Fórum dos Leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

04 de junho de 2019 | 03h00

BRASIL E AS REFORMAS

Fim de festa

Alguns fatos recentes contribuem para o clima de fim de festa que o Brasil vive hoje. Talvez o mais indecente tenha sido a declaração de Paulinho da Força de que a reforma da Previdência não poderia ser aprovada como está porque isso ajudaria Jair Bolsonaro numa eventual candidatura à reeleição. Depois veio o vergonhoso empenho de parlamentares para excluir Estados e municípios desta reforma. Para completar, vimos o protagonismo vergonhoso de membros do Supremo Tribunal Federal (STF) interferindo diretamente na gestão de estatais, como fez o ministro Fachin ao vetar a venda de ativos da Petrobrás. E temos, por fim, os destemperos diários do presidente da República, que agora quer um ministro evangélico no STF. Ah, já ia me esquecendo: há, ainda, o desempenho pífio do PIB no primeiro trimestre deste ano e – pimenta do bolo – a conscientização de que apenas a reforma da Previdência é insuficiente para tirar o País desta modorra total.

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

Risco de colapso

Em entrevista ao Estado (3/6, A4), o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, disse que “ou fazemos reformas ou vamos para o colapso”, e nós, brasileiros, perguntamos: o que estão esperando para fazê-las, a volta de Cristo ou o toma lá dá cá?

ORÉLIO ANDREAZZI

orelio@andreazzi.com.br

Suzano

Oportunidade

A reflexão do presidente da Câmara, de que ou o País faz as reformas ou parte para o colapso com ruptura das relações sociais, desnuda uma situação que políticos costumam esconder. As reformas (da Previdência, tributária, administrativa, política, eleitoral e outras) são absolutamente necessárias. E a independência e a harmonia dos Poderes, indispensáveis, mesmo num momento como o atual, de mau humor do povo em relação à classe política e até as instituições. É preciso enfrentar e resolver os problemas, por mais difíceis que sejam. O fim do loteamento do governo com parlamentares já é um bom sinal de mudança. Deputados e senadores precisam aproveitar esta oportunidade para, sem serem “sócios” do governo e de maneira altiva, legarem ao País as mudanças que o momento exige. Principalmente, trabalhar para a retomada do equilíbrio entre receita e despesa, sem o que não chegaremos a lugar algum.

DIRCEU CARDOSO GONÇALVES

aspomilpm@terra.com.br 

São Paulo

Eficiência

O País vai para o colapso social se a máquina pública continuar retrógrada e ineficiente, como, por exemplo, com um Poder Legislativo que trabalha três dias por semana, paga aposentadorias médias de R$ 29 mil mensais e mantém gabinetes lotados de funcionários. O mundo moderno não tem mais espaço para ineficiência, incompetências e malversações. Enquanto o poder público está com suas contas em frangalhos, a iniciativa privada vai bem, apesar de pagar tributos astronômicos.

MARCO ANTÔNIO MARTIGNONI

mmartignoni@ig.com.br

São Paulo

Contas no vermelho

Nossos legisladores precisam ler o editorial do Estado Um desastre em vermelho (3/6, A3). Está bem claro ali o prejuízo que a demora na aprovação da reforma da Previdência traz ao País. O rombo do sistema previdenciário mina o superávit primário das contas públicas. O setor público (governos federal, estaduais, municipais e estatais) não tem condições nem de pagar os juros vencidos de sua dívida. Acrescente-se a isso o STF querendo tirar de estatais a autonomia para vender seus ativos. Legislativo e Judiciário devem criar consciência dos graves problemas do País e apoiar a recuperação econômica, não dificultá-la.

CARLOS ROBERTO SALIMENO

profsalimeno@icloud.com

São Paulo

Política infantil

O artigo Política infantil, povo infantilizado, de Bolívar Lamounier (Estado, 2/6, A2), é irretocável. Examina as graves questões que o Brasil enfrenta atualmente e o faz com rigor quase cirúrgico e foco no que temos de mais trágico e perverso: milhões de brasileiros desvalidos, sem emprego e subempregados; taxas de homicídios inacreditáveis; corrupção endêmica, que permanece em cena; lagostas e vinhos em licitações públicas, ao lado de toda sorte de auxílios pecuniários. E o que dizer da tramitação no Congresso da reforma da Previdência? Mais lenta, impossível. Um descaso, diante da gravidade da situação fiscal do País. E, por fim, o articulista nos brinda com fatos históricos importantes, como o crescimento econômico experimentado pelo Brasil de 1930 a 1980 (ainda que com pecados marcantes) e o exemplo de desenvolvimento industrial experimentado por Alemanha, Japão e Estados Unidos nas três últimas décadas do século 19. Esses fatos amparam seus argumentos na indicação de nossa política infantil e irresponsável.

JOSE ANTONIO S. BORDEIRA

sydreira@gmail.com

Petrópolis (RJ)

SÃO PAULO

Patinetes sem capacete

O Tribunal de Justiça de São Paulo liberou o uso de patinetes sem capacete em São Paulo. O lobby das empresas locadoras das patinetes falou mais alto. Então os usuários que quebrem sua cabeça à vontade, não é mesmo, senhora Justiça?

LUÍS FERNANDO 

luffersanto@bol.com.br

Laguna (SC)

Incrível nossa incapacidade de entender a segurança dos indivíduos. A Justiça liberou o uso de patinetes sem capacetes, mas qual é a diferença entre motos, patinetes e bicicletas? Todos são veículos de velocidade considerável e deveriam seguir a mesma regra. Simples assim!

MANUEL PIRES MONTEIRO

manuel.pires1954@hotmail.com

São Paulo 

Tenho acompanhado as notícias sobre a necessidade urgente da criação de regras para a circulação das patinetes, mas não vejo referências à segurança de outros modais como bicicletas e motos. Com o crescimento exponencial dos aplicativos de entrega, por exemplo, têm acontecido muitos acidentes envolvendo esses veículos, que buscam atender aos pedidos rapidamente e pelo caminho mais curto. Esses três modais têm de obedecer às mesmas leis de trânsito que os automóveis, principalmente, no que se refere à segurança dos usuários e pedestres. Por exemplo: não circulando na contramão, mas sempre no sentido de circulação dos automóveis e das ciclovias, utilizando, sim, capacetes e nunca fones de ouvidos, que tiram totalmente a atenção dos condutores.

JOSÉ E. ALMEIDA MACHADO

jecameng@hotmail.com

São Paulo

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OU AS REFORMAS OU O COLAPSO

Vem em boa hora a entrevista ao Estadão, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Talvez hoje o mais importante e lúcido entre os políticos deste País, que com a Câmara sob seu comando desde a gestão Temer, e agora com Jair Bolsonaro, jamais faltou no apoio às reformas constitucionais, principalmente da Previdência. E, como economista que é, está preocupado com esse total desarranjo das contas públicas e afirma “ou fazemos reformas ou vamos para o colapso”. Diz também que não é bom para o Brasil, como detectam as pesquisas, a queda da popularidade do presidente, assim como despenca, infelizmente, a confiança dos formadores de opinião e do mercado. Sobre esta manifestação popular do dia 26 de maio último, apoiada pelo Bolsonaro, em que Rodrigo Maia foi alvo de críticas, argumenta “Modéstia a parte, se não fosse pelo meu trabalho, a Previdência estava ainda nas gavetas da CCJ”.  E tem razão, já que o presidente da República, ao entregar o projeto na Casa, em fevereiro, disse do alto da sua soberba que já fez sua parte, e que agora a responsabilidade é do Parlamento. Essa inadiável reforma, se com a ajuda do presidente, poderá ser votada e aprovada na Câmara até meados de julho, convenhamos, um bom prazo para uma reforma das mais complexas. E se Bolsonaro parar de ver fantasmas, vai perceber que não está sozinho.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos 

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CONSENSO

Interessante a declaração do presidente da Câmara, Rodrigo Maia: “ou fazemos reformas ou vamos para o colapso”. Precisamos de cinco meses para ouvir de Maia a real situação do Brasil, quando bem antes das eleições já se sabia o caos que iria encontrar o novo presidente da República. É diária a guerra entre governo, parlamentares e as mídias. Não falta gente para atiçar o fogo, com a palavra mágica, “se”. E “se” o governo falar qualquer coisa que desagrade o Parlamento, vem a ameaça, a reforma corre o risco de não ser aprovada. Senhores, já passou da hora de pensar grande. Deixemos as picuinhas de lado. Já é consenso da maioria a necessidade da aprovação da reforma da Previdência, pois o Brasil não sobreviverá ao caos. Não resta a menor dúvida de que, aprovada a reforma, os parlamentares favoráveis serão reconhecidos. O Brasil vai crescer, os empregos virão e o eleitor saberá identificar essa ajuda. Rodrigo Maia citou a reforma tributária, mas nenhuma palavra ao pacote anti crime, que deveria ser do interesse da Câmara, pois todos os parlamentares conhecem a violência no Brasil e o sufoco por que passa a população. Basta dividir os 513 deputados e formar grupos de trabalho. Se há algo que a sociedade cobra do governo e do Congresso é empenho, compromisso e seriedade. A esquerda falará sozinha, pois essa sempre atuou para o quanto pior, melhor. Nunca é demais lembrar que, se estamos nessa crise, devemos ao governo petista que destruiu o Brasil.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ALARME VERMELHO

Da presente disputa de protagonismo político, neste momento crítico da vida nacional, entre o Legislativo, dividido entre vários matizes e interesses, e o Executivo, com seus ziguezagues resultantes da falta, talvez proposital, de coordenação com os representantes no parlamento, surge a grande perdedora: a sociedade brasileira que permanece numa expectativa angustiante pelas urgentes reformas que precisam ser debatidas e aprovadas, sob pena de se instalar no País, em futuro não muito longínquo, um cenário de caos social. Será que nossas autoridades e lideranças investidas de poder não conseguem deixar de lado por algum tempo suas ambições e projetos pessoais, para focar em questões urgentes que evitem uma quebradeira desastrosa? Tudo parece indicar que o alarme vermelho está, há algum tempo, acionado.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

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REDENÇÃO NACIONAL

Todos pensaram que a eleição de Lula iria mudar o País, acabar com a corrupção e a desigualdade social, não foi bem isso que aconteceu. O Brasil acreditou que o impeachment da presidente Dilma Rousseff seria o ponto da virada, acreditou-se que Michel Temer seria o responsável pela retomada do crescimento, deu no que deu. A eleição de Jair Bolsonaro criou uma nova onda de esperança que logo se desfez nos primeiros gestos do novo presidente da República. A nova esperança de redenção nacional é a tal reforma da Previdência, com ela o País irá escapar da ruína e reencontrar o caminho da felicidade. Uma vez aprovada a tal reforma, depois da incontornável compra dos votos de parlamentares, o País crescerá maravilhosamente, com saúde, educação e emprego para todos. O Brasil já pode começar a procurar a nova esperança para perseguir depois da tal reforma.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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EMBATE DE LÍDERES

Rodrigo Maia e o presidente Jair Bolsonaro remontam às guerras contra Saladino, líder dos árabes que invadiram a Península Ibérica. Maia encarna "El Cid", Rodrigo Diaz de Bivar, e o presidente Jair Bolsonaro, Saladino. Os dois, chefes do Legislativo e do Executivo, respectivamente, não se bicam no que diz respeito às reformas e resoluções do Executivo, rejeitados pelo povo, tal como o contingenciamento de verbas para as universidades e o absurdo da legalização do porte de armas, que transformaria o País num autêntico faroeste tropical. Segundo pesquisa do IBOPE, 73% dos brasileiros são contrários ao porte de armas, mas o governo insiste, como criança teimosa que bate os pés quando quer alguma coisa. Maia insinuou que o governo está mais perdido do que cego em tiroteio e age como se estivesse numa mini-ditadura. Jamais o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram tão decisivos nos destinos do Brasil.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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O GRANDE OBJETIVO

Cida Damasco tem toda razão: “A esperança deu lugar ao desânimo geral e o desempenho da economia é visto como causa e consequência disso”. Esta grande verdade está estampada na primeira página do Estadão desta segunda-feira, 03 de junho. Temos que reverter isso. É como no esporte, a má jogada deve ser esquecida imediatamente, sob pena de perdermos o jogo. Temos que acreditar na vitória. E, para isso, precisamos saber exatamente o que e como fazer, além de muita motivação, que só se consegue através da liderança e dos meios de comunicação. Temos que focar no grande objetivo - sair do buraco. Todos lutando pelo nosso Brasil. 

Luiz Augusto Casseb Nahuz luiz.nahuz@gmail.com

São Paulo

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URGÊNCIA E SERENIDADE

Vivemos em tempos de política polarizada, economia fragilizada e, consequentemente, alto índice de desemprego, fatores determinantes para que seja necessário que busquemos atitudes para sair da situação, urgência para executar planos de ação. Nossos poderes, antes de priorizar polêmicas, deveriam se unir numa pauta comum, exequível para implementação a curto prazo. Também serenidade. Em épocas de críticas, ânimos devem permanecer serenos para que a razão prepondere sobre emoções para encontrar as necessárias soluções que o momento exige. Deixem as emoções para torcidas de futebol. Responsabilidade e maturidade complementariam este composto. Serão medidas que afetarão mais de 200 milhões de pessoas.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba 

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ALA MILITAR

Em um governo com viés autoritário, antidemocrático e retrógrado, causa espanto que a ala mais moderada, ponderada e equilibrada seja justamente a dos militares, com inequívocas e bem-vindas demonstrações de têmpera adequada para enfrentar e debelar as chamas lançadas dia sim, outro também pelos Bolsonaros. Exército Brasileiro, quem te viu, quem te vê.

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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ALMOÇO COM CAMINHONEIROS

Um presidente que almoça com caminhoneiros, gasta só R$ 1.694 reais, enfrenta a uma mídia, deputados oportunistas, intelectuais esquerdistas em universidades públicas só merece nosso respeito e admiração!

Guilherme H. Furtado ghfurtado@gmail.com

São Paulo

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ATIRAR

Qualquer homem, especialmente o presidente de uma República, pode não ser erudito, culto, mas deve mover-se segundo uma moral férrea, granítica. Bolsonaro diz ao caminhoneiro para atirar. Tivesse ele, mesmo por meio de modestos relatos ou quadrinhos de história, mínima consciência do sangue que espargiu dos seres humanos na Guerra Civil Espanhola ou na Segunda Guerra Mundial, as mais recentes grandes tragédias comandadas pelos homens, saberia que em nada resolve o crescimento da economia, o desenvolvimento do País, ou seja, que todas as virtudes que pretende sejam realizadas, se remanescerem no país das maravilhas corações destroçados e conflituosos, frutos amargos dos conflitos humanos: "Les grands cimetières sous la lune" (Bernanos). 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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A HORA DO JORNALISMO PROPOSITIVO

Gostaria de parabenizar o Estado de S. Paulo e o jornalista Carlos Alberto Di Franco, pela reportagem “A hora do jornalismo propositivo”, no Espaço Aberto de 3/6. Perfeitas as colocações, em especial os trechos: “Alguém se lembra quantas coletivas de imprensa foram dadas no longo reinado de Lula e Dilma?” e “Por isso temos sido excessivamente críticos com uma administração que está nos começos e carregando uma herança para lá de incompetente, corrupta e irresponsável. Um governo só pode ser avaliado depois que se constate se as coisas melhoraram ou pioraram em consequência das decisões que pôs em prática”.

Aldo Matachana Thomé aldo@projex.com.br

Ourinhos

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JORNALISMO SÉRIO

A essência de um jornalismo sério, independente, sem filtros ideológicos, comprometido com a leitura correta dos fatos é o que o leitor busca em seu jornal. Parabéns ao Estado por possuir em seu quadro um jornalista da grandeza de Carlos Alberto Di Franco, exemplo de profissional verdadeiramente sintonizado com valores e princípios cultuados pelo tradicional leitor do “velho” Estadão. 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br 

São Paulo

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NO MESMO BARCO

Oportuno o artigo de 3/6, do jornalista Carlos Alberto Di Franco (“Estado”, A2), que fala sobre o relacionamento entre imprensa e governo federal. Já me expressei sobre isso nesta coluna, e tem toda razão o jornalista, pois independente de como o presidente “conversa” com a imprensa, temos que lembrar que estamos todos no mesmo barco, e dizer que tem um furo no barco, mas que é do outro lado não resolve, iremos todos afundar juntos. A imprensa tem que fazer o papel que lhe é esperado, denunciar, reclamar, mas também contar as virtudes, as realizações. O presidente tem um jeito meio descuidado de se comunicar, mas pelo menos é autêntico, a equipe em geral é boa, estão tentando acertar. Vamos ajudar também, o Brasil precisa urgentemente dar certo.

Nilo Sergio Pinto nilo@ciadomovel.com.br

Leme

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ESTADOS E MUNICÍPIOS NA PREVIDÊNCIA

Legisladores ou covardes? Embora seja do conhecimento pleno dos senhores congressistas que moramos nos municípios e Estados que os elegeram, agora vêm com esse papo acovardado de não incluírem esses entes federativos na reforma da Previdência, porque pode prejudicá-los eleitoralmente. É sabido e consabido que os Estados e municípios estão fragorosamente quebrados e vão levar a nação à pique.

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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APOSENTADORIA DAS MÃES

Ou aprovar a Previdência ou eternizar a crise. Em cada país democrático, todas as pessoas são iguais. Então, nos países modernos, deve existir o direito de aposentadoria apenas com 65 anos, seja homem ou mulher, seja de qualquer profissão. Devem existir somente duas exceções: inválidos e as heroínas das famílias: as mães. As mães criam os futuras pagadores das nossas aposentadorias. Sem novas crianças haverá um desastre financeiro total no Brasil. Por isso, cada mãe deve ter o direito de se aposentar mais cedo. Para cada criança, até um teto de cinco, as mães devem ter o direito de se aposentar um ano mais cedo. Basta na hora da aposentadoria apresentar a certidão de nascimento dos seu filhos e uma cópia de seu RG.

Michael Peuser mpeuser@hotmail.com

São Paulo

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FUNÇÃO EXTRAPOLADA

Gostaria de parabenizar o Estadão pelo editorial (2/6, A3) que comenta sobre o Judiciário estar exorbitando de suas funções e legislando.

Maria Gilka mariagilka@mariagilka.com.br

São Paulo

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MAIS E MENOS FORTES

Para que não haja a guerra de todos contra todos, a civilização humana criou o Estado. Todos abrem mão de suas forças individuais em favor do Estado. O Estado passa a exercer o monopólio da violência, permitindo a convivência entre os mais fortes e menos fortes, entre ricos e pobres. O Estado na sua face interna permite a sobrevivência dos menos fortes, os pobres. O mesmo raciocínio vale para a economia. Dizer que o livre mercado, defendido pelos liberais, é a solução para todos, não passa de uma enganação contra os menos fortes, os pobres. Sem a presença do Estado é a morte para os menos fortes, os pobres. Defender o liberal na economia, é defender o homem economicamente mais forte. Onde o homem economicamente menos forte perde para o mais forte. Vemos isto nas relações trabalhistas onde o trabalhador não tem condições de igualdade com os patrões e precisa de leis trabalhistas para protegê-lo. Vemos isto nas relações comerciais entre o pequeno empresário e o monopólio privado, onde o pequeno empresário não tem condições de competir. O mais grave é a relação com os bancos privados que concentram a riqueza e criam a escravidão financeira com os juros. Para resolver estas diferenças, o Estado Nacional deve estar acima de tudo, deve ser o Leviatã de Hobbes, deve ser o infinito da matemática. O Poder Político do Estado deve estar acima do Poder Económico dos Indivíduos ou Corporações. O maior de todos os direitos, deve ser o direito a vida dos menos fortes, os pobres.

Francisco Anéas

São Paulo

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MINISTRO EVANGÉLICO

O presidente Bolsonaro disse que estava na hora de termos um ministro evangélico

no STF. A meu ver, não importa a religião, o que precisamos mesmo é de ministros

realmente aptos de ocupar esse cargo, e alguns que lá estão não correspondem à nossa expectativa, como pudemos ver na passeata de domingo passado.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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FORMAÇÃO, NÃO RELIGIÃO

A indicação de ministros do STF deveria ser de magistrados com sólida formação jurídica e nunca embasada na opção religiosa. Estamos revivendo o “Fabeapa”, o festival de besteiras que assolam o País. O silêncio é de ouro e o silêncio do presidente poderá ajudar na recuperação econômica.

José Paulo Cipullo j.cipullo@terra.com.br

São José do Rio Preto

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CRITÉRIO DE ESCOLHA

Quando em passado relativamente recente anunciaram que escolheriam "um negro" ou "uma mulher" para compor o STF, não me lembro de levantarem-se contra tal critério de escolha. O silêncio foi absoluto. Entretanto, quando outro presidente da República expressa opinião sobre a possibilidade de escolher "um evangélico" para a Suprema Corte, os silenciosos do passado manifestam seletiva indignação. Nos tempos que correm a hipocrisia é discricionária.

Milton Córdova Júnior

Vicente Pires (DF)

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POR DATA

Para acabar com a influência política, as amizades e o quem dá mais, principalmente nos tribunais superiores, há uma solução lógica e racional: os processos deveriam ser julgados e avaliados obedecendo à data em que foram aceitos. Se todos os juízes se comportassem como Moro, acabariam as críticas e começariam os elogios gerais.

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

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COAF

Discutiu-se muito sobre onde deveria ficar o COAF. Teria algum probo parlamentar temor em vê-lo aos cuidados do ministro Moro? Legendas como PT, PSOL, PCdoB, MDB, PSDB e até mesmo o DEM aliaram-se no sentido de deixá-lo sob o comando do Ministério da Economia. Se por acaso pensaram em dificultar a “Lava Jato”, perderam tempo. Os ministros Sérgio Moro e Paulo Guedes, em perfeita sintonia, não deixarão que as importantíssimas atividades do COAF sofram qualquer prejuízo. Tiro n’água!

Jomar Avena Barbosa joavena@terra.com.br

Rio de Janeiro 

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NOVOS MOVIMENTOS NO REINO UNIDO 

A reportagem “A nova força contra o populismo de direita” (“Estado”, 2/6, A15) mostra a ascensão dos verdes e dos liberais contra os conservadores e os movimentos neofascistas na Europa. No caso do Reino Unido, os liberais se destacam em sua mobilização contra o Brexit. Em recente pesquisa divulgada pelo instituto YouGov, em 31 de maio, se houvesse novas eleições parlamentares, o resultado indicaria uma reviravolta terminando com a centenária polarização: Liberais Democratas (24%), Partido do Brexit (22%) e, em terceiro lugar, Conservadores e Trabalhistas estariam empatados (19%), seguidos pelos Verdes (8%). Portanto, haverá enorme pressão, tanto por novas eleições, para legitimar o novo primeiro-ministro, como por novo referendo para defender a permanência do Reino Unido na União Europeia.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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MANIFESTAÇÃO EXPLORADA

Nas manifestações de rua ocorridas recentemente no País, observaram-se aspectos bem diferenciados. Em sã consciência ninguém de bom senso pode desejar que ocorra um contingenciamento de verbas nos ministérios, particularmente no da Educação. Mas é evidente também que a culpa deste ato extremo foi consequência dos desmandos e da corrupção imperantes nos governos anteriores. As manifestações promovidas em parte pela área da Educação são justas e compreensíveis, mas o que se viu foi a sua exploração em alto grau por sindicatos, lideranças e partidos de oposição com suas bandeiras e slogans: “fora o presidente; Lula livre; não à previdência; fora Moro” etc. Notou-se, porém, nelas, uma ausência muito significativa e sintomática:

a de bandeiras nacionais, que se multiplicaram na manifestação espontânea favorável ao atual governo e suas medidas que visam ao desenvolvimento nacional. Voltando-se a 2010, recorda-se que o então presidente Lula cortou do orçamento da União cerca 40%; 10 bilhões, sendo a Educação a área mais sacrificada. Curioso; ninguém do ministério reclamou ou fez manifestação; lideranças, sindicatos e partidos também não. Que diferença de atitudes, de reações, que demonstram claramente quais as reais intenções de infiltrados nas demonstrações da Educação. 

Ricardo Pereira de Miranda

Salvador         

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FALTA DE QUALIFICAÇÃO

Na chamada de domingo, 2/6, o Estadão mostra que atualmente a falta de qualificação  é uma das grandes causas do desemprego. A desqualificação dos brasileiros vem sendo desde há muito tempo implementada por políticas governamentais de ensino com os objetivos escusos dos governos passados, agora a conta é nossa.

João Luiz Piccioni piccionijl@gmail.com

São Paulo

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DEMORA INEXPLICÁVEL

Na edição de sábado, o “Estado” publicou o editorial “Demora inexplicável”,  no qual revela que só depois de 19 anos jogada em alguma gaveta na Câmara Federal, a  Lei de Responsabilidade Fiscal finalmente teve votada sua lei complementar, necessária para acabar de vez com orçamentos mal administrados por políticos, que vão do mau uso ao roubo descarado. Mas não fiquem contentes porque a lei saiu da Câmara depois de quase 20 anos, ainda precisa passar pelo Senado. E daí, quanto tempo mais ficará naquela casa? São situações como essa que fazem aumentar minha desesperança com um Brasil moderno, eficiente.

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

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LENIÊNCIA

A exemplo da Braskem, que fez acordo de leniência com a Advocacia Geral da União (AGU) e a Controladoria Geral da União (CGU) e vai pagar R$ 2,87 bilhões, qual será o valor do acordo de leniência a ser pago por Lula pelos empréstimos irresponsáveis do BNDES a Cuba, Venezuela, alguns países asiáticos e pelos danos causados ao Brasil e à Petrobras?  

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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GASTO COM PESSOAL

Sobre o artigo “Para aliviar a crise dos Estados” publicado no Estadão em 1/6. O descalabro das finanças públicas é evidente. A Lei de Responsabilidade Fiscal prevê remédios, como diminuição das horas trabalhadas e até a demissão de funcionários estáveis. Todavia, nem a administração federal e as estaduais têm coragem de aplicar o remédio, pois, com a diminuição das horas trabalhadas ficará evidente que não as horas a menos não farão diferença. Haverá forte reação dos barnabés, que ficarão desnudados em sua inutilidade, o que poderá ensejar a diminuição do quadro funcional na etapa mais dura, que é da demissão dos que não são efetivamente necessários. 

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

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BARRAGEM

Todo dia aumenta a movimentação do talude, que tem um tamanho enorme. O deslizamento dessa massa, mesmo que ocorra lentamente ou desmorone de forma rápida, causará as más consequências que todos imaginam. Por que as autoridades e a própria Vale não colocam uma série de bombas hidráulicas para diminuir o volume da parte líquida da barragem? O líquido seria aspirado na superfície, que não é tão densa quanto o fundo. Seu lançamento controlado no rio provocaria, sem dúvidas, muito menos prejuízos do que em Brumadinho. Eliminado a massa líquida, sobrariam os rejeitos em alta concentração e viscosidade, com vantagens em todos os sentidos.

Diminuir o volume e aumentar concentração e viscosidade, um desafio.

G. Alberio galberio@uol.com.br

São Paulo

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FLORA DIEGUES   

Flora, somos por demais egoístas  pois, desde pequeninos, cremos que a morte é coisa para velhos. Aceitar a perda de um jovem é difícil, mesmo acreditando que “não há folha que caia que não seja da vontade do Mestre”. Não conheci você pessoalmente, pude ver-te algumas vezes na televisão, mas emocionei-me ao saber de sua partida. Faço votos que possamos rapidamente reverter o sofrimento em sorrisos ao lembrarmos do entusiasmo e da alegria que foram tua marca. Descansa agora pois estes últimos anos exigiram muita gana de ti. De onde estiveres, vela por todos nós que aqui ficamos entre muitos espinhos e poucas Floras. Fica com Deus!

Jomar Avena Barbosa joavena@terra.com.br

Rio de Janeiro  

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REVERÊNCIA

Em país de história mnemonicamente débil, convém lembrar algumas datas: ontem (3 de junho), nascimento de José Lins do Rego e Mário Filho, dos mais profundos jornalistas brasileiros, nome autêntico do popular Maracanã, ou Maraca. Reverenciar é cultivar o que há ou houve de bom neste fruto da "terra brasilis", atualmente tão carente de valores que o possam redimir.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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ATENÇÃO DESVIADA

Infelizmente o ambiente da nossa seleção está contaminado. Sem entrar no mérito da questão, mas a concentração foi para as cucuias. Não sei se o professor Tite terá uma nova chance na seleção se fracassar em seu quintal, talvez não. O mais curioso de tudo isso é que Gabriel Jesus foi campeão da difícil liga inglesa pelo Manchester City, show. Alisson e Firmino foram dois gigantes na conquista da Champions League,

fantástico. Repare bem: um trio disciplinado e campeão. E, no entanto, o que prevalece são as páginas policiais daquele que nāo ganhou nada de relevante. Se o que importa fica em segundo plano (a disciplina), fica difícil acreditar em sucesso canarinho em meio a tantas feras que virão. Professor Tite, Neymar tem que ficar no banco de reservas, ele não tem condição nenhuma de jogo, instável de novo. Veremos o mesmo filme de um desequilibrado em campo. Quem pagou pelo ingresso nāo ficará em cima do muro.

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

Guarulhos 

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FALSOS ÍDOLOS

Lula e Neymar. Dois falsos ídolos de que população não aguenta mais falar e ler na mídia. Jamais colaboraram para o crescimento e desenvolvimento do Brasil e ainda se envolvem em escândalos que denigrem a imagem do País no exterior.

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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IRRESPONSABILIDADE

Novamente a triste figura desse jogador aparece em cena, não como futebolista,

mas como uma figura irresponsável e que só traz vergonha para o Brasil. Será que

ele ainda não entendeu que é uma figura pública? Chega de escândalos. No meu

entender, deveria ser excluído da seleção até se tornar uma pessoa comportada, inclusive socialmente. Chega de ter o rei na barriga.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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OUTROS PROBLEMAS

Tantas coisas que precisam ser discutidas, tantas deficiências em nossos três sistemas de governo, problemas marcantes na saúde e na educação, hospitais pedindo socorro, principalmente aqueles que atendem prioritariamente o SUS, universidades entregues à sanha de pseudo estudantes, caminhoneiros em pé de guerra, empresários na corda bamba, muitos já pedindo água, os milhões de desempregados, a grande maioria da população de baixa e média renda pedindo socorro a não se sabe a quem com a inadimplência batendo em seus bolsos, enfim; temos muitas outras necessidades e realidades para nos preocuparmos, menos essa, do paparicado futebolista Neymar, afeito a uma vida milionária devido às suas excepcionais qualidades no trato com a bola, mas quase sempre às voltas com seus problemas pessoais, com os quais ninguém tem nada a ver. Nosso País tem fatos e problemas muito mais sérios para serem manchetes de primeira página. Essa dos atletas chegando de helicóptero em Teresópolis não colou.

Aloísio Arruda De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira 

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REFLEXO BRASILEIRO

Afrontar as regras estabelecidas. Em poucas palavras poder-se-ia, grosso modo, definir a personalidade do cidadão brasileiro, quando posicionado atrás de um volante ou de um guidão. Felizmente a generalização necessária e oportuna não contempla a imensa maioria dos condutores de veículos do País (obviamente guardadas as devidas proporções), uma vez que a leva de motoristas cientes de suas responsabilidades supera aqueles negligentes que colocam diariamente a própria vida e a de terceiros em risco. No topo do ranking de infrações possíveis e imagináveis se sobressai o uso do telefone celular em deslocamento motorizado, inclusive nos veículos de duas rodas. As campanhas dos órgãos governamentais que têm por objetivo diminuir ou mesmo desestimular essa prática altamente temerária parecem não surtir o efeito desejado. Até mesmo as câmeras de fiscalização de tráfego são escancaradamente ignoradas, evidenciando o descaso do infrator contumaz com quaisquer meios de controle do Estado, que visam garantir o cumprimento das regras de trânsito e consequentemente a segurança dos usuários das vias públicas.

A constatação de que uma parcela significativa de motoristas brasileiros perdeu definitivamente o respeito pela vida alheia é pública e notória. Por vezes se tem a impressão de que o motorista brasileiro, além de folgado e mal preparado para enfrentar o trânsito cada vez mais caótico, ainda se mostra relapso e distraído, ingredientes que contribuem decisivamente para a ocorrência de acidentes. Prova disso são os (maus) exemplos vistos por todo lado. O acionamento do dispositivo de mudança de direção é ignorado constantemente. O estacionamento na contramão de direção virou moda, por pura preguiça em se cruzar a rua a pé. O respeito aos limites de velocidade estabelecidos para a via se restringe aos pontos de fiscalização por radares. A ingestão de bebida alcoólica antes de dirigir não é mais motivo de intimidação. Nesse frenesi em constante movimento se destaca o participante mais vulnerável: o pedestre. Muitas vezes ousado, outras desatento à movimentação ao seu redor, quase sempre “investido” de direitos dos mais excêntricos possíveis, eis que o integrante autopropulsionado também apronta das suas. 

Esse comportamento demasiadamente arraigado realça o atraso cultural de uma nação, visto que o acatamento incondicional às regras de circulação é uma questão de educação e civilidade. O reflexo dessa conduta negligente é observado nos índices alarmantes de acidentes no trânsito. Se por um lado o aperfeiçoamento da tecnologia oferece condições cada vez mais propícias para o crescimento e o desenvolvimento humano e econômico em escalas sem precedentes, por outro o País sofre com a decadência contínua de valores morais, outrora considerados pilares basilares de uma sociedade. E pelo andar da carruagem, continuaremos ostentando nossa marca registrada.

José Luiz Boromelo strokim@bol.com.br

Marialva (PR)

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MOSQUITOS

“Dengue cresce 432 % no País”. Quem sabe com a notícia a Secretaria da Saúde cria vergonha. Responsáveis, parem de bancar os hipócritas falando que criadouros de Aedes Aegypti vêm de pratinhos cheios de água nas residências. E os terraços de todos os edifícios, não tem poças d´água? Também no mato e em plantas, em “reservatórios” de água? A solução é fácil, espirrar fumacê em cima das cidades e exterminar os mosquitos, como aconteceu durante os 15 anos que morei no Rio de Janeiro, sem um mosquito nas casas e apartamentos, podendo dormir a noite toda com janelas abertas.

Michelle Schott

Santana de Parnaíba

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DEMANDA DE MORTADELA

O Estado noticia que BRF e Marfrig cogitam unir ambas para reforçar a presença no mercado internacional. Têm o estímulo do mercado nacional onde se verifica no momento um expressivo aumento na demanda de mortadela.

Mario Helvio Miotto mariohmiotto@gmail.com

São Paulo

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‘DEEPFAKE’

Novidade tecnológica vai aperfeiçoar as Fake News no mundo da política e da desinformação geral. O tenebroso futuro das "DEEPFAKES" no mundo digital. "Profundamente falso" será o novo estágio das deploráveis "fake news", que vêm distorcendo e envenenando a política nas redes "anti"sociais. Cabe à grande imprensa alertar sobre o que acontece nos bastidores do mundo virtual para falsificar o mundo real. Países com populações pouco esclarecidas, como Brasil e Estados Unidos, serão mais afetados do que nações com melhor índice cultural. Como já sentenciou o notável Umberto Eco: "as redes sociais deram voz aos imbecis". Podemos acrescentar que também deram ouvidos aos tolos. A "Deepfake" é a deturpação de declaração de uma pessoa, com seu rosto e sua própria voz, perfeitamente sincronizados. Será impossível distinguir se é falso ou verdadeiro o que estamos vendo e ouvindo. Pior impossível.  

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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INOCENTES

Acreditar que Adélio Bispo de Oliveira não sabe o que faz, por isso é inimputável, é como achar que o Lula, Zé Dirceu, Palocci e ... são inocentes. O cara que sabe ser dissimulado engana muita gente, mas não engana uma nação.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

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