Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

17 de maio de 2019 | 03h00

EDUCAÇÃO

Truculência verbal

Por que será que o estilo do presidente Jair Bolsonaro é sempre pela confrontação? Nada que ver com o seu passado militar – nenhum dos militares da sua equipe age assim. Talvez seja seu amor pelo jeito truculento de Donald Trump, com algum coaching de seu guru filosófico Olavo de Carvalho. Mesmo assim, descrever as multidões que saíram às ruas em protesto como “idiotas úteis” e “imbecis” realmente passou dos limites dos maus-tratos do chefe da Nação ao povo. Trump pode se dar ao luxo de ofender os outros, mas Bolsonaro precisa do Congresso Nacional e, acima de tudo, do apoio do povo, que deve contribuir com parcela dos sacrifícios impostos pela reformas que pretende implantar.

OMAR EL SEOUD

elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

‘Idiotas úteis’

Sou um dos “idiotas úteis” que protestaram na Paulista contra os cortes na educação e na ciência. De fato, sou o “idiota” que 18 anos após ter direito à aposentadoria continua dando aulas e formando cientistas na USP como professor sênior, sem adicional salarial à aposentadoria. Pago para trabalhar (almoço e transporte) pela educação e pesquisa científica. Este “idiota” é apartidário, membro da Academia Brasileira de Ciências, comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e ex-Fellow da Guggenheim Foundation. 

ETELVINO JOSÉ H. BECHARA

ejhbechara@gmail.com

São Paulo

Manifestação corporativa

O modo como foram realizadas as “manifestações pela educação” indica que o corporativismo, mais uma vez, tenta impedir as reformas que o País implora. Ligados no piloto automático, milhares de educadores, estudantes e funcionários de instituições de ensino estão mobilizados para manter tudo como está: educação cartorial e sem resultados objetivos para assegurar o desenvolvimento econômico e tecnológico, educadores sem avaliação vinculados a instituições que cortam justamente os que mais precisam de subsídios, selecionando em seus vestibulares mais concorridos os estudantes dos colégios mais caros. Com isso transferem recursos que deveriam atender os mais necessitados para quem menos precisa. Estudantes e educadores não parecem dispostos a fazer a simples lição de casa que é verificar excessos, desperdícios, gastos perdulários que ano após ano se repetem em instituições públicas mal gerenciadas, que gastam quase tudo o que arrecadam com o pagamento de servidores. É um prato cheio para que mandatários e lideranças políticas inescrupulosas justifiquem sua inação diante dos problemas que o País precisa enfrentar, até sabotando as iniciativas formuladas, favorecendo a hipocrisia e a demagogia em todo o seu esplendor.

AIRTON REIS JÚNIOR

areisjr@uol.com.br

São Paulo

Balbúrdia

O presidente Bolsonaro não se impressionou com a balbúrdia nas ruas causada pela declaração do ministro da Educação, Abraham Weintraub, sobre corte de 30% da verba das universidades federais que apresentassem balbúrdia, alunos pelados, drogados e com comportamento aviltante à moral das famílias. Ao contrário, ele reagiu acusando os alunos de massa de manobra de uma minoria espertalhona que habita as universidades. Não concordo com o desprestígio da filosofia e das matérias não exatas, mas também não posso concordar com líderes que usam alunos e os expõem ao ridículo perante a sociedade.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Exploração ideológica

Vivemos anteontem um dia de manifestações contra os cortes nas verbas para as universidades federais. É estranho que, além das reivindicações do setor, tenha havido uma invasão ideológica dos atos. O aparelhamento político-ideológico tem sido grande foco de tensão e não serve em nada ao desenvolvimento do ensino. O ideal seria que a comunidade universitária buscasse negociação com as autoridades do governo, com quem tem de se relacionar, ouvisse as razões do Ministério da Educação para decidir os cortes e buscasse definir qual a natureza e o montante deles. O ministro tem reiterado que não se trata de corte, mas de contingenciamento, e garantiu que essas verbas poderão ser liberadas nos próximos meses. Falou que não passa de uns 3% do orçamento (ou 30% das verbas que a universidade tem liberdade para aplicar). Contingenciamento é habitual, mas só agora os contingenciados protestam. Melhor do que servirem de armas para os contumazes oposicionistas, as universidades e suas comunidades deveriam estar tentando negociar a própria situação e – mais do que isso – garantir melhores condições para o orçamento de 2020, cuja previsão é feita ainda neste ano. Contestar ideologicamente o governo não é o melhor caminho. 

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

Onde estavam os manifestantes quando Dilma “Pátria Educadora” Rousseff cortou R$ 10,5 bilhões do Ministério da Educação (Estadão Conteúdo, 2/1/2016)?

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Quanta virulência!

A forma agressiva, desrespeitosa, grosseira, mal-educada como alguns deputados da oposição trataram o ministro da Educação na audiência para a qual ele foi convocado e a que compareceu com plena disposição para apresentar os dados do caos econômico em que se encontra o País e, por consequência, o erário, tentando explicar o contingenciamento de algumas verbas para as universidades públicas, nos deixa envergonhados! Como é possível que indivíduos de tão baixo padrão de educação e urbanidade sejam representantes do povo? Devem se sentir orgulhosos dos discursos desprovidos de qualquer sentido senão o de agredir os que fazem parte do grupo político que, democraticamente, os venceu...

DÉCIO ANTÔNIO DAMIN

deciodamin@terra.com.br

Porto Alegre

DIPLOMA FALSO

Ambição

Um dos aspectos mais notáveis do caso do diploma falso da professora Joana D’Arc é o fato de ela ser graduada, mestre e doutora pela Unicamp. Só posso imaginar que sua meta se encontrava além de todos os reconhecimentos acadêmicos por uma das melhores universidades do Brasil. Faltava-lhe o pós-doutorado pela universidade mais famosa do mundo. Ela chegou muito longe, em especial num país preconceituoso, mas falhou em domar a própria ambição.

MARCELO MELGAÇO

melgacocosta@gmail.com

Goiânia

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CICLO INTERMINÁVEL

As manifestações de quarta-feira (15/5) não tiveram, nem terão, efeito prático algum. E não são para ter mesmo. A explicação é simples. É de conhecimento público que cortes de verbas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e segurança vêm ocorrendo sistematicamente desde os governos petistas, e são causados pelo déficit fiscal progressivo, capitaneado, por sua vez, por um sistema previdenciário insustentável. Na hipótese absurda de o governo voltar atrás no contingenciamento da educação, seguramente haveria compensação em outras áreas, como saúde, por exemplo, o que certamente provocaria protestos igualmente intensos, num ciclo interminável. A situação fiscal do governo é crítica, a conta não fecha. Puxar a sardinha para um lado sem se importar com o todo, brevemente não sobrará sardinha alguma para contar a história. Com, sem e apesar das falas de Jair Bolsonaro, é imperativo que a reforma da Previdência seja aprovada. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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‘FAKE NEWS’ E OS PROTESTOS

Uma “fake news” contribuiu para ampliar o movimento grevista que ocorreu no País na quarta-feira: o corte de 30% na verba da Educação. A mídia sabe que o corte é no custeio, mas, em mal simulada imparcialidade, embora não sonegue a realidade (sobre o total do orçamento, o “corte” não passa de 6%), a relega a um pé de página, de modo a não ser acusada de omissa. Há omissão, sim, pois este ponto é o nó da questão. Sai-se lá um deputado a dizer, demagogicamente, que ao MEC cabe buscar recursos de modo a evitar o corte que não é corte, é contingenciamento. Aproveitando uma fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, se estamos no fundo de um poço sem fundo, talvez cavando mais um pouco encontremos uma mina de ouro! Que educação é investimento os minimamente informados concordam, mas o bom investimento é o que dá retorno, e o que se sabe – e a imprensa corretamente o divulga – é que, considerando os índices internacionalmente aceitos para medir a excelência do processo educacional, temos lutado bravamente pelos últimos lugares. O time de Jair Bolsonaro age com truculência, é verdade, mas a oposição atua como terrorista e o Centrão, com o mesmo despudor de antigamente, buscando vender a sua parceria ao custo de dez ministérios, no barato.

Roberto Viana Maciel Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

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MAIS SACRIFÍCIOS

Com indisfarçável viés ideológico, a bola da vez é o setor de educação. Está cada vez mais difícil de estudar, trabalhar e se aposentar neste país. Se, de um lado, faltam recursos para gastos sociais, de outro, não há limite de gastos para viagens ao exterior, compra de lagosta e aparelhamento da máquina estatal por militares da reserva.

Marcos Abrão m.abrao@terra.com.br

São Paulo

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O SINAL DAS RUAS

O contingenciamento, pelo que parece, tende a estrangular o fluxo de caixa das universidades federais. O sinal das ruas foi claro: com Educação não se brinca. Não se pode ser condescendente com atitudes de tal importância. Tampouco polarizar. Muitos (nem todos) perceberam isso e, ao mesmo tempo em que na média as manifestações foram uma demonstração de civilidade, inundando os eleitores de informação, os que partiram em defesa desse absurdo ficaram isolados. É assim que deve ser. Numa democracia, o dissenso é às vezes necessário para a construção do consenso mais amplo.

Bruno Hannud hannud.bruno@yahoo.com

São Paulo

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VÔMITOS DO PODER 

Cheiro de fósforo – de pólvora, felizmente, não – no ar com estudantes, não só eles, nas ruas contra o contingenciamento, não cortes, de verbas específicas do Ministério da Educação. Protestos estudantis pertencem à democracia e à história. Naturais. Compreensíveis. A mídia, ressentida com, aí sim, cortes financeiros ordenados pelo capitão e disposta a derrubá-lo no berro, amplificou o ruído, apegada ao rótulo “idiotas úteis”, pespegado por Bolsonaro aos que identifica como militantes esquerdistas inconformados com o revés eleitoral em 2018. Decibéis irados não foram ouvidos quando Gilmar Mendes classificou de “gângster” e “gentalha” os procuradores do Ministério Público Federal, em sessão plena do Supremo Tribunal Federal. Em Brasília, ao que parece, cada um vomita a seu modo, de terno ou de toga.

José Maria Leal Paes myguep23@gmail.com

Belém

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ORÇAMENTO FEDERAL

Curiosos certos movimentos, como os do pessoal ligado à área da Educação, a respeito da suspensão de recursos financeiros para a área. Tirando o fato de que há sempre interesses políticos nessa questão, alguns fingem não saber que qualquer orçamento está sujeito à disponibilidade de recursos, de acordo com a arrecadação. Quem governa não pode se exceder, tanto pela responsabilidade fiscal quanto pelo fato de que gastar além de certos limites joga o País no caos e na hiperinflação. Por outro lado, para tentar contentar um ou outro setor, haveria de descontentar outros, tirando-lhes recursos. Não importa a ideologia política do governante, todos têm de se enquadrar. As próprias Forças Armadas, de onde o presidente é oriundo, sofreu um grande contingenciamento. 

Heitor Vianna P. Filho lagos@araruama.com.br

Araruama (RJ)

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A SOLUÇÃO E O BOICOTE

Educação é a mola mestra para, sob todos os aspectos, alçar voo de gavião, isso está comprovado em vários países que poucas décadas atrás estavam em situação pior que a atual do Brasil. Algumas universidades brasileiras não funcionam exemplarmente, daí a redução de aporte financeiro. No Brasil, em crise e com o futuro nebuloso, priorizar recursos à Educação é solução, mas nossos deputados inviabilizam e, com seus interesses pessoais e partidários, boicotam a reforma da Previdência, fundamental para superarmos a crise e gerar melhorias generalizadas. 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

  

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UM PAÍS SUBDESENVOLVIDO

A reportagem de 14/5 do “Estadão” sobre os nossos cientistas que são obrigados a sair do País para continuarem os seus projetos veio bem a calhar ante o corte de verbas no Ministério da Educação. Conforme atestaram os entrevistados, os governantes brasileiros jamais se preocuparam em dar condições a esses cientistas, de desenvolverem os seus projetos aqui. E, no governo atual, a situação é mais crítica. Segundo o ministro da Educação, aluno do guru do presidente Bolsonaro, investimento em pesquisa e pós-graduação não será prioridade do atual governo. Ou seja, o País ficará sempre a reboque das descobertas de outras nações. Eis por que o Brasil não consegue desenvolver novas técnicas para a indústria e, principalmente, para a Saúde, como teria condições de fazer. É uma política de ignorância abissal. E, na quarta-feira, em manifestações na maioria das capitais dos Estados, estudantes e mestres saíram às ruas contra esta política absurda do governo. Também a Câmara dos Deputados convocou o ministro da Educação para explicar em plenário sua política para a Educação, e o ministro foi agressivo e até desrespeitoso com os deputados. Quanto ao presidente Jair Bolsonaro, boquirroto como sempre, declarou sobre as manifestações: “São uns idiotas úteis que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona”. Paralelamente, o presidente Bolsonaro já afirmou que pretende autorizar a mineração na Amazônia, ou seja, para exportarmos insumos, como todo país subdesenvolvido, destruindo nosso maior tesouro. O que as mineradoras fizeram com o Estado de Minas Gerais e Espírito Santo, por exemplo, aparentemente não chegou ao seu conhecimento. Em 2014, tão logo a ex-presidente Dilma Rousseff foi reeleita, eu escrevi a este “Fórum” que, pelo seu histórico no primeiro mandato, ela não terminaria o seu segundo. Agora, com pouco mais de três meses de governo, infelizmente tenho a mesma impressão em relação ao presidente Bolsonaro, tantas são as trapalhadas que ele vem promovendo. É a melhor versão real do “Samba do Crioulo Doido”, do saudoso Sérgio Porto. 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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CEGUEIRA

Anteontem, milhares de estudantes, professores, pesquisadores e simpatizantes em todo o Brasil, os chamados “idiotas úteis”, disseram ao “idiota inútil” de Brasília que educação é muito importante, custa dinheiro, mas vale a pena e rende dividendos! Precisa legenda e libras para entender?

Sergio Funari funari.sergio@gmail.com

São Paulo

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RESPOSTA

Ao comentário de Bolsonaro sobre estudantes “idiotas úteis”, nas manifestações contra o corte de verbas na educação, respondemos como o colunista José Simão: “os idiotas inúteis estão no governo”.

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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EU PROTESTO!

Quem protesta não é idiota nem inútil, “taokey”? Protestos ocorrem desde o tempo dos faraós e dos hebreus. É a democracia, senhor presidente! É impressionante a falta total de diplomacia e de bom senso! Só faltam três anos e sete meses para esta agonia terminar! 

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

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REAÇÕES EMOCIONAIS

Se alguém, mesmo se ocupar um alto posto, disser que eu sou uma “idiota útil”, e eu sei que não sou, eu não fico histérica, não revido, etc. Se eu reagir negativamente, é porque, no fundo, não sei se sou ou não. Simples. Pelo visto, estamos cercados por políticos e civis que são exatamente aquilo do que são acusados.

Sandra Matia Gonçalves sandgon46@gmail.com

São Paulo

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EM BUSCA DA RESSURREIÇÃO

O presidente Bolsonaro perdeu, com a sua incontinência verbal, a oportunidade de esclarecer didaticamente aos universitários o que significa corte e contingenciamento de verbas e lembrar-lhes de que no passado os governos Lula e Dilma também realizaram contingenciamento na área da Educação. A mídia omite-se quanto a esses contingenciamentos do passado e, ainda não aceitando a eleição democrática de Bolsonaro, amplifica os protestos realizados na quarta-feira, que realmente foram mais fortes no Rio de Janeiro, São Paulo e Recife, sendo este último o que teve um grande comparecimento, considerando o número de habitantes de cada cidade. E, como ressaltou o leitor sr. Cesar Garcia (16/5) quanto ao forte caráter ideológico das manifestações, “recheadas de bandeiras vermelhas com foice e o martelo”, a oposição esquerdista aproveitou-se das polêmicas dos bolsonaristas quanto ao contingenciamento para tentar a sua ressureição.

José Luiz Abraços octopus1@uol.com.br

São Paulo

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ENTRAVES DA OPOSIÇÃO

Concordo com o presidente sobre os “idiotas úteis”. A esquerda emprega todos os meios e todos os “idiotas úteis” de que dispõe para tentar a reconquista do poder. É este o objetivo de todos os entraves colocados pela oposição ao governo.

Ottfried Kelbert okelbert@outlook.com

Capão Bonito

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MAU USO DO DIREITO DE GREVE

A greve é um direito de todo trabalhador e isso é cristalino. Professores fazendo greve por razões ideológicas é inaceitável. Para tal, faça uso do seu tempo livre e manifeste-se, proteste, tudo bem. Mas não deixe de ir para a sala de aula. Não torne sua categoria merecedora dos irrisórios vencimentos que lhe são pagos.

Jomar Avena Barbosa joavena@terra.com.br

Rio de Janeiro

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O JOGO DA ESQUERDA INSANA

Nos 16 anos de governo petista no Brasil não se viu um único arremedo de melhoria da educação, embora houvesse orçamento para isso. Ao contrário, houve até um incentivo à não educação quando o chefe máximo da Nação confessou nunca ter lido um livro e que ler jornais lhe dava azia. Na quarta-feira, pautamos o dia para acompanhar os protestos e vimos de tudo: MST, MTST, CUT, cartazes com os dizeres “Lula Livre” e palavras de ordem como “Fora Bolsonaro”. Ora, o movimento não era para ser contra o “corte” de verbas? Já se perguntaram por que, depois do PT, o Brasil teve de ir morar embaixo da ponte e, por isso, essas reduções são absolutamente necessárias numa economia colapsada? A esquerda insana no Congresso, no STF e adjacências não se satisfaz em atrapalhar o governo e impedi-lo de governar, ainda manipula os estudantes para fazer o seu jogo e, com isso, voltar ao poder para acabar de vez com o País. Estarrece, mas a convicção da boa vontade prevalece: a democracia vence e vocês não passarão!

Carmela Tassi Chaves tassichaves@gmail.com

São Paulo

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CAMINHO SUAVE

Bandeiras e balões vermelhos nos protestos indicam que, para muitos, melhorar a educação é trocar o lápis e a borracha por foice e martelo...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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A ESQUERDA NA RUA

A esquerda pôs na rua todo o estoque que acumulou nestes últimos 16 anos de doutrinação. Expôs até onde pode chegar! 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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DISCUSSÃO INGÊNUA

Entrei em universidade pública em 1982 e desde aquela época se falava em redução de verbas. A discussão que vemos hoje sobre o assunto é tola e ingênua. A pesquisa no Brasil sempre conseguiu algum dinheiro e nas universidades há coisas muito boas e coisas muito ruins. Cortes de verbas na educação foram feitos por um presidente professor universitário, por um presidente sindicalista e outros. O que falta, mesmo, não é dinheiro, mas, sim, ética, compromisso e seriedade. E os estudantes que estão desfilando nus por aí estão, na verdade, mostrando sua fragilidade e seu medo de sair das escolas, onde estão protegidos pelos pais e pelo dinheiro do contribuinte, para enfrentar o mercado de trabalho e a dura realidade do País, hoje com 13 milhões de desempregados, corrupção dominante e tráfico de drogas. Trágico resultado de anos de irresponsabilidade e descaso dos governos de esquerda.

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

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RETROSPECTO

Collor: corrupto! FHC: conivente com a corrupção! Lula: corrupto condenado, comprou a oposição no mensalão, surfando mal a onda do crescimento mundial! Dilma: corrupta que manteve seus direitos políticos de forma inconstitucional, incompetente, afundou o País na pior crise da história! Bolsonaro: recebeu a herança maldita, um país quebrado e ainda corrupto! Só lembrando: “contingenciamento” não é “corte” e “reformas são excelências!”. E agora, deixo uma pergunta aos leitores: o que a oposição está fazendo para tentar tirar o Brasil da crise?

Rodrigo Echeverria rodecheverria73@hotmail.com

São Paulo

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AÇÃO E REAÇÃO

Como sói aos derrotados esquerdistas e arruaceiros de carteirinha, patéticas as palavras da jornalista Miriam Leitão sobre os participantes dos protestos, que se disse de “estudantes”, ocorrido quarta-feira (15/5). Alguma coisa assim: “É um direito de todos irem às ruas. É democrático. Todos sabemos que ali não tinha somente estudantes, etc.”. Miriam, nenhuma menção às pichações do patrimônio público, ônibus incendiados, pedras e bombas ao ar, confrontos com os agentes da ordem e tantas outras agressões à nossa cidadania! Esses “direitos” são democráticos? Por que tanta parcialidade? Mais honesto e transparente seria vestir a camisa encarnada de seus partidários, guarnecer uma bandeira de igual cor com símbolos intoleráveis à nossa República, esconder-se sob covardes máscaras e distorcidos bonés e sair às ruas travestida de “estudante” gazeteiro para exercer os peçonhentos “direitos” que a sua baderneira turba defende, sempre adversos aos interesses verdadeiramente legítimos e democráticos do País. No dia seguinte, não use a sua pena como vítima da Terceira Lei de Newton, a da ação e reação! Copiou?

Celso David de Oliveira david.celso@gmail.com

Rio de Janeiro

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PROTESTO CORPORATIVO

Reclamem da falta de polidez, protestem por eufemismos, mas a verdade é que o presidente Bolsonaro tem razão e a foto da primeira página do “Estadão” de ontem deixa claro, pelas bandeiras de sindicatos, associações e centrais sindicais, que a tal “manifestação pela educação” é um protesto corporativo, em defesa da ameaça a privilégios que estão cristalizados e contra a mínima possibilidade de reengenharia administrativa ou de questionamentos sobre o funcionamento das universidades públicas ou mesmo de corrigir problemas identificados em avaliações realizadas. Já vivi o suficiente para observar que há alguns anos muitos brasileiros passaram a olhar para o serviço público, em face da notável melhoria das condições salariais, não com idealismo ou vontade de contribuir para o desenvolvimento do País, mas como uma oportunidade de carreira, na maioria das vezes em condições superiores ao que oferece o mercado de trabalho privado. O problema é que para os carreiristas o serviço público na prática não é atraente, pois chega um momento de estagnação na evolução profissional. Chegamos a um ponto em que a elite intelectual – e até mesmo econômica – está vinculada direta ou indiretamente ao Estado e resiste a mudanças que restaurem a racionalidade administrativa, pois temem perder o que julgam privilégios adquiridos. Afinal, o que justifica que alunos do colégio Santa Cruz paralisem suas atividades em apoio às “manifestações pela educação”, a não ser a esperança de que futuramente os alunos desse colégio da elite paulistana serão alunos dos cursos mais concorridos da USP ou de outras universidades públicas? Outro dia, ao comentar a fala desastrada, pela sinceridade e pouca diplomacia, do ministro da Educação, um jornalista de um programa matinal deixou escapar que tinha “orgulho da balbúrdia” que a filha fazia numa universidade pública, o que denota absurda parcialidade, impeditiva de uma análise mais acurada dos fatos. Mas chegamos a um ponto em que a educação cartorial oferecida aos estudantes não oferecerá os resultados indispensáveis para o desenvolvimento brasileiro – nem mesmo pessoal – e um título acadêmico será apenas um pedaço de papel na parede, se os cursos superiores continuarem a reproduzir paradigmas superados, que não contribuam para que nos tornemos mais do que um país bem-sucedido em produção de commodities, o que exige muito trabalho e gera pouco retorno econômico. Outro problema de trabalhar no serviço público sem idealismo e vocação, mas apenas porque circunstancialmente “o salário é melhor”, é que chega um momento de estranhamento e nada do que se tem parece bom ou suficiente e, enquanto isso, a iniciativa privada é sufocada com a elevadíssima carga tributária, que nem arranha a imensa desigualdade social que se instituiu e, pior, com estagnação econômica e altíssimas taxas de desemprego. E assim vamos levando a vida. Até quando?

Airton Reis Júnior areisjr@uol.com.br

São Paulo

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CAUSAS E CULPADOS

Dizem os números: “Metade dos alunos brasileiros avaliados pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é composta por analfabetos funcionais aos 15 anos”, ou seja, ao completar o ensino básico, antigo ginásio. Não é preciso ir mais longe para perguntar por causas e culpados. Não há como desmentir que os professores carregam uma boa parte da culpa. Outra é do sistema de administração da educação. E a originária é da esquerda, do PT que desmanchou o programa herdado de Paulo Renato/FHC e aparelhou os ministérios e a cultura com seguidores ideologizados.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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O MINISTRO NA CÂMARA

Sobre a matéria “Weintraub provoca deputados na Câmara: ‘Conhecem carteira assinada?’” (“Estadão”, 15/4), a performance do ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi excelente no Congresso, na quarta-feira. No começo, não se abalou com as agressões hipócritas que começaram com o PCdoB, PT, PSOL e outros puxadinhos esquerdistas, principalmente quando respondeu lembrando a prepotência e a arrogância de Lula quando exigiu do Santander que demitisse uma funcionária que fez projeções econômicas que se realizaram. Houve forte reação das esquerdas, e, então, o presidente dos trabalhos pediu moderação de ambas as partes, baixando todos um pouco a bola. Depois, houve uma divisão entre críticas inconsequentes, elogios de deputados da base, além de discursos específicos dirigidos para as regiões específicas. Houve as tradicionais manifestações da desonestidade intelectual das esquerdas, sendo a intensidade das críticas bom sinal de seu desespero, bem como – não deveria deixar de ser – houve também discretas críticas ao professor Olavo de Carvalho, que podem ser considerados elogios, entre outros. O ministro desempenhou muito bem seu papel, saindo os raivosos tiros da esquerda pela culatra, que não conseguiu seus objetivos. Igualmente, as demonstrações de estudantes e da CUT lá fora não surtiram maiores efeitos. Nota dez para o ministro e nota zero para a oposição. É claro que a extrema imprensa faz outras avaliações, em sintonia com o coro da “resistência petista”.                    

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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MEXENDO EM PARADIGMAS DA EDUCAÇÃO

O ministro da Educação está falando de uma mudança de paradigma na educação: fortalecer o ensino básico, abandonado. É isso que incomoda mais quem vive do farto dinheiro do ensino superior gratuito, frequentado em boa parte pelas classes mais favorecidas, oriundas – claro – de escolas particulares e caras. Esse é o grande xis da questão, que deveria dominar esta discussão agora. Por outro lado, falar de doutrinação abertamente é também mexer num vespeiro. Isso porque a doutrinação à esquerda tem sido feita ao longo de décadas, silenciosamente, sem que ninguém questionasse o fenômeno até então. Essa doutrinação tem sido nociva ao desenvolvimento do País e da própria educação da classe mais intelectualizada, que controla os rumos da Nação. Estamos pagando um preço bem alto por causa dela. A jovem deputada Tabata Amaral (PDT-SP), no Parlamento, dizer que marxismo cultural não existe é brincadeira, é querer tampar o sol com peneira. Estas duas questões centrais – mais verbas para ensino básico e a busca do equilíbrio na doutrinação ideológica nas universidades públicas – configuram uma baita revolução no setor da educação no Brasil. Um caminho espinhoso a ser trilhado, mas necessário.

  

Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br

Cotia

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A EDUCAÇÃO NO CONGRESSO

Show do ministro da Educação do governo Bolsonaro: explicou com clareza todas as indagações maldosas de alguns parlamentares – parlamentares vazios, sem ideias próprias.

Arcângelo Sforcin Filho arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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VIRULÊNCIA

A forma agressiva, desrespeitosa, grosseira e mal educada com que alguns deputados da oposição trataram o ministro da Educação na audiência para a qual ele foi convocado e compareceu – com plena disposição para apresentar os dados do caos econômico em que se encontra o País e, por consequência, o erário, tentando justificar o contingenciamento de algumas verbas para as universidades públicas – nos deixa envergonhados. Como é possível que indivíduos de tão baixo padrão de educação e urbanidade sejam representantes do povo? Devem se sentir orgulhosos depois dos discursos desprovidos de qualquer sentido, senão o de agredir com desenvoltura (coragem?) os que democraticamente os venceram.

Décio Antônio Damin deciodamin@terra.com.br

Porto Alegre

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EDUCAÇÃO À DERIVA

Um país se faz com homens e livros, conforme preconizou Monteiro Lobato. O Brasil está longe dessa verdade quando duas das maiores editoras encontram-se em recuperação judicial, juntamente com um dos principais jornais, acompanhado de uma editora vendida a preço de banana em troca de uma dívida vultosa. Faltam leitores, sobram nas universidades professores doutrinadores de esquerda, e as avaliações internacionais como o Pisa nos colocam em situação vexaminosa. O problema da educação brasileira não é dinheiro, e, sim, competência dos professores que, volta e meia, fazem greve reivindicando aumento salarial, deixando milhares de alunos durante meses sem aulas. Precisamos de professores competentes e responsáveis.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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SOMOS UM

Precisamos rapidamente colocar as divergências de lado por um ideal conjunto.  Nem concordar, nem discordar de tudo, mas ceder o suficiente para readquirir força e rumo de Nação. Sem essa unidade de objetivos, passaremos de história a história no mais absoluto subdesenvolvimento.  

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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RALO

Parece que entendi um dos motivos pelos quais todos os governos querem colocar muito dinheiro na rubrica da educação brasileira: trata-se de uma ação governamental que ninguém ousa ir contra. Todos querem que a educação seja prioritária para o País, todos compreendem que é a mola propulsora do desenvolvimento econômico, social e ambiental de uma nação. Entretanto, quase todos os governos que estiveram no poder nos últimos anos sempre usaram a educação para desviar o dinheiro público para outros fins, tanto é que nossos estudantes estão sempre nos últimos lugares no ranking mundial do conhecimento. Para onde vai o dinheiro? Certamente, não é para as universidades, muito menos para o salário dos professores. As universidades e, provavelmente, outros níveis de escolaridade formam o grande ralo que, juntamente com a Previdência, devora os recursos do povo por meio dos desvios de grande parte dos políticos e empresários corruptos. Lamento que os estudantes, professores, pais e administração de escolas ainda não tenham percebido este fato.

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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O ENTORNO DO PRESIDENTE

Senhor presidente, o que não o deixa alinhar as medidas certas para cumprir com o que o elegeu não são os por Vossa Excia. nominados “idiotas úteis”. Se o senhor não tem alcance para perceber, podemos lhe explicar: alguns idiotas inúteis que o cercam – a começar de familiares seus –, alguns que ocupam ministérios e também quem lhe “fazem a cabeça” é que travam sua atuação. Só que o prejuízo é do Brasil, não deles. Nós queremos um Brasil próspero e justo, aproveitando as cabeças inteligentes que temos e estamos dando de mão beijada para outros países.  

Ricardo Hanna ricardohanna@bol.com.br

São Paulo 

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NOTÍCIAS DO CLÃ BOLSONARO

Como esperado, agora é a vez do “03”, Eduardo Bolsonaro, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, dar a nota. Com todas as letras, disse ele que só a bomba nuclear “garante a paz”. E explicou: “Quando um país desenvolve a bomba nuclear, o outro, no dia seguinte, também desenvolve”. Com tamanha profecia, essa “disposição” do terceiro filho de Jair Bolsonaro vem desde 2016. Salve o clã dos Bolsonaro! 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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GANÂNCIA

Ministério Público vê lavagem de dinheiro em imóveis de Flávio Bolsonaro. Ele se diz vítima. Só se for de sua ganância! 

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

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‘O MECANISMO’

O seriado “O Mecanismo” já tem mais algumas temporadas garantidas por causa das traquinagens do senador Flávio Bolsonaro. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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‘ESCULACHO’?

“Esculacho”, o presidente Bolsonaro não poderia encontrar palavra pior para tratar as investigações sobre seu filho. O mesmo Ministério Público, de importância ímpar na Lava Jato – abusos à parte –, aquela a que Bolsonaro não media esforços para elogiar, é, agora, mais um instrumento opositor com o único propósito de derrubá-lo. Ao invés de mostrar-se despreocupado – já que a sua certeza de inocência é tão firme – com as revelações, Bolsonaro escolhe a vitimização e o discurso persecutório praxe de seu adversário petista.

Jorge U. Alves Neto jorgealneto@gmail.com

Areia (PB)

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E OS OUTROS 30?

Não tenho bandido de estimação. Assim, espero que se apure tudo relativo ao hoje senador Flávio Bolsonaro e seus assessores. Se forem culpados, que passem pelo devido processo legal. Só não entendo por que os outros 30 então deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) não estão sendo investigados junto com seus assessores. Será que é porque não têm um sobrenome famoso? Cartas para o Ministério Público Estadual!

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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BOLSONARO NOS EUA

Na página A8 do “Estado” de 15/5, a matéria “Festa acontece em NY sem Bolsonaro” informa que, para o evento que seria o da entrega do título de Personalidade do Ano ao presidente Jair Bolsonaro, 3/4 dos convites foram vendidos, à razão de US$ 10 mil por pessoa, em menos de 24 horas. Isso aparenta um bom interesse do empresariado americano ao nosso presidente. Entretanto, tivemos um prefeito criticando assiduamente a presença de Bolsonaro em Nova York. Teria sido este comportamento estimulado por ciúme?

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br

Campinas

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A PRISÃO DE MICHEL TEMER

Muito bom o artigo do desembargador aposentado Aloisio de Toledo Cesar a respeito da prisão de Lula e Temer (16/5, A2). Ele, como um ótimo jurista, nos esclareceu como, mal e mal, funciona a Justiça neste nosso país. Mesmo antes de Lula, praticamente todos os presidentes, ainda vivos, pós-Diretas Já deveriam estar encarcerados, e um deles é filho de um ex-senador que cometeu um assassinato em plenário. Qual destes não cometeu desatinos e corrupção? Ou não?

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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MEGA SENA

Ambicionada por muitos brasileiros, a Mega Sena sorteada no sábado esteve acumulada por quase 14 concursos, apresentou um prêmio pago recorde e um só ganhador entre as milhões de apostas feitas em todo o País. Além do mais, a aposta vencedora foi feita pela internet e, para fechar as nossas inquietações e desconfianças, a Caixa Econômica Federal (CEF) divulgou a cidade vencedora do superprêmio somente na terça-feira. Esperamos que o Ministério Público e as autoridades policiais mandem investigar este lamentável episódio que pode desacreditar as loterias chanceladas pela Caixa. No mínimo, estranho este episódio.

Moacyr Rodrigues Nogueira Moaca14@hotmail.com

Salvador

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INVESTIGAÇÃO

O Brasil é o paraíso dos estelionatários. Aqui, dá de tudo. Gente que aluga carro e depois vende a terceiros o bem da locadora, pesquisadora que falsifica diploma de pós-doutorado em Harvard, e por aí vai. Mas fica uma pergunta no ar: por que o Ministério Público Federal nunca investigou os sorteios da Mega Sena? Já repararam que os grandes prêmios acumulados sempre acabam saindo em cidades minúsculas e estatisticamente improváveis? Vejamos este ultimo sorteio: depois de 14 concursos acumulados a CEF divulgou que o ganhador fez sua aposta mínima de R$ 3,50 pela internet, porém demorou três dias para informar que o cidadão é de Pernambuco, sem especificar a cidade.  Inacreditáveis R$ 280 milhões que ficaram sem dono por 72 horas. Onde estão nossos vigilantes procuradores da República?

Vinicius Wandenkolk vinicius.zps@gmail.com

São Paulo 

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