta indicação do ministro Sergio Moro para a próxima vaga no Supremo, feita pelo presidente Jair Bolsonaro, está me parecendo uma verdadeira cama de gato. Colocando o exemplar juiz, agora ministro da Justiça, naquele covil, junto da nata protetora da bandidagem nacional, com certeza o seu fim seria trágico, morreria envenenado, atropelado, afogado ou num desastre aéreo. Será que estou falando demais e, consequentemente, destilando bobagem?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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USOU, DISPENSOU...

Por tudo o que Sergio Moro fez pelo Brasil, não merecia este tratamento vergonhoso e frustrante que Jair Bolsonaro o está dando. Viva a “nova” política!

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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CHARMINHO

Ainda não nasceu jurista nem magistrado com o desplante de dizer que não ficaria honrado com a indicação para o Supremo Tribunal Federal. Portanto, não vejo razões para Sergio Moro fazer charminho diante da revelação de Bolsonaro de que vai nomeá-lo para a próxima vaga de ministro da Suprema Corte. Menos, Moro, menos.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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O PRESIDENTE ENLOUQUECEU

Caos à vista. O trapalhão-mor da República está queimando o segundo dos três pilares de seu governo. Já queimou a ala militar e queima, agora, Sergio Moro em óleo quente. Só restará Paulo Guedes – a última esperança. Guedes esvaziado, lhe sobrarão apenas os três meninos maluquinhos, passando vergonha atrás de vergonha, até o dia da implosão final da Nação. Ninguém merece.

Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br

Cotia

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MORO NO SUPREMO

Só falta Bolsonaro convidar Paulo Guedes para ser ministro do Turismo...

Luiz Fernando Fagundes ingoodco.nando@gmail.com

São Paulo

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ENSINAMENTOS

O presidente Bolsonaro fala em ocasiões inoportunas ou fala bobagens evitáveis, como nos casos de preço de combustível, da taxa de juros e do autódromo. Dois ensinamentos iriam ajudá-lo no exercício do cargo: “em boca fechada mosquito não entra” e “quem fala muito dá bom dia a cavalo”.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

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DESPREPARADO

O povo está falando que o político Adhemar de Barros roubava, mas fazia, e Bolsonaro não rouba, mas não faz e ainda complica.

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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SERÁ?

Seria este o destino do Brasil, a ignorância e a estupidez o nosso futuro? Não pode ser e não é, chega de presidente Mané!

Piero Binazzi pierobinazzi@terra.com.br

São Paulo

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PEDRAS NO CAMINHO

O preço que os brasileiros estão pagando por terem votado num presidente que, em suas próprias palavras, “não nasceu para a coisa”, é alto demais e está deixando dívidas pelo caminho, ainda tão breve, mas já cheio de pedregulhos jogados pelo próprio governante ou um dos seus. A mais recente foi a conversa mencionando Sergio Moro e sua indicação ao STF. Coisa tão fora de hora que só constrange o juiz. Será que Bolsonaro não tem um assessor próximo que o aconselhe antes de fazer afirmações tão despropositadas? Como na Roma antiga, falta um arauto ao pé do seu ouvido não só a dizer-lhe “lembras-te de que és mortal”, como também “lembras-te de que és o presidente”!

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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ONDE VAMOS PARAR?

Sinto dizer que o mito em quem votamos tem boca aberta, Q.I. minúsculo, miolo de minhoca e vai nos levar, com muita sorte, a lugar nenhum; e, sem sorte, ao caos absoluto! Quando abre a boca, todo mundo tenta interpretar o que ele disse, quando na verdade ele não sabe o que fala nem tem noção do que significa o seu cargo. Assim vai queimando cada colaborador eficiente do seu governo. Não quer a reforma da Previdência e por isso vem com decretos sobre armas, etc., que não importam no momento. Além da cereja do bolo: a condecoração do seu guru. Pobre povo brasileiro!

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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DECEPÇÃO

Nós, eleitores de Jair Bolsonaro, votamos imaginando escolher uma pessoa que fosse transformar os rumos deste país, perdido ao longo de muitos anos. Mas, agora, nos decepcionamos quando o nosso escolhido começa a dar ouvidos ao guru Olavo de Carvalho, uma pessoa decadente que está longe de conhecer as reais necessidades do País, tentando desestabilizar o frágil desenvolvimento da nova política. É urgente romper com este elemento, que só provoca problemas no relacionamento de nossos governantes, e voltar a colocar os pés no acelerador para que possamos recuperar o tempo perdido nos últimos anos de desgoverno. 

Luiz Fernando de Camargo Kastrup duasancora@uol.com.br

São Paulo

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PRIORIDADES

Acredito que o nosso atual presidente não deve ter sido um bom militar, precisa aprender o significado da palavra prioridade. A prioridade da ordem do dia é Previdência Social e pacote anticorrupção do ministro Sergio Moro, e não o prazo de validade de carteira de motorista, os pontos para perda da CNH, ou a diretoria da Apex. Será que o povo brasileiro precisa desenhar para que o capitão possa entender? E que coisa ridícula é esta de “olavete”, um sujeito que não mora no Brasil, tem o ego do tamanho de uma baleia jubarte e, para finalizar, como nosso presidente gosta de História e de comemorar o passado, vamos lá: quando o submarino U-507 afundou, diversos navios da Marinha mercante brasileira, dois países se fizeram de surdos e mudos, capitão, Chile e Argentina. Não preciso continuar!

Márcio Pascholati marcio.pascholati@gmail.com

São Paulo

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DIFÍCIL DE ACREDITAR

Realmente, quatro meses de governo para analisar um governo da República, o presidente e sua equipe são muito pouco. Entretanto, quando você tem um país como o Brasil, com uma minoria de Primeiro Mundo e grande maioria de terceiro e quarto mundos, com inúmeros heróis, entre os quais um jovem da periferia que estudou na escola pública e foi aceito pelas melhores universidades do mundo, uma mulher negra de origem humilde, professora doutora premiada em Química, uma capitã-tenente da Marinha negra, médica prestando serviços na Antártida, mas, em contraposição, tem um governo inspirado num guru que abandonou a escola precocemente, que é especialista em “Ciências Ocultas” e “Letras Apagadas” e tem um padrão de vida invejável com base na pregação de ódio ideológico, fica muito difícil de acreditar que o Brasil vai sair do caos de governos anteriores, mesmo nos próximos anos.  

Carlos Gonçalves de Faria sherifffaria@hotmail.com

São Paulo

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O QUE FAZ O ENSINO

Lendo o editorial de segunda-feira (13/5) “É possível fazer boa política”, ocorreu-me refletir sobre o “fenômeno” deputada Tabata Amaral (PDT-SP), jovem de origem humilde, nascida na periferia, que ganhou uma bolsa de estudos para cursar uma universidade norte-americana e tornou-se uma verdadeira cidadã. Fazer a comparação entre Tabata Amaral e Paulinho da Força (SD-SP) é, perdoem-me a grosseira comparação, comparar uma universidade pública brasileira com uma similar do Primeiro Mundo. A conclusão do jornal sobre o “fenômeno” não chegou nem perto de sua importância, a educação formal de qualidade, coisa que nos faz muita falta. Temos Paulinhos demais em nossa política e entre nosso eleitorado.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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PÉSSIMA EDUCAÇÃO

Os Três Poderes não estão focados na educação, mas na política e em seus altos rendimentos. A educação é a única forma de o País se desenvolver, como fez a Coreia do Sul, que exporta produtos de alta tecnologia para o mundo substituindo marcas líderes. Como aqui não temos universidades tecnológicas, deveríamos fazer o que fez a Coreia: pagou cursos em universidades nos EUA e em outros países. Aqui, não temos educação tecnológica, mas temos foro privilegiado para políticos corruptos, Poderes que não trabalham oito horas por dia cinco dias por semana, que têm férias dobradas e recessos. A educação não é desenvolvida, mas a bandidagem é muito desenvolvida.     

Mário A. Dente etiocototal@gmail.com

São Paulo

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‘SOBRE BALBÚRDIAS, FILOSOFIA E UNIVERSIDADES PÚBLICAS’

A autora do artigo “Sobre balbúrdias, filosofia e universidades públicas” (“Estado”, 13/5, A2) recorre a Zeferino Vaz para justificar a situação da educação e administração nas universidades hoje em dia. Ela busca um biombo para ocultar as verdades. Sou egresso da Unicamp, ingressei em 1968, quando o grande Zeferino fez uma obra prima de universidade. Naquele tempo, o ecletismo da Unicamp passou a existir sob a égide de Zeferino. Que saudades ele nos dá. Hoje a Unicamp não é sombra da escola que frequentei. Dona Tereza Dib Atvars deixou de falar de funcionários que desfrutam de duas matrículas para burlar o limite salarial imposto à universidade – isso não acontecia no tempo de Zeferino. Também deixou de falar sobre a greve interminável de poucos alunos, que chegaram a agredir professores que tentavam entrar nas salas de aula, pois um bom número de alunos queria continuar os estudos, mas não podia por causa dos bagunceiros. O reitor, no tempo desta greve, recebeu três autorizações judiciais de reintegração de posse, e nunca as exerceu, deixando de convocar força policial para colocar as coisas no devido lugar. Dona Tereza, a balbúrdia é grande, e os administradores pouco ou nada fazem para regularizar as coisas. Disso a senhora se esquece, mas não deveria.

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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EDUCAÇÃO PARA O BRASIL

Os reitores das três universidades paulistas são muito conscientes do que o corte de verbas e a perseguição política significam para a sobrevivência do sistema de ensino e pesquisa do Estado e do País. Educação para o Brasil! Com a nova ortografia, a ambiguidade da frase reflete a abrangência e a importância da formação de profissionais e o trabalho com ciência e tecnologia que é feito, na maioria, nessas instituições públicas. As manifestações nesta quarta-feira serão amplas, mas usando a oportunidade como aprendizado: a aula será na rua.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Campinas

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‘METER A FACA’

A promessa de Paulo Guedes, ministro da Economia, de “meter a faca” no Sistema S começou a ser cumprida com decreto assinado pelo presidente Bolsonaro na última sexta-feira, obrigando as entidades (Senat, Sescoop, Sest, Senar, Senai, Sesi, Senac, Sebrae e Sesc) a detalhar gastos com salários e serviços prestados à sociedade. Essas entidades receberam no ano passado R$ 17,1 bilhões, e há suspeitas de altíssimos salários, desrespeitando o teto, de nepotismo e de atividades não realizadas. O decreto obriga essas entidades a obedecer às mesmas regras de transparência do setor público impostas pela lei de acesso à informação. Os atingidos pela medida, sem sombra de dúvida extremamente necessárias, por se tratar de dinheiro público, recorrerão à Justiça sob a alegação de inconstitucionalidade. O dinheiro é público, o repasse é obrigatório, como deve ser também a prestação de contas.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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MILITARIZAÇÃO DO ENSINO

Tenho 75 anos e sou filho de uma professora. Cursei o “primário” em Grupo Escolar, escola pública. As crianças no pátio formavam filas, uniformizadas e juntas cantavam o Hino Nacional. Aprendi todos os hinos da Pátria: Hino à Bandeira, Hino da Independência, Hino da Marinha, do Exército, da Aeronáutica, da República e outros mais que falavam do amor à Pátria. Aprendi, também, os símbolos pátrios, o escudo, a bandeira, as armas da nação e o respeito que deveríamos ter a todos eles. A presença na escola exigia uniformes limpos e corpos limpos e bem apresentados: cabelos cortados, unhas limpas e aparadas. Tatuagem ainda era coisa só de marinheiros. Agora, quando se pretende incluir as mesmas coisas no ensino básico, parece estranho, próprio de governo autoritário? Não confundam patriotismo com autoritarismo.                           

Rubens Paulo Gonçalves rupago2@gmail.com

São Paulo

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PRIVATIZAR E INVESTIR NO BEM-ESTAR DO POVO

“Em um país onde a educação, saúde e segurança são péssimas, o governo tem mais de R$ 150 bilhões em participações de empresas. Será que esse dinheiro não poderia ser investido em merenda escolar, creches, hospitais?” A afirmação de Salim Mattar, secretário de Desestatização e Desinvestimento do governo federal (“Estadão”, “Seu Dinheiro”, 10/5), mostra a gravidade do problema. O País possui 418 empresas, sendo 138 delas federais e alvos do programa de privatizações. Muitas delas, tanto estaduais quanto municipais, operam no vermelho e são cabides de empregos de aliados políticos. Também há casos de corrupção. A existência de empresa estatal só se justifica quando ela é estratégica e não há na iniciativa privada alguém que execute o mesmo serviço. O governo precisa recolher todo o dinheiro que nelas investiu e aplicar nos seus serviços à população, pois essa é sua verdadeira obrigação. O Estado não deve ser empresário, mas apenas licenciador e fiscalizador das atividades econômicas. Qualquer particular faz mais e melhor do que a instituição pública.   

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

  

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CRISE NA DEMOCRACIA

Em relação à reportagem “Por que a democracia está em crise?” (13/5, A10), há que considerar que a chamada crise é um elemento constitutivo a este sistema político moderno, o único sistema capaz de agasalhar com razoável capacidade forças políticas antagônicas e muitas das quais em si mesmas antidemocráticas. Ora, sistemas não democráticos não aceitam o conflito como parte legítima do funcionamento destas sociedades, ou não o aceitam no plano das relações políticas. Portanto, muitas das análises feitas (não me refiro necessariamente às debatidas na referida matéria) me parecem um tanto superficiais. Entendo, sim, que o que pode mudar no decorrer da vida de cada sistema político democrático é o tamanho da crise e o quanto forças antidemocráticas cresceram e ameaçam a sua sobrevivência. No decorrer do século 20 a perspectiva de chegada de forças de esquerda ao poder pela via democrática, muitas das quais ainda acreditando na importância da ditadura do proletariado, não deixaram de gerar crises de maior ou menor monta em determinados sistemas políticos nacionais. 

Rui Tavares Maluf rtmaluf@uol.com.br

São Paulo

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COM A FACA NA JUGULAR

Democracia plena não existe porque não existem duas digitais iguais em todo o planeta. Logicamente, pessoas são diferentes e pensam de forma diferente. Refiro-me aos formadores de opinião. Se não por convicção, mas também por interesses pessoais. Nós últimos 16 anos, com ligeira mudança nos últimos dois, vimos um Congresso Nacional totalmente submisso a um Executivo prepotente, onde os contras eram comprados por uma das diversas fontes de receita de que o dono do cofre se apoderou. Não existia política e muito menos democracia. Fechado o cofre, suprido o “toma lá, dá cá”, qual a função de um Congresso Nacional que nos últimos 28 anos de democracia só apresentou, com raras exceções, cabeças medíocres, filhos e apadrinhados de velhas raposas? Nunca souberam fazer pelo País o que deveriam saber pelo voto a que se submeteram, legislar democraticamente, e hoje nada mais lhes resta a fazer senão encostar a faca no pescoço do Executivo com o vil interesse de fazer prevalecer as bonificações de sempre.

Manoel Braga manoelbraga@mecpar.com

Matão 

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REPROVAÇÃO

A democracia brasileira foi reprovada por 83% das pessoas entrevistadas em pesquisas da Pew Research Center e do Instituto Ipsos, divulgadas no mês passado. Mas por quê? Será por que determinadas pessoas têm direito a prisão domiciliar por serem mães de menores, e outras não? Ou por uns terem direito a prisões especiais, com frigobar, televisão e banheiro privativo, e outros não? Por que será? Ou por que, ainda, a democracia brasileira existe apenas na teoria que alimenta tantos discursos ideológicos e ufanistas, mas que, realmente, verdadeiramente, ainda está por acontecer? Pena que não se reprovem, nas urnas, tantos quantos compõem esta nossa democracia tão reprovável.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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NECESSÁRIO

Um viva à democracia!

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

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A DEMOCRACIA GREGA

Por definição, interpretada como governo do povo, teve Sólon como um de seus articuladores que na época dos atenienses era seguida sem retalhos até que se transformou numa colcha, sendo usada para todos os fins políticos, de acordo com os interesses dos políticos. Eu e a maioria dos brasileiros que sabe onde tem o nariz sempre combatemos essa prerrogativa de o presidente da República indicar uma vacância no Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo. Um ato que deveria ser abolido pela responsabilidade e neutralidade do cargo de ministro do STF, onde uma sentença ou absolvição podem ser julgadas pela continuidade da pena ou absolvição do réu. Recentemente, quando presidente, Fernando Collor indicou seu parente, Marco Aurélio de Mello; nos governos do PT (Lula/Dilma) houve a indicação de Luiz Fux e de um advogado que não conseguiu passar num concurso para juiz de primeira instância. Ato seguinte, o indicado passa, para vestir a real toga, por uma sabatina feita pelo Senado, que poderia preencher esse tempo com votações mais sérias. É uma aprovação de nababos, como a imprensa informou sobra a despensa dos ministros: nada nacional, tudo importado. Outro ponto a ser reformado é o tempo de mandato do ministro do STF, que não é limitado, como nos outro dois Poderes. Um ministro do STF só despe a toga aos 75 anos de idade, numa onipotência dada por Zeus, presumo. Montesquieu, no seu “O Espírito das Leis”, escrevia sobre o equilíbrio entre os Poderes, e não sobre as iguarias consumidas pelos togados por tanto tempo. A República do Marechal Deodoro é muito diferente da “República de Platão”.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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GOVERNANÇA

Já expendi este ponto de vista por mais de uma vez. Para arranjar um emprego na iniciativa privada, tem-se de ser avaliado em currículo e entrevistas que inspirem qualificação. No serviço público, submeter-se a concurso público comprobatório de aptidão. Então, como entregar a governança do País, de um Estado ou de um município a qualquer mequetrefe aventureiro de boa lábia desprovido de capacidade? Não é um despautério demagógico carecido de qualquer dose de siso, em nome de uma igualmente demagógica e mentirosa democracia que só beneficia os finórios inescrupulosos e que só funciona bem em sociedades altamente civilizadas? Insisto em que os Poderes Executivos e Legislativos sejam exercidos por diplomados em administração e/ou ciências correlatas, aprovados em concursos públicos. Entrariam como vereadores. Entre eles o povo elegeria os prefeitos. Promovidos a deputados – sempre por merecimento –, seriam eleitos os governadores. Promovidos a senadores (sistema unicameral) – pelo mesmo critério –, seriam eleitos os presidentes. Aí teríamos administrações profícuas dedicadas ao progresso do País e bem-estar da Nação. Montesquieu, que separou os Três Poderes, promoveu um grande avanço, mas certamente não deu a última palavra; a evolução está sempre a exigir aperfeiçoamentos. Nada é estático no universo.  

Walter Barreto de Alencar walteralencar30@gmail.com

Salvador 

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MEGA SENA

Em princípio, o sortudo ganhador de R$ 289,4 milhões na Mega Sena sorteada no sábado passará de anônimo a celebridade, e não terá sossego pelo resto da vida. Será que vale a pena? Para muitos, é preferível ser infeliz rico que ser feliz pobre. E você? Qual a sua opinião?

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

  

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VELHACOS

Eu joguei na Mega Sena, mas não confio nem um pouco na lisura dos sorteios, afinal sempre que havia prêmios acumulados os ganhadores geralmente eram dos rincões do Brasil, mesmo que as regiões metropolitanas das grandes cidades, principalmente São Paulo, participem com os maiores volumes de apostas. Hoje talvez nem saibamos de qual cafundó do Brasil foi o bilhete premiado, pois há a aposta virtual para que, no meu ponto de vista, fique mais fácil a manipulação. E quanto à Caixa Econômica Federal (CEF) informar que só se saberá de onde é o felizardo, não concordo, já que com o IP da máquina onde foi feita a aposta é possível conhecê-lo. Não posso afirmar, claro, mas para mim há manipulação em favor de algum grandão, principalmente destes velhacos que há em Brasília – e não são poucos.

Alberto Souza Daneu curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

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MALANDRAGEM?

Num país corrupto como o nosso, eu fico sempre me perguntando se foi sorte uma pessoa ter ganhado sozinha quase R$ 300 milhões ou foi mais uma malandragem da turma de cima.

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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SORTE

Presumo que até pela dificuldade financeira que vive grande parte do povo brasileiro, neste último sorteio da Mega Sena, em todas as casas lotéricas do País tenham se formado enormes filas, e todos com o único objetivo: apoderar-se da fortuna que se acumulou por várias semanas. Embora tenha havido muito desgaste para permanecer nas enormes filas, eis que apenas um sortudo faz uma aposta de R$ 3,50 e leva o grande prêmio, que segundo o noticiário o ganhador teve tanta sorte que nem na fila ele teve de entrar para fazer a aposta, pois ele fez o jogo pela internet .Como diz aquele velho ditado, quem tem sorte tem. 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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MANCOMUNADOS

O interventor do quase falido sistema BRT do município do Rio de Janeiro, Luiz Alfredo Salomão, declarou, em entrevista, que um cartel domina o transporte público na cidade. Poderia poupar suas palavras, pois é de conhecimento geral que a mobilidade urbana é controlada há muito por poucos e ricos empresários que, mancomunados com políticos corruptos por eles patrocinados e com eles comprometidos, loteiam a cidade e até mesmo o Estado tal qual mafiosos da antiga Chicago. A realização de licitação livre que atraia outras firmas interessadas e que, portanto, promova saudável concorrência no setor certamente enfrentará dificuldades em face da possibilidade de represálias pela interferência no sistema fechado já estabelecido. Será que há esquema semelhante nas várias metrópoles integrantes da União? Caso afirmativo, não há dúvida de que, nesta área de prestação de serviços, e talvez em muitas outras, o poder público está subjugado pelo crime organizado.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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OPERAÇÃO TAPA-BURACO

O serviço 156 da Prefeitura de São Paulo não funciona. Em 11/2/2019 reclamei sobre um buraco na minha rua. Recebi um protocolo de n.º 21704649 dizendo quem em 45 dias o serviços seria feito. Nesse período, muitos carros tiveram as rodas de seus carros quebradas, colocaram galhos de árvores no buraco, mas não funcionou. Moradores do entorno colocaram entulho no buraco. Passados 73 dias, eis que recebo um e-mail da Prefeitura datado de 25/4 dizendo que a obra tinha sido realizada e que eu poderia avaliar o serviço e saber o parecer técnico. Não consegui acesso. Tentei responder ao e-mail desmentindo a realização da obra, e ele voltou. Recorro ao jornal na tentativa de resolver o problema, que persiste desde fevereiro.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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LÚCIO MAURO

Um minuto de respeitoso silêncio em homenagem ao talento singular de Lúcio Mauro, que criou alguns dos mais engraçados personagens do humor nacional: Aldemar Vigário, Fernandinho e Da Julia. Neste país que muitas vezes provoca lágrimas de tristeza, o grande ator e humorista provocava lágrimas de pura alegria. Viva Lúcio Mauro!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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VAMOS SORRIR DE SAUDADE

De minha parte, continuarei sorrindo com Lúcio Mauro. Aperte o play!

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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